Top PDF Número e peso de perfilhos no pasto de capim-braquiária sob lotação contínua.

Número e peso de perfilhos no pasto de capim-braquiária sob lotação contínua.

Número e peso de perfilhos no pasto de capim-braquiária sob lotação contínua.

Com relação ao peso unitário, verificou-se que a altura da planta no pasto de B. decumbens cv. Basilisk incrementou linearmente (p < 0,10) os pesos dos perfilhos vegetativos e reprodutivos (Figura 1). Provavelmente, plantas de maior altura permaneceram por mais tempo com índice de área foliar (IAF) próximo ao IAF crítico, a partir do qual se intensifica a competição por luz no dossel. Nessa condição, acentua-se o processo de alongamento do colmo para expor as novas folhas na região superior do dossel, onde a luminosidade é maior. Desse modo, o alongamento do colmo resultou no maior peso dos perfilhos nas plantas com maior altura. Realmente, pastos mais altos são constituídos de perfilhos mais compridos e em menor número, que normalmente são mais pesados (SBRISSIA; DA SILVA, 2008), pelo fato de possuírem fitômeros maiores.
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Características estruturais do pasto de capim-braquiária de acordo com a localização das fezes.

Características estruturais do pasto de capim-braquiária de acordo com a localização das fezes.

RESUMO - Objetivou-se avaliar o efeito da localização das fezes de bovinos sobre as características de perfilhos vegetativos e reprodutivos, a massa dos componentes da planta, a densidade volumétrica da forragem e a altura do pasto de Brachiaria decumbens, cv. Basilisk, manejado sob lotação contínua. O delineamento foi em blocos casualizados, com três repetições, em esquema de parcela subdivida, considerando parcelas os locais próximos e distantes das fezes e subparcelas as categorias de perfilhos vegetativos e reprodutivos. A massa de lâmina foliar viva (LFV) por perfilho em locais próximos às fezes (0,14 g) foi maior que nos locais distantes das fezes (0,08 g), contrariamente ao verificado para a composição de massa de lâmina foliar morta por perfilho. A massa de LFV nos perfilhos vegetativos (0,15 g) foi maior que nos perfilhos reprodutivos (0,06 g). Por outro lado, a massa de colmo (0,38 g) e de lâmina foliar morta (0,20 g) foi maior nos perfilhos reprodutivos. O peso dos perfilhos das plantas próximas às fezes foi maior (0,58 g) que daqueles distantes das fezes (0,17 g). Em locais próximos das fezes, o número de perfilhos vegetativos foi menor, enquanto o de perfilhos reprodutivos foi maior. Maiores massas de colmo verde, forragem verde e forragem total do pasto foram observados nos locais próximos das fezes, quando comparadas aos distantes. Mesmo resultado foi obtido para a altura do pasto. A estrutura do pasto de Brachiaria decumbens é modificada pela localização das fezes dos bovinos em pastejo. A deposição de fezes por bovinos constitui fator de heterogeneidade espacial da vegetação em pastagem.
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Capim-braquiária sob lotação contínua e com altura única ou variável durante as estações do ano: morfogênese e dinâmica de tecidos.

Capim-braquiária sob lotação contínua e com altura única ou variável durante as estações do ano: morfogênese e dinâmica de tecidos.

Nesse contexto, vale salientar que muitas estratégias de manejo são realizadas, mesmo sem comprovação científica, para melhorar a rebrotação dos pastos na primavera, tais como a realização de roçadas e ou o emprego da queima do pasto no final do inverno. É provável que o corte intenso do pasto pela roçada resulte em alta mortalidade de perfilhos e grande quantidade de tecidos mortos sobre o solo, o que reduziria o número de gemas com potencial de originar novos perfilhos e, por conseguinte, diminuiria a velocidade de rebrotação do pasto no início da primavera. Por outro lado, o uso da queima do pasto, quando realizado frequentemente, especialmente em áreas de relevo acidentado e com solos de baixa fertilidade natural, pode resultar em perdas de nutrientes, o que, em médio e longo prazo, pode causar a degradação da pastagem.
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Variabilidade espacial e dinâmica do acúmulo de forragem em pastos de capim-braquiária sob lotação contínua

