Top PDF O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
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O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil). Catasetum possui cerca de 170 espécies terrícolas e epífitas com distribuição neotropical, sendo o gênero reconhecido pelos pseudobulbos possuindo vários entrenós, pelas flores unissexuais (raro hermafroditas) e polinário com estipe, caudículo e viscídio. O objetivo deste trabalho foi realizar o estudo taxonômico de Catasetum no Estado do Paraná, apresentando descrições, ilustrações, mapa de distribuição, chave de identificação, status de conservação e comentários para cada espécie. O gênero está presente predominantemente na Floresta Ombrófila Densa (Catasetum atratum, C. socco e C. triodon) e na Floresta Ombrófila Mista (C. fimbriatum) do Estado. De acordo com os critérios da IUCN, C. atratum enquadra-se como espécie criticamente em perigo, C. fimbriatum e C. triodon, enquadram-se como uma espécie em perigo e C. socco enquadra-se como espécie vulnerável no Estado do Paraná.
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O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
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O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no Estado do Paraná, Brasil). O presente estudo abrange o gênero Piptocarpha R.Br. (Vernonieae: Asteraceae) no Estado do Paraná, Brasil. A metodologia consistiu no levantamento bibliográfico, coleta de material e observação de campo, estudos morfológicos e taxonômicos do material vivo e herborizado. Foram confirmadas para o Estado do Paraná nove espécies, sendo quatro escandentes: Piptocarpha leprosa (Less.) Baker, P. oblonga (Gardner) Baker, P. quadrangularis (Vell.) Baker e P. sellowii (Sch.Bip.) Baker; e cinco arbóreas: Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme, P. axillaris (Less.) Baker, P. densifolia Dusén ex G.L. Smith, P. macropoda (DC.) Baker e P. regnellii (Sch.Bip.) Cabrera. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, época de floração e frutificação, nomes populares, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para cada táxon estudado.
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O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

Zygostates consiste de ca. 26 espécies, das quais 15 ocorrem no Brasil. Através de consultas a herbários nacionais e estrangeiros, além da realização de trabalho de campo, oito espécies de Zygostates foram encontradas no Paraná: Zygostates alleniana, Z. bradei, Z. cornuta, Z. dasyrhiza, Z. lunata, Z. multiflora, Z. pellucida e Z. pustulata. O gênero é registrado para 36 dos 399 municípios paranaenses, principalmente na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, localizadas na Serra do Mar, Primeiro e Segundo Planaltos. De acordo com os critérios da IUCN, Z. alleniana, com ampla distribuição no estado, é a espécie de menor risco de extinção, enquanto Z. bradei, Z. pellucida e Z. multiflora, presentes somente em uma localidade, são as mais ameaçadas. Zygostates bradei encontra-se “Possivelmente Extinta” no estado; Z. pellucida e Z. multiflora foram avaliadas como “Criticamente em Perigo”. São apresentados uma chave para identificação das espécies, descrições, ilustrações, lista de material examinado, dados sobre distribuição geográfica e estado de conservação dos táxons.
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O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O estado do Paraná possui uma rica biodiversidade, proveniente da ação conjunta de diferentes fatores como clima, relevo e hidrografia (Labiak 2014). Um levantamento da flora estadual estima a existência de pelo menos 6.524 espécies de plantas vasculares nativas (Kaehler et al. 2014). Até o momento, não há tratamento taxonômico ou florístico feito para Buddleja no estado, apesar da existência de fontes de informação taxonômica para Santa Catarina (Smith et al. 1976), São Paulo (Ferreira & Martins 2005) e Paraguai (Soria 2011), além da Flora Brasiliensis (Schmidt 1862) e de duas revisões não publicadas, disponíveis apenas em teses para o gênero no Brasil (Ferreira 1988; Coelho 2017). O gênero foi monografado para a região neotropical (Norman 2000).
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

