Top PDF O gênero textual charge no processo de formação do leitor crítico

O gênero textual charge no processo de formação do leitor crítico

O gênero textual charge no processo de formação do leitor crítico

O ensino da Língua Portuguesa, no decorrer dos anos, principalmente no que diz respeito à leitura e compreensão de textos, tem requerido diversas modificações. A leitura deixou de ser apenas um exercício de decodificação e metalinguagem da língua e, a partir de inferências, passou a exigir a reflexão, propondo o desenvolvimento crítico e ampliando o conhecimento de mundo do leitor. Nessa concepção, os gêneros textuais têm contribuído para o alcance desse objetivo, pois, a partir da inserção dos vários gêneros em sala de aula, o aluno passou a compreender melhor a função do texto, percebendo e reconhecendo o gênero que se adéqua melhor a cada situação de comunicação, além de promover uma leitura reflexiva. Para a realização deste trabalho, consideramos o gênero textual charge como fundamental neste processo de formação de leitura crítica, visto que, o referido gênero chama atenção do leitor por conter geralmente linguagem verbal e não verbal e apresentar situações atuais que provocam a reflexão e até mesmo a investigação por parte do aluno, para formar sua própria opinião, colaborando para o desenvolvimento da leitura crítico-reflexiva. A pesquisa é de caráter bibliográfico e está fundamentada nos estudos dos seguintes teóricos: Marcuschi (1999 e 2008), Bakhtin (2003), Clark (1977), assim como nas orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (2001).
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Contribuições para discutir na escola a violência contra as mulheres: os quadrinhos de Henfil e a formação do leitor crítico

Contribuições para discutir na escola a violência contra as mulheres: os quadrinhos de Henfil e a formação do leitor crítico

A partir do que foi exposto sobre os fundamentos filosóficos da Pedagogia Histórico-Crítica e da explanação de uma pesquisa ancorada em tais fundamentos, torna-se evidente a ética a qual essa pedagogia se direciona: a educação escolar como instrumento de humanização dos homens e a prática pedagógica caracterizada pela transmissão do saber sistematizado, o qual contribui para a formação do leitor crítico e do ser humano como ser histórico-social, concreto e genérico, conhecedor do real concreto e das possibilidades de transformação consciente dessa realidade marcada por relações desiguais entre os gêneros e raças. Tendo em vista a teoria dialética do conhecimento, que pressupõe uma teoria sobre a prática para além das aparências imediatas graças à reflexão sobre os problemas postos pela prática social, acreditamos ter atingido nosso objetivo com as intervenções propostas. O processo pedagógico possibilitou, portanto, a compreensão da essência dos conteúdos estudados, sendo estabelecidas as ligações internas específicas desses conteúdos com a realidade global e com a totalidade da prática social e histórica. Esse é o caminho para os educandos passarem do conhecimento empírico para o conhecimento teórico-científico, desvelando os elementos essenciais da prática imediata do conteúdo e situando-o no contexto da totalidade social que envolve a violência contra as mulheres. Nesse sentido, é fundamental delimitarmos o papel histórico-social da escola na formação do leitor crítico e no desvelamento das contradições e das transformações históricas ocorridas na sociedade.
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Texto como discurso: a formação do leitor crítico

Texto como discurso: a formação do leitor crítico

De acordo com os conceitos de uma semântica discursiva argumentativa, não há textos inocentes, pois todos par- tilham de uma intencionalidade, cuja descodificação advém do reconhecimento de vários fatores determinantes: o con- texto extralinguístico, o contrato comu- nicativo que impera entre os parceiros, suas identidades sociais, as marcas linguísticas, "intencionais" ou não, dei- xadas pelo autor no texto, além da noção fundamental de gênero textual e modos de organização de discurso. Essa visão do texto como o resultado de um processo de coconstrução interativa e intencional entre um emissor e um real ou virtual re- ceptor, que se processa sempre por meio da tessitura de elementos linguísticos e não linguísticos, não é usual nos nossos manuais didáticos e tampouco nas prá- ticas interpretativas que focalizam os elementos constitutivos da gramática.
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A importância dos contos de fadas para a formação de um leitor crítico

