Top PDF NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

Brid., Bryol. Basiônimo: Bartramia uncinata Schwaegr., Spec. Tipo: Guadalupe e Martinica, col. Material examinado: Brasil, estado do Pará, município de Belém: Parque Zoobotânico do M[r]

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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). Foram identifi cados 22 táxons que são novas citações para o Rio Grande do Sul e 4 táxons tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada no Estado. Os mesmos estão distribuídos em 10 famílias e 16 gêneros, sendo que as famílias mais bem representadas neste estudo são Fissidentaceae, Bryaceae, Sematophyllaceae, Dicranaceae, Hypnaceae e Orthotrichaceae. Bryum chryseum Mitt. e Pohlia nutans (Hedw.) Lindb. são ocorrências novas para o Brasil. Fissidens rigidulus Hook. f. & Wilson, Fissidens submarginatus Bruch, Fissidens taxifolius Hedw. e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada. São apresentadas ilustrações e distribuição geográfi ca para todos os táxons.
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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Durante o inventário das hepáticas da Serra dos Carajás, foram identificadas quatro novas ocorrências para o estado do Pará: Frullania beyrichiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Frullania kunzei (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Symphyogyna aspera Steph. e Lophocolea leptantha (Hook. & Tayl.) Tayl. Esta última espécie, antes somente relacionada para as regiões Sudeste e Sul do Brasil, é nova ocorrência para o eixo Norte-Nordeste brasileiro. Cada espécie é acompanhada de comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos.
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

O Parque Estadual da Ilha Anchieta (PEIA), localiza-se no litoral norte do Estado de São Paulo (23º31’-23º34’ S e 45º02’-45º05’ W), na costa do Município de Ubatuba. O parque tem 828 ha e sua topografia é montanhosa e bastante acidentada. A vegetação encontrada é floresta Atlântica, possui também uma pequena área de Manguezal e regiões de transição onde predominam gramíneas e melastomatáceas. O Parque apresenta características geográficas e ecológicas favoráveis para a ocorrência de musgos.

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Helicophyllaceae (Bryophyta), nova ocorrência para o Estado do Pará, Brasil.

Helicophyllaceae (Bryophyta), nova ocorrência para o Estado do Pará, Brasil.

O material botânico foi identificado entre amostras de musgos coletadas em uma excursão realizada no mês de maio de 2003, para o município de Floresta do Araguaia. Esse município está localizado na Mesorregião Sul do Pará e Microrregião de Redenção (07º 33’ 38’’ S e 49º 42’ 01’’ W). Limita-se com os municípios de Rio Maria, ao Norte, Conceição do Araguaia, a Oeste, Redenção, ao Sul e a Leste com o Estado do Tocantins (Figura 1). Possui uma área de 3.465 Km2, altitude média de 200 metros acima do nível do mar, ocorrência de algumas Serras, estas com altitude média de 320 metros. É um dos mais novos municípios paraenses e foi desmembrado de Conceição do Araguaia em 1993. Está sofrendo intenso processo de colonização, principalmente pela presença de terras férteis e vastas pastagens naturais. Destaca-se por ser o maior produtor de abacaxi (Ananas comosus L. Merr.) do Estado do Pará, além de possuir outras atividades econômicas como pecuária, mineração, comércio e turismo por conta de suas belezas naturais, como belas praias, formadas pelo rio Araguaia (AMAT, 2004). Estas atividades, direta ou indiretamente, afetam os seus ecossistemas de mata aberta, matas de várzea alta, cerrado e capoeiras.
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Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

Os gêneros Lejeunea e Microlejeunea (Lejeuneaceae) na Estação Científica Ferreira Penna, estado do Pará, Brasil, e novas ocorrências.