Variabilidade espacial e dinâmica do acúmulo de forragem em pastos de capim-braquiária sob lotação contínua

Esse resultado (Figura 29) também pode ser compreendido com base no crescimento foliar. Durante a formação dos primórdios foliares, a região meristemática se divide em duas bandas, em que a superior e a inferior correspondem às regiões meristemáticas das lâminas e das bainhas foliares, respectivamente; e entre as bandas haverá a formação da lígula (Nascimento Jr & Adese, 2004). Dessa forma, em perfilhos mais compridos, o maior percurso da lâmina foliar desde o meristema até a sua emergência (Skiner & Nelson, 1995) acaba resultando, simultaneamente, em maior percurso da bainha foliar. Com isso, o pseudocolmo (conjunto de bainhas foliares concêntricas e sobrepostas) e, posteriormente, o colmo acabam atingindo maiores comprimentos, o que resulta em maior participação relativa de colmo no crescimento do perfilho de maior tamanho, uma vez que o colmo apresenta maior razão peso/comprimento. Esse é um dos motivos da maior contribuição do pseudocolmo no crescimento do pasto de capim-braquiária com 25 cm no inverno, contrariamente ao verificado nos pastos com 15 cm.
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Capim-braquiária sob lotação contínua e com altura única ou variável durante as estações do ano: dinâmica do perfilhamento.

Capim-braquiária sob lotação contínua e com altura única ou variável durante as estações do ano: dinâmica do perfilhamento.

Para avaliação da dinâmica do perfilhamento, em cada unidade experimental (piquete), foram delimitados três locais, com área de 0,0625 m², representativos da condição média inicial do pasto. Esses locais foram demarcados utilizando-se moldura metálica pintada na cor branca e com formato de um quadrado de 25 cm de lado. Esta moldura foi fixada ao solo por meio de dois grampos metálicos e não foi removida até o término do experimento. No início da avaliação, todos os perfilhos dentro das molduras, foram contados e marcados com arame liso revestido de plástico colorido. A partir daí, a cada 30 dias, todos perfilhos foram novamente contados e os perfilhos novos foram marcados com arame de cor diferente para identificar as novas gerações. Os perfilhos mortos tiveram seus arames de identificação retirados. Considerou-se perfilho morto aquele desaparecido, seco ou em estádio avançado de senescência. Com esses dados, calcularam-se as taxas de aparecimento de perfilho (TApP), de mortalidade de perfilho (TMoP), de sobrevivência de perfilho (TSoP) e de florescimento de perfilho (TFloP), de acordo com metodologia proposta por Carvalho et al. (2000). Adicionalmente, a partir dos dados originais de contagem de perfilhos foram geradas, mensalmente, curvas de variação mensal no número das gerações de perfilhos nos pastos.
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Comparação de três métodos para estimativa do índice de área foliar em pastos de capim-marandu sob lotação contínua.

Comparação de três métodos para estimativa do índice de área foliar em pastos de capim-marandu sob lotação contínua.

