Top PDF Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudados 21 táxons de Solanum L., com o objetivo de caracterizá-los palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da flora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Os táxons examinados foram Solanum affine Sendtn., Solanum americanum Mill. var. americanum, Solanum argenteum Dunal ex Poir., Solanum aturense Dunal, Solanum caavurana Vell., Solanum capsicoides All., Solanum carautae Carv., Solanum cordifolium Dunal, Solanum curvispinum Dunal, Solanum echidnaeforme Dunal, Solanum gardneri Sendtn., Solanum indigoferum A. St.-Hil., Solanum insidiosum Mart., Solanum mauritianum Scop., Solanum paludosum Moric., Solanum paniculatum L., Solanum paratyense Vell., Solanum pseudoquina A.St.-Hil., Solanum sisymbriifolium Lam., Solanum torvum Sw., Solanum velleum Sw. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise sob microscopia eletrônica de varredura foi utilizada, em grãos de pólen não acetolisados, para confirmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confirmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen são pequenos ou médios, isopolares, subprolatos a oblato-esferoidais, 3-colporados, sexina granulada, rugulado-granulada ou escabrada. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que os táxons analisados apresentam certa heterogeneidade polínica, quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia do gênero.
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Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Gesneriaceae Rich. & Juss. ocorrentes no estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foi realizado um estudo palinológico de 21 espécies da família Gesneriaceae reunidas em seis gêneros e três tribos: tribo Beslerieae - Besleria L. (4 spp.); tribo Episcieae – Codonanthe (Mart.) Hanst. (3 spp.), Nematanthus Schrad. (5 spp); tribo Sinningieae - Paliavana Vand. (1 sp.), Sinningia Nees (6 spp.) e Vanhouttea Lem. (2 spp.) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro, Brasil. Objetivou-se caracterizar e ampliar os dados morfológicos da família, em nível genérico ou específi co, contribuindo assim, para uma delimitação mais precisa dos táxons. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície e abertura, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV). Os grãos de pólen das espécies estudadas variaram de pequenos a médios, suboblatos a prolatos; apresentaram cólporos ou colpos e o número de aberturas foi constante para todas as espécies analisadas (3-aperturados). A ornamentação da sexina variou entre escabrada, perfurada, rugulada, microrreticulada e reticulada. Os resultados mostraram que a morfologia polínica é bem defi nida entre as espécies estudadas, variou dentro e entre as tribos e gêneros, podendo ser usada para identifi car os táxons e sustentar o caráter euripalinológico de Gesneriaceae.
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Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

RESUMO - (Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro). Foram analisadas 17 espécies subordinadas a oito gêneros ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a caracterização polínica dessas espécies e para o catálogo polínico das restingas do Rio de Janeiro. Os grãos de pólen foram acetolisados, analisados e fotomicrografados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em MEV. Apenas Byrsonima sericea possui grãos de pólen isopolares, pequenos e tricolporados. Nas demais espécies os grãos de pólen foram apolares e apresentaram atributos que foram utilizados na chave polínica sendo as principais caraterísticas utilizadas, o tamanho dos grãos de pólen, a quantidade e dimensões dos poros, a ornamentação da sexina e dos colpóides. Conclui-se que as espécies são palinologicamente distintas e as características polínicas mostraram ser um bom recurso disponível aos pesquisadores que poderão utilizar na taxonomia e demais áreas afins.
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Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudadas oito espécies de Nyctaginaceae Juss., com o objetivo de caracterizá-las palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da fl ora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. As espécies examinadas foram Boerhavia diffusa L., Bougainvillea glabra Choisy, B. spectabilis Willd., Guapira obtusata (Jacq.) Little, G. opposita (Vell.) Reitz, G. pernambucencis (Casar.) Lund., Leucaster canifl orus (Mart.) Choisy e Mirabilis jalapa L. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise de microscopia eletrônica de varredura foi utilizada em grãos de pólen não acetolisados, para confi rmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confi rmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen da espécie B. diffusa L. são grandes, apolares, esferoidais, 12-18-porados, com sexina espiculada; as espécies de Bougainvillea possuem grãos de pólen médios, isopolares, suboblatos, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, sexina reticulada contendo espinhos diminutos sobre o muro e báculos livres no interior dos lumens; em Guapira os grãos de pólen são médios, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, colpos apresentando opérculo, sexina espinhosa em G. obtusata e G. pernambucensis, e microrreticulada em G. opposita; L. canifl orus apresenta grãos de pólen pequenos, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar pequena, 3-colpados, sexina reticulada; M. jalapa apresenta grãos de pólen muito grandes, apolares, esferoidais, pantoporados (ca. 32 poros), sexina espinhosa. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que as espécies analisadas apresentam certa heterogeneidade polínica quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia da família.
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Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Foram reconhecidos até o momento , 31 espécies de 16 gêneros da família Euphorbiaceae Juss. nas restingas fluminenses. Alguns destes gêneros apresen- tam-se como os de maior di[r]

