Top PDF Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Os liquens fazem parte de um grupo extremamente diverso, variando em sua complexidade, desde formas muito simples até estruturas morfológicas e anatômicas muito complexas. São separados em formas ou tipos, entre os principais estão os crostosos, esquamulosos, foliosos, fi lamentosos e fruticosos. Os fungos liquenizados crostosos, também denominados microliquens não possuem córtex inferior e aderem-se ao substrato por toda sua superfície inferior através das hifas da medula (Nash 1996; Marcelli 2006). Aproximadamente 75% dos liquens formam talos crostosos (Ahmadjian 1993). Entretanto, ainda são poucos os estudos que contemplem os liquens crostosos no Brasil. Marcelli (2008) apresenta 2874 espécies liquênicas, sendo que 49,4% pertencem ao grupo dos fungos liqueni- zados crostosos. Cáceres (2007) em levantamento realiza- do em vários tipos de ecossistemas na região nordeste do Brasil registrou 437 táxons crostosos, dos quais 18 foram mencionados como novos para a ciência, e 14 novas com- binações. Dal Forno (2009) em trabalho realizado com a família Graphidaceae em vegetação de restinga, na região sul do Paraná, relacionou 57 espécies, sendo oito novas para a ciência e 44 novas ocorrências para o estado do Paraná. Para o Rio Grande do Sul já foram registrados 412 táxons crostosos (Spielmann 2006). Ainda há contribuições de Martins (2006) com citação de 43 táxons crostosos, dos quais três constituíam-se na época, em novos gêneros, 20 espécies como novos registros para o Estado e sete novas espécies para o Brasil.
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Campylopus fl exuosus (Hedw.) Brid., Donnellia commutata (Müll. Hal.) W. R. Buck, Fissidens angustifolius Sull., F. guianensis Mont., Gemmabryum exile (Dozy & Molk.) J. R. Spence & H. P. Ramsay, Groutiela tumidula (Mitt.) Vitt, Meiothecium boryanum, Microcampylopus curvisetus (Hampe) Giese & J.-P. Frahm e Pterogonidium pulchellum (Hook.) Müll. Hal. são táxons que apresentam distribuição disjunta no país, provavelmente por falta de coletas. São conhecidos em diversos Estados, porém são citados pela primeira vez para a região Sul do Brasil.

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Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos e microfoliosos em vegetação de Caatinga no semi-árido de Alagoas.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos e microfoliosos em vegetação de Caatinga no semi-árido de Alagoas.

(Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos e microfoliosos em vegetação de Caatinga no semi-árido de Alagoas). São apresentados 25 novos registros para o Estado (toponímia) de Alagoas, sendo uma espécie novo registro para a região Nordeste e quatro outras novas ocorrências para o Brasil. Uma lista com todas as espécies atualmente conhecidas para o semi-árido de Alagoas é apresentada. As amostras foram coletadas na região do Município de São José da Tapera, estado de Alagoas, onde ocorre uma rica vegetação de Caatinga arbóreo-arbustiva.az de regenerar e recrutar em ambientes sombreados, mas o crescimento é limitado pelas condições de pouca luminosidade.
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Comunidade de liquens corticícolas em um gradiente de urbanização na Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos, no sul do Brasil

Comunidade de liquens corticícolas em um gradiente de urbanização na Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos, no sul do Brasil

Liquens são mundialmente conhecidos como indicadores de qualidade ambiental porque são sensíveis às modificações do ambiente, especialmente as de origem antrópica. Neste estudo foram avaliadas a riqueza, a composição e a cobertura de comunidades de liquens corticícolas em nove municípios com diferentes graus de urbanização e verificadas as principais semelhanças na composição das espécies entre as comunidades. Os locais amostrados estavam distribuídos em uma matriz rural, rural/urbana ou urbana/ industrial. Dez forófitos foram amostrados em cada área, utilizando o método do elástico. Ao total, foram identificadas 215 espécies de liquens, das quais nove são novas ocorrências, sendo quatro para o Brasil e cinco para o Rio Grande do Sul. Com o aumento da urbanização, observou-se uma simplificação da estrutura da comunidade de liquens, com diminuição da riqueza e mudanças na composição das espécies. Além disso, na matriz urbana/industrial poucas espécies apresentaram alta porcentagem de cobertura e, em conjunto, somaram grande importância na comunidade. Maior homogeneidade da composição de espécies foi encontrada em áreas mais próximas e inseridas na matriz urbano/industrial. Este estudo demonstrou que a arborização urbana é um fator importante para o estabelecimento das espécies de liquens, ao longo de um gradiente de urbanização.
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Aranhas da família Theridiosomatidae: espécie nova e novas ocorrências no Brasil.

