Top PDF Orchidaceae no Parque Natural Municipal da Prainha, RJ, Brasil.

Orchidaceae no Parque Natural Municipal da Prainha, RJ, Brasil.

Orchidaceae no Parque Natural Municipal da Prainha, RJ, Brasil.

RESUMO – (Orchidaceae no Parque Natural Municipal da Prainha, RJ, Brasil). As espécies de Orchidaceae ocorrentes no Parque Natural Municipal da Prainha são apresentadas. O Parque está localizado no município do Rio de Janeiro e abrange uma área total de 126 hectares. A cobertura vegetal predominantemente é floresta pluvial atlântica, com uma pequena faixa de restinga e diversos afloramentos rochosos. Foram encontrados na área 18 gêneros e 26 espécies: Bifrenaria (1 sp.), Brassavola (1 sp.), Catasetum (1 sp.), Cattleya (2 sp.), Cyclopogon (1 sp.), Cyrtopodium (2 sp.), Eltroplectris (1 sp.), Epidendrum (4 sp.), Gomesa (1 sp.), Isochilus (1 sp.), Maxillaria (2 sp.), Oeceoclades (1 sp.), Oncidium (1 sp.), Pleurothallis (3 sp.), Polystachya (1 sp.), Prescottia (1 sp.), Sarcoglottis (1 sp.) e Sophronitis (1 sp.). Várias as espécies de Orchidaceae registradas na área apresentam ampla distribuição geográfica, porém 14 têm sua ocorrência associada ao domínio atlântico. São apresentadas chave de identificação, descrições, ilustrações e comentários sobre forma de vida, floração e frutificação, distribuição geográfica e habitat.
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CARACTERÍSTICAS FOLIARES E IMPACTO DA ESPÉCIE EXÓTICA Tradescantia zebrina Hort. ex Bosse. (Commelinaceae) NA DIVERSIDADE E NA RIQUEZA DO ESTRATO HERBÁCEO NO PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA TAQUARA, DUQUE DE CAXIAS, RJ

CARACTERÍSTICAS FOLIARES E IMPACTO DA ESPÉCIE EXÓTICA Tradescantia zebrina Hort. ex Bosse. (Commelinaceae) NA DIVERSIDADE E NA RIQUEZA DO ESTRATO HERBÁCEO NO PARQUE NATURAL MUNICIPAL DA TAQUARA, DUQUE DE CAXIAS, RJ

Muitos trabalhos apontam a introdução de espécies exóticas como umas das maiores causas de extinções, perdendo apenas para a destruição do habitat (VITOUSEK et al. 1997; WILCOVE et al. 1998; BRASIL 2007). Já em 1860, Charles Darwin alertava sobre o risco causado pelas espécies exóticas. No entanto, uma abordagem mais ampla do tema só foi publicada no livro intitulado Ecology of invasions by animals and plants, de Charles Elton, em 1958. Ainda hoje, no Brasil, o

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A família Solanaceae no Parque Natural Municipal da Taquara, Duque de Caxias, RJ, Brasil.

A família Solanaceae no Parque Natural Municipal da Taquara, Duque de Caxias, RJ, Brasil.

O Parque Natural Municipal da Taquara (PNMT) é uma área de conservação localizada no bioma Mata Atlântica, está situado no município de Duque de Caxias, estado do Rio de Janeiro, sendo recoberto por Floresta Ombrófila Densa Submontana. A Floresta Atlântica é um bioma que possui uma grande diversidade de espécies vegetais e apesar de recentes estudos na região, o conhecimento de muitos táxons ainda é incipiente. Distribuída dentro desse domínio da Mata Atlântica, a família Solanaceae compreende cerca de 3000 espécies e 150 gêneros com ampla distribuição, principalmente em regiões tropicais e subtropicais da América do Sul. No Brasil ocorrem 350 espécies e 32 gêneros, caracterizadas por árvores pequenas, arbustos, ervas ou trepadeiras inermes ou com acúleos, glabros ou com pelos simples, ramificados ou estrelados. Este trabalho teve como objetivo apresentar o levantamento florístico da família Solanaceae no Parque Natural Municipal da Taquara, contribuindo para a ampliação dos conhecimentos sobre a flora, a ecologia e a conservação desta família e complementando a lista de espécies do estado do Rio de Janeiro. Para elaboração deste trabalho analisou-se coleções de Solanaceae ocorrentes na área de estudo depositadas nos principais herbários do Estado. Realizou-se coletas mensais com duração de 1 dia durante 1 ano. Os materiais botânicos coletados foram herborizados segundo técnicas usuais para plantas vasculares e incorporados ao acervo dos herbários da Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO), Alberto Castellanos – INEA (GUA) e Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (RB). Como resultado foram encontradas três espécies representantes de um mesmo gênero, são elas: Solanun ciliatum, Solanum paniculatum e Solanum pseudoquina.
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Orchidaceae da Reserva Ecológica do Guará, DF, Brasil.