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Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil). Este trabalho representa uma síntese do conhecimento florístico de briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, com resultados de campo, material de herbário e publicações. Foram registrados 61 táxons de briófitas, pertencentes a 15 famílias e 33 gêneros. Para cada táxon foram analisados a distribuição geográfica, o tipo de substrato e a forma de vida. A família predominante foi Lejeuneaceae (25 espécies), seguida de Jubulaceae (sete), Calymperaceae (quatro) e Sphagnaceae (quatro). Entre as espécies, predominaram as de distribuição Neotropical (35%). Com relação ao substrato preferencial, a maior parte dos táxons é corticícola. A forma de vida predominante foi o tapete, seguido pelo tufo e a trama. O Parque possui brioflora bastante representativa no que diz respeito à vegetação de restinga, com 45% dos táxons de briófitas conhecidas para as restingas no Brasil e 82% das conhecidas para as restingas do estado do Rio de Janeiro. É apresentada uma chave para identificação das espécies.
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Morfologia polínica de espécies de Brunfelsia L. (Solanaceae) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.

Morfologia polínica de espécies de Brunfelsia L. (Solanaceae) ocorrentes no Estado do Rio de Janeiro.

freqüentemente, em floras polínicas de diversas regiões do mundo e em trabalhos apresentados nos Simpósios Internacionais de Biologia e Taxonomia de Solanáceas. Poucos autores estudaram os grãos de pólen de Brunfelsia e dentre eles, é possível citar os trabalhos de Rao & Leong (1974), que analisaram a morfologia polínica de algumas plantas tropicais; Miranda et al. (1978), que estudaram os grãos de pólen de espécies pertencentes a várias famílias encontradas no Ceará; Gentry Jr. (1979), que descreveu a morfologia polínica de cerca de 130 espécies de Salpiglossidae (Solanaceae) e Batista (1999), que estudou a palinologia de 15 táxons distribuídos em cinco gêneros de Solanaceae encontrados no Estado do Rio de Janeiro.
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MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

MARISA DE SANTANA DA COSTA MONITORAMENTO DO SISTEMA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO PELO COMITÊ GESTÃO INTEGRADA DA ESCOLA – A DINÂMICA DE TRABALHO E SEUS DESAFIOS

