Top PDF O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Isabelia (Orchidaceae: Laeliinae) no estado do Paraná, Brasil.

Isabelia Barb. Rodr. é endêmico da América do Sul, constituído por três espécies e um nototáxon. No Brasil, são encontrados todos os táxons, distribuídos nos domínios fitogeográficos do Cerrado e da Mata Atlântica, nas Regiões Sul, Sudeste, Centro-oeste e Nordeste. Um estudo taxonômico do gênero Isabelia foi realizado no Paraná e os resultados revelaram a ocorrência de todas as espécies descritas: Isabelia pulchella (Kraenzl.) Van den Berg & M.W. Chase; Isabelia violacea (Lindl.) Van den Berg & M.W. Chase, Isabelia virginalis Barb. Rodr. e do nototáxon Isabelia × pabstii (Leinig) Van den Berg & M.W. Chase. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, mapa de distribuição geográfica, comentários, status de conservação e ilustrações dos táxons estudados.
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O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Epidendrum L. (Orchidaceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Observações: ocorre no Brasil (MG, RJ, SP, PR, SC). Coletada com flores entre dezembro e junho, e setembro. No Paraná ocorre como epífita em Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, Submontana e Montana, e em Floresta Ombrófila Mista. Outras espécies afins são citadas por Pabst & Dungs (1975), para o estado do Paraná: E. ecostatum Pabst, E. obergii Hawkes e E. ochrochlorum Barb. Rodr. Todas são muito semelhantes a E. proligerum e entre si, sendo a principal diferença entre elas o formato do labelo, o que pode ser visto nas ilustrações de Pabst & Dungs (1975) para essas espécies. Analisando as exsicatas atribuídas a essas espécies nos herbários, observou-se que todos os materiais identificados como E. ochrochlorum (Leinig 184 e 555; Hatschbach 3144 e 2667; Hatschbach 20710), E. obergii (Klein 9417), E. ecostatum (Handro 2207; Klein 10165; Dusén 3786) e E. proligerum (Reitz 3316; Pabst 2454) correspondiam à mesma espécie. Em análise das descrições dessas espécies, decidiu-se tratá-las, neste trabalho, com o nome E. proligerum, pois E. ochrochlorum apresenta flores com o dobro do tamanho dos espécimes analisados, e E. obergii, assim como E. ecostatum, possuem labelo inteiro. Este é outro grupo dentro do gênero Epidendrum que está necessitando de revisão, a qual poderia resultar em várias sinonimizações.
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O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Catasetum Rich. ex Kunth (Orchidaceae, Catasetinae) no Estado do Paraná, Brasil). Catasetum possui cerca de 170 espécies terrícolas e epífitas com distribuição neotropical, sendo o gênero reconhecido pelos pseudobulbos possuindo vários entrenós, pelas flores unissexuais (raro hermafroditas) e polinário com estipe, caudículo e viscídio. O objetivo deste trabalho foi realizar o estudo taxonômico de Catasetum no Estado do Paraná, apresentando descrições, ilustrações, mapa de distribuição, chave de identificação, status de conservação e comentários para cada espécie. O gênero está presente predominantemente na Floresta Ombrófila Densa (Catasetum atratum, C. socco e C. triodon) e na Floresta Ombrófila Mista (C. fimbriatum) do Estado. De acordo com os critérios da IUCN, C. atratum enquadra-se como espécie criticamente em perigo, C. fimbriatum e C. triodon, enquadram-se como uma espécie em perigo e C. socco enquadra-se como espécie vulnerável no Estado do Paraná.
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O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no estado do Paraná, Brasil.

