Top PDF Observação da germinação de sementes de araçá-pêra (Psidium acutangillum D. C.).

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

Caracterização morfológica de frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Aubl.) Radlk. (Sapindaceae)

RESUMO – Este estudo descritivo procurou elucidar aspectos morfoanatômicos e do desenvolvimento dos frutos, sementes e plântulas de Pseudima frutescens (Sapindaceae), uma espécie arbórea. Nas descrições foram utilizados flores e frutos em diferentes estádios de desenvolvimento e, para a observação da germinação e do desenvolvimento das plântulas, as sementes foram colocadas para germinar sobre papel de filtro umedecido com água destilada, em caixas de plástico transparente, com tampa, utilizando-se amostras de 100 sementes (quatro sementes por caixa), mantidas em temperatura de 25+1ºC. O fruto desta espécie, com duas sementes, é uma cápsula obcordada circundante, lobada, de coloração laranja-avermelhada externamente e laranja internamente. A semente, exalbuminosa, é ovóide, preta e brilhante; o embrião ocupa todo o interior da semente e possui cotilédones carnosos e eixo hipocótilo-radícula curto. A plântula é criptocotiledonar e a germinação, que é hipógea, ocorre na presença de luz, iniciando no quinto dia após a semeadura. Com oito dias, a raiz primária media 17 mm de comprimento, apresentando-se coberta de pêlos absorventes. Após 14 dias emergiu o epicótilo de coloração esverdeada. A plântula apresenta, após 30 dias, dois pares de eófilos compostos. Com 60 dias, a raiz principal media 12 cm de comprimento, com muitas raízes laterais e o epicótilo com 9 cm de extensão possuía seis folhas expandidas. Como o desenvolvimento da plântula é relativamente rápido, P. frutescens pode ser uma espécie indicada para programas de recuperação de áreas degradadas.
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Extração, embebição e germinação de sementes de tucumã (Astrocaryum aculeatum).

Extração, embebição e germinação de sementes de tucumã (Astrocaryum aculeatum).

Inicialmente, os pirênios foram imersos em água por três dias, com a troca diária da água, a fim de facilitar a remoção dos resíduos de polpa aderidos ao endocarpo. A limpeza consistiu em fricção com areia, raspagem do endocarpo com faca e lavagem em água corrente. Em seguida, foi determinado o teor de água dos pirênios pelo método de estufa a 105+3ºC, por 24 horas (Brasil, 1992), utilizando quatro repetições de cinco unidades. Os pirênios restantes foram postos a secar, em ambiente com temperatura média de 28ºC e umidade relativa do ar média de 65%, até que a maioria das sementes se soltasse dentro do endocarpo, verificado pela movimentação dos pirênios. Durante a secagem, foi realizado o monitoramento diário da perda de massa dos pirênios (19 amostras de 50 pirênios), que serviu para estimar o teor de água dos mesmos, ao longo de todo o período de observação, baseado no grau de umidade inicial. Depois disso, as amostras foram misturadas e procedeu-se à quebra do endocarpo, com o auxílio de um martelo, uma tira de borracha e um cepo de madeira: o pirênio, envolto pela tira de borracha, foi posicionado sobre o cepo e, com o martelo, foi dada uma pancada, de modo a partir ou trincar o endocarpo com um só golpe, obtendo-se assim a semente. O processo de extração, realizado por três pessoas, foi avaliado tanto em relação ao rendimento (número de sementes extraídas/hora/homem) quanto ao estado das sementes extraídas (porcentagem de sementes fisicamente íntegras, de sementes com danos mecânicos visíveis, de sementes podres e de sementes geminadas). Logo em seguida, foi determinado o teor de água das sementes fisicamente íntegras (quatro repetições de cinco sementes) a 105+3ºC, por 24 horas, conforme Brasil (1992).
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Dormência em sementes de paricarana (Bowdichia virgilioides Kunth - Fabaceae - Papilionidae).

Dormência em sementes de paricarana (Bowdichia virgilioides Kunth - Fabaceae - Papilionidae).