Segundo as normas da Resolução nº 49, de 11 de dezembro de 2013, na rede estadual do Rio de Janeiro havia 380 escolas priorizadas para receberem subsídios do MEC na execução das ações do Plano de Ação do PDE Escola, ou seja, as ações elaboradas no referido plano seriam custeadas pelo Governo Federal. Instituída na CDDE há, ainda, a Comissão de Acompanhamento e Aprovação do PDE Escola, formada pelos próprios técnicos do Comitê GIDE. Assim, além do plano de ação da GIDE, o Comitê GIDE também realiza formação e acompanhamento da elaboração de plano de ação do PDE Escola. Os diretores das unidades escolares buscam conhecimentos sobre o plano de ação do PDE Escola e o Comitê GIDE orienta que façam a relação com o Plano de Ação da GIDE. Embora pacífica, é uma etapa de grande desgaste para o Comitê, pois é feito o acompanhamento diário do status das escolas no sítio do PDDE Interativo para saber quais escolas concluíram ou não a elaboração do plano, além de realizar a análise de cada plano, tramitar para o MEC ou devolver para a escola adequar melhor as ações do plano e, ainda, acompanhar a liberação da verba pelo FNDE. Além disso, as escolas em que há uso indevido da verba são responsabilizadas, através de um processo, que é analisado pela Comissão.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Agradeço imensamente a Deus – o que seria de mim sem Ele - ao meu marido e a minha mãe, sempre presentes e me apoiando para que eu chegasse até aqui. A todos que vivenciaram um pouco da minha trajetória profissional, Marta Cunha, colegas da SRE, especialmente Waldinéa, Joaquina e Márcia, tão amorosas e confiantes de que tudo daria certo, um obrigado especial. Também agradeço à Secretaria de Estado de Educação de Minas Geraispor propiciar a oportunidade de elevação de conhecimentos através do convênio com a Universidade Federal de Juiz de Fora, ao professororientador Manoel Palácios de Melo e Cunha, aos integrantes da banca examinadora, à Universidade Federal de Juiz de Fora, ao Programa de Pós-graduação emGestão e Avaliação da Educação Pública pela oportunidade de estudo e formação e à equipe de suporte da disciplina Dissertação pelas orientaçõesrealizadas, principalmente ao Kelmer, à Cecília e à Thamyres.Por fim, não poderia me esquecer de agradecer aos diretores e professores das escolas que participaram da pesquisa e permitiram assim a realização deste trabalho.
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SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS (SAEGO): INTERPRETAÇÃO ESTATÍSTICA E PEDAGÓGICA DOS ITENS DE MATEMÁTICA

De acordo com a concepção de quem escreve os boletins, o motivo pelos quais se avalia um sistema fundamentam-se na proposta de que os dados oriundos dos testes respondidos pelos estudantes formam um painel que ilustra o que está sendo ensinado e o que os estudantes estão aprendendo (CAEd, 2015, p.12). Com relação a essa concepção, discordamos em parte, já que não há como saber por meio dos resultados o que está sendo ensinado, e sim o que está sendo aprendido. A dimensão que envolve a elaboração de um item se relaciona à aprendizagem dos estudantes, e não ao que e como o professor ensina. Ainda na mesma página, há uma afirmativa, no nosso entendimento, um tanto quanto equivocada, segundo a qual “as unidades escolares têm possibilidades de observar se o currículo contempla as habilidades consideradas mínimas para que os estudantes prossigam em seu processo de escolarização”. Defendemos que neste caso a relação deveria ser inversa: de fato, vemos que seria importante que as instituições escolares avaliadas verificassem se o que está sendo avaliado condiz com o currículo e a forma como os profissionais da educação pensam a Educação Matemática em seu estado. Neste caso, é preciso verificar se a matriz está alinhada ao currículo, pois a função do teste, que é elaborado a partir da matriz, é apontar o que os alunos estão
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA SAMARA FREIRE DE OLIVEIRA

