Top PDF Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

Nutrientes no solo em floresta de terra firme cortada seletivamente na Amazônia Central.

nutrientes em uma área de manejo florestal em floresta de terra firme na.. Amazônia Central. Tese de Doutorado, [r]

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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Assim, nos trópicos, o padrão de ciclagem de nutrientes depende de várias adaptações e interações biológicas, inclusive mutualísticas entre microorganismos e plantas, que propiciam a conservação de nutrientes; a remoção desta bem-organizada estrutura biótica implica na perda de nutrientes por lixiviação sob condições de altas temperaturas e chuvas intensas. Com o objetivo de verificar se intervenções humanas menos drásticas, como a extração seletiva de madeira (E.S.M.), causa alterações nas concentrações de nitrato, amônio, potássio, cálcio, magnésio e sódio na solução do solo, o presente estudo foi conduzido em uma área de floresta de terra firme na Amazônia central submetida ao corte seletivo, que produziu diferentes níveis de dano à floresta: floresta remanescente, borda de floresta, borda de clareira e centro de clareira.
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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Melo-Ivo et al. (1997) constataram que logo após o corte seletivo de árvores, com a formação de clareiras, ocorreu um aumento, tanto da umidade do solo quanto de concentração nutrientes na solução do solo, devido à disponibilidade de materiais de fácil decomposição, como raízes mortas e a liteira acumulada, que aumentaram suas entradas no solo. A diminuição do dossel florestal e a diminuição do sistema radicular possivelmente tenham sido os principais causadores do aumento do conteúdo de água no solo nas clareiras (Melo-Ivo et al., 1997; Ferreira et al., 2004). Os solos da Estação de Manejo Florestal da ZF-2 apresentam baixa disponibilidade de nutrientes para as plantas (Ferraz et al., 1998) e, considerando que ocorreu uma diminuição da demanda de nutrientes com a remoção de árvores e conseqüentemente morte de suas raízes, maior concentração de nutrientes disponíveis no solo das clareiras. Por outro lado, aumentou a exposição do solo à entrada de água da chuva e de luz, deixando os nutrientes suscetíveis ao transporte para as camadas mais profundas do solo e, assim, a sua exportação do sistema solo-planta, pelos processos de fluxo de solutos: convectivo, difusão, dispersão hidrodinâmica e o combinado destes ( Hillel, 1998).
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Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

Emergência de flebotomíneos (Diptera: Psychodidae) em chão de floresta de terra firme na Amazônia Central do Brasil: uso de um modelo modificado de armadilha de emergência.

já que sobre estas são colocados pedaços de madeira e solo. No aparato da parte superior da armadilha, um pote plástico de 11 cm de largura por 10 de altura, cujo fundo foi removido, é colocado sobre o ápice da armação metálica e pelo seu interior é introduzida a manga da rede. A parte da manga que transpassa a extensão do pote é dobrada para o lado externo, e em seguida presa pela tampa oca do próprio pote. Sobre este pote, um funil, perfeitamente encaixado, conecta toda a parte inferior da armadilha a um segundo pote plástico (coletor) com 7 cm de largura por 7 de altura, no qual fica armazenado uma solução conservante à base de água, álcool 96%, ácido acético 10% e caulim. Depois de instaladas, as armadilhas eram cobertas com sacos plásticos transparentes a fim de evitar chuva direta sobre as mesmas.
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Estratificação vertical da fauna de flebótomos (Diptera, Psychodidae) numa floresta primária de terra firme da Amazônia Central, Estado do Amazonas, Brasil.

Estratificação vertical da fauna de flebótomos (Diptera, Psychodidae) numa floresta primária de terra firme da Amazônia Central, Estado do Amazonas, Brasil.

Em u m a á rea d e flo resta p rim á ria d e terra firm e (Figu ra 2), d e ap roxim ad am en te 1h a, foi realizad a a coleta d os fleb ótom os, u tilizan d o- se 18 a rm a d ilh a s lu m in o sa s CDC “m in ia tu ra” (Hau sh er’s Mach in e Works, New Jersey, Estad os Un id os), sen d o colocad as seis arm ad ilh as a 1, 10 e 20m de altu ra do solo, n o p eríodo de ou tu - b ro d e 1998 a m arço d e 1999. As arm ad ilh as fo- ram colocad as d u ran te qu atro n oites con secu - tivas p or m ês, n o crep ú scu lo, en tre 17:00 e 6:00 d o d ia segu in te, d u ra n te a fa se d e lu a n ova (Agu iar et al., 1985; Sh erlock et al., 1996).
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Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Efeitos da distância entre iscas nas estimativas de abundância e riqueza de formigas em uma floresta de terra-firme na Amazônia Central.