Orchidaceae da Reserva Ecológica do Guará, DF, Brasil.

agravada tanto por sua localização como pelo tamanho reduzido da área. O principal problema enfrentado hoje é a ocupação da Reserva como local de moradia por famílias de baixa renda. Decorre daí principalmente a destruição de áreas de campo úmido para implantação de lavouras de subsistência e a retirada de madeira no interior da mata. Outro problema é a coleta de espécies ornamentais. Para algumas espécies mais visadas por colecionadores, como Phragmipedium vittatum e Cattleya bicolor, a coleta predatória tem contribuído significativamente para a redução de suas populações. Outro fator é a dinâmica natural da vegetação, principal- mente a retração de áreas de campo limpo inundável e campo limpo estacionalmente úmido e sua substituição por capoeiras. O resultado é que as Orchidaceae que normalmente ocorrem no campo inundável tendem a desaparecer, uma vez que a capoeira que substitui o campo abriga poucas espécies desta família. Para algumas espécies já raras, como Phragmipedium vittatum e Cyanaeorchis minor observamos o completo desaparecimento de algumas populações. No entanto, apesar da descaracterização progressiva da Reserva, 88 táxons (84%) foram coletados ou observados no local nos últimos quatorze anos e ainda devem existir em maior ou menor número na área.
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(Neo)Liberalismo: da ordem natural à ordem moral — Outubro Revista

(Neo)Liberalismo: da ordem natural à ordem moral — Outubro Revista

inicial vem a ser a temporalização e a antropologização da história que ocorre na época moderna. Nota, entretanto, que essa mudança cultural desenvolveu-se segundo três orientações diversas: positiva, negativa e crítica. As duas primeiras surgiram na ideologia liberal nas formas contrapostas de dois tipos individua- lismos. A última apareceu na crítica da economia política de Marx. Na segunda seção, faz-se uma crítica das ideias de Hayek no texto Individualism: true and false. Na seção seguinte, trata-se do conceito de ordem natural remetendo-o ao antropologismo negativo, politicamente otimista e fundador do liberalismo clássico. Na seção posterior, discute-se a noção de ordem espontânea correla- cionando-a as características do antropologismo negativo, politicamente pes- simista, que fundamenta o liberalismo contemporâneo – ou neoliberalismo. Palavras-chave: Neoliberalismo, individualismo, Friedrich Hayek
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Laeliinae (Orchidaceae) do parque nacional do Caparaó, Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, Brasil.

Laeliinae (Orchidaceae) do parque nacional do Caparaó, Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, Brasil.

Ervas epifíticas. Rizoma longo, pendente, delgado, flexuoso; caule simples, pendente, 1-foliado, heteroblástico, geralmente recoberto pelas bainhas estramíneas. Folha no ápice do caule, lâmina conduplicada, e eventualmente decídua. Inflorescência terminal, subereta, uniflora, subtendida por espata ou o pedúnculo coberto por brácteas campanuladas. Flores ressupinadas; sépalas similares entre si, as laterais unidas na base e ligeiramente falcadas; pétalas geralmente com a mesma coloração e formato das sépalas ou ligeiramente mais estreitas, retas; labelo livre, subtrilobado, formando uma cavidade subcalceolada, o ápice dilatado e redondo com margem involuta, denticulada e com apêndices digitados; coluna ereta, reta, clavada, clinândrio proeminente; antera incumbente; polínias 6, de tamanhos distintos, duas grandes e quatro pequenas, ovais, ligeiramente achatadas, com caudículos laminares; ovário pedicelado. Cápsula fusiforme. Loefgrenianthus é um gênero monotípico, endêmico do Brasil, encontrado em grandes altitudes, em geral acima dos 2.000 metros, nos Estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e entre 900 a 1.200 metros no Paraná. De acordo com Van den Berg et al. (2000), o gênero é monofilético, em conjunto com Leptotes Lindl. formaria um clado-irmão da"Isabelia Alliance" o qual inclui os gêneros: Isabelia Barb. Rodr., Constantia Barb.Rodr. e Pseudolaelia Porto & Brade.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A indústria da cana sempre teve grande importância na economia e no processo histórico brasileiros. A atividade adquiriu dimensão ainda maior no Brasil com a cri- se internacional nos anos 70, que causou forte alta no mercado petroleiro e impulsio- nou o setor canavieiro, a partir da criação do Proálcool. De 1972 a 1995, o governo brasileiro incentivou o aumento da área de plantação de cana e a estruturação do com- plex o sucro- alcooleiro, com grandes sub- sídios e diferentes formas de incentivo. O Instituto do Açúcar e do Álcool, por ex em- plo, foi responsável durante quase 60 anos por toda a comercialização e a ex portação do produto, subsidiando empreendimen- tos, incentivando a centralização industri- al e fundiária sob o argumento da “mo-
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Diversidade e especificidade de fungos micorrízicos associados a Epidendrum secundum (Orchidaceae) em um campo de altitude no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro MG