A importância dos contos de fadas para a formação de um leitor crítico

Leffa afirma ainda que a leitura é definida como um processo de extração de significados e como um procedimento de atribuição de sentido, sendo que o processo de leitura não permite a ênfase em apenas um dos itens, com a exclusão do outro (LEFFA,1996, p. 17). É preciso, ao considerar o papel do leitor e o papel do texto, integrar o processo de interação entre o leitor e o texto. Para melhor explicar esse processo de junção entre os elementos, o escritor realiza uma analogia entre o processo de leitura e uma reação química.
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Mediação de leitura e letramento literário: um caminho na busca da formação do leitor crítico

Mediação de leitura e letramento literário: um caminho na busca da formação do leitor crítico

No campo do letramento literário, temos dois momentos que marcam o processo de interpretação: um interior e outro exterior. O primeiro, cujo ápice está na apreensão global da obra no término da leitura, é o encontro do leitor com o texto, marcado pela decifração das palavras, frases, páginas e capítulos. Nesse momento, temos a interferência da motivação; da introdução e da leitura com o seu contexto. Já o “momento externo é a concretização, a materialização da interpretação como ato de construção de sentido em uma determinada comunidade” (COSSON, 2016, p. 65). Portanto, a externalização ocorre quando há a reflexão da leitura, por meio de um registro, o qual pode ser variado de acordo com a idade da turma, o objetivo do professor e com o tipo de texto lido.
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A intertextualidade e a contribuição da literatura para a formação do leitor crítico a partir da análise das obras de Ruth Rocha

A intertextualidade e a contribuição da literatura para a formação do leitor crítico a partir da análise das obras de Ruth Rocha

A presente pesquisa visa analisar a intertextualidade em três obras literárias infantis da autora brasileira contemporânea Ruth Rocha, bem como organizar alguns esclarecimentos sobre a Literatura Infantil, o papel da escola, a infância e escola no processo de desenvolvimento crítico do leitor e os processos de capacitação do indivíduo. Há também a intenção de argumentar sobre a importância de percepção da intertextualidade na formação do leitor, bem como a pretensão de destacar a pertinência da leitura na infância. Tomou-se como base teórica alguns autores e autoras que contribuíram para o desenvolvimento de teorias relacionadas à literatura para o público infantil, dentre eles destacam-se Nelly Novaes Coelho, Regina Zilberman, Ruth Rocha, Marisa Lajolo, Paulo Freire, entre outros, que foram utilizados como base para o desenvolvimento e concretização deste trabalho. Trata- se de uma pesquisa de cunho bibliográfico descritivo e exploratório. Tenta-se esclarecer o que é intertextualidade e identificar suas características, a partir do contexto de produção das obras literárias em análise. Dessa forma, o foco principal tem por base a análise da intertextualidade presente nas obras infantojuvenis Uma
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A formação do leitor crítico na aula de espanhol: a atitude curricular diante das brechas do livro didático

A formação do leitor crítico na aula de espanhol: a atitude curricular diante das brechas do livro didático

A formação de um leitor crítico é uma preocupação dos livros didáticos de língua estrangeira e dos documentos oficiais. E formar um leitor crítico seguindo os pressupostos do letramento crítico (CASSANY, 2006, 2010; DUBOC; 2012; MONTE MÓR, 2012, 2015, etc.) vai ao encontro dos objetivos do ensino de língua estrangeira no ensino médio integrado da Rede Federal. Neste artigo, pretende-se apresentar os resultados de um estudo de caso com professores de espanhol da Rede Federal a fim de verificar como a concepção de letramento crítico e leitor crítico dos docentes afeta suas práticas de ensino, discutir de que modo as atividades propostas pelo livro didático do PNLD LEM funcionam como brechas na formação de leitores críticos e destacar a importância da atitude curricular docente nesse processo. Para isso foi aplicado um questionário on-line e realizadas entrevistas que nos revelaram que o letramento crítico depende mais da atitude curricular do professor do que aquilo que o livro didático oferece como sugestão de trabalho e que as brechas precisam ser melhor exploradas.
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Leitura de textos argumentativos opinativos: a contribuição de uma coleção didática para a formação de um leitor crítico

Leitura de textos argumentativos opinativos: a contribuição de uma coleção didática para a formação de um leitor crítico

