Top PDF O conceito de pulsão de morte na obra de Freud.

O conceito de pulsão de morte na obra de Freud.

O conceito de pulsão de morte na obra de Freud.

De tudo isso sobressai para nós que o conceito de pulsão de m orte na obra de Freud foi gerado sobre fundam entos nos quais o próprio Freud se m ovim entava claram ente de m aneira contraditória, e não é de estranhar que, na hora de dar precisão a esse conceito dentro do pensamento psicanalítico pós-freudiano ele te- nha dado ensejo a todo tipo de confusão, a um sem-fim de posições contrapostas. Não obstante, é bem certo que a nova dicotom ia proposta pela prim eira vez em Além do princípio do prazer — com o aponta J. Strachey em seu com entário de
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Origem filosófica e significado metapsicológico do conceito de pulsão de morte em Freud

Origem filosófica e significado metapsicológico do conceito de pulsão de morte em Freud

100 O biológico atravessa, assim, a essência propriamente dita da pulsão não como metáfora ou analogia, mas como seu suposto fundamento. O poder conservador da vida se revelaria na repetição filogenética do adquirido e do constitutivo; recapitulação na qual está implícito o movimento mediante o qual se logra alcançar a finalidade da evolução dos organismos. Freud assinala que, desde o princípio da evolução dos organismos, as pulsões orgânicas conservadoras aceitam e preservam para ulterior repetição as modificações impostas aos mesmos, armazenando-as como marcas que cada vez mais se distanciam da finalidade última da evolução dos organismos. Daí a aparente impressão de que as pulsões trabalham no sentido da mudança e do progresso. Mediante vias longas ou curtas, a regressão, forma exterior de repetição, terminará por conduzir o organismo a um fim inscrito em um tempo anterior a sua constituição, a saber, ao estado inorgânico. É assim que se esboça o conceito de pulsão de morte. Freud assinala que, se todo o vivo morre por razões internas, o objetivo de toda vida é a morte, as coisas inanimadas existiram antes das vivas. 106
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Uma discussão do conceito de pulsão de morte a partir das contribuições de Freud e Ferenczi

Uma discussão do conceito de pulsão de morte a partir das contribuições de Freud e Ferenczi

de prazer (1920) “parte de determinadas considerações de alcance limitado para entrar quase logo a seguir em uma esfera de especulação pura” (p. 274). Monzani (1989) enumera outros comentadores cujas críticas se assemelham, a partir da consideração de que este trabalho de Freud é composto por excesso de hipóteses, mas verificações apenas parciais. Como o próprio Monzani (1989) salienta, toda uma aproximação da Psicanálise com a Filosofia é enxergada em Além do princípio de prazer (1920), o que resulta em críticas adicionais, por exemplo, quanto ao caráter científico, se não da Psicanálise de modo geral, pelo menos desta última parte da teoria freudiana. O ataque final é feito a partir da interpretação de que Além do princípio de prazer (1920) seria fruto da subjetividade de seu próprio criador, de sua preocupação com a morte, catalisada pela Primeira Grande Guerra e perda de entes queridos, como sugere Jones (1989). Em contrapartida, outros, como Laplanche (1985) ou Sulloway (1992) desvendam, a seu próprio modo, as necessidades presentes no interior da própria teoria que culminaram na proposição do conceito de pulsão de morte. Caropreso (2006) surpreende-se com o fato de leitores terem encontrado em Além do princípio de prazer (1920) um desvio da teoria freudiana em direção à Filosofia. A partir do exame da autora, este trabalho de Freud possui a mesma concepção de ciência, por exemplo, de As pulsões e seus destinos (1915); o fato é que, como salienta Caropreso (2006), “para Freud, a ciência não exclui a especulação teórica” (p. 157). Ademais, Freud não tinha a intenção de passar a impressão de estar abordando algo místico ou profundo; a todo instante, “Freud busca na Biologia dados que auxiliem e fundamentem suas hipóteses” (CAROPRESO, 2006, p. 157), e, se se refere à Filosofia, sempre o faz “com certo cuidado” (id. ibid., p. 158); a metapsicologia, em sendo substituída, assim o será pela Biologia, Química ou Física, mas jamais pela Filosofia.
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Rev. latinoam. psicopatol. fundam.  vol.10 número4

