Top PDF Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

O autor agradece à Dra. Ilsi Iob Boldrini, do CPG- Botânica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pela orientação da Tese de Doutorado “Levan- tamento da tribo Heliantheae Cass. (Asteraceae), sensu stricto, no Rio Grande do Sul, Brasil”, da qual foi extraído este artigo; a Caroline Leuchtenberger, Daniela Rocha e Micheline Vergara pelas confecções das ilustrações; à Comissão Editorial e aos revisores pelas correções e sugestões.

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Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil). Em levantamento realizado na Reserva Biológica do Lago Piratuba, no Estado do Amapá, foram identificadas duas espécies de Uredinales que constituem novos registros para o Brasil: Atelocauda incrustans Arthur & Cummins e Chaconia alutacea Juel. O gênero Atelocauda representa a primeira citação para a América do Sul. Palavras-chave: Amapá, Basidiomycota, Fungos, Leguminosae, Urediniomycetes

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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil). De coletas efetuadas em três remanescentes de Mata Atlântica de Pernambuco, no período de outubro/1997 a setembro/1998, foram identificadas, entre outras espécies de Aphyllophorales, duas espécies que estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil: Phellinus aureobruneus Wright & Blumenfeld e Trichaptum abietinum (Dicks.: Fr) Ryv. Descrições macro e microscópicas, distribuição geográfica, discussão e ilustrações das espécies são fornecidas.

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Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil). Os novos registros são provenientes de um remanescente de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica do Gurjaú (08º10’00’’ e 08º15’00’’S; 35º02’30’’ e 35º05’00’’O), situada na região metropolitana do Recife, Pernambuco. São oito espécies de Lejeuneaceae: Archilejeunea auberiana (Mont.) A. Evans, Cololejeunea cardiocarpa (Mont.) A. Evans, Colura greig-smithii Jovet-Ast, Diplasiolejeunea cobrensis Gottsche ex Steph., Harpalejeunea stricta (Lindenb. & Gottsche) Steph., Lejeunea caespitosa Lindenb., L. monimiae (Steph.) Steph., L. quinqueumbonata Spruce, e uma de Bryaceae: Bryum pabstianum C. Muell. São apresentadas ilustrações, comentários taxonômicos e ecológicos, e distribuição geográfica das espécies no Brasil.
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Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil). Folhas mortas de Clusia melchiorii Gleason e C. nemorosa G. Mey. foram coletadas bimestralmente na Serra da Jibóia, Bahia, no período de outubro/2005 a junho/2006. As folhas foram lavadas em água corrente e mantidas em câmara-úmida durante 30 dias. As estruturas fúngicas foram coletadas e montadas em lâminas permanentes. São apresentadas descrições e ilustrações de sete novos registros de Hyphomycetes para o Estado da Bahia [Beltrania querna Harkn., Clonostachys compactiuscula (Sacc.) D. Hawksw. & W. Gams, Dictyosporium elegans Corda, Gyrothrix verticiclada (Goid.) S. Hughes & Piroz., Pseudobotrytis terrestris (Timonin) Subram., Sporendocladia bactrospora (W.B. Kendr.) M.J. Wingf. e Stachybotrys parvispora S. Hughes].
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Folhas de várias espécies vegetais foram coletadas diretamente do folhedo, constituindo amostras compostas de vinte folhas, que foram submetidas à técnica de lavagem sucessiva de substrato e plaqueamento, descrita por Harley & Waid (1955) e modificada por Grandi & Gusmão (1998). Depois de lavadas, as folhas foram fragmentadas e dispostas em 10 câmaras-úmidas (placa de Petri + papel filtro umedecido), permanecendo em temperatura ambiente (25 ºC) por 45 dias, para isolamento das estruturas reprodutivas. Lâminas permanentes foram confeccio- nadas com resina PVL (álcool polivinílico + lactofenol); para estruturas hialinas e de coloração com gradação do castanho, foi adicionado o corante azul de algodão (Trappe & Schenck 1982). Para identificação, foram realizadas medições das estruturas de importância taxonômica e consultada a literatura especializada. Posteriormente as lâminas foram depositadas no Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS). Foram incluídos comentários e distribuição geográfica para os novos registros para a Bahia, além de descrições e ilustrações das novas ocorrências para o Brasil.
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O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

