Top PDF Os Óleos Essenciais de Piper reticulatum L. e P. crassinervium H. B. K.

Os Óleos Essenciais de Piper reticulatum L. e P. crassinervium H. B. K.

Os Óleos Essenciais de Piper reticulatum L. e P. crassinervium H. B. K.

Piper reticulatum L. (Syn: Artanthe ruiziana Miq., Enckea lata (Kunth) Kunth, E. reticulata (L.) Miq., E. smilacifolia (Kunth) Kunth, Macropiper latum (Kunth) C. Presl., Piper discophorum C.DC., P. duchassaingii C.Dc., P. latum Kunth, P. pangoense C.DC., P. smilacifolium Kunth, P. tarapotianum C.DC.), is a branching small shrub, distributed in the West India and Central and South Americas (Yuncker, 1972). Piper crassinervium Kunth (Syn: Artanthe enckeoides Miq., A. exserens Miq., Peltobryon exserens (Miq.) Miq., Piper annulatum Trel., P. crassamentum Trel., P. papyraceum Trel., P. propinquum var. brevistylum Trel., P. propinquum var. grande Trel., P. propinquum var. propinquum, P. pseudopropinquum C.DC., P. rufescens C.DC., P. san-luisense Trel., P. submultiplinerve C.DC., Steffensia crassinervia Kunth., between other synonymy species), is a branching shrub or small tree 2–5 m high, distributed in Amazon, including Brazil, Colombia, Equador and Peru
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Constituintes químicos fixos e voláteis dos talos e frutos de Piper tuberculatum Jacq. e das raízes de P. hispidum H. B. K..

Constituintes químicos fixos e voláteis dos talos e frutos de Piper tuberculatum Jacq. e das raízes de P. hispidum H. B. K..

Os óleos essenciais foram analisados usando um aparelho Hewlett-Packard modelo 5890 A e um instrumento GC/ MS, modelo 5973, equipado com coluna capilar (30 m x 0,25 mm) dimetilpolisiloxano DB-5 (J&W) (25 m x 0,20 mm, 0,20 µm); gás de arraste: He (fluxo de 1,0 mL/min); as temperaturas do injetor (modelo split): 250º C; detector de ionização de chama (FID): 270º C; temperatura da coluna: 35–180ºC/3ºC/min, 180–250 ºC/10 ºC/min; O volume injetado 0,02 µL de óleo puro. Os espectros de massas: impacto de elétrons a 70 eV. Os diversos constituintes químicos dos óleos essenciais foram identificados através dos estudos dos espectros de massas, complementados por comparação com a biblioteca do aparelho, dados da literatura e os índices retenção (Adams, 1995).
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Efeito fungitóxico de óleos essenciais sobre Phakopsora euvitis, agente causal da ferrugem da videira.

Efeito fungitóxico de óleos essenciais sobre Phakopsora euvitis, agente causal da ferrugem da videira.

ROZWALKA, L.C. Controle alternativo da antracnose em frutos de goiabeira, em laboratório. 2003. 56f. Dissertação (Mestrado em Ciências) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2003. ROGGERIO, T.U.; SOUZA, A.D.; BARROS, A.J. Avaliação in vitro do óleo essencial de Melaleuca no controle de três fungos no tomateiro. Tropical Plant Pathology, v.35, supl., p.4, 2010. SANTOS, R.C.; BARRETO, H.C.S.; PAIVA, W.R.S.C.; NECHET, K.L.; HALFELD-VIEIRA, B.A.; MELO FILHO, A.A.; TAVEIRA, M.L. Uso dos óleos essências de Cymbopogon winterianus e Corymbia citriodora na inibição do crescimento micilial in vitro de Rhizoctonia solani. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ÓLEOS ESSENCIAIS, 4, 2007, Fortaleza. Anais... Fortaleza: S.n., 2007. CD-ROM.
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Um teste de Bernoulli ´e um experimento aleat´ orio que pos- sui apenas dois resultados poss´ıveis, usualmente chamados de “sucesso” e “falha”, e tal que a probabilidade de sucesso ´e sempre a mesma todas as vezes que o experimento ´e re- alizado. Chamando de p a probabilidade de sucesso e de q a probabilidade de falha, temos claramente q = 1 − p. Um teste de Bernoulli pode ser expresso como uma pergunta em que a resposta ´e do tipo “sim” ou “n˜ ao”. Por exemplo: “A carta no topo do baralho ´e um ´ As de espadas?” Exemplo 3. Considere o evento “obter o n´ umero 4” ao se jogar um dado honesto de seis faces. Podemos considerar como sucesso o caso em que o evento ocorre (ou seja, o n´ umero 4 ´e realmente obtido) e como falha o caso em que qualquer outro n´ umero ´e obtido. Temos ent˜ ao um teste de Bernoulli em que p = 1/6 e q = 5/6.
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Dentre essas 4 situa¸c˜ oes, A vence em 3 deles e B vence em uma. Por conta disso, o leitor poderia achar, errone- amente, que a probabilidade de A vencer ´e igual a 3/4. Mas ´e preciso ter bastante aten¸c˜ao: essas quatro poss´ıveis situa¸c˜ oes n˜ ao s˜ ao equiprov´aveis. De fato, a situa¸c˜ao (a) ocorre com probabilidade 1/2 (uma vez que ela depende apenas do resultado do primeira partida); a situa¸c˜ao (b) acontece com probabilidade 1/4 (pois h´a 4 poss´ıveis resul- tados para as duas primeiras partidas dentre os quais esta- mos considerando apenas um deles); e as situa¸c˜oes (c) e (d) acontecem (cada uma) com probabilidade 1/8. Neste caso, a probabilidade de A ganhar pode ser calculada somando- se as probabilidades correspondentes aos itens (a), (b) e (c):
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Dentro de um certo grupo de pessoas onde o teste foi realizado, seja D o conjunto daquelas que, de fato, pos- suem a doen¸ca espec´ıfica e S = D ∁ o conjunto daquelas que n˜ ao a possuem (que, por simplicidade, chamaremos de saud´ aveis). Seja P o conjunto das pessoas para as quais o teste resulta em positivo e N = P ∁ o conjunto delas em que o teste resulta em negativo. Um teste ´e ideal quando P = D e N = S. Entretanto, na pr´ atica ´e poss´ıvel que algumas pessoas obtenham resultado positivo mesmo que n˜ ao estejam doentes, e por essa raz˜ ao chamaremos tais re- sultados de falsos positivos. Da mesma forma, tamb´em ´e poss´ıvel que existam pessoas que obtiveram resultado ne- gativo mas est˜ao, de fato, doentes; chamaremos tais resul- tados de falsos negativos.
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Um pouco de hist´ oria: a cole¸c˜ao chinesa de problemas “Nove Cap´ıtulos sobre a Arte Matem´atica”, escrita du- rante o per´ıodo da dinastia Han (200 a.C. - 220 d.C.) ´e considerada um cl´assico da matem´atica chinesa. Em seu cap´ıtulo 8, h´ a uma explica¸c˜ao de como lidar com n´ umeros negativos. ´ E certo que esse livro resume uma tradi¸c˜ao bem mais antiga e sabe-se que, desde o per´ıodo da hist´oria chi- nesa conhecido como o dos “Estados Combatentes” (475 a.C. - 221 a.C.) os chineses j´a usavam a ideia de n´ umeros negativos para fazerem opera¸c˜oes.
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Como j´ a vimos, o caso em que a representa¸c˜ ao decimal ´e finita ocorre se, e somente se, o denominador da fra¸c˜ ao tem como fatores primos somente 2 ou 5. Vamos, agora, considerar uma fra¸c˜ ao a/b, onde b > 0 ´e divis´ıvel por al- gum primo diferente de 2 e 5. Assim, a representa¸c˜ ao decimal de a/b ´e infinita. Para mostrar que essa repre- senta¸c˜ ao ´e peri´odica, basta observarmos que, numa divis˜ ao por b, h´ a somente uma quantidade finita de possibilidades para o resto r, uma vez que 0 < r < b (o resto 0 n˜ ao ocorre, posto que a representa¸c˜ ao decimal de a/b ´e infi- nita). Dessa forma, necessariamente haver´ a uma por¸c˜ ao da representa¸c˜ ao decimal que se repetir´ a. Vejamos um exemplo.
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Exemplo 8. Em um pr´edio residencial h´ a dois blocos, A e B. No bloco A est˜ ao 40% dos apartamentos, dos quais 10% est˜ ao em atraso com o condom´ınio. No bloco B, 20% est˜ ao com taxas atrasadas. As fichas de todos os moradores est˜ ao reunidas e uma delas ´e escolhida ao acaso. Sabendo que a ficha escolhida ´e de um condˆ omino em dia com as taxas, calcule a probabilidade de que ele seja do bloco B. Soluc ¸˜ ao 1. Seja A o evento em que a ficha sorteada ´e do bloco A. ´ E dado que Pr(A) = 40%. Definindo B de modo an´alogo, temos que Pr(B) = 1 − 40% = 60%. ´ E dado tamb´em que Pr(“atraso” | A) = 10% e Pr(“atraso” | B) = 20%. Sendo assim,
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Um sistema linear em que todos os termos independentes s˜ ao iguais a zero ´e chamado de sistema homogˆeneo. Ob- serve que um sistema homogˆeneo nunca ´e imposs´ıvel, pois ele sempre admite pelo menos uma solu¸c˜ ao: aquela em que todas as vari´aveis s˜ao iguais a zero. Esta solu¸c˜ ao ´e cha- mada de solu¸c˜ ao trivial. Sendo assim, h´ a apenas duas pos- sibilidades para um sistema homogˆeneo: ou ele ´e poss´ıvel determinado (e a ´ unica solu¸c˜ao ser´ a a trivial), ou ele ´e poss´ıvel indeterminado. No segundo caso, vimos na aula anterior que o sistema ter´a infinitas solu¸c˜ oes.
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Observa¸ c˜ ao 3. Se, na solu¸c˜ ao anterior, tiv´essemos esco- lhido um outro valor para d, ir´ıamos obter valores dife- rentes para a, b e c. Por sua vez, isso resultaria em uma equa¸c˜ ao diferente, por´em equivalente (uma vez que d 6= 0) para o plano do enunciado. Por exemplo, fazendo d = 1 ter´ıamos obtido a = 4/21, b = −2/21 e c = 5/21, o que resultaria na equa¸c˜ ao:

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A fim de descrever essa reta, come¸camos encontrado uma solu¸c˜ ao particular do sis- tema, o que podemos fazer atribuindo um valor qualquer para z e resolvendo o sistema de duas inc´ og[r]

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da segunda linha e terceira coluna de C? A linha 2 cor- responde ` a Loja 2 e a coluna 3 corresponde ao ingrediente leite. Vamos, ent˜ ao, olhar para a linha correspondente `a Loja 2 na matriz A, que indica os n´ umeros de bolos de cada tipo produzidos por ela: (3, 2, 4); e para a coluna do leite na matriz B, que indica a quantidade de leite em cada tipo bolo: (500, 300, 600). Portanto, calculamos c 2 ,3 como

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A fase de elimina¸c˜ ao consiste em aplicar estas opera¸c˜oes de forma sistem´ atica, numa ordem bem espec´ıfica: esco- lhemos uma das vari´ aveis da primeira equa¸c˜ao e vamos eliminar [r]

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Composição química dos óleos essenciais de espécies de Eucalyptus L Herit (Myrtaceae)

Composição química dos óleos essenciais de espécies de Eucalyptus L Herit (Myrtaceae)

Os óleos de E. globulus tem ação repelente, reduz a fecundidade, provoca diminuição da eclosão dos ovos e aumento da mortalidade neonatal das larvas, influenciando negativamente na reprodução do besouro Acanthoscelides obtectus (Coleoptera: Bruchidae), que provoca elevadas perdas de feijão armazenado (Papachristos e Stamopoulos, 2004). O óleo desta mesma espécie provoca morte das pupas de mosca doméstica (Musca domestica) (Abdel Halim e Morsy, 2005). É tóxico para larvas de Aedes aegypti (Lucia et al., 2007), e provoca morte do Pediculus humanus (piolho do corpo humano) (Yang et al., 2004). Também apresentou atividade larvicida e inseticida para Lutzomyia longpalpis, principal vetor transmissor da Leishmaniose no Brasil e na América do Sul (Maciel et al., 2010).
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Um segmento AB ´e dito orientado quando h´ a uma dis- tin¸c˜ ao entre os pontos A e B que o determinam, sendo um deles chamado origem e o outro extremidade do seg- mento orientado. Se o ponto A ´e a origem de um segmento orientado e o ponto B ´e a sua extremidade, denotamos esse segmento por AB e dizemos que o sentido da orienta¸c˜ ao de AB ´e de A para B. Se, por outro lado, B for a origem e A a extremidade, denotamos o segmento orientado por BA e dizemos que o sentido da orienta¸c˜ ao ´e de B para A. Escrevemos BA = −AB para indicar que AB e BA s˜ ao orientados em sentidos contr´ arios.
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Isto posto, a mediatriz do segmento que une os pontos (1, 0) e (0, 1) passa pela origem, uma vez que o triˆangulo de v´ertices (1, 0), (0, 1) e (0, 0) ´e is´osceles e tem base formada pelos dois primeiros pontos. Da mesma forma, tal mediatriz passa pelo v´ertice (p, q), uma vez que o triˆangulo de v´ertices (1, 0), (0, 1) e (p, q) ´e equil´atero e, portanto, is´ osceles de base formada por dois quaisquer de seus v´ertices.

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Atividade antifúngica dos óleos essenciais de sassafrás (Ocotea odorifera Vell.) e alecrim (Rosmarinus officinalis L.) sobre o gênero Candida.

Atividade antifúngica dos óleos essenciais de sassafrás (Ocotea odorifera Vell.) e alecrim (Rosmarinus officinalis L.) sobre o gênero Candida.

ABSTRACT: Antifungal activity of Brazilian sassafras (Ocotea odorifera Vell.) and rosemary (Rosmarinus officinalis L.) essential oils against the genus Candida. This study aimed to evaluate the in vitro antifungal activity of essential oils from Ocotea odorifera Vell. (Brazilian sassafras) and Rosmarinus officinalis L. (rosemary) against Candida albicans and C. tropicalis strains, both involved in oral cavity infections. Thus, 16 Candida strains from clinical origin and standards were used to determine the minimum inhibitory concentration (MIC), using the microdilution technique. Miconazole and nystatin were used as positive controls. A slight antifungal activity was observed for both oils, with 2.5 mg mL -1 MIC for Brazilian sassafras and 5 mg mL -1
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Vejamos um exemplo de aplica¸c˜ ao da f´ ormula (2). Exemplo 2. A ´ area de um triˆ angulo ABC ´e (ABC) = 4, e dois de seus v´ertices s˜ ao A = (2, 1) e B = (3, −2). Sabendo que o terceiro v´ ertice C encontra-se sobre o eixo das abscissas, encontre suas coordenadas.

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Para o item (4), daremos apenas uma justifica- tiva geom´etrica (i.e., n˜ao apresentaremos argumentos alg´ebricos que justifiquem a validade da desigualdade do item (4) em coordenadas). Para tanto, observe que, na figura 7, o caminho mais curto para se ir de A at´e B ´e ao longo do segmento de reta AB, com comprimento d(A, B). Uma vez que o caminho poligonal ACB tem comprimento d(A, C) + d(C, B), devemos ent˜ao ter

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