Top PDF O Outro no Mesmo.

O Outro no Mesmo.

O Outro no Mesmo.

É esse nó entre identidade e alteridade que funda a respon- sabilidade da palavra poética: que faz com que o poeta possa responder por ela, e que possamos responder a ele. Na medida em que o poeta faz com que venha à palavra não seu eu [moi], mas este Eu [Je] desconhecido que é outro, o poema pode falar a nós, outros. É próprio do shifter Eu, como se sabe, poder ser assumido por qualquer outro locutor. Assim, ao reenunciá-la, o leitor pode tornar sua a palavra do poeta. E ele o faz mais facilmente pelo fato de o poeta parecer dirigir-se a ele. Com efeito, freqüentemente o poeta emprega a segunda pessoa para falar de si mesmo, como no verso célebre de Apollinaire: “No final estás enfastiado deste mundo antigo” * .
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O discurso do outro na linguagem do outro: o híbrido no desenvolvimento do conceito energia

O discurso do outro na linguagem do outro: o híbrido no desenvolvimento do conceito energia

É importante deixar claro alguns pontos quando enunciamos a questão de pesquisa sobre o modo como o hibridismo de enunciados pode auxiliar na compreensão do desenvolvimento do conceito energia: i) o desenvolvimento de conceitos é um processo inacabado e inconcluso no sentido bakhtiniano, sujeito às mudanças e permanências procedentes da experiência individual e coletiva dos indivíduos; ii) nesse trabalho não avaliamos, por assim dizer, qualquer ponto de partida (atividade de abertura, pré-teste, mapeamento das ideias iniciais, etc.), tampouco o ponto de chegada do processo de desenvolvimento conceitual. Ao analisar os híbridos, pretendemos investigar um ponto, por vezes, simultâneo de chegada e partida, do desenvolvimento do conceito de energia; iii) nossa intenção é discutir o híbrido como possibilidade interpretativa, como parte ou manifestação válida do desenvolvimento do conceito de científico de energia, e não abordar o percurso completo, ou de outro modo, os caminhos que levaram os sujeitos ao atual desenvolvimento do conceito de energia; iv) nosso foco está menos na observação de enunciados predominantemente científicos ou cotidianos do que como esses dois modos de dizer se articulam num mesmo enunciado.
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O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR NO PROCESSO DE MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO: O CASO DO COLÉGIO ESTADUAL PRINCESA ISABEL – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Um estudante do século XXI deve ser capaz de ler uma informação independente da maneira como ela está sendo oferecida. Para isso, ele deve saber como interpretar gráficos, tabelas e planilhas, representações numéricas ou mesmo simulações e produzir textos orais e escritos para diferentes contextos e interlocutores, capazes de atuar, de maneira criativa, na melhoria do mundo em que vivemos. É fundamental que o estudante seja capaz de fazer ligações entre situações teóricas e práticas. Nosso trabalho está voltado para formação de alunos criativos, que tomem iniciativa, expressem pensamentos e ideias, saibam ouvir o outro e trabalhar em grupo e para o preparo para exercício da cidadania e inserção no mundo do trabalho e continuidade dos estudos (Entrevista concedida pela diretora geral em6 de maio de 2014).
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Circonfessar-se (o outro)

Circonfessar-se (o outro)

indigno, o último a merecer o título de judeu autêntico, e ao mesmo tempo, por causa disso, em razão de uma força de ruptura desenraizante e universalizante com o lugar, com o local, o familiar, o comunitário, o nacional, etc., aquele que interpreta sem interpretar [joue sans jouer] o papel do mais judeu de todos, o último e então o único sobrevivente destinado a assumir a herança das gerações, a salvar a resposta ou a responsabilidade perante a assinação, ou perante a eleição, sempre sob o risco de se tomar por um outro, o que pertence à essência de uma experiência da eleição; como se menos pudesse mais; e como se (vocês sem dúvida já remarcaram que eu recorro frequentemente ao “como se”, e o faço de bom grado, e sem jogar [sans jouer], sem facilidade, pois creio que um certo talvez do como se, o poético ou o literário, em soma, bate no coração do que gostaria de confiar-lhes aqui), como se fosse aquele que mais desmente [désavoue], e que parece trair os dogmas do pertencimento comunitário, religioso, e até mesmo o do povo, da nação e do Estado, etc., como se apenas este aí representasse a exigência última, a requisição hiperbólica daquilo mesmo que ele parece trair ao perjurar. 38
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O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