O parasitismo é um tipo de relação ecológica comum nos diversos ambientes da natureza e particularmente importante nestas relações. Em algumas situações, um número significativo desses organismos pode atuar como parasitas, alterando a densidade, sobrevivência, fecundidade, vida útil dos hospedeiros e índice de crescimento das populações. Muitos desses patógenos pertencem ao filo Oomycota. Myzocytiopsis são oomicetos parasitas de nematoides, rotíferos e anfípodes. Observações de plâncton cultivado com substratos orgânicos (celulósicos, queratinosos e quitinosos) e solo diluído de três municípios do Estado do Piauí, permitiram registrar espécimes de oomicetos parasitando nematoides e rotíferos. Este trabalho se constitue no primeiro estudo de parasitas zoospóricos heterotróficos de zooplâncton no Estado, relatando a ocorrência das seguintes espécies Myzocytiopsis vermicola (Zopf) M. W. Dick, M. papillata (G. L. Barron) M. W. Dick, M. humicola (G.L. Barron & Percy) M. W. Dick e Myzocytiopsis sp, observadas parasitando nematoides (Rhabditis sp), e de M. zoophthora (Sparrow) M. W. Dick, parasitando rotíferos (Lecane sp). Os relatos são novos registros de Myzocytiopsis para o Brasil.
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Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Este estudo relata a primeira ocorrência de duas espécies de tripes de importância econômica, F. gardeniae e F. brevicaulis, sendo ambas novos registros para a cultura da mangueira no Brasil e, com certeza, agrega conhecimentos para futuros estudos, como o potencial de danos e seu controle, bem como de suas interações no agroecossistema do Vale do São Francisco, região de grande importância para a exportação brasileira de manga.

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Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil). O estudo do gênero Surirella em ambientes aquáticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul revelou a presença de S. minuta Brébisson var. peduliformis Frenguelli, S. rumrichorum Metzeltin & Lange-Bertalot e Surilella chilensis Janisch var. tumida Hustedt. Estas espécies possuem distribuição geográfica restrita à América do Sul. Descrições, ilustrações e comentários sobre as condições ambientais e a distribuição geográfica das referidas espécies são apresentadas.
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Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

RESUMO – (Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia). A partir de recentes coletas de Uredinales realizadas no Parque Nacional do Itatiaia e em áreas de proteção ambiental ao redor deste parque, foram identifi cadas novas ocorrências para o Brasil: Dicheirinia binata (Berkeley & Curtis) Arthur, Maravalia manettiae Jørstad, Prospodium bignoniacearum (Spegazzini) Cummins, Puccinia anci- zari Mayor, Puccinia investita Schweinitz, Puccinia lasiacidis Kern, Puccinia mandevillae Jackson & Holway e Uredo chusqueae Pardo-Cardona. Estas espécies já haviam sido reportadas em alguns países adjacentes ao Brasil. Além disso, após minuciosa análise bibliográfi ca, é proposta a sinonimização de Puccinia interjecta Jackson para Puccinia ancizari Mayor. Estas coletas permitiram incrementar as coleções brasileiras e as coleções do Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB).
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Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO - (Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil). O trabalho objetivou o estudo taxonômico de microalgas do gênero Trachelomonas (Euglenophyceae) na Área de Proteção Ambiental (APA) do rio Ibirapuitã, localizada na fronteira sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul. Foram amostradas 10 estações de coleta em ambientes lóticos e lênticos, no período de 2011 a 2013. As 34 amostras resultantes de quatro coletas foram obtidas com rede de plâncton com abertura de malha de 30 µm, e conservadas com formol a 4%. São apresentados os nove táxons que são novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul, encontrados em somente três estações de coleta das 10 amostradas. Dentre esses, distinguem-se ainda por serem citados pela primeira vez para o Brasil: Trachelomonas bernardii Wolosz. f. major Defl., T. caudata Defl. f. pseudocaudata (Defl.) Pop., T. hirta Cunha var. hirta e T. torosa (Bal.) Tell & Conf.
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Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

RESUMO - (Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil). Neste trabalho são registradas uma nova ocorrência de gênero Henriettea DC. para Santa Catarina e quatro novas ocorrências de espécies de Melastomataceae para esse Estado: Henriettea glabra (Vell.) Penneys, Michelangeli, Judd & Almeda, Leandra tetraquetra (Cham.) Cogn., Miconia racemifera (DC.) Triana e Miconia paniculata (DC.) Naudin. Miconia paniculata e Salpinga margaritacea (Naudin) Triana são também registradas pela primeira vez para o Estado do Paraná, e confirma-se a ocorrência da última no Estado de Santa Catarina, mencionada anteriormente de forma duvidosa, com base em uma coleta antiga e sem flores. Todas essas espécies tiveram seus limites de distribuição ampliados no sentido sul, alcançando os Estados do Paraná e Santa Catarina. São fornecidas descrições, ilustrações e comentários taxonômicos para as novas ocorrências. Palavras-chave: Henriettea, Leandra, Miconia, Salpinga, taxonomia
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Galhas de insetos em restingas da região sudeste do Brasil com novos registros.

