Top PDF Palinotaxonomia de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Brasil.

Palinotaxonomia de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Brasil.

Palinotaxonomia de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Brasil.

RESUMO – (Palinotaxonomia de Passifl ora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifl oraceae) no Brasil). Foram tratados, palinologicamente, 21 táxons de Passifl ora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifl oraceae) ocorrentes no Brasil, com o objetivo de contribuir para a caracterização, circunscrição e delimita- ção do subgênero, espécies e subespécie. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Grãos de pólen não acetolisados foram usados na microscopia eletrônica de varredura. Os táxons possuem grãos de pólen grandes ou médios, isopolares, prolato-esferoidais, oblato-esferoidais, esferoidais ou subprolatos, 12-colpados, 12-colporados ou 6-colporados, 3 ou 6 mesocolpos, e presença ou ausência de opérculos, pseudopérculos e opérculos secundários, exina microrreticulada em P. truncata e heterorreticulada nas demais espécies. Foi confeccionada uma chave para a identifi cação das espécies com base nos dados polínicos, mostrando que características polínicas têm grande importância na taxonomia de Passifl ora. Palavras-chave: Passifl ora subg. Decaloba; palinologia; taxonomia; Brasil
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Palinotaxonomia das espécies de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Sudeste do Brasil.

Palinotaxonomia das espécies de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Sudeste do Brasil.

RESUMO – (Palinotaxonomia das espécies de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) no Sudeste do Brasil). O estudo palinotaxonômico de oito espécies de Passiflora L. subg. Decaloba (DC.) Rchb. (Passifloraceae) teve como objetivo contribuir para a caracterização, circunscrição e delimitação desse subgênero na região Sudeste do Brasil. Os grãos de pólen foram acetolisados, medidos, descritos e ilustrados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície e da abertura, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em microscópio eletrônico de varredura (MEV) e, em seguida, eletromicrografados. Os dados obtidos foram estatisticamente analisados, de acordo com o tamanho da amostra. As espécies analisadas neste estudo possuem grãos de pólen grandes ou médios, isopolares, prolato-esferoidais, esferoidais ou subprolatos, 12-colporados, 12-colpados para P. suberosa L. ou 6-colporados, com pseudopérculos, exina heteroreticulada. Foi confeccionada uma chave para a identificação das espécies estudadas com base em dados polínicos.
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Palinotaxonomia de espécies brasileiras de Salacia L. (Hippocrateaceae).

Palinotaxonomia de espécies brasileiras de Salacia L. (Hippocrateaceae).

P ARÁ : Alto Tapajós, Vila Nova, J.M. Pires 3993 (IAN); igarapé Assú, afluente do rio Arapicus, J.M. Pires & N.T. Silva 4399 (IAN); rio Aripuanã, 59°21’ N e 10°12’ S, 10/10/1973, C.C. Berg et al. s.n. (NYP 18413)*. S. induta - BRASIL: P IAUÍ : morro de Jurumenha, F.B. Ramalho 273 (RB)*. S. insignis - BRASIL: P ARÁ : Belém, Instituto Agronômico do Norte, J.M. Pires 2632 (IAN)*; idem, mata da Cia. Pirelli, fazenda Uriboca, J.M. Pires 6820 (IAN); Paragominas, Itinga do Pará, M.G. Silva & R.P. Bahia 3154 (HBR). S. juruana - BRASIL: A CRE : próximo à nascente do rio Macanhan, 1/9/1933, B.A. Krukoff s.n. (NY 5731)*. S. kanukuensis - BRASIL: P ARÁ : Alto Tapajós, Missão Velha, W.A. Egler 973 (MG)*. S. miqueliana - BRASIL: A MAPÁ : cachoeira das Guaribas, W.A. Egler & H.S. Irwin 46431 (IAN); idem, Rio Araguari, R.L. Fróes & G.A. Black 27598 (IAN); A MAZONAS : rio Jari, monte Dourado, E. Oliveira 4339 (IAN)*. S. mosenii - BRASIL: R IO DE J ANEIRO : Rio de Janeiro, Corcovado, A.P. Duarte 4950 (US)*. S. multiflora - BRASIL: A MAZONAS : São Paulo de Olivença, base do rio Solimões, B.A. Krukoff 8637 (NY)*; P ARÁ : São Miguel do Guamá, D.A. Lima & G.A. Black 48-3110 (IAN); Belém, estr. Providência-Japará, A. Ducke 1646 (NY); rio Guamá, beira do rio Irituia, R.L. Fróes 20600 (IAN). S. opacifolia - BRASIL: R ONDÔNIA : Porto Velho, Vila Caneco, Mineração Jacundá, G. Vieira et al. 249 (MG)*. S. pachyphylla - BRASIL: A CRE : Rio Branco, Camanié, J.G. Kuhlmann 726 (RB)*. S. solimonensis - COLÔMBIA: A NTIOQUIA : San Carlos, J.L. Zarucchi et al. 6739 (HUA)*. S. spectabilis - BRASIL: A MAZONAS : Esperança, lago do Genipapo, A. Ducke 1574 (IAN)*.
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Biologia reprodutiva de Passiflora capsularis L. e P. pohlii Mast. (Decaloba, Passifloraceae).