O PADRÃO DE DESENVOLVIMENTO DOS AGRONEGÓCIOS NO BRASIL E A ATUALIDADE HISTÓRICA DA REFORMA AGRÁRIA

78 no entanto, o último concurso público foi realizado em 2010 e, até 2012, nenhum dos 400 candidatos aprovados havia sido convocado para assumir o cargo. Segundo a entidade, o MDA padecia do mesmo problema: apenas 17% dos servidores do Ministério eram funcionários de carreira, atuando em 127 funções. Sua massa funcional é formada por profissionais de vínculo provisório e desde sua criação, no ano de 1999, o ministério realizou apenas um concurso público. A Fundação Nacional do Índio (FUNAI), por seu turno, sofreu grande reestruturação no ano de 2009 por meio do Decreto 7056, de 29 de dezembro. Segundo Fernando Schiavini isto se deu “...para facilitar os licenciamentos e autorizações da Funai para realização de obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em terras indígenas”. Desde então, o governo prometeu contratar 3,1 mil novos servidores, mas foram convocados apenas 700. “Boa parte desses novos servidores foi lotada na sede da Funai, em Brasília, especificamente no setor que trata de licenciamento”. Enquanto isso, “...o atendimento na ponta continua precarizado...”. Uma servidora que ingressou no ano de 2010 na unidade de Palmas (TO) da Fundação, Mônica Carneiro, diz: “nunca recebemos qualquer tipo de qualificação para exercer as funções do órgão”. E, mais que isso, inexiste “participação efetiva de servidores e indígenas nas decisões sobre as atribuições” da autarquia. Outro aspecto de máxima relevância é que, nesta reestruturação, “...as unidades da Funai localizadas em terras indígenas seriam extintas e reinstaladas em cidades próximas”. Segundo a servidora, “o argumento era bom, prestar atendimento sem interferir na cultura. O problema é que essas unidades, na maioria, ainda não foram criadas e os indígenas ficaram completamente desassistidos pelo Estado”. Por essas razões, os servidores da Funai, assim como do Incra realizaram várias greves no ano de 2012. (GREVES..., 2012, p. 5).
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Entre o eu e o outro: uma análise da presença especular do outro em Borges

Entre o eu e o outro: uma análise da presença especular do outro em Borges

Nesse poema, desde a infância, o poeta lida com o espelho de modo não muito pacífico. A palavra outro apresenta o medo de se deparar com um rosto diferente do conhecido. Um rosto que, paradoxalmente, é e não é o mesmo, sendo a imagem refletida. É a luz criadora que orienta a reflexão e o assusta. Refletir encaminha a um olhar para trás e, de repente, a um encontro com a alma “lastimada de sombras e de culpas”. Depois, o medo aterrorizador de se ver revelado enquanto alma, de tê-la ali tão familiarmente vislumbrada. No espelho, a imagem que olha é olhada, a princípio, pelo mesmo. Tão diferentes e iguais como as palavras Heimlich e Unheimlich. Ora, o medo desse outro que é o mesmo está nitidamente em consonância com a idéia freudiana do estranho.
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O Eu e o Outro Online

O Eu e o Outro Online

Considerar que a atuação e o posicionamento social do indivíduo são moldados de acordo com o outro com quem este interage retoma a questão das assimetrias de poder. Isso porque a afirmação da identidade e da diferença no discurso evidencia conflitos de poder entre grupos que se encontram assimetricamente situados. A conduta de alguém que se relaciona com outros a quem deve submissão em qualquer nível difere da conduta assumida por aqueles sobre quem exerce poder. Goffman (2008, p. 13) afirma que “quando uma pessoa chega à presença de outras, existe, em geral, alguma razão que a leva a atuar de forma a transmitir a elas a impressão que lhe interessa transmitir ”. Dessa forma, é a sobreposição de diversos papéis sociais exercidos pelo mesmo indivíduo em contextos interacionais distintos que constitui sua identidade, e que a molda constantemente. Tais papéis sociais são vivenciados, mais uma vez, a depender de sua posição em relação ao outro.
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Outro destino

