Top PDF Novos registros de Eunotia Ehrenberg (Eunotiaceae-Bacillariophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Eunotia Ehrenberg (Eunotiaceae-Bacillariophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Eunotia Ehrenberg (Eunotiaceae-Bacillariophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Eunotia Ehrenberg (Eunotiaceae-Bacillariophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil). O trabalho tem como objetivo apresentar as características morfológicas, e/ou estruturais e métricas de 12 espécies de Eunotia (E. batavica A. Berg, E. deficiens Metz., Lange-Bert & García-Rodr., E. genuflexa Nörpel-Sch., E. hepaticola Lang-Bert. & Wydrz., E. herzogii Krasske, E. mucophila (Lange-Bert., Nörpel-Sch. & Alles) Lange-Bert., E. pileus Ehr., E. pirla Carter & Flower, E. schwabei Krasske, E. subarcuatoides Alles, Nörpel-Sch. & Lange-Bert., E. transfuga Metz. & Lange-Bert. e E. yanomami Metz. & Lange-Bert.) encontradas nas áreas da Lagoa do Casamento e dos Butiazais de Tapes, entre as coordenadas 30º10’-30º40’S e 50º30’-51º30’W, na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. São incluídos comentários sobre a distribuição e os ambientes onde os táxons foram encontrados.
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Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Tillandsia pohliana ocorre, segundo Tardivo (2002), na região dos Andes, no Peru, Bolívia, Argentina e no Brasil. No Brasil ocorre no Distrito Federal e nos estados do Ceará, Paraíba, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Paraná (Forzza et al. 2014). No Rio Grande do Sul foram localizadas duas populações: uma como epífita em capões de mata, em vegetação arbóreo-aberta associada a cornijas e cerros (Fig. 2d), na região oeste do estado (município de São Francisco de Assis), assim como T. loliacea; e outra, atipicamente como epífita em dossel de mata ciliar, às margens do curso médio do rio Toropi (município de Júlio de Castilhos), no rebordo do planalto meridional, na região central do estado, localidade onde sua população encontra- se ameaçada pelos represamentos previstos com a implantação de Pequenas Centrais Hidrelétricas (Marchiori et al. 2014).
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Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO - (Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil). O trabalho objetivou o estudo taxonômico de microalgas do gênero Trachelomonas (Euglenophyceae) na Área de Proteção Ambiental (APA) do rio Ibirapuitã, localizada na fronteira sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul. Foram amostradas 10 estações de coleta em ambientes lóticos e lênticos, no período de 2011 a 2013. As 34 amostras resultantes de quatro coletas foram obtidas com rede de plâncton com abertura de malha de 30 µm, e conservadas com formol a 4%. São apresentados os nove táxons que são novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul, encontrados em somente três estações de coleta das 10 amostradas. Dentre esses, distinguem-se ainda por serem citados pela primeira vez para o Brasil: Trachelomonas bernardii Wolosz. f. major Defl., T. caudata Defl. f. pseudocaudata (Defl.) Pop., T. hirta Cunha var. hirta e T. torosa (Bal.) Tell & Conf.
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Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil). O estudo do gênero Surirella em ambientes aquáticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul revelou a presença de S. minuta Brébisson var. peduliformis Frenguelli, S. rumrichorum Metzeltin & Lange-Bertalot e Surilella chilensis Janisch var. tumida Hustedt. Estas espécies possuem distribuição geográfica restrita à América do Sul. Descrições, ilustrações e comentários sobre as condições ambientais e a distribuição geográfica das referidas espécies são apresentadas.
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Novos registros do gênero Trachelomonas Ehr. (Euglenophyceae) no Parque Estadual Delta do Jacuí e no Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos registros do gênero Trachelomonas Ehr. (Euglenophyceae) no Parque Estadual Delta do Jacuí e no Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novos registros do gênero Trachelomonas Ehr. (Euglenophyceae) no Parque Estadual Delta do Jacuí e no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). O levantamento do gênero Trachelomonas Ehr. (Euglenophyceae) em 26 corpos d´água da área do Parque Estadual Delta do Jacuí, localizado a 29º 56’ e 30º 03’S, 5lº l2’ e 51º 25’W, resultou no registro de nove novas citações de espécies de Trachelomonas Ehr. para o Estado do Rio Grande do Sul, são elas: Trachelomonas abrupta Swir. emend. Defl. var. obesa (Playf.) Defl. T. conica Playf., Trachelomonas duquei Conf. & Nudelman, Trachelomonas megalacantha Cunha var. crenulatocollis Bour. & Manguin, Trachelomonas verrucosa Stockes var. granulosa (Playf.) Hub.-Pest., Trachelomonas zingeri Roll, três são ainda novos registros para o país: Trachelomonas cylindraceae f. cylindraceae (Playf.) Pop., Trachelomonas helvetica Lemm. emend. Defl. e Trachelomonas splendidissima Middelhoek. São apresentadas descrições, ilustrações, comentários, distribuição geográfica e a amplitude de condições ambientais em que cada táxon foi encontrado.
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Lista de especies de Odonata (Insecta) no estado do Rio Grande do Sul, Brasil com sete novos registros