Biologia reprodutiva de Passiflora capsularis L. e P. pohlii Mast. (Decaloba, Passifloraceae).

Passifl ora capsularis é uma espécie de distribuição disjunta nas Améri- cas e no Brasil ocorre do Pará ao Rio Grande do Sul (Milward-de-Azevedo & Baumgratz 2004). Foi estudada na Reserva Particular do Patrimônio Natural do Caraça (RPPN - Caraça), no município de Catas Altas, Minas Gerais (20º05´S, 43º29´W). A RPPN possui uma área de 11.233 ha, com altitudes variando de 800 a 2.072 m. O clima da Serra do Caraça é do tipo Cwb, segundo a classifi cação de Köppen (Antunes 1986). A população estudada, composta por 15 indivíduos, ocorre nas imediações de edifi ca- ções. Passifl ora pohlii ocorre na Bolívia e em áreas de cerrado no Brasil (Milward-de-Azevedo & Baumgratz 2004). A população de P. pohlii, com 14 indivíduos, foi estudada no município de Belo Horizonte, Minas Gerais (19º52´S 43º57´W), em remanescentes de cerrados na região da Pampulha. A altitude é de 800 m e o clima da região é do tipo Cwa (Antunes 1986). O material testemunho de ambas as espécies está depositado no BHCB, sob os números de registro 81675 e 86003.
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Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

As Passifloraceae são predominantemente tropicais e subtropicais, com cerca de 20 gêneros e 650 espécies (Killip 1938; Cervi 1997; Ulmer & MacDougal 2004). Ocorrem nas áreas mais quentes da América com algumas espécies na Ásia e Austrália e uma espécie em Madagascar. No Brasil ocorrem quatro gêneros, Mitostemma Mast., Dilkea Mast., Ancisthrothyrsus Harms e Passiflora L., com cerca de 120 espécies, a maioria subordinada ao gênero Passiflora (Killip 1938). O gênero Passiflora subg. Passiflora apresenta cerca de 400 espécies de distribuição pantropical, a maioria nas Américas, sendo o Brasil e a Colômbia os países com maior número de espécies (Cervi 1997). Na Bahia, o gênero é representado por 31 espécies, com distribuição ampla, ocorrendo em praticamente todos os biomas do Estado (Nunes & Queiroz 2006). Caracteriza-se por apresentar gavinhas axilares, nectários extra-florais no pecíolo foliar, flores com androginóforo e corona de filamentos
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A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

A ofensiva da direita para criminalizar os movimentos sociais no Brasil

dominante brasileira. O fato do desenvolvimento econômico brasileiro ter alicerces nas demandas do mercado externo e ter promovido uma crescente desigualdade social exigiu – com exceções de breves períodos históricos – uma permanente repressão aos movimentos sociais. Basta lembrar que no modelo de desenvolvimento econômico agro exportador (1500 -1930) foram quatro séculos de trabalho escravo. E depois da Abolição da Escravatura (1888), as condições de trabalho e de vida a que eram submetidos os camponeses pobres vindos da Europa em muito pouco se diferenciavam às do trabalho escravo. E, aos trabalhadores urbanos ,restavam a repressão policial, prisões, assassinatos e deportação aos seus países de origem. Não é sem razão que durante o período da República Oligárquica (1889-1930) a questão social foi tratada como caso de polícia. Mesmo o período de industrialização (1930-1980) ocorreu, na maior parte do tempo, sob regimes ditatoriais: entre a ditadura de Getúlio Vargas (1930-1945) e do regime militar (1964-1984), houve o governo de Gaspar Dutra (1946-1951) que se notabilizou pelas leis anti-greves, por combater o movimento sindical autônomo e ao colocar, mais uma vez, na ilegalidade o Partido Comunista do Brasil (PCB). É nesse cenário de repressão aos movimentos sociais que o Brasil completou seu ciclo de industrialização, se tornou uma das maiores potências capitalistas, mas aumentou sua dependência externa e a desigualdade social.
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Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Formas de resistência camponesa: visibilidade e diversidade de conflitos ao longo da história