Aranhas da família Theridiosomatidae: espécie nova e novas ocorrências no Brasil.

pela presença de dentículos na margem do tégulo abaixo da base do condutor (Fig. 4), mas distingue-se pela forma do condutor alargada e mais distante do címbio, apófise média sobre o condutor (Fig. 4) terminando arredondada, com uma pequena dobra, apófise embólica esclerotinizada com região distal afilada (Figs. 4, 5), não projetada como em T. goodnightorum Archer, 1953 (C ODDINGTON , 1986,

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Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: listagem florística e novas ocorrências.

Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: listagem florística e novas ocorrências.

A PIAP está inserida no bioma Mata Atlântica, entre o Cerrado, no Mato Grosso do Sul, e a Floresta Estacional Semidecidual, no Paraná, sendo a várzea e a floresta ripária elementos típicos da área estudada (Souza et al. 1997, IBGE 2012). Fragmentos florestais mais preservados ocorrem nestas áreas ripárias, entremeados à vegetação em processo de sucessão natural, proporcionada pela criação da APA-IVRP, tais como a Mata do Araldo, na margem esquerda do Rio Paraná, em Porto Rico, e a Mata do Finado Raimundo, na margem esquerda do Rio Ivinhema. A vegetação das ilhas do Rio Paraná pode ser enquadrada nas formações pioneiras de influência fluvial, com suas diversas associações (Campos & Souza 1997). Nos locais de topografia rebaixada e sazonalmente alagáveis, ocorrem campos naturais, principalmente nas áreas do PEVRI.
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Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Espécie encontrada uma única vez ao longo do estudo, como epífita de Chondracanthus cf. saundersii, ocorrendo no período chuvoso e no lado exposto ao embate das ondas. Guimarães et al. (2004) comentam que Neosiphonia sphaerocarpa é muito próxima de N. ferulacea (Suhr ex J. Agardh) S.M. Guim. & M.T. Fujii e a separação entre essas duas espécies não é clara e que, além das dimensões do talo, as células do ostíolo do cistocarpo são caracteres de importância taxonômica. Apesar de não termos encontrado exemplares femininos, nosso material pode ser separado de N. ferulacea pelas dimensões do talo, critério também utilizado por Yoneshigue & Villaça (1986), Schneider & Searles (1991), Littler & Littler (2000) e Mamoozadeh & Freshwater (2011). Neosiphonia sphaerocarpa apresenta-se muito mais delicada que N. ferulacea, com diâmetro da região mediana do talo cerca de três vezes menor. Diâmetro do talo progressivamente menor em direção ao ápice e textura delicada, flácida, também diferenciam N. sphaerocarpa de N. ferulacea (Guimarães et al. 2004).
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Novas combinações, novas ocorrências e notas sobre espécies pouco conhecidas, para as orquídeas do Brasil.

Novas combinações, novas ocorrências e notas sobre espécies pouco conhecidas, para as orquídeas do Brasil.

Pleurothallis ovalifolia (Focke) Rchb. Pleurothallis rhomboglossa Rchb. Esta espécie é conhecida, até o momento, das Indias Ocidentais , Trinidad , Venezuela, Guiana, Surinam[r]

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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Na discussão do caminho para o socialismo, com o movimento internacional dos trabalhadores já dividido entre as influências de Marx, Proudhon e Bakunin, no período que antecede a Comuna, novas questões vão surgir a partir da avaliação do significado da experiência comunarda. Marx assume, na obra citada que não bastava aos trabalhadores tomarem o Estado centralizado, pois este havia se tornado um poderoso instrumento burguês, inicialmente para afastar o domínio feudal e adiante para garantir a escravização do trabalho ao capital. Era necessário mudar a natureza deste Estado: “O brado de ‘República social’ com que a revolução de fevereiro foi anunciada pelo proletariado de Paris, não expressava mais que o vago desejo de uma República que não acabasse com a forma monárquica da dominação de classe, mas com a própria dominação de classe. A Comuna era a forma positiva dessa República”. 4
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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

áreas do Parque Nacional da Chapada Diamantina; Vilas Bôas-Bastos & Bastos (1998) para uma área de cerrado no município de Alagoinhas, BA; Bastos et al. (1998a) para diversas áreas de caatinga do Estado; C.J.P. Bastos (dados não publicados) para vegetação de restinga da região metropolitana de Salvador e do litoral norte do Estado, e Bastos & Vilas Bôas-Bastos (2000a; b) e Bastos & Yano (2002; 2003) que publicaram táxons de ocorrências novas e novos táxons para a ciência, respectivamente.

