Top PDF O controle estatístico de processo - CEP aplicado na Indútria de Cafeína

O controle estatístico de processo - CEP aplicado na Indútria de Cafeína

O controle estatístico de processo - CEP aplicado na Indútria de Cafeína

Este trabalho apresenta uma proposta de aplicação do Controle Estatístico de Processo em uma empresa de purificação de cafeína, descrevendo seu processo produtivo e identificando as variáveis que deverão ser monitoradas, dentro de abordagens de qualidade centradas no produto, consumidor e processo, como uma oportunidade de se comparar, de forma contínua, seus resultados. Identificando-se a partir de dados estatísticos as tendências para variações, procura-se eliminá-las ou controlá-las com o objetivo de reduzi-las, oferecendo suficientes informações para tomada de decisão a respeito do processo. O trabalho apresenta uma revisão dos conceitos relacionados ao segmento industrial abordado, assim como aos conceitos estatísticos intrínsecos à ferramenta proposta. Esses recursos permitiram a identificação das variações no processo produtivo e também a utilização das informações obtidas para definição dos ajustes necessários. É apresentada uma metodologia para implantação do CEP que respeita as características naturais da empresa, com o intuito de elevar os níveis de qualidade das etapas do processo, do produto elaborado e de reduzir custos de fabricação. Para testar o modelo proposto foram selecionadas duas características de interesse, que apresentaram uma maior importância no processo. Os resultados obtidos validaram a proposta. Foram apresentadas sugestões de melhoria, focadas em resultados que permitem o aumento da produtividade e a redução dos custos, podendo contribuir para melhorar também a credibilidade da empresa junto aos mercados nacional e internacional, garantindo assim sua sobrevivência e contínuo crescimento.
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Controle Estatistico de Processo (CEP) aplicado na avaliação de uma estação de tratamento de efluentes

Controle Estatistico de Processo (CEP) aplicado na avaliação de uma estação de tratamento de efluentes

efluente bruto se mostraram fora do controle estatístico de processo. No efluente após o tratamento físico-químico todas as variáveis estão sob controle estatístico de processo. No efluente tratado com exceção da DQO, todas as variáveis estão sob controle estatístico de processo. Os gráficos de MMEP mostraram que o efluente bruto e após o tratamento físico químico contam com todas as variáveis sob controle estatístico de processo. Já no efluente final a única variável sob controle foi o pH. Foi possível identificar que há diferença na utilização dos gráficos, sendo o gráfico de medida individual de Shewhart mais indicado quando há grandes mudanças de concentração nas variáveis, como no efluente bruto. Já a MMEP foi mais eficiente para avaliar o tratamento final, pois as concentrações variam de forma sucinta não sendo detectadas pelo gráfico de Shewhart. O índice de capacidade de processo demonstrou que a ETE não tem capacidade de atender aos limites exigidos pela legislação Conama 357/05 quanto ao parâmetro fósforo total. Porém para os demais parâmetros analisados a ETE tem capacidade de tratar efluente de maneira a reduzir a carga poluidora conforme solicitado pelas legislações federal e estadual.
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Controle estatístico de processo aplicado na etapa de embutimento de apresuntado de uma agroindústria do oeste catarinense

Controle estatístico de processo aplicado na etapa de embutimento de apresuntado de uma agroindústria do oeste catarinense

A globalização e a concorrência acirrada fazem com que as organizações busquem reduzir custos em todas as áreas e, devido ao impacto que a área de produção tem nos custos e na qualidade do produto final, o controle e gerenciamento dos processos produtivos estão cada vez mais evidentes e necessários. A preocupação das indústrias na fase de embalagem dos seus produtos situa-se, muitas vezes, somente com o peso mínimo estabelecidos legalmente, e muitas vezes acima dele, para evitar conflitos com orgãos fiscalizadores e de proteção ao consumidor. Por isso, muitas delas não se preocupam em medir, analisar e controlar o processo para que o limite superior também seja ajustado evitando excesso desnecessário de peso e, consequente, prejuízo. Esta pesquisa aborda a aplicação de uma ferramenta de controle de variá- veis de processo denominada de Controle Estatístico do Processo (CEP) para medir a variação de peso do produto embalado na etapa de embutimento de apresuntados e visa determinar os limites superiores e inferiores ideais. Com a aplicação do CEP será possível quantificar os desvios e o desperdício e, a par- tir destes, tomar ações corretivas sobre as causas-raízes dos problemas, propiciando a partir da solução destes, uma produção com menos variabilidade, maior produtividade e consequentemente um melhor resultado de capacidade de processo (Cp) e financeiro da organização.
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Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de cana-de-açúcar.