Rev. latinoam. psicopatol. fundam. vol.10 número4

Com um quê de ortodoxia e provido dos modelos e sensibilidades que recebeu de sua época, Lacan abandona a leitura cronológica dos textos freudianos para buscar nos brancos e nas margens de cada um deles, um não dito. Isto resultou numa série de contribuições originais que fez à psicanálise, sistematizadas durante as décadas. “Não me repito, mas sempre digo o mesmo” afirmava Lacan. Assim, relendo os fundamentos da pulsão de morte, transformou em conceito o vocábulo da língua alemã, “Genuss”, gozo, usado por Freud para designar o que está proibido ao humano: a repetição do gozo mítico da primeira satisfação. No plano clínico, gozo remete à encruzilhada estabelecida entre uma prática voltada exclusivamente à interpretação do sintoma, como o era no tempo da fundação da psicanálise, e a urgência de se introduzir o limite capaz de orientar o sujeito em direção ao desejo.
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Críticas e alternativas de Winnicott ao conceito de pulsão de morte.

Críticas e alternativas de Winnicott ao conceito de pulsão de morte.

Para além da descrição empírica dessa situação (tanto o sumiço da mãe como a brincadeira do Fort-Da), Freud introduz certas metáforas e analogias, buscando uma descrição metapsicológica desses fatos: a situação traumática corresponde a uma excitação (um quantum de energia) que não pôde ser descarregada, per- manecendo reprimida (tornada inconsciente), mas que retorna, como algo que exige ser descarregado. A brincadeira, que encena o desaparecer e o aparecer da mãe, visa a repetir uma situação traumática com vistas à descarga de excitação que não pôde ocorrer na vivência que lhe deu origem. A repetição tem como objetivo, em última instância, realizar uma descarga de excitação, diminuindo o nível de tensão no interior do aparelho psíquico. Freud aplica a mesma dinâmica metapsicológica a outros fenômenos, tais como alguns sintomas característicos dos neuróticos de guerra e o denominado “destino demoníaco” (FREUD, 1920, p.292), que leva alguns indivíduos a repetir inúmeras vezes o mesmo tipo de sofrimento. 4
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Considerações sobre a dimensão biológica do conceito de pulsão em Freud.

Considerações sobre a dimensão biológica do conceito de pulsão em Freud.

Pois bem, estas especulações revelam um certo paradoxo, visto que a psicanálise não se edifica como teoria sobre a origem da vida, mas como teoria sobre o inconsciente psíquico. Dentro desta mesma ordem de considerações, situando em um mesmo nível a origem da vida e a origem das pulsões, Freud redescreve suas hipóteses referentes às características da pulsão e altera as categorias fundamentais que sustentam a hipótese sobre a sexualidade inconsciente, em detrimento de categorias que pertencem ao campo da biologia. Se todos os organismos buscam assegurar o caminho até a morte, Freud estabelece uma relação de equivalência entre pulsões sexuais e células germinais que, ao se fundirem entre si, trabalham contra a morte da substância viva (Freud, 1996j/1920:51). Como adverte Spilka (1997), a união das células germinativas supõe uma fixação de objeto que parece adequar-se mais ao campo da necessidade do que da pulsão. Nesse sentido, a dimensão pulsional ficaria subsumida no campo da necessidade, quando é a partir da psicanálise que se tem entendido que a sexualidade não se reduz à função sexual. Tendo, então, se convencido de que todas as pulsões buscam, mediante a compulsão à repetição, restabelecer o estado anterior, entendendo que, no caso da pulsão de morte, este estado anterior corresponde ao retorno à matéria inanimada, Freud interroga qual é a natureza deste retorno ao estado originário no que se refere às pulsões de vida. Recorre, então, ao mito do andrógino, de Platão, para postular como característica da pulsão a necessidade de restabelecer um estado anterior ou seu caráter regressivo, mesmo reconhecendo sua natureza fantástica. Tal como adverte Laplanche (1993), a idéia que se depreende é a de uma sexualidade pré-formada, e de uma busca, da parte do sujeito, por alcançar o que desde o princípio já estava presente; concepção muito diferente da natureza transformadora das pulsões assinalada antes desta mudança radical de perspectiva, ocorrida a partir de 1920.
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O DUALISMO PULSIONAL EM FREUD Sabrina Marioto

