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O Livro Negro da Psicanálise.pdf

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Entretanto, em tempos em que os sujeitos são cada vez mais convocados a gerir seus corpos e suas almas como empresas capazes de otimizar a rela­ ção custo/benefício e a capitalizar até mesmo seus mais excêntricos e singu­ lares grãos de rebeldias sociais — tempos bem diferentes, vale observar, dos tempos povoados de revoltas românticas marginais em que viveu Freud —, a prática psicanalítica corre o risco de gradativamente se transformar em uma estranha seita. Seus membros, cada vez menos numerosos, comunicar-se- iam apenas entre si, constituindo um mundo à parte, desinteressado pelos que se encontram fora dele e suscitando nestes um interesse ainda menor. A publicação do Livro negro da psicanálise levou os psicanalistas franceses a saírem dos lugares que costumam ocupar — lugar de discussão quase exclu­ sivamente com os pares — e a se dirigirem aos “outros”, aos leigos, à mídia. Mesmo correndo o risco de cair em suas armadilhas, de ser mal compreen­ dida, deturpada, distorcida, a psicanalise talvez não tenha como sobreviver hoje senão engajando-se numa tentativa de diálogo com aqueles que, cada vez mais numerosos, permanecem inteiramente alheios ao desejo de sentido e ao sentido do desejo sustentados pela psicanálise. Ao participar da presen­ te publicação, espero estar contribuindo de alguma forma para que psicana­ listas e não psicanalistas brasileiros tenham acesso ao material que gerou as discussões francesas, para que se produza também por aqui um debate a esse respeito, acessível, na maior medida possível, ao grande público, para que a própria psicanálise possa disso sair fortalecida. Se não me faço, portanto, de modo algum, porta-voz das obstinadas críticas empreendidas no livro à psi­ canálise, compartilhando, antes, das severas críticas que a ele são dirigidas, advogo a favor da importância de sua publicação e da ampliação do espec­ tro da discussão a que ele deu lugar
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Livro Negro Do Financiamento de Imóveis _ Livro eBook PDF

Livro Negro Do Financiamento de Imóveis _ Livro eBook PDF

O Livro Negro do Financiamento de Imóveis é um e-book (livro digital) em formato PDF que pode ser lido através de um computador ou tablet.A entrega do livro digital ocorre imediatamente após a confirmação do pagamento. Esta confirmação é feita automaticamente pelo banco ou operadora do seu cartão. Você receberá um e-mail com os dados de acesso da página onde o livro poderá ser baixado. O prazo de entrega depende da forma de pagamento adotada. Para pagamento usando cartão de crédito o prazo é de poucos minutos já que a confirmação de pagamento é feita em tempo real. Optando por boleto bancário a entrega ocorrerá dentro 1 ou 2 dias úteis após o pagamento. Como baixar o Livro (e-book) imediatamente!
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Livro Negro de Satan.pdf

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NOTAS: Para o ritual de Iniciação, a Sacerdotisa parecia estar a favor do prazer do coito sexual que ela poderá praticar, o Guardião não deve usar de verdadeira dor fisica, [a não ser em casos de extrema emergência]. Se possível, os candidatos não deveriam saber nenhum detalhe do Rito de Iniciação - i.e. eles não deveriam saber o que esperar. Por isto, os sócios do Templo deveriam fazer um voto de silêncio relativo ao Rito e deveriam prometer não revelar seus detalhes a não- membros e candidatos, essa é uma das razões pelas quais , o 'Livro Negro' nunca deve ser revelado aos não-iniciados.
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Psicanálise e o feminino: desbravando o continente negro.

Psicanálise e o feminino: desbravando o continente negro.

Logo depois, nos voltaremos para o livro de Elizabeth da Rocha Miranda lançado em 2017, fruto de sua tese que se detêm na clínica do Gozo Outro. Fazendo uso tanto de autores como Freud e Lacan aborda o conceito de Gozo Feminino e tece uma rede interessantíssima com seus casos clínicos e casos literários para abordar a devastação e o êxtase, bem como os relatos de místicos e sua relação com a loucura feminina. Por fim, trata- se de refletir sobre como os dois livros contribuem para a compreensão do conceito de feminino pra Psicanálise e em que medida seus elementos podem confluir. Em linhas gerais o que as duas obras em conjunto colaboram para a exploração do dark continente, que foi como Freud nomeou o “território” chamado mulher.
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O Livro Negro da Sedução.unlocked.pdf