RESUMO - Objetivou-se comparar três métodos de determinação do IAF em pastos de capim-marandu (Brachiaria brizantha Hochst. ex A. Rich cv. Marandu) mantidos a quatro alturas de pastejo (10, 20, 30, e 40 cm) por meio de lotação contínua com bovinos de corte. Foram comparados um método direto, destrutivo (IAF MD ), um método indireto, destrutivo, baseado no uso da densidade populacional de perfilhos e área foliar média por perfilho (IAF DPP ), e um método indireto, não destrutivo, baseado no uso de um aparelho analisador de dossel LAI-2000 (LAI LICOR ). O IAF MD foi estimado por meio de coletas de amostras de forragem contidas no interior de quatro retângulos de 0,11 m 2 (0,30 × 0,37 m). As avaliações foram realizadas mensalmente e agrupadas em cinco épocas do ano: verão, outono, inverno, início e final de primavera. O experimento foi realizado segundo um delineamento de blocos completos casualizados, com quatro repetições, e arranjo de parcelas subdivididas, em que as alturas corresponderam às parcelas e os métodos, às subparcelas. Em comparação aos outros dois métodos, o analisador de dossel superestima os valores de IAF, provavelmente em virtude da grande deposição de material morto na base do pasto, principalmente naqueles mantidos mais altos. O IAF MD foi o método que melhor detectou variações entre alturas e épocas do ano e o IAF DPP resultou em valores intermediários, com padrão de evolução nos valores absolutos similar ao registrado para o IAF MD . O analisador de dossel não deve ser utilizado visando coletar dados de IAF para fins de simulação e modelagem matemática ou para estimar a eficiência de uso da radiação incidente.
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Caracterização dos perfilhos em pastos de capim-braquiária diferidos e adubados com nitrogênio.

Caracterização dos perfilhos em pastos de capim-braquiária diferidos e adubados com nitrogênio.

RESUMO - Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar o perfilhamento e as características estruturais de perfilhos em pastos de Brachiaria decumbens cv. Basilisk sob três períodos de diferimento da pastagem (73, 95 e 116 dias) e quatro doses de nitrogênio (N) (0, 40, 80 e 120 kg/ha). O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com três repetições, em esquema de parcelas subdivididas. O número de perfilhos vegetativos (PV) reduziu com o aumento do período de diferimento. Houve interação entre período de diferimento e dose de N para a densidade populacional de PV. O maior período de diferimento elevou o número de perfilhos reprodutivos (PR) nos pastos de capim-braquiária, mas não houve efeito da dose de N sobre o número de perfilhos reprodutivos. O número de perfilhos mortos não foi influenciado pelos fatores estudados. Tanto o período de diferimento quanto a adubação nitrogenada aumentaram o peso de todas as categorias de perfilhos de capim-braquiária. As características estruturais dos perfilhos presentes nos pastos diferidos foram alteradas pelo período de diferimento e pela dose de nitrogênio. A redução do período de diferimento e a adubação nitrogenada são estratégias de manejo adequadas para aumentar o número de perfilhos vegetativos em pastos de Brachiaria decumbens cv. Basilisk.
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Alternativas de manejo do capimtifton 85 sob pastejo por cabras leiteiras em lotação rotativa

Alternativas de manejo do capimtifton 85 sob pastejo por cabras leiteiras em lotação rotativa

Avaliaram-se características estruturais e os componentes de biomassa do dossel de capim- tifton 85 manejado sob lotação rotativa com diferentes estratégias de manejos. Os manejos consistiam em Convencional (altura residual 10 cm e sem adubação), Leve (altura residual 20 cm e sem adubação), Moderado (altura residual 20 cm e adubação equivalente a 300 kg de N/ha x ano) e Intensivo (altura residual 10 cm e adubação equivalente a 600 kg de N/ha x ano). Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado, com medidas repetidas no tempo, em dois períodos do ano, com quatro repetições por manejo. As variáveis estruturais analisadas foram o Índice de Área Foliar (IAF; IAFr), Altura do pasto, Densidade Populacional de Perfilhos (DPP; DPPr), Número de Folhas/Perfilho, Período de descanso (PD) e a Interceptação da radiação fotossinteticamente ativa residual (IRFAr) em pré-pasto e residual. Os componentes de biomassa analisados foram a Massa seca de forragem total (MSFT, MSFTr) de forragem verde (MSFV, MSFVr), de forragem morta (MSFM, MSFMr), de lâmina foliar verde (MSLV, MSLVr), de colmo verde (MSCV, MSCVr), relação Material vivo/Material morto (MV/MM, MV/MMr) e Folha/Colmo tanto em pré-pastejo como em residual. Houve efeito dos manejos e do período do ano para o IAF e Atura pré-pastejo. Ocorreu uma interação entre os manejos e os períodos do ano na DPP, Nº de Folhas vivas/perfilho e PD. Houve efeito dos manejos sobre o tipo de perfilhamento. Os manejos Moderado e Leve (7292 e 7011 kg/ha, respectivamente) apresentaram os maiores valores de MSFT. Ocorreu efeito dos manejos e do período do ano sobre a MSFV. Os manejos (Leve = 2648 kg/ha) e o período do ano (Chuvoso = 2162 kg/ha) afetaram a MSFM. A relação MV/MM sofreu efeito da interação entre os manejos e os períodos do ano, sendo a maior relação MV/MM para o manejo Intensivo e período o seco. Tanto os manejos
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Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