Controle estatístico aplicado ao processo de colheita mecanizada de cana-de-açúcar.

O uso do CEP, a princípio, foi desenvolvido e utilizado por empresas buscando melhoria de qualidade e de produtividade. Bons resultados e a possibilidade de utilizar-se dessas ferramentas na agropecuária abriram caminhos para que estudos fossem realizados, principalmente em operações mecanizadas. MILAN & FERNANDES (2002) testaram a qualidade das operações de preparo do solo por controle estatístico de processo e concluíram que a utilização do controle na operação de escarificação proporcionou redução da variabilidade de dados de profundidade de trabalho média em 38,4% e aumento de 45,0% de pontos amostrados com profundidade igual à estipulada pelos técnicos (entre 0,20 e 0,25 m). Na gradagem, houve redução de 9,8% dos dados médios de tamanho de torrões e aumento de 75,0% de torrões aceitáveis. A implantação do controle nas operações foi viável e adequada ao sistema de produção em questão.
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Controle estatístico de qualidade aplicado em blocos de cerâmica

Controle estatístico de qualidade aplicado em blocos de cerâmica

Este trabalho justifica a importˆ ancia que o controle estat´ıstico de qualidade (CEQ) tem como ferramenta, de maneira a fazer com que se perceba que essa ferramenta j´ a era utilizada na antiguidade, mesmo que ainda n˜ ao se utilizando de t´ ecnicas t˜ ao apuradas como as de hoje, mas que j´ a existia esse cuidado com a qualidade. Os valores do CEQ no per´ıodo de guerra e p´ os guerra foram de fundamental importˆ ancia, pelo fato de ter sido uma ferramenta para alavancar a qualidade em um momento t˜ ao delicado da hu- manidade. A maneira como essa ferramenta alavancou e embasou teorias concretas para melhorias da qualidade foi algo not´ orio e de grande valia para o homem deste s´ eculo. Com base dessas informa¸c˜ oes ´ e que neste trabalho fez-se uso dessas ferramentas, e diante disso agregou-se aos indicativos sobre a produ¸c˜ ao de blocos de cerˆ amica. O controle estat´ıstico do processo (CEP) foi ` a forma pela qual esses indicativos foram explicitados, de maneira que o (CEP), foi uma das t´ ecnicas do controle estat´ıstico de qualidade (CEQ) utilizada aqui. Para tanto se fez necess´ ario a utiliza¸c˜ ao de gr´ aficos de controle, c´ alculos do CP e CPK. Assim como a estat´ıstica descritiva, permeando-se o encontro da satisfa¸c˜ ao nos resultados finais. Para tanto foi atrav´ es de amostras colhidas, que se pode utilizar toda a metodologia, vinculando-se tamb´ em as t´ ecnicas de PDCA, haja vista a necessidade de empreender e otimizar a qualidade operacional vislumbrando a qualidade necess´ aria para o projeto. As redu¸c˜ oes de erros, que para todo processo s˜ ao t˜ ao significativas, foram atacadas atrav´ es das t´ ecnicas j´ a mencionadas, objetivando alcan¸car os requisitos que o trabalho se propˆ os, no que chamam de qualidade total, ou seja, simplesmente a redu¸c˜ ao de preju´ızos e a falta de qualidade no produto ou servi¸co destinado ao consumidor final.
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Controle estatístico do processo aplicado na produção do concreto estrutural in loco na cidade de Campo Mourão - PR

Controle estatístico do processo aplicado na produção do concreto estrutural in loco na cidade de Campo Mourão - PR

realizada em uma obra de médio porte em construção, onde foram coletados 34 exemplares de pilares aleatórios durante o processo de concretagem. Foram realizados ensaios de umidade da areia e abatimento do tronco do concreto. Para a apresentação do traço utilizado em obra realizou-se experimentos de determinação das características dos agregados e mediu-se as padiolas usadas para a dosagem do concreto. Os corpos de prova foram encaminhados para o laboratório da UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná - para o seu rompimento, após 28 dias de cura submersos em água, na máquina EMIC PCE100C. Os resultados obtidos a partir do rompimento dos exemplares passaram por uma análise estatística com o auxílio da ferramenta de controle estatístico do processo (CEP). Diante dos valores coletados concluiu-se a não conformidade do concreto produzido in loco ocasionando a rejeição do mesmo segundo a norma NBR 12655 (ABNT,2006). Por fim, sugeriu-se metodologias de análise, por extração de testemunhos, dos estados limites últimos e de serviço das peças confeccionadas com o propósito de averiguar a eficiência real da estrutura, apresentando as restrições e medidas a serem tomadas para a confiabilidade da mesma.
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Qualidade das operações de preparo de solo por controle estatístico de processo.

