Top PDF O desenvolvimento das bibliotecas universitárias em Portugal

O desenvolvimento das bibliotecas universitárias em Portugal

O desenvolvimento das bibliotecas universitárias em Portugal

ção de textos e material de referência, arrumados por ordem de assuntos à volta das paredes e disponíveis para empréstimo. O prin- cipal argumento contra o acesso dir[r]

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Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Política de desenvolvimento de coleções em Bibliotecas Universitárias: um olhar sobre o processo de doação nas bibliotecas do Sistema de Bibliotecas da UFMG

Conta ainda com a coleção memória intelectual da UFMG Instituída em 1986 que visa à preservação de todo acervo intelectual, técnico e artístico da instituição, de seu corpo docente, discente e técnico-administrativo. O acervo é constituído de teses/dissertações, monografias de cursos de especialização, livros, publicações periódicas, produção artística e outros documentos produzidos na UFMG, que representem a vida institucional nos campos administrativo, pesquisa e extensão. E, também com O Acervo de Obras Raras e Especiais do Sistema de Bibliotecas, reúne documentos considerados raros e/ou preciosos devido à sua importância histórica, literária, cultural e patrimonial. Formou-se a partir de doações e de coleções existentes na antiga biblioteca da Reitoria e nas bibliotecas setoriais. Reúne obras dos séculos XVI ao XX, muitas reconhecidas como raridades bibliográficas, citadas em base de dados especializadas e destinam à consulta de pesquisadores, docentes e alunos da Universidade e da comunidade externa, para pesquisas, elaboração de teses e dissertações, monografias, livros e artigos em periódicos.
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Algumas observações sobre o desenvolvimento das bibliotecas públicas em Portugal

Algumas observações sobre o desenvolvimento das bibliotecas públicas em Portugal

RESUMO - Regista algumas impressões sobre as biblio- tecas públicas portuguesas, em contraste com as suas congéneres em países anglo-americanos e escandinavos e aponta[r]

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Experiência com EAD :: Brapci ::

Experiência com EAD :: Brapci ::

71 apresentam uma visão que pode ser inspiradora e impulsionadora, gerando uma energia positiva para seus colaboradores. Outra coisa importante é que buscaram respeitar suas características, a fim de que possam encontrar soluções que ajudam a desenvolver e reforçar a sua qualidade organizacional e de seus produtos e serviços. Estes são os caminhos pelo quais as bibliotecas universitárias levam para a sociedade a sua missão e a visão orienta o processo de criação deste caminho, estimulando o rompimento com a situação atual e o estado futuro desejado. Da mesma forma, ainda neste passo 3, os resultados obtidos vieram reforçar a visão de futuro dos gestores acerca das bibliotecas universitárias brasileiras, uma vez que apresentaram indicadores de como a ilustrariam mediante as ações de: reconhecimento da sociedade; comprometimento com áreas de interesse primário de forma global - acesso, democratização e divulgação da informação; preocupação com temas como o bem-estar coletivo e a gestão sustentável; com a organização da memória institucional; envolvimento direto com a construção de indicadores de impacto para a formação e difusão do conhecimento, cultura e cidadania; formulação de uma política articulando a biblioteca universitária e o ensino superior e, ainda, a contribuição da melhoria contínua das plataformas tecnológicas para facilitar a socialização do conhecimento científico na sociedade contemporânea. As organizações excelentes e de sucesso permanente se reinventam a cada dia, mas sempre fundamentadas em seus valores permanentes. O profissionalismo bem definido e a liberdade para a renovação são as tônicas do processo de desenvolvimento e inovação permanentes, requerendo o aprendizado in continuum.
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Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal – Normas de Orientação Clínica

Álcool e problemas ligados ao álcool em Portugal – Normas de Orientação Clínica

A investigação epidemológica, da última década, põe em evidência a incidên- cia da síndrome alcoólica fetal em mulheres grávidas consumidoras de álcool, sem contudo poder atribuí-la a consumos excessivamente elevados. Num grupo de mulheres cujo consumo diário não ultrapassava os 5-6 copos de bebida alcoólica, isto é, 40 a 60 gr. de álcool por dia, Majewski descreveu, em um terço dessas mulheres, a incidência de um filho com malformações e, na descendência das restantes, uma maior incidência de perturbações neuro- lógicas e do comportamento. Na sucessão dos filhos, se a mãe bebedora excessiva mantém esses hábitos de ingestão, os efeitos fetais alcoólicos são sucessivamente mais graves e traduzidos nos valores do peso à nascença, de atrasos no desenvolvimento, de dificuldades intelectuais, podendo os últimos apresentar uma SAF completa. O tratamento destas mulheres produz, com frequência, alterações surpreendentes nas características dos seus descendentes. Os Alcoólicos Anónimos tiveram ocasião de tratar mulheres alcoólicas cuja descendência apresentava “marca” da toxicidade do álcool e que, após a abstinência alcoólica, tiveram novas gravidezes com filhos saudáveis, bem desenvolvidos e aprendizagem escolar fácil e com sucesso.
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BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS COMO ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM

BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS COMO ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM

Acredita-se que o desenvolvimento de uma nação está fortemente atrelado ao acesso à educação. Países com democracia consolidada, economia estável e com direitos civis garantidos são aqueles que valorizam a educação e buscam assegurá-la, como direito fundamental, a todos os seus cidadãos. Barros e Mendonça (1998, p. 1) destacam que “o nível educacional da população adulta de um país é o resultado de décadas de investimento em educação”. Segundo os autores, estes investimentos conduzem a efeitos privados, ou seja, aqueles que incidem sobre o indivíduo, e efeitos externos, que abrangem a sociedade como um todo. Do ponto de vista privado, a educação tende a “elevar os salários via aumento de produtividade, aumentar a expectativa de vida com a eficiência com que os recursos familiares existentes são utilizados e a reduzir o tamanho da família, com o declínio no número de filhos e aumento na qualidade de vida destes, reduzindo, portanto, o grau de pobreza futuro” (BARROS; MENDONÇA, 1998, p. 1).
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As bibliotecas universitárias e os desafios da pós-modernidade

As bibliotecas universitárias e os desafios da pós-modernidade

A aprendizagem tem ultrapassado o ambiente educacional e ocorre em diversos contextos, inclusive na Internet. Com base nessa ideia, Beillerot (1985) usou a expressão sociedade pedagógica para designar esse fenômeno, considerando a interface educativa presente nas dinâmicas das relações sociais do mundo contemporâneo. Para Beillerot (1985), nessa sociedade pedagógica, os espaços pedagógicos foram ampliados, e existem instâncias privadas ou públicas que estão empenhadas em fazer pedagogia. Ao lado das instâncias tradicionais, como as escolas e as famílias e, diante da necessidade de formar os indivíduos para toda a vida, outras instituições têm acentuado seu papel nesse processo, como, por exemplo, as empresas, os sindicatos, as associações de classe e, por certo, as bibliotecas, os museus e as mediatecas. A ação pedagógica está no centro de um complexo desenvolvimento social e tecnológico, no qual as relações sociais assumem formas de relações pedagógicas.
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XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 GT-8 – Informação e Tecnologia OS DESAFIOS DA ADOÇÃO DE E-BOOKS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS Gisela da Cruz Ferreira - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) Cládice Nób

XVIII ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO – ENANCIB 2017 GT-8 – Informação e Tecnologia OS DESAFIOS DA ADOÇÃO DE E-BOOKS EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS Gisela da Cruz Ferreira - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UNIRIO) Cládice Nób

Para fazer frente a esses desafios e estimular o uso de e-books em bibliotecas universitárias, os bibliotecários precisam formular estratégias para o desenvolvimento de coleções de e-books, não somente trabalhando em conjunto com o corpo docente, observando as bibliografias correntes dos cursos e construindo relacionamento com fornecedores em busca de novos modelos de negócios mais atraentes às Bus, mas, sobretudo ampliar os programas de capacitação de usuários no uso de sistemas de computadores e interfaces apresentadas para acesso aos e-books e no letramento informacional..
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Bibliotecas universitárias: conhecer para valorizar

Bibliotecas universitárias: conhecer para valorizar

As exigências colocadas por Bolonha aos vários  membros  da  comunidade  académica  obrigam­  nos  a  reflectir  sobre  as  suas  práticas.  Os  professores  devem  reavaliar  tanto  o  conteúdo  como os planos de estudos de várias disciplinas,  assim  como  a  forma  de  as  ensinar.  Por  outro  lado,  é  certo  que  as  Universidades  estão  a  preparar  os  seus  graduados  para  um  futuro  marcado  pela  incerteza,  o  que  significa  que  estes  necessitam  de  adquirir  competências  e  capacidades que lhes permitam viver e trabalhar  num contexto com essas características. Quanto  aos bibliotecários Doskatsch (2003) entende que  a biblioteca e os seus profisionais podem apoiar  a  reengenharia  do  contexto  de  ensino­  aprendizagem através da descoberta de recursos  que  apoiem  desenvolvimento  do  currículo,  da  promoção  da  integração  da  literacia  em  informação  no  mesmo,  do  desenvolvimento  colaborativo com os professores de um conjunto  de  recursos  de  aprendizagem  online,  da  sua  actuação  como  intermediários/facilitadores  para  apoiar o acesso aos recursos e aos serviços num  ambiente  informativo  marcado  pela  complexidade,  da  promoção  de  um  acesso  rápido  e  fácil  aos  recursos  e  aos  serviços  de  informação  e  da  participação  dos  bibliotecários  nos  comités  para  o  desenvolvimento  do  currículo (p. 112­113). [5] 
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PROPOSTA DE UM MANUAL DE INDEXAÇÃO PARA BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