Galhas de insetos em restingas da região sudeste do Brasil com novos registros.

Resumo: As restingas da região sudeste do Brasil apresentam 476 morfotipos de galhas de insetos distribuídos em 60 famílias, 131 gêneros e 229 espécies de plantas. As Myrtaceae, Asteraceae e Fabaceae destacam-se por apresentar maior riqueza de galhas e maior número de espécies galhadas. Os gêneros super-hospedeiros são Eugenia (Myrtaceae), Mikania (Asteraceae) e Myrcia (Myrtaceae). As espécies super-hospedeiras são: Guapira opposita (Nyctaginaceae), Mikania cf. biformis (Asteraceae) e seis espécies de Myrtaceae: Eugenia adstringens, Eugenia multiflora, Eugenia copacabanensis, Myrcia fallax, Myrciaria floribunda e Psidium cattleyanum. As galhas ocorrem em todos os órgãos vegetativos e reprodutivos, predominando nas folhas. Os indutores pertencem às ordens Diptera, Lepidoptera, Hemiptera, Coleoptera, Thysanoptera e Hymenoptera. Os Cecidomyiidae (Diptera) destacam-se como o principal grupo galhador e são os únicos insetos a induzir galhas em todos os órgãos vegetais, mostrando uma forte preferência por folhas. Os Lepidoptera representam o segundo grupo galhador mais diversificado em relação ao órgão vegetal atacado, induzindo galhas em folhas, caules, gemas e frutos, com forte preferência por caule. O conhecimento taxonômico das espécies galhadoras ainda é incipiente. Apenas 35% das espécies galhadoras estão identificadas (21% em nível de espécie e 14% em nível de gênero). Os demais registros estão em categorias taxonômicas supragenéricas. Os Cecidomyiidae estão representados por 43 gêneros (cerca de 49% da fauna brasileira desta família) com 156 espécies (84 determinadas e 72 não determinadas), mostrando uma boa representatividade do grupo na região sudeste. Os gêneros mais diversificados são: Clinodiplosis (31 spp.), Neolasioptera (17 spp.), Asphondylia (15 spp.), Lopesia (15 spp.) e Dasineura (13 spp.). Quinze novas ocorrências de galhas são assinaladas para os municípios de Cabo Frio e Paraty (RJ), e uma nova espécie de planta hospedeira é registrada.
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Novos registros de espécies da subtribo Ecliptinae (Heliantheae - Asteraceae) para a Amazônia brasileira.

Novos registros de espécies da subtribo Ecliptinae (Heliantheae - Asteraceae) para a Amazônia brasileira.

Material examinado: Brasil. Amapá: Estrada Magazão/ Macapá, 0°9’S, 51°19’W, próximo à cidade de Magazão, 26.III.2001, fl., L.A. Pereira et al. 364 (HAMAB). Amazonas: s.l., XII.1912, fl., fr., J.G. Kulhmann s.n., (RB 2.867); Rio Solimões, s.l., s.d., fl., G.T. Prance 17365 (RB); Nova Esperança, Rio Solimões, 24.I.1924, fr., J.G. Kuhlmann 122, (RB); Rio Branco s.l., XII.1912, fl., G.T. Prance 17365 (RB); Uarini, praia a beira do Rio Solimões, próximo às comunidades de São João e Marirana, 02°38’S e 65°21’W, 01.II.2001, fl., fr., F.M. Scarda & S.F. Rocha 52 (INPA). Pará: Estrada entre Gurupá e serraria Xingu, 06.II.1979, fl., fr., N.T. Silva & C. Rosário 5015 (MG); Município de Afuá, Rio Marajozinho, 02.IX.1992, fl., fr., U.N. Maciel & M.R. Santos 1834 (MG); Região de São Joaquim de Itaquara, Rio Tocantins, 18.XII.1960, fr., E. Oliveira et a1. 242 (IAN).
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Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

A espécie Phylloderma stenops Peters, 1865 ocorre do México ao sudeste do Brasil (Koopman 1993). No Brasil, existem registros no bioma da Floresta Amazônica para os estados da Amazônia (Bernard 1997 e 2001) e Pará (Jeanne 1970). Guerra (1980) e Souza et al. (2004) citaram a espécie para o estado de Pernambuco, nordeste do Brasil, em bioma de Mata Atlântica. Trajano (1982) relatou a captura desta espécie em ambiente cárstico na Mata Atlântica, em São Paulo, sudeste do Brasil. Segundo Eisenberg & Redford (1999), não há registros de P. stenops em florestas decíduas e secas do Brasil, no entanto, sua ocorrência foi relatada em bioma de Cerrado em Minas Gerais (Trajano & Gimenez 1998), no Distrito Federal (Bredt et al., 2002) e em Mambaí, Goiás (Esbérard et al. 2005). Esta espécie já foi capturada em vários tipos de habitats, incluindo florestas, áreas abertas e pastagens (Handley 1976) e Gardner (1976) coletou um ex- emplar a 2900 m de altitude no norte da América do Sul.
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Novos registros de peixes exóticos para o Estado de Minas Gerais, Brasil.