Lista de especies de Odonata (Insecta) no estado do Rio Grande do Sul, Brasil com sete novos registros

Resumo: O conhecimento regional da diversidade e da distribuição das espécies é importante para subsidiar estratégias de conservação tanto para as espécies e seus respectivos habitats. O principal objetivo deste trabalho é apresentar uma lista de espécies de Odonata que ocorrem no estado do Rio Grande do Sul, bem como suas localizações conhecidas nos municípios. Para a elaboração da lista, foram utilizados dados das coleções do Museu de Ciências da UNIVATES, do Laboratório de Ecologia e Evolução da Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES), do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoo-Botânica e do Museu de Zoologia da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) somados à dados extraídos de 65 publicações e dos sites SpeciesLink, All Odonata e Puget Sound University. Um total de 182 espécies de Odonata foram registradas, abrangendo nove famílias e 57 gêneros. A família mais representativa foi Libellulidae (80 espécies) seguida por Coenagrionidae (41 espécies). Além do mais, sete espécies são novos registros para o Rio Grande do Sul. A lista de espécies aqui apresentada demonstra um avanço significativo em relação às contagens anteriores para o Rio Grande do Sul, no entanto, nossa lista não é de forma alguma final. Algumas regiões do estado continuam pouco exploradas, como aquelas que fazem fronteira com o Uruguai ou estão mais ao norte do Estado. Várias famílias permanecem mal amostradas, especialmente aquelas que habitam pequenos córregos em florestas e, provavelmente, existem muitos exemplares que ainda não estão catalogados e identificados em coleções científicas, tanto no estado quanto no país. Palavras-chave: Anisoptera, Mata Atlântica, Região Neotropical, Pampa, Zygoptera.
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Novos registros e potencial epidemiológico de algumas espécies de mosquitos (Diptera, Culicidae), no Estado do Rio Grande do Sul.

Novos registros e potencial epidemiológico de algumas espécies de mosquitos (Diptera, Culicidae), no Estado do Rio Grande do Sul.

nigripalpus é considerado vetor de arbovírus, mas ainda não foram detectados isolamentos de exemplares coletados em território brasileiro. Já foi incriminado pela ocorrência de casos de SLE nos Estados Unidos, além de ter sido encontrado naturalmente infectado com esse vírus na América Central e norte da América do Sul. Na República Dominicana, é considerado vetor potencial do vírus da encefalite equina do leste (EEL) 1 , e nos Estados Unidos, do vírus do

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Eunotia Ehrenberg (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, litoral do Paraná, Brasil.

Eunotia Ehrenberg (Bacillariophyceae) do rio Guaraguaçu, litoral do Paraná, Brasil.