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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Comentários: possui gametófito de coloração verde- clara a verde-alaranjada, desenvolvendo-se prostrada, com a região apical ligeiramente ascendente. Talo ondulado a sinuoso, ramificado, lobado; bordo inteiro a irregularmente partido e de ápice obtuso. Nas bordas das asas, principalmente perto do ápice, encontram-se papilas mucilaginíferas marginais. Descrição mais detalhada em Hell (1969). A espécie ocorreu tanto isolada como associada à Cheilolejeunea sp, Rectolejeunea berteroana (Gottsche) A. Evans, Lejeunea caespitosa Lindenb., Aphanolejeunea sp, Plagiochila rutilans Lindenb. e P. raddiana Lindenb.
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NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

NOVAS OCORRÊNCIAS DE BRYOPHYTA (MUSGOS) PARA O ESTADO DO PARÁ, BRASIL.

Brid., Bryol. Basiônimo: Bartramia uncinata Schwaegr., Spec. Tipo: Guadalupe e Martinica, col. Material examinado: Brasil, estado do Pará, município de Belém: Parque Zoobotânico do M[r]

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Orientações para a implementação de iniciativas de prevenção e controlo do tabagismo de âmbito populacional – Normas de Orientação Clínica

Orientações para a implementação de iniciativas de prevenção e controlo do tabagismo de âmbito populacional – Normas de Orientação Clínica

8. Definir indicadores de avaliação e promover a avaliação, sempre que possível, de recursos, de processos e de resultados. As intervenções devem ser avaliadas, considerando os indicadores mais adequados a cada estratégia utilizada, de acordo com os objetivos preconizados. A existência de indicadores permite monitorizar a execução e reformular as estratégias, se necessário. Deve, sempre que possível, ser considerada a perspetiva da população, dos profissionais de saúde, dos serviços/gestores, tendo por base informação quantitativa, mas também qualitativa. 9. Prever a indução de novas necessidades decorrentes do processo de implementação.
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Filídios oblongos, lâmina plana, base plicada nas laterais, células da lâmina isodiamétricas, sem papilas, margem denticulada no ápice, costa atingindo 3/4 do comprimento da lâmina, ápice das ramificações plano. Distribuição geográfica: América do Norte, Central e do Sul, Grandes e Pequenas Antilhas, África e Madagascar. No Brasil: PE, RJ e SP.

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Liquens como bioindicadores da qualidade do ar numa área de termoelétrica, Rio Grande do Sul, Brasil.

Liquens como bioindicadores da qualidade do ar numa área de termoelétrica, Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO - (Liquens como bioindicadores da qualidade do ar numa área de termoelétrica, Rio Grande do Sul, Brasil). Os liquens são reconhecidos por serem muito sensíveis à poluição atmosférica, sendo assim sua utilização como indicadores biológicos da qualidade ambiental, tem sido um procedimento cada vez mais amplo. Este trabalho apresenta os resultados do monitoramento passivo realizado na área de abrangência de uma usina termoelétrica, na região sul do Brasil. Os liquens foram avaliados em cinco pontos da usina onde foi amostrado um total de 50 forófitos. Foram registrados 45 táxons, cinco destes são citados na literatura como bioindicadores da qualidade do ar. As áreas amostradas não apresentam condições adequadas para o estabelecimento e desenvolvimento da micota liquenizada, pois sofrem influência antrópica direta. A ocorrência de espécies tolerantes à poluição pode ser explicada pelo desaparecimento das espécies mais sensíveis, proporcionando mais espaço para o seu desenvolvimento.
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A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

A INFLUÊNCIA DO DISCURSO PUBLICITÁRIO UTILIZADO PARA A MODA INFANTIL NO PROCESSO DE ADULTIZAÇÃO PRECOCE DE CRIANÇAS DO SEXO FEMININO