O DUALISMO PULSIONAL EM FREUD Sabrina Marioto

Para Hanns (1999), encontramos na obra de Freud quatro dimensões para o termo Trieb. Na primeira, Trieb aparece enquanto “uma grande força que impele ou princípio da natureza” que na obra de Freud aparece sob os conceitos de pulsão de vida e de morte e que são investigados no campo da metafísica, da filosofia e da biologia. A segunda dimensão, refere-se a “essa mesma grande força que impele” mas agora como “força biológica específica de cada espécie”, que engloba os instintos e disposições e é investigada através dos paradigmas da biologia. A terceira dimensão refere-se a “manifestação dessa força que impele na esfera do indivíduo” e aparece como “fenômeno somático-energético” e pode ser investigado pela fisiologia em sua dimensão neuroanatômica, sendo descrito por Freud em termos de “a) processo fisiológico que envolve neurônios, nervos, fontes pulsionais situadas em glândulas, etc. e b) como processo energético-econômico onde está em jogo o acúmulo de energia, a circulação e a descarga”. Por fim, a quarta dimensão aponta “para o indivíduo”, como “fenômeno psíquico” que o impele para certas ações e será investigado pela psicologia, neste refere-se a “ideias, vontades, dor, medo, sensações, impulso” (p. 32).
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Sexualidade e pulsão: conceitos indissociáveis em psicanálise?.

Sexualidade e pulsão: conceitos indissociáveis em psicanálise?.

RESUMO. A Psicanálise tem como um de seus operadores centrais uma compreensão inovadora da sexualidade humana. O conceito de pulsão e, em particular, o de pulsão sexual possui lugar de destaque. As determinações e implicações dos remanejamentos sofridos por esse conceito na obra freudiana colocam dificuldades teóricas na questão do sexual e de sua relação com a alteridade. No primeiro dualismo pulsional, a pulsão sexual é força disruptiva, oposta às de autoconservação, por seu caráter desestabilizador para o ego. Com a emergência do conceito de narcisismo, a constituição egoica assume caráter eminentemente sexual, e a oposição entre ego e sexualidade é problematizada. Na segunda teoria das pulsões, fundamentada na contraposição entre Eros e Pulsão de Morte, esta última constitui força destrutiva, cuja natureza, para Freud, não seria sexual. Baseando-nos em Jean Laplanche, discute-se como conciliar os aspectos violentos edisruptivos da sexualidade humana com a dimensão de ligação inerente a Eros.
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O PROGRAMA DE BIBLIOTECAS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE: CAMINHOS PARA UMA POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE LEITORES

O PROGRAMA DE BIBLIOTECAS DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE BELO HORIZONTE: CAMINHOS PARA UMA POLÍTICA DE FORMAÇÃO DE LEITORES

Para incentivar o hábito de leitura também do docente, foi criada a Biblioteca do Professor que tem sede na SMED/BH e tem como objetivo a formação dos profissionais da educação com materiais bibliográficos pertinentes. A bibliotecária desse espaço é responsável também pela coordenação da Reserva Técnica do Livro Didático do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do MEC. A localização da Biblioteca do Professor dificulta o acesso dos professores ao acervo, uma vez que está situada em um bairro da regional Centro Sul. Como Belo Horizonte é uma grande cidade, com nove regionais, professores que trabalham dois ou três turnos um uma regional distante, tendem a preferir consultar a internet e até mesmo a biblioteca escolar do que se deslocar para a Biblioteca do Professor. Aqui também entra a questão da informatização, ou seja, se todas as bibliotecas fossem informatizadas, e, caso o professor precisasse de um material específico saberia em qual biblioteca tem e assim ficaria mais fácil o acesso à obra.
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CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

CARLOS DA CUNHA SILVA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS NA SUPERINTENDÊNCIA DE PESSOAL DA SECRETARIA DE ESTADO DE

A pesquisa teve como objetivo analisar como se dá o relacionamento institucional entre a Superintendência de Pessoal (SPS) – Órgão Central da Secretaria de Estado de Educ[r]

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WIVIANE RIBEIRO COSTA A APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS NA DISCIPLINA MATEMÁTICA: O CASO DA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL TUCUNARÉ

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Esta ação consistirá em duas etapas. Este grupo deverá ser composto pela gestora, pelo pedagogo e ou coordenador pedagógico e um professor por disciplina ministrada na[r]