RESUMO - o trabalho foi realizado no Laboratório de Análise de Sementes da Embrapa Roraima, com o objetivo de estudar métodos para o alívio da dormência de sementes de paricarana. O delineamento experimental foi o inteiramente ao acaso com 4 repetições de 50 sementes. Os tratamentos foram: escarificação mecânica com lixa d’água; imersão em ácido sulfúrico (pa) por 5 e 10 minutos; imersão em álcool etílico por 5 e 10 minutos e testemunha, sem tratamento prévio das sementes. As sementes foram incubadas a 25 o C no interior de placas plásticas ‘gerbox’, com
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EFEITO DO VIGOR E TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA COM AMINOÁCIDOS NO DESEMPENHO DAS SEMENTES PRODUZIDAS

EFEITO DO VIGOR E TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA COM AMINOÁCIDOS NO DESEMPENHO DAS SEMENTES PRODUZIDAS

Tavares et al. (2013) não identificaram diferenças na qualidade fisiológica das sementes produzidas devido ao efeito de qualidade das sementes utilizadas na semeadura e atribuiu a este resultado o fato de que as plantas oriundas de sementes de baixo vigor produzem menor área foliar mas também menor número de sementes por planta e assim a quantidade de fotoassimilados disponível por semente foi a mesma que de plantas oriundas de sementes de elevado vigor que apresentam um maior aparato fotossintético e maior número de sementes por planta. Rossi et al. (2017) também não encontraram efeito da qualidade fisiológica das sementes utilizadas na semeadura no desempenho fisiológico das sementes produzidas.
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Tamanho de amostra para teste de germinação de Mimosa caesalpiniifolia Benth, espécie nativa da Caatinga.

Tamanho de amostra para teste de germinação de Mimosa caesalpiniifolia Benth, espécie nativa da Caatinga.

Resumo - O objetivo desse trabalho é definir o tamanho da amostra para teste de germinação de Mimosa caesalpiniifolia Benth. O experimento foi realizado em delineamento experimental inteiramente casualizado em esquema fatorial 6 x 8, seis números de sementes (20; 25; 30; 50; 70 e 100) e oito números de repetições (3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 e 10), com cinco repetições. Foram utilizados 20 repetições para cada número de sementes, das quais se realizaram sorteios para obtenção das repetições de cada tratamento. O teste de germinação foi realizado em germinador, tipo BOD, a 30 °C com fotoperíodo 12 h, em papel germitest. As características avaliadas foram: índice de variação para percentagem de germinação e para velocidade de germinação. O número de sementes que resultou em menor índice de variação, para os números de repetições seis, sete, oito e dez, variou de 65 a 79 sementes por repetição. Para três e cinco repetições constatou-se tendência de redução do índice de variação para percentagem de germinação com o aumento do número de sementes por repetição, justificando utilizar para testes de germinação no mínimo seis repetições. Para o índice de velocidade de germinação não se constatou efeito do número de repetição sobre o índice de variação, enquanto que o número de sementes que resultou em menor índice de variação, independente do número de repetições, foi 75 sementes. Para o lote de sementes avaliado, recomendam-se utilização de seis repetições com número de sementes por repetição variando de 65 a 79 sementes.
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BIOMETRIA DE FRUTOS DE ARAÇÁ-BOI (EUGENIA STIPITATA MC VAUGH).

BIOMETRIA DE FRUTOS DE ARAÇÁ-BOI (EUGENIA STIPITATA MC VAUGH).

Coeficientes de correlação entre peso do fruto, diâmetro, comprimento, número de sementes, peso das sementes, peso da c a s c a e peso da polpa de frutos de araçá-boi.. Variáveis Peso[r]

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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

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O construto estilo e qualidade de vida é explicado pelos seguintes indicadores: estilo de vida corrido realizando cada vez mais trabalho em menos tempo, realização frequente[r]

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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O capítulo I apresenta a política implantada pelo Choque de Gestão em Minas Gerais para a gestão do desempenho na Administração Pública estadual, descreve os tipos de pro[r]

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Seletividade de herbicidas aplicados em pré-emergência em gramíneas forrageiras.

Seletividade de herbicidas aplicados em pré-emergência em gramíneas forrageiras.

seco (Brasil, 1992), em caixas plásticas trans- parentes, tipo gerbox. O conjunto foi colocado individualmente em saco plástico de 0,05mm de espessura para a manutenção da umidade do substrato (Gaspar et al., 2003). A primeira e a segunda contagem de germinação foram realizadas aos sete e 28 dias após a instalação do teste, respectivamente. Os parâmetros de avaliação foram: porcentagem de plântulas normais, de plântulas anormais, de sementes mortas e de sementes dormentes.

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O CURSO DE PEDAGOGIA DO PLANO NACIONAL DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA (Parfor) NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO DE OLIVENÇA (AM)

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A realização deste trabalho teve como referencial teórico as reflexões de autores como Saviani (2009), auxiliando na discussão sobre os aspectos históricos da formação dos professore[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MARÍLIA ROMEIRO VITT

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Desse modo, tomando como base a estrutura organizacional implantada nas SREs do Estado de Minas Gerais, com a criação da Diretoria de Pessoal, esta pesquisa permitirá que [r]

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DISTRIBUIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: UMA PROPOSTA DE REVISÃO DO MODELO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Depois de exibido o modelo de distribuição orçamentária utilizado pelo MEC para financiamento das IFES, são discutidas algumas considerações acerca do REUNI para que se po[r]

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Qualidade fisiológica de sementes de uva-do-japão após envelhecimento acelerado e armazenamento.