Portanto, as negociações em torno das alternativas de ocupação do espaço físico e social marcaram e impregnaram a proposição de modos de vida orientados por valores cuja elaboração tornou possível a legitimidade da coexistência política e cultural. Modos de vida que também reafi rmam o direito à luta pela autonomia, emblematizada pela célebre referência à vida na fartura. Ora, tudo isso, relembramos, fora construído no contexto de imposição de formas de dominação objetivadas com base na grande produção. Por esse motivo, a vida segundo a lógica expropriatória objeti- vada na grande propriedade foi concebida como destruidora da dignidade social. A honra estava (assim e inclusive) pautada pela defesa do acesso à alimentação, todavia em condições socialmente concebidas como adequa- das à reprodução saudável do trabalhador e dos membros de sua família. Dessa forma, no Brasil, os produtores agregados pela forma de orga- nização camponesa estão presentes como atores sociais que participaram e participam da construção da sociedade nacional. Esse reconhecimento não se funda tão-somente em uma dimensão politizada de defesa dessa visibilidade social. Ele também se explica pelos princípios de constituição das formas hegemônicas de organização da produção social. Destacaremos três dimensões desse protagonismo. Em primeiro lugar, o campesinato representa um pólo de uma das mais importantes contradições do capital no Brasil, que consiste em sua incapacidade de se “libertar” da propriedade fundiária. O signifi cado que a propriedade da terra tem até hoje, como um elemento que ao mesmo tempo torna viável e fragiliza a reprodução do capital, gera uma polarização (de classe) entre o proprietário concentrador de terras (terras improdutivas) e aquele que não tem terras sufi cientes. Desse fato decorrem duas conseqüências principais. Por um lado, essa contradição não é residual na sociedade brasileira, constituindo-se um dos pilares de sua estrutura social; por outro, a principal luta dos camponeses é pela construção de seu patrimônio, condição sine qua non de sua existência. Essa luta foi e continua sendo muito forte em diversos momentos e sob as mais variadas formas. Ela tem um caráter eminentemente político e corresponde ao que se costuma chamar o “movimento camponês”.
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João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

João Márcio Mendes Pereira Doutorando em História pela Universidade Federal Fluminense Contato eletrônico: joao_marcio1917yahoo.com.br Resumo: O texto analisa a luta política em torno da implementação dos programas orientados

O segundo desdobramento foi ter bloqueado por quase dois anos o empréstimo que o BM faria ao governo federal para financiar o Banco da Terra em todo país. Em outras palavras, foi a pressão internacional sobre o Painel de Inspeção que tencionou a negociação do novo empréstimo do BM ao governo brasileiro, a qual encontrava-se em estágio avançado em dezembro de 1998 (BANCO MUNDIAL, 1999, p. 3). Criou-se uma situação de impasse, na medida em que a implantação em larga escala do MRAM no Brasil não encontrava o necessário respaldo político. Afora o setor patronal ⎯ sempre a favor ⎯, havia apoio político apenas em nível local, por parte de alguns sindicatos de trabalhadores rurais no Nordeste, do braço agrário da Força Sindical em São Paulo e, mais importante, das federações sindicais nos estados do Sul, cuja bandeira central nunca foi a luta por terra, mas sim a disputa por políticas agrícolas mais favoráveis aos pequenos agricultores. Existia, portanto, uma adesão concreta de entidades sindicais, em parte reflexo da adesão social a tais programas. Porém, o fato era que as principais organizações nacionais de representação de trabalhadores rurais ⎯ a CONTAG e o MST ⎯ posicionavam-se em bloco contra o novo modelo através do Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo. Enquanto houvesse unidade política das entidades que compunham o Fórum
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Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