Este trabalho investiga a presença de textos de tipologia argumentativa em livros didáticos do ensino médio, usados por alunos da rede pública estadual de Minas Gerais, especificamente no eixo Produção de texto dos gêneros argumentativos opinativos, a fim de verificar como é trabalhada a compreensão textual nesses materiais. Para isso, analisamos duas versões aprovadas pelo PNLD 2009 e 2012 da coleção Português Linguagens, de Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães, buscando investigar, em seus volumes, os progressos efetivados no trabalho com os textos na versão mais recente. Assim sendo, o objetivo geral desta pesquisa é investigar a contribuição de questões de interpretação e compreensão propostas em atividades de livros didáticos na construção da criticidade do aluno concluinte do ensino médio. Portanto, buscamos investigar qual a contribuição que uma coleção didática pode dar à formação de leitores críticos no ensino médio? E, nesse sentido, até que ponto os textos que essa coleção seleciona participam da construção desse sujeito leitor? Qual o papel das atividades de leitura propostas pela coleção no processo de formação do sujeito crítico concluinte do ensino médio? Para essa análise, usamos os parâmetros utilizados por Antunes (2010) na análise de textos e os seus fundamentos e práticas na análise das atividades de compreensão dos gêneros selecionados pelo corpus desta pesquisa. Na análise verificamos que o ensino, em ambas versões, é estruturado por meio de gêneros textuais apresentados em diferentes esferas e que a leitura norteia todos os três eixos de ensino: Literatura, Produção de texto e Língua: reflexão e uso.Quanto aos gêneros textuais, o que se pode observar é que há ainda uma preocupação em apresentá-lo como algo formatado, padrão a ser usado e não como evento social, como algo real que pode ser usado para atender suas necessidades de leitor. Quanto às atividades são, ainda que de localização em sua maioria, bem elaboradas, contextualizadas, possibilitando ao leitor, compreensão do texto e uma leitura mais crítica em relação a este. Este trabalho organiza-se em seis capítulos. O primeiro, a introdução, em que apresenta a questão- problema e sua procedência. O segundo descreve a fundamentação teórica essencial aos aportes desta pesquisa. O terceiro apresenta a metodologia que norteia o trabalho. Os dados obtidos e os resultados da investigação realizada constituem o quarto e quinto capítulos. Finalmente, as considerações finais. Esperamos que este trabalho seja um instrumento de reflexão para outros trabalhos
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As relações existentes entre a educação e a complexidade na sociedade globalizada: impactos para a formação do leitor crítico

As relações existentes entre a educação e a complexidade na sociedade globalizada: impactos para a formação do leitor crítico

Berger & Luckmann (1985) afirmam que o princípio dessa desigualdade social está na forma de interiorização da realidade social. Em entrevistas com professores e professoras da comunidade escolar na qual a pesquisa foi inserida, percebemos que os entrevistados evidenciam um discurso óbvio e conformado acerca das famílias e dos alunos participantes dessa comunidade escolar. Torna-se claro que a interiorização cômoda da realidade na qual os alunos estão inseridos facilita a dinâmica existente que “pobres” continuaram pobres e “ricos” continuaram cada vez mais ricos. Trataremos a seguir das influências dessas condições sociais e o processo educativo como estruturantes na formação do indivíduo crítico.
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A intertextualidade e a polifonia no gênero charge

A intertextualidade e a polifonia no gênero charge

falar de referenciação, poruqe admitimos que a referência é um processo realizado no discurso, então essa postura teórica possibilita um olhar atento para a progressão dos referentes no texto, como fazem Marcuschi e Koch em muitas de suas publicações. É nessa progressão referencial, que diz respeito à introdução, identificação, preservação, continuidade e retomada dos referentes, que estes se encadeiam para o desenvolvimento de um tópico e construção da coesão e da coerência. O que estes autores admitem é a dinamicidade dos objetos-de-discurso na progressão textual, pois, como mostra Koch (2002), uma vez introduzidos, os referentes podem ser modificados, desativados, reativados, recategorizados, contribuindo para (re)construir o sentido no curso da progressão textual. Por esse motivo, os autores consideram que: i) a coerência não é uma mera propriedade do texto, nem um princípio de boa formação textual, mas um princípio de interpretação, porque está sujeita ao modo como os interlocutores mobilizam os recursos textuais (aliados ao contexto sócio-cognitivo) para elaboração do sentido; ii)a progressão textual não se dá numa continuidade linear, como se o texto fosse processado numa soma progressiva de partes, mas, segundo Koch (2002), numa oscilação entre dois movimentos: um para frente e outro para trás, que em parte são representados pela anáfora e catáfora.
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Implicações metodológicas do processo de formação do leitor e do produtor de textos na escola.

