Top PDF Palmeiras (Arecaceae) das restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palmeiras (Arecaceae) das restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palmeiras (Arecaceae) das restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Distribuição e ecologia: ocorre desde Piauí e Pernambuco até o Rio Grande do Sul. No Estado do Rio de Janeiro exemplares de B. setosa foram vistos em todas as restingas percorridas, tanto nas matas secas como nas alagadas. Predomina nitidamente nas restingas, sendo encontrada em populações menores em outros ecossistemas, já tendo sido avistada em altitudes até ca. de 1.000 m.s.m. (Fernandes 1995). B. setosa desenvolve-se melhor em locais alagadiços, onde produz touceiras mais densas, caules com entrenós curtos e raque foliar com espinhos mais estreitos, longos e escuro-amarelados. Já em lugares de solo mais seco costuma apresentar touceiras menos volumosas, com entrenós mais alongados, folhas mais curtas e raque foliar com espinhos de menor comprimento, alargados, semi-achatados e de coloração escura brilhante. De todas as espécies do gênero Bactris endêmicas de mata atlântica, é a que apresenta distribuição total mais ampla (Fernandes 1995).
Mostrar mais

12 Ler mais

A família Eriocaulaceae nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

A família Eriocaulaceae nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

No Brasil, Eriocaulaceae compreende cerca de 600 espécies distribuídas em oito gêneros. O principal centro de diversidade da família é a Cadeia do Espinhaço, onde concentram-se a maioria dos estudos taxonômicos. Entretanto, as áreas de restingas também possuem uma diversidade considerável de espécies de Eriocaulaceae. Este trabalho traz o tratamento florístico das Eriocaulaceae ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro. Foi registrada a ocorrência de 12 espécies, distribuídas em seis gêneros, sendo uma de Actinocephalus, duas de Comanthera, três de Leiothrix, três de Paepalanthus, duas de Syngonanthus e uma de Tonina. A maioria das espécies foi encontrada em locais arenosos, secos e com pouca vegetação ao redor. Somente uma espécie foi encontrada em local úmido e com muita vegetação. São apresentadas ilustrações, descrições, chave de identificação, além de comentários sobre distribuição geográfica e variação morfológica das espécies. Palavras-chave: flora, Leiothrix, Paepalanthus, Syngonanthus, taxonomia.
Mostrar mais

14 Ler mais

Moraceae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

Moraceae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

Materiais selecionados: Arraial do Cabo, 4.III.2008, L.C. Pederneiras 381, 382 et al. (R). Cabo Frio, Estação de Rádio da Marinha Campos Novos, 29.X.2008, L.C. Pederneiras 491, 500 et R.W. Lacerda (R); Restinga da Praia do Peró, 14.IX.1968, D. Sucre 3634 (RB, GUA). Macaé, 31.X.2008, L.C. Pederneiras 532, 534 et R.W. Lacerda (R). Maricá, 2.IX.2008, L.C. Pederneiras 473 (R). Quissamã, 17.IV.1979, D. Araujo 2298 et N.C. Maciel (GUA). Rio de Janeiro: Restinga de Jacarepaguá, 11.VII.1961, A.P. Duarte 5618 (RB); Grumari, 23.III.2004, M. Botelho s/n (GUA 48700). São João da Barra, 22.I.2008, L.C. Pederneiras 362 et R.W. Lacerda (R). Saquarema, 17.I.2008, L.C. Pederneiras 356 et A.F.P. Machado (R). Ficus maximiliana é endêmica do Brasil, ocorre somente no Espírito Santo e Rio de Janeiro, na floresta ombrófila densa e na estacional semidecidual do nordeste fluminense. Ampla ocorrência nas restingas fluminenses. Nas restingas fluminenses ocorre em sete localidades de restinga (São João da Barra, Macaé, Barra de São João, Cabo Frio, Maricá, Rio de Janeiro e Grumari), numa extensão de ocorrência ca. 8800 km 2 , na Formações de Mata Seca ou Inundável. A
Mostrar mais

16 Ler mais

Micro-himenópteros associados com galhas de Cecidomyiidae (Diptera) em Restingas do Estado do Rio de Janeiro (Brasil).