Estrutura do pasto de capim-braquiária com variação de alturas.

RESUMO - Este trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar as características estruturais da Brachiaria decumbens cv. Basilisk. Foram avaliadas quatro alturas de plantas (10, 20, 30 e 40 cm) dentro de uma mesma pastagem, em um delineamento experimental de blocos casualizados com duas repetições. A variação na altura inicial das plantas no pasto de capim-braquiária apresentou resposta linear e negativa. As massas de lâmina foliar verde, colmo verde, material morto, forragem verde e forragem total aumentaram linearmente com a altura das plantas no pasto. Contrariamente, houve redução linear na relação lâminas foliares verdes/colmos verdes com a altura das plantas no pasto (de 1,16 para 0,58). A altura das plantas no pasto teve efeito mais pronunciado sobre o aumento das massas de colmo verde e material morto que sobre a massa de lâmina foliar verde. A densidade volumétrica de lâminas foliares verdes decresceu (de 97,09 para 39,07 kg/cm.ha de MS) com a altura das plantas no pasto. Mesma resposta ocorreu para as densidades volumétricas de forragem verde (de 181,62 para 107,85 kg/cm.ha de MS) e forragem total (de 283,39 para 195,72 kg/cm.ha de MS). Por outro lado, não houve efeito da altura das plantas no pasto sobre as densidades volumétricas de colmos verdes e material morto, que apresentaram valores médios de 80,95 e 95,61 kg/cm.ha de MS, respectivamente. A altura das plantas no pasto teve efeito quadrático sobre a interceptação de luz pelo dossel. Áreas da pastagem com alturas de 10, 20, 30 e 40 cm apresentaram valores de interceptação luminosa de 56,15; 85,16; 93,39 e 96,57%, respectivamente. Ocorre variação espacial e temporal na estrutura do pasto de B. decumbens manejado sob lotação contínua.
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Demografia de perfilhos basilares em pastagem de Brachiaria decumbens adubada com nitrogênio.

Demografia de perfilhos basilares em pastagem de Brachiaria decumbens adubada com nitrogênio.

RESUMO - Em um ensaio de pastejo sob lotação contínua avaliaram-se as taxas de aparecimento, mortalidade e sobrevivência, a porcentagem de florescimento e a densidade populacional de perfilhos basilares em uma pastagem de Brachiaria decumbens adubada com quatro doses de nitrogênio (75, 150, 225 e 300 kg/ha.ano). Os resultados foram agrupados em três períodos do ano: fevereiro a abril, maio a agosto e setembro a novembro. O experimento foi conduzido em parcelas subdivididas no tempo segundo delineamento em blocos completos casualizados, com duas repetições. A adubação nitrogenada foi parcelada em três aplicações: a primeira no mês de dezembro de 2002, a segunda em janeiro de 2003 e a terceira em março de 2003. A avaliação demográfica foi realizada em perfilhos demarcados por um anel de PVC. A partir da população inicial, a cada mês os perfilhos foram identificados utilizando-se arames de cores diferenciadas. Para avaliação da densidade populacional de perfilhos basilares (vegetativos, reprodutivos e mortos), foram colhidas amostras de plantas delimitadas por três quadrados de 25 x 25 cm por piquete. A adubação nitrogenada influenciou as taxas de aparecimento e sobrevivência, o número de perfilhos vegetativos e a mortalidade de perfilhos na primeira e segunda gerações após o início das avaliações. As maiores taxas de aparecimento ocorreram nos períodos de fevereiro/abril e setembro/novembro, enquanto a maior taxa de mortalidade, em fevereiro/abril. A densidade populacional de perfilhos também variou, atingido os maiores valores no período de fevereiro/abril. O florescimento do capim-braquiária se concentrou nos meses de fevereiro a maio.
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Estrutura do capim-braquiária em locais de um mesmo pasto com três intensidades de pastejo