Influências de Usinas Hidrelétricas no Funcionamento Hidro-Ecológico do Pantanal Mato-Grossense - Recomendações

Esta publicação tem como objetivo registrar e divulgar as recomendações resultantes do Workshop “Influências de usinas hidrelétricas no funcionamento hidro-ecológico do Pantanal, Brasil” realizado durante o VIII INTECOL – Conferência Internacional de Áreas Úmidas, em Cuiabá (20-25 de julho de 2008), que teve como objetivo embasar tecnicamente e de forma multidisciplinar a discussão sobre a conservação dos processos hidrológicos que regem o funcionamento e as inter-relações ecológicas características do Pantanal Mato-Grossense. O documento discute com propriedade a importância dos chamados “pulsos de inundação”, ou ciclos de cheias e secas anuais e interanuais, os quais influenciam, por sua vez, as relações sociais, culturais e econômicas da população pantaneira.
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Morfoanatomia foliar de Ficus subg. Urostigma (Gasp.) Miq. (Moraceae)de ocorrência na Paraíba e revisão etnomedicinal de Ficus L. para o Brasil

Morfoanatomia foliar de Ficus subg. Urostigma (Gasp.) Miq. (Moraceae)de ocorrência na Paraíba e revisão etnomedicinal de Ficus L. para o Brasil

Ficus L., com cerca de 750 espécies, é o mais rico da família Moraceae, com ampla distribuição nas regiões tropicais do mundo. O gênero caracteriza-se por possuir plantas lactescentes, hábito arbóreo, arbustivo e lianas, muitas vezes hemiepífitas crescendo em ramos de árvores ou nas axilas das folhas de palmeiras. No Brasil, ocorrem cerca de 100 espécies de Ficus, popularmente conhecidas como “figueiras” e/ou “gameleiras”, muitas das quais aproveitadas como fontes de produtos têxteis, alimentícios e de uso na medicina popular. Este trabalho teve como objetivo realizar um estudo da morfoanatomia foliar de três espécies de Ficus sugb. Urostigma (Gasp.) Miq. encontradas na Paraíba: Ficus cyclophylla (Miq.) Miq., Ficus elliotiana S. Moore e Ficus caatingae R.M. Castro, e uma revisão da etnomedicina das espécies brasileiras do gênero. Secções transversais de folhas (lâmina e pecíolo) foram realizadas em micrótomo, em material incluído em metacrilato, posteriormente coradas com azul de toluidina. O estudo da venação, das células epidérmicas, testes histoquímicos e MEV foram realizados seguindo os métodos usuais para cada análise. Foi realizada uma revisão da etnomedicina de Ficus, mediante uma pesquisa na bibliografia e em vários bancos de dados. As três espécies estudadas compartilham os seguintes caracteres: mesofilo dorsiventral, feixes vasculares colaterais, presença de inclusões citoplasmáticas do tipo drusas e cristais prismáticos (distribuídas em todos os tecidos da folha), colênquima do tipo angular, epiderme com paredes anticlinais poligonais retas, anfígena, hipoestomática e estômatos anomocíticos. Possuem caracteres diferencias que as distinguem de suas espécies afins, principalmente com relação à organização estrutural do mesofilo, bordo, contorno e vascularização do pecíolo. Com relação à revisão etnomedicinal, foram registradas 27 espécies (23,3%) utilizadas como medicinais no Brasil. Dentre as indicações terapêuticas mais comuns, destacaram-se aquelas referidas para o sistema digestório e contra verminoses intestinais (29%). As partes da planta mais utilizadas foram folhas (63%), seguidas do uso do látex (51,8%). O uso oral foi a principal via de administração (72,7%). A anatomia foliar foi mais relevante que a morfologia externa e pode ser usada para a caracterização das três espécies e para subsidiar o controle de qualidade de suas drogas vegetais, uma vez que forneceu caracteres distintivos para as mesmas. Além disso, o levantamento etnomedicinal forneceu o registro de plantas com usos populares que podem servir de base para a eleição de espécies que poderão ser empregadas como fonte de compostos biologicamente ativos.
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Análise da morfologia do fruto em espécies de Cyperus L. subg. Cyperus - Cyperaceae.

Análise da morfologia do fruto em espécies de Cyperus L. subg. Cyperus - Cyperaceae.