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MARCOS FILHO, J. New approaches to seed vigor testing. Scientia Agricola, v. 55, n. esp., p. 27-33, 1998. MARTINS, C. C.; CASTRO, M. M.; SENEME, A. M.; NAKAGAWA, J. Metodologia para a avaliação de sementes de tomate. Horticultura Brasileira, v. 24, n. 3, p. 301-304, 2006. MARTINS, C. C.; BOVI, M. L. A.; NAKAGAWA, J. Qualidade fisiológica de sementes de palmiteiro-vermelho em função da desidratação e do armazenamento. Horticultura Brasileira, v. 25, n. 2, p. 188-192, 2007. MEDEIROS, M.; NÓBREGA, L. H. P.; OPAZO, M. A. U. Qualidade e rendimento de sementes de soja produzidas sob cultivo orgânico em plantio direto e preparo reduzido do solo. Acta Scientiarum. Agronomy, v. 28, n. 1, p. 83-89, 2006.
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IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

IMPLANTAÇÃO DA REDE DE APOIO À CULTURA DE PAZ NO AMBIENTE ESCOLAR NA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Com a mudança de gestão da SRE Ubá em 2015, o presidente do CME de 2012 e também Analista Educacional foi nomeado Diretor Educacional da SRE Ubá e o projeto começou a ganhar form[r]

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAED- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

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Com base nestas afirmações e em outras observações, pode-se perceber que ainda há alguns problemas como a falta de servidores que apresentam perfil com habilidade em info[r]

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O PNBE DO PROFESSOR: UMA POSSIBILIDADE DE FORMAÇÃO ESTUDO DE CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE GOVERNADOR VALADARES – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

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Ao perguntar aos professores e a equipe gestora se tinham conhecimento de quantos acervos as escolas receberam, na esco la “A” cinco responderam que a escola recebeu de um a cinco títulos enviados, ficando o restante com a resposta de que não podem informar por não conhecer os acervos.Na escola “B” sete responderam que a escola recebeu de um a cinco títulos, três responderam de cinco a 10 títulos, dois responderam que acima de 10 títulos e três não souberam informar. A observação realizada nas respostas é de que as duas escolas não conhecem o quantitativo de livros e /ou confundiram títulos com quantitativo de acervos. Em uma pesquisa no sítio do FNDE (BRASIL, c2012) foi possível verificar quantos acervos e títulos cada uma das escolas receberam. De acordo com o FNDE, para os anos iniciais, foram organizados quatro acervos, com até 30 obras em cada acervo. As duas escolas receberam os quatro acervos, no total de 120 livros direcionados à formação dos profissionais que atuam nos anos iniciais. De acordo com o Edital do PNBE do professor 2010, em 27 de julho de 2009, a composição dos acervos foi formada:
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ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

ELAINE COSTA TOLEDO OS EFEITOS DA LEGISLAÇÃO NA PRÁTICA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Um ponto interessante do livro é quando as autoras dizem que o exercício de uma profissão é de caráter prático, sendo que o modo de aprender uma profissão se faz sob o ponto de vista da imitação, aprendendo a fazer algo ou ação, a partir de observação, imitação, reprodução e reelaboração de modelos existentes considerados ótimos. Uma prática modelar, que considera um fazer bem sucedido aquele que se aproxima dos modelos observados, pode incorrer em um estágio que se reduz a observação e imitação de modelos sem proceder a uma análise crítica em que o ensino se processa. Neste ponto chega-se a discussão da teoria e prática, onde muitas vezes se assume uma postura dicotômica em que teoria e prática são tratadas isoladamente, correndo- se o risco do profissional ficar reduzido ao “prático”, dominando apenas as rotinas de intervenção técnica e a redução às técnicas não dá conta do conhecimento científico. Sob esse prisma, o estágio fica restrito à “hora da prática”, sendo que o processo educativo é mais do que simples treino e não pode ser reduzido a este (PIMENTA e LIMA, 2012).
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Processo de desmaterialização da referenciação para Urgência – reforço de procedimento – Normas de Orientação Clínica

Processo de desmaterialização da referenciação para Urgência – reforço de procedimento – Normas de Orientação Clínica

No sistema de informação do programa CTH, aquando da comparência do utente junto do Serviço do SNS, o assistente técnico dos cuidados de saúde primários e/ou o assistente técnico do Hos[r]

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