Outro destino

Aletria – Este é o ponto em que eu queria chegar. Porque, juntando as duas coisas, o índio – grande outro da universidade – mais esse devir indígena da universidade, a gente acaba forjando algo, que é no sentido de abandonar um critério idealista, essencialista, de qualidade literária. Porque muitos livros nunca tiveram a menor pretensão de constituir literatura. São textos que, se você pensar nas disciplinas tradicionais, seriam muito mais de Geografia, Historiografia, Agronomia, ficção mesmo até agora não vi nada. Há o que a gente chama, com a Antropologia, de mitologia, narrativas que os índios chamam “nossas histórias verdadeiras”, e há também histórias e textos construídos a partir da relação deles com os brancos, com os não índios. Tudo em função da escola que pretendem criar, sendo feito, na maioria das vezes, nas línguas, ou bilíngües.
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Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

conservação da principal Unidade de Conservação e Sítio Ramsar do bioma, o Parque Nacional do Pantanal Mato-Grossense. Grande parte (73%) do total desses empreendimentos refere-se a Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), todavia localizadas e/ou previstas para um mesmo rio, resultando num impacto conjunto significativo. Além disso, mesmo operando à “fio d’água”, sem necessariamente formar reservatório, há alteração da descarga de nutrientes e material em suspensão e, portanto, da ciclagem de nutrientes nos corpos d’água afetados. Por outro lado, a presença da barreira física de uma barragem sabidamente impede a movimentação das espécies de peixes migratórios na fase de piracema, afetando a produção pesqueira a médio e longo prazos (FERNANDES et al., 2009; SUZUKI et al., 2009). Todas essas alterações e impactos no funcionamento hidro-ecológico de cada sub-bacia formadora do Pantanal deveriam ser avaliados de forma conjunta, integrada em termos da área da bacia hidrográfica do Alto Paraguai, antes de se implementar tais projetos.
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Mundialização: o capital financeiro no comando — Outubro Revista

Mundialização: o capital financeiro no comando — Outubro Revista

Os investidores institucionais são os verdadeiros mestres do capita- lismo contemporâneo mas eles preferem a discrição. Enquanto os adminis- tradores de fundos de investimento financeiro permanecem quase comple- tamente na sombra, são portanto os grupos industriais que, junto aos gover- nos, são constantemente visados. Eles estão na primeira fila, na luta contra as classes e as camadas que precisam explorar. Nisso há razões essenciais. É na difusão mundial de seus produtos (Coca Cola, Nike, McDonald‘s...) que repousa a dominação econômica e política do capitalismo no aspecto tão decisivo do “imaginário” deste “capital simbólico” cuja vitória permite dominações de outro modo constrangedoras. Isso é acrescido pela amplitu- de dos recursos da publicidade que é exigida pelo estreiteza relativa do mer- cado, mesmo “mundial”, e a rivalidade entre eles quase sempre feroz. O fetichismo das finanças, por outro lado, é operante apenas na medida em que os portadores de crédito sobre a atividade de outrem vêem a realidade conformar-se à miragem da “autovalorização” dos investimentos financei- ros. Portanto, é preciso que haja produção de riquezas, mesmo que as fi- nanças minem, dia após dia, os alicerces. É sobre os grupos industriais que repousa a organização das atividades de valorização do capital na indústria, os serviços, o setor energético e a grande agricultura, da qual depende, tanto a existência material das sociedades nas quais os camponeses e artesãos foram quase completamente destruídos, quanto a extração da mais-valia destinada a passar para as mãos dos capitais financeiros.
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Quando adivinhar é ser: o intercâmbio eu-outro-outro-eu na escrita de Clarice Lispector