& Nees, Lejeunea flava (Swartz) Nees, Lejeunea tapajosensis Spruce, Microlejeunea acutifolia Stephani e Microlejeunea epiphylla Bischler, destacando Microlejeunea.. acutifolia como [r]

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LEUCOPHANACEAE, NOVA FAMÍLIA DE BRYOPHYTA PARA O PARÁ, BRASIL

LEUCOPHANACEAE, NOVA FAMÍLIA DE BRYOPHYTA PARA O PARÁ, BRASIL

A ocorrência de Leucophanaceae, representada nos neotrópicos pela espécie Leucophanes molleri C.. MüI\., é registrada no estado do Pará.[r]

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Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

principalmente na região Amazônica e, no Brasil, nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Amapá e Mato Grosso. Algumas espécies apresentam algumas extensões de distribuição geográfica para a região Nordeste do Brasil, como são os casos de Campylosiphon purpurascens Benth., Hirtella bicornis Mart. & Zucc., Miconia serialis DC. e Garcinia madruno (Kunth) Hammel (BFG 2015). Por outro lado, Andira inermis (W.Wright) DC. possui a maior amplitude de distribuição entre os táxons aqui reportados, sendo encontrada em quase toda a região Neotropical (Pennington 2003). Por sua vez, uma espécie é endêmica no Brasil, Naucleopsis stipularis Ducke (Moraceae) (Berg 2001; BFG 2015).
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Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de briófitas para Pernambuco, Brasil). Levantamentos da flora de briófitas em duas áreas remanescentes de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica (RE) Gurjaú (08°10’00’’S e 35°02’30’’O; 50-150 m n.a.m.) e a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Frei Caneca (08º42’37’’S e 35º50’01’’O; 500-750 m n.a.m.), resultaram no registro de 15 novas ocorrências para o Estado de Pernambuco. São elas 11 hepáticas das famílias Cephaloziaceae, Jubulaceae, Herbertaceae, Lejeuneaceae, Lepidoziaceae, Metzgeriaceae e quatro musgos das famílias Calymperaceae, Pterobryaceae, Sematophyllaceae e Thuidiaceae. Sete destas espécies são também novas referências para a região Nordeste. As espécies são ilustradas e comentadas quanto aos caracteres taxonômicos mais relevantes.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Dada a extensão do território brasileiro e à variedade de ambientes existentes em cada região e, apesar dos esforços empreendidos na última década, a brioflora brasileira ainda não está totalmente conhecida, visto o número de novas adições que continuamente são publicadas para as várias regiões do Brasil, tanto para musgos como para hepáticas, contando mais de 200 novos registros nos últimos anos. Cada um dos estados brasileiros enfocando-se uma região ou domínio fitogeográfico específico, conta sempre com novos registros de briófitas na medida em que sua brioflora prossegue em estudo, a exemplo de Germano & Pôrto (2004) para Pernambuco (9 spp.); Yano & Bastos (2004) para o Mato Grosso do Sul (100 spp.); Oliveira & Alves (2007) e Oliveira & Bastos (2009) para o Ceará (28 spp.); Souza et al. (2008) para Goiás (38 spp.); Yano et al. (2010) para Alagoas (86 spp.); Silva & Piassi (2010) para o Espírito Santo (4spp.); Yano & Luizi-Ponzo (2014)
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Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Espécie encontrada no período chuvoso e no lado exposto ao embate das ondas, formando densos emaranhados sobre Chondracanthus cf. saundersii, Gelidium pusillum e Ceratodictyon planicaule. A espécie foi referida pela primeira vez para o Brasil para a região de Cabo Frio, Rio de Janeiro, por Yoneshigue et al. (1986). Segundo Leliaert et al. (2007a), a ausência de um estipe nítido e a presença de ramificação irregular tridimensional distinguem o gênero Boodlea G. Murray & De Toni de Phyllodictyon J. E. Gray, com o qual pode ser confundido. Yoneshigue et al. (1986) comentam que, em Boodlea, as ramificações podem aparecer em apenas um plano como em Phyllodictyon. Os membros da classe Cladophorophyceae apresentam talos sifonocladáceos (com células multinucleadas) e, tradicionalmente, são incluídos nas ordens Cladophorales e Siphonocladales, de acordo com
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Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

O gênero Epidryos tem três espécies e é relacionado mor- fologicamente ao gênero Stegolepis (ver comentários em S. angustata). Epidryos caracteriza-se pelo hábito exclusivamente epifítico, infl orescências com brácteas inconspícuas e, especial- mente, por possuir sementes envoltas por um arilo esponjoso que as mantém agregadas em uma unidade que é exposta após a deiscência da cápsula. Epidryos guayanensis difere das demais espécies do gênero por apresentar pedúnculos subfi liformes, infl orescências com 1-3 espiguetas e bractéolas hialinas e escariosas (Maguire 1965). Na área de estudo, E. guayanensis ocorre como epífi ta em áreas de fl oresta ombrófi la montana, de 1.300-1.500 m de altitude. Esta espécie é citada também para a Venezuela (Estado Bolívar) e Guiana (Pakaraima Mountains).
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CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