De acordo com o que rege a Lei brasileira 8.069/90, de 13 de julho de 1990, artigo 2°, é considerada criança a pessoa de até doze anos de idade incompletos (BRASIL, 1990). Em pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE), em 2011 o consumo de artigos infantis movimentou cerca de R$26,2 bilhões, sendo que mais da metade desse volume (16,17 bilhões) ficou concentrado no setor de roupas infantis. Tendo em vista este cenário, o presente estudo foi desenvolvido com o objetivo de identificar e analisar se existe influência do discurso publicitário utilizado no campo da moda infantil sobre o processo de adultização precoce das crianças do sexo feminino, de dez a doze anos incompletos. Para isso foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: a) identificar se a comunicação de marketing de organizações do setor de moda utilizam apelos que assemelham o público infantil a pessoas em idade adulta; b) identificar se o discurso publicitário representado pela mídia influencia o desejo de consumo das crianças; c) identificar qual a percepção das crianças em relação à moda; e d) identificar quais os grupos de referência importantes para a formação dos desejos de consumo das crianças pesquisadas. Em relação à metodologia, optou-se em desenvolver uma pesquisa utilizando-se técnicas de coletas de dados distintas e abordagem qualitativa. No primeiro momento utilizou-se a técnica ZMET com as doze crianças participantes, as quais escolheram três imagens que representassem a forma como se vestem para ir ao shopping, para ir a uma festa de aniversário e para ficar em casa. Durante esse processo, foram realizadas as entrevistas com base nas cinco etapas sugeridas pela técnica ZMET: Narrativa, Tríades, Mudando Imagens, Metáforas Sensoriais e Vinheta. Na sequência, foi utilizada a técnica projetiva apresentando quatro discursos publicitários de uma marca específica citada pelas crianças na primeira fase da coleta de dados. Foram dois discursos publicitários voltados para o público infantil e os outros dois discursos publicitários voltados para o público adulto. As entrevistas foram submetidas à análise de conteúdo, cujos resultados permitiram constatar que existe influência do discurso publicitário no campo da moda infantil sobre o processo de adultização precoce das crianças entrevistadas, além de identificar que elas gostam de se sentirem bonitas e na moda com as roupas que usam e também que levam em conta as opiniões de familiares e amigos próximos, sem deixar de lado as blogueiras, Youtubers e pessoas famosas que as inspiram na maneira de se vestir.
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Para compreender a recolonização do Haiti — Outubro Revista

Para compreender a recolonização do Haiti — Outubro Revista

A reflexão proposta nas páginas a seguir pretende, a partir do caso concreto do Haiti, argumentar a tese de que as políticas internacionais aplicadas nas sociedades onde vig[r]

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A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

Oliveira considera que o acordo das montadoras poderia representar uma radical inovação nas relações capital-trabalho no Brasil, que teria muito a contribuir para moldar uma nova forma da política no Brasil. E continua sua análise: “A primeira de suas características inovadoras diz respeito a seu objetivo: não sendo um produto ex abrupto na história das relações entre duas poderosas categorias sociais – poderosamente desiguais, assinale-se –, ele é também uma ruptura ou um marco no sentido de que a manutenção ou aumento das vendas e fim das demissões não foram subprodutos mínimos de negociações, mas seu objeto prioritário. Isto é, o ‘empate’ não foi produ- zido pela incapacidade de cada contendor para levar seu adversário à lona, mas era o resultado para o qual os contendores entraram no ringue. Isto assinala, do ponto de vista das relações capital-trabalho, transformação de uma relação de anulação para uma relação que, sem deixar de ser antagôni- ca quanto aos seus interesses em jogo, muda a natureza desse antagonismo, tornado agora algo como um antagonismo convergente. 32
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Hyphomycetes sobre o folhedo de Caesalpinia echinata Lam. com duas novas citações para o Brasil.

Hyphomycetes sobre o folhedo de Caesalpinia echinata Lam. com duas novas citações para o Brasil.

Os espécimes isolados concordaram com a descrição original apresentada por Zucconi & Onofri (1989) sobre folhas em decomposição de Bauhinia sp. No entanto, o material isolado apresentou até quatro ramificações no último verticilo, enquanto que a descrição original fornece apenas três (Zucconi & Onofri 1989). A ornamentação foi discretamente perceptível somente no ponto de surgimento das ramificações primárias, concordante com Zucconi & Onofri (1989). Assim como as outras espécies do gênero, Gyrothrix ramosa apresenta setas com ramificações muito características, o que a distingue das demais. Gyrothrix ramosa assemelha-se a G. hughesi Piroz., mas esta apresenta setas mais longas, flexuosas e ápice filiforme; também assemelha-se a G. inops (Berlese) Piroz., mas distingue-se desta nas dimensões e morfologia das ramificações das setas (Pirozynski 1962, Zucconi & Onofri 1989). No Brasil foi referida pela primeira vez por Schoenlein-Crusius et al. (2006), no Estado de São Paulo. Os autores não apresentaram descrição taxonômica sendo, portanto, caracterizada no presente trabalho.
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MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

MARIA ÂNGELA CAVALCANTI DE ANDRADE A IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA EDUCAÇÃO DE PERNAMBUCO E SUA APLICAÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃO

Então são coisas que a gente vai fazendo, mas vai conversando também, sobre a importância, a gente sempre tem conversas com o grupo, quando a gente sempre faz um[r]

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