RESUMO – (O gênero Piptocarpha R.Br. (Asteraceae: Vernonieae) no Estado do Paraná, Brasil). O presente estudo abrange o gênero Piptocarpha R.Br. (Vernonieae: Asteraceae) no Estado do Paraná, Brasil. A metodologia consistiu no levantamento bibliográfico, coleta de material e observação de campo, estudos morfológicos e taxonômicos do material vivo e herborizado. Foram confirmadas para o Estado do Paraná nove espécies, sendo quatro escandentes: Piptocarpha leprosa (Less.) Baker, P. oblonga (Gardner) Baker, P. quadrangularis (Vell.) Baker e P. sellowii (Sch.Bip.) Baker; e cinco arbóreas: Piptocarpha angustifolia Dusén ex Malme, P. axillaris (Less.) Baker, P. densifolia Dusén ex G.L. Smith, P. macropoda (DC.) Baker e P. regnellii (Sch.Bip.) Cabrera. São apresentadas chave de identificação, descrições morfológicas, época de floração e frutificação, nomes populares, distribuição geográfica, comentários e ilustrações para cada táxon estudado.
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O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Buddleja (Scrophulariaceae) no estado do Paraná, Brasil

O estado do Paraná possui uma rica biodiversidade, proveniente da ação conjunta de diferentes fatores como clima, relevo e hidrografia (Labiak 2014). Um levantamento da flora estadual estima a existência de pelo menos 6.524 espécies de plantas vasculares nativas (Kaehler et al. 2014). Até o momento, não há tratamento taxonômico ou florístico feito para Buddleja no estado, apesar da existência de fontes de informação taxonômica para Santa Catarina (Smith et al. 1976), São Paulo (Ferreira & Martins 2005) e Paraguai (Soria 2011), além da Flora Brasiliensis (Schmidt 1862) e de duas revisões não publicadas, disponíveis apenas em teses para o gênero no Brasil (Ferreira 1988; Coelho 2017). O gênero foi monografado para a região neotropical (Norman 2000).
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IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DOS LABORATÓRIOS BÁSICOS PADRÃO MEC/FNDE NA REDE PÚBLICA DO ESTADO DO PARANÁ PELO PROGRAMA BRASIL PROFISSIONALIZADO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Esta dissertação tem por objetivo investigar como se efetivou a implementação dos Laboratórios Básicos Padrão MEC/FNDE. Com a implantação do Programa Brasil Profissionalizado no Estado do Paraná, instituído pelo Decreto Nº 6.302 de 27 de dezembro de 2007, programa do Governo Federal, foram firmados convênios com a Secretaria de Estado da Educação – SEED-PR, com o intuito de modernizar as estruturas das escolas que ofertam a Educação Profissional da Rede Estadual. A partir dos estudos de demanda, exigências estabelecidas pelo programa, as escolas contempladas se propuseram a melhorar as condições de oferta da Educação Profissional e da qualidade na formação de seus alunos. Com a expansão da rede para a oferta da Educação Profissional e Tecnológica, também se fez necessária a adequação dos espaços escolares, proporcionando melhores condições de aprendizagem e a preparação dos profissionais para o desenvolvimento de suas atividades. Os autores que contribuíram para a fundamentação desta dissertação passam por especialistas na Educação Profissional e nos sistemas de avaliação. O instrumento utilizado para o desenvolvimento desta tarefa foi a avaliação executiva, processo pelo qual foi possível apresentar uma visão generalizada da implementação do programa na Rede Pública do Estado do Paraná, conforme as orientações e recomendações do Manual de Orientação e Preenchimento da Situação Escolar – MOPSE, composto por formulários que indicavam os aspectos de infraestrutura dos espaços escolhidos para a instalação dos laboratórios. O intento dessa dissertação é a preparação para o processo de uma avaliação de impacto, ou seja, a construção de um instrumento de investigação mais aprofundado desta ação, buscando conhecer o quanto a implementação dos laboratórios tem contribuído para a melhoria nas condições de oferta para a Educação Profissional.
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O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