O Livro Negro da Sedução.unlocked.pdf

Resumidamente, eu expus praticamente tudo o que sei sobre as artes venusianas nas paginas acima. Estou feliz por ter feito isso, por que sinto que assim retribuo a ajuda que recebi com a mudança da minha vida. Quem me ensinou, quem me pôs nos trilhos, não cobrou nada, então não acho justo cobrar pelo conhecimento que adquiri. Estou disponibilizando esse livro sem custos, apesar do trabalho que me tomou. Ele pode não ser o guia mais completo sobre artes venusianas, mas fiz o melhor que pude dentro das minhas limitações. Para quem não me conhece, sou recifense, com muito orgulho, eu tenho 24 anos, sou formado em biologia e sou estudante de doutorado em Genética pela USP de Ribeirão Preto. Não me considero um Pick Up Artist e sim um estudante de artes venusianas com muito a aprender ainda. Para mim, as artes venusianas são um meio e não um fim. Não faço delas a minha vida.
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O negro no livro didático de História: uma análise da coleção Integrando Saberes

O negro no livro didático de História: uma análise da coleção Integrando Saberes

A terceira categoria foi definida pela ausência, pois na análise buscamos algo sobre a questão do negro conforme nossos objetivos e para nossa surpresa nos três livros as imagens são muito ricas com a presença de figuras e fotografias de crianças e adultos negros, mas nos textos não se fala da questão étnico-racial, não aparece a palavra “negro” em nenhum dos livros. Como se aborda sobre diversidade, identidade, e não se fala da questão étnico-racial? O que significa esse silenciamento? Assim, colocamos como terceira categoria a questão da educação étnico-racial. Essa ausência é algo que precisa ser refletido e, principalmente, denunciado e combatido. Será que isso ocorre com a intencionalidade de evitar conflitos na sala de aula? Mais adiante, iremos abordar essas temáticas escolhidas como categorias. Antes, porém, apresentaremos a coleção Integrando Saberes.
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A representação do negro no livro didático de geografia do 8° ano do ensino fundamental

A representação do negro no livro didático de geografia do 8° ano do ensino fundamental

Cabe destacar, no capítulo dez: “Obstáculos ao desenvolvimento humano”, o aspecto negativo da representatividade do negro, é a respeito da “Descolonização da África”, com uma figura tendo a presença de africanos transportando (puxando) religiosos europeus em carros de mão, e nessa figura retrata uma atividade de trabalho humilhante e subalternos, tendo a mão de obra desqualificada e a serviço da nação colonizadora (Imagem 6) e ao meu ponto de vista, uma imagem representando o aspecto positivo, com chefes de Estado negros, em uma reunião de cúpula da União Africana (Imagem 7). Os autores também trazem uma reflexão a respeito do Apartheid como o pior regime de caso de violência alimentadas pelas minorias brancas e para cessar a segregação racial coloca-se em destaque líderes negros, como Nelson Mandela, responsável pela luta contra o apartheid e pela liberdade do país.
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A representação do negro no livro didático: uma abordagem das relações étnico-raciais.

A representação do negro no livro didático: uma abordagem das relações étnico-raciais.

O livro de língua portuguesa do 1º ano do Ensino Fundamental intitulado “Letramento e Alfabetização Linguística”, é composto por 8 unidades, sendo que cada unidade possui 2 capítulos. Esse livro é muito sucinto, não traz quase nada sobre a cultura africana ou sobre as relações étnico-raciais. Não trazendo nada muito aprofundado sobre a cultura negra, embora apresente pessoas de várias etnias. Na unidade 3, que se intitula “Quem está falando”, temos uma figura representando a nossa diversidade, pessoas de várias etnias, pessoas com deficiência física, cadeirante, deficiente visual, crianças negras, adultos negros. Essa ilustração traz a diversidade brasileira.
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Negro no Livro Didático de História: representatividade e desafios no ensino de história.

Negro no Livro Didático de História: representatividade e desafios no ensino de história.

