Top PDF Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de briófitas para Pernambuco, Brasil). Levantamentos da flora de briófitas em duas áreas remanescentes de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica (RE) Gurjaú (08°10’00’’S e 35°02’30’’O; 50-150 m n.a.m.) e a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Frei Caneca (08º42’37’’S e 35º50’01’’O; 500-750 m n.a.m.), resultaram no registro de 15 novas ocorrências para o Estado de Pernambuco. São elas 11 hepáticas das famílias Cephaloziaceae, Jubulaceae, Herbertaceae, Lejeuneaceae, Lepidoziaceae, Metzgeriaceae e quatro musgos das famílias Calymperaceae, Pterobryaceae, Sematophyllaceae e Thuidiaceae. Sete destas espécies são também novas referências para a região Nordeste. As espécies são ilustradas e comentadas quanto aos caracteres taxonômicos mais relevantes.
Mostrar mais

12 Ler mais

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Em histórico sobre o conhecimento das briófitas do Nordeste do Brasil, Pôrto (1996) apontou Pernambuco e Bahia como os Estados com maior aporte de informações. No que diz respeito particularmente a Pernambuco, diversos trabalhos sistemáticos têm sido desenvolvidos, sobretudo nas duas últimas décadas, o que permitiu a Pôrto & Germano (2002) compilarem 315 espécies de briófitas para o Estado. Estes valores correspondem a cerca de 10% do total de espécies referidos para o Brasil por Yano (1996). A maioria dos registros (cerca de 80%) são provenientes de refúgios de Floresta Atlântica sensu lato, dos quais fazem parte remanescentes costeiros de terras baixas (Pôrto 1990; Pôrto et al. 1993; Germano & Pôrto 1996; 1998a; 1998b; Sá & Pôrto 1996), ou submontanas, conhecidas regional- mente como florestas serranas dos brejos de altitude (Yano & Andrade-Lima 1987; Pôrto 1990; Pôrto et al. 1999; 2000; Valdevino et al. 2002). Nestas formações,
Mostrar mais

8 Ler mais

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Cento e dezesseis espécies de briófitas são relatadas como novas ocorrências em vários estados do Brasil, sendo 62 de musgos, 53 de hepáticas e uma de antóceros. Estas espécies pertencem a 67 gêneros e 36 famílias. Para cada uma das espécies são apresentados dados quanto à distribuição geográfica no Brasil, localidade-tipo, basiônimo, bem como comentários sobre o substrato e as associações com outras espécies, quando pertinente. As espécies Acrolejeunea heterophylla (Evans) Grolle & Gradst., Brachymenium wrightii var. mnioides (Besch.) Florsch., Cheilolejeunea myriantha (Nees & Mont.) Schust., Cololejeunea nigerica (E.W. Jones) Schust., Lejeunea filipes Spruce, Leucodon julaceus (Hedw.) Sull., Macromitrium clavatum Grout, Plagiochila asplenioides (L.) Dumort., Polytrichum brachymitrium C. Muell. e Pylaisiadelpha tenuirostris (Bruch & Schimp. ex Sull.) Buck estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil.
Mostrar mais

18 Ler mais

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Espécie encontrada no período chuvoso e no lado exposto ao embate das ondas, formando densos emaranhados sobre Chondracanthus cf. saundersii, Gelidium pusillum e Ceratodictyon planicaule. A espécie foi referida pela primeira vez para o Brasil para a região de Cabo Frio, Rio de Janeiro, por Yoneshigue et al. (1986). Segundo Leliaert et al. (2007a), a ausência de um estipe nítido e a presença de ramificação irregular tridimensional distinguem o gênero Boodlea G. Murray & De Toni de Phyllodictyon J. E. Gray, com o qual pode ser confundido. Yoneshigue et al. (1986) comentam que, em Boodlea, as ramificações podem aparecer em apenas um plano como em Phyllodictyon. Os membros da classe Cladophorophyceae apresentam talos sifonocladáceos (com células multinucleadas) e, tradicionalmente, são incluídos nas ordens Cladophorales e Siphonocladales, de acordo com
Mostrar mais

14 Ler mais

BRIÓFITAS NOVAS PARA O ESTADO DE RORAIMA, BRASIL.

BRIÓFITAS NOVAS PARA O ESTADO DE RORAIMA, BRASIL.