Implicações metodológicas do processo de formação do leitor e do produtor de textos na escola.

A diversidade de gêneros, por via de conseqüência, requer da escola flexibilidade metodológica na abordagem textual, de forma a dar conta das demandas de cada qual desses gêneros, segundo suas especificidades formais e segundo, por exemplo, correlações entre intencionalidade/aceitabilidade/situacionalidade, fatores propostos por Beaugrande e Dressler, (1983) e Beaugrande (1997). Sob a ótica desses autores, intencionalidade corresponde aos diversos modos como os sujeitos usam os textos para levar a termo suas intenções comunicativas, mobilizando recursos adequados para tal. Já aceitabilidade, contraparte da intencionalidade, implica a forma como o interlocutor participa do processo de construção de sentidos, o que remete aos estudos do pragmatista Grice (1975) e suas referências sobre a necessidade de o produtor do texto observar a verdade conceitual, a suficiência de dados, a clareza formal e a relevância de conteúdo para que possa contar com a cooperação do interlocutor. A situacionalidade, a seu turno, ainda segundo Beaugrande e Dressler (1983) e Beaugrande (1997), evoca a adequação do texto à situação sociocomunicativa. A correlação entre esses conceitos, paralelamente ao conceito de gênero textual – para referir apenas algumas implicações de textualidade/textualização –, exige da escola contemporânea ressignificação de suas posturas na abordagem dos textos por ocasião da formação do leitor.
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Argumentação e formação do senso crítico: proposta de trabalho com o gênero anúncio

Argumentação e formação do senso crítico: proposta de trabalho com o gênero anúncio

1º momento: a primeira etapa desse processo ficará por conta do próprio aluno-produtor do texto. Nesse instante, ele observará se, visualmente, o folheto ficou atraente (considerando a combinação de cores, o formato das letras e a disposição das imagens etc); perceber se foi inserido algum título; analisar se a escrita das palavras e organização das frases obedece às regras da norma culta; atentar para a pontuação e acentuação das sentenças verbais; identificar se a linguagem faz uso da persuasão de maneira eficaz para convencer o leitor; avaliar se as ideias estão organizadas e encadeadas com os demais constituintes do anúncio; confirmar se o destinatário foi abordado com clareza e se a temática foi composta de forma sucinta. Em seguida, os discentes farão a reescrita dos textos produzidos, efetuando as alterações que julgarem necessárias a partir da correção inicial.
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Nas entrelinhas do gênero canção: estratégias para a formação de um leitor proficiente

Nas entrelinhas do gênero canção: estratégias para a formação de um leitor proficiente

Para atender às necessidades sociais e exercer sua cidadania de forma mais reflexiva e participativa, faz-se necessário que nosso aluno realize uma leitura proficiente dos gêneros que o circundam. Conforme os resultados das últimas avaliações nacionais, como a Prova Brasil, os discentes estão aquém das exigências sociais, uma vez que decodificam sinais gráficos de maneira artificial, limitando-se apenas a entender os sentidos da superficialidade textual, alheios aos enunciados mais intrínsecos não explícitos na materialidade do texto. Nessa conjuntura, elegemos como objetivo geral deste trabalho investigar, com alunos do 9º ano de uma escola estadual no município de Caicó-RN, como o Gênero Textual Canção contribui para a formação de um leitor proficiente e crítico através de atividades de leitura, compreensão e interpretação das várias linguagens presentes neste gênero. Como finalidades mais específicas, propomos explorar os recursos linguísticos e interacionais presentes no gênero em estudo, responsáveis pela formação do sentido; construir um repertório cultural consistente para ampliar a compreensão de informações implícitas presentes no Gênero Textual Canção; reconhecer que a leitura é uma atividade baseada na interação autor-texto-leitor; identificar, compreender e interpretar a linguagem literária presente no Gênero Textual Canção, assim como as várias linguagens não verbais no Gênero Textual Canção. Seguimos o percurso metodológico qualitativo dos dados, na área da pesquisa-ação, conforme Thiollent (2011), guiado por atividades de uma Sequência Didática, aportados em Dolz, Noverraz & Schneuwly, (2004) e Costa- Hübes (2009). Já como aporte teórico no estudo dos letramentos, usamos escritos de Soares (2012); Rojo e Moura (2012), Candido (1998) e Cosson (2014). Quanto à concepção de língua, texto, leitura e compreensão e formação de leitor crítico
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A formação do leitor através do trabalho com o gênero charge no ensino fundamental II