No Paraná trabalhos relevantes foram desenvolvidos por Ludwig & Valente-Moreira (1989) que identificaram 24 espécies de Eunotia em amostras provenientes do lago do parque regional do Iguaçu, sendo cinco novos registros para o Estado, e Fürstenberger & Valente- Moreira (2000), com duas novas citações, dentre as 11 espécies de Eunotia determinadas em amostras da lagoa Tarumã, localizada no município Ponta Grossa. Uma nova espécie de Eunotia, E. itapuana, foi descrita por Torgan & Becker (1997; 1998) ocorrendo em ambiente subaéreo na região costeira do Rio Grande do Sul. Ainda para o mesmo Estado, Torgan & Delani (1988) registraram 35 táxons específicos e infra-específicos de Eunotia para um ecossistema pantanoso. Bicudo et al. (1999), em estudo da diatomoflórula da Reserva Biológica do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga em São Paulo, identificaram 16 espécies pertencentes à ordem Eunotiales, sendo nove citações pioneiras para o Estado. O gênero Eunotia também foi bem representado no estudo sobre Thalassiosiraceae e Eunotiaceae em bancos de macrófitas aquáticas da lagoa Bonita, Distrito Federal (Souza & Moreira Filho 1999), sendo que este
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Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novos e raros registros de Euglenophyta incolores na Planície Costeira do Rio Grande do Sul, Brasil). São apresentados nove táxons de Euglenophyta incolores como resultado do estudo taxonômico em ambientes lênticos (lagoas, açude, canal e banhados) de duas áreas próximas a Laguna dos Patos: a Lagoa do Casamento e ecossistemas associados (30°03’- 30°34’S e 50°25’- 50°47’W) e região do Butiazal de Tapes (30º23’- 30º38’S e 51º16’- 51°29’W) na Planície Costeira do Rio Grande do Sul. As coletas de rede e espremido de macrófi tas aquáticas abrangeram as estações de outono e primavera de 2003. Quanto à distribuição todos os nove táxons de Euglenophyta incolores são novas citações para a Planície Costeira do Estado, sendo primeiros registros para o Brasil: Cyclidiopsis acus Korsch., Entosiphon polyaulax Skuja, Gyropaigne kosmos Skuja, Menoidium tortuosum (Stokes) Lemm. var. playfairii Bour. e Rhabdomonas mirabilis (Playf.) Schroeckh, Lee & Patterson, e ainda para o Rio Grande do Sul: Menoidium gracile Playf., Menoidium pellucidum Perty e Menoidium obtusum Pringheim. O ecossistema banhado foi o que apresentou maior riqueza destacando-se o banhado entre a Lagoa do Capivari e Lagoa do Casamento por ter sido encontrado sete táxons dentre os nove identifi cados. A área da Lagoa do Casamento apresentou maior riqueza de Euglenophyta incolores do que os ambientes próximos ao Butiazal de Tapes, possivelmente por esta área possuir maior contribuição antrópica.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A presente dissertação objetivou a elaboração de uma proposta de intervenção para minimizar a defasagem de aprendizagem de Matemática em uma Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) no estado do Ceará. A partir de um caso de gestão, foram investigadas as condições de trabalho com a disciplina na instituição educacional para a proposição de alternativas à superação do problema encontrado. Esse recorte se justificou pelo fato de a autora deste trabalho, no início da pesquisa, ter sido gestora da EEEP em análise e, por isso, verificado que a defasagem de aprendizagem, especialmente em Matemática, pode se configurar como um dos principais entraves à implementação dos cursos profissionalizantes na escola. A fim de obter informações para descrever e analisar o caso, a investigação teve como metodologia o uso de entrevistas com roteiros semiestruturados e pesquisa documental. Ao final da descrição do caso no capítulo 1, levantou-se como hipóteses dois os elementos centrais que influenciam na existência do problema: a organização e as responsabilidades do trabalho da equipe gestora e o papel da gestão escolar na formação e no auxílio à atuação docente. No capítulo 2, o problema foi analisado levando-se em consideração esses dois elementos. A análise dos dados foi feita a partir da perspectiva de alguns autores: Heloísa Lück, Henry Mintzberg, Thelma Polon, José Carlos Libâneo, Márcia Lima, Ana Maria Falsarella, Sérgio Lorenzato, Plínio Moreira e Fernando Almeida. Desse modo, no capítulo 3, apresentou-se uma proposta de intervenção que consiste em ações para redefinir as atribuições da equipe gestora e organizar o seu trabalho, a fim de que a gestão possa atuar na formação e no auxílio à atuação docente, com foco no professor de Matemática. Dessa forma, nos limites desta investigação, proposições foram consideradas como uma tentativa de contribuir para superar a defasagem de aprendizagem em Matemática na escola pesquisada.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A segunda diretriz, “Aperfeiçoamento dos Padrões Básicos de Funcionamento das Escolas”, destaca a expansão e melhoria da rede escolar revitalizando-a, seja por meio da ampliação do espaço físico (como a licitação para implantação / expansão de bibliotecas nas 300 escolas monitoradas pelo Pacto pela Educação), ou de projetos, dos quais podemos destacar: o gestor móvel, que consiste em levar os recursos tecnológicos do laboratório de informática para sala de aula; o SIEPE – Sistema de informação da Educação de Pernambuco, sistema de gestão escolar que possibilita a análise dos dados administrativos e acadêmicos e o Programa “Minha Escola, Uma Excelente Escola”, projeto que contempla a criação do IIGE – Indicador de Inovação na Gestão Escolar, envolvendo especialistas de diversas áreas para um análise mais precisa das escolas do estado de Pernambuco.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