A presente dissertação é desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF) e visa discutir a alocação de servidores na Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino do Amazonas-SEduc/AM, a qual enfrenta uma grande problemática em relação à alocação de servidores em número insuficiente para suprir a demanda do estado. Mesmo com o esforço da realização de concursos públicos e Processos Seletivos Simplificados, ainda é substantiva a carência de servidores, principalmente professores nas unidades escolares, o que se constitui em um desafio para a instituição. Além de concursos e processos seletivos, outras iniciativas vêm sendo tomadas por essa Secretaria, no que tange a valorização do profissional da Educação, como a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, no ano de 2013, com vantagens que objetivam incentivar e atrair profissionais. Porém, a necessidade de servidores ainda não vem sendo suprida satisfatoriamente e, por esta razão, este trabalho irá descrever e analisar os critérios de alocação de servidores praticados na SEduc/AM, bem como propor ações que visem a otimização desse processo de alocação, com vistas ao melhor atendimento da demanda da rede estadual de ensino. Para tanto, foi utilizado uma pesquisa qualitativa e quantitativa, por meio de entrevistas a quatro gestores de escola, sendo duas da capital e duas do interior do Estado e a dois gestores da sede da SEduc/AM, bem como questionário aplicado a todos os gestores de escola estaduais. A partir da pesquisa realizada foi identificado que tanto os gestores de escola quanto as gestoras da sede da SEduc/AM estão satisfeitos com os critérios de alocação de servidores e reconhecem que a principal dificuldade está na carência de profissionais e não nesses critérios. Os gestores de escola ressaltaram, ainda, que a falta de equipe pedagógica é ainda maior que a falta de professores. Outro fator preponderante é a falta de qualificação docente, com a ocorrência de casos em que professores ministram componentes curriculares para os quais não são licenciados, mesmo com a atuação do PROFORMAR no Amazonas. Os problemas detectados na pesquisa serão abordados no Plano de Ação Educacional, com o objetivo de buscar meios de solucionar ou minimizar a gravidade das situações encontradas, visando melhorias no contexto educacional do Estado do Amazonas.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir de 1977, teve início a realização de movimentação interna de servidores para o preenchimento das vagas e atendimento das carências no âmbito da inspeção escolar no estado do Rio de Janeiro. Até o ano de 2007, os professores inspetores escolares da Secretaria de Estado de Educação eram indicados entre os professores efetivos da rede estadual que possuíam a graduação em Pedagogia, ou Pós-Graduação na área de administração ou supervisão/inspeção escolar. Naquele mesmo ano, o procedimento para ocupação do cargo foi alterado, e a SEEDUC/RJ realizou o primeiro concurso público para o cargo de Professor Inspetor Escolar, para o preenchimento de 500 vagas. Com o ingresso dos aprovados no referido concurso, a atuação da Inspeção escolar no estado se expandiu – após um longo tempo com um número reduzido de inspetores no quadro funcional. Esta expansão, aliada a um contexto social voltado para a garantia do direito à educação, previsto no artigo 6º da Constituição (BRASIL, 1988), trouxe de volta ao sistema estadual uma ação mais visível da inspeção escolar, aumentando sua importância no sistema educacional, e, ainda, a sua visibilidade. Este fato pode ser observado com a mudança de estrutura da Secretaria de Estado de Educação: em 2007, ano da realização do concurso, a inspeção escolar era uma coordenação, com equipes de acompanhamento e avaliação regionais. Sete anos depois, na nova estrutura da secretaria, esta passou a ser uma Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo, com três coordenações internas e 16 coordenações regionais. Este fato legitima a importância e o poder conquistados pela inspeção, com o ingresso de novos inspetores, com idades, formações e perfis diferentes dos poucos inspetores que ainda restavam do período anterior ao concurso.
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em paralelo a esse levantamento com os alunos ingressantes, foi aplicada a Prova Brasil também aos alunos reprovados na 1ª série do CELS. A finalidade desse levantamento foi investigar se o aluno reprovado conseguiu ao menos absorver parte dos conteúdos oferecidos na 1ª série do ensino médio e, com isso, melhorar suas habilidades esperadas nas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa durante o ensino fundamental. Caso contrário há um indicativo de que não adianta deixar o aluno ingressante cursar a 1ª série sem oferecer um processo de readequação e nivelamento de conteúdos mínimos e obrigatórios do ensino fundamental, pois ele estará fadado ao insucesso acadêmico, sendo reprovado ao final do ano letivo ou abandonando a escola. Essa evidência, se confirmada, reforça a proposição do PAE e o programa piloto para o CELS a ser oferecido aos alunos ingressantes com grande defasagem já no início do período letivo.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd – CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Pode-se observar um movimento de valorização da formação do PACTO na publicação da Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Santos Dumont, município que integra a jurisdição da SRE/JF e por esta é atendida. Em seu edital 002/2014 que trata da contratação temporária de servidores – processo seletivo simplificado para o ano de 2015 – estabelece como critério de classificação para os professores que atuarão em turmas de Educação Infantil e anos iniciais do ensino fundamental no tópico 4.1.3 A, Quadro I, e para os supervisores pedagógicos no tópico 4.1.7 A, Quadro I, a possibilidade de apresentação do certificado da formação do PACTO 2013 como formação continuada. Em errata, acrescenta a certificação realizada por outras IEs além da UFJF que, na região da SRE/JF, foi a instituição que capacitou as redes municipais. Isto porque outras Universidades o fizeram em outras regiões do Estado e a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) realizou a formação de toda a rede estadual. Contempla, assim, profissionais que tenham mudado de região ou de unidade federativa, indo morar e trabalhar no município de Santos Dumont. O certificado equivale a quatro pontos, o que se apresenta como um diferencial para a classificação dos professores, podendo garantir o contrato a quem o apresentar.
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO ESTADO DE MINAS GERAIS - PIP