Diversidade e especificidade de fungos micorrízicos associados a Epidendrum secundum (Orchidaceae) em um campo de altitude no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro MG

PEREIRA, Marlon Corrêa, M.Sc., Universidade Federal de Viçosa, outubro de 2006. Diversidade e especificidade de fungos micorrízicos associados a Epidendrum secundum (Orchidaceae) em um campo de altitude no Parque Estadual da Serra do Brigadeiro – MG. Orientadora: Maria Catarina Megumi Kasuya, Co-Orientadores: Elza Fernandes de Araújo e Maurício Dutra Costa.

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Avaliação do Projeto de Recuperação da Flora do Parque Natural Municipal Chácara do Lessa no município de Sabará

Avaliação do Projeto de Recuperação da Flora do Parque Natural Municipal Chácara do Lessa no município de Sabará

Em outubro de 2007, cerca de 70% do parque foi devastado por um incêndio entre a área de Mata Atlântica e Cerrado (Figuras 3 e 4). Após o incêndio, foi elaborado o Projeto de Recuperação da Flora do Parque Natural Municipal Chácara do Lessa, cuja intervenção se deu principalmente nas áreas de Mata Atlântica, devido o seu estado de regeneração ser mais lento do que o do Cerrado.

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Estimativa de biomassa vegetal e sequestro de carbono no Parque Natural Municipal Flor do Ipê, Várzea Grande, MT

Estimativa de biomassa vegetal e sequestro de carbono no Parque Natural Municipal Flor do Ipê, Várzea Grande, MT

O estudo foi conduzido no Parque Natural Municipal Flor do Ipê (15º 38’ 32,57”S; 56º 4’ 56,20”W), localizado no bairro homônimo, região do Cristo Rei, no município de Várzea Grande, Mato Grosso (Figura 1). O parque possui uma área total de 4,8 ha, possuindo 750 metros de trilhas suspensas, u lizado para visitação e contemplação de fauna e fl ora do cerrado mato-grossense. O clima da cidade é classifi cado como Tropical semiúmido, com aproximadamente cinco meses secos (maio a setembro), apresentando duas estações bem defi nidas, uma seca (outono-inverno) e uma chuvosa (primavera- -verão) (SANTOS, 2013).
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MOSQUITOS (DIPTERA: CULICIDAE) DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO VALE DO RIO DO PEIXE, JOAÇABA, SANTA CATARINA, BRASIL, COM NOVOS REGISTROS PARA O ESTADO

MOSQUITOS (DIPTERA: CULICIDAE) DO PARQUE NATURAL MUNICIPAL DO VALE DO RIO DO PEIXE, JOAÇABA, SANTA CATARINA, BRASIL, COM NOVOS REGISTROS PARA O ESTADO