Micro-himenópteros associados com galhas de Cecidomyiidae (Diptera) em Restingas do Estado do Rio de Janeiro (Brasil).

Com relação às famílias de plantas, as Myrtaceae, Fabaceae e Malpighiaceae, apresentaram o maior número de famílias de Hymenoptera associadas (Tabela 1). As Myrtaceae compreendem cerca de três mil espécies no mundo e são mais diversificadas nas Américas e Austrália. Estão muito bem representadas nas Restingas fluminenses, contribuindo significativamente para a fisionomia desse ambiente. Constituem a família de planta hospedeira com maior riqueza de galhas de Cecidomyiidae em Restingas do Estado do Rio de Janeiro, com 25 morfotipos. Compõem, portanto, um complexo diversificado e abundante, capaz de suportar uma grande variedade de parasitóides.
Mostrar mais

14 Ler mais

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

A pesquisa da helmintofauna presente em A. fulica obtida no Estado do Rio de Janeiro, até 2007 (Thiengo et al., 2008), resultou no registro de A. abstrusus e/ou Strongyluris-like em sete municípios (Campos dos Goytacazes, Duque de Caxias, Mangaratiba, Maricá, Niterói, Rio de Janeiro e São Gonçalo). O prosseguimento desta pesquisa com o exame de 1.102 indivíduos adicionais de A. fulica amplia a ocorrência destas formas larvais para outros quatro municípios (Angra dos Reis, Barra do Piraí, Bom Jesus de Itabapoana e Valença) e registra a presença de Rhabditis sp. em A. fulica procedentes de Bom Jesus de Itabapoana, Barra do Piraí, Duque de Caxias, Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Valença. Algumas das amostras obtidas em Angra dos Reis, Barra do Piraí, Bom Jesus de Itabapoana, Duque de Caxias, Maricá, Niterói, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti, São Sebastião do Alto e Valença apresentam ainda outras formas larvais que requerem estudos complementares visando a identificação específica do nematódeo. Estes registros corroboram estudos anteriores (e.g., Thiengo & Fernandez, 2010) de que A. fulica já se encontra inserida em ciclos de vida de diversos parasitos da fauna silvestre e doméstica no Brasil.
Mostrar mais

5 Ler mais

Ulmaceae, Cannabaceae e Urticaceae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

Ulmaceae, Cannabaceae e Urticaceae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

1998; Sytsma et al. 2002; Hadiah et al. 2008). Para a classificação das comunidades vegetais foram usadas as definições de Araujo et al. (1998). A distribuição geográfica e o habitat foram tomados em Pederneiras (2009). A ocorrência das espécies está de acordo com a classificação de Veloso et al. (1991) e as localidades de restingas com Araujo (2000), acrescidas de Baía de Guanabara e Parati. Somente as espécies carentes de ilustração foram ilustradas. Todas as espécies foram enquadradas como populações reprodutoras e avaliadas sob os critérios de Miller et al. (2007), onde estabelece quatro etapas (ou passos) no processo de classificação das espécies em risco de extinção regionais, sendo o passo dois, o estabelecimento da avaliação pelos critérios da Lista Vermelha da IUCN (2001), e o passo três, a aplicação dos critérios regionais da IUCN (2003). A proporção da população global presente nas restingas foi auferida calculando-se a razão do total de municípios globais sob o total de localidades de restingas fluminenses, baseado no material examinado por Pederneiras (2009). Para verificar a existência de possíveis fontes de imigração de propágulos para as restingas fluminenses, verificou-se em herbários a existência da espécie em localidades interioranas no estado do Rio de Janeiro.
Mostrar mais