Esses aspectos foram relevantes para a melhoria dos resultados e a sua aná- lise permite afirmar que as políticas de alfabetização estão se consolidando. Os re- sultados da intervenção pedagógica demonstram, comprovadamente, um cresci- mento significativo nos anos iniciais. Por meio dos sistemas de avaliação, que é um indicador de monitoramento dos avanços da educação, pode-se notar na Sedu/ES, em resposta a um ambiente de planejamento propício ao uso de objetivos e metas quantificáveis uma conexão entre as metas do governo, os resultados da escola e do Ideb, a tendência de melhoria dos resultados Em 2011, aconteceu a primeira on- da de avaliação do Paebes/Alfa para o 3º ano do Ensino Fundamental, o que já sina- lizou uma proficiência dos alunos da rede estadual superior aos da rede municipal, onde o programa de intervenção atua de forma prioritária. Não há políticas de bonifi- cação ainda desenvolvida no estado utilizando os resultados das avaliações como indicador de qualidade. O esforço feito pela SEE, juntamente com os professores, reflete o compromisso e a vontade de buscar melhores resultados.
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REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

REFORÇO ESCOLAR - UM INSTRUMENTO PARA A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Para garantir representatividade docente na elaboração do currículo mínimo e na escolha dos conteúdos que nele estarão inseridos, a SEEDUC realiza seleção interna entre os seus professores. Além disso, criou avaliações em larga escala que pudessem, dentre outras funções, monitorar a aplicação desse currículo, como o SAERJ e o SAERJINHO. Foram também criados projetos de reforço de aprendizagem e planos de metas para as escolas, com remuneração variável para os professores. Segundo a SEEDUC, esse plano respeita a realidade de cada UE. Ainda como parte desse plano de metas, foi criado o Índice de Desenvolvimento da Educação do Rio de Janeiro (IDERJ), com o objetivo de acompanhar e aferir o desempenho dos estudantes. Pode-se dizer que o Projeto Reforço Escolar é mais um recurso oferecido pela Secretaria de Educação a fim de que as escolas alcancem suas metas, recompensando também os profissionais pelos bons serviços em favor do aumento da eficiência da educação do estado (RIO DE JANEIRO, 2011), que possui uma rede bem extensa e com organização bastante complexa.
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OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

OS DESAFIOS DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO ISO 9001:2008 NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO E QUALIDADE DO ENSINO DO AMAZONAS: O CASO DA ESCOLA EDUARDO RIBEIRO