A partir dos oito gêneros, foram identificadas 13 espécies, observando que as três espécies mais abundantes foram Aedes crinifer, Psorophora ferox e Trichoprosopon pallidiventer; as três juntas representaram 91% do total de culicídeos capturados (Tabela 2). As duas primeiras espécies se desenvolvem em criadouros formados a partir de poças d’água sobre o solo, além disso, são espécies notoriamente encontradas em ambiente silvestre impactado (SILVA; LOZOVEI, 1998). A terceira espécie, Tr. Pallidiventer, desenvolve-se em criadouros fitotélmicos formados a partir do acúmulo de água em internódios de bambus perfurados (ZEQUI; LOPES, 2001). Além disso, essa espécie apresenta ampla distribuição no Brasil, sendo facilmente encontrada em ambientes silvestres nas horas mais quentes e ensolaradas do dia (GUIMARÃES et al., 2000).
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INSPIRAR A SOCIEDADE NA DEFESA DA MATA ATLÂNTICA

INSPIRAR A SOCIEDADE NA DEFESA DA MATA ATLÂNTICA

A primeira e mais marcante campanha da Fundação voltou-se para que fosse incorporado definitivamente o termo “Mata Atlântica” ao vocabulário das pessoas, ao reforçar a importância dessa floresta com a imagem da bandeira brasileira perdendo seu verde, ao som de seu hino. “Estão Tirando o Verde da Nossa Terra” era a mensagem. A criação foi voluntária – em uma articulação com o Grupo Estado e a agência de publicidade DPZ – assim como foi gratuito o espaço cedido em jornais, revistas, outdoors, televisão, rádio e outras mídias. A campanha alcançou grande repercussão: durante os anos de 1987 e 1988, o Brasil conheceria, através da imagem da bandeira que se desintegrava, os desafios da luta pelos remanescentes dessa floresta.
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Melastomataceae no Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Melastomataceae no Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

RESUMO - (Melastomataceae no Parque Estadual da Pedra Branca, Rio de Janeiro, RJ, Brasil). Melastomataceae é representada no Brasil por 67 gêneros e 1.321 espécies, sendo encontrada em todos os Estados brasileiros. No Estado do Rio de Janeiro são registrados 28 gêneros e 338 espécies. Neste estudo foram tratadas as 26 espécies da família encontradas na Floresta Ombrófila Densa do Parque Estadual da Pedra Branca, localizado no município do Rio de Janeiro, RJ. Miconia é o gênero mais representativo com oito espécies (M. brasiliensis, M. calvescens, M. cinnamomifolia, M. latecrenata, M. mirabilis, M. prasina, M. staminea e M. tristis), seguido por Tibouchina com cinco espécies (T. corymbosa, T. estrellensis, T. gaudichaudiana, T. granulosa e T. heteromalla), Leandra com quatro espécies (L. hirta, L. melastomoides, L. reversa e L. variabilis), Ossaea com três espécies (O. amygdaloides, O. confertiflora e O. marginata), Clidemia com duas espécies (Clidemia capitellata e Clidemia hirta) e Meriania, Mouriri, Pleiochiton e Rhynchanthera (Meriania glabra, Mouriri arborea, P. blepharodes e R. dichotoma) com uma espécie cada. São fornecidos chave para identificação, descrições, comentários, dados sobre a distribuição geográfica e ilustrações.
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Estudos limnológicos de balneabilidade no Parque Natural Municipal Cachoeira da Marta (Botucatu, SP, Brasil): relação com possíveis fontes poluidoras

Estudos limnológicos de balneabilidade no Parque Natural Municipal Cachoeira da Marta (Botucatu, SP, Brasil): relação com possíveis fontes poluidoras

Ao analisarmos o ponto amostral 2, antes da queda da Cachoeira da Marta, encontramos o valor médio de 0,28 mg/L de NT, sendo este o segundo maior valor encontrado para este parâmetro. Tal fato pode estar relacionado à falta de mata ciliar e vegetação natural neste ponto amostral que, segundo Ribeiro et al., (2005), são um dos mais importantes fatores que interferem diretamente na qualidade das águas, bem como ao lago que abastece a Cachoeira da Marta, que pode estar servindo como uma lagoa de estabilização, por se tornar um ambiente lêntico, com pouca movimentação de água, onde tais nutrientes podem ficar depositados no sedimento do fundo e virem a superfície após muito tempo de contaminação difusa (REID E WOOD, 1976). De acordo com Sipaúba-Tavares (2005), inúmeros são os fatores que podem afetar a qualidade da água nestes sistemas lênticos tais como localização, capacidade do corpo d’água como receptor de resíduos, dinâmica do sedimento, uso de produtos químicos, fluxo de água, tipo de solo, procedência da água de abastecimento (córregos, nascentes, rios estuários, áreas costeiras, lagos) e das características bióticas e abióticas do meio.
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Análise florística das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Análise florística das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, Rio de Janeiro, Brasil.