Qualidade das operações de preparo de solo por controle estatístico de processo.

RESUMO: A concorrência em escala mundial obriga as empresas a buscar maior eficiência administrativa e operacional. As técnicas de controle estatístico de processo (CEP) são uma das ferramentas que permitem a melhoria da qualidade e produtividade nas empresas. Desenvolvido e largamente aplicado nas indústrias, o CEP tem grande potencial de utilização na agropecuária. Tendo em vista o desenvolvimento desse potencial, esse trabalho tem por objetivo avaliar os efeitos da utilização do controle de qualidade em operações agrícolas de preparo do solo para a cultura do milho utilizando-se como ferramenta de análise o CEP. A utilização do controle na operação de escarificação proporcionou redução da variabilidade de dados de profundidade de trabalho média em 38,4% e aumento de 45,0% dos dados desejados. Na gradagem, houve redução de 9,8% dos dados médios de tamanho de torrões, e um aumento de 75,0% de torrões aceitáveis.
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CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO (CEP) APLICADO NA COLHEITA MECANIZADA DO SORGO

CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO (CEP) APLICADO NA COLHEITA MECANIZADA DO SORGO

A declividade é um fator que influencia dire- tamente no rendimento operacional da colheita, prin- cipalmente pela questão do nivelamento da máquina, o que ocasiona queda no rendimento do mecanismo de corte de colhedoras, sejam elas auto propelidas ou tracionadas. No presente estudo, as declividades es- tudadas na área de colheita foram nas faixas de 0-5 e de 5 -10%, e, dessa forma, para a verificação do efeito significativo da declividade nas perdas ocorridas no processo de colheita, os dados foram submetidos à análise de variância aplicando-se o teste F a 5% de probabilidade.
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Utilização de controle estatístico de processo na avaliação do desempenho acadêmico

Utilização de controle estatístico de processo na avaliação do desempenho acadêmico

Várias aplicações industriais já foram relatadas utilizando técnicas distintas, como em: Seidel et al. (2011); Silveira e Werner (2011); Shu e Wu (2011); Chih, Yeh e Li (2011); Engin (2008); Souza et al. (2008); Souza, Domingos Filho e Samohyl (2007); Marins, Oliveira e Freitas (2006) e Paese, Caten e Ribeiro (2001), entre outros. O CEP também tem sido utilizado em ambientes não industriais, como em Sulek, Marucheck e Lind (2006), embora não sejam encontradas na literatura tantas aplicações como na área industrial. De acordo com Montgomery (2004), as aplicações não industriais requerem mais criatividade, o que ocorreria por duas principais razões: a maioria das operações não industriais não tem um sistema de medida que permite ao analista definir qualidade com facilidade, e o sistema a ser melhorado não é tão claro como no ambiente industrial.
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CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO NO SETOR DE EMBALAGEM: UM ESTUDO DE CASO

CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO NO SETOR DE EMBALAGEM: UM ESTUDO DE CASO

Na primeira visita, conversou-se com a gerência e com alguns funcionários do setor de produção de embalagem. Em seguida, o gerente realizou uma apresentação dentro do setor explicando o processo de fabricação de embalagens. Após adquirir conhecimento do processo e das etapas de fabricação de embalagens foi possível verificar em conjunto com a gerência a necessidade de estudo investigativa no número de itens não conformes relacionados à impressão (como: defeito de impressão; sujeira; tinta nas bordas e dimensões), além da medida de espessura (μ) e da embalagem de colorífico (Figura 1A e B).
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IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE ESTATÍSTICO NO PROCESSO DE CALEAÇÃO DA FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR

IMPLANTAÇÃO DO CONTROLE ESTATÍSTICO NO PROCESSO DE CALEAÇÃO DA FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR

Indústrias de todos os segmentos vivem um momento no mercado de trabalho em que produtos de má qualidade não são admitidos com complacência. Neste contexto, a procura por métodos que aperfeiçoem sua produção com a máxima qualidade cresce cada vez mais. O controle estatístico do processo neste trabalho apresenta de forma clara e fácil a percepção de um processo fora do controle em uma etapa de grande importância para a qualidade da fabricação de açúcar, a caleação, permitindo que ações sejam tomadas para solução de problemas específicos com máxima eficiência, a fim de que impossibilite a repetição dos mesmos. Este trabalho apresenta o estudo de caso de uma indústria sucroalcooleira, o qual tem como objetivo a implantação do Controle Estatístico do Processo e otimização do mesmo por meio do ciclo PDCA em uma usina de açúcar e álcool sob o processo de caleação, etapa de grande importância para a qualidade do produto final açúcar. No momento em que se constatou grandes variações de pH no processo de caleação do caldo foi implantado o controle estatístico e aplicado as cartas de controle ao processo. A partir dos resultados obtidos um estudo foi iniciado, utilizando ferramentas de qualidade, sobre cada variável crítica. A partir de então, houve o acompanhamento diário no setor em questão, analisando pontos críticos de interferência direta no processo. Por fim ações para correção e otimização de operação foram sugeridas e, em parte, implantadas. A implantação do trabalho mostrou-se satisfatória para a detecção prévia de desvios, possibilitando rápidas intervenções corretivas no processo, comprovando a eficácia da ferramenta de Controle Estatístico do Processo.
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Controle estatístico de processo paramétrico e não paramétrico em uma indústria de laticínios

Controle estatístico de processo paramétrico e não paramétrico em uma indústria de laticínios

Considerando-se que o processo é con- tínuo, espera-se que as características que descrevem o processo sejam também con- tí nuas. Então, assumindo distribuições de probabilidade para essas variáveis, po dem-se verificar faixas de valores que ocorrerão com baixa probabilidade. Caso sejam observadas as variáveis em tais faixas, considera-se que houve uma alteração no processo (FERREI- RA; OLIVEIRA, 2008). A qualidade e carac- terísticas do queijo estão relacionadas com a qualidade e características do leite, que são controladas em fluxo contínuo pela indústria queijeira. Por isso, segue a importância de um controle estatístico de processo (CEP) sob as características do leite para a finalida- de de produção de queijos. E como são vá rias as variáveis que serão controladas, segue a necessidade de um CEP no controle das ca- racterísticas do leite utilizado no processo de fabricação de queijo.
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Influência do processo de medição no controle estatístico de processos

Influência do processo de medição no controle estatístico de processos

Este trabalho teve como objetivo analisar as relações existentes entre processo de medição e o processo de fabricação no contexto do controle estatístico de processos por variáveis, almejando gerar conhecimentos que viabilizem um uso mais racional do controle estatístico de processos (CEP) e da metrologia. Foi construído um modelo matemático que permitiu propagar a incerteza de medição através do CEP, considerando seu efeito potencial sobre os limites de controle e sobre a capacidade do gráfico para detectar mudanças da média do processo. O modelo matemático foi implementado em um algoritmo de simulação de Monte Carlo. A simulação Monte Carlo permitiu criar um ambiente único, bastante intuitivo, para estudar todos os casos sem ter que mudar continuamente a modelagem matemática. São apresentados os resultados de diversos estudos de caso que permitiram avaliar o impacto da incerteza dos dados sobre incerteza dos limites de controle do gráfico de posição (isto é, gráfico de médias) e posteriormente sobre a incerteza do comprimento médio de corrida (ARL), considerado um indicador da capacidade do gráfico para detectar mudanças da média do processo. Dois indicadores foram utilizados nesta pesquisa para avaliar o efeito da incerteza de medição no desempenho do gráfico. Os mesmos permitiram quantificar o efeito da incerteza de medição sobre o desempenho do gráfico de controle. Em todos os estudos de casos, buscou-se avaliar combinações realistas de processo de medição e processo de fabricação, através da utilização de informações sobre processos reais ou dados extraídos de bibliografias reconhecidas. Mediante os estudos de caso, pode-se provar que a incerteza de medição pode ser propagada através das operações estatísticas necessárias para a construção e operação de um gráfico de controle, causando incerteza no posicionamento dos limites de controle e nos valores do indicador ARL para diferentes deslocamentos da média do processo. E ao final é feita uma análise critica sobre os resultados alcançados e são feitas recomendações para melhorar a aplicação dos sistemas de medição no controle estatístico de processos.
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Aplicação do controle estatístico de processo na indústria farmacêutica