A presente dissertação foi desenvolvida como parte integrante do Programa de Pós- graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP), da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). O objetivo principal foi analisar o processo de certificação com a Norma ISO 9001:2008, na Escola Estadual Eduardo Ribeiro, no município de Tefé, Estado do Amazonas, para identificar quais as principais dificuldades a partir da percepção dos atores envolvidos. A busca pela qualidade da educação oferecida nas escolas brasileiras tem despertado interesse de estudiosos, especialistas e, em alguns casos, do poder público. A Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (SEDUC/AM), na procura por novas formas de ver e pensar a educação, adotou em algumas escolas amazonenses essa ferramenta como mecanismo gerenciador. A relevância do presente estudo se situa, especialmente, na implementação da referida certificação em escolas estaduais do Amazonas, já que o processo apresenta algumas dificuldades. As impressões desta análise, confirmadas ao longo da pesquisa, são relativas à necessidade de se propor melhorias no processo de certificação das escolas da rede estadual de ensino do Amazonas. A metodologia utilizada foi o estudo de caso de caráter qualitativo. Os dados foram coletados, inicialmente, por meio de pesquisa documental e bibliográfica, caracterizada por um levantamento de dados exploratório em materiais literários disponíveis. Posteriormente, foi utilizada a entrevista semiestruturada, aplicada junto a uma representante do órgão central, neste caso a SEDUC/AM, e à atual diretora da escola, além de um questionário com perguntas estruturadas aplicado junto aos servidores da escola. Para o desenvolvimento do referencial teórico da pesquisa, recorreu-se a autores e pesquisadores com uma reconhecida contribuição no campo da Qualidade e da Qualidade da Educação, associando-os à Certificação ISO 9001:2008. Dentre eles, destacamos: Assunção (2012), Campos (1994), Carvalho (2012), Carpinetti (2010), Chiavenato (2010), Crosby (1979), Deming (1997), Demo (1994), Gil (2008), Juran (1991), Mello (2009), Paladini (2009), Ramos (2005), Wittmann (2004) e Xavier (1997). A pesquisa revelou ainda que o processo de certificação com a norma adotada é passível de falhas e carente de aperfeiçoamento. Os dados obtidos na pesquisa mostraram que o modelo seguido pela instituição para orientar a certificação das escolas pode ocasionar uma implementação incerta e, consequentemente, impedir que elas possam superar as inconformidades necessárias para que sejam certificadas.
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Sinopse das espécies de Lamiales Bromhead ocorrentes nas restingas do Estado do Pará, Brasil.

Sinopse das espécies de Lamiales Bromhead ocorrentes nas restingas do Estado do Pará, Brasil.

A vegetação de restinga cobre grande parte da planície arenosa da costa amazônica e de acordo com Bastos et al. (2001) e Amaral et al. (2008) apresenta um complexo com seis formações vegetacionais: I. Halófila (sob a influência direta do mar, após a zona de estirâncio [praia], representada por poucas espécies); II. Psamófila reptante (sobre os primeiros cordões dunares, com as espécies estoloníferas, de rápido crescimento, fixadoras de dunas); III. Brejo herbáceo (com a maior diversidade de espécies, localizado no reverso do cordão dunar, em depressões alagadas); IV. Campo de dunas (formado por dunas altas intermediárias e interiores, sobre areia fina, com pequenos lagos na estação chuvosa); V. Formação aberta de moitas (fica nas áreas distantes da praia, com moitas de vários tamanhos, intercaladas por vegetação herbácea); VI. Floresta de restinga ou mata de Myrtaceae (sobre solos menos arenosos, fazendo limite com o mangue e a vegetação secundária (capoeira). Esse complexo inclui também o manguezal, seccionados por canais de marés e campus hipersalinos (apicuns).
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA MOISÉS DOS SANTOS CORDEIRO

De acordo com a Tabela 3, para que o servidor tenha direito em receber 100% da bonificação, é necessário apresentar frequência nas suas atividades escolares igual ou superior a 94%. Por outro lado, se apresentar um percentual de frequência igual a 92%, terá direito a 50% da bonificação e, caso apresente resultado inferior a 92%, não receberá bonificação. Outra mudança significativa apresentada nesta nova versão da política de bonificação do estado do Amazonas é a premiação de R$ 200,00 (duzentos reais), destinada a 01 (um) aluno de cada turma da Rede Estadual de Educação do Amazonas, selecionados através do Sistema Integrado de Gestão Educacional do Amazonas (SIGEAM), tendo como referência a maior média em todas as disciplinas que fazem parte do currículo escolar.
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