Top PDF O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

Galeandra has 18 species with Neotropical distribution. Consisting of terrestrial and epiphytic species, the genus is recognized by flowers with funnel-shaped lip and spur at the base. The aim of this study was to do a taxonomic treatment of Galeandra in Paraná state, with descriptions, illustrations, distribution maps, identification key, conservation status and comments on each species. The genus is present in the five phytogeographic regions of the Paraná. In Semideciduous Forest there are two species (G. beyrichii and Galeandra styllomisantha), in Atlantic rainforest and Araucaria forest one species (G. beyrichii), and in steppe vegetation and in relictual areas of savanna three species (G. beyrichii, G. montana and G. paraguayensis), with G. montana being the first record for the state. According to IUCN criteria, G. beyrichii has low extinction risk (LC), G. paraguayensis is endangered (EN), and G. montana and G. styllomisantha are critically endangered (CR). In fact, G. styllomisantha is possibly extinct locally.
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O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil). Catasetum possui cerca de 170 espécies terrícolas e epífitas com distribuição neotropical, sendo o gênero reconhecido pelos pseudobulbos possuindo vários entrenós, pelas flores unissexuais (raro hermafroditas) e polinário com estipe, caudículo e viscídio. O objetivo deste trabalho foi realizar o estudo taxonômico de Catasetum no Estado do Paraná, apresentando descrições, ilustrações, mapa de distribuição, chave de identificação, status de conservação e comentários para cada espécie. O gênero está presente predominantemente na Floresta Ombrófila Densa (Catasetum atratum, C. socco e C. triodon) e na Floresta Ombrófila Mista (C. fimbriatum) do Estado. De acordo com os critérios da IUCN, C. atratum enquadra-se como espécie criticamente em perigo, C. fimbriatum e C. triodon, enquadram-se como uma espécie em perigo e C. socco enquadra-se como espécie vulnerável no Estado do Paraná.
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O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

Zygostates consiste de ca. 26 espécies, das quais 15 ocorrem no Brasil. Através de consultas a herbários nacionais e estrangeiros, além da realização de trabalho de campo, oito espécies de Zygostates foram encontradas no Paraná: Zygostates alleniana, Z. bradei, Z. cornuta, Z. dasyrhiza, Z. lunata, Z. multiflora, Z. pellucida e Z. pustulata. O gênero é registrado para 36 dos 399 municípios paranaenses, principalmente na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, localizadas na Serra do Mar, Primeiro e Segundo Planaltos. De acordo com os critérios da IUCN, Z. alleniana, com ampla distribuição no estado, é a espécie de menor risco de extinção, enquanto Z. bradei, Z. pellucida e Z. multiflora, presentes somente em uma localidade, são as mais ameaçadas. Zygostates bradei encontra-se “Possivelmente Extinta” no estado; Z. pellucida e Z. multiflora foram avaliadas como “Criticamente em Perigo”. São apresentados uma chave para identificação das espécies, descrições, ilustrações, lista de material examinado, dados sobre distribuição geográfica e estado de conservação dos táxons.
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O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
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O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no Estado do Paraná, Brasil). O presente estudo abrange o gênero Piptocarpha R.Br. (Vernonieae: Asteraceae) no Estado do Paraná, Brasil. A metodologia consistiu no levantamento bibliográfico, coleta de material e observação de campo, estudos morfológicos e taxonômicos do material vivo e herborizado. Foram confirmadas para o Estado do Paraná nove espécies, sendo quatro escandentes: Piptocarpha leprosa (Less.) Baker, P. oblonga (Gardner) Baker, P. quadrangularis (Vell.) Baker e P. sellowii (Sch.Bip.) Baker; e cinco arbóreas: Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme, P. axillaris (Less.) Baker, P. densifolia Dusén ex G.L. Smith, P. macropoda (DC.) Baker e P. regnellii (Sch.Bip.) Cabrera. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, época de floração e frutificação, nomes populares, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para cada táxon estudado.
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O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O estado do Paraná possui uma rica biodiversidade, proveniente da ação conjunta de diferentes fatores como clima, relevo e hidrografia (Labiak 2014). Um levantamento da flora estadual estima a existência de pelo menos 6.524 espécies de plantas vasculares nativas (Kaehler et al. 2014). Até o momento, não há tratamento taxonômico ou florístico feito para Buddleja no estado, apesar da existência de fontes de informação taxonômica para Santa Catarina (Smith et al. 1976), São Paulo (Ferreira & Martins 2005) e Paraguai (Soria 2011), além da Flora Brasiliensis (Schmidt 1862) e de duas revisões não publicadas, disponíveis apenas em teses para o gênero no Brasil (Ferreira 1988; Coelho 2017). O gênero foi monografado para a região neotropical (Norman 2000).
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O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