ABSTRACT – (Morphological analysis of fruit characteristics in species of Cyperus L. subg. Cyperus - Cyperaceae). A morphological analysis of the fruit and its surface was carried out in 16 taxa of Cyperus L. subg. Cyperus from Southern Brazil, aiming to obtain useful characteristics for differentiation. In the macromorphological analysis, characters like size, shape, color and those related to the base of the fruit are especially relevant. In the micromorphological analysis, the most important characters are surface ornamentation, distribution and shape of the epidermal cells, height and limits of the anticlinal walls, type of silica bodies and presence or absence of connections between these and the anticlinal walls. Comparative tables for the taxa are provided and the diagnostic value of each character is discussed. The results support the differentiation of species that can be separated by external morphology, but have limited value in the differentiation of similar species. On the other hand, the results support proposals of synonymy for several taxa at specific or infra- specific levels.
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The rediscovery of Passiflora kwangtungensis Merr. (subgenus Decaloba supersection Disemma): a critically endangered Chinese endemic

The rediscovery of Passiflora kwangtungensis Merr. (subgenus Decaloba supersection Disemma): a critically endangered Chinese endemic

The genus Passiflora L. consists of ca. 526 species (Feuillet and MacDougal 2003) with native ranges throughout the southern United States, Mexico, Central, and South America. In addition, there are 24 species of Passiflora endemic to the Old World. The Old World species are recognized within two subgenera: subgenus Tetrapathea (DC.) Rchb. (Krosnick et al. 2009) and subgenus Decaloba (DC.) Rchb.. Subgenus Tetrapathea consists of three species restricted to Australia, New Zealand, and Papua New Guinea. Subgenus Decaloba supersection Disemma (Labill.) J.M. MacDougal & Feuillet contains the remaining 21 species found throughout Asia, Southeast Asia, and the Austral Pacific (Krosnick and Freudenstein 2005). Supersection Disemma con- tains three sections: section Octandranthus Harms, with 17 Asian and Southeast Asian species, section Disemma (Labill.) J.M. MacDougal & Feuillet, with three Australian endemics, and lastly, the monotypic section Hollrungiella Harms from Papua New Guinea. The largest section, Octandranthus, has its center of diversity in China with 13 of the 17 species in this clade distributed there. These species are found in Yunnan, Guangdong, Guangxi, Jiangxi, Hunan, and Hainan Provinces (Wang et al. 2007). The native Passiflora in China exhibit high levels of endemism, seldom display overlapping distributions, and are in general extremely rare. Of those 13 species found in China, Passiflora wilsonii Hemsl., P. eberhardtii Gagnep., P. jugorum W.W. Sm. and P. tonki- nensis W.J. de Wilde are the only species found in surrounding countries as well, and these primarily represent narrow range expansions beyond the borders of China south into Vietnam, or west into Myanmar or India.
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A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

A produção da exclusão educacional no Brasil Introdução

De outra forma, também não há uma reprodução especular das estruturas sociais. Goldthorpe (2000) posiciona-se contrário à perspectiva de Bourdieu, uma vez que a expansão educacional não reproduziu as desigualdades anteriormente verificadas. Sobre o tema, ainda posiciona-se em alinhamento com a perspectiva de Boudon, precisamente em relação a dois pontos específicos: “first, in starting from the ‘structural’ theory of aspirations of Keller and Zavalloni (1964) and, secondly, in regarding the process that generate class differentials as operating in two different stages” (Golthorpe: 2000, 169). Além do reprodutivismo de Bourdieu, a Teoria da Desigualdade Maximamente Mantida (MMI) também aponta para mecanismos perversos que impedem o avanço de políticas equitativas, como é o caso da expansão do acesso à educação. Assim, o aprofundamento da reflexão acerca deste processo histórico no Brasil e seus elementos centrais podem ser relevantes para a reflexão do cenário educacional contemporâneo, a avaliação de suas políticas públicas, o enfrentamento de desafios atuais e entraves ao desenvolvimento que há muito tempo já deveriam ter sido superados. Este trabalho objetiva tratar de três dimensões centrais para a democratização da educação: o acesso, o rendimento e o desempenho. Posteriormente, aprofundar-se-á a investigação sobre os determinantes da aprendizagem (proficiência) e sua produção desigual.
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Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Wahlverwandtschaft: pós-neoliberalismo e neodesenvovimentismo no Brasil — Outubro Revista

