Top PDF O bairro, um projeto de crítica expandida.

O bairro, um projeto de crítica expandida.

O bairro, um projeto de crítica expandida.

A série O bairro, do escritor angolano-português Gonçalo M. Tavares, começa com a publicação do livro O Senhor Valéry, em 2002, que era apenas um livro isolado, mas depois foram publi- cados O Senhor Henri (2003), O Senhor Brecht (2004), O Senhor Juarroz (2004), O Senhor Kraus (2005), O Senhor Calvino (2005), O Senhor Walser (2006), O Senhor Breton (2008), O Senhor Swe- denborg (2009) e O Senhor Eliot (2010). E aí se começa a ter um desenho da cartografia inoperante do bairro, um projeto em for- mação e futuro, em que estão previstos 39 moradores, seguindo uma estrutura que contém as “formas-trabalho da história”, as “for- mas-duplas” de composição de uma biblioteca de interesses e de algo da história arquivante da literatura. Este projeto, em direção a uma utopia, se emenda antes como possibilidade de convivên- cia ou estrutura relacional, como um princípio de vizinhança no seu desenho mais simples, o de uma cartografia poético-urbana, como a que Will Eisner desenha em uma de suas novelas gráficas, A Vizinhança – Avenida Dropsie. Eisner anuncia algumas ideias sobre isso no prefácio que escreve para essa novela: “Vizinhança tem períodos de vida. Elas nascem, evoluem, amadurecem e morrem” e “As pessoas, não os prédios, são o coração da matéria”.* Tanto é que o próprio Gonçalo M. Tavares afirma em uma entrevista* que brinca muito com o periodismo desse bairro e que procura asse- melhá-lo à lógica da aldeia de Asterix (aldeia que traz também um princípio de vizinhança), personagem de histórias em quadrinhos criadas por Albert Uderzo e René Goscinny no ano de 1959, na França. A aldeia de Asterix, assim como o bairro de Gonçalo, seria então o lugar que resiste à invasão dos bárbaros, palavra espacial que toca uma ideia de vizinhança, espaço de pequenas dimensões que parece ser a ilusão do lugar acolhedor e seguro por excelência. O desenho do bairro, que acompanha as contracapas ou as folhas de rosto das edições publicadas até agora, é extremamente norte- ador dessa comunidade que in-opera não como dispositivo, mas como ato e alteração:
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Viver com qualidade : um projeto de intervenção num bairro social

Viver com qualidade : um projeto de intervenção num bairro social

Através da nossa intervenção procuramos, nomeadamente no trabalho que desenvolvemos com o grupo de senhoras que participaram no espaço ViverMais, realçar a sua dimensão ser e amar, valorizando a sua história de vida enquanto processo educativo/formativo. Tendo em consideração o número de senhoras que participou no projeto (9), pode pensar-se que não é significativo. Contudo, pela assiduidade que estas mantiveram, pelo empenho na realização das atividades e pelos resultados positivos que apontaram para a melhoria da sua qualidade de vida, realçamos a pertinência deste trabalho. Dado que manifestaram, não só o seu agrado e participação no projeto, como apontaram implicações do mesmo na sua vida pessoal e social, sobretudo, ao nível do seu bem – estar emocional. Permitiu que desenvolvessem relações de amizade, partilha e entreajuda com pessoas que conheciam, por residirem no mesmo bairro, mas não conversavam. Permitiu, de uma forma organizada, a ocupação dos tempos livres destas senhoras, usufruindo de momentos de ócio/lazer.
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Parâmetros urbanísticos para habitação de interesse social: uma análise crítica para as Rocas em Natal/RN

Parâmetros urbanísticos para habitação de interesse social: uma análise crítica para as Rocas em Natal/RN