Coletas com iscas são amplamente utilizadas para investigar a atividade de formigas de solo e vegetação e também podem ser empregadas para estimar o número de espécies e a abundância de formigas. Apesar de ser barata e fácil de implementar, a riqueza e abundância das formigas estimadas por iscas podem ser enviesadas por alguns fatores, como a distância entre iscas. Neste trabalho, avaliamos se a distância entre iscas altera as estimativas de abundância e riqueza de formigas e qual distância entre iscas resulta na melhor relação entre custo financeiro e número de espécies amostradas, objetivo da maioria dos relatórios de impacto ambiental. Amostramos 30 transectos de 100 m com distância entre iscas diferentes (2,5; 3,4; 5; 6,7; 10 e 20 m), distribuídos em uma área de 1 km 2 em uma floresta de terra-firme ao norte de Manaus. Independente da distância entre iscas,
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Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Composição e diversidade florístico-estrutural de um hectare de floresta densa de terra firme na Amazônia Central, Amazonas, Brasil.

Para o inventário florístico, amostraram-se dois transectos de 10 x 500 m, paralelos e distantes 200 m entre si. Cada transecto foi dividido em dez parcelas primárias de 10 x 50 m, dentro das quais mensuraram-se os indivíduos arbóreos, palmeiras e lianas com diâmetro à altura do peito (DAP) ≥ 10 cm. Durante as mensurações, realizaram-se ainda observações de toda vegetação ao longo das parcelas avaliadas, quanto ao porte e diâmetro dos indivíduos e grau de penetração de luz, visando obter informações fisionômicas do ambiente florestal estudado. A altura do fuste (distância da superfície do solo até a primeira bifurcação ou até a inserção dos primeiros galhos) das árvores foi determinada com auxílio de uma trena graduada até 50 m. A altura total (altura do fuste + altura da copa) também foi obtida por comparação com as árvores mais altas de cada parcela que foram medidas por meio da escalada no fuste.
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Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

Distribuição de abundância e tamanho do corpo de invertebrados do folhiço em uma floresta de terra firme na Amazônia Central, Brasil.

restrição pode ter interferido na coleta de espécimes de tamanho muito pequeno. No entanto, foram tomados alguns cuidados no sentido de garantir o sucesso de amostragem, como: sempre que se retiravam as armadilhas fazia-se o nivelamento do solo junto à borda do pit fall; não foi usado nenhum tipo de isca, a fim de evitar seleção de espécies que seriam atraídas pela isca, particularmente.

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Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Características básicas para um agrupamento ecológico preliminar de espécies madeireiras da floresta de terra firme da Amazônia Central.

Das espécies selecionadas 58% apresentaram frutificação anual, enquanto que 42% frutificaram em intervalos irregulares (Tabela 3). Em floresta tropical úmida na Amazônia Central, de um total de 80 espécies arbóreas, frutificaram 52% na estação chuvosa e 48% na estação seca (Alencar, 1998). Uma sazonalidade da dispersão anemocórica na estação mais seca em comparação com a dispersão zoocórica durante o ano inteiro foi relatada p.ex. para árvores da mata atlântica do Brasil (Piña-Rodrigues & Piratelli, 1993). Observando a frutificação das poucas espécies anemocóricas sobre as quais existem dados fenológicos (por exemplo, Alencar, 1998), não foi possível detectar esta sazonalidade, como por exemplo, para Dinizia excelsa e Cedrelinga catenaeformis. A primeira é uma árvore emergente com vagens grandes e indeiscentes que são dispersas, provavelmente à curta distância, no final da época seca e início da época chuvosa. A transição entre época seca e chuvosa se caracteriza na região de Manaus por fortes vendavais, o que pode favorecer a dispersão destas vagens. As sementes de D. excelsa são dormentes devido à impermeabilidade do tegumento (Vastano Junior et al., 1983) e podem permanecer por longo tempo no solo (Vieira, 1996). As sementes de C. catenaeformis são dispersas durante a época chuvosa, também em uma vagem Figura 1 - Meios de dispersão primária dos frutos indeiscentes
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Produção e predação de frutos em Aniba rosaeodora Ducke var. amazonica Ducke (Lauraceae) em sistema de plantio sob floresta de terra firme na Amazônia Central.

