Top PDF Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Ferrugens (Uredinales) sobre Fabaceae para o Brasil). Em levantamento realizado na Reserva Biológica do Lago Piratuba, no Estado do Amapá, foram identificadas duas espécies de Uredinales que constituem novos registros para o Brasil: Atelocauda incrustans Arthur & Cummins e Chaconia alutacea Juel. O gênero Atelocauda representa a primeira citação para a América do Sul. Palavras-chave: Amapá, Basidiomycota, Fungos, Leguminosae, Urediniomycetes

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Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia.

RESUMO – (Novos registros de ferrugens (fungi, Uredinales) para o Brasil, coletados no Parque Nacional do Itatiaia). A partir de recentes coletas de Uredinales realizadas no Parque Nacional do Itatiaia e em áreas de proteção ambiental ao redor deste parque, foram identifi cadas novas ocorrências para o Brasil: Dicheirinia binata (Berkeley & Curtis) Arthur, Maravalia manettiae Jørstad, Prospodium bignoniacearum (Spegazzini) Cummins, Puccinia anci- zari Mayor, Puccinia investita Schweinitz, Puccinia lasiacidis Kern, Puccinia mandevillae Jackson & Holway e Uredo chusqueae Pardo-Cardona. Estas espécies já haviam sido reportadas em alguns países adjacentes ao Brasil. Além disso, após minuciosa análise bibliográfi ca, é proposta a sinonimização de Puccinia interjecta Jackson para Puccinia ancizari Mayor. Estas coletas permitiram incrementar as coleções brasileiras e as coleções do Herbário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB).
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Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Fungos anamórficos (Hyphomycetes) da Chapada Diamantina: novos registros para o Estado da Bahia e Brasil.

Folhas de várias espécies vegetais foram coletadas diretamente do folhedo, constituindo amostras compostas de vinte folhas, que foram submetidas à técnica de lavagem sucessiva de substrato e plaqueamento, descrita por Harley & Waid (1955) e modificada por Grandi & Gusmão (1998). Depois de lavadas, as folhas foram fragmentadas e dispostas em 10 câmaras-úmidas (placa de Petri + papel filtro umedecido), permanecendo em temperatura ambiente (25 ºC) por 45 dias, para isolamento das estruturas reprodutivas. Lâminas permanentes foram confeccio- nadas com resina PVL (álcool polivinílico + lactofenol); para estruturas hialinas e de coloração com gradação do castanho, foi adicionado o corante azul de algodão (Trappe & Schenck 1982). Para identificação, foram realizadas medições das estruturas de importância taxonômica e consultada a literatura especializada. Posteriormente as lâminas foram depositadas no Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana (HUEFS). Foram incluídos comentários e distribuição geográfica para os novos registros para a Bahia, além de descrições e ilustrações das novas ocorrências para o Brasil.
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Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil). Os novos registros são provenientes de um remanescente de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica do Gurjaú (08º10’00’’ e 08º15’00’’S; 35º02’30’’ e 35º05’00’’O), situada na região metropolitana do Recife, Pernambuco. São oito espécies de Lejeuneaceae: Archilejeunea auberiana (Mont.) A. Evans, Cololejeunea cardiocarpa (Mont.) A. Evans, Colura greig-smithii Jovet-Ast, Diplasiolejeunea cobrensis Gottsche ex Steph., Harpalejeunea stricta (Lindenb. & Gottsche) Steph., Lejeunea caespitosa Lindenb., L. monimiae (Steph.) Steph., L. quinqueumbonata Spruce, e uma de Bryaceae: Bryum pabstianum C. Muell. São apresentadas ilustrações, comentários taxonômicos e ecológicos, e distribuição geográfica das espécies no Brasil.
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Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Surirella Turpin (Bacillariophyta, Surirellaceae) para o Rio Grande do Sul e Brasil). O estudo do gênero Surirella em ambientes aquáticos na Planície Costeira do Rio Grande do Sul revelou a presença de S. minuta Brébisson var. peduliformis Frenguelli, S. rumrichorum Metzeltin & Lange-Bertalot e Surilella chilensis Janisch var. tumida Hustedt. Estas espécies possuem distribuição geográfica restrita à América do Sul. Descrições, ilustrações e comentários sobre as condições ambientais e a distribuição geográfica das referidas espécies são apresentadas.
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Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Hyphomycetes decompositores para o Estado da Bahia, Brasil). Folhas mortas de Clusia melchiorii Gleason e C. nemorosa G. Mey. foram coletadas bimestralmente na Serra da Jibóia, Bahia, no período de outubro/2005 a junho/2006. As folhas foram lavadas em água corrente e mantidas em câmara-úmida durante 30 dias. As estruturas fúngicas foram coletadas e montadas em lâminas permanentes. São apresentadas descrições e ilustrações de sete novos registros de Hyphomycetes para o Estado da Bahia [Beltrania querna Harkn., Clonostachys compactiuscula (Sacc.) D. Hawksw. & W. Gams, Dictyosporium elegans Corda, Gyrothrix verticiclada (Goid.) S. Hughes & Piroz., Pseudobotrytis terrestris (Timonin) Subram., Sporendocladia bactrospora (W.B. Kendr.) M.J. Wingf. e Stachybotrys parvispora S. Hughes].
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Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Espécies de Frankliniella (Thysanoptera, Thripidae): novos registros em mangueira (Mangifera indica) no Brasil.