Partindo da rua Silva Jardim, o projeto era novo, sem preocupação de aproveitamento de arruamentos já existentes, como o bairro das Rocas. Os pontos mais importantes do plano eram os acessos entre a parte baixa e a cidade alta; o estabelecimento de um bairro jardim em Santos Reis; a construção de um boulevard de contorno, partindo da cidade baixa, com dez avenidas radiais. A avenida Deodoro descia contornando a lagoa do Jacob, seguindo pela rua São João até o canto do Mangue e daí margeando o rio Potengi, passando pelo forte dos Reis Magos, margeando o oceano até as praias do Meio e Areia Preta. O plano sugere uma avenida partindo da praia de Areia Preta em direção ao sul, hoje implantada como via Costeira. A avenida Duque de Caxias partia da praça Augusto Severo, ligava-se a uma rótula na rua São João e seguia até o Canto do Mangue. Alguns monumentos são ressaltados e outros projetados, mas sem identificação (MIRANDA, 1999).
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TP 02- Análise de obras em Belo Horizonte

TP 02- Análise de obras em Belo Horizonte

Hoje o Terminal Rodoviário permanece como um atrativo porém, sua principal função já não é bem cumprida. A quantidade de ônibus e passageiros que transitam no local já superou sua capacidade o que cria grandes congestionamentos no centro da capital em horários de pico e principalmente em vésperas e finais de feriados. A alguns anos um projeto de lei foi feito para mudarem a rodoviária para o bairro Calafate, porém, devido a protestos da população do local, o projeto permanece parado. Por ser tombado pelo patrimônio, o prédio

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PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO EM SITUAÇÃO DE INCÊNDIO

A Prefeitura Municipal de São Paulo, uma semana depois do incêndio no Edifício Joelma, edita o Decreto Municipal n.º 10.878, que “institui normas especiais para a segurança dos edifícios a serem observadas na elaboração do projeto, na execução, bem como no equipamento e dispõe ainda sobre sua aplicação em caráter prioritá- rio”. Logo após, as regras estabelecidas nessa regulamentação são incorporadas à Lei n.º 8 266 de 1975, o novo Código de Edificações para o Município de São Paulo.

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Estudo termoanalítico da perlita hidrofobizada com óleo de linhaça

Estudo termoanalítico da perlita hidrofobizada com óleo de linhaça

testados vários parâmetros, como por exemplo: a forma do recipiente utilizado para armazenar a amostra, a quantidade de hidrofobizante, a temperatura e o tempo de secagem pós hidrofobização e a forma de homogeneização da perlita com o óleo de linhaça. Embora a proporção de 1:1 em massa tenha satisfeito a hidrofobização da perlita expandida nas frações granulométricas >20 e entre 20 e 32 mesh, não satisfez para a granulometria mais fina, pois esta apresenta uma maior área superficial. Dessa forma aumentou-se essa proporção, ou seja, adicionou-se uma maior quantidade de agente hidrofobizante. Logo, foi utilizada a seguinte metodologia: pesou-se em torno de 5 gramas da perlita expandida em um béquer e transferiu-se para uma placa de petri. Em seguida adicionou-se 7,5 gramas do óleo de linhaça e homogeneizou-se lentamente com um bastão de vidro a cada grama de óleo de linhaça adicionado, utilizado como agente hidrofobizante. Esse procedimento foi realizado com bastante cuidado, uma vez que a perlita expandida é extremamente quebradiça e dificulta o processo de hidrofobização. A incorporação foi realizada na proporção de 1:1,5 em massa. Em seguida, todas as amostras foram secas em uma estufa com circulação forçada de ar a 100 ºC por 1 hora. Armazenou- se em um dessecador e deixou-se esfriar a temperatura ambiente. Após esse procedimento as amostras foram armazenadas em recipientes de vidro. O esquema do processo de hidrofobização simplificado é mostrado na Figura 24 e as diferentes frações granulométricas de perlita hidrofobizadas com óleo de linhaça estão apresentadas na Figura 25.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Heraida Maria Caixeta Borges

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-graduação em Administração Mestrado Heraida Maria Caixeta Borges