Diante do quadro social imposto pelas políticas neoliberais no Brasil, o horizonte teórico do pós-neoliberalismo parecia tender para a necessidade da superação da ordem. Mas este rápido suspiro logo passou, à medida que se tornou evidente que a ordem do capital não se restringia ao ajuste político promovido pelo neoliberalismo. De acordo com Emir Sader, no entanto, o período de hegemonia do neoliberalismo teria provocado duas incompreensões fundamentais. A primeira, decorrente da interpretação de que se tratava do estágio final do capitalismo, levando muitos ao equívoco de pensar que a transição só poderia se dar para o socialismo. A segunda, vinda da concepção do “fim da história”, que aponta para a impossibilidade de qualquer construção política fora dos limites da ordem capitalista neoliberal. Para o autor, essas incompreensões precisavam dar lugar a uma análise das condições concretas da realidade brasileira e latino-americana. A seu ver, o neoliberalismo teria encontrado seu limite sem que tivesse surgido no horizonte histórico um projeto alternativo que o substituísse em escala global, de modo que, a alternativa possível estava, apenas, no pós-neoliberalismo. (I BID ., p.136-137).
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FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

FIGUEIREDO COUTINHO 2003 Aeleiçãode2002 OpiniãoPublica

José Serra, por sua vez, realizou um percurso bem mais tortuoso até chegar ao segundo turno das eleições de 2002. Primeiro, teve que vencer as disputas internas de seu partido, o PSDB, e por não ser unanimidade, recebeu críticas e perdeu apoio interno. Apesar disso, contava com aspectos favoráveis: a aliança com o PMDB garantiu-lhe o maior tempo no horário eleitoral, o candidato tinha simpatia de grande parte do empresariado, melhor preparo acadêmico do que Lula e experiência administrativa adquirida após a passagem por vários cargos executivos, entre eles o Ministério da Saúde. Deste último, saiu reconhecido pela população como corajoso e realizador, por ter conseguido implantar a legislação sobre os medicamentos genéricos no país e por fazer do Brasil referência internacional no tratamento da AIDS.
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Biologia floral e fragrâncias das flores de Passiflora L

Biologia floral e fragrâncias das flores de Passiflora L

Dentro das passifloras existe vasta literatura dos casos de espécies polinizadas por aves (SNOW; SNOW 1980; SNOW, 1982; VARASSIN; TRIGO; SAZIMA 2001), morcegos (SAZIMA; SAZIMA, 1978), mamangabas (JANZEN, 1968; GOTTSBERGER; CAMARGO; SILBERBAUER-GOTTSBERGER, 1988; MELETTI; OLIVEIRA; RUGGIERO, 2010) e em algumas ocasiões polinização por vespas tem sido observada (MacDOUGAL 1994; KOSCHNITZKE; SAZIMA, 1997). As flores de Passiflora podem ser facilmente catalogadas dentro dos respectivos grupos (síndromes) de polinização, em função da morfologia floral e outras características mais especificas, como o tipo de fragrância floral emitida e o horário de antese. As passifloras polinizadas pelas aves abrem as flores durante o dia, as quais normalmente são de coloração vermelhas até rosa, com um profundo tubo floral e sem fragrância perceptível para os humanos. As espécies polinizadas por morcegos geralmente têm flores brancas que abrem a noite e produzem uma fragrância sutil. Muitas espécies de Passiflora são polinizadas por himenópteros e neste grupo de espécies pode se achar variações nas formas, tamanhos e cores das flores, as quais regularmente são brancas, roxas ou azuis e apresentam fragrâncias florais marcantes (LINDBERG; KNUDSEN; OLESEN, 2000).
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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

É possível afirmar que hoje, no Brasil, convivem dois tipos de lati- fundiários. As duas espécies de latifundiários vivem da renda da terra. A primeira espécie obtém uma renda “presente”. O segundo tipo conta com a garantia de uma renda “futura”. No primeiro caso, o latifundiário “rentista” é resultado do desenfreado processo de especulação imobiliária no campo. José Martins assinala que “há muito tempo, os capitalistas paulistas deixa- ram para trás as grandes plantações de arroz, feijão, milho e outros cereais. No lugar dos cereais, ocuparam o espaço com novos gêneros de exporta- ção, especulação imobiliária, pastagens e pecuária extensiva. Nesse pro- cesso surgiu um novo latifúndio, uma velha criatura, agora revigorada pe- las suas relações econômicas com as empresas ou investidores do chamado agrobusiness. Sua base é a renda fundiária capitalista, que os latifundiários recebem alugando pastos para os arrendatários capitalistas”. 21
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Thelypteris subg. Meniscium (Thelypteridaceae - Pterophyta) no Estado de São Paulo, Brasil.

