Top PDF Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foi realizado um estudo palinológico de 21 espécies da família Gesneriaceae reunidas em seis gêneros e três tribos: tribo Beslerieae - Besleria L. (4 spp.); tribo Episcieae – Codonanthe (Mart.) Hanst. (3 spp.), Nematanthus Schrad. (5 spp); tribo Sinningieae - Paliavana Vand. (1 sp.), Sinningia Nees (6 spp.) e Vanhouttea Lem. (2 spp.) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Objetivou-se caracterizar e ampliar os dados morfológicos da família, em nível genérico ou específi co, contribuindo assim, para uma delimitação mais precisa dos táxons. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície e abertura, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV). Os grãos de pólen das espécies estudadas variaram de pequenos a médios, suboblatos a prolatos; apresentaram cólporos ou colpos e o número de aberturas foi constante para todas as espécies analisadas (3-aperturados). A ornamentação da sexina variou entre escabrada, perfurada, rugulada, microrreticulada e reticulada. Os resultados mostraram que a morfologia polínica é bem defi nida entre as espécies estudadas, variou dentro e entre as tribos e gêneros, podendo ser usada para identifi car os táxons e sustentar o caráter euripalinológico de Gesneriaceae.
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Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudadas oito espécies de Nyctaginaceae Juss., com o objetivo de caracterizá-las palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da fl ora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. As espécies examinadas foram Boerhavia diffusa L., Bougainvillea glabra Choisy, B. spectabilis Willd., Guapira obtusata (Jacq.) Little, G. opposita (Vell.) Reitz, G. pernambucencis (Casar.) Lund., Leucaster canifl orus (Mart.) Choisy e Mirabilis jalapa L. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise de microscopia eletrônica de varredura foi utilizada em grãos de pólen não acetolisados, para confi rmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confi rmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen da espécie B. diffusa L. são grandes, apolares, esferoidais, 12-18-porados, com sexina espiculada; as espécies de Bougainvillea possuem grãos de pólen médios, isopolares, suboblatos, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, sexina reticulada contendo espinhos diminutos sobre o muro e báculos livres no interior dos lumens; em Guapira os grãos de pólen são médios, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, colpos apresentando opérculo, sexina espinhosa em G. obtusata e G. pernambucensis, e microrreticulada em G. opposita; L. canifl orus apresenta grãos de pólen pequenos, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar pequena, 3-colpados, sexina reticulada; M. jalapa apresenta grãos de pólen muito grandes, apolares, esferoidais, pantoporados (ca. 32 poros), sexina espinhosa. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que as espécies analisadas apresentam certa heterogeneidade polínica quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia da família.
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Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

RESUMO - (Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro). Foram analisadas 17 espécies subordinadas a oito gêneros ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a caracterização polínica dessas espécies e para o catálogo polínico das restingas do Rio de Janeiro. Os grãos de pólen foram acetolisados, analisados e fotomicrografados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em MEV. Apenas Byrsonima sericea possui grãos de pólen isopolares, pequenos e tricolporados. Nas demais espécies os grãos de pólen foram apolares e apresentaram atributos que foram utilizados na chave polínica sendo as principais caraterísticas utilizadas, o tamanho dos grãos de pólen, a quantidade e dimensões dos poros, a ornamentação da sexina e dos colpóides. Conclui-se que as espécies são palinologicamente distintas e as características polínicas mostraram ser um bom recurso disponível aos pesquisadores que poderão utilizar na taxonomia e demais áreas afins.
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Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudados 21 táxons de Solanum L., com o objetivo de caracterizá-los palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da flora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Os táxons examinados foram Solanum affine Sendtn., Solanum americanum Mill. var. americanum, Solanum argenteum Dunal ex Poir., Solanum aturense Dunal, Solanum caavurana Vell., Solanum capsicoides All., Solanum carautae Carv., Solanum cordifolium Dunal, Solanum curvispinum Dunal, Solanum echidnaeforme Dunal, Solanum gardneri Sendtn., Solanum indigoferum A. St.-Hil., Solanum insidiosum Mart., Solanum mauritianum Scop., Solanum paludosum Moric., Solanum paniculatum L., Solanum paratyense Vell., Solanum pseudoquina A.St.-Hil., Solanum sisymbriifolium Lam., Solanum torvum Sw., Solanum velleum Sw. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise sob microscopia eletrônica de varredura foi utilizada, em grãos de pólen não acetolisados, para confirmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confirmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen são pequenos ou médios, isopolares, subprolatos a oblato-esferoidais, 3-colporados, sexina granulada, rugulado-granulada ou escabrada. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que os táxons analisados apresentam certa heterogeneidade polínica, quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia do gênero.
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Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Foram reconhecidos até o momento , 31 espécies de 16 gêneros da família Euphorbiaceae Juss. nas restingas fluminenses. Alguns destes gêneros apresen- tam-se como os de maior di[r]

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Palinologia de espécies da tribo Eupatorieae (Compositae Giseke) ocorrentes na Restinga de Carapebus, Carapebus, Rio de Janeiro.

Palinologia de espécies da tribo Eupatorieae (Compositae Giseke) ocorrentes na Restinga de Carapebus, Carapebus, Rio de Janeiro.

Resumo - (Palinologia de espécies da tribo Eupatorieae (Compositae Giseke) ocorrentes na Restinga de Carapebus, Carapebus, Rio de Janeiro). Foram estudados os grãos de pólen de sete táxons pertencentes à tribo Eupatorieae, ocorrentes na Restinga de Carapebus, Carapebus, Estado do Rio de Janeiro. São eles: Barrosoa atlantica King & Robins., B. betonicaeformis (DC.) King & Robins., Mikania belemii King & Robins., M. cordifolia Willd., M. glomerata Spreng., M. micrantha H.B.K., M. trinervis Hook & Arn. e Trichogoniopsis podocarpa (DC.) King & Robins. A tribo apresentou em comum, grãos de pólen pequenos a médios, oblato-esferoidais a prolato-es- feroidais, tricolporados, sexina espinhosa e cavada. Os táxons puderam ser separados quando foram consideradas a forma polínica, as dimensões do espinho e a distância entre eles. Assim, foi possível formar dois conjuntos de espécies identificados pela forma polínica: o primeiro, com forma oblato-esferoidal, composto por Barrosoa atlantica, Mikania micrantha e M. trinervis e o segundo, com forma prolato-esferoidal, composto por Barrosoa betonicaeformis, Mikania belemii, M. cordifolia, M. glomerata e Trichogoniopsis podocarpa. Os resultados obtidos, em comparação à literatura corrente, permitem concluir que a tribo Eupatorieae é, palinologicamente, homogênea, porém algumas espécies podem ser separadas pelo grão de pólen, exceto M. glomerata de T. podocarpa e M. belemii de M. cordifolia.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A primeira pergunta consistia na relação do professor inspetor escolar com as escolas em que atuava. Todos os gestores de escolas públicas informaram que a relação era meramente formal e que este profissional só comparecia às escolas para a realização de programas de trabalho e conferência de pastas de estudantes concluintes, para que fossem encaminhadas ao Diário Oficial, quando isto ainda fazia parte da legislação do estado do Rio de Janeiro. As visitas de rotina pouco eram realizadas e as orientações necessárias nem sempre prestadas a tempo e a hora, nem sempre sendo consignadas em termos de visita. Informaram, unanimemente, que a ação era mais voltada para a busca do erro e não para a orientação daquilo que deveria ser feito; que as orientações mudavam rotineiramente e que a resposta que recebiam é que a nova orientação havia sido passada pela Coordenadora de Inspeção - CDIN, que impunha que as ações fossem de tal forma, sem justificativa ou motivação explícita. Embora não indiquem que os inspetores impusessem um poder a ele atribuído, diziam que as novas regras chegavam às escolas como ordens da Coordenação de Inspeção Escolar Central, e que deveriam ser cumpridas sem questionamento, não sendo permitido o diálogo – fato que, como disse um deles, termina por estar “[...] desmerecendo os anos de conhecimento de gestão que temos.” (Questionário 7, respondido em 05/11/2016). Inclusive citaram erros nas orientações e documentos elaborados por esta Coordenação, sem que tivessem espaço para questionar. A resposta dos inspetores era sempre uma: “A nossa Coordenadora mandou, tem que ser assim”. (Questionário 8, respondido em 05/11/2016).
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A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

A Comuna de Paris no Brasil — Outubro Revista

É deste tipo de trabalhadores que poderíamos esperar algum tipo de posicionamento mais próximo à Comuna. Infelizmente, nas coleções disponíveis de periódicos de época, não foi possível encontrar um jornal com este perfil que acompanhasse toda a experiência comunarda. Porém, é possível localizar, nos primeiros meses de 1871, algumas referências aos acontecimentos de Paris no jornal O Artista. “Periódico dedicado à indústria e principalmente às artes”, como dizia seu subtítulo, O Artista não era um jornal com perfil de classe nítido. Possuía editores engenheiros e assumia claramente a propaganda do industrialismo, muitas vezes apontando obstáculos ao progresso industrial não apenas no Estado e na classe senhorial, com sua mentalidade arcaica, mas também nos próprios trabalhadores. Neste sentido, defendia, por exemplo, o trabalho pago por tarefa, como instrumento de garantia da produtividade, contra a corrente de uma das principais reivindicações tipicamente operárias na Europa de fins do século XIX.
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EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

EMISSÕES DOS SETORES DE ENERGIA, PROCESSOS INDUSTRIAIS E USO DE PRODUTOS

Em sua NDC, o Governo brasileiro apresenta metas de redução de emissões com abran- gência válida para “todo o território nacional, para o conjunto da economia, incluindo CO 2 , CH 4 , N 2 O, perfl uorcarbonos, hidrofl uorcarbonos e SF 6 ”. No documento “Fundamentos para a elaboração da Pretendida Contribuição Nacionalmente Determinada (iNDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris sob a UNFCCC” as metas são detalhadas para cada um dos cinco setores cujas emissões são estimadas na “Terceira Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima” (MCTI, 2016). Nesta seção são discutidas as metas propostas para os setores de Energia e PIUP e são apresentadas comparações entre a evolução histórica das emissões, a meta proposta pela NDC brasileira e a meta da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC). O Quadro 3, a seguir, apresenta um histórico (1990 e 2005) e as metas publicadas pelo governo brasileiro para as emissões associadas aos setores de Energia e PIUP e para as emissões totais.
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EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

EMISSÕES DO SETOR DE AGROPECUÁRIA

É interessante notar que durante os últimos 40 anos os focos de emissão de GEE ao longo do território brasileiro acompanharam a expansão agrícola nacional. Nos anos 70, por exemplo, 60% das emissões de GEE brasileiras estavam concentradas nos esta- dos do Sul e Sudeste, dominados pelas produções de carne e leite nos estados do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. À medida que o Brasil expandiu sua fronteira agrícola, aproximadamente 30% das emissões nacionais foram deslocadas para a re- gião Centro-Oeste, especialmente para o estado do Mato Grosso, como mostram os mapas da Figura 10. Atualmente, esse estado é uma das principais fronteiras agrícolas do mundo, concentrando o maior rebanho bovino e a maior produção de soja nacional, produtos que são exportados principalmente para a Europa e Ásia.
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

The present study discusses the challenge for implementing a meritocratic system of accountability and performance evaluation in Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG - State Department of Education of Minas Gerais) from the Individual Performance Assessment (ADI) and Special Performance Assessment (AED) processes. In 2014, the SEE/MG changed the evaluation process methodology for the administrative staff performance by adopting the assessment throughout competences in the perspective of performance management. The complexity of the implementation phase intrinsic to public policies, in addition to meet with numerous obstacles in previous years (2004-2013), and the necessary adjustments to its effectuation in SEE/MG incentivated this study. We seek to identify the verified resistance during the implementation of the evaluation processes for the performance in SEE / MG as the general goal, in order to propose measures that support the evaluation effectiveness of the active administrative staff performances in the central and regional units of SEE/MG. It deals with descriptive research concerning to a qualitative approach. In this conducted case study, managers responsible for implementing the evaluation for competency in the State Departments of Planning and Management (SEPLAG/MG), Agriculture, Livestock and Supplies (SEAPA/MG), Finance (SEF/MG) were interviewed by means of questionnaires, sought to investigate the perception of workers involved in the implementation process in SEE/MG. The research demonstrated that the consolidation of performance evaluation policy at the state public service surpass the development of evaluative techniques or legal procedures. In order to reduce former and new resistances, evidenced primarily by the misunderstanding of the methodology, lack of credibility in the process and disengagement of the evaluators, an online course was offered to managers and to the ones responsible for the process implementation in SEE/MG, and also a broad study on the evaluation of competences with the development of an instrument to assess the necessary technical competences for the performance of multiple career positions of SEE/MG.
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EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

EMISSÕES DE GEE DO BRASIL

Definição de uma nova “governança climática“ do Brasil, em âmbito federal, que reflita o novo momento da agenda climática global e os compromissos do país junto ao Acordo de Paris, com engajamento de alto nível, de ministros de áreas estratégicas, como a econômica, que assegure a participação da socie- dade civil e que defina claramente órgãos executores, seus papéis e responsa- bilidades e que evidencie como os diferentes ministérios e instituições atuam, de que forma colaboram entre si e como são aplicados os diferentes instru- mentos de implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Suspensão e reversão imediata de todos os processos que levem à redução de áreas protegidas no Brasil.
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EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

EMISSÕES DO SETOR DE RESÍDUOS

Em meados da década de 80 até 1995 observa-se um maior distanciamento do cresci- mento da população com escoadouro e das emissões de GEE, decorrente principalmen- te da desestruturação do modelo financeiro do Planasa, que provocou o crescimento no déficit absoluto nos serviços de saneamento básico (ARAÚJO FILHO, 2008). Durante a primeira metade dos anos de 1990, foram criados diferentes programas para moder- nização e reestruturação institucional do setor, que impactaram positivamente na di- minuição gradativa do déficit absoluto de esgotamento sanitário (ARAÚJO FILHO, 2008). Consequentemente, foi observado um crescimento acentuado nas emissões de CO 2 e. Atualmente, os marcos regulatórios do setor são a Lei 11.445 de 5 de janeiro de 2007 e o Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab). De acordo com a referida lei, o pla- nejamento integrado, a regulação, a cooperação federativa e o controle social impul- sionarão o setor de saneamento, focando estrategicamente no futuro. O Brasil ainda convive com as consequências de um atraso histórico nas infraestruturas de sanea- mento básico, principalmente quanto ao abastecimento de água e índices de cobertura e tratamento de águas residuais.
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EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

EMISSÕES DO SETOR DE MUDANÇA DE USO DA TERRA

Entre os pressupostos adotados, o mais frágil é o desmatamento ilegal zero. Desma- tamento ilegal zero já deveria ser uma realidade, não uma meta, visto a vasta gama de investimentos em comando e controle de desmatamento, principalmente no bioma Amazônia. Desde 2012 a taxa de desmatamento na Amazônia, principal contribuin- te de GEE do setor MUT, está estagnada em torno dos 5.000 quilômetros quadrados por ano. Cerca de um terço desse desmatamento tem se concentrado em áreas de assentamento do Incra e nas regiões próximas de projetos de infraestrutura como no- vas hidrelétricas e pavimentação de rodovias. Além disso, em junho de 2016 o Serviço Florestal Brasileiro anunciou que 95% da área cadastrável brasileira já está no CAR. O problema é que boa parte dessas informações sobre as propriedades são declaratórias e não foram validadas pelos órgãos ambientais, o que leva a uma alta insegurança na qualidade dos dados. Por exemplo, no Pará, 108 mil propriedades (de um total de 150 mil) apresentam sobreposições entre si incompatíveis com as exigências legais (Públi- ca, 2016). A meta correta deveria ser desmatamento zero. A área já aberta no Brasil é suficiente para atender à demanda do agronegócio, portanto, os incentivos devem ser para cessar o desmatamento, seja ele legal ou ilegal.
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ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

ALESSANDRA KELLY DE CARVALHO UMA ANÁLISE DO PROCESSO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PROMOVIDA PELO ESTADO DE MINAS NA SRE DE CONSELHEIRO LAFAIETE NO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

Entretanto, desde o início da implementação do PIPATC foi necessário o aumento de mão de obra específica para atendimento da demanda do programa. Neste sentido foi constituída uma situação provisória especial, com a criação de cargos de função gratificada 6 . Esta situação permite que professores efetivos das escolas atuem no quadro da SRE como Analistas Educacionais. As atribuições desses professores são as mesmas dos analistas concursados da SRE que atuam no PIPATC. Esses professores permanecem com a remuneração do cargo de professor acrescida de uma gratificação para aturarem na SRE, especificamente com o programa de intervenção pedagógica dos anos iniciais. Os resultados positivos do programa ratificaram a necessidade de aumentar ainda mais o quantitativo de analistas, e por não ser mais possível a criação de mais Funções Gratificadas, em 2010 o Estado de Minas Gerais optou por contratar os demais analistas através da Fundação Renato Azeredo (FRA) que também atuam com as atribuições dos analistas da SRE, especificamente com o programa de intervenção dos anos iniciais do PIPATC. Todos os analistas da DIRE são responsáveis também por realizar o acompanhamento das políticas, assim como o monitoramento das ações e das atividades realizadas, bem como, a avaliação dos resultados produzidos ao longo do período da implementação. A composição dessa equipe de analistas educacionais da DIRE ficou estabelecida dentro de uma dinâmica diferenciada das demais diretorias da SRE, levando em consideração as especificidades do trabalho pedagógico e das metas estabelecidas para a qualificação do ensino em Minas.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

A equipe da Sedu/ES presta suporte às onze regionais de ensino, por meio de oficinas de divulgação do Guia para Intervenção Pedagógica, que é base estruturan- te da intervenção. O acompanhamento dos trabalhos quanto à execução do Plano de intervenção feito pelos professores e atores da comunidade escolar é executado pela própria direção, com assessoramento da Sedu. Vê-se a diferença em relação ao PIP, constituído de uma equipe central, na qual os técnicos, em duplas (no total de 100) para atender as 47 superintendências regionais de ensino, foram contrata- dos pela SEE apenas para assessorar as escolas no desenvolvimento do plano de intervenção, prestando assistência in loco, assistindo às aulas e verificando o plano de aula do professor. Quanto ao material didático a equipe do PIP não participou da elaboração de sua elaboração, enquanto que no Estado do Espírito Santo os pró- prios professores foram os elaboradores do material didático a ser trabalhado na sa- la de aula. Esta experiência foi positiva, pois proporcionou maior interação com a re- alidade da escola. De acordo com o Relatório da SEE/MG, 36 para alcançar os pa- tamares almejados pelos programas é muito importante a estruturação de um pro- cesso de comunicação que permita o gerenciamento e a coordenação dos progra- mas com enfoque no mapeamento dos comunicadores, partes interessadas, canais de comunicação, mecanismos de feedback, cronogramas, criação de ações de compartilhamento, disseminação e distribuição das informações.
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EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

agreste pernambucano, no município de Caruaru, localizado a 120 km da capital Recife. De acordo com o censo de 2010, a cidade tem 314.912 habitantes (IBGE, 2011). A região na qual se encontra é caracterizada pelo desenvolvimento do comércio e de empreendimentos industriais. Caruaru dispõe de duas universidades públicas, a Universidade de Pernambuco (UPE), que oferece os cursos de Sistema de Informação e Administração, e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com os cursos de graduação em diversas áreas, como Pedagogia, Administração, Design, Engenharia Civil, Ciências Econômicas, Engenharia de Produção e Licenciaturas em Física, Química e Matemática. Além disso, a cidade sedia faculdades privadas, como a Associação Caruaruense de Ensino Superior (ASCES), a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru (FAFICA), a Faculdade do Vale do Ipojuca (FAVIP) e a Faculdade Maurício de Nassau (UNINASSAU). Essas instituições de ensino superior fazem de Caruaru um polo estudantil do agreste do estado, atraindo um grande número de estudantes oriundos das cidades e estados vizinhos.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

É interessante e necessário pensar sobre o que está e como está sendo avaliada a Educação Matemática do estado de Goiás. Que implicações trazem os resultados dessas avaliações para o projeto de escola que se pretende construir. Como essa matemática rastreada pela avaliação tem ou não contribuído para a formação social, intelectual, artística, tecnológica, cultural desses alunos. Afinal de contas, os profissionais da educação estão numa posição bastante adequada para encontrar uma resposta ao fracasso no aprendizado na disciplina de Matemática que a avaliação externa tem apontado. E na medida em que fazem isso, devem também ser capazes de repensar a estrutura curricular de matemática adotada pelo estado, reformular políticas de formação de professores, de incentivo à docência, e de investimentos educacionais, bem como repensar ou confirmar a Matriz de Avaliação adotada. Na medida em que um currículo muda, como ocorreu no caso de Goiás, que reelaborou seu currículo em 2012, entendemos que as matrizes de referência também precisam mudar. A não ser que temos aqui a confirmação de uma tese segundo a qual, ao invés do currículo influenciar a matriz, temos a matriz influenciando o currículo (HORTA NETO, 2013, p.158).
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Campanha Nacional de Alfabetização

Campanha Nacional de Alfabetização

Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da caatinga rala.

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