15 Ler mais

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Nyctaginaceae Juss. ocorrentes nas restingas do estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudadas oito espécies de Nyctaginaceae Juss., com o objetivo de caracterizá-las palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da fl ora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. As espécies examinadas foram Boerhavia diffusa L., Bougainvillea glabra Choisy, B. spectabilis Willd., Guapira obtusata (Jacq.) Little, G. opposita (Vell.) Reitz, G. pernambucencis (Casar.) Lund., Leucaster canifl orus (Mart.) Choisy e Mirabilis jalapa L. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise de microscopia eletrônica de varredura foi utilizada em grãos de pólen não acetolisados, para confi rmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confi rmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen da espécie B. diffusa L. são grandes, apolares, esferoidais, 12-18-porados, com sexina espiculada; as espécies de Bougainvillea possuem grãos de pólen médios, isopolares, suboblatos, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, sexina reticulada contendo espinhos diminutos sobre o muro e báculos livres no interior dos lumens; em Guapira os grãos de pólen são médios, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar grande, 3-colpados, colpos apresentando opérculo, sexina espinhosa em G. obtusata e G. pernambucensis, e microrreticulada em G. opposita; L. canifl orus apresenta grãos de pólen pequenos, isopolares, prolato-esferoidais, âmbito subtriangular, área polar pequena, 3-colpados, sexina reticulada; M. jalapa apresenta grãos de pólen muito grandes, apolares, esferoidais, pantoporados (ca. 32 poros), sexina espinhosa. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que as espécies analisadas apresentam certa heterogeneidade polínica quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia da família.
Mostrar mais

7 Ler mais

Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro.

RESUMO - (Palinologia de espécies de Malpighiaceae Juss. ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro). Foram analisadas 17 espécies subordinadas a oito gêneros ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, com o objetivo de contribuir para a caracterização polínica dessas espécies e para o catálogo polínico das restingas do Rio de Janeiro. Os grãos de pólen foram acetolisados, analisados e fotomicrografados sob microscopia de luz. Para observar detalhes da superfície, grãos de pólen não acetolisados foram analisados em MEV. Apenas Byrsonima sericea possui grãos de pólen isopolares, pequenos e tricolporados. Nas demais espécies os grãos de pólen foram apolares e apresentaram atributos que foram utilizados na chave polínica sendo as principais caraterísticas utilizadas, o tamanho dos grãos de pólen, a quantidade e dimensões dos poros, a ornamentação da sexina e dos colpóides. Conclui-se que as espécies são palinologicamente distintas e as características polínicas mostraram ser um bom recurso disponível aos pesquisadores que poderão utilizar na taxonomia e demais áreas afins.
Mostrar mais

11 Ler mais

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

RESUMO – (Palinologia de espécies de Solanum L. (Solanaceae A. Juss.) ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil). Foram estudados 21 táxons de Solanum L., com o objetivo de caracterizá-los palinologicamente e, assim, contribuir para a elaboração de um catálogo polínico da flora das restingas do Estado do Rio de Janeiro. Os táxons examinados foram Solanum affine Sendtn., Solanum americanum Mill. var. americanum, Solanum argenteum Dunal ex Poir., Solanum aturense Dunal, Solanum caavurana Vell., Solanum capsicoides All., Solanum carautae Carv., Solanum cordifolium Dunal, Solanum curvispinum Dunal, Solanum echidnaeforme Dunal, Solanum gardneri Sendtn., Solanum indigoferum A. St.-Hil., Solanum insidiosum Mart., Solanum mauritianum Scop., Solanum paludosum Moric., Solanum paniculatum L., Solanum paratyense Vell., Solanum pseudoquina A.St.-Hil., Solanum sisymbriifolium Lam., Solanum torvum Sw., Solanum velleum Sw. Os grãos de pólen foram acetolisados, mensurados, descritos e fotomicrografados. A análise sob microscopia eletrônica de varredura foi utilizada, em grãos de pólen não acetolisados, para confirmar as descrições feitas sob microscopia de luz e, em alguns casos para confirmar as descrições de abertura e ornamentação. Constatou-se que os grãos de pólen são pequenos ou médios, isopolares, subprolatos a oblato-esferoidais, 3-colporados, sexina granulada, rugulado-granulada ou escabrada. Pela análise dos resultados obtidos pôde-se concluir que os táxons analisados apresentam certa heterogeneidade polínica, quanto à forma, aos atributos das aberturas e à ornamentação da sexina, podendo-se usar estes caracteres na taxonomia do gênero.
Mostrar mais

12 Ler mais

Avaliação do risco de extinção das Urticineae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

Avaliação do risco de extinção das Urticineae das restingas do estado do Rio de Janeiro.