PROPOSTA DE UM MANUAL DE INDEXAÇÃO PARA BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS

Nesta seção é apresentada a importância da avaliação do sistema, uma vez que é a partir dela que se obtém conhecimento da satisfação quanto às necessidades informacionais do usuário. Nesse sentido, em caso de repercussão negativa, a instituição pode identificar e corrigir as falhas, bem como ver meios de melhorar o sistema por meio de suas avaliações satisfatórias. Os critérios de avaliação também visam verificar se a política menciona a data da última atualização/revisão, qual é o período entre uma avaliação e outra e se existe uma comissão de avaliação para o desenvolvimento de tais atividades. Várias são as formas de se obter tais informações, dentre elas: questionários, caixas de sugestão, estudos de usuários, realizações de observações.
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Ci. Inf.  vol.27 número1

Ci. Inf. vol.27 número1

Em 1988, teve início a segunda fase do processo de automação do SBU. Com o apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e do Programa Nacio- nal de Bibliotecas Universitárias (PNBU), foi adquirido o equipamento básico ne- cessário para o desenvolvimento e im- plantação do software que recebeu o nome de Sistema de Automação de Bi- bliotecas (SABi). Nesta mesma época, o Ministério da Educação e Cultura, por meio da Secretaria de Ensino Superior, financiou a compra de microcomputa- dores e impressoras para a entrada de dados nas bibliotecas.

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ACERVOS DE OBRAS RARAS NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS FEDERAIS BRASILEIRAS: UM ESTUDO

ACERVOS DE OBRAS RARAS NAS BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS FEDERAIS BRASILEIRAS: UM ESTUDO

A partir dos estudos empreendidos até esse momento, entende-se a necessidade do desenvolvimento de um catálogo destas obras, que possa ser disponibilizado de forma física e virtual, que possibilite a visibilidade merecida deste acervo, a disposição de links rápidos no site da BC/UFSC que remetam ao catálogo e as informações do acervo, como também o desenvolvimento de uma proposta de práticas de preservação para este acervo, com base na literatura.

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Políticas y prácticas de desarrollo de programas de competencia informacional en bibliotecas universitárias españolas

Políticas y prácticas de desarrollo de programas de competencia informacional en bibliotecas universitárias españolas

Apresenta resultados de investigação sobre o desenvolvimento de programas de formação em competências informacionais nas universidades espanholas. Foram adotados como técnica de coleta de dados a análise documental de páginas de bibliotecas de 75 universidades, entrevistas e aplicação de questionários com profissionais de 21 instituições, além de observação direta. Os dados textuais coletados, as entrevistas transcritas e os registros das observações foram analisados a partir da análise de conteúdo proposta por Bardin (2003). Constatou-se que, com o apoio e incentivo da Rebiun, grande parte das universidades espanholas iniciou o processo formação em competência informacional a partir da iniciativa das bibliotecas e dos bibliotecários em conjunto com outras unidades. Percebe-se que, embora haja programas de destaque por sua abrangência, estes ainda são uma minoria, refletindo heterogeneidade em relação à modalidade de aplicação (presencial ou a distância), públicos (alunos de graduação, pós-graduação, docentes e técnicos administrativos), forma (disciplinas inteiras obrigatórias, cursos de extensão optativos, palestras dentro de disciplinas, etc.). Contudo, conclui-se que essa prática está presente na agenda das equipes e que a cada dia tem se consolidado mais no conjunto dessas bibliotecas.
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Padrões para pessoal nas bibliotecas universitárias brasileiras

Padrões para pessoal nas bibliotecas universitárias brasileiras

Nossa proposta é que se disponha de dois instrumentos para guiar os administradores nas questões de pessoal: um enunciado de diretrizes e princípios e um sistema de informações com dados quantitativos. A lista de enunciados deve refletir princípios derivados de estudos e da experiência dos administradores. O seu objetivo principal é consolidar e sumarizar, em um único documento, idéias que estão dispersas na literatura ou mesmo que podem não estar ainda registradas, como é o caso de algumas experiências pessoais. Por outro lado, têm o consenso do grupo a que se destina à medida que é submetida à discussão e aprovação do grupo. Assim, a vantagem da lista de enunciados é a de poupar o tempo do administrador, que, caso contrário, teria de pesquisar a literatura ou conversar com colegas até estabelecer esses padrões. Acreditamos que os enunciados devam ter como ponto de partida o texto da Ifla. Se este foi estabelecido inclusive com uma preocupação especial em relação aos países em desenvolvimento e se a entidade é reconhecida como representativa pelos bibliotecários brasileiros, parece-nos sensato que o trabalho deva servir de base para o texto brasileiro. Todavia, somos de opinião que os enunciados devam ser um pouco mais detalhados do que o são no texto Ifla, assim como em outros existentes. Como sugestão para debate, apresen- tamos em anexo um texto no formato que imaginamos.
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UM ESTUDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DE USUÁRIOS COMO SERVIÇO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: O caso da biblioteca da UFC – Campus Cariri em Juazeiro do Norte - CE