Este estudo relata a primeira ocorrência de duas espécies de tripes de importância econômica, F. gardeniae e F. brevicaulis, sendo ambas novos registros para a cultura da mangueira no Brasil e, com certeza, agrega conhecimentos para futuros estudos, como o potencial de danos e seu controle, bem como de suas interações no agroecossistema do Vale do São Francisco, região de grande importância para a exportação brasileira de manga.

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Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil.

RESUMO - (Novos registros de Trachelomonas Ehr. emend. Defl. (Euglenophyceae) para o Estado do Rio Grande do Sul e Brasil). O trabalho objetivou o estudo taxonômico de microalgas do gênero Trachelomonas (Euglenophyceae) na Área de Proteção Ambiental (APA) do rio Ibirapuitã, localizada na fronteira sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul. Foram amostradas 10 estações de coleta em ambientes lóticos e lênticos, no período de 2011 a 2013. As 34 amostras resultantes de quatro coletas foram obtidas com rede de plâncton com abertura de malha de 30 µm, e conservadas com formol a 4%. São apresentados os nove táxons que são novos registros para o Estado do Rio Grande do Sul, encontrados em somente três estações de coleta das 10 amostradas. Dentre esses, distinguem-se ainda por serem citados pela primeira vez para o Brasil: Trachelomonas bernardii Wolosz. f. major Defl., T. caudata Defl. f. pseudocaudata (Defl.) Pop., T. hirta Cunha var. hirta e T. torosa (Bal.) Tell & Conf.
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O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

O gênero Myzocytiopsis (Oomycota) no estado do Piauí: novos registros para o Brasil

O parasitismo é um tipo de relação ecológica comum nos diversos ambientes da natureza e particularmente importante nestas relações. Em algumas situações, um número significativo desses organismos pode atuar como parasitas, alterando a densidade, sobrevivência, fecundidade, vida útil dos hospedeiros e índice de crescimento das populações. Muitos desses patógenos pertencem ao filo Oomycota. Myzocytiopsis são oomicetos parasitas de nematoides, rotíferos e anfípodes. Observações de plâncton cultivado com substratos orgânicos (celulósicos, queratinosos e quitinosos) e solo diluído de três municípios do Estado do Piauí, permitiram registrar espécimes de oomicetos parasitando nematoides e rotíferos. Este trabalho se constitue no primeiro estudo de parasitas zoospóricos heterotróficos de zooplâncton no Estado, relatando a ocorrência das seguintes espécies Myzocytiopsis vermicola (Zopf) M. W. Dick, M. papillata (G. L. Barron) M. W. Dick, M. humicola (G.L. Barron & Percy) M. W. Dick e Myzocytiopsis sp, observadas parasitando nematoides (Rhabditis sp), e de M. zoophthora (Sparrow) M. W. Dick, parasitando rotíferos (Lecane sp). Os relatos são novos registros de Myzocytiopsis para o Brasil.
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Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil.