Material selecionado: ACRE: Cruzeiro do Sul, Rio Moa, Igarapé São Francisco, 9.V.1971, Maas et al. 12827 (R). ALAGOAS: Ibateguará, 15.VI.2002, M.Oliveira & Grilo 977 (HUEFS). AMAPÁ: Porto de Santana, 10.II.1960, J.P.P.Carauta 137 (R). AMAZONAS: Manaus, Reserva Florestal Ducke, 17.IV.1997, M.A.D.Souza et al. 352 (SP). BAHIA: Alagoinhas, 5.XI.2002, M.R.Fonseca 570 (ALCB). CEARÁ: Cratéus, 5.VI.2002, F.S.Araujo 1575 (HUEFS). ESPÍRITO SANTO: Anchieta, 10.V.1988, J.Gomes 586 (SP); Colatina, 28.I.1997, M.Arbor et al. 7757 (CEPEC). GOIÁS: Campinaçu, 25.X.1995, Walter et al. 2862 (SP). MARANHÃO: São Luis, 9.VI.1992, Muniz 160 (RB). MATO GROSSO: Cáceres, 23.XI.1984, Emmerich et al. 5275 (R). MATO GROSSO DO SUL: Três Lagoas, 7.IV.1999, A.Amaral et al. 307 (ALCB). MINAS GERAIS: Descoberto, 2.XII.2001, R.M.Castro 729 (GUA). PARÁ: Altamira, 30.X.1977, A.S.Silva et al. 198 (RB). PARAÍBA: Pedras de Fogo, 7.III.2001, Bayma 659 (HUEFS). PARANÁ: Londrina, XII.2002, Estevan et al. 366 (RB). PERNAMBUCO: Brejo da Madre de Deus, 18.X.1999, Nascimento 264 (CEPEC). PIAUÍ: Teresina, 18.III.2006, Pederneiras & Carvalho 204 (R). RIO DE JANEIRO: Cabo Frio, Parque Municipal do Mico Leão Dourado, 30.X.2008, L.C.Pederneiras & R.W.Lacerda 510 (R). RIO GRANDE DO NORTE: Natal, 6.XI.1980, s/c 225 (R). RIO GRANDE DO SUL: Belém Novo, 18.I.1964, Castellanos 24476 (GUA). RONDÔNIA: Ariquemes, 12.V.1982, L.O.A.Teixeira et al. 368 (RB). RORAIMA: Caracaraí, 15.VI.1985, I.Cordeiro et al. 51 (SP). SANTA CATARINA: Concórdia, 10.IX.1986, J.A.F.Costa 66 (R). SÃO PAULO: Luiz Antonio, 7.X.1999, Nicolau & Faria 1935 (SP). TOCANTINS: Esperantina, 30.XI.1999, Pedro 5 (HUEFS).
Mostrar mais

13 Ler mais

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Euphorbiaceae Juss: espécies ocorrentes nas restingas do Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Foram reconhecidos até o momento , 31 espécies de 16 gêneros da família Euphorbiaceae Juss. nas restingas fluminenses. Alguns destes gêneros apresen- tam-se como os de maior di[r]

9 Ler mais

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Pode-se perceber, na tabela 5, que a escola conseguiu apresentar evolução nos resultados obtidos nas avaliações da Prova Brasil e no fluxo interno, no ano de 2011, e além de manter sua evolução no ano ano de 2013, apresenta um resultado significativo. Segundo os dados do Nível Socio Econômico (NCE), disponibilizado pelo INEP, essa escola obteve 5 numa escala de 1 a 7, sendo 1 referente a altos índices de vunerabilidade social e 7 referente a nivel socioeconômico bom. Apesar de estar na Média socioeconômica, o que foi levado em consideração na presente pesquisa foi a região Baixada Fluminense, o município e seu índice de IDH, o qual a escola está inserida, que ainda apresenta carência em muitos serviços como segurança, educação, cultura, lazer, entre outros, que impactam indiretamente na vida acadêmica do aluno. A Tabela 6, abaixo, evidencia os resultados do SAERJ – IDERJ C.E. Doutor Anibal Viriato de Azevedo:
Mostrar mais