UM ESTUDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO DE USUÁRIOS COMO SERVIÇO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS: O caso da biblioteca da UFC – Campus Cariri em Juazeiro do Norte - CE

Partindo do pressuposto de que a educação de usuários em bibliotecas universitárias é de grande valia para o desenvolvimento da comunidade acadêmica, uma vez que permite ao usuário utilizar os recursos informacionais de forma mais eficiente, produtiva e reflexiva, este trabalho vem a contribuir, tanto para a área da Biblioteconomia quanto para a atuação do bibliotecário, pois propiciará reflexões acerca da prática desse serviço em bibliotecas universitárias bem como permitirá através do objeto de estudo, uma análise desse serviço numa perspectiva local.
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Políticas de informação no cenário das bibliotecas universitárias

Políticas de informação no cenário das bibliotecas universitárias

influenciadores desse processo. Considera que a política de informação deveria ser uma política de Estado (duradoura) e não de governo (de caráter efêmero) onde se observa muitos modismos e inconsistências. A legislação e a regulação, também cruciais na formação de políticas de informação deverão abordar os seguintes aspectos: estabelecer dispositivos legais necessários à implantação e regulação de produtos, serviços e mercado; destinar orçamentos para todos os setores por lei; implantar ou fortalecer órgãos da área de C&T e ICT; estabelecer normas jurídicas sobre os produtos e serviços da informação, acompanhando os avanços das TICs. No campo da educação e cultura, elementos determinantes para o uso da informação, sua disseminação e acesso, é necessário qualificar recursos humanos para que estes tenham condições de atuar na prestação de serviços de informação, “incentivar a cultura e o idioma local na disseminação de informação através das “infovias” e promover a inclusão digital como um dos elementos capazes de contribuir para a inclusão social” (SILVA, E. M. da, 2009, p. 63). O gap entre o setor produtivo, as universidades e a sociedade ainda é visto como um dos entraves para o desenvolvimento efetivo da produção tecnológica no país. A redução ou eliminação dessa lacuna atenderia às expectativas e demandas das empresas, das universidades e institutos de pesquisa e resolveria problemas existentes entre o desenvolvimento técnico-científico e as necessidades educacionais, culturais e sócio-econômicas da sociedade. Por fim, integra ao quadro das variáveis a adoção de TIC e infraestrutura geral, salientando que o Brasil ainda está numa fase de implantar uma infraestrutura básica de informações, que deverá integrar as redes que compõem o governo, o setor privado e a pesquisa e desenvolvimento (P&D).
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em busca da eficiência pela gestão da informação e do conhecimento. :: Brapci ::

em busca da eficiência pela gestão da informação e do conhecimento. :: Brapci ::

apresentar sugestões de melhorias nos espaços do serviço de atendimento ao usuário, com ênfase para ambientes mais atrativos; contribuir para implantação de novos serviços em bibliotecas; apresentar e investigar o grau de interesse de usuários por novos serviços; otimizar a relação entre o Curso de Biblioteconomia/ICSA-UFPA e as bibliotecas universitárias do Campus do Guamá; unir esforços para o desenvolvimento de projetos que busquem a excelência e a qualidade de serviços de informação; tornar os espaços das bibliotecas universitárias em laboratórios para as disciplinas que voltam-se para o aprendizado em gestão (Gestão da Unidades de Informação I e II, Planejamento de Unidades de Informação, Prática de Gestão da Unidade de Informação, Prática de Representação da Informação, Prática de Mediação e Prática de Recuperação da Informação), dentre outras.
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Consistência na indexação em bibliotecas universitárias brasileiras

Consistência na indexação em bibliotecas universitárias brasileiras

Tendo em vista o grande número de universidades instaladas no Brasil, utilizamos como critério para seleção, primeiramente, aquelas situadas nas regiões sudeste e nordeste, pelo fato de possuírem o maior número de universidades. Porém, ao procurarmos seus catálogos on-line, observamos que nem todas as bibliotecas universitárias da região nordeste disponibilizavam esse serviço, o que impossibilitaria esta pesquisa. Essa situação pode ser explicada, em parte, pela recente expansão das

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