Quando adivinhar é ser: o intercâmbio eu-outro-outro-eu na escrita de Clarice Lispector

Embora já tendo transposto o enredo de razão psicológica, ao qual James se reporta, Clarice Lispector também responde por essa abordagem da captação, formulada um século antes de sua produção, nessa crítica de James que legitima de modo arejado e agudo características que tomariam corpo mais adiante, com o Modernismo. A literatura de Clarice Lispector opera, sobretudo, não na representação da realidade vivida ou observável, mas na criação de uma, a partir dessa captação sugestiva e subjetiva de matizes do interno ou do externo presentes em pessoas ou situações. No ensaio “Realismo: postura e método”, Tânia Pellegrini (2007, p. 147), ao abordar a crise da representação, oriunda do gradativo esgotamento do Realismo oitocentista, arrola, em decorrência, esse outro modo de lidar com a realidade, e mesmo de conhecê-la:
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O outro cinema

O outro cinema

Embora não haja nenhum erotismo no filme, foi a partir da comoção que ele produziu – o Love Story dos anos da peste – que a sociedade tomou consciência da existência de homossexuais que [r]

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O diário do outro

O diário do outro

Nesta 'cerimônia' grave, neste acompanhar Simone de Beauvoir, que por sua vez, acompanhou Sartre, o ritual nos conduz a um texto aparentemente simples, em tom despretensioso, mas de níti[r]

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Outra Outra [Prefácio de "Outro Outro" de Salette Tavares]

Outra Outra [Prefácio de "Outro Outro" de Salette Tavares]

Outro Outro não é um guião para cinema: é cinema. Cortes, incisões, descrições fulgurantes, futuristas, sonoras, é a história de um corpo doente e dorido, com febre e sede num hospital, comovido pela monotonia da chuva interrompida pelas árvores. Em crescendo. Progressivo adensar de sensações, turbilhão de memórias, escrita febril que acompanha o processo lento de doença (da humanidade) e de recuperação (de regeneração). Recuperar para quê, o quê? Viver é caminhar para a morte. Curvando-se pelas esquinas, nas encruzilhadas e nos cruzamentos. Viver e morrer em epifania. A iluminação e o estranhamento (“Estava diferente. Era outro. Outro outro.”) sempre adiadas. Porque a metamorfose e a transformação, no sobressalto e no assalto se evaporam. Nos ombros da autora, o guardador de portas.
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2014 Marcelo de Albuquerque Vaz Pupo

2014 Marcelo de Albuquerque Vaz Pupo

A pesquisa de mestrado "Bem-te-vis imagéticos no encontro com o outro" entende que os processos sociais em torno da Agroecologia podem ser ricamente estudados quando a análise crítica se pauta sobre as suas dimensões culturais. É neste cenário teórico-metodológico que a pesquisa produz olhares – e imagens – sobre a movimentação cidade-campo a partir da vivência junto à algumas expressões agriculturais e camponesas do Estado de São Paulo, em sua maioria assentamentos da reforma agrária. A pesquisa questiona como a produção de audiovisuais pode gerar narrativas e partilhas que deem visibilidade à agricultura camponesa; como a produção de vídeos pode gerar estesia e abalo político no jogo de significados socialmente construídos (cultura e ideologia) em torno do que pensamos ser alimento e vida. A terra que persiste camponesa e inunda asfaltos emana força e sopra símbolos que desordena o discurso único e esgarça o agronegócio monocultural, nos evidenciando que o território em questão é tão concreto quanto imaterial: fato distinto cada qual com seu fruto, linguagens ímpares que o idioma corrente, acadêmico ou popular, mostra imiscível capital e soberania, commodities e segurança alimentar, monocultura e resiliência, latifúndio e dignidade humana. Há sentidos partilhados na sociedade que tencionam identidades e valores no entrelaçamento do mundo rural com o ideário moderno, recampesinização e crise civilizatória. A Agroecologia e os Estudos Culturais animam este cenário investigativo e o retroalimenta, reposicionando a produção do conhecimento acadêmico ao lançar luzes sobre os atores envolvidos. A legitimação crescente dos agenciamentos promovidos pelos movimentos sociais do campo tem implicado sério constrangimento ao conhecimento dominante. Deslocam-se os territórios subjetivos e existenciais, abrem-se fissuras e feridas identitárias, despertam-se minoridades constitutivas dormentes porém potentes. Esta pesquisa olha este fato e disserta sobre elementos que contribuem à percepção desse incessante movimento, memória imorredoura dos povos que reconfigura o visível e o pensável e refaz o mapa do sensível.
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Bonapartismo: o fenômeno e o conceito — Outubro Revista