Novos registros de peixes exóticos para o Estado de Minas Gerais, Brasil.

et al. 1999). Dentre as 15 bacias hidrográficas localizadas no Estado de Minas Gerais, a do rio Paraíba do Sul possui 41 espé- cies de peixes exóticos (D RUMMOND et al. 2005). O alto nível de introduções na drenagem do rio Paraíba do Sul é devido ao pólo de piscicultura ornamental de Muriaé, localizado na zona da mata de Minas Gerais e considerado o maior do Brasil com cerca de 250 produtores, 3000 tanques de terra abastecidos por centenas de pequenos riachos e entre 60 a 70 espécies e varie- dades de peixes cultivadas (V IDAL J ÚNIOR & C OSTA 2000).

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Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista plumbea é a espécie tipo do gênero e distingue-se de B. pila basicamente pelos basidiomas mais escuros e basidiósporos com pedicelo longo. Sob microscopia eletrônica de varredura a ornamentação dos esporos dos espécimes brasileiros difere da descrição fornecida por Monthoux (1982) por apresentar ornamentação bastante irregular, enquanto os esporos dos espécimes de Monthoux apresentaram ornamentação verrugosa. As características taxonô- micas do material coincidiram com o material adicional examinado e com a descrição feita por Coker & Couch (1928), Kreisel (1967) e Calonge & Demoulin (1975). B. plumblea é pela primeira vez registrada para o Brasil.
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Novos registros genéricos de Rapateaceae para Rondônia, Brasil

Novos registros genéricos de Rapateaceae para Rondônia, Brasil

Rapateaceae é uma família de monocotiledôneas centrada na região do Escudo das Guianas da América do Sul. Este artigo relata o registro de quatro gêneros de Rapateaceae para o estado de Rondônia, norte do Brasil. Cephalostemon gracilis (Poepp. & Endl.) R.H.Schomb., Duckea cyperaceoidea (Ducke) Maguire, Monotrema xyridoides Gleason e Schoenocephalium cucullatum Maguire são registrados em áreas de baixa altitude, ocorrendo em savanas e ecossistemas de campinas e campinaras no estado. Estas descobertas aumentam significativamente a diversidade conhecida de táxons de Rapateaceae para Rondônia, bem como representam uma extensão de sua distribuição geográfica para um estado que não tem nenhuma parte de seu território incluído no Escudo das Guianas.
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NOVOS REGISTROS DE VERBENACEAE PARA O ESPÍRITO SANTO, BRASIL

NOVOS REGISTROS DE VERBENACEAE PARA O ESPÍRITO SANTO, BRASIL

SANTOS, J.S.; MELO, J.I.M.; ABREU, M.C.; SALES, M.F. Verbenaceae sensu stricto na região de Xingó: Alagoas e Sergipe, Brasil. Rodriguésia, Rio de Janeiro, v.60, p.985-998. 2009. SCHAUER, J.C. Verbenaceae. In: A. P. DE CANDOLLE (Ed). Prodromus Systematis Naturalis Regni Vegetabilis. Paris, Victor Masson, v.11, 1847. p.522-700.

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Novos registros de helmintos em répteis de cinco estados do Brasil

Novos registros de helmintos em répteis de cinco estados do Brasil

Quarenta e cinco espécimes que representa nove espécies de répteis (Salvator merianae, Enyalius bilineatus, Amphisbaena alba, Xenopholis undulatus, Chironius fuscus, Helicops angulatus, Chironius flavolineatus, Erythrolamprus viridis e Crotalus durissus) coletados em cinco estados brasileiros foram examinados para helmintos. Foram encontrados doze espécies de helmintos sendo: nove Nematoda (Physaloptera tupinambae, Strongyluris oscari, Paracapillaria sp., Dracunculus brasiliensis, Physaloptera liophis, Serpentirhabias sp. 1, Serpentirhabias sp. 2, Serpentirhabias sp. 3 e Aplectana sp.), um Cestoda (Semenoviella amphisbaenia), um Trematoda (Paracotyletrema sp.) e um Acantocephala (Centrorhynchus sp.). Dez novos registros de hospedeiros e sete novos registros de localidade foram relatados. Palavras-chave: parasita, serpentes, lagartos, anfisbenídeos, nematoda.
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