É possível ter a percepção acerca dos problemas sociais que afligem o negro no Brasil quando analisamos que quando ocorreu a crise de empregos na Europa, quase que simultaneamente aos processos que ocorriam aqui no Brasil, lhes foi ofertado oportunidade de nova vida, com emprego, educação e terras, trazendo um contingente de mais de quatro milhões de europeus para reestabelecer suas vidas em terras brasileiras, com direitos civis garantidos, sendo tratados como cidadãos e fazendo parte da economia local e se inserindo facilmente no mercado de trabalho. Outro fator preponderante nesse momento é o êxodo rural, que ocorria de forma estrondosa, gerando miséria e disputa por empregos. Esses fatores trouxeram consigo um elevado número de pessoas em um espaço curto de tempo para as áreas urbanas, gerando um crescimento populacional que trouxe consigo problemas estruturais para a arquitetura das cidades da época que não estavam preparadas, com a falta de saneamento e moradia, outros serviços urbanos também não correspondiam as demandas básicas da população que chegava.
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A imagem do negro no livro didático de história do 5° ano "A escola é nossa"

A imagem do negro no livro didático de história do 5° ano "A escola é nossa"

O presente trabalho tem como objetivo analisar com a figura do negro está sendo reproduzida no livro didático, em especial no livro didático do 5º ano trabalhado pela Rede Estadual no Município de Guarabira – PB. Tendo em vista a importância que o livro didático tem na representação do negro em nossa sociedade, o presente trabalho procura expor como atos de preconceito devem ser combatidos dentro da esfera educacional, iniciando no que diz respeito à constituição do livro didático que configura um importante recurso pedagógico em sala de aula. Contudo, a análise com relação à referente Lei nº 10.639 de 2003 que estabelece as diretrizes quanto à composição do livro didático em virtude do currículo oficial da Rede de Ensino com a obrigatoriedade do trabalho em sala de sala de aula baseado na temática "História e Cultura Afro-Brasileira", dentro dos parâmetros e bases da educação nacional. Neste percurso metodológico deve-se levar em consideração o papel do educador que deverá ter seus princípios de uma educação multicultural que deverá ser baseado na inclusão e integração do Afro-descente e de sua história, sem distorção e negação de sua cultura e raça. Dessa forma, a pesquisa foi de caráter bibliográfico a luz dos conhecimentos de autores como: MUNANGA (1988) e (2006); RIBEIRO & GONÇALVES (2012); SILVA (2011); SANTOS (2013) e BITTENCOURT (2004), dentre outros, serviram de base para entender melhor o processo de reestruturação do livro didático nos últimos anos em virtude a temática sobre o Afro-brasileiro e sua história e cultura.
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Comissão do livro negro sobre o regime fascista: em busca da verdade?

Comissão do livro negro sobre o regime fascista: em busca da verdade?

A ausência de negociações que caracteriza a transição portuguesa possibilitou a aplicação das medidas compreendidas na terceira categoria: os julgamentos. Aquando do golpe, a polícia política foi desmantelada e muitos membros foram detidos, em parte, na tentativa de evitar a ira popular, que forçosamente exigia a punição dos oficiais e colaboradores da PIDE/DGS. Mais de mil membros da polícia política terão sido detidos preventivamente só nesta fase – e assim permaneceram até fevereiro de 1976. Em junho de 1974 foi criada a Comissão de Extinção da ex-PIDE/DGS, da Legião Portuguesa e da Mocidade Portuguesa, encarregue de preparar os procedimentos legais, obedecendo ao código de justiça militar, para os julgamentos dos membros destas entidades. Os julgamentos, realizados nos Tribunais Militares Territoriais de Lisboa, Porto, Coimbra e Tomar, começaram apenas no final de 1976 e prolongaram-se até 1980. Terão sido julgados 2.667 processos e destes, 68% resultaram em condenações a penas entre um e seis meses de prisão, às quais foi descontado período de prisão preventiva (Raimundo, 2015:15-16). Feitas as contas, os condenados cumpriram, em média, 20 meses de prisão 7 – além de tardias, as penas foram leves (Pinto, 2013). Teve lugar, simultaneamente, o julgamento sobre a morte do General Humberto Delgado, no qual foram ilibados os seis acusados, à exceção do autor material do crime, por se ter considerado a morte acidental. Os julgamentos dos funcionários e colaboradores da PIDE/DGS incluíram testemunhos de vítimas – presos políticos submetidos a tortura e violência –, facto importante para melhor compreender a eventual razão pela qual, como veremos adiante, as vítimas não tiveram tanto destaque na Comissão do Livro Negro como é habitual em comissões de verdade.
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O negro no livro didático de história: uma análise do Projeto Buriti e Projeto Coopera

O negro no livro didático de história: uma análise do Projeto Buriti e Projeto Coopera