Assim sendo, seria necessária e fundamental uma estruturação operacional e logística que permitisse melhoria nos ganhos individuais e coletivos. Deveria ser implementado um planejamento da coleta, gerando competência na triagem dos materiais para incremento do poder de barganha na venda dos produtos da associação proporcionando, integradamente, o desenvolvimento econômico e social desse grupo. (RIBEIRO, 2003). Conforme enfatizado no RTAI do PLC – Adesp e no relato de sua representante, o projeto buscou desenvolver o empoderamento coletivo dos catadores, trabalhando maciçamente a relação escolha e oportunidades, amparado no conceito de que a pobreza está mais ligada aos limites no desenvolvimento das capacidades, do que à renda em si. Buscou também instalar um ambiente de cooperação, desenvolvendo questões pessoais e as relações interpessoais, fundamentais para se desenvolver um empreendimento coletivo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd - CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

As diretrizes curriculares nacionais do ensino médio – DCNEM (1999) procuram superar a dualidade existente entre as características de um ensino propedêutico, paut[r]

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O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: INSTRUMENTO PARA UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: INSTRUMENTO PARA UMA GESTÃO ESCOLAR DEMOCRÁTICA

Outro ponto explicitado no documento é com relação às dimensões política e pedagógica do PPP. Quanto à dimensão política do PPP, o “Documento Orientador” diz que “não há como se falar em planejamento da escola pública descolado de seu ideário e de suas aspirações m aiores, que lhe dão identidade” (SEE/MG, 2004, p. 7). Na elaboração e execução do PPP, as escolhas, decisões e ações possuem um caráter político, assumido mediante uma construção coletiva com participação de todos os segmentos da comunidade escolar, enfraquecendo assim as relações competitivas, autoritárias e burocráticas que costumam prevalecer no interior da escola, oportunizando a vivência de uma gestão democrática. Esse tipo de gestão faz parte da própria natureza da dimensão pedagógica da escola, portanto sendo uma exigência do PPP. Esse envolvimento requer que os atores da comunidade escolar: gestor, os demais profissionais da educação, os pais e os alunos sejam participantes do processo pedagógico e assumam sua parte de responsabilidade pelo projeto da escola. Com relação á dimensão pedagógica, o PPP é o instrumento de intervenção na realidade, o indicador das ações.
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O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

Pretende-se então tes- tar a viabilidade de estimar as taxas de fluxo no ensino regular fundamental (promoção, reten- ção e evasão) utilizando os dados provenientes da Pesquisa Naciona[r]

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CONSELHO DE CLASSE: O FUNCIONAMENTO DE UM ESPAÇO POLÍTICO-PEDAGÓGICO A SER RESSIGNIFICADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

CONSELHO DE CLASSE: O FUNCIONAMENTO DE UM ESPAÇO POLÍTICO-PEDAGÓGICO A SER RESSIGNIFICADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Nesta dissertação de mestrado, o objeto de estudo centra-se no conselho de classe tendo como objetivo avaliar analiticamente seu funcionamento, sua estruturação e condições de atendimento aos objetivos previstos nas normativas do Sistema Educacional de Minas Gerais. Para tanto buscou-se conhecer as origens, permanência e relevância da cultura dessa prática para o trabalho pedagógico. A pesquisa apresenta uma abordagem panorâmica da introdução do conselho de classe nas escolas brasileiras sua institucionalização expandida no período da Lei Federal 5692/71 e sua continuidade na vigência da LDB 9394/96. Partiu-se dessa contextualização para as diretrizes do sistema educacional de Minas Gerais, suas políticas educacionais e suas normatizações para organização e funcionamento das escolas estaduais, como também, do papel da SRE/ Carangola com suas orientações para os trabalhos do conselho de classe. O lócus da pesquisa deteve-se em sete estabelecimentos de ensino que oferecem os anos finais do ensino fundamental optando pelo acompanhamento sistemático, como estudo de caso, em uma destas escolas. Assim buscou-se identificar quais questões estão sendo priorizadas na agenda do conselho de classe, sob a observação da significância desse espaço político-pedagógico, no âmbito da gestão escolar. Nesse sentido, os questionamentos manifestados às normativas sistêmicas, pelas equipes escolares, refletem-se no conselho de classe por meio de seus posicionamentos e concepções educacionais. Considerou-se, portanto, que todo processo que envolve o ensino e a aprendizagem culmina na avaliação coletiva do conselho de classe agregando-lhe a importância de um colegiado pedagógico. Optou-se, assim, pela obtenção de dados mediante uma metodologia de cunho qualitativo, por meio de estudos bibliográficos, registros de informações
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Atenciosamente, Diretoria do PMIMG