Estrutura do capim-braquiária em locais de um mesmo pasto com três intensidades de pastejo

RESUMO. Objetivou-se avaliar a estrutura da Brachiaria decumbens cv. Basilisk em locais do mesmo pasto com intensidades de pastejo variáveis (subpastejado, pastejo adequado e sobrepastejado). Os pastos foram manejados com bovinos de 200 kg sob lotação contínua e taxa de lotação variável para manter sua altura em 25 cm. O delineamento em blocos ao acaso, com três repetições, foi utilizado. As alturas do pasto (38,0 cm) e da planta estendida (85,2 cm) foram maiores no local subpastejado. O índice de tombamento foi menor no local com pastejo adequado (1,28). No local subpastejado, as massas de lâmina foliar verde (3442 kg ha -1 de MS), colmo
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Características morfogênicas e estruturais dos pastos e desempenho de novilhos em capim-braquiária sob diferentes alturas

Características morfogênicas e estruturais dos pastos e desempenho de novilhos em capim-braquiária sob diferentes alturas

RESUMO – Objetivou-se com este estudo avaliar a produção de forragem e as características morfogênicas e estruturais dos pastos de capim-braquiária submetidos a quatro alturas. Os tratamentos (quatro alturas dos pastos – 10, 20, 30 e 40 cm) foram distribuídos em um delineamento experimental inteiramente casualizado, com duas repetições. O experimento foi realizado no Setor de Forragicultura da Universidade Federal de Viçosa-MG, numa área constituída de oito piquetes, variando de 2.524 m 2 a 3.994 m 2 e um piquete reserva. O método de pastejo foi em lotação contínua, com taxa de lotação variável, mantendo-se dois animais-teste por piquete, durante o período experimental, com adição e retirada de animais de equilíbrio para manter as alturas dos pastos constantes em cada tratamento. As alturas foram medidas três vezes por semana, em 50 pontos de cada unidade experimental. As taxas de alongamento de pseudocolmo intacto, pseudocolmo pastejado, lâmina intacta, lamina pastejada, filocrono, duração de vida da folha, comprimento final da lâmina, taxa de senescência das lâminas intactas e pastejadas aumentaram, e a taxa de aparecimento foliar e a relação lâmina:colmo diminuíram com as alturas do pasto. Os números de folhas vivas total, intactas e pastejadas não tiveram padrão definido com as alturas dos pastos. Apesar de menores taxas de alongamento de pseudocolmo e de lâminas foliares, pastos mais baixos apresentaram maior taxa de acúmulo de forragem.
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Valor nutritivo de perfilhos e componentes morfológicos em pastos de capim-braquiária diferidos e adubados com nitrogênio.

Valor nutritivo de perfilhos e componentes morfológicos em pastos de capim-braquiária diferidos e adubados com nitrogênio.