RESUMO - (Novos registros para a família Melastomataceae nos Estados do Paraná e Santa Catarina, Brasil). Neste trabalho são registradas uma nova ocorrência de gênero Henriettea DC. para Santa Catarina e quatro novas ocorrências de espécies de Melastomataceae para esse Estado: Henriettea glabra (Vell.) Penneys, Michelangeli, Judd & Almeda, Leandra tetraquetra (Cham.) Cogn., Miconia racemifera (DC.) Triana e Miconia paniculata (DC.) Naudin. Miconia paniculata e Salpinga margaritacea (Naudin) Triana são também registradas pela primeira vez para o Estado do Paraná, e confirma-se a ocorrência da última no Estado de Santa Catarina, mencionada anteriormente de forma duvidosa, com base em uma coleta antiga e sem flores. Todas essas espécies tiveram seus limites de distribuição ampliados no sentido sul, alcançando os Estados do Paraná e Santa Catarina. São fornecidas descrições, ilustrações e comentários taxonômicos para as novas ocorrências. Palavras-chave: Henriettea, Leandra, Miconia, Salpinga, taxonomia
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Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil.

RESUMO – (Novos registros de Aphyllophorales para o Brasil). De coletas efetuadas em três remanescentes de Mata Atlântica de Pernambuco, no período de outubro/1997 a setembro/1998, foram identificadas, entre outras espécies de Aphyllophorales, duas espécies que estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil: Phellinus aureobruneus Wright & Blumenfeld e Trichaptum abietinum (Dicks.: Fr) Ryv. Descrições macro e microscópicas, distribuição geográfica, discussão e ilustrações das espécies são fornecidas.

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Novos registros e notas sobre distribuição geográfica de Trichoptera Kirby, 1813 (Insecta) do Estado de Mato Grosso, Brasil.

Novos registros e notas sobre distribuição geográfica de Trichoptera Kirby, 1813 (Insecta) do Estado de Mato Grosso, Brasil.

Foram identificadas 12 famílias, das quais apenas Hydropsychidae, Hydroptilidae e Philopotamidae eram formalmente reportadas para o Estado. Foram registradas as ocorrências de 30 gêneros, dos quais apenas nove eram conhecidos, e de 30 espécies sendo sete novos registros para Mato Grosso, três registros adicionais de distribuição de espécies já conhecidas para outras localidades no Estado e dois novos registros para o Brasil. As espécies Achoropsyche duodencimpunctata (Navás, 1916), Amazonatolica hamadae Holzenthal & Pes, 2004, Nectopsyche nigricapilla (Navás, 1920), Nectopsyche quatourguttata (Navás, 1922), Macronema hageni Banks, 1924, Macrostemum santaeritae (Ulmer, 1905) e Cyrnellus fraternus (Banks, 1905) são registradas pela primeira vez para Mato Grosso. Nectopsyche quatourguttata e N. nigricapilla são novos registros para o Brasil, ampliando sua distribuição um pouco mais ao Leste da América do Sul. Adicionalmente, Blepharopus diaphanus Kolenati, 1859, Macrostemum arcuatum (Erichson, 1848), Macrostemum ulmeri (Banks, 1913) são registradas para outras localidades, ampliando sua distribuição no Estado.
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Novos registros de peixes exóticos para o Estado de Minas Gerais, Brasil.

Novos registros de peixes exóticos para o Estado de Minas Gerais, Brasil.

et al. 1999). Dentre as 15 bacias hidrográficas localizadas no Estado de Minas Gerais, a do rio Paraíba do Sul possui 41 espé- cies de peixes exóticos (D RUMMOND et al. 2005). O alto nível de introduções na drenagem do rio Paraíba do Sul é devido ao pólo de piscicultura ornamental de Muriaé, localizado na zona da mata de Minas Gerais e considerado o maior do Brasil com cerca de 250 produtores, 3000 tanques de terra abastecidos por centenas de pequenos riachos e entre 60 a 70 espécies e varie- dades de peixes cultivadas (V IDAL J ÚNIOR & C OSTA 2000).