Atenciosamente, Diretoria do PMIMG

A iniciação é o processo de reconhecimento formal que um novo projeto existe ou que um projeto existente deve continuar em sua próxima fase (veja Seção 2.1 para discussões mais detalhadas sobre as fases de um projeto). A iniciação formal liga o projeto com o trabalho em execução na organização. Em algumas organizações um projeto é formalmente iniciado somente depois da conclusão de uma avaliação de requisitos, de um estudo de viabilidade, de um plano preliminar ou de qualquer outra forma equivalente de análise que tenha sido iniciada separadamente. Alguns tipos de projetos são iniciados informalmente, especialmente projetos de serviços internos e de desenvolvimento de novos produtos, quando alguma quantidade limitada de trabalho é feita para assegurar as aprovações necessárias para a iniciação formal. Os projetos são, tipicamente, autorizados como resultado de uma ou mais das seguintes situações :
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O ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS DE TRÊS ANOS NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA: UM DESAFIO À GESTÃO DA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O ATENDIMENTO ÀS CRIANÇAS DE TRÊS ANOS NAS ESCOLAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA: UM DESAFIO À GESTÃO DA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A Escola A está situada na zona norte da cidade de Juiz de Fora. Foi inaugurada em 2008 e funcionava em uma casa alugada no bairro para atender à demanda da Educação Infantil que era muito grande naquela região, por não haver escola pública destinada a essa faixa etária. Em 2009 surgiu a necessidade, em razão do grande número de crianças em lista de espera, de atender em três turnos: manhã, intermediário e tarde. Entretanto não foi suficiente frente à crescente demanda que se apresentava e a escola, em 2011, passou a ocupar um prédio de uma escola estadual que havia se instalado em nova sede, iniciando então o atendimento às crianças de 3 anos. Segundo a diretora dessa escola, as professoras nesse ano de 2011 eram professoras contratadas com uma experiência nas Creches públicas que muito contribuíram para o início desse atendimento. (GESTORA DA E. M. A, entrevista concedida em 25 de junho de 2014)
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PROEB E O CONTEXTO DO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO DE CASO EM DUAS ESCOLAS DE CORONEL FABRICIANO – MINAS GERAIS

PROEB E O CONTEXTO DO ENSINO MÉDIO: UM ESTUDO DE CASO EM DUAS ESCOLAS DE CORONEL FABRICIANO – MINAS GERAIS

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, de 1998, respaldadas na propositura de uma nova identidade para essa etapa da educação, indicavam que o Ensino Médio deveria vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social, buscando superar o modelo de ensino pautado na transmissão de conteúdos para os alunos interessados em ingressar no Ensino Superior e o modelo de ensino profissionalizante para àqueles que desejavam inserir-se no mercado de trabalho. As Novas Diretrizes dão mais autonomia às escolas, possibilidade de flexibilização da grade curricular e mais tempo para os alunos que estudam à noite concluírem os estudos. Estas Novas Diretrizes trazem para esse nível de ensino a noção de competências e reafirmam as áreas do conhecimento, a interdisciplinaridade, a contextualização, o projeto pedagógico e o protagonismo da comunidade escolar, além de apresentar o trabalho como princípio educativo, a pesquisa como princípio pedagógico, indicando o trabalho, a ciência, a tecnologia e a cultura como estruturantes da identidade dessa etapa.
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Sally Wendkos Olds • Ruth Duskin Feldman