Sob maior período de diferimento, houve uma tendência de que os perfilhos vegetativos e reprodutivos se equiparassem em termos de valor nutritivo. Para as cinco características do valor nutritivo avaliadas, quatro (FDN, FDNi, MSpoD e PB) apresentaram diferença (P<0,10) entre perfilhos quando comparadas no menor período de diferimento (73 dias). Contrariamente, quando a comparação foi realizada no pasto submetido ao maior período de diferimento (116 dias), apenas duas características (FDN e PB) foram distintas (P<0,10) entre os perfilhos (Tabela 4). Períodos de diferimento maiores permitem o maior desenvolvimento do perfilho vegetativo e sua maior diferenciação morfológica, fazendo-o possuir maior número de fitômeros. Isso faz com que os perfilhos vegetativos fiquem em um estádio de desenvolvimento mais próximo do perfilho reprodutivo, ou seja, os perfilhos vegetativos assumem características morfológicas e de valor nutritivo semelhantes ao do perfilho reprodutivo. Nesse contexto, o incremento do período de diferimento não constitui ação de manejo adequada para a melhoria do valor nutritivo da forragem porque, além de seu efeito já conhecido de redução no número de perfilho vegetativo (Santos et al., 2009d), também ocorre diminuição no valor nutritivo do perfilho vegetativo (Tabela 4).
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Análise de componentes principais entre características morfogênicas e estruturais em capim-marandu sob lotação contínua.

Análise de componentes principais entre características morfogênicas e estruturais em capim-marandu sob lotação contínua.

(HAIR et al., 1998). Brevemente, a análise de componentes principais gera novas variáveis que são funções lineares das variáveis originais. Nesse sentido, a ACP maximiza a proporção da variância do conjunto de dados expresso por sucessivos componentes principais (CPs) que não são correlacionados entre si. A principal utilidade da ACP é reduzir a dimensionalidade do conjunto de dados, retendo tanta informação quanto possível num menor número de CPs. Assim, o primeiro componente principal (CP) é a combinação das variáveis que explica a maior proporção da variação total dos dados. O segundo CP define a maior variação seguinte e assim sucessivamente. Recentemente, a efetividade do uso de outra técnica de análise multivariada (Correlação Canônica) na interpretação de resultados de pesquisa com plantas forrageiras foi demonstrada por NAVE et al. (2009). O objetivo deste trabalho foi verificar se as hipóteses testadas de acordo com técnicas de estatística univariada por SBRISSIA & DA SILVA (2008) e SBRISSIA et al. (2010) podem ser validadas por meio de análise de componentes principais. Detalhes da área experimental e dos métodos de coleta e avaliação dos dados podem ser encontrados nos mesmos trabalhos, os quais objetivaram detectar padrões de compensação tamanho/densidade populacional de perfilhos, dinâmica do perfilhamento e alterações sazonais em longevidade de folhas como forma de economia de recursos em pastos de capim-marandu sob lotação contínua.
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Suplementação de novilhas de corte em pastagem de capim-Marandu submetidos à intensidades de pastejo sob lotação contínua

Suplementação de novilhas de corte em pastagem de capim-Marandu submetidos à intensidades de pastejo sob lotação contínua

RESUMO – Objetivou-se com o presente trabalho avaliar a estrutura do dossel de Brachiaria brizantha cv. Marandu submetido à alturas de pastejo sob lotação contínua e estratégias de suplementação dos animais durante o período das águas. Pretendeu-se observar também as relações dessas variáveis com o comportamento de novilhas Nelore. Os tratamentos corresponderam à combinação entre três alturas do dossel (15, 25 e 35 cm) e três suplementos (sal mineral e dois suplementos protéicos energéticos, fornecidos 0,3% do PC/dia, em que um foi formulado com alta e outro com baixa relação entre proteína degradável no rúmen e energia). O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com duas repetições e as avaliações realizadas de janeiro a abril 2008. O tipo de suplementação não influenciou em nenhuma variável relacionada com a estrutura do dossel (P>0,05). Nas maiores alturas de pasto observou-se aumento da massa de forragem total e verde, assim como maior relação verde/morto (P<0,05). A relação folha/colmo foi maior nos pastos baixos (P<0,05). A variação da estrutura do dossel proporcionou mudança no comportamento ingestivo dos animais. Os animais, nos pastos mantidos nos pastos de 15 cm de altura, permaneceram pastejando por mais tempo, aumentaram o tempo de cada refeição, porém o número de refeições foi menor em relação àqueles nos pastos com 35 cm de altura. O tempo de pastejo dos animais que receberam suplemento protéico energético foi menor apenas no período em que esse foi fornecido. A estrutura do dossel é afetada pela altura do dossel e por sua vez interfere no comportamento animal. O suplemento alimentar não interfere na estrutura do dossel em pastos com altura semelhantes.
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Estrutura do dossel, consumo e desempenho animal em pastos de capim-marandu sob lotação contínua.