O gênero Zygostates (Orchidaceae: Oncidiinae) no estado do Paraná, Brasil

Zygostates consiste de ca. 26 espécies, das quais 15 ocorrem no Brasil. Através de consultas a herbários nacionais e estrangeiros, além da realização de trabalho de campo, oito espécies de Zygostates foram encontradas no Paraná: Zygostates alleniana, Z. bradei, Z. cornuta, Z. dasyrhiza, Z. lunata, Z. multiflora, Z. pellucida e Z. pustulata. O gênero é registrado para 36 dos 399 municípios paranaenses, principalmente na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista, localizadas na Serra do Mar, Primeiro e Segundo Planaltos. De acordo com os critérios da IUCN, Z. alleniana, com ampla distribuição no estado, é a espécie de menor risco de extinção, enquanto Z. bradei, Z. pellucida e Z. multiflora, presentes somente em uma localidade, são as mais ameaçadas. Zygostates bradei encontra-se “Possivelmente Extinta” no estado; Z. pellucida e Z. multiflora foram avaliadas como “Criticamente em Perigo”. São apresentados uma chave para identificação das espécies, descrições, ilustrações, lista de material examinado, dados sobre distribuição geográfica e estado de conservação dos táxons.
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O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil.

RESUMO - (O gênero Cordyline Comm. ex R.Br. (Asparagaceae Juss.) no Estado do Paraná, Brasil). O objetivo deste estudo foi descrever a espécie de Cordyline que ocorre no Estado do Paraná, Cordyline sellowiana Kunth, a partir de análises de exsicatas de diversos herbários do Estado. C. sellowiana é caracterizada por folhas sésseis, lineares, inflorescências terminais e flores roxas, pediceladas; ápice das sépalas acuminado e das pétalas obtuso. Coletada em 26 municípios do Estado do Paraná, ocorre nos seguintes tipos de vegetação: Estepe Ombrófila, Floresta Estacional Semidecidual Subxérica, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista. A partir dos critérios da lista vermelha da IUCN, foi definido o estado de conservação da espécie, que se enquadra na categoria de preocupação menor (LC). Popularmente conhecida como uvarana, varana, guaraíva ou cordiline, é utilizada na alimentação animal e humana, farmacologia, recuperação ambiental e como planta ornamental. Palavras-chave: distribuição, IUCN, morfologia, taxonomia
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O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

O gênero Erythroxylum P. Browne (Erythroxylaceae) do estado do Paraná, Brasil.

E. perpusillum Fern. Casas, Pabstia, v.9, n.1, (Amaral Júnior & Mendonça, 1998) syn. nov. Nome vulgar: fruta-de-tucano, coca-del-campo. Fenologia: Floresce e frutifica quase ao mesmo tempo, florescendo de fevereiro até dezembro e frutificando de novembro a março. São freqüentes plantas com botões, flores e frutos. Distribuição: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Argentina, Paraguai e Bolívia. Espécie xilopodífera ocorrendo tanto no cerrado, mais propriamente nas orlas, quanto nos campos rochosos e em margens de rios, entretanto, em locais secos. As flores são bastante grandes em relação às folhas. Usos: seus frutos são procurados pelas aves (Amaral Júnior, 1980).
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O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Galeandra (Orchidaceae: Catasetinae) no estado do Paraná, Brasil.

Galeandra beyrichii ocorre desde o sul da Flórida, México, América Central, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina (Govaerts 2014). No Brasil ocorre nos estados da BA, DF, ES, GO, MT, MG, SP, RJ, PR, SC e RS (Barros et al. 2014). No Paraná está presente na vegetação de Florestas Ombrófilas Densa e Mista, Estepe, Cerrado e Floresta Estacional Semidecidual, em áreas sombreadas de subosque. Floresce entre os meses de dezembro a abril.

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O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Inga Mill. (Leguminosae - Mimosoideae) no estado do Paraná, Brasil.