A política para intervir inicialmente no processo de alfabetização adotada no estado do Ceará foi iniciada pelo comitê cearense, já citado anteriormente, diante do grave problema do analfabetismo existente no estado e que deveria ser enfrentado. Diante desse cenário e aproveitando a mobilização de diversos atores da sociedade cível e instituições em torno do combate ao analfabetismo, contando com a parceria técnica e financeira do Unicef, criou-se o Paic. Face às novas necessidades de- mandadas pela sociedade, o governo do estado do Ceará assumiu essa política de intervenção como política governamental e ampliou o programa. Inicialmente, aten- dia apenas 56 municípios, o que passa a atender a todos os municípios da rede pú- blica cearense, cujo objetivo era apoiar os municípios no combate ao analfabetismo, como também na melhoria da qualidade do ensino, da leitura e escrita, principalmen- te nos anos iniciais. O trabalho que vinha sendo desenvolvido anteriormente contri- buiu para a expansão do programa e novas estruturas foram incorporadas ao mes- mo de forma mais dinâmica, estimulando as parcerias que foram importantes atores para a execução do PAIC. A nova estrutura do PAIC visa a uma melhor integração de suas ações e a atender a demanda de uma nova realidade educacional e social.
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O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

O PROJETO E-JOVEM NO ESTADO DO CEARÁ: PERSPECTIVAS, ANÁLISE E DESAFIOS

Dessa maneira, é relevante considerar, na avaliação do funcionamento do projeto e-Jovem todos os pontos abordados na discussão, desde a necessidade de monitoramento dos governos, passando pelos conflitos nas fases de formulação e, principalmente, da implementação, percebendo, de fato, os pontos positivos alcançados pelo projeto, assim como se eles se relacionam às metas e aos objetivos estabelecidos no desenho da proposta. Depois, é necessário detectar quais as deficiências do projeto, dentro da variável que este trabalho se propôs a investigar, a fim de recomendar algumas ações corretivas e novas estratégias, visando colaborar com o sucesso do projeto no estado.
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A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

A IMPLEMENTAÇAO DA POLÍTICA DE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE GESTORES ESCOLARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA ANÁLISE A PARTIR DA REGIONAL METROPOLITANA II

Esta dissertação, desebvolvida no âmbito do Programa de Pós-graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública da Universidade Federal de Juiz de Fora, teve como objetivo identificar e analisar as demandas de formação dos gestores de escola na SEEDUC/RJ, de modo a contribuir com a proposição de ações que possam suprir os gaps existentes. Para tanto, foi necessário analisar a política de formação e desenvolvimento de pessoas da Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, executada a partir de 2010, sob a perspectiva das ações empreendidas para os diretores escolares, levando em consideração, também, a percepção desses gestores, acerca dessa política. A pesquisa teve como recorte de análise três dos cursos ofertados para gestores escolares entre os anos de 2011 a 2013; são eles: Curso de Formação do Processo Seletivo Interno (PSI), MBA em Gestão Empreendedora em Educação e o Fórum de Gestão e Liderança Escolar. Os dados foram coletados por meio de pesquisa documental e bibliográfica, observação participante e pesquisa de campo com aplicação de questionário. O questionário foi aplicado nos diretores escolares da Regional Metropolitana II. Na análise, foram investigados os seguintes elementos: perfil de formação do gestor, análise dos três cursos e sugestões de formatos e assuntos para a elaboração de novas propostas de formação. Esse estudo foi desenvolvido, a partir da contribuição de autores como: Fleury (2001), Freitas (2009), Lück (2000, 2009, 2010), Pacheco at al. (2009), Mintzberg (2010), Machado (2010, 2012), Kuenzer (2013), Polon (2013), dentre outros. A pesquisa mostrou os pontos relevantes e os limites dos três cursos analisados, revelando lacunas que necessitam ser trabalhadas. O diagnóstico realizado foi fundamental para a elaboração de um Plano de Ação Educacional direcionado ao enriquecimento da política de formação e desenvolvimento para gestores escolares, implementada no estado.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CÉLIA KLEIN