A formação do leitor através do trabalho com o gênero charge no ensino fundamental II

Hemostenido como objetivo general de la investigación proponer estrategias de enseñanza que posibilit em la formación de lectores a través del trabajo com el género cargo. Encuanto a los objetivos específicos, pretendemos: a) identificar losfactores que dificultan la formación del lector; b) analizarlos elementos constitutivos de las caricaturas que corroboran para La construcción dellector potencialmente crítico; c) elaborar una secuenciadidáctica para la enseñanza de lalectura; d) posibilitar que los alunos seancapaces de verificar de qué modo los recursos verbales y no verbales de las caricaturas contribuyen a laconstrucción de sentidos. Considerando que las producciones textuales que circulanenelmedio social actualmente requieren un lector multiletrado, proponemosun abordaje didáctico de lalectura de carreras entendidas como instrumentos eficacesen la formación del lector. Metodológicamente, la investigación se constituye como cualitativa (KAUARK, MALHONES, MEDEIROS 2010); encuanto a lanaturaleza, es una investigación de acción (GIL, 2008); encuanto a los objetivos tiene carácter explicativo y el método es elhipotético-deductivo. Se realiza la recolección de datos por medio de la observación participativa, por comprender que el contactodirecto com los discursos favorece la comprensión de los diferentes modos de interpretación presentada por los alumnos, una actividad de sondeo, las actividades resultantes de la aplicación de una secuenciadidáctica, posibilitando um posicionamiento para mantener o cambiar esarealidad. Concretamos este trabajo desde una perspectiva socio-interaccionista, fundamentada enteorías lingüísticas y discursivas. Los estudios de lateoría enunciativo-discursiva de Bakhtin (1981, 2003), los trabajos de Schneuwly, Dolz y Noverraz (2004), y Rojo (2012) subsidiaron la investigación. Consideramos también las proposiciones contenidasen los PCN. El trabajo con caricaturas em el aula permitió que lo salumnosadquirieran una familiaridade com la multimodalidad textual y pasas a compreender mejor los textos leídosensu cotidiano, creando una relación satisfactoria conel mundo de la lectura.
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Os fatores do coerência na construção de sentido do gênero textual charge

Os fatores do coerência na construção de sentido do gênero textual charge

A charge faz menção ao projeto de lei da ficha limpa ao mostrar um político ficha suja tatuado com atos de desgoverno: fraude, desvio de verbas, formação de quadrilha, sonegação, compra de votos, etc. A proposta foi bem conduzida ao propor um diálogo entre textos, a charge e um artigo de opinião, presente na página anterior sob o título: “Ficha limpa é vitória exemplar”, ambos publicados no mesmo jornal e no mesmo dia. É um momento oportuno para o professor trabalhar com o conceito de intertextualidade, uma vez que a charge só pode ser entendida se o leitor tiver conhecimento acerca do projeto de lei da ficha limpa, que teve início no ano de 2010, bem como lançar um debate a respeito das mudanças ocorridas através deste projeto na vida do cidadão e da classe política.
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O jornal em sala de aula: intervenção com o gênero charge

O jornal em sala de aula: intervenção com o gênero charge

Conforme podemos constatar no quadro 1, o gênero charge foi o mais citado (06 indicações). No entanto, a maioria das respostas dos participantes, verificadas no presente quadro, revela que os alunos desta pesquisa, ou por falta de atenção ou por desconhecimento mesmo, confundiram a noção de ‗gênero‘ com a de ‗assunto‘ ou ‗tema‘. Reconhecemos que o termo ‗gênero‘ diz respeito a uma metalinguagem muito mais condizente com o trabalho do professor do que do aluno, mas o fato não deixou de nos causar estranhamento, haja vista que nas nossas aulas junto a essa turma do EF sempre fizemos menção a esse termo (gênero) e, ademais, esse vocábulo também é bastante utilizado no livro de Língua Portuguesa que fora adotado para essa turma do EF (Livro de Língua Portuguesa intitulado Projeto Teláris, ed. Ática, de Borgatto, Bertin e Marchezi), o qual, em nenhum momento, recebeu um tratamento de ‗assunto‘ ou ‗tema‘. Outro dado que nos chamou a atenção é que, de um universo de 38 participantes (dois alunos não responderam ao comando da questão) somente 08 deles (os participantes A3, A21, A25, A26, A34, A35, A36, A37) responderam a primeira pergunta de forma adequada, ou seja, em suas respostas apontaram o gênero que gostaria que fosse trabalhado em forma de uma oficina, e não um ‗assunto‘, como ocorreu na maioria dos casos. Quanto às respostas dos participantes A7 e A24, nossa hipótese é a de que esses alunos sequer leram a pergunta que foi formulada no primeiro quesito da atividade. No gráfico 1, temos a visualização dos gêneros citados pelos alunos.
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Dissertação : gênero ou tipo textual ?