HNUP, HUPG, MBM, RB, SP, SPF e UPCB (siglas de acordo com Hol- mgren et al. na versão digital do Index Herbariorum disponível em http:// sweetgum.nybg.org/ih/, e ou instituição, para as coleções não indexadas). As principais características taxonômicas utilizadas foram: forma e tamanho dos nectários foliares, número de folíolos e indumento, além das estruturas reprodutivas como: infl orescências, fl ores e frutos. Os termos botânicos utilizados nas descrições foram padronizados com base na lite- ratura especializada para o gênero e em Lawrence (1977) e, os nomes dos autores das espécies abreviados conforme Brummitt & Powell (1992) e o International Plant Names Index (www.ipni.org), conforme recomendação do Código Internacional de Nomenclatura Botânica (McNeill et al., 2006). A lista de todo o material examinado encontra-se disponível com o primeiro autor. As épocas de fl oração e frutifi cação foram obtidas com base nas etiquetas das esxcicatas examinadas. Na ausência de material reprodutivo disponível nas exsicatas do Estado do Paraná foram utilizados materiais de outros estados, citados como “material adicional examinado”.
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O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Nectandra Rol. ex Rottb. (Lauraceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Lauraceae é uma família de Angiospermas que apresenta distribuição majoritariamente pantropical, com poucos membros ocorrendo em clima temperado (Rohwer 1993b). São 50 gêneros e entre 2.500 e 3.000 espécies (Rohwer & Kubitzki 1993), melhor representados nas Américas e Ásia, mas que ocorrem também na Austrália, Madagascar e mais esparsamente na África Central (Werff & Richter 1996). A família pertence à ordem Laurales, que está posicionada entre as linhagens basais de Angiospermas (Cronquist 1988; APG II 2003). O gênero Nectandra foi descrito por Rottboel em 1778, com duas espécies, baseado num manuscrito de Rolander (Rohwer 1993a). Hoje são aceitas 114 espécies com distribuição restrita às Américas tropical e subtropical, sendo 43 brasileiras (Baitello 2003). O nome do gênero provém de uma interpretação errônea, dada
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O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

O gênero Miconia (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil.

Arbustos a arvoretas ca 2,5m alt.; ramos jovens, pecíolos, face abaxial das folhas, inflorescências e hipanto moderada a densamente recobertos por tricomas estrelados e dendríticos, face adaxial glabrescente. Folhas com pecíolo 0,7-1,5cm compr.; lâmina 8,4-19,4×3,6-10,8cm, discolor, cartácea a subcoriácea, elíptica a lanceolada, base atenuada, aguda a arredondada, ápice acuminado, remotamente denticulada no terço distal, nervuras 3+2, acródromas basais. Panículas escorpióides, 9,5-22,6cm compr., terminais. Flores 5(-6)-meras; hipanto 2-2,3mm compr.; cálice persistente, lacínias internas 1-1,2mm compr., triangulares, dentículos externos muito reduzidos; pétalas ca. 2,6x1,8mm; estames 10(-12), levemente dimorfos, anteras 1,3-1,6mm compr., brancas, uniporosas, conectivo longamente prolongado abaixo das tecas, com calcar dorsal curto e 2 aurículas ventrais ou apenas 2 aurículas ventrais; ovário trilocular, papiloso, estilete abruptamente alargado no ápice. Baga imatura castanha, madura enegrecida, 30-50 sementes. Material examinado: BRASIL. Paraná: Campina Grande do Sul, XII/1972, Hatschbach 23951 (MBM). Guaraqueçaba, IV/1995, Ziller 800 (MBM). Cerro Azul, II/1961, Hatschbach 7719 (MBM, UPCB).
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O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Campomanesia (Myrtaceae) no estado do Paraná, Brasil.

Campomanesia tem 36 espécies conhecidas (Govaerts et al. 2008), com 31 delas na flora brasileira (Sobral et al. 2010). São árvores e arbustos, distribuídos do nordeste da Argentina até Trinidad, e da costa do Brasil até os Andes no Peru, Equador e Colômbia (Landrum 1982). O gênero pode ser reconhecido pelo ovário 4–18–locular, com vários óvulos por lóculo, pelo não desenvolvimento de óvulos, ou de apenas um, ou raramente dois em cada lóculo, e pelas paredes dos lóculos glandulares nos frutos maduros, servindo como um falso envoltório das sementes, que apresentam testa membranácea. As inflorescências são unifloras, dicásios ou racemos, e as flores apresentam cálice aberto até completamente fechado, abrindo-se em lobos irregulares (Landrum 1982; Landrum & Kawasaki 1997).
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O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná - Brasil.