CHECKLIST DE PLANTAS AQUÁTICAS EM TRECHOS DE CAATINGA DO SEMIÁRIDO PARAIBANO, NORDESTE DO BRASIL

Das espécies identificadas, 10 são endêmicas do Bioma Caatinga, 15 representam novas ocorrências para este bioma e 29 são registros de novas ocorrências para o estado da Paraíba de acordo com consulta feita à lista de espécies da Flora do Brasil (Forzza et al. 2013). (Figura 4). Os novos registros para esse Estado são: Eclipta prostrata (L.) L., Erechtites hieraciifolius (L.) Raf. ex DC. (Asteraceae), Ipomoea wrightii A. Gray, Jacquemontia gracilima (Choisy) Hallier f. (Convolvulaceae), Euphorbia hirta L. (Euphorbiaceae), Mimosa sensitiva L. (Fabaceae), Spigelia anthelmia L. (Loganiaceae), Byttneria filipes Mart. ex K.Schum., Malachra fasciata Jacq., Sidastrum micranthum (A.St.-Hil.) Fryxell (Malvaceae), Nymphoides indica (L.) Kuntze (Menyanthaceae), Boerhavia diffusa L. (Nyctaginaceae), Nymphaea amazonum Mart. & Zucc., Nymphaea pulchella DC. (Nymphaeaceae), Ludwigia helminthorrhiza (Mart.) H. Hara (Onagraceae), Chloris barbata Sw., Dactyloctenium aegyptium (L.) Willd., Digitaria sanguinalis (L.) Scop., Echinochloa colona (L.) Link, Echinochloa crus-pavonis (Kunth) Schult., Echinochloa polystachya (Kunth) Hitchc., Hymenachne amplexicaulis (Rudge) Nees, Luziola bahiensis (Steud.) Hitchc., Sorghum halepense (L.) Pers. (Poaceae), Polygonum ferrugineum Wedd. (Polygonaceae), Eichhornia crassipes (Mart.) Solms, Heteranthera rotundifolia (Kunth) Griseb. (Pontederiaceae), Portulaca pilosa L. (Portulacaceae) e Typha angustifolia L. (Typhaceae).
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Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Tabela 1. Lista das espécies de briófitas do Sítio São Luís, Ubajara, CE, Brasil, com dados dos tipos de substrato. C: corticícolo. EF: epifilo. EX: epíxilo. R: rupícolo. T: terrícolo. As novas ocorrências para o Estado do Ceará estão assinaladas com um asterisco (*). Ao lado de cada divisão e família entre parênteses, estão indicados os números de famílias, gêneros e espécies. Table 1. List of species of bryophytes of Sítio São Luís, Ubajara, Ceará State, Brazil, with substrate data. C: corticicolous. EF: epiphyllous. EX: epixilous. R: rupicolous. T: terricolous. The new records for the Ceará State are marked with an asterisk (*). Next to each family and division parentheses are indicated the numbers of families, genera and species.
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Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de desmídias fi lamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) do estado da Bahia, Brasil). As desmídias de hábito fi la- mentos são constituídas por fi lamentos de células relativamente curtos, que se dissociam com certa facilidade. O conhecimento destas algas no estado da Bahia é bastante escasso, até o momento, estando restrito a 13 táxons. O presente trabalho teve por objetivo realizar o inventário taxonômico dos gêneros fi lamentosos da família Desmidiaceae (Zygnematophyceae), de duas áreas de proteção ambiental, APA Rio Capivara e APA Lagoas de Guarajuba, município de Camaçari, a fi m de ampliar o conhecimento destes na Bahia. Foram analisadas 33 amostras coletadas de acordo com os métodos usuais empregados nos estudos de taxonomia de microalgas continentais. Foram identifi cados 15 táxons distribuídos em sete gêneros (Bambusina Kütz. ex Kütz, Desmidium C.Agardh ex Ralfs, Groenbladia Teiling, Hyalotheca Ehrenb. ex Ralfs, Onychonema Wallich, Spondylosium Bréb. ex Kütz. e Teilingia Bourr.), dos quais nove táxons constituem-se adições à fl ora de algas continentais da Bahia, aumentando o total de espécies conhecidas para 22.
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Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribuição no Brasil: ES, MG, PR, RJ e SP. Comentários: reconhecida pelos lobos arredondados a orbiculares, lóbulos quadrados que cobrem ca. metade a dois terços do caulídio, com margem superior sinuosa, formando pequenas reentrâncias e região carinal inflada. Cresce sobre cascas de árvores, solo ou rocha, de 800-2700 m de altitude (Gradstein & Costa 2003). Foi coletada sobre troncos, na mata, associada com Lejeunea phyllobola Nees & Mont., L. setiloba Spruce, Metzgeria fruticola Spruce e Orthostichella rigida (Müll. Hal.) B.H. Allen & Magill, Radula nudicaulis Steph. e Schlotheimia jamesonii (W.-Arn.) Brid.
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Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