Leptolejeunea elliptlca ocorre nos estados do Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina (Yano, 1984); Pernambuco (Pòrto, 1989; Yano, 1989).. Mastl[r]

29 Ler mais

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Dada a extensão do território brasileiro e à variedade de ambientes existentes em cada região e, apesar dos esforços empreendidos na última década, a brioflora brasileira ainda não está totalmente conhecida, visto o número de novas adições que continuamente são publicadas para as várias regiões do Brasil, tanto para musgos como para hepáticas, contando mais de 200 novos registros nos últimos anos. Cada um dos estados brasileiros enfocando-se uma região ou domínio fitogeográfico específico, conta sempre com novos registros de briófitas na medida em que sua brioflora prossegue em estudo, a exemplo de Germano & Pôrto (2004) para Pernambuco (9 spp.); Yano & Bastos (2004) para o Mato Grosso do Sul (100 spp.); Oliveira & Alves (2007) e Oliveira & Bastos (2009) para o Ceará (28 spp.); Souza et al. (2008) para Goiás (38 spp.); Yano et al. (2010) para Alagoas (86 spp.); Silva & Piassi (2010) para o Espírito Santo (4spp.); Yano & Luizi-Ponzo (2014)
Mostrar mais

6 Ler mais

Briófitas da Ilhabela, Estado de São Paulo, Brasil.

Briófitas da Ilhabela, Estado de São Paulo, Brasil.

RESUMO - (Briófitas da Ilhabela, Estado de São Paulo, Brasil). Foram identificadas 68 espécies de briófitas para a Ilhabela, distribuídas em 49 gêneros e 35 famílias, sendo dois antóceros, 35 musgos e 31 hepáticas. As famílias mais ricas de musgos foram Pilotrichaceae, Pottiaceae e Sematophyllaceae, todas com três espécies cada uma, seguida de Fissidentaceae, Hypnaceae, Orthotrichaceae e Polytrichaceae com duas espécies cada uma. Para as hepáticas as famílias mais ricas foram Lejeuneaceae com 13 espécies, Jubulaceae com cinco, Plagiochilaceae com quatro e Radulaceae com três espécies. Todas as demais famílias apresentaram uma espécie cada. Callicostella ciliata (Schimp. ex Besch.) A. Jaeger e Meiothecium boryanum (Müll. Hal.) Mitt. são novas ocorrências para o estado de São Paulo.
Mostrar mais

11 Ler mais

Briófitas da Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil.

Briófitas da Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil.

Ocorre nos estados do Amazonas, Amapá, Distrito Federal , Espírito Santo, Goiás , Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, [r]

13 Ler mais

Novas ocorrências de briófitas nos estados brasileiros.

Novas ocorrências de briófitas nos estados brasileiros.

Material examinado: BRASIL. Minas Gerais: Parque Nacional do Itatiaia, vicinity of Brejo da Lapa, at Km 8 along entry road, 22º22’S, 44º45’W, 2.120 m alt., 5-VII-1991, D.M. Vital & W.R. Buck 19564 (SP353389); idem, 5-VII-1991, D.M. Vital & W.R. Buck 19564 (SP353473). Paraná: perto da Lapa, ca. 70 Km SW de Curitiba, gruta do Monge, 950-1.000 m alt., 17-18-XII-1991, Schäfer-Verwimp & Verwimp 15192 (hb. Schäfer-Verwimp, SP326567). Rio de Janeiro: Parque Nacional do Itatiaia, along entry road near border with Minas Gerais, between Km 9 and Km 10, 2.240 m alt., 22º22’S, 44º45’W, humid roadsides, 6-VII-1991, D.M. Vital & W.R. Buck 19770 (SP353508). São Paulo: São Paulo, Parque Estadual da Cantareira, picada atrás da pedra grande, sobre pedra úmida, ± 950 m alt., 24-VII-1992, O. Yano & M.P. Marcelli 16963 (SP242108).
Mostrar mais

36 Ler mais

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Todas as amostras citadas no trabalho foram coletadas nas encostas da serra no interior da mata, em substratos variados, seguindo-se a metodologia usual para coleta e herborização de briófitas (Yano 1989b). As amostras encontram-se depositadas nos herbários da Universidade Federal de Pernambuco (UFP) e da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS). As identificações foram baseadas nos trabalhos de Bischler (1962), Fulford (1963; 1966; 1968), Hell (1969), Gradstein (1989), Gradstein et al. (2001), Reiner-Drehwald (1994), Heinrichs et al. (1998; 2000), Bernecker-Lücking (1999), Costa (1992), Lemos-Michel (2001) e Gradstein & Costa (2003).
Mostrar mais

7 Ler mais

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

O panorama do conhecimento das briófitas no Estado de São Paulo, traçado por Yano (1998), deixa claro a necessidade de inventários de diversidade e, ainda, relata o histórico dos principais trabalhos realizados no estado, ficando evidentes grandes lacunas geográficas não inventariadas. Nesse mesmo trabalho Yano (1998) relacionou 1.229 táxons citados para São Paulo, além de mencionar os principais herbários de briófitas do estado.