O trabalho apresenta a flora do gênero Anthurium (Araceae) no estado do Paraná. Ocorrem 12 espécies de Anthurium no estado: A. acutum, A. comtum, A. gaudichaudianum, A. hatschbachii, A. lacerdae, A. loefgrenii, A. marense, A. pentaphyllum, A. scandens subsp. scandens, A. sellowianum, A. sinuatum e A. urvilleanum. As espécies estão distribuídas exclusivamente na Floresta Ombrófila Densa, com exceção de A. loefgrenii que ocorre também em restinga arbórea, de A. gaudichaudianum que ocorre também no Cerrado e transição entre Floresta Ombrófila Densa e Mista, e de A. sinuatum que ocorre apenas na Floresta Estacional Semidecidual. Há cinco espécies ameaçadas de extinção para o estado: A. hatschbachii e A. urvilleanum (Criticamente em Perigo), A. sinuatum (Em Perigo) e A. lacerdae e A. marense (Vulneráveis). Relata-se como novidades morfológicas: a presença de tricomas no eixo axilar do ovário em A. hatschbachii, A. lacerdae, A. marense, A. sinuatum e A. urvilleanum; e a placentação do tipo axial apical para A. acutum. São apresentadas chave de identificação, descrições, pranchas de fotos e ilustrações, distribuição geográfica, comentários taxonômicos e o estado de conservação para todas as espécies. Palavras-chave: flora, levantamento florístico, taxonomia.
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O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

O gênero Ocotea (Lauraceae) no estado do Paraná, Brasil.

Fig. 1a1-a8 Árvores, 18 m alt.; ramos subcilíndricos, aureo-tomentosos. Folhas alternas; pecíolo 0,7−1,5 cm compr., canaliculado, tomentoso; lâmina 6−17 × 1,5−4 cm, lanceolada ou elíptica, ápice acuminado, base cuneada, fortemente revoluta, face adaxial glabra, lustrosa, reticulação densa, inconspícua, nervuras planas, face abaxial aureo- serícea, reticulação densa, inconspícua, nervura primária saliente, secundárias subsalientes, 6−9 pares, ângulo de divergência 25º−50º, nervação broquidódroma, domácias ausentes. Inflorescências axilares e subterminais; tirsóide 2−10 cm compr., multiflora, aureo-tomentosa. Flores bissexuadas; pedicelo ca. 2 mm compr.; hipanto conspícuo, internamente tomentoso; tépalas ca. 2,2 mm compr., elípticas ou estreito-elípticas, tomentosas em ambas as faces, papilas no ápice; estames das séries I e II 0,9−1,1 mm compr., filetes mais curtos que as anteras, tomentosos, anteras ovaladas, ápice agudo, inconspicuamente papilosas, locelos introrsos; estames da série III ca. 1,2 mm compr., filetes tão longos quanto as anteras, tomentosos, anteras retangulares, ápice truncado, locelos superiores laterais e inferiores lateral-extrorsos; estaminódios da série IV 0,6−0,9 mm compr., clavados, tomentosos; pistilo 1,7−2 mm compr., glabro, ovário elipsoide, estilete ca. ½ do ovário, estigma subcapitado. Cúpulas ca. 2 × 1,9 cm, sub- hemisféricas, lenticeladas, infladas na região central, margem simples. Frutos ca. 3,1 × 1,7 cm, elipsoides. Material selecionado: Adrianópolis, 20.X.2009, fl., M.L. Brotto & G. Vasconcellos 386 (FUEL, MBM, NY, RB, SPSF, UPCB). Guaraqueçaba, 7.XII.1972, fr., G.G. Hatschbach 30951 (HUPG, MBM, UPCB). Paranaguá, 27.V.1980, fr., C.V. Roderjan 65 (EFC, UPCB). Pontal do Paraná, 10.IX.1965, fl., G.G. Hatschbach 12746 (MBM, RB, UPCB). Tunas do Paraná, 4.X.1999, fl., J.M. Silva & L.M. Abe 3082 (FUEL, HFIE, MBM, SP, UPCB).
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
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7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil   Mário Maestri   2004