Aplicação do controle estatístico de processo na indústria farmacêutica

Na estratégia do CEP, processos são controlados efetuando-se medições de variáveis de interesse em pontos espaçados no tempo e registrando os resultados em cartas de controle. As cartas de controle são as ferramentas principais utilizadas no controle estatístico de processo e têm como objetivo detectar desvios de parâmetros representativos do processo, reduzindo a quantidade de produtos fora de especificações e os custos de produção. Sua utilização pressupõe que o processo seja estatisticamente estável, isto é, não haja presença de causas especiais de variação ou, ainda e de outra forma, que as sucessivas amostragens representem um conjunto de valores independentes ou não correlacionados. Este pressuposto quase sempre não é atendido e muitas vezes leva à utilização das cartas de controle com limites inadequados e com a freqüente ocorrência de alarmes (pontos fora ou próximos aos limites da carta) sem que, necessariamente, representem a presença de uma causa especial (Juran, 1992; Ogunnaike & Ray, 1994; Montgomery, 2004).
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Aplicação e implantação do controle estatístico de processo em pintura industrial

Aplicação e implantação do controle estatístico de processo em pintura industrial

Este trabalho teve por objetivo a aplicação das Ferramentas do Controle Estatístico num determinado setor de uma indústria de Transformadores, situada no Noroeste do Paraná. Através da explanação de seus conceitos, características e operacionalidade, procurou-se oferecer uma melhoria sensível nos níveis de qualidade desse setor, com o objetivo de reduzir custos de produção. Para a aplicação do modelo, foi selecionado o setor de pintura industrial dos transformadores, com ênfase para uma das características do processo de pintura industrial - espessura da camada de tinta. Num primeiro passo foram revisados os conceitos relacionados com o setor da pintura industrial, viabilizando a aplicação do modelo proposto à realidade do setor. Numa segunda fase foram elaboradas planilhas de coleta de dados. Os dados foram coletados levando em consideração, as seqüências que constituem o processo da aplicação da tinta (demãos de pintura). Da análise dos dados coletados resultaram vários planos de ação de melhoria do processo que culminaram, em alguns casos com o controle estatístico do mesmo. Para a fase final de interpretação dos dados foram aplicadas os Gráficos de Controle X e AM, nas diversas partes do transformador. Para as situações nas quais foi obtido o controle estatístico do processo, estabeleceram-se os limites de controle que permitirão monitorar daqui para frente tais processos, bem como calcular os seus índices de capacidade. Para os casos onde a análise, entretanto, diagnosticou a permanência do processo fora de controle, se fará necessário dar continuidade ao estudo das causas da variabilidade do mesmo. Para tanto no final do presente trabalho são apresentadas algumas sugestões que ajudarão a encontrar as causas prováveis dessa variabilidade.
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<b> Controle Estatístico de Processo via Linguagem Livre</b>

<b> Controle Estatístico de Processo via Linguagem Livre</b>

Com o desenvolvimento industrial direcionado por produtos e serviços, as empresas vêm cada vez mais se preocupando com a sua sobrevivência e destaque dentro do mercado. Períodos de menor concorrência e recursos abundantes em que as empresas apostavam em um alto volume de produção para obterem lucros, já foram ultrapassados. Em tal época não havia preocupação em se controlar de forma sistêmica a qualidade dos produtos e serviços. Entretanto, hoje, o Controle da Qualidade dos produtos e serviços é essencial para as empresas. Observa-se que as mesmas vêm investindo e desenvolvendo metodologias e ferramentas focadas em uma produção eficiente, pautada pela redução de custos e desperdícios.
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Controlo estatístico aplicado a processos de enchimento