17 Ler mais

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

As espécies citadas como novas ocorrências para o país possuem distribuição geográfi ca distinta. Graphis dolicho- grapha foi registrada para Austrália e Colômbia (Lücking et al. 2009), Phaeographis intricans para Austrália, Costa Rica, El Salvador, Guiana, Singapura, Venezuela e Estados Unidos e Pyrenula mucosa para Costa Rica e Papua Nova Guiné (GBIF 2009). Os espécimes liquênicos registrados pela primeira vez para o estado do Rio Grande do Sul foram referenciados especialmente para a região Nordeste, litoral de São Paulo e do Paraná, com exceção de. Chapsa cincho- narum que possui novo registro para a região sul e para o RS, tendo distribuição pantropical com amostras coletadas na Colômbia, África e Brasil (Frisch 2006). Coenogonium subdilutum, Enterographa compunctula, Fissurina instabilis, Graphis parallela foram citadas para o estado de Alagoas; Anisomeridium tamarindii, Bactrospora myriadea, Cratiria lauricassiae, Graphis geraensis, G. paraserpens, G. rigi- dula, G. schiffneri, G. submarginata, Phaeographis punc- tiformis, Haematomma personii, Lecanora caesiorubella e Pertusaria carneola para Pernambuco; P. wulfenioides para Sergipe; Graphis kakaduensis para Alagoas e Pernambuco; Malcolmiella vinosa em Alagoas, Pernambuco e Sergipe; Pyrenula pyrenuloides para Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Norte (Cáceres 2007). Bacidia russeola foi registrada em Pernambuco e São Paulo (Cáceres 2007, Marcelli 1992). Dal Forno (2009) cita pela primeira vez Graphis archerii para a região litorânea do Paraná.
Mostrar mais

4 Ler mais

Briófitas de praias do Estado de São Paulo, Brasil.

Briófitas de praias do Estado de São Paulo, Brasil.

A maior parte das espécies distribue-se amplamente pelo Brasil. Todos os táxons que ocorrem no Sudeste, Norte, Sul e Nordeste somam 67% a 71% e no Centro- Oeste, 38% das briófitas listadas. Quanto ao número registrado para cada Estado, Pernambuco e os Estados da Região Sudeste dispõem de mais de 50% e os Estados restantes do país, menos da metade das espécies listadas. Esses dados podem refletir a existência de regiões ainda pouco amostradas quanto à brioflora, do que a provável ausência dessas espécies. Todos os táxons ocorrem em São Paulo, pois 92% já foram referidos previamente e 8% correspondem às hepáticas, Ceratolejeunea laetefusca, Colura ulei, Lejeunea bermudiana e aos musgos, Calymperes afzelii, Fissidens serratus e Weissia controversa, os quais são citados pela primeria
Mostrar mais

7 Ler mais

Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Briófitas de um remanescente de Mata Atlântica no Município de Ubajara, CE, Brasil.

Tabela 1. Lista das espécies de briófitas do Sítio São Luís, Ubajara, CE, Brasil, com dados dos tipos de substrato. C: corticícolo. EF: epifilo. EX: epíxilo. R: rupícolo. T: terrícolo. As novas ocorrências para o Estado do Ceará estão assinaladas com um asterisco (*). Ao lado de cada divisão e família entre parênteses, estão indicados os números de famílias, gêneros e espécies. Table 1. List of species of bryophytes of Sítio São Luís, Ubajara, Ceará State, Brazil, with substrate data. C: corticicolous. EF: epiphyllous. EX: epixilous. R: rupicolous. T: terricolous. The new records for the Ceará State are marked with an asterisk (*). Next to each family and division parentheses are indicated the numbers of families, genera and species.
Mostrar mais

12 Ler mais

Opistobrânquios (mollusca: heterobranchia) do Rio Grande do Norte, Brasil, incluindo 34 novas ocorrências