7. A aldeia ausente: índios, caboclos, cativos, moradores e imigrantes na formação da classe camponesa brasileira - A formação do campesinato no Brasil Mário Maestri 2004

A produção colonial-camponesa relativamente rústica vivia da força-de-trabalho familiar e tinha parte de sua produção expropriada pelo Estado, pela produção artesanal e industrial regional e, sobretudo, pelo capital mercantil. Enquanto houve terra disponível, jovens camponeses casados e liberados da tutela familiar abriam novas glebas na região ou, na falta delas, nas colônias novas. No Sul, após ocupar a encosta inferior e superior do planalto, a economia colonial-camponesa expandiu-se para o Planalto Central, para o Alto Uruguai, para as Missões, para o Oeste de Santa Catarina, para o Oeste do Paraná etc., ultrapassando, nesse processo, as próprias fronteiras nacionais. 92
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Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

Octavio Ianni e o proletariado rural no Brasil — Outubro Revista

da caracterização do proletariado rural no Brasil, nos termos lançados pelo professor Octavio Ianni, fora parcialmente ladeado. Esta constatação parece indicar que a literatura recente da Questão Agrária no Brasil possui o limite – e, ao mesmo tempo, o desafio urgente e insurgente – de avançar qualitativamente na análise minuciosa das classes sociais em presença no universo agrário. No decurso dos últimos anos, outros temas foram priorizados no meio acadêmico e no movimento popular, como os novos desafios à reforma agrária em meio ao espraiamento do neoliberalismo; a ação político-organizativa no campo; os impactos sociais e ambientais oriundos do modelo aplicado pelo agronegócio etc. ‒ eixos temáticos que evidentemente guardam relação com o debate das classes sociais, mas que não o possuem como objeto central de investigação.
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Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

Toyotismo e o neocorporativismo no sindicalismo do século XX — Outubro Revista

50 - outubro Só que, a partir de meados dos anos 80, com o desenvolvimento da mundialização do capital, da crise do Estado e de um novo padrão de acu- mulação capitalista – a acumulação flexível e seu “momento predominante” (o toyotismo), ocorreram importantes metamorfoses no “arranjo corporativo” social-democrata. A mundialização do capital – ou “globalização”, posta, antes de tudo, como o momento de transformação da produção e da política – surgiu como um processo sócio-histórico de amplo espectro, com profundos rebatimentos políticos e ideológicos. Impulsio- nou-se o neoliberalismo como a ideologia da “globalização”. Nos anos 80, a própria social-democracia foi obrigada a encontrar um novo ponto de equi- líbrio político e ideológico. Ela tendeu a convergir para um discurso cripto- liberal. O discurso (e a prática) social-democrata na Europa – e, mais tarde, no Brasil dos anos 90 – incorporou as novas percepções políticas (e ideoló- gicas) da reprodução sistêmica do capital mundial. É tal novo modelo da social-democracia, que passou a salientar não mais um “corporativismo societal”, mas, sim, um “corporativismo setorial”, que tendeu a deslocar a articulação corporativa para o nível “meso” e o nível “micro”. Na verdade, ocorreu um estreitamento da base de sustentação da articulação fordista clássica. É a nova orientação da social-democracia que constituiu o lastro político (e ideológico) do sindicalismo neocorporativo que passou a influen- ciar a estratégia da CUT dos anos 90. Como observa Costa: “enquanto a idéia de expansão do corporativismo societal implica a ampliação da partici- pação das associações que representam interesse de classe nas arenas decisórias relativas a esse interesse, o corporativismo setorial implica a limi- tação dessa participação aos setores de classe mais organizados.” 12
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