The genus Campomanesia Ruiz & Pav. can be recognized by the ovary 4–18–locular, with several ovules per locule, and a glandular locular wall in the mature fruits, which serves as a false seed coat. Usually all or all but one ovule abort in each locule. The inflorescence is uniflorous, dichasium or raceme, and the calyx can be opened or completely closed in the flower bud. The genus has 11 species in the state of Paraná (C. adamantium, C. aurea, C. eugenioides, C. guaviroba, C. guazumifolia, C. neriiflora, C. pubescens, C. reitziana, C. schlechtendaliana, C. sessiliflora, C. xanthocarpa), distributed in all vegetation types. Campomanesia neriiflora had your fruits described for the first time. In this work we present an identification key, descriptions, illustrations, data on geographic distribution and collection lists for the species of Campomanesia from Paraná.
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O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

E. perpusillum Fern. Casas, Pabstia, v.9, n.1, (Amaral Júnior & Mendonça, 1998) syn. nov. Nome vulgar: fruta-de-tucano, coca-del-campo. Fenologia: Floresce e frutifica quase ao mesmo tempo, florescendo de fevereiro até dezembro e frutificando de novembro a março. São freqüentes plantas com botões, flores e frutos. Distribuição: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Argentina, Paraguai e Bolívia. Espécie xilopodífera ocorrendo tanto no cerrado, mais propriamente nas orlas, quanto nos campos rochosos e em margens de rios, entretanto, em locais secos. As flores são bastante grandes em relação às folhas. Usos: seus frutos são procurados pelas aves (Amaral Júnior, 1980).
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O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

Foram analisadas as coleções de Lauraceae (2450 exsicatas) depositadas nos herbários EFC; FUEL; HBR; HCF; HFC; HFIE; HUCP; HUEM; HUPG; MBM; MO; RB; SP, SPF; SPSF e UPCB. As siglas sublinhadas referem-se a herbários não indexados, os demais seguem Holmgren & Holmgren (1998). Excursões para reconhecimento das espécies e coleta de espécimes de Ocotea foram realizadas pelo primeiro autor, totalizando 85 viagens entre os anos de 2006 a 2012, com 167 espécimes coletados férteis representando 20 espécies. O material fértil foi herborizado e incorporado no acervo do herbário UPCB, com duplicatas enviadas aos herbários FUEL, MBM, SPSF, RB e NY. O material selecionado indicado no texto segue o critério de um exemplar por unidade fitogeográfica, segundo a classificação de Roderjan et al. (2001), exceto quando foram necessárias outras exsicatas para completar as descrições e ilustrações. Para a lista de coletores foi selecionado um espécime por município paranaense. As ilustrações foram produzidas pelo primeiro autor, com o auxílio de microscópio estereoscópico, em nanquim sobre papel vegetal, posteriormente digitalizadas. O estado de conservação das espécies foi avaliado apenas para o território paranaense e seguiu os critérios da IUCN versão 3.1 (2001).
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O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