Tabela 1. Padrões de distribuição geográfica e de formações vegetais das pteridófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ. MP = mata periodicamente inundada; MT = mata permanentemente inundada; AC = arbustiva aberta de Clusia; AE = arbustiva aberta de Ericaceae; PP = arbustiva fechada de pós-praia; HB = herbácea brejosa; VA = vegetação aquática; AA = áreas alteradas. PAN = distribuição pantropical (regiões tropicais do velho e novo mundo); NEO = distribuição ampla na região neotropical (além dos limites da América do Sul); AS = distribuição limitada à América do Sul; BRA = distribuição limitada ao Brasil; RJ = distribuição limitada ao Rio de Janeiro, X = ocorrência do táxon; - = não há registro do táxon.
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

Nas semanas seguintes, já com a Comuna proclamada em Paris, a imprensa brasileira, atrasada de cerca de quinze dias em suas notícias, começava a preocupar-se com as informações que davam conta de agitações na capital francesa, por conta da insubordinação da Guarda Nacional. Quando a separação entre Versalhes e Paris já estava consumada, fazia-se eco por aqui aos discursos de Louis Blanc, no início de março, contestando a transferência da Assembléia para fora de Paris. Blanc, entretanto, acompanhou Thiers a Versalhes, condenando a Comuna, como aqui no Brasil os simpáticos à causa republicana e ao horizonte de 1848 condenaram os insurretos de Paris. Nos jornais, manifestos em defesa da república atacavam os comunardos, acusando-os de abrirem caminho, com a divisão que promoviam, à restauração monárquica. Aceitação da derrota, disciplina, obediência às leis, volta ao trabalho para indenizar a Alemanha, reconhecimento dos “chefes legítimos”, eram alguns dos conselhos que vozes simpáticas ao governo de Versalhes davam aos de Paris nos jornais brasileiros. 9
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Abundância e distribuição de aves de rapina noturnas no Parque Natural da Arrábida e Parque Natural Sintra-Cascais

Abundância e distribuição de aves de rapina noturnas no Parque Natural da Arrábida e Parque Natural Sintra-Cascais

A grande diversidade litológica do Parque Natural tem como consequência uma elevada complexidade dos solos com características físicas e químicas específicas, que afetam a utilização que se lhes pode dar. O Parque Natural de Sintra-Cascais é drenado por 12 bacias. Destacam-se as bacias hidrográficas das ribeiras de Colares e das Vinhas, pela dimensão, pelo importante suporte de atividades, pela magnitude dos problemas existentes, sobretudo as cheias e a poluição, e pela sua relevância ecológica. Os cursos de água localizados no concelho de Sintra são, de uma forma geral, de fraco caudal, encaixados em vales estreitos, desembocando nas praias ou em arribas da costa em leito suspenso. No concelho de Cascais, os cursos de água têm caráter intermitente, torrencial durante o inverno e sujeitos a estiagem estival. São predominantemente de reduzida extensão, drenando em vales encaixados e desaguando abruptamente nas arribas ao longo do litoral até à praia da Grota. O Parque Natural de Sintra-Cascais possui um clima temperado mediterrâneo, de tipo oceânico, com influência atlântica.
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Malófagos (Phthiraptera, Amblycera, Ischnocera) em aves cativas no sudeste do Brasil.

Malófagos (Phthiraptera, Amblycera, Ischnocera) em aves cativas no sudeste do Brasil.

ABSTRACT. Chewing lice (Phthiraptera, Amblycera, Ischnocera) on captive birds in southeastern Brazil. Twelve chewing lice species were identified in Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, Sorocaba and Fundação Jardim Zoológico, Rio de Janeiro. The parasites found were: Ciconiphilus pectiniventris in Cygnus atratus (Anseriformes, Anatidae); Kurodaia sp. in Buteo albicaudatus (Falconiformes, Accipitridae); Degeeriella sp. in Falco sparverius (Falconiformes, Falconidae); Colpocephalum sp. and Goniocotes parviceps in Pavo cristatus (Galliformes, Phasianidae); Goniodes pavonis in Rhea americana (Rheiformes, Rheidae); Colpocephalum cristatae and Heptapsogaster sp. in Cariama cristata (Gruiformes, Cariamidae); Austrophilopterus cancellosus in Ramphastos dicolorus (Piciformes, Ramphastidae); Strigiphilus crucigerus in Otus choliba (Strigiformes, Strigidae); Kurodaia sp. in Rhinoptynx clamator (Strigiformes, Strigidae) and Colpocephalum pectinatum in Speotyto cunicularia (Strigiformes, Strigidae). The host-lice relationships are new in Strigiformes in Brazil.
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Estudo epidemiológico de Toxoplasma gondii em animais silvestres e gatos domésticos...

Estudo epidemiológico de Toxoplasma gondii em animais silvestres e gatos domésticos...

Dentre Dentre as diversas doenças zoonóticas de importância destaca-se a toxoplasmose, doença cosmopolita que causa sérios danos à saúde de humanos e animais. Os felídeos têm um papel especial em sua epidemiologia por serem os hospedeiros definitivos do parasita. A ocorrência de Toxoplasma gondii em mamíferos silvestres e domésticos tem sido documentada em diversos estudos indicando valores expressivos de animais que tiveram contato com este coccídio, que pode ser fatal para algumas espécies de mamíferos e aves. No município de Natal, no Estado do Rio Grande do Norte, dois parques se destacam pela importância ecológica e social, o Parque Estadual Dunas de Natal Jornalista Luiz Maria Alves e o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte. Nestes parques, o número de gatos errantes é grande e pouco se sabe quais e como se encontra a saúde das espécies de animais lá existentes. O presente trabalho teve como objetivos investigar, avaliar e comparar a presença de T. gondii em gatos domésticos e em pequenos mamíferos silvestres que habitam estas duas Unidades de Conservação (UCs), bem como tentar o isolamento do parasita em alguns desses animais. Ao todo, foram obtidas amostras biológicas de 154 mamíferos (92 animais silvestres e 62 gatos domésticos). Dos mamíferos silvestres, 34 foram provenientes do Parque da Cidade e 58 do Parque das Dunas. Em relação aos gatos capturados nas Ucs, somente quatro foram provenientes do Parque das Dunas. Foi observada associação entre o número de animais silvestres apresentando anticorpos anti-T. gondii nos parques de origem (p = 0,018), sendo maior a ocorrência no Parque da Cidade (64,3 %) que no Parque das Dunas (34,8 %). A presença de T. gondii, através da amplificação molecular do gene B1, nos dois parques avaliados foi de 16,3% (15/92) nos animais silvestres e de 8,1% (5/62) para os gatos. O DNA de T. gondii obtido nas amostras teciduas foi submetido ao sequenciamento e uma sequência obteve 100% de similaridade a T. gondii de isolados de galinhas da Bahia. Neste estudo, foi possível estabelecer a circulação de T. gondii nas espécies e na população de gatos domésticos presentes nestes dois parques, demonstrando a participação de animais silvestres e domésticos no ciclo do T. gondii e alertando sobre a importância de controle da população de gatos destas Ucs.
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C OMPORTAMENTO DE VÔO DE BORBOLETAS FRUGÍVORAS DOP ARQUEN ATURALM UNICIPALC HÁCARA DOL ESSA,

C OMPORTAMENTO DE VÔO DE BORBOLETAS FRUGÍVORAS DOP ARQUEN ATURALM UNICIPALC HÁCARA DOL ESSA,

O estudo foi conduzido no Parque Natural Municipal Chácara do Lessa (PNMCL), localizado no município de Sabará, distante aproximadamente 25 km de Belo Horizonte, Minas Gerais (19º52’44’’S e 43º48’33’’W). O Parque possui uma área de 129,54 ha, com nível altimétrico de 850 m, sendo uma das vertentes da Serra do Espinhaço. As formações vegetais ocorrentes na área de estudo estão sob domínio da floresta estacional semidecidual (Mata Atlântica) e do Cerrado, que se distribui pela região de acordo com as condições edáficas, de umidade e de relevo, segundo o sistema de classificação da vegetação brasileira do IBGE (VELOSO et al. 1991). A área de estudo foi dividida em três regiões, sendo uma com predomínio de vegetação de Mata Atlântica (MA), outra com predomínio de vegetação de cerrado (CE) e outra de ecótone, área de transição entre as duas fitofisionomias (EC) (Figura 1).
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