Controlo estatístico aplicado a processos de enchimento

Todavia, é ainda muito comum encontrar em diversos setores da indústria portuguesas o controlo dos seus processos produtivos baseados numa aceitação/rejeição dos lotes através da aplicação dos planos de amostragem, em particular por atributos, recomendados pela família de Normas ISO 2859. Esta opção está associada à simplicidade das normas e ao facto de o responsável pela inspeção poder decidir, de acordo com uma norma, sobre a conformidade do lote, ao passo que o SPC e os desenhos de experiência ou a análise da capacidade de um processo exigem uma formação específica em estatística. Por exemplo, na indústria embaladora é comum o controlo metrológico da quantidade pré-embalada ser realizado de acordo com os planos de inspeção da Portaria 1198/91 de 18 de dezembro, que se baseiam num plano de amostragem simples ou duplo com um nível de qualidade admissível (NQA) de 2,5%. Este procedimento, para além de moroso, não informa o embalador da qualidade do seu processo de enchimento, mas apenas se um dado lote, selecionado aleatoriamente, é aceite ou rejeite. Na maioria dos casos, há ainda a agravante de a definição de “lote” não coincidir com a da Portaria. Na Portaria o “efetivo do lote” corresponde à produção horária de uma linha de enchimento ou ao máximo de 10.000 existências, quando a inspeção é realizada em armazém. Por exemplo, para uma produção horária superior a 3200 unidades, essa Portaria estabelece que o número de unidades a recolher num plano de amostragem simples é de 125, para um NQA de 2,5%, com um critério de aceitação de 7 unidades. Para além disso, os critérios de aceitação da Portaria baseiam-se num erro admissível por defeito, que por exemplo, para quantidades nominais entre 500 mL ou g e 1000 mL ou g é de 15 mL ou g. Nalgumas das empresas visitadas (Anexo 1), nas quais se traçavam cartas de controlo para a quantidade pré-embalada, usava-se o valor do erro admissível por defeito para estabelecer os limites de controlo (superior e inferior).
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Aplicação de controle estatístico de processo na empresa Metasa como uma ferramenta de competitividade

Aplicação de controle estatístico de processo na empresa Metasa como uma ferramenta de competitividade

O controle estatístico de processo (CEP) trata do uso de métodos estatísticos em todos os estágios considerados críticos ou de muita importância no desenvolvimento de um projeto e/ou da produção. Segundo Montgomery (1996) o principal objetivo do CEP é monitorar o desempenho de processos ao longo do tempo e detectar eventos incomuns que influenciem nas propriedades determinantes da qualidade do produto final. Uma vez encontradas as causas especiais responsáveis pelo evento incomum, melhorias no processo e na qualidade dos produtos, podem ser sugeridas. Na implementação destas melhorias utiliza-se o gráfico de controle, introduzido por Walter A. Shewhart (1931), um físico dos Laboratórios da Bell Telephone, na década de 20, com o objetivo de controlar a variabilidade dos processos.
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Controle estatístico de manutenção

Controle estatístico de manutenção

O departamento de manutenção enfrente dificuldades em disponibilizar os veículos para o departamento de trafego, devido a seu elevado índice de permanência dos veículos em manutenção, gerando desconforto entre os departamentos de manutenção e trafego. Pois gera um efeito dominó afetando grande parte dos departamentos da empresa. Se um veículo de determinado padrão estiver em manutenção e o departamento não conseguir liberar o mesmo em tempo hábil para execução de viagem o departamento de trafego precisa de um outro veículo para suprir a falta deste veículo. O que normalmente ocorre é que este veículo que irá suprir a falta do veículo que está em manutenção nem sempre possui as mesmas características, vindo a impactar no departamento comercial com reclamações de clientes, pois estes foram diretamente afetados com um veículo com padrão de conforto inferior ao veículo que está em manutenção e que as vezes não foi disponibilizado em tempo hábil por falta de planejamento de espaço físico, estoque de peças, gargalos no processo de manutenção e até mesmo com a preparação da mão de obra disponível para ser aplicada nestes veículos.
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Controle estatístico do processo e engenharia de métodos: uma aplicação conjunta na produção de picolés

Controle estatístico do processo e engenharia de métodos: uma aplicação conjunta na produção de picolés

A engenharia de métodos permite uma análise detalhada das atividades, identificando os gargalos na produção e melhorias na produtividade e eficiência do sistema, evitando desperdícios e eliminando movimentos e recursos desnecessários. Em complemento, o gráfico de controle possibilita utilizar os dados obtidos na engenharia de métodos para identificar sinais de alarme e fora do controle. Deste modo, a pesquisa consistiu em aplicar o estudo de tempos e movimentos juntamente com o gráfico de controle para variáveis no processo produtivo de picolé em uma empresa de pequeno porte na região do Vale do Jequitinhonha em Aruçuaí/MG. Para esse alcance foi realizado o mapeamento do processo, elaboração do diagrama homem-máquina, cronometragem das atividades manuais, cálculo do número de ciclos, tempo normal, fator de tolerância e tempo padrão, esse último foi utilizado para a construção dos gráficos de controle (média e amplitude). O estudo de tempos e movimentos e gráfico de controle analisados isoladamente possuem pouca contribuição para a pesquisa, porém na análise conjunta foi possível identificar o tempo das atividades, de forma sistematizada e validado estatisticamente, e evidenciar as amostras que estavam foram do controle influenciando na instabilidade do processo. Como trabalhos futuros, sugere-se uma investigação após a implantação de melhorias.
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