Thelypteris subg. Meniscium (Thelypteridaceae - Pterophyta) no Estado de São Paulo, Brasil.

Thelypteris longifolia é relacionada com T. maxoniana e T. arborescens (Willd.) C.V. Morton (América Central, Colômbia, Venezuela, Equador, Guianas e Brasil - região Amazônica). No entanto, T. maxoniana possui tricomas glandulares curto- pedicelados e capitados, presentes em toda a face abaxial das pinas, raramente alguns tricomas simples e setiformes presentes na face abaxial da costa. Segundo Smith (1992), as diferenças entre T. arborescens e T. longifolia são desprezíveis e as duas talvez possam ser sinonimizadas. Segundo esse autor, as diferenças das duas são primariamente de tamanho, sendo que T. arborescens possui folhas e pinas menores. Alguns exemplares de Minas Gerais e do Paraná são transicionais entre T. longifolia e T. maxoniana, apresentando tricomas glandulares e tricomas simples na face abaxial das pinas, especialmente na costa. Smith (1983) já citava a ocorrência de formas transicionais no Brasil e na Colômbia. Uma futura reavaliação da delimitação exata destas três espécies é necessária.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A indústria da cana sempre teve grande importância na economia e no processo histórico brasileiros. A atividade adquiriu dimensão ainda maior no Brasil com a cri- se internacional nos anos 70, que causou forte alta no mercado petroleiro e impulsio- nou o setor canavieiro, a partir da criação do Proálcool. De 1972 a 1995, o governo brasileiro incentivou o aumento da área de plantação de cana e a estruturação do com- plex o sucro- alcooleiro, com grandes sub- sídios e diferentes formas de incentivo. O Instituto do Açúcar e do Álcool, por ex em- plo, foi responsável durante quase 60 anos por toda a comercialização e a ex portação do produto, subsidiando empreendimen- tos, incentivando a centralização industri- al e fundiária sob o argumento da “mo-
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Morfologia foliar comparada de Passiflora L. (Passifloraceae)

Morfologia foliar comparada de Passiflora L. (Passifloraceae)

do caule de P. edulis Sims, uma vez que esta espécie é por vezes utilizada como adulterante de amostras comercias de P. alata Curtis, as autoras encontraram características anatômicas capazes de distinguir essas espécies como, por exemplo, o contorno da nervura mediana em seção transversal, e a distribuição dos tricomas. Kurtz et al. (2003) estudaram a morfologia e anatomia foliar de P. actinia Hooker com a finalidade de contribuir para a identificação da espécies, uma vez que esta é utilizada na medicina popular e por vezes é confundida com outras espécies de Passilora. Jáuregui et al. (2002) descreveram a anatomia foliar de quatro espécies, P. foetida var. moritziana (Planch.) Killip ex Pulle, P. oerstedii Mast., P. suberosa L. e P. tuberosa Jacq. com a finalidade de contribuir na caracterização das espécies e na delimitação dos táxons os quais pertencem essas espécies, para os autores a organização do tecido vascular da nervura central parece ser uma característica importante para a família, devido a diferença encontrada entre as espécies na distribuição dos feixes vasculares. Meruvia et al. (1993a, 1993b) descreveram caracteres anatômicos e morfológicos das folhas de P. capsularis L. e P. campanulata Mast, no primeiro realizaram uma anatomia descritiva da folha objetivando ampliar o conhecimento da organização estrutural, no seguinte realizaram uma análise comparada entre as duas espécies, no qual observaram diferenças entre a disposição dos feixes vasculares na nervura central e no pecíolo. Metcalfe & Chalk (1979) foram os pioneiros nos estudos anatômicos dessa família, os autores analisaram principalmente a folha e o caule de diversas espécies, incluindo espécies dos gêneros Passiflora e Adenia, identificaram diversas características distintas e semelhantes na anatomia foliar, entre as quais os estômatos anomocíticos em todas as espécies, e mesofilo por vezes isolateral em espécies de Adenia e Passiflora.
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