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O ABSENTEÍSMO DOCENTE NA REDE MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA: O CASO DAS ESCOLAS DE UMA MESMA REGIÃO E SUAS IMPLICAÇÕES AO TRABALHO DA GESTÃO ESCOLAR – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Partindo dos elementos focais que se apresentam nesse trabalho como, o absenteísmo docente nas escolas da rede municipal de ensino; a falta de controle dessas ausências pe[r]

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Comunicação eficaz na transição de cuidados de saúde – Normas de Orientação Clínica

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Transmissão de informação: comunicação entre profissionais de saúde e entre instituições prestadoras de cuidados, sobre identificação e informações do estado de saúde do doente, sempre[r]

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PRÁTICAS DE GESTÃO ESCOLAR: UM ESTUDO DE CASO NA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM MAURÍCIO DE AZEVEDO DE JANAÚBAMG

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administrar os recursos financeiros de uma escola não é tarefa fácil. É preciso avaliar muito bem onde aplicá-los de forma que tenham reflexos na qualidade do ensino e na aprendizagem dos alunos. Para isso, o planejamento de gastos deve estar em linha com o projeto político pedagógico (PPP). As metas e os objetivos definidos nesse documento indicarão como investir para garantir o funcionamento da instituição em condições satisfatórias. O conceito pode parecer óbvio, mas nem sempre é levado a sério. Mesmo com autonomia para gerir os recursos, muitas vezes a equipe gestora se depara com o dilema de onde aplicá-los. Para tanto, deve lembrar que as decisões têm de ser tomadas em conjunto com a comunidade escolar (FRAIDENRAICH, 2010, s/p).
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS: O QUE OS FATORES CONTEXTUAIS TÊM A VER COM ISSO? – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS: O QUE OS FATORES CONTEXTUAIS TÊM A VER COM ISSO? – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Na observação do cenário – retrato do cotidiano da Escola Bela Vista – presenciou-se a necessidade de trazer para a discussão de uma proposta de Intervenção Pedagógica, que venha contribuir no desempenho dos alunos, as questões contextuais (fatores intra e extraescolares), considerando o clima escolar entre os fatores intraescolares de grande relevância nesse contexto, expandindo a reflexão do próprio conceito de intervenção, principalmente ponderando o que diz FREIRE (1996) quando afirma que o ato de ensinar “exige a corporeificação das palavras pelo exemplo” (p.34); “a reflexão crítica sobre a prática ” (p.38) e “o reconhecimento e a assunção da identidade cultural” (p.41). Pensando o processo educativo como processo dialético e dinâmico, o autor insiste que “ Não há prática docente verdadeira que não seja ela mesma um ensaio estético e ético (...)” (p.45). FREIRE (1996) propõe um exercício consciente e crítico na prática educacional, como uma vivência de reconhecimento de si para o reconhecimento do outro; é a proposta do “assumir-se”, em todas as suas dimensões e instâncias, ou seja, é a escola assumindo sua identidade, sua cultura, como produto de toda a sua história e dentro dela os professores se assumindo enquanto sujeitos de sua própria história e cultura articulada com a cultura da instituição escolar e os alunos, trazendo em si a sua própria assunção, que é a sua identidade comunitária, familiar, que estará interagindo com o ambiente escolar. FREIRE (1996) enfatiza que
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de pro[r]

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A FORMAÇÃO CONTINUADA NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DO RECIFE: O PAPEL DO FORMADOR DE PROFESSORES

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Fonte: elaborado pelo autor. Como se pode ver no Quadro 7, acima, as fragilidades observadas após a coleta e a análise de dados da pesquisa nos levaram a elaborar proposta[r]

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Assessing the biodiversity impacts of policies related to REDD+

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For example in Brazil, non-timber forest products can be a significant source of food security (Menton 2003) and income for families in the Amazon biome (Morsello et al[r]

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FATORES DE EFICÁCIA ESCOLAR: O CASO DO INSTITUTO DE EDUCAÇÃO EBER TEIXEIRA DE FIGUEIREDO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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O Estudo de Caso analisou os fatores extra e intraescolares associados à eficácia escolar do Instituto de Educação Eber Teixeira de Figueiredo, instituição de ensino da red[r]

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