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Galhas de insetos em restingas da região sudeste do Brasil com novos registros.

Galhas de insetos em restingas da região sudeste do Brasil com novos registros.

A riqueza de galhas de inseto em restingas da região sudeste vem sendo evidenciada em diversas publicações (Lima et al. 2000, Maia 2001a, Maia et al. 2008, Monteiro et al. 2004, Bregonci et al. 2010). Para o restante do litoral do Brasil, não há trabalhos de levantamento de galhas de insetos desse ecossistema. Como o conhecimento disponível encontra-se disperso na literatura, perguntas básicas sobre esse assunto carecem de respostas, tais como: 1) quantas galhas de insetos são conhecidas nas restingas da região sudeste do Brasil? 2) quantas espécies, gêneros e famílias botânicas são hospedeiras dessas galhas? 3) quais famílias de plantas comportam maior riqueza de galhas? 4) quais são os órgãos vegetais mais atacados por insetos galhadores? 5) quais ordens de insetos destacam-se como indutores de galhas? 6) existe alguma preferência pelas diferentes ordens de insetos galhadores em relação ao órgão vegetal de ocorrência da galha?
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Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

Novos registros de Phylloderma stenops Peters na Mata Atlântica, Brasil (Chiroptera, Phyllostomidae).

A espécie Phylloderma stenops Peters, 1865 ocorre do México ao sudeste do Brasil (Koopman 1993). No Brasil, existem registros no bioma da Floresta Amazônica para os estados da Amazônia (Bernard 1997 e 2001) e Pará (Jeanne 1970). Guerra (1980) e Souza et al. (2004) citaram a espécie para o estado de Pernambuco, nordeste do Brasil, em bioma de Mata Atlântica. Trajano (1982) relatou a captura desta espécie em ambiente cárstico na Mata Atlântica, em São Paulo, sudeste do Brasil. Segundo Eisenberg & Redford (1999), não há registros de P. stenops em florestas decíduas e secas do Brasil, no entanto, sua ocorrência foi relatada em bioma de Cerrado em Minas Gerais (Trajano & Gimenez 1998), no Distrito Federal (Bredt et al., 2002) e em Mambaí, Goiás (Esbérard et al. 2005). Esta espécie já foi capturada em vários tipos de habitats, incluindo florestas, áreas abertas e pastagens (Handley 1976) e Gardner (1976) coletou um ex- emplar a 2900 m de altitude no norte da América do Sul.
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Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Novos registros em Tillandsia L. (Bromeliaceae, Tillandsioideae) para o Rio Grande do Sul, Brasil.

Tillandsia loliacea ocorre segundo Smith & Downs (1977) na Bolívia, Brasil, Paraguai e Argentina. Na lista de espécies da Flora do Brasil (Forzza et al. 2014) sua ocorrência é registrada para o Distrito Federal e os estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Paraná. No Rio Grande do Sul foi encontrada como epífita em capões de mata, em vegetação arbóreo-aberta associadas a cornijas e cerros (Fig. 2d), na região oeste do estado (inclusa no Bioma Pampa), conhecida popularmente no meio científico como zona dos areais. Foram localizadas populações nos municípios de São Francisco de Assis e Unistalda, porém acredita-se que ocorra descontinuamente em capões de mata até a divisa com a Argentina, onde também ocorre.
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Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

Novos registros de Heliantheae Cass. (Asteraceae) para o Brasil.