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA CÉLIA KLEIN

[...] instituições não são máquinas automáticas que se autorreproduzem. Dentro delas e buscando exercer influência sobre elas, estão os atores. Estes têm capacidade e poder de se organizar e mobilizar forças sob o império das instituições, mas também sob o reino de sua vontade. Atores e instituições interagem nos processos das políticas públicas (CONDÉ, 2013, p. 83). Ou seja, esses atores que interagem visando influenciar os processos das políticas o fazem, na maioria das vezes, a partir de seus interesses e/ou interesses das instituições a que representam, mobilizando esforços e formando redes para influenciar as decisões por todo o ciclo e em todos os contextos da política. Isso envolve, segundo Condé (2013), atores privados – representados por empresários e trabalhadores, bem como sindicatos e associações –, e públicos, com funções públicas, que agem para mobilizar os recursos e atuar sobre as políticas. Durante o processo de implementação do Ensino Médio com Mediação Tecnológica em Rondônia, estes constrangimentos da política ficam evidentes quando os atores públicos e privados, instituições, forças sociais e políticos se manifestam e lutam para intervir no Projeto. Tendo o EMMT em Rondônia surgido a partir do modelo desenvolvido no Amazonas, adequações foram necessárias para que o Projeto pudesse ser implementado. Considerando que, diferentemente do Amazonas, a SEDUC não possui um Centro de Mídias para veiculação das aulas ao vivo, a parceria com o IFRO foi fundamental para que o ensino mediado por tecnologia se tornasse realidade no Estado.
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SANDRA MARIA SILVA DE OLIVEIRA O SADEAM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM DUAS ESCOLAS DE MANAUS: IMPLICAÇÕES DO FAZER PEDAGÓGICO PARA O LETRAMENTO

SANDRA MARIA SILVA DE OLIVEIRA O SADEAM E O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA EM DUAS ESCOLAS DE MANAUS: IMPLICAÇÕES DO FAZER PEDAGÓGICO PARA O LETRAMENTO

Não, não. Não altero minha atuação em função do SADEAM. O trabalho que nós fazemos é de orientação em relação ao SADEAM, mas a gente não esquece da realidade da escola. Às vezes, altero sim, porque deixo de fazer alguma coisa que tínha programado do trabalho pedagógico, em si, pra tá indo nas salas que não tem professor porque a gente se preocupa, eu particularmente me preocupo muito com a segurança deles, a escola é muito grande, tem muitos alunos, isso é uma responsabilidade muito grande, um aluno se machuque, que aconteça alguma coisa de errado, então eu fico muito antenada nisso, fico passando nas salas o tempo todo, pra ver se tá tudo bem, se tá acontecendo alguma coisa, peço ajuda pros representantes de turma quando falta muito professor, pra que eles venham até a coordenação. Explico a importância do trabalho deles, junto com a escola, que eles fazem uma ponte entre a sala de aula e o pedagogo e gestor. Pra gente saber o que tá acontecendo na sala de aula porque nós não podemos tá em vários lugares ao mesmo tempo, então a gente precisa de ajuda, se a gente não tem material humano mandado pelo governo, a gente se une ao que tem aqui na escola. Então, os próprios alunos ajudam nessa questão de olhar o comportamento. Professor, o menino tá com indisciplina, tava chamando palavrão, tava batendo no outro, então eles fazem esse trabalho com a gente de ajuda mesmo porque não tem quem faça. Portanto, eu altero em função da realidade da escola e, não do SADEAM, especificamente (APOIO PEDAGÓGICO DA ESCOLA ESTADUAL 1, entrevistado em 09/05/15).
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Desmascarando o mito do setor público vs. setor privado