RESUMO. Os ofiuróides aqui analisados são procedentes dos programas “Biodiversidade Bêntica Marinha no Estado de São Paulo” – BIOTA/FAPESP-Bentos Marinhos, “Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva” – REVIZEE/Score Sul-Bentos e “Utilização Racional dos Ecossistemas Costeiros da Região Tropical Brasileira: Estado de São Paulo” – INTEGRADO/Subprojeto Bentos. As amostras analisadas foram coletadas nas regiões da plataforma e talude continental do Sudeste e Sul brasileiros, em profundidades entre 10 e 800 m. São aqui descritas e ilustradas quatro espécies de Ophiuroidea, as quais representam novos registros de ocorrência para o Brasil, duas da família Ophiuridae, uma de Amphiuridae e uma de Ophiochitonidae. Este é também o primeiro registro desta última família para o Brasil. Somente Amphiodia trychna (Amphiuridae) foi amostrada na região da plataforma interna (profundidade < 50 m). As demais ocorreram em maiores profundidades (de 314 a 808 m).
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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Material examinado: BRASIL. Bahia: Santa Terezinha, Serra da Jibóia, 16/XII/2003, Valente 316. Comentários: Pallavicinia lyellii tem o talo, em secção transversal, com um cordão central, margem inteira e estrutura reprodutiva feminina protegida por escamas formando um invólucro. Ginoécio presente. Encontrada sobre tronco em decomposição, no interior da mata.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Sou aluna do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora. O objetivo desta pesquisa é analisar quatro escolas da Regional Serrana II no contexto da implementação do Planejamento Estratégico da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro a partir de janeiro de 2011 até dezembro de 2012. Os dados coletados com este instrumento poderão colaborar para a análise da implementação do Programa de Educação na Regional Serrana II, oferecendo instrumentos para análise e possibilidades de mudanças e proposições de novas ações no âmbito da gestão que proporcionem um trabalho diferenciado que leve as escolas pesquisadas a melhorarem o desempenho dos alunos e, assim, alcançarem suas metas. Solicito assim, a sua colaboração, preenchendo o questionário abaixo. .
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AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

AS AÇÕES DO AGROHIDRONEGÓCIO, O PAPEL DO ESTADO E AS FORMAS DE CONTROLE DO TRABALHO NO MATO GROSSO DO SUL

Na verdade, são vinculados à lógica do capital áreas específicas de um território que demonstra em seu seio o interesse de diferentes frações do agrohidronegócio os quais ligam-se diretamente ao uso e exploração da terra e aponta para um cenário marcadamente desigual ordenado por relações de poder; não sendo possível neste caso desvincular as ações realizadas pelas frações da burguesia, pois esta articula-se concomitantemente em torno de objetivos específicos ligados, por exemplo, ao campo mas ao mesmo tempo estende sua Geopolítica aos setores urbanos e institucionais, bem como aos aparelhos midiáticos, entes do poder político, aparelhos de Estado etc. de tal forma que não podemos omitir a intrínseca rede na qual se articula o projeto do capital.
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