Sally Wendkos Olds • Ruth Duskin Feldman

Um estudo longitudinal constatou correlações positivas entre a atenção dos pais a seus bebês de 6 meses de idade, medida pela HOME, e QI e escores em testes de desempenho aos 10 anos, as[r]

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O garoto selvagem D LPSRUWkQFLD GDV UHODo}HV VRFLDLV H GD HGXFDomR QR SURFHVVR GH GHVHQYROYLPHQWR KXPDQR

O garoto selvagem D LPSRUWkQFLD GDV UHODo}HV VRFLDLV H GD HGXFDomR QR SURFHVVR GH GHVHQYROYLPHQWR KXPDQR

Considerando a relação que se estabelece entre os processos de desenvolvimento e aprendizagem, configurados numa situação incomum de total isolamento social, refletiu-se sobre as dific[r]

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BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem   as experiências pedagógicas de Jean Itard

BANKS LEITE; GALVÃO [org.]. A educação de um selvagem as experiências pedagógicas de Jean Itard

Desde então, assim que é tomado pela vontade, se ninguém se apresenta para satisfazê-Io, ele entra em casa, pega alguém pelo braço, leva-o ao jardim e põe-lhe entre as mãos as varas do c[r]

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CAMILA IWASAKI O DESAFIO DO ABANDONO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DO PROJETO JOVEM DE FUTURO EM TRÊS ESCOLAS PAULISTAS

CAMILA IWASAKI O DESAFIO DO ABANDONO ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO: ANÁLISE DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DO PROJETO JOVEM DE FUTURO EM TRÊS ESCOLAS PAULISTAS

Como já foi dito anteriormente, constatou-se que a maneira como a avaliação do Jovem de Futuro foi estruturada pode contribuir para a estruturação de práticas de ensino que direcionam as atenções apenas à série foco do sistema de avaliação. Importante lembrar que a avaliação do Projeto segue longitudinalmente uma coorte – a que ingressa na primeira série do Ensino Médio no primeiro ano do Projeto e que conclui os estudos na terceira série, após três anos do Jovem de Futuro na escola. O desempenho dos estudantes dessa coorte é analisado anualmente para indicar o quanto a escola caminha em direção ao cumprimento das metas. Existem tanto ações de premiação para as melhores escolas, como ações de sanção, caso não exista desempenho ascendente ao longo dos três anos. Soma-se a isso o fato de que o Projeto oferece oficinas devolutivas, de modo a ensinar gestores e docentes a analisar os descritores mais errados pelos alunos nas Avaliações em Larga Escala e as competências e habilidades que os estudantes ainda não dominam.
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Ambiência da escritura expandida

Ambiência da escritura expandida

Não quero com esse trabalho parecer que sou contra a volição da produção acadêmica, que se tornará cada vez mais necessária justamente por apontar novos formatos de críticas e ensaios poéticos que possam diminuir essa angústia do significado pronto, do ato terminado, do fator sanguíneo do signo. É isso que tem de mudar; que a prosa, poesia e a literatura digital – numérica e gerativa – têm trazido aos nossos sentidos como escritura expandida, mas ainda são vis- tos com olhar fugaz.

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LITERATURA EXPANDIDA: AUTOFICÇÃO

LITERATURA EXPANDIDA: AUTOFICÇÃO

A  ideia  lançada  por  Krauss  em  seu  ensaio  a  respeito  da expansão  da  escultura  em  particular  e  das  artes  em  geral  está fundamentada  no  fato  de  que  os  produtos  expandidos  já  não  se parecem  com  o  que  durante  muito  tempo  foi  reconhecido  como escultura ou como arte. No campo literário, a ideia da expansão só ganhou fôlego quando as narrativas aproximaram-se das ferramentas tecnológicas, pois a ideia de literatura expandida está associada no contexto  atual  à  incidência  cada  vez  maior  das  novas  tecnologias nos conteúdos artísticos.
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