Ao Instituto Ambiental do Paraná por conceder a licença de coleta para as unidades de conservação no Paraná. A Pró-reitoria de extensão da Universidade estadual de Ponta Grossa por disponibilizar motorista e transporte para realização das expedições botânicas. À Fundação Araucária a bolsa concedida. Aos examinadores M.Sc. Anna Luiza P. Andrade, Dr. Eric C. Smidt, Dr. Ivana F. Barbola e M.Sc. Melissa K.F.S. Nogueira a participação na banca do trabalho de conclusão de curso do primeiro autor, e pelas valiosas contribuições. Aos curadores dos herbários EFC, HB, HUEM, HUPG, MBM, RB, SP e UPCB a hospitalidade e por disponibilizar as coleções para estudo.
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O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Lauraceae é uma família de Angiospermas que apresenta distribuição majoritariamente pantropical, com poucos membros ocorrendo em clima temperado (Rohwer 1993b). São 50 gêneros e entre 2.500 e 3.000 espécies (Rohwer & Kubitzki 1993), melhor representados nas Américas e Ásia, mas que ocorrem também na Austrália, Madagascar e mais esparsamente na África Central (Werff & Richter 1996). A família pertence à ordem Laurales, que está posicionada entre as linhagens basais de Angiospermas (Cronquist 1988; APG II 2003). O gênero Nectandra foi descrito por Rottboel em 1778, com duas espécies, baseado num manuscrito de Rolander (Rohwer 1993a). Hoje são aceitas 114 espécies com distribuição restrita às Américas tropical e subtropical, sendo 43 brasileiras (Baitello 2003). O nome do gênero provém de uma interpretação errônea, dada
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O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

HNUP, HUPG, MBM, RB, SP, SPF e UPCB (siglas de acordo com Hol- mgren et al. na versão digital do Index Herbariorum disponível em http:// sweetgum.nybg.org/ih/, e ou instituição, para as coleções não indexadas). As principais características taxonômicas utilizadas foram: forma e tamanho dos nectários foliares, número de folíolos e indumento, além das estruturas reprodutivas como: infl orescências, fl ores e frutos. Os termos botânicos utilizados nas descrições foram padronizados com base na lite- ratura especializada para o gênero e em Lawrence (1977) e, os nomes dos autores das espécies abreviados conforme Brummitt & Powell (1992) e o International Plant Names Index (www.ipni.org), conforme recomendação do Código Internacional de Nomenclatura Botânica (McNeill et al., 2006). A lista de todo o material examinado encontra-se disponível com o primeiro autor. As épocas de fl oração e frutifi cação foram obtidas com base nas etiquetas das esxcicatas examinadas. Na ausência de material reprodutivo disponível nas exsicatas do Estado do Paraná foram utilizados materiais de outros estados, citados como “material adicional examinado”.
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O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Arbustos a arvoretas ca 2,5m alt.; ramos jovens, pecíolos, face abaxial das folhas, inflorescências e hipanto moderada a densamente recobertos por tricomas estrelados e dendríticos, face adaxial glabrescente. Folhas com pecíolo 0,7-1,5cm compr.; lâmina 8,4-19,4×3,6-10,8cm, discolor, cartácea a subcoriácea, elíptica a lanceolada, base atenuada, aguda a arredondada, ápice acuminado, remotamente denticulada no terço distal, nervuras 3+2, acródromas basais. Panículas escorpióides, 9,5-22,6cm compr., terminais. Flores 5(-6)-meras; hipanto 2-2,3mm compr.; cálice persistente, lacínias internas 1-1,2mm compr., triangulares, dentículos externos muito reduzidos; pétalas ca. 2,6x1,8mm; estames 10(-12), levemente dimorfos, anteras 1,3-1,6mm compr., brancas, uniporosas, conectivo longamente prolongado abaixo das tecas, com calcar dorsal curto e 2 aurículas ventrais ou apenas 2 aurículas ventrais; ovário trilocular, papiloso, estilete abruptamente alargado no ápice. Baga imatura castanha, madura enegrecida, 30-50 sementes. Material examinado: BRASIL. Paraná: Campina Grande do Sul, XII/1972, Hatschbach 23951 (MBM). Guaraqueçaba, IV/1995, Ziller 800 (MBM). Cerro Azul, II/1961, Hatschbach 7719 (MBM, UPCB).
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O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O trabalho apresenta a flora do gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná. Ocorrem 12 espécies de Anthurium no estado: A. acutum, A. comtum, A. gaudichaudianum, A. hatschbachii, A. lacerdae, A. loefgrenii, A. marense, A. pentaphyllum, A. scandens subsp. scandens, A. sellowianum, A. sinuatum e A. urvilleanum. As espécies estão distribuídas exclusivamente na Floresta Ombrófila Densa, com exceção de A. loefgrenii que ocorre também em restinga arbórea, de A. gaudichaudianum que ocorre também no Cerrado e transição entre Floresta Ombrófila Densa e Mista, e de A. sinuatum que ocorre apenas na Floresta Estacional Semidecidual. Há cinco espécies ameaçadas de extinção para o estado: A. hatschbachii e A. urvilleanum (Criticamente em Perigo), A. sinuatum (Em Perigo) e A. lacerdae e A. marense (Vulneráveis). Relata-se como novidades morfológicas: a presença de tricomas no eixo axilar do ovário em A. hatschbachii, A. lacerdae, A. marense, A. sinuatum e A. urvilleanum; e a placentação do tipo axial apical para A. acutum. São apresentadas chave de identificação, descrições, pranchas de fotos e ilustrações, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e o estado de conservação para todas as espécies. Palavras-chave: flora, levantamento florístico, taxonomia.
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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O gênero Galeandra (Orchidaceae) na Amazônia Brasileira.

O gênero Galeandra (Orchidaceae) na Amazônia Brasileira.

Material examinado: Brasil: Mato Grosso: Maribondo, São Lourenço, VI/1911, Hoehne 4115 (R); Coxim, V/1911, Hoehne 4113 (R). Goiás: Colinas do Sul, 12/III/92, Cavalcante et al. 1213 (CEN); Serra Geral do Paranã, São João da Aliança, 21/III/1973, Anderson 7513 (UB). Distrito Federal: Parque do Guará, 24/II/1961, Heringer 7991, (UB). Minas Gerais: Município Uniaí, localidade denominada Palmital, 27/IV/1993, Pereira & Alvarenga (CEN 17750); São Gonçalo do rio Abaixo, 10/II/1994, Borba 121 (BHCB); Estação Ecológica da UFMG, Belo Horizonte, 25/III/1996, Lombardi 1149 (BHCB); Cambuquira, Juca Casimiro, 25/ XII/1935, Barreto 5473 (SP); Espírito Santo: V/1964, Machado 94 (HB); Domingos Martins, 28/VII/1972, Kautsky 360 (HB). Rio de Janeiro: Barra do Piraí, Ipiabas, Fazenda da Floresta, 05/02/1989, Laclette 911 (R); Floresta da Tijuca, 18/ XI/1931, Brade 10585 (R); Corcovado, estrada do Redentor I/1934, Freire 440 (R); Rezende, 3/III/1931, Holmes 06 (SP), Tijuca, IX/1916, Hoehne 226 (SP); Próximo à Vista Chinesa, 11/I/1963, Pereira 7248 (HB); Próximo a Nova Friburgo, 5/I/1970, Dungs (HB 43033); Itatiaia, 25/II/1942, Brade 17192 (RB). São Paulo: Morro das Pedras, II/1921, Brade (HB 8530); Mogi das Cruzes, 14/I/1912 (HB 8396); Vale do Paraíba, Taubaté, IV/1952, Welter 06 (HB); Rio Periquera Mirim, XII/1910, A.C.Brade (HB 8399); Angatuba, Fazenda do serviço Florestal, 23/II/1966, Emmerich & Dressler (HB 40920). Paraná: Cerro Azul, Morro Grande, 25/I/1974,
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Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

Ao mudar o centro de gravidade político e ideológico da “implicação corporativa” para a grande empresa, a nova social-democracia apreendeu o avanço do poder das corporações transnacionais nos anos 80, sob a mundialização do capital, e por conseguinte, a nova necessidade sistêmica da acumulação capitalista flexível, com seu “momento predominante”, o toyotismo. É tal deslocamento sócio-ontológico que contribuiu para a consti- tuição, no plano político-ideológico, dos novos “arranjos neocorporativos”, baseados nesse novo “espaço-tempo” da estrutura de acumulação de capital. São tais novos “arranjos corporativos” que deram o lastro político-ideológi- co para o sindicalismo neocorporativo de participação que passou a predomi- nar na CUT (por exemplo, no Brasil dos anos 90, mesmo o sindicalismo corporativo tende a se curvar à lógica da grande empresa, com as comissões de fábrica quase atuando como sindicatos de empresa. É a partir dela que os capitalistas, imbuídos dos princípios do toyotismo, tendem a incentivar os acordos sindicais, tornando-se ela – a empresa – o referencial central para a ação sindical).
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