Desmascarando o mito do setor público vs. setor privado

Mas e se esse potencialmente corajoso aspecto do setor privado for reduzido precisamente porque o setor público preenche a lacuna? Em vez de equacionar a questão em termos de crowding out, acredito que devemos equacioná-la de forma que resulte na construção de parcerias público-privadas que sejam mais simbióticas e menos parasitárias. O problema não é o fato de o Estado ter investido demais em inovação, tornando o setor privado menos ambicioso. É o fato de os formuladores de políticas não terem sido suficientemente ambiciosos para exigir que esse apoio faça parte de um esforço conjunto em que o setor privado também enfrente o desafio. Em vez disso, grandes laboratórios de P&D estão sendo fechados, e as pesquisas da sigla P&D também estão dimi- nuindo — as despesas das empresas em P&D estão caindo em muitos países, como o Reino Unido (Hughes e Mina, 2011). Embora os gastos do Estado com P&D e os gastos do empresariado tendam a estar corre- lacionados (o primeiro eleva o nível do jogo para este último), é impor- tante que os formuladores de políticas sejam mais corajosos — não só concordando em “financiar” setores, mas também exigindo que os em- presários do setor aumentem sua própria participação e compromisso com a inovação. Um estudo recente do mit afirma que a atual ausência de laboratórios corporativos nos Estados Unidos, como o parc da Xerox (que produziu a tecnologia da interface gráfica do usuário que levou aos sistemas operacionais da Apple e do Windows) e o Bell Labs — ambos cofinanciados por agências do governo —, é uma das razões para a má- quina de inovação dos Estados Unidos estar correndo risco (mit, 2013). O problema também aparece nas indústrias, como a farmacêutica, na qual existe uma tendência para aumentar os investimentos do setor público em P&D, enquanto os gastos do setor privado estão diminuin- do. Segundo Lazonick e Tulum (2012), os Institutos Nacionais de Saú- de (nih) gastaram mais de 300 bilhões de dólares na última década (30,9 bilhões de dólares só em 2012) e se envolveram mais com o D da sigla P&D, o que significa que absorvem mais custos do desenvolvimen- to de medicamentos (como testes clínicos), enquanto as empresas far- macêuticas privadas 1 estão gastando menos em P&D no total, sendo que
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

O presente trabalho problematiza o modo como a esfera administrativa, especificamente em suas questões relacionadas à gestão da infraestrutura, pode influenciar o desempenho dos alunos. Para tanto, foram selecionados três colégios da Regional Serrana II, pertencentes à rede estadual de ensino do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de identificar os possíveis problemas na infraestrutura escolar, em seus aspectos físico, material e humano e referenciar as ações que a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ)podeagregar às suaspráticas administrativas escolares para oferecer condições mais adequadas ao melhor desempenho educacional. Com este objetivo, descreveu-se e analisou-se a dimensão da gestão da SEEDUC/RJ, e, mais detalhadamente a Regional Serrana II, discorrendo sobre a infraestrutura e desempenho educacional das três unidades escolares selecionadas para análise.Além disso, traçou-se o perfil das comunidades escolares em que estão inseridasestes colégios, com o intuito de diagnosticar o grau de conhecimento, envolvimento e apropriação da gestão de cada unidade escolar. Posteriormente, definiu-se como campo de estudo, três unidades de ensino com a mesma classificação utilizada pela SEEDUC/RJ, no que diz respeito a quantidade de alunos e estabeleceu-se como critério, colégios sediados em municípios diferentes, para comparar o desempenho de cada unidade escolar nas avaliações IDEB e IDERJ com a infraestrutura disponível. A metodologia utilizada foi a pesquisa de campo associada à aplicação de cem questionários entre os gestores, professores, alunos e profissionais terceirizados. Para embasar a pesquisa amparou-se nos instrumentos legais que garantem a educação de qualidade como direito fundamental para proteger a dignidade do indivíduo, tal como a LBD 9394/96, bem como o Parecer CNENo. 08/2009
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

Buscar a qualidade é uma máxima dos dias atuais, inclusive no campo educacional, onde o termo nos remete a uma reflexão sobre sua definição, pois, neste contexto, pode assumir significados diferentes daqueles com os quais estamos acostumados a trabalhar. Em relação a essa particularidade conceitual da qualidade, Oliveira e Araújo (2005) apontam principalmente três aspectos: a expansão do ensino, a ampliação quantitativa da educação e a aferição de desempenho discente, principalmente por meio de avaliação em larga escala. Concordando com os autores, no estado do Amazonas, as avaliações externas e os resultados insatisfatórios demonstrados levaram ao planejamento e à implementação de algumas políticas públicas, entre elas o PQSPE.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa buscou avaliar os limites da implementação do Programa Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, em junho de 2012, nas escolas da Regional Metropolitana VII. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar a existência de problemas na sua implementação, além de verificar as causas da falta de adesão ou da adesão parcial das escolas que não o desenvolveram. Tal Projeto visa à diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no ensino médio e à elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e PROVA BRASIL. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a professores e gestores em duas escolas da Regional em estudo: uma que aderiu ao projeto e outra que não desenvolveu nenhuma de suas ações. Na sua análise, foram investigados os fatores extraescolares e intraescolares que dificultaram a adesão das escolas. A partir deles, apresentou-se um Plano de Ação Educacional (PAE) que propõe estratégias de divulgação do Projeto, além de reforçar a ideia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos educandos. Ele sugere, ainda, o aprimoramento da metodologia do Projeto e levanta questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
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