HNUP, HUPG, MBM, RB, SP, SPF e UPCB (siglas de acordo com Hol- mgren et al. na versão digital do Index Herbariorum disponível em http:// sweetgum.nybg.org/ih/, e ou instituição, para as coleções não indexadas). As principais características taxonômicas utilizadas foram: forma e tamanho dos nectários foliares, número de folíolos e indumento, além das estruturas reprodutivas como: infl orescências, fl ores e frutos. Os termos botânicos utilizados nas descrições foram padronizados com base na lite- ratura especializada para o gênero e em Lawrence (1977) e, os nomes dos autores das espécies abreviados conforme Brummitt & Powell (1992) e o International Plant Names Index (www.ipni.org), conforme recomendação do Código Internacional de Nomenclatura Botânica (McNeill et al., 2006). A lista de todo o material examinado encontra-se disponível com o primeiro autor. As épocas de fl oração e frutifi cação foram obtidas com base nas etiquetas das esxcicatas examinadas. Na ausência de material reprodutivo disponível nas exsicatas do Estado do Paraná foram utilizados materiais de outros estados, citados como “material adicional examinado”.
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O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

Isabelia Barb. Rodr. é endêmico da América do Sul, constituído por três espécies e um nototáxon. No Brasil, são encontrados todos os táxons, distribuídos nos domínios fitogeográficos do Cerrado e da Mata Atlântica, nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. Um estudo taxonômico do gênero Isabelia foi realizado no Paraná e os resultados revelaram a ocorrência de todas as espécies descritas: Isabelia pulchella (Kraenzl.) Van den Berg & M.W. Chase; Isabelia violacea (Lindl.) Van den Berg & M.W. Chase, Isabelia virginalis Barb. Rodr. e do nototáxon Isabelia × pabstii (Leinig) Van den Berg & M.W. Chase. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, mapa de distribuição geográfica, comentários, status de conservação e ilustrações dos táxons estudados.
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O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

A partir dos dados morfológicos qualitativos e quantitativos obtidos, as descrições foram elaboradas seguindo a terminologia usual de Stearn (2004) e Gonçalves & Lorenzi (2011). Os comentários de cada espécie foram baseados nas informações das exsicatas analisadas e em dados complementares de Monteiro et al. (2009, 2010). Os sinônimos aceitos neste trabalho estão de acordo com Monteiro et al. (2010). A distribuição geográfica dos táxons no estado do Paraná foi mapeada em imagem delimitada por quadrículas de 1° × 1° através do programa DIVA-GIS 7.5 (Hijmans et al. 2012). O status de conservação das espécies foi inferido para o estado do Paraná, seguindo as recomendações do sistema IUCN (2014) levando em consideração o número de localidades, área, extensão e qualidade do habitat, sendo também examinada a Lista Vermelha de Plantas Ameaçadas de Extinção no Estado do Paraná (Hatschbach & Ziller 1995).
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O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Apucarana, 21/VIII/1997, D. Saraiva et al. (FUEL 21396, HFC 4839); Arapongas, 5/IX/1997, C.A. Avanzi et al. (FUEL 24706); Assaí, 7/XII/1997, S.R. Ziller & W. Maschio 1672 (EFC, HFC); Bandeirantes, 1/VIII/1997, A. Petenacci 1143 (FUEL); Barra de São Tomé, 24/VII/1967, G. Hatschbach 16974 (RB); Bela Vista do Paraíso, 18/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25713); Bocaiúva do Sul, 10/VII/1960, G. Hatschbach 7132 (RB); Cambé, 22/VIII/1997, V.F. Kinupp et al. 813 (FUEL); Campina Grande do Sul, 15/VIII/1985, J. Cordeiro & J.M. Silva 99 (RB, UPCB); Campo do Tenente, 25/II/1994, P.E. Carvalho 294 (HFC); Cascavel, 21/X/1988, N.I. Morosini 2 (FUEL); Cerro Azul, 17/VIII/1984, G. Hatschbach 48081 (R); Cianorte, 21/III/1966, J.C. Lindeman & J.H. Haas 677 (RB); Colombo, 13/XI/1984, P.E. Carvalho 77 (HUM); Congonhinhas, 10/II/1999, E.M. Francisco & J. Alves (FUEL 23768); Contenda, 3/VI/1958, G. Hatschbach 4946 (RB); Cornélio Procópio, 3/VIII/1995, A. Petenacci 468 (FUEL); Cruzeiro do Sul, 28/VIII/1999, J.M. Silva et al. 3019 (HFC, MBM); Curitiba, 22/IV/1996, V.A. Dittrich & C. Kozera 98 (UPCB); Dois Vizinhos, 9/XII/1968, G. Hatschbach & O. Guimarães 20585 (UPCB); Fênix, 26/VIII/1996, S.B. Mikich (UPCB 33569); Foz do Iguaçu, 6/XII/1992, S.A. Nicolau et al. 558 (SP); Guaraqueçaba, 28/II/1969, G. Hatschbach 21201 (MBM); Ibiporã, 3/VIII/1994, F. Chagas e Silva 1720 (FUEL, HFC); Icaraíma, 28/VII/1967, G. Hatschbach 17049 (RB); Itambaracá, 6/IX/1995, A. Petenacci 499 (FUEL); Ivaí, IX/1874, s.col. (R 30918); Jataizinho, 23/VIII/1998, A.L. Louzano et al. (FUEL 24704); Jundiaí do Sul, 10/X/2000, J. Carneiro 968 (MBM, RB); Laranjeiras do Sul, 22/IX/1968, G. Hatschbach 19796 (RB); Lobato, 18/VII/1962, J.C. Gomes & Matos Filho 249 (RB); Londrina, 2/X/1985, C.E. Yamamoto et al. 19 (FUEL, HUM); Marilândia do Sul, 3/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25714, HFC 6057); Maringá, 30/VII/1987, L. Takahashi et al. (HUM 887); Monte Alegre, 4/VII/1960, A.P. Duarte & G. Hatschbach 5268 (RB); Nova Fátima, 2/VII/1998, M.R.C. Paiva et al. (FUEL 23631); Nova Prata do Iguaçu, 8/VII/1997, I. Isernhagen & M. Borgo 82 (UPCB); Ortigueira, 26/VIII/1997, M.R.C Paiva et al. (HFC 4879, UPCB 36160); Paranaí, 18/VII/1999, G. Hatschbach & J.M. Silva 69256 (HFC, MBM); Primeiro de Maio, 17/VIII/1999, J.A. Ferreira et al. (FUEL 25711); Rancho Alegre, 24/VIII/1999, E.M. Francisco et al. (FUEL 26067); Reserva, 15/XII/1998, J.A. Ferreira et al. (RB 361756, UPCB 44117); Rio Branco, 6/X/1929, F.C. Hoehne (SP 24376); Rio Negro, 16/X/1957, G. Hatschbach 4171 (HBR, RB); Santa Amélia, 23/VIII/1998, D.A. Rinaldi & M. Fuziki (FUEL 24705); Santa Mariana, 1/VIII/1995, V.T.O. 462 (FUEL);
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O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

E. perpusillum Fern. Casas, Pabstia, v.9, n.1, (Amaral Júnior & Mendonça, 1998) syn. nov. Nome vulgar: fruta-de-tucano, coca-del-campo. Fenologia: Floresce e frutifica quase ao mesmo tempo, florescendo de fevereiro até dezembro e frutificando de novembro a março. São freqüentes plantas com botões, flores e frutos. Distribuição: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Argentina, Paraguai e Bolívia. Espécie xilopodífera ocorrendo tanto no cerrado, mais propriamente nas orlas, quanto nos campos rochosos e em margens de rios, entretanto, em locais secos. As flores são bastante grandes em relação às folhas. Usos: seus frutos são procurados pelas aves (Amaral Júnior, 1980).
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O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