106 Ler mais

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010); o Ato Unificado “Você Pensa que a Copa é Nossa?”, em 30 de julho de 2011, ocasião em que cerca de 700 manifestantes bloquearam um dos aces- sos à Marina da Glória – local do sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo – e uma comissão fez chegar às autoridades do governo uma carta com as reivindicações do movimento (Granja; Gomes, n. 80, ago. 2011); a manifestação na Feira Internacional Soccerex, em 26 de novembro de 2011, frequentada por empresários, cartolas e ex-joga- dores de futebol de todo o mundo; o Ato “O Maraca é Nosso”, contra a privatização do estádio pelo governo do estado e a apropriação priva- da dos recursos públicos nele investidos em nome dos megaeventos; o Ato Nacional de Lançamento do Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil (apresentado à Prefeitura) e do Portal Popular da Copa, em 12 dezembro de 2011; e o protesto do mesmo Comitê Popular da Copa no Aeroporto Internacional do Galeão, ho- ras antes da chegada da Bandeira Olímpica – que pretendia entregar ao prefeito o “Troféu Remoção”, composto por um tijolo, com uma armação em metal com pedras de cimento (Tabak, 2012)
Mostrar mais

20 Ler mais

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Esta pesquisa buscou avaliar os limites da implementação do Programa Reforço Escolar, criado pela Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro, em junho de 2012, nas escolas da Regional Metropolitana VII. O objetivo deste trabalho é identificar e analisar a existência de problemas na sua implementação, além de verificar as causas da falta de adesão ou da adesão parcial das escolas que não o desenvolveram. Tal Projeto visa à diminuição dos índices de reprovação em Matemática e Língua Portuguesa no ensino médio e à elevação dos resultados nas avaliações em larga escala como SAERJ, SAERJINHO, SAEB e PROVA BRASIL. Para a coleta de dados, foi aplicado um questionário a professores e gestores em duas escolas da Regional em estudo: uma que aderiu ao projeto e outra que não desenvolveu nenhuma de suas ações. Na sua análise, foram investigados os fatores extraescolares e intraescolares que dificultaram a adesão das escolas. A partir deles, apresentou-se um Plano de Ação Educacional (PAE) que propõe estratégias de divulgação do Projeto, além de reforçar a ideia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos educandos. Ele sugere, ainda, o aprimoramento da metodologia do Projeto e levanta questões a respeito da estrutura das escolas envolvidas no processo.
Mostrar mais

129 Ler mais

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, RJ, Brasil). Este trabalho representa uma síntese do conhecimento florístico de briófitas do Parque Nacional da Restinga de Jurubatiba, com resultados de campo, material de herbário e publicações. Foram registrados 61 táxons de briófitas, pertencentes a 15 famílias e 33 gêneros. Para cada táxon foram analisados a distribuição geográfica, o tipo de substrato e a forma de vida. A família predominante foi Lejeuneaceae (25 espécies), seguida de Jubulaceae (sete), Calymperaceae (quatro) e Sphagnaceae (quatro). Entre as espécies, predominaram as de distribuição Neotropical (35%). Com relação ao substrato preferencial, a maior parte dos táxons é corticícola. A forma de vida predominante foi o tapete, seguido pelo tufo e a trama. O Parque possui brioflora bastante representativa no que diz respeito à vegetação de restinga, com 45% dos táxons de briófitas conhecidas para as restingas no Brasil e 82% das conhecidas para as restingas do estado do Rio de Janeiro. É apresentada uma chave para identificação das espécies.
Mostrar mais

13 Ler mais

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
Mostrar mais

137 Ler mais

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir de 1977, teve início a realização de movimentação interