Top PDF Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudadas oito espécies de Nyctaginaceae Juss., com o objetivo de caracterizá-las palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da fl ora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. As espécies examinadas foram Boerhavia diffusa L., Bougainvillea glabra Choisy, B. spectabilis Willd., Guapira obtusata (Jacq.) Little, G. opposita (Vell.) Reitz, G. pernambucencis (Casar.) Lund., Leucaster canifl orus (Mart.) Choisy e Mirabilis jalapa L. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise de microscopia eletrônica de varredura foi utilizada em grãos de pólen não acetolisados, para confi rmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confi rmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen da espécie B. diffusa L. são grandes, apolares, esferoidais, 12-18-porados, com sexina espiculada; as espécies de Bougainvillea possuem grãos de pólen médios, isopolares, suboblatos, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, sexina reticulada contendo espinhos diminutos sobre o muro e báculos livres no interior dos lumens; em Guapira os grãos de pólen são médios, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, colpos apresentando opérculo, sexina espinhosa em G. obtusata e G. pernambucensis, e microrreticulada em G. opposita; L. canifl orus apresenta grãos de pólen pequenos, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar pequena, 3-colpados, sexina reticulada; M. jalapa apresenta grãos de pólen muito grandes, apolares, esferoidais, pantoporados (ca. 32 poros), sexina espinhosa. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que as espécies analisadas apresentam certa heterogeneidade polínica quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia da família.
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Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foi realizado um estudo palinológico de 21 espécies da família Gesneriaceae reunidas em seis gêneros e três tribos: tribo Beslerieae - Besleria L. (4 spp.); tribo Episcieae – Codonanthe (Mart.) Hanst. (3 spp.), Nematanthus Schrad. (5 spp); tribo Sinningieae - Paliavana Vand. (1 sp.), Sinningia Nees (6 spp.) e Vanhouttea Lem. (2 spp.) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Objetivou-se caracterizar e ampliar os dados morfológicos da família, em nível genérico ou específi co, contribuindo assim, para uma delimitação mais precisa dos táxons. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície e abertura, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV). Os grãos de pólen das espécies estudadas variaram de pequenos a médios, suboblatos a prolatos; apresentaram cólporos ou colpos e o número de aberturas foi constante para todas as espécies analisadas (3-aperturados). A ornamentação da sexina variou entre escabrada, perfurada, rugulada, microrreticulada e reticulada. Os resultados mostraram que a morfologia polínica é bem defi nida entre as espécies estudadas, variou dentro e entre as tribos e gêneros, podendo ser usada para identifi car os táxons e sustentar o caráter euripalinológico de Gesneriaceae.
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Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

RESUMO - (Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro). Foram analisadas 17 espécies subordinadas a oito gêneros ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a caracterização polínica dessas espécies e para o catálogo polínico das restingas do Rio de Janeiro. Os grãos de pólen foram acetolisados, analisados e fotomicrografados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em MEV. Apenas Byrsonima sericea possui grãos de pólen isopolares, pequenos e tricolporados. Nas demais espécies os grãos de pólen foram apolares e apresentaram atributos que foram utilizados na chave polínica sendo as principais caraterísticas utilizadas, o tamanho dos grãos de pólen, a quantidade e dimensões dos poros, a ornamentação da sexina e dos colpóides. Conclui-se que as espécies são palinologicamente distintas e as características polínicas mostraram ser um bom recurso disponível aos pesquisadores que poderão utilizar na taxonomia e demais áreas afins.
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Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudados 21 táxons de Solanum L., com o objetivo de caracterizá-los palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da flora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Os táxons examinados foram Solanum affine Sendtn., Solanum americanum Mill. var. americanum, Solanum argenteum Dunal ex Poir., Solanum aturense Dunal, Solanum caavurana Vell., Solanum capsicoides All., Solanum carautae Carv., Solanum cordifolium Dunal, Solanum curvispinum Dunal, Solanum echidnaeforme Dunal, Solanum gardneri Sendtn., Solanum indigoferum A. St.-Hil., Solanum insidiosum Mart., Solanum mauritianum Scop., Solanum paludosum Moric., Solanum paniculatum L., Solanum paratyense Vell., Solanum pseudoquina A.St.-Hil., Solanum sisymbriifolium Lam., Solanum torvum Sw., Solanum velleum Sw. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise sob microscopia eletrônica de varredura foi utilizada, em grãos de pólen não acetolisados, para confirmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confirmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen são pequenos ou médios, isopolares, subprolatos a oblato-esferoidais, 3-colporados, sexina granulada, rugulado-granulada ou escabrada. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que os táxons analisados apresentam certa heterogeneidade polínica, quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia do gênero.
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Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Foram reconhecidos até o momento , 31 espécies de 16 gêneros da família Euphorbiaceae Juss. nas restingas fluminenses. Alguns destes gêneros apresen- tam-se como os de maior di[r]

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Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil). Este trabalho representa uma síntese do conhecimento florístico de briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, com resultados de campo, material de herbário e publicações. Foram registrados 61 táxons de briófitas, pertencentes a 15 famílias e 33 gêneros. Para cada táxon foram analisados a distribuição geográfica, o tipo de substrato e a forma de vida. A família predominante foi Lejeuneaceae (25 espécies), seguida de Jubulaceae (sete), Calymperaceae (quatro) e Sphagnaceae (quatro). Entre as espécies, predominaram as de distribuição Neotropical (35%). Com relação ao substrato preferencial, a maior parte dos táxons é corticícola. A forma de vida predominante foi o tapete, seguido pelo tufo e a trama. O Parque possui brioflora bastante representativa no que diz respeito à vegetação de restinga, com 45% dos táxons de briófitas conhecidas para as restingas no Brasil e 82% das conhecidas para as restingas do estado do Rio de Janeiro. É apresentada uma chave para identificação das espécies.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

De acordo com a concepção de quem escreve os boletins, o motivo pelos quais se avalia um sistema fundamentam-se na proposta de que os dados oriundos dos testes respondidos pelos estudantes formam um painel que ilustra o que está sendo ensinado e o que os estudantes estão aprendendo (CAEd, 2015, p.12). Com relação a essa concepção, discordamos em parte, já que não há como saber por meio dos resultados o que está sendo ensinado, e sim o que está sendo aprendido. A dimensão que envolve a elaboração de um item se relaciona à aprendizagem dos estudantes, e não ao que e como o professor ensina. Ainda na mesma página, há uma afirmativa, no nosso entendimento, um tanto quanto equivocada, segundo a qual “as unidades escolares têm possibilidades de observar se o currículo contempla as habilidades consideradas mínimas para que os estudantes prossigam em seu processo de escolarização”. Defendemos que neste caso a relação deveria ser inversa: de fato, vemos que seria importante que as instituições escolares avaliadas verificassem se o que está sendo avaliado condiz com o currículo e a forma como os profissionais da educação pensam a Educação Matemática em seu estado. Neste caso, é preciso verificar se a matriz está alinhada ao currículo, pois a função do teste, que é elaborado a partir da matriz, é apontar o que os alunos estão
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

Apesar de essa necessidade apresentar-se igualmente, tanto no âmbito público quanto no privado, o setor público possui uma realidade diferenciada, que torna o processo de alocação mais específico e, em alguns casos, mais complexo, devido a razões que vão desde questões salariais, como a falta de pessoal qualificado, conforme informações obtidas na Gerência de Lotação da Secretaria de Estado da Educação e Qualidade do Ensino do Amazonas (SEduc/AM), durante a realização da pesquisa.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Agradeço imensamente a Deus – o que seria de mim sem Ele - ao meu marido e a minha mãe, sempre presentes e me apoiando para que eu chegasse até aqui. A todos que vivenciaram um pouco da minha trajetória profissional, Marta Cunha, colegas da SRE, especialmente Waldinéa, Joaquina e Márcia, tão amorosas e confiantes de que tudo daria certo, um obrigado especial. Também agradeço à Secretaria de Estado de Educação de Minas Geraispor propiciar a oportunidade de elevação de conhecimentos através do convênio com a Universidade Federal de Juiz de Fora, ao professororientador Manoel Palácios de Melo e Cunha, aos integrantes da banca examinadora, à Universidade Federal de Juiz de Fora, ao Programa de Pós-graduação emGestão e Avaliação da Educação Pública pela oportunidade de estudo e formação e à equipe de suporte da disciplina Dissertação pelas orientaçõesrealizadas, principalmente ao Kelmer, à Cecília e à Thamyres.Por fim, não poderia me esquecer de agradecer aos diretores e professores das escolas que participaram da pesquisa e permitiram assim a realização deste trabalho.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

No ano de 2011, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (SEEDUC/RJ) adotou a Gestão Integrada da Escola como sistema de gestão, com foco em resultados, a ser utilizado por todas as escolas da rede estadual. Para tanto, foram recrutados os Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGE), como profissionais responsáveis por monitorar a GIDE, em uma tentativa de fazer com que o sistema de gestão chegasse a todas as unidades escolares. Os AAGEs são profissionais que atuam diretamente nas Unidades Escolares, apoiando o trabalho dos gestores, orientando-os na coleta e na análise de dados, na avaliação das variáveis que causam impacto nos resultados da escola, e ainda, na elaboração do plano de ação das escolas e no acompanhamento da implantação das ações do plano de ação. Para monitorar a rotina dos AAGEs e a implantação da GIDE na rede estadual pela administração da SEEDUC/RJ, foi instituído o Comitê GIDE, que é o objeto de estudo da presente pesquisa. O Comitê GIDE é formado por técnicos que têm base na sede da SEEDUC, com rotinas específicas para garantir os resultados da finalidade de seu trabalho, a implantação da GIDE nas escolas através dos AAGEs. A pesquisa foi realizada procedendo-se ao estudo da rotina de trabalho dos técnicos, que apontou os principais desafios do Comitê GIDE.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

de identidade para o professor inspetor escolar. Quem será ela agora nas instituições privadas de ensino? Neste contexto, dois movimentos valem ser destacados: o conteúdo da legislação, que retira uma ação disciplinar do inspetor nas escolas, e a ausência de espaços de discussão entre o CEE e os inspetores, tornando esta, uma ação unilateral, contrariando, inclusive, dispositivos internos da SEEDUC/RJ, podendo ser citada aqui a Resolução SEEDUC/RJ Nº 5.160/2014 (RIO DE JANEIRO, 2014b) que, nas atribuições do inspetor escolar, prevê tais ações. Mesmo que determinadas atividades, em razão de sua relação com os interesses da coletividade, sofram os influxos da regulação, é certo que há uma preocupação com aspectos legais que, porventura, possam não ser cumpridos, mas que podem ser sanados, em boa parte, pela ação regular da inspeção nos estabelecimentos de ensino, pela orientação e acompanhamento dos registros educacionais durante todo o ano letivo, uma vez que a Deliberação não retirou da inspeção escolar esta competência. O que se observa é que, para alguns, este não era o interesse maior da inspeção, e sim o de verificar, no momento da certificação, e apor o seu carimbo e autorização na publicação de concluintes em Diário Oficial e emissão de certificados/diplomas. Com o advento da nova Deliberação, o caráter de atuação foi severamente alterado, passando de controle e fiscalização para acompanhamento e orientação, o que retira o direito à proibição e às sanções.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

, num exercício de repensar, a cada momento, o currículo que se materializa nas escolas. O necessário aprofundamento do diálogo da teoria com a prática, a pouca presença de protagonismo do professor na condução de seu próprio desenvolvimento profissional e o desenho, mais voltado para a prescrição do que para a reflexão, formam uma importante triangulação para revisão desta formação. Não obstante, evidenciou-se que a atual proposta do PIP tem caráter prescritivo e instrucional, reservando um espaço excessivamente limitado para a ação reflexiva e dialógica dos professores com o Programa e entre si. Dessa forma, esse trabalho serviu de subsídio à propositura de um Plano de Intervenção Educacional em forma de projeto piloto de formação continuada de professores a ser implementado em uma escola da jurisdição da Superintendência Regional de Ensino de Juiz de Fora, para o aprimoramento da formação continuada oferecida pelo PIP/ATC. Este projeto terá dois formatos, em dois momentos. No primeiro, o projeto terá como propósito estimular na escola a constituição de grupos de desenvolvimento profissional para estudo, debate, análise e elaboração de propostas de práticas pedagógicas em que o protagonismo e a autonomia do professor sejam evidenciados, valorizados e compartilhados entre seus pares. Em seu segundo momento, ancorado nas possibilidades da utilização das TICs, terá como objetivo instrumentalizar o professor no conhecimento da legislação educacional do estado de Minas Gerais e da proposta curricular da Secretaria de Estado de Educação.
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em paralelo a esse levantamento com os alunos ingressantes, foi aplicada a Prova Brasil também aos alunos reprovados na 1ª série do CELS. A finalidade desse levantamento foi investigar se o aluno reprovado conseguiu ao menos absorver parte dos conteúdos oferecidos na 1ª série do ensino médio e, com isso, melhorar suas habilidades esperadas nas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa durante o ensino fundamental. Caso contrário há um indicativo de que não adianta deixar o aluno ingressante cursar a 1ª série sem oferecer um processo de readequação e nivelamento de conteúdos mínimos e obrigatórios do ensino fundamental, pois ele estará fadado ao insucesso acadêmico, sendo reprovado ao final do ano letivo ou abandonando a escola. Essa evidência, se confirmada, reforça a proposição do PAE e o programa piloto para o CELS a ser oferecido aos alunos ingressantes com grande defasagem já no início do período letivo.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

Esses aspectos foram relevantes para a melhoria dos resultados e a sua aná- lise permite afirmar que as políticas de alfabetização estão se consolidando. Os re- sultados da intervenção pedagógica demonstram, comprovadamente, um cresci- mento significativo nos anos iniciais. Por meio dos sistemas de avaliação, que é um indicador de monitoramento dos avanços da educação, pode-se notar na Sedu/ES, em resposta a um ambiente de planejamento propício ao uso de objetivos e metas quantificáveis uma conexão entre as metas do governo, os resultados da escola e do Ideb, a tendência de melhoria dos resultados Em 2011, aconteceu a primeira on- da de avaliação do Paebes/Alfa para o 3º ano do Ensino Fundamental, o que já sina- lizou uma proficiência dos alunos da rede estadual superior aos da rede municipal, onde o programa de intervenção atua de forma prioritária. Não há políticas de bonifi- cação ainda desenvolvida no estado utilizando os resultados das avaliações como indicador de qualidade. O esforço feito pela SEE, juntamente com os professores, reflete o compromisso e a vontade de buscar melhores resultados.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

A Escola Estadual de Educação Profissional Maria José foi inaugurada em maio de 2012. A sua estrutura segue o modelo de Escola Técnica desenvolvida pelo Ministério da Educação para o Programa Brasil Profissionalizado, com 12 salas de aulas, um laboratório de Matemática, um de Física, um de Química e Biologia, um de Informática e um de Línguas; um auditório com 200 lugares; uma biblioteca; uma secretaria com sala de reprografia; salas de coordenação pedagógica, de estágio, de diretoria e de professores; um ginásio coberto com vestiários masculino e feminino; um refeitório; uma cozinha; um anfiteatro; uma sala para o grêmio; banheiros masculino, feminino e para pessoas portadoras de necessidades especiais e dois galpões para a montagem dos laboratórios dos cursos técnicos. Vale destacar que, apesar de possuir um espaço destinado para a montagem dos laboratórios técnicos, a escola ainda não dispõe dos equipamentos para esses laboratórios.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA: FERRAMENTAS E DESAFIOS ENCONTRADOS EM CINCO ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO

GESTÃO DEMOCRÁTICA: FERRAMENTAS E DESAFIOS ENCONTRADOS EM CINCO ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO

Esta dissertação foi desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). O caso de gestão descrito tem como principal objetivo investigar o uso da f erramenta “Índice de Formação de Cidadania e Responsabilidade Social” (IFC/RS), utilizada como ponto de partida para o planejamento das ações propostas pelas escolas para o alcance de melhores resultados e para a elevação da qualidade de ensino ofertado. O IFC/RS serve como diagnóstico da unidade escolar, apontando os principais problemas encontrados, e é parte integrante da Gestão Integrada da Escola (GIDE) – que é o modelo padronizado de planejamento e execução da gestão pedagógica, instituído em 2011 pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro. Apesar das várias mudanças e investimentos, os resultados, ao longo dos três primeiros anos, foram modestos, o que motivou esta investigação baseada no principal instrumento do planejamento pedagógico: a GIDE, sua principal ferramenta (IFC/RS) e as ações que ela motiva. Como recurso para a investigação da ferramenta aqui citada e das ações elaboradas a partir de seu diagnóstico, o estudo de caso em questão realizou, através de uma pesquisa qualitativa, entrevistas semiestruturadas com gestores de cinco escolas. Com um roteiro previamente preparado, construído a partir dos entraves e problemas encontrados pela escola, e principalmente pelo gestor na elaboração e execução das ações, as entrevistas foram posteriormente gravadas e transcritas. Constatamos, principalmente, a dificuldade do gestor em envolver os respectivos membros da comunidade escolar na realização das ações e projetos elaborados na unidade. Tal fato culminou na ineficácia ou cancelamento de algumas ações planejadas na escola, o que consequentemente pode ter atrapalhado a realização pedagógica do ensino. Essa ineficiência do gestor quanto às multiplicação e realização do planejamento pedagógico e sua execução também elucida o não aproveitamento das ferramentas e dos servidores, aqui representados pelos AAGEs, que foram disponibilizados para que a GIDE seja efetivada. Diante disso, o Plano de Ação Educacional proposto tem como principal objetivo apresentar a metodologia GIDE para os diferentes agentes da comunidade escolar, com foco principalmente numa gestão mais democrática, amplamente defendida e discutida pelos teóricos citados nesse trabalho. As ações elencadas buscam não só ampliar o conhecimento, mas também estreitar e melhorar a comunicação entre os membros, multiplicar a metodologia adotada e alinhar e planejar melhor as ações, favorecendo a realização de uma gestão mais participativa.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

A presente dissertação foi desenvolvida como parte integrante do Programa de Pós- graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O objetivo principal foi analisar o processo de certificação com a Norma ISO 9001:2008, na Escola Estadual Eduardo Ribeiro, no município de Tefé, Estado do Amazonas, para identificar quais as principais dificuldades a partir da percepção dos atores envolvidos. A busca pela qualidade da educação oferecida nas escolas brasileiras tem despertado interesse de estudiosos, especialistas e, em alguns casos, do poder público. A Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (SEDUC/AM), na procura por novas formas de ver e pensar a educação, adotou em algumas escolas amazonenses essa ferramenta como mecanismo gerenciador. A relevância do presente estudo se situa, especialmente, na implementação da referida certificação em escolas estaduais do Amazonas, já que o processo apresenta algumas dificuldades. As impressões desta análise, confirmadas ao longo da pesquisa, são relativas à necessidade de se propor melhorias no processo de certificação das escolas da rede estadual de ensino do Amazonas. A metodologia utilizada foi o estudo de caso de caráter qualitativo. Os dados foram coletados, inicialmente, por meio de pesquisa documental e bibliográfica, caracterizada por um levantamento de dados exploratório em materiais literários disponíveis. Posteriormente, foi utilizada a entrevista semiestruturada, aplicada junto a uma representante do órgão central, neste caso a SEDUC/AM, e à atual diretora da escola, além de um questionário com perguntas estruturadas aplicado junto aos servidores da escola. Para o desenvolvimento do referencial teórico da pesquisa, recorreu-se a autores e pesquisadores com uma reconhecida contribuição no campo da Qualidade e da Qualidade da Educação, associando-os à Certificação ISO 9001:2008. Dentre eles, destacamos: Assunção (2012), Campos (1994), Carvalho (2012), Carpinetti (2010), Chiavenato (2010), Crosby (1979), Deming (1997), Demo (1994), Gil (2008), Juran (1991), Mello (2009), Paladini (2009), Ramos (2005), Wittmann (2004) e Xavier (1997). A pesquisa revelou ainda que o processo de certificação com a norma adotada é passível de falhas e carente de aperfeiçoamento. Os dados obtidos na pesquisa mostraram que o modelo seguido pela instituição para orientar a certificação das escolas pode ocasionar uma implementação incerta e, consequentemente, impedir que elas possam superar as inconformidades necessárias para que sejam certificadas.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS – GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O Prêmio de Incentivo ao Cumprimento de Metas da Educação Básica constitui uma política pública cuja intenção principal nos textos oficiais é assegurar a melhoria na qualidade da educação pública no Estado do Amazonas, incentivar e reconhecer os educadores da rede estadual. Para isso, a política propõe o pagamento por performance, de acordo com o crescimento dos indicadores educacionais, criando incentivos financeiros para o servidor, através do acréscimo salarial do pagamento do 14º (décimo quarto), 15º (décimo quinto) e 16º (décimo sexto) salários. O desenho da política traz a premiação anual aos profissionais da educação lotados nas escolas que alcançarem as metas estabelecidas pela Secretaria. Assim, de acordo com o Art. 5º, do Decreto nº 28.164 de 2008, “A premiação será anual e os premiados de 2008 deverão ser todos os Profissionais da Educação, com vínculo ativo e com lotação na escola no ano de 2007, ficando a premiação proporcional ao tempo de s erviço prestado na escola premiada”. Dessa forma, todos os profissionais que trabalham na escola, independentemente de serem efetivos ou contratados, deveriam ganhar o referido acréscimo salarial.
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FLÁVIO ALVES PEREIRA A INCIDÊNCIA DAS POLÍTICAS DE RESPONSABILIZAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ NAS AÇÕES DE GESTÃO PEDAGÓGICA EM ÂMBITO MUNICIPAL – O CASO DA ESCOLA MARIA NAIR (IPU-CE)

FLÁVIO ALVES PEREIRA A INCIDÊNCIA DAS POLÍTICAS DE RESPONSABILIZAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ NAS AÇÕES DE GESTÃO PEDAGÓGICA EM ÂMBITO MUNICIPAL – O CASO DA ESCOLA MARIA NAIR (IPU-CE)

Consultando os arquivos do setor de gestão pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, não se encontrou, no entanto, no ano de 2008, registro de nenhuma ação relevante que se pudesse enquadrá-la como de intervenção pedagógica, tendo em vista que os dados das avaliações externas do ano de 2007 colocaram o município em análise entre os 36 piores do estado do Ceará em desempenho acadêmico dos seus estudantes, apresentando, para aquele ano, IDEB de 3.1, abaixo da média do Ceará, que foi de 3.8, e do Brasil, 4.2, para as séries iniciais do ensino fundamental. Em relação aos resultados do SPAECE-ALFA, outro indicador da qualidade da educação municipal, em 2008, a média de proficiência do município foi de 121,9; abaixo da também baixa média do estado, que foi de 127,7, o que expressa, de acordo com a Escala de Proficiência do SPAECE-ALFA, que o município apresentava-se, naquele momento, no nível intermediário de alfabetização, portanto, na cor amarela, considerando-se o mapa simbólico representativo da alfabetização do Ceará.
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