O Brasil é um país multicultural que recebeu muitos imigrantes e mesmo com o processo de miscigenação racial não se gerou uma cultura homogênea, pelo contrário, convivemos com uma diversidade e pluralidade de culturas que é impossível pensar uma identidade nacional, são várias identidades, são vários símbolos que representam o país. Esses são expressões da cultura afrobrasileira que só depois de muita resistência, foram reconhecidos como brasileiros, sofreram perseguições, discriminações e, ainda hoje, tem pessoas que não respeitam como cultura, tem pessoas que classificam como subcultura, cultura marginal, folclore. Do samba surgiram várias expressões de músicas. A capoeira é reconhecida como esporte e o futebol é a expressão maior do esporte nacional, o candomblé sofre com histórias de rejeição de várias religiões, talvez por isso não foi citado pelo livro didático.
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A imagem do negro frente ao livro didático de história: uma análise da coleção Aprender Juntos

A imagem do negro frente ao livro didático de história: uma análise da coleção Aprender Juntos

Durante o governo militar, tal controle foi ainda mais latente. Em 1966 foi consolidado um acordo entre o Ministério da Educação (MEC) e a Agência Norte- Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e criada a Comissão do Livro Técnico e do Livro Didático (COLTED), tendo essa como um dos objetivos “tornar disponível cerca de 51 milhões de livros para estudantes brasileiros no período de três anos, sendo essa distribuição gratuita” (WITZEL, 2002, p. 13). O citado autor ainda nos mostra que por trás dessa ajuda, havia um controle rígido com relação aos conteúdos dos livros didáticos. Esses deveriam manter a mesma lógica da comissão anterior, conservar e transmitir o ideário do civismo e coesão para uma determinada forma de conduta e postura social.
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O Livro da Magia Sagrada de Abramelin o Mago - (Tabelas Completas).pdf

O Livro da Magia Sagrada de Abramelin o Mago - (Tabelas Completas).pdf

Mas também é de se notar que Abraão, o Judeu (provavelmente mais uma vez com a intenção de confundir Lamech o menos possível) fala apenas de duas grandes classes de espíritos: os anjos e os demônios, os primeiros para controlar, os segundos para ser controlados, deixando inteiramente de considerar, ou melhor, não descrevendo aquela vasta estirpe de seres, os espíritos elementais, que compreende em si uma infinidade de divisões variadas, alguns destes sendo bons, alguns maus e uma grande parte deles nem uma coisa nem outra. É evidente, ademais, que muitos dos resultados que se propõe atingir no Terceiro Livro implicariam mais no uso de espíritos elementais do que naquele de demônios. Nenhum Adepto avançado, como Abraão obviamente era, podia ignorar a existência, o poder e o valor deles. Diante disto somos forçados a concluir que ou ele não desejava revelar esse conhecimento a Lamech, ou, o que é extremamente mais provável, ele temia confundir Lamech com a grande quantidade de instruções adicionais que seria necessária para fazê-lo compreender plenamente a classificação, natureza e fun- ções dos espíritos elementais. Esta última linha de ação seria a menos imperativa, visto que a correção dos símbolos do Terceiro Livro minimizaria as possibilidades de erro, e o que Abraão está se ocupando em ensinar a Lamech é como chegar a resultados mágicos práticos e não tanto a sabedoria secreta da Qabalah.
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A construção da identidade do negro no livro didático adotado nas escolas estaduais de Itaporanga-PB

A construção da identidade do negro no livro didático adotado nas escolas estaduais de Itaporanga-PB

Essa nova orientação metodológica calcada no respeito às diferenças e na releitura dos estigmas comumente atribuídos aos negros. Deve partir para uma experiência de reflexões mais intencional, afirmando sua importância, sobretudo, como ser humano e de relações, distanciando-se do estigma de submissão e aculturação passiva. Hoje essa questão é muito debatida a condição do negro na atualidade especialmente na formação de políticas públicas, como é o caso da distribuição de cotas para os negros em Universidades e concursos públicos no Brasil.
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Uroanálise e Fluidos Biológicos (LIVRO ANALISES CLINICAS).pdf

Uroanálise e Fluidos Biológicos (LIVRO ANALISES CLINICAS).pdf

O exame de urina é considerado o teste laboratorial mais antigo. Descrições históricas relatam que essa forma de diagnóstico e referências ao seu estudo podem ser encontradas nos desenhos dos homens das cavernas e era praticada pelos egípcios e mesopotâmicos. No ano de 1837, foi inserido pela primeira vez na prática clínica. Mesmo que naquela época não existissem procedimentos laboratoriais aprimorados, os clínicos eram capazes de obter dados a partir das características físicas da urina, como cor, odor, turbidez, viscosidade, volume e até sabor doce, visto que algumas amostras atraiam formigas. Famosos nomes na história da medicina estão relacionados ao estudo da urina, inclusive Hipócrates, que no século V a.C. escreveu um livro sobre “uroscopia”. Durante a idade média, os médicos muito estudavam a respeito. Em 1140 d.C. foram desenvolvidos cartazes coloridos para demonstrar o significado de 20 cores diferentes. Então, os testes evoluíram do “teste da formiga” e do “teste do sabor” para glicose, quando em 1694, a determinação da albuminúria  por fervura da urina foi descoberta por
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8 Ano Matematica Livro de Fichas Asa PDF