Opistobrânquios (mollusca: heterobranchia) do Rio Grande do Norte, Brasil, incluindo 34 novas ocorrências

A taxonomia é a base de qualquer ciência que envolva biodiversidade, como a ecologia e biogeografia. Entre os invertebrados marinhos, os moluscos gastrópodes são um dos grupos mais diversos. O grupo “Opistobranchia” apresentam redução, internalização ou ausência da concha calcária, e apresenta também a maior diversidade de formas entre os gastrópodes. Estima-se que existam entre 5000 e 6000 espécies em todo globo terrestre, dentre estas, aproximadamente 235 são reportadas para o Brasil, com apenas 12 registradas para o estado do Rio Grande do Norte. O presente projeto visa o levantamento taxonômico dos opistobrânquios no litoral do estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Para isto foram realizadas expedições às praias do litoral deste estado. Alguns opistobrânquios foram coletados diretamente no campo, enquanto outros foram separados em laboratório de substratos coletados (i.e., macroalgas, cascalho e pequenas rochas soltas). As coletas se deram manualmente sobre os arrecifes na região entre-marés, ou através de mergulhos livres e autônomos (sublitoral). As espécies encontradas foram medidas e fotografadas in vivo no Laboratório Didático II do Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia da UFRN. A identificação dos espécimes foi feita através da comparação dos caracteres diagnósticos de cada grupo, embasada na literatura específica. Foram encontrados 34 novos registros para o litoral do RN, dentre estes, quatro novos registros também para o nordeste, assim como três novas ocorrências para o Brasil e Atlântico Sul. O presente levantamento contribuiu, portanto, para uma melhor estimativa da fauna de opistobrânquios do litoral norte rio-grandense. Acredita-se que são necessários mais estudos que envolvam diferentes aspectos ecológicos, biológicos e biogeográficos dos opistobrânquios no Brasil e especialmente no Nordeste.
Mostrar mais

171 Ler mais

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Foram identifi cados 22 táxons que são novas citações para o Rio Grande do Sul e 4 táxons tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada no Estado. Os mesmos estão distribuídos em 10 famílias e 16 gêneros, sendo que as famílias mais bem representadas são Fissidentaceae (1 gênero e 8 espécies), Bryaceae (3 gêneros e 4 espécies), Sematophyllaceae (3 gêneros e 3 espécies), Dicranaceae e Hypnaceae (2 gêneros e 2 espécies) e Orthotrichaceae (1 gênero e 2 espécies). Bryum chryseum Mitt. e Pohlia nutans (Hedw.) Lindb. são ocorrências novas para o Brasil. Fissidens rigidulus Hook. f. & Wilson, Fissidens submarginatus Bruch, Fissidens taxifolius Hedw. e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada.
Mostrar mais

23 Ler mais

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Para o Estado do Rio Grande do Sul foram citados 22 táxons (1 antócero e 21 hepáticas), como novas ocorrências, distribuídos em oito famílias e 15 gêneros de hepáticas e uma família e um gênero de antócero. As famílias mais bem representadas são Lejeuneaceae (7 gêneros e 12 espécies), Aneuraceae (1 gênero e 2 espécies) e Metzgeriaceae (1 gênero e 2 espécies). Neesioscyphus argillaceus (Nees) Grolle e Lejeunea cancellata Nees & Mont. tiveram a distribuição geográfica ampliada para o município de Caxias do Sul, sendo citados pela primeira vez em área urbana.
Mostrar mais

23 Ler mais

Descrição da fêmea de Sphecozone tincta (Araneae, Linyphiidae) e novas ocorrências no Brasil.

Descrição da fêmea de Sphecozone tincta (Araneae, Linyphiidae) e novas ocorrências no Brasil.

Novos registros. BRASIL. Rio Grande do Sul: Terra de Areia, , 13.XI.2001, E. L. C. da Silva col. (MCN 34947); Santa Maria (Perau Velho), , 11.V.1998, L. Indrusiak & Monteiro col. (MCN 33903); Santo Antônio da Patrulha (Morro Grande), 3 , 18.VII.2002, A. B. Bonaldo col. (MCN 33107); Glorinha (São João), , 14.VII.2000, A. B. Bonaldo col. (MCN 33049); Estrela Velha (Barragem de Itaúba), 4 , 28.X.1999, A. L. H. Silva col. (MCN 31683); Salto do Jacuí (Horto CEEE), , 26.X.1999, A. Franceschini col. (MCN 31690); Gravataí (Morro do Tigre), 10

3 Ler mais

O gênero Eustala (Araneae, Araneidae) no sul do Brasil: duas espécies novas, descrições complementares e novas ocorrências.