Fig. 1a1-a8 Árvores, 18 m alt.; ramos subcilíndricos, aureo-tomentosos. Folhas alternas; pecíolo 0,7−1,5 cm compr., canaliculado, tomentoso; lâmina 6−17 × 1,5−4 cm, lanceolada ou elíptica, ápice acuminado, base cuneada, fortemente revoluta, face adaxial glabra, lustrosa, reticulação densa, inconspícua, nervuras planas, face abaxial aureo- serícea, reticulação densa, inconspícua, nervura primária saliente, secundárias subsalientes, 6−9 pares, ângulo de divergência 25º−50º, nervação broquidódroma, domácias ausentes. Inflorescências axilares e subterminais; tirsóide 2−10 cm compr., multiflora, aureo-tomentosa. Flores bissexuadas; pedicelo ca. 2 mm compr.; hipanto conspícuo, internamente tomentoso; tépalas ca. 2,2 mm compr., elípticas ou estreito-elípticas, tomentosas em ambas as faces, papilas no ápice; estames das séries I e II 0,9−1,1 mm compr., filetes mais curtos que as anteras, tomentosos, anteras ovaladas, ápice agudo, inconspicuamente papilosas, locelos introrsos; estames da série III ca. 1,2 mm compr., filetes tão longos quanto as anteras, tomentosos, anteras retangulares, ápice truncado, locelos superiores laterais e inferiores lateral-extrorsos; estaminódios da série IV 0,6−0,9 mm compr., clavados, tomentosos; pistilo 1,7−2 mm compr., glabro, ovário elipsoide, estilete ca. ½ do ovário, estigma subcapitado. Cúpulas ca. 2 × 1,9 cm, sub- hemisféricas, lenticeladas, infladas na região central, margem simples. Frutos ca. 3,1 × 1,7 cm, elipsoides. Material selecionado: Adrianópolis, 20.X.2009, fl., M.L. Brotto & G. Vasconcellos 386 (FUEL, MBM, NY, RB, SPSF, UPCB). Guaraqueçaba, 7.XII.1972, fr., G.G. Hatschbach 30951 (HUPG, MBM, UPCB). Paranaguá, 27.V.1980, fr., C.V. Roderjan 65 (EFC, UPCB). Pontal do Paraná, 10.IX.1965, fl., G.G. Hatschbach 12746 (MBM, RB, UPCB). Tunas do Paraná, 4.X.1999, fl., J.M. Silva & L.M. Abe 3082 (FUEL, HFIE, MBM, SP, UPCB).
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O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Material selecionado: BRASIL. Paraná: Apucarana, XI/1999, Pavão s.n. (FUEL 28869). Arapoti, X/1961, Hatschbach 8356 (MBM). Balsa Nova, XI/1980, Hatschbach 43353 (MBM, UPCB). Bituruna, XI/1998, Vergopola s.n. (FUEL 23074). Bocaiúva do Sul, XI/1998, Silva 2594 (MBM). Campo Mourão, XII/1965, Hatschbach 13267 (MBM, UPCB). Cascavel, XI/1988, Cruz 174 (FUEL). Castro, X/1961, Hatschbach 8529 (MBM, UPCB). Cerro Azul, XI/1970, Hatschbach 25578 (MBM, UPCB). Clevelândia, V/1966, Lindeman 1112 (MBM). Contenda, X/1977, Dombrowski 13930 (MBM). Curitiba, XII/1996, Kozera 438 (MBM, UPCB). Foz do Iguaçú, s.d., Lindeman 2957 (MBM). General Carneiro, XII/1966, Hatschbach 15397 (MBM, UPCB). Guarapuava, XI/1973, Hatschbach 33523 (MBM). Imbaú, XII/1994, Kinupp 99 (MBM, UPCB). Irati, X/1970, Carvalho 76 (MBM). Ivaí, V/2000, Dias s.n. (FUEL 26933). Lapa, V/1996, Silva 1667 (MBM, UPCB). Laranjeiras do Sul, III/1967, Lindeman 4678 (MBM). Londrina, X/1994, Silva 1994 (FUEL). Marmeleiro, II/1971, Hatschbach 26449 (MBM). Mauá da Serra, III/1998, Souza s.n. (FUEL 23265). Ortigueira, II/1999, Francisco s.n. (FUEL 28847). Palmas, XII/1989, Hatschbach 53665 (MBM). Palmeira, I/1966, Hatschbach 13488 (MBM). Pinhão, X/1991, Britez 2161 (UPCB). Piraí do Sul, XI/1998, Ribas 2800 (FUEL, MBM). Piraquara, IV/1977, Hatschbach 39875 (MBM, UPCB). Ponta Grossa, XI/1989, Silva 733 (MBM, UPCB). Porto Amazonas, I/1983, Kummrow 2446 (MBM UPCB). Prudentópolis, IV/2003, Goldenberg 591 (UPCB). Quatro Barras, V/1997, Gatti 130 (EFC, UPCB). Rio Branco do Sul, XI/1996, Tiepolo 585 (EFC, MBM). Santa Helena, XII/1977, Hatschbach 40523 (MBM). São Mateus do Sul, XI/1986, Britez 1179 (MBM). Tibagi, X/1959, Hatschbach 6336 (MBM). Tijucas do Sul, XI/1958, Hatschbach 5241 (HUEPG, MBM). União da Vitória, XII/1971, Hatschbach 28152 (MBM). Umuarama, IV/1968, Hatschbach 19037 (UPCB). Ventania, X/1999, Carneiro s.n. (MBM).
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O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia Ruiz & Pav. pode ser reconhecido pelo ovário 4–18–locular, com vários óvulos por lóculo, e parede locular glandular nos frutos maduros, que serve como um falso envoltório das sementes. Normalmente todos ou todos menos um óvulo abortam em cada lóculo. Apresenta pedúnculos unifloros, dicásios ou racemos, e os botões têm cálice desde aberto até completamente fechado. No estado do Paraná, o gênero apresenta 11 espécies (C. adamantium, C. aurea, C. eugenioides, C. guaviroba, C. guazumifolia, C. neriiflora, C. pubescens, C. reitziana, C. schlechtendaliana, C. sessiliflora, C. xanthocarpa), distribuídas por todos os tipos de vegetação. Campomanesia neriiflora teve seus frutos descritos pela primeira vez. Neste trabalho são apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações, dados sobre distribuição geográfica e lista de materiais selecionados para as espécies de Campomanesia do Paraná.
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O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O trabalho apresenta a flora do gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná. Ocorrem 12 espécies de Anthurium no estado: A. acutum, A. comtum, A. gaudichaudianum, A. hatschbachii, A. lacerdae, A. loefgrenii, A. marense, A. pentaphyllum, A. scandens subsp. scandens, A. sellowianum, A. sinuatum e A. urvilleanum. As espécies estão distribuídas exclusivamente na Floresta Ombrófila Densa, com exceção de A. loefgrenii que ocorre também em restinga arbórea, de A. gaudichaudianum que ocorre também no Cerrado e transição entre Floresta Ombrófila Densa e Mista, e de A. sinuatum que ocorre apenas na Floresta Estacional Semidecidual. Há cinco espécies ameaçadas de extinção para o estado: A. hatschbachii e A. urvilleanum (Criticamente em Perigo), A. sinuatum (Em Perigo) e A. lacerdae e A. marense (Vulneráveis). Relata-se como novidades morfológicas: a presença de tricomas no eixo axilar do ovário em A. hatschbachii, A. lacerdae, A. marense, A. sinuatum e A. urvilleanum; e a placentação do tipo axial apical para A. acutum. São apresentadas chave de identificação, descrições, pranchas de fotos e ilustrações, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e o estado de conservação para todas as espécies. Palavras-chave: flora, levantamento florístico, taxonomia.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
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Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

Sinopse do gênero Acalypha L. (Euphorbiaceae) no Estado de São Paulo, Brasil

A área de estudo foi o Estado de São Paulo, localizado na região Sudeste do país, com altitude de 0 à 1.200 m. O Estado tem como limites os Estados de Minas Gerais ao norte e nordeste, Paraná ao sul, Rio de Janeiro a leste e Mato Grosso do Sul a oeste, além do Oceano Atlântico a sudeste, e sua área total é 248.209,426 km². Está localizado em uma região com clima tropical à tropical úmido e composição florística bastante diversa, podendo ser encontrados desde Florestas Ombrófilas Densas Montana até fisionomias de Cerrado (Wanderley et al. 2009).
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Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para o Estado do Pará, Brasil.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para o Estado do Pará, Brasil.

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