8 Ano Matematica Livro de Fichas Asa PDF

3 Indica, justificando, o valor lógico da afirmação: “Um segmento de reta e a sua imagem por uma ro- tação são sempre paralelos”?. 4 Na figura está representado um triângulo equilátero P[r]

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@@@ PARA IMPRESSÃO LIVRO completo em PDF @@@ com obra preto e branco

@@@ PARA IMPRESSÃO LIVRO completo em PDF @@@ com obra preto e branco

Ora, parece claro que esta última posição provêm de pessoas que não leram, de Veblen, nada mais além do que alguns parágrafos ou capítulos de seu primeiro livro, The Theory of the Leisure Class (1899), que contém, é certo, algumas passagens claramente irônicas. Os que afirmam esta ubíqua presença da ironia e da sátira na obra de Veblen, concluo que não passaram, então, na melhor das hipóteses, do primeiro dos onze livros de Veblen; não leram a maioria de seus 75 artigos; não leram a maioria dos 54 book reviews que Veblen publicou; e complementaria: não leram, também, a Introdução à The Laxadaela Saga. Só para exemplificar, o terceiro livro de Veblen, o livro que ele considerava, inclusive, o seu mais importante livro, não contém, pelo menos em minhas anotações, assertivas irônicas ou satíricas significativas. O seu segundo livro, um dos livros mais importantes de economia do século XX, possui, unicamente, quatro pequenas construções irônicas, e, mesmo assim, são frases irônicas, sim, mas que apenas estão presentes na construção para sustentar o argumento central; logo, podemos claramente, se quisermos, ignorar as assertivas irônicas e concordar (ou não) com a argumentação central, que normalmente está bem clara. Em suma, o meu argumento neste parágrafo é duplo: (i) a obra de Veblen, como um todo, não é uma obra irônica ou satírica; embora certas (poucas) passagens sejam efetivamente irônicas ou satíricas; e (ii) estas pequeníssimas passagens irônicas ou satíricas podem ser eliminadas dos argumentos centrais, pois não os invalidam.
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Resenha do livro " Mocambos e Quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil"

Resenha do livro " Mocambos e Quilombos: uma história do campesinato negro no Brasil"

A obra de Flávio dos Santos Gomes, traz na sua essência a formação e o desenvolvimento do campesinato negro no Brasil, refazendo um percurso histórico desde o início da colonização portuguesa do Brasil, reconstruindo a História dos Mocambos – Quilombos, dando relevo a luta e a resistência por parte dos negros em relação as relações de maus tratos e condições de trabalhos, bem como insurreições contra seus senhores para terem o direito de acesso à terra.

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A representação social do negro no livro didático: o que mudou? por que mudou?

A representação social do negro no livro didático: o que mudou? por que mudou?

da sua pele ou por apelidos pejorativos, têm família, cotidiano e atividades de lazer, nas quais interagem com crianças de outras ra- ças/etnias, e, nas brincadeiras, não lhes atribuem papéis e funções subalternas; vão à escola ou brincam, usando uniforme escolar, sugerindo que a frequentam. Pertencem, na sua grande maioria à classe média, característica identificada através do vestuário, resi- dência, atividades de lazer e poder aquisitivo. Não estão estigmati- zados como maus, praticando apenas más ações. Erram e acertam como os demais personagens. A avó, identificada como D. Xepa, é tratada no texto como senhora. Quando ilustrados nos grupos com mais de dois personagens, localizaram-se no centro ou em primei- ro lugar. A mulher negra jovem foi ilustrada bem vestida, com um ramo de flores na mão, e o homem negro foi ilustrado e descrito como atleta. As características negras apareceram nas ilustrações de uma forma específica, quando o cabelo pixaim foi ilustrado e descrito, assim como o pente “pata-pata”, próprio para pentear esse tipo de cabelo. A cultura popular foi evidenciada nos textos, através dos versos e trovas, que tiveram como objetivo a memorização de versos do folclore brasileiro. Os personagens negros ainda se cons- tituem em minoria nas ilustrações. A frequência da sua presença nesse livro foi de 36, para 279 frequências de personagens brancos.
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