O gênero Eustala (Araneae, Araneidae) no sul do Brasil: duas espécies novas, descrições complementares e novas ocorrências.

Material examinado. BRASIL, Santa Catarina: Rancho Queimado, , 15, 18.XI.1993, A. B. Bonaldo col. (44371); 2 , 15, 18.XI.1995, L. Moura col. (26768); Rio Grande do Sul: Vacaria, 2 , , 14.I.1974, A. A. Lise col. (10511); Bom Jesus, , 21.XII.1987 (17085); 7 , 24.III.1989 (18459, 18461, 45311); 2 , 28- 31.III.1998 (29281), todos coletados por A. B. Bonaldo; Cambará do Sul, , 09.I.1976, A. A. Lise col. (4047); , 16.VI.1983, A. A. Lise col. (11727); , 25.XI.1993, M. A. L. Marques col. (24324); , 11-13.IV.1994, M. H. Galileo col. (25413); (Itaimbezinho), , 27.IV.1985, A. A. Lise col. (46381); São Francisco de Paula (Floresta Nacional), , IV.2001, R. Baldissera col. (35235); Estrela Velha, , 20.X.1998, A. B. Bonaldo col. (29623); Campo Bom, , 22.VII.1986, C. J. Becker col. (15430); Montenegro (Centro Experimental da ULBRA), , 31.VIII.2008, A. P. O. Brendel col. (44910); Candelária (Serro do Botucaraí), 3 , 05-09.II.2001 (46382); , 07.II.2001 (33623), ambos coletados por A. Franceschini; Rio Pardo, , 10.II.1969, A. A. Lise col. (7415); Capão da Canoa, , 19.I.1986, A. A. Lise col. (14336); Triunfo (Ilha dos Dorneles), , , 23.VII.1986, M. E. L. Souza, A. D. Brescovit col. (15379, 15369); Canoas, , 13.XII.1990, M. A. L. Marques col. (45381); Cachoeirinha (Estação Experimental do Arroz), , 05.XI.2004 (39114); , 2 , 06.II.2005 (39137, 39121), todos coletados por E. N. L. Rodrigues; Gravataí, 2 , 25.XI.1998, J. Soledar col. (29834); , 25.XI.1998, M. A. L. Marques col. (29798); , 15.III.1999, M. A. L. Marques col. (30561); Charqueadas, , 15.IV.1982, E. H. Buckup col. (10100); Porto Alegre (Reserva Ecológica do Lami), , 10, 11.XII.2001, E. L. C. Silva & C. E. Ferro col. (37714); (Jardim Botânico), , 09.XII.1993, A. Franceschini col. (24497); Guaíba, , 01.I.1989 (18008); 3 , , 24-27.XII.1992 (22644); 2 , 01.I.1993 (22688), todos coletados por A. B. Bonaldo; Sertão Santana, , 22.III.1973, Z. M. Rosa col. (786); Rio Grande (Estação Ecológica do Taim), , 17.X.1985 (13655); , 08.IV.1986 (14767); , 04.XII.1986 (45315), todos coletados por E. H. Buckup.
Mostrar mais

11 Ler mais

Briófitas de Manaus, Amazonas, Brasil.

Briófitas de Manaus, Amazonas, Brasil.

Para o Brasil, alguns trabalhos referem-se a briófitas que crescem nas áreas urbanas: de Visnadi & Monteiro (1990) elucidam-se as briófitas que crescem na cidade de Rio Claro, SP; de Bastos & Yano (1993) referem-se a musgos de zona urbana de Salvador, BA; de Hell (1969) realizou um levantamento de briófitas talosas de São Paulo e áreas vizinhas; de Vital (1980) mencionou coleta de representantes de Erpodiaceae em várias cidades, mas fazendo parte do levantamento de espécies da família; de Yano (1984b) sobre ocorrência de Aulacopilum glaucum coletado nas diferentes cidades brasileiras; de Lisboa & Ilkiu-Borges (1995) que relataram 22 espécies de briófitas de área urbana de Belém e ainda de Visnadi & Vital (1997) que tratam das briófitas da casa de vegetação do Instituto de Botânica, SP.
Mostrar mais

14 Ler mais

Show all 10000 documents...