Bonapartismo: o fenômeno e o conceito — Outubro Revista

Assim, não só em momentos de “crise de hegemonia”/“equilíbrio de forças” – e Poulantzas, discordando de Marx e Engels, considerou que não houvera tal equilíbrio quando da [r]

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Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

Degradação ambiental no socialismo e no capitalismo — Outubro Revista

As leis do mercado comandam a economia capitalista. Isto significa que depredar ou contaminar a natureza supõe um benefício econômico para o responsável. Quando um processo econômico p[r]

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A política cultural no início da Revolução Cubana: o caso do suplemento cultural Lunes de Revolución — Outubro Revista

A política cultural no início da Revolução Cubana: o caso do suplemento cultural Lunes de Revolución — Outubro Revista

Citando setores intelectuais e artísticos que não seriam genuinamente revolucionários, Fidel Castro referiu-se implicitamente aos colaboradores de Lunes, que eram acusados de não estar [r]

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O COORDENADOR ADJUNTO PEDAGÓGICO NO PROCESSO EDUCATIVO DO MACROSSISTEMA DA SEDUCAM: UMA ANÁLISE DA FORMAÇÃO CONTINUADA

O COORDENADOR ADJUNTO PEDAGÓGICO NO PROCESSO EDUCATIVO DO MACROSSISTEMA DA SEDUCAM: UMA ANÁLISE DA FORMAÇÃO CONTINUADA

Em tese, a apropriação de conhecimentos pelo aluno advém da capacidade do professor em prover recursos didáticos e metodológicos que alcancem a diversidade de universos que compõem a sala de aula. É preciso ressaltar que essa é apenas uma das facetas do processo de apropriação do conhecimento. Ainda que tenhamos clareza de que o processo ensino-aprendizagem é complexo e não pode ser mensurado a partir de um ou outro ator somente, destacamos a figura do professor. O professor, por sua vez, precisa estar em um movimento constante de atualização, dadas as inovações existentes no campo educacional. É importante afirmar que o coordenador pedagógico, por exercer um papel estratégico de mediador, deve estar em permanente autoformação, a fim de que sua atuação tenha consistência técnica, didática e pedagógica.
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IGOR SIMONI HOMEM DE CARVALHO

IGOR SIMONI HOMEM DE CARVALHO

O GAC já recebeu apoio de diversas organizações: Fundação Banco do Brasil (FBB), Promotoria de Justiça de Defesa do Rio São Francisco, Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-Ecos – ISPN/GEF/PNUD/Comissão Européia), Fundação Luterana de Diaconia (FLD) e Coordenadoria Ecumênica de Serviços (CESE). Estes apoios são oferecidos através de projetos e editais, resultando em doações para diferentes atividades ligadas ao manejo e produção agroecológica e extrativista, beneficiamento e comercialização. A maior parte dos recursos doados nos anos recentes destinou-se à construção da Unidade Multiuso de Processamento de Frutos do Cerrado, com o objetivo de incrementar e profissionalizar o beneficiamento e a comercialização de produtos, onde se pretende produzir fitoterápicos, óleos, doces, além de farinha, rapadura e açúcar mascavo. Pretende-se, assim, aumentar a geração de renda e as oportunidades de trabalho às famílias do Assentamento, e, ao mesmo tempo, valorizar ainda mais a biodiversidade e aagrobiodiversidade local. O GAC tem recebido cursos e treinamentos, por exemplo, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), que já ofereceu um curso de plantas medicinais e outro de beneficiamento de laticínios.
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