Material selecionado: BRASIL. Rio Grande do Sul: Caçapava do Sul, a 8 km da cidade, na rodovia para Bagé, 15/X/1979, fl., Mattos et al. 19718 (HAS). Capão do Leão, I.A.S., 14/XI/1955, fl., Sacco 406 (PEL). Guaíba, fazenda São Maximiano, 27/X/2001, fl. fr., Mondin 2386 (HASU). Minas do Leão, na estrada para o Cerro do Roque, 29/IX/2001, fl., Mondin & Iob 2251 (HASU). Pelotas, 18/XI/1955, fl., Sacco 418 (PACA). Pinheiro Machado, a 3 km da cidade, na rodovia para Bagé, 18/I/1979, fl., Mattos & Assis 19213 (HAS). Porto Alegre, morro Santa Tereza, 24/X/1958, est., Pabst 4570 (LP). Santana do Livramento, cerro Palomas, 13/IV/2003, fl., Mondin & Magenta 2951 (HASU). São Francisco de Assis, RS 241, 12/II/1999, fl., Knob & Bordignon 5966 (SALLE). São Lourenço, BR 116, em direção a Cristal, 24/XI/2000, fl., Mondin 2081 (HASU). Viamão, Itapuã, 24/XI/2002, fl. fr., Mondin 2840 (HASU).
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Novos registros de Phoetalia pallida (Brunner, 1865) para o Brasil e considerações sobre a variação cromática da espécie (Blattaria, Blaberidae, Blaberinae).

Novos registros de Phoetalia pallida (Brunner, 1865) para o Brasil e considerações sobre a variação cromática da espécie (Blattaria, Blaberidae, Blaberinae).

Material examinado: BRASIL: Mato Grosso, Sinop, 12º31’S e 55º37’W, BR 163 km 500-600, 350m altitude, IX.1974, Alvarenga & Roppa cols. (5 machos) (MNRJ); Vera, X.1973, Alvarenga & Roppa cols. (1 macho) (MNRJ); Bahia, Encruzilhada (1 macho) (MNRJ); Itiuba, Est. Monte Santo (1 macho) (em bromélia) (MNRJ); Pará, Tucuruí, Ilha Chorona, 17.VIII. 1980, Nunes de Mello col. (1 fêmea) nº 5.646 (INPA). Registros Geográficos: Estados Unidos da América do Norte (Flórida), México, Guatemala, Cuba (Martinica), Jamaica (Montego Bay, Point Antonio), Costa Rica (San José), Porto Rico (Isla de Mona, Isla Viesques), Montserrat, Hispaniola (República Dominicana, Haiti), Equador (Ilhas Galápagos), Venezuela, Brasil (Mato Grosso, Pará, Bahia).
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Novos registros de helmintos em répteis de cinco estados do Brasil

Novos registros de helmintos em répteis de cinco estados do Brasil

Quarenta e cinco espécimes que representa nove espécies de répteis (Salvator merianae, Enyalius bilineatus, Amphisbaena alba, Xenopholis undulatus, Chironius fuscus, Helicops angulatus, Chironius flavolineatus, Erythrolamprus viridis e Crotalus durissus) coletados em cinco estados brasileiros foram examinados para helmintos. Foram encontrados doze espécies de helmintos sendo: nove Nematoda (Physaloptera tupinambae, Strongyluris oscari, Paracapillaria sp., Dracunculus brasiliensis, Physaloptera liophis, Serpentirhabias sp. 1, Serpentirhabias sp. 2, Serpentirhabias sp. 3 e Aplectana sp.), um Cestoda (Semenoviella amphisbaenia), um Trematoda (Paracotyletrema sp.) e um Acantocephala (Centrorhynchus sp.). Dez novos registros de hospedeiros e sete novos registros de localidade foram relatados. Palavras-chave: parasita, serpentes, lagartos, anfisbenídeos, nematoda.
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Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Bovista (Lycoperdaceae): dois novos registros para o Brasil.

Espécie pouco comum, ocorrendo exposta ao sol em solo arenoso de caatinga. Caracteriza-se basicamente pelos basidiomas amarelo-claros e basidiosporos globosos a subglobosos com apículo curto, caracterís- ticas estas que coincidem com as do material adicional examinado e com a descrição feita por Coker & Couch (1928). Este é o primeiro registro de B. pila para o Brasil.

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