Dissertação : gênero ou tipo textual ?

O manual "Técnicas de Redação" de Branca Granatic (1995) tem sido alvo de críticas por conceber a produção textual como o produto final, obtido por meio de técnicas que, freqüentemente, resultam em textos desprovidos das relações semântico-discursivas que devem ser estabelecidas, a fim de possibilitar a construção do significado pelo leitor pretendido. Contudo, esse procedimento é amplamente utilizado, como poderá ser constatado na análise dos questionários aplicados a professores arrolados nesta pesquisa. Apesar das críticas terem fundamento, o manual de Granatic explica passo a passo como poderão ser dispostas as idéias numa dissertação, o que facilita a compreensão do aluno a respeito da estrutura desse texto.
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O discurso político-humorístico do gênero charge

O discurso político-humorístico do gênero charge

A intertextualidade neste texto ocorre ao relacionarmos esse enunciado à histó- ria bíblica da Torre de Babel. Podemos afirmar que este texto revela o segundo tipo de intertextualidade, e neste caso, a charge é uma paráfrase, outra leitura do texto primi- tivo, mas que ainda carrega os mesmos traços da história bíblica. O texto chárgico acima não refuta ou contradiz o discurso bíblico, mas apossa-se dele para reafirmá-lo. E a interdiscursividade é evidenciada ao percebermos vozes do discurso religi- oso relacionadas ao discurso político-humorístico. O indício da relação interdiscursiva está evidente na utilização da palavra “torre”. Esta palavra pode designar tanto a torre de Babel, insinuada pela imagem e pela retomada da história bíblica, ou então desig- nar a torre de controladores de vôo, pois percebemos aviões sobrevoando o prédio e um piloto está tentando fazer contato. A alusão à torre e o contexto histórico deixam evidente a relação intertextual e interdiscursiva entre duas torres.
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O processo de apropriação do gênero textual em sua dupla possibilidade de abordagem escolar

O processo de apropriação do gênero textual em sua dupla possibilidade de abordagem escolar

Based on the concepts of Sociodiscursive Interactionism (SDI) on textual genres and on psychological instruments (SCHNEUWLY, 2004) and in Rabardel (1995) concerning instrumental genesis, we are interested in investigating the extent to which members of a teaching project integrated with Pibid, whose theoretical and methodological basis are related to the textual genres, appropriated the genre as a mediator instrument and organizer of mother tongue education. More specifically, our intention in this article is to know the theoretical and methodological basis on textual genres was appropriated by the project members after a series of events. Therefore, we analyzed a set of responses given by pibidianos to three different questionnaires. The results showed that most of the investigated participants completed the process of instrumental genesis, however two of them demonstrated that the studied theory is still for them artefact.
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Processo de produção textual escrita nas aulas de língua inglesa: multiletramentos crítico e digital

Processo de produção textual escrita nas aulas de língua inglesa: multiletramentos crítico e digital

This article focuses on the production of cartoons in English classes with students of the 3rd year of High School, in a public school, using critical and digital multiliteracies and blended learning with a social interactionist approach based on textual genre. The employed types of research were: bibliographic, descriptive, field and analytical. The theoretical aspects were based on authors who corroborate with a critical and omnilateral educational process, aiming for the inclusion in a digital society which uses English language as a social practice. The selected theorists were: Ferreti (2012), Vygotsky (1987), Bakhtin (1988), Meurer (2000), Santos (2001); Rojo (2012), Picciano e Dziuban (2013), Dewey (1978), Calvin (1998), Morin (2008), Ruiz (2001), Gonçalves (2001) e Bergmann (2016). The results, although they point out some disadvantages, confirmed the expectations regarding the specifications of the goals, highlighting as essential the writing process to promote the quality teaching. In addition, it became evident that the use of technological tools does not make educational work redundant; on the contrary, it provides opportunities for students to be agents in the knowledge construction.
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