Estrutura do dossel, consumo e desempenho animal em pastos de capim-marandu sob lotação contínua.

Avaliaram-se o valor nutritivo, a estrutura do dossel, a ingestão de forragem e a produção animal de novilhos em pastos de capim-marandu submetidos a três intensidades de pastejo. O delineamento experimental foi de blocos completos ao acaso, com duas repetições e três intensidades de pastejo, representadas pelas alturas do pasto de 15, 30 e 45cm. Mensalmente, os pastos foram amostrados para as estimativas das características estruturais do dossel e o valor nutritivo da forragem. A ingestão de matéria seca pelos animais foi estimada no verão e no outono de 2008. A oferta de forragem decresceu à medida que aumentou a intensidade de pastejo. Pastos manejados com 15cm de altura apresentaram maior valor nutritivo e estrutura do dossel mais favorável à apreensão de forragem pelos animais. A oferta limitou a ingestão de forragem no pasto com 15cm de altura, consequentemente se verificaram menor ganho de peso e maior taxa de lotação. Foram observados ganhos por área semelhantes nos pastos com 15 e 30cm, e ganhos mais elevados no pasto com 45cm. Durante o período das águas, o capim-marandu deve ser utilizado entre 15 e 30cm de altura sob lotação contínua.
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Características morfogênicas e estruturais de perfilhos de capim-braquiária em locais do pasto com alturas variáveis.

Características morfogênicas e estruturais de perfilhos de capim-braquiária em locais do pasto com alturas variáveis.

RESUMO - O experimento foi conduzido com o objetivo de avaliar a influência das variações naturais da altura da planta no mesmo pasto sobre as características morfogênicas e estruturais da Brachiaria decumbens cv. Basilisk manejada sob lotação contínua com bovinos. Foram avaliadas quatro alturas de plantas (10, 20, 30 e 40 cm) no mesmo pasto manejado com altura média de 25 cm. Adotou-se o delineamento em blocos ao acaso com duas repetições. A taxa de aparecimento foliar do capim- braquiária foi influenciada linear e negativamente pelas alturas das plantas no mesmo pasto. Os perfilhos presentes nos locais com maior altura apresentaram maior filocrono (9,3 dias). A maior altura das plantas no mesmo pasto promoveu maiores taxas de senescência foliar e de alongamento de pseudocolmo no perfilho. A duração de vida da folha (37,8 dias) e a taxa de alongamento foliar (1,3 cm/perfilho.dia) não foram influenciadas pela altura da planta. Os números de folhas vivas (4,36) e mortas (2,15) também não foram modificados pela altura da planta. Já a maior altura das plantas resultou em aumento linear de 69% no número de folhas com desfolhação. Os comprimentos do pseudocolmo e da lâmina foliar responderam linear e positivamente ao aumento na altura da planta no mesmo pasto. A variação natural na altura da planta no mesmo pasto altera as características morfogênicas e estruturais do capim-braquiária. Existe variabilidade espacial da vegetação em pastos de Brachiaria decumbens cv. Basilisk manejados sob lotação contínua com bovinos.
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ESTRUTURA DO PASTO E COMPORTAMENTO INGESTIVO DE BOVINOS MANTIDOS EM PASTAGEM DE CAPIM-PIATÃ, MANEJADO SOB LOTAÇÃO CONTÍNUA

ESTRUTURA DO PASTO E COMPORTAMENTO INGESTIVO DE BOVINOS MANTIDOS EM PASTAGEM DE CAPIM-PIATÃ, MANEJADO SOB LOTAÇÃO CONTÍNUA

Nesse cenário um fator importante a ser entendido é a diferença existente entre os termos manejo da pastagem e manejo do pastejo. O manejo da pastagem é caracterizado por um conjunto de ações realizados no solo, planta e meio ambiente que visam o bem estar e a produtividade da comunidade de plantas e do meio ambiente, essas práticas podem ser descritas como: Conservação do solo, correção e fertilidade do solo, combate a pragas e doenças, subdivisões de áreas, dimensionamento de aguadas e pontos de fornecimento, etc. (DIAS FILHO, 2005). O manejo do pastejo é caracterizado por uma série de fatores e suas interações que afetam o comportamento ingestivo dos animais afetando o desempenho animal (PARDO et. al, 2003) e as respostas da comunidade vegetal quanto à estrutura e dinâmica populacional de perfilhos, inferindo consequentemente na viabilidade do sistema.
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Estabilidade da população de perfilhos de capim-marandu sob lotação contínua e adubação nitrogenada.

Estabilidade da população de perfilhos de capim-marandu sob lotação contínua e adubação nitrogenada.

Utilizando‑se as medidas mensais, foram verificadas  as alterações no número de plantas de cada geração em cada avaliação, a partir das quais foram calculados o  balanço  entre  aparecimento  e  morte  de  perfilhos  e o índice de estabilidade da população (Bahmani et al., 2003). A taxa de sobrevivência de perfilhos foi  calculada pela equação TSP = 100 (número de perfilhos  marcados anteriormente e vivos na marcação atual/ número total de perfilhos vivos na marcação anterior).  O índice de estabilidade da população, calculado com base na relação entre as taxas de sobrevivência e de aparecimento  de  perfilhos,  foi  obtido  pela  seguinte  equação: Pf/Pi = TSP(1 + TAP), em que: Pf/Pi corresponde à população atual (Pf), expressa como proporção  da  população  inicial  de  perfilhos  em  um  determinado período de avaliação (Pi); e TSP e TAP são taxas de sobrevivência e aparecimento de perfilhos  durante esse mesmo período, respectivamente. Quando o índice é igual a 1, a população de perfilhos está em  equilíbrio  e  permanece  estável.  Valores  inferiores  a  1  significam  que  os  pastos  têm  sua  estabilidade  comprometida, e indicam que a população de perfilhos  tende a diminuir, uma vez que o aparecimento de novos perfilhos não seria suficientemente grande em relação à  sua mortalidade para manter a densidade populacional. Por outro lado, valores superiores a 1 indicam tendência de  aumento  na  população  de  perfilhos  (Bahmani  et al., 2003). Os valores observados de TSP, balanço entre  aparecimento  e  morte  de  perfilhos  e  índice  de  Figura 1. Precipitação e temperatura máxima, média e
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Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha.

Estrutura do capim-braquiária em relação à planta daninha.

RESUMO. O objetivo foi avaliar as características estruturais da Brachiaria decumbens cv. Basilisk em relação à planta daninha Solanum sisymbrifolium no pasto. Os tratamentos foram dois locais no mesmo pasto, quais sejam, próximo e distante da planta daninha. O delineamento foi em blocos ao acaso com três repetições. O pasto foi manejado sob lotação contínua, com bovinos e com altura média de aproximadamente 25 cm. Foram quantificadas as densidades populacionais das categorias de tamanho dos perfilhos, a altura, a interceptação de luz, as massas e as densidades volumétricas dos componentes morfológicos do pasto. No local distante da planta daninha houve maior ocorrência de perfilhos com tamanho inferior a 20 cm. Já no local próximo da planta daninha, predominaram perfilhos com tamanho superior a 40 cm. A presença da planta daninha ocasionou aumento na altura do pasto e incremento na interceptação de luz pelo dossel. As massas e as densidades volumétricas de lâmina foliar viva, colmo vivo e material morto foram inferiores no local próximo da planta daninha em relação ao local distante. A ocorrência da planta S. sisymbrifolium provoca variabilidade espacial da vegetação no pasto de B. decumbens manejado sob lotação contínua com bovinos.
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