Produção e predação de frutos em Aniba rosaeodora Ducke var. amazonica Ducke (Lauraceae) em sistema de plantio sob floresta de terra firme na Amazônia Central.

considerando que as larvas de curculionídeos destroem todo o endosperma do fruto em desenvolvimento (Fig. 2A), é possível especular que o aborto seja uma estratégia da árvore para evitar gastos de energia. Algumas sugestões também poderiam ser consideradas em relação às causas de aborto em frutos, como verificando as influências de limitação nutricionais do solo, de intensidade de polinização, da fonte de pólen, do número de doadores de pólen e dos danos causados por insetos (Lee 1988). Todos estes fatores, além da maior exposição à radiação solar (Spironello et al. 2003), provavelmente afetaram os resultados das análises testando associação entre produtividade e tamanho das árvores de pau-rosa em sistema de plantio.
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Mineralização do nitrogênio incorporado como material vegetal em três solos da Amazônia Central.

Mineralização do nitrogênio incorporado como material vegetal em três solos da Amazônia Central.

Utilizaram-se amostras coletadas na profundidade de 0-30 cm de dois solos de terra firme da região de Manaus, classificados como latossolo amarelo textura muito argilosa e podzólico vermelho-amarelo textura arenosa/argilosa, e de um solo de várzea classificado como glei pouco húmico do Careiro, uma ilha situada após a confluência do rio Solimões e rio Negro na Amazônia Central. Coletaram-se os solos de terra firme em áreas de floresta com vegetação de capoeira e o glei pouco húmico em uma área constituída de solo típico de várzea alta cultivada com plantas perenes. Segundo Falesi (1967), situada a um nível topográfico mais alto, a zona de várzea alta na Amazônia normal- mente fica protegida da ação das enchentes periódicas; nela, as partículas mais grossas sedimentam primeiro, sendo, por isso, mais bem drenada. As amostras de solo foram secas ao ar e, em seguida, passadas na peneira de 2 mm. As principais características físico- químicas desses solos encontram-se no quadro 1.
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Análise estrutural em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

Análise estrutural em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

vegetal; a dominância permite medir o potencial de produção da floresta e constitui uma característica útil na determinação da qualidade de sítio (FINOL, 1971; LONGHI, 1980; LAMPRECHT, 1990); a distribuição diamétrica permite analisar o estado em que se encontra a floresta, assim como fazer inferências sobre a descontinuidade das classes diamétricas; as características ecofisiológicas das espécies e propor alternativas de manejo (SOUZA e JESUS, 1994); e a distribuição espacial permite determinar quais espécies e, ou, qual o número de indivíduos a serem explorados ou mantidos na área, de forma que a reprodução seja garantida (BARROS, 1980; ARAUJO et al., 2000).
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Projeção da distribuição diamétrica de uma floresta explorada seletivamente na Amazônia Ocidental.

Projeção da distribuição diamétrica de uma floresta explorada seletivamente na Amazônia Ocidental.

Em florestas submetidas à exploração florestal e monitoradas por meio de parcelas permanentes, uma estabilização do comportamento em termos de recrutamento e mortalidade deve ser aguardada para a previsão utilizando a Cadeia de Markov, pois logo após a abertura da clareira, decorrente da exploração, o processo dinâmico desse ambiente torna- se acelerado nos primeiros anos, principalmente, devido a mudanças bruscas em termos de quantidade e qualidade de luz, espaço, processo de regeneração de clareiras, competição e mortalidade causadas por danos decorrentes da exploração. Portanto, um período de 5 a 10 anos, quando a floresta
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Estratificação vertical em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

Estratificação vertical em floresta ombrófila densa de terra firme não explorada, Amazônia Oriental.

LONGHI, S. J. A estrutura de uma floresta natural de Araucaria angustifolia (Ber.) O. Ktze, no sul do Brasil. 1980. 198 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Florestal) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 1980. MACIEL, M. N. M.; QUEIROZ, W. T.; OLIVEIRA, F. A. Parâmetros fitossociológicos de uma floresta tropical de terra firme na Floresta Nacional de Caxiuanã-PA. Revista Ciências Agrárias, n. 34, p. 85-106, 2000.

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Produtividade sazonal da floresta e atividade de forrageamento animal em habitat de terra firme da Amazônia.

Produtividade sazonal da floresta e atividade de forrageamento animal em habitat de terra firme da Amazônia.

ítens produzidos pela floresta (fruto, flor e folha) e consumidos pelas espéj cies animais observadas em diferentes épocas do ano, durante os 13 meses d e estudo intensivo em quatro t[r]

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Efeito do forrageamento de Eciton Burchelli (Hymenoptera, Formicidae) sobre a Araneofauna de liteira em uma floresta tropical de terra firme na Amazônia Central.

Efeito do forrageamento de Eciton Burchelli (Hymenoptera, Formicidae) sobre a Araneofauna de liteira em uma floresta tropical de terra firme na Amazônia Central.

Famílias dominantes de aranhas: comparação pelo teste Chi-quadrado entre antes e depois do forrageamento de Eciton burchelli (PHOL: Pholcidae, OCHY: Ochyroceratidae, OONO: Oonopidae, M[r]

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Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

Análise multivariada para estratificação volumétrica de uma floresta ombrófila densa de terra firme, Amazônia Oriental.

Rosa Madeireira, Município de Paragominas, Estado do Pará. Foi realizado um censo (100%), no qual se estimaram os volumes do fuste comercial das árvores com dap ≥ 45 cm de 55 espécies comerciais em 49 talhões de exploração com 10 ha cada um. Reuniram-se os volumes estimados do fuste comercial das árvores individuais por talhão em ordem crescente. Elaborou-se uma matriz X de dados desses volumes, em que cada variável x ij representou o i-ésimo volume classificado no j-ésimo talhão. A matriz X foi utilizada como input nas análises de agrupamento e discriminante. A aplicação da análise de agrupamento, método de Ward, resultou em agrupamentos hierárquicos dos talhões em classes de estoques. A análise do dendrograma permitiu estratificar o povoamento em três grupos homogêneos e distintos, denominados classes I, II e III de estoques volumétricos. A análise discriminante, método de Fisher, indicou que 100% dos talhões foram corretamente classificados. A classificação multivariada da floresta em classes de estoques volumétricos mostrou-se um método eficiente na estratificação de áreas homogêneas de florestas ineqüiâneas, as quais podem se constituir em estratos, compartimentos, classes de sítio e unidades de produção anual.
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Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Dinastíneos (coleoptera, scarabaeoidea, melolonthidae) em uma área de terra firme na Amazônia Central, Brasil1.

Deve-se ressaltar que as diferentes espécies da Amazônia brasileira e de outros países sul- americanos ainda são pouco conhecidas e que somente a partir de levantamentos e coletas re[r]

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O mosaico vegetacional numa área de floresta contínua da planície litorânea, Parque Estadual da Campina do Encantado, Pariquera-Açu, SP.

O mosaico vegetacional numa área de floresta contínua da planície litorânea, Parque Estadual da Campina do Encantado, Pariquera-Açu, SP.

heterogeneity of the vegetation in continuous forested areas – conditioned by coastal plain physiographic features – shows that the protection of the greatest number of environmental situations is needed to promote in situ biodiversity conservation. RESUMO – (O mosaico vegetacional numa área de floresta contínua da planície litorânea, Parque Estadual da Campina do Encantado, Pariquera-Açu, SP). Este trabalho teve como objetivo caracterizar a florística, estrutura e fisionomia de três florestas em distintas situações fisiográficas da planície litorânea. Foram amostradas uma floresta sobre turfeira pouco profunda (floresta turfosa rasa), uma floresta sobre turfeira profunda (floresta turfosa profunda) e uma floresta em solo firme e seco (floresta sobre morrote), todas situadas na área de floresta contínua do Parque Estadual da Campina do Encantado, Pariquera- Açu SP. Foi realizado o levantamento fitossociológico através de blocos de parcelas contíguas de 10 × 10 m – totalizando 1,04 ha – e amostradas todas as árvores com DAP ≥ 4,8 cm. Foram encontradas ao todo 144 espécies, sendo 112 na floresta sobre morrote, 46 na floresta turfosa rasa e cinco na floresta turfosa profunda. A similaridade entre as três florestas foi baixa, com poucas espécies em comum, principalmente em relação às florestas turfosas e a floresta sobre morrote. A floresta sobre morrote apresentou alta diversidade, típica de ambientes florestais tropicais (H’ = 4,06 nat.ind. -1 ). A floresta turfosa rasa
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Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Três locais foram em regiões elevadas, que não são inunda- das, durante a enchente do rio: (1) floresta primária de terra firme, (2) floresta primária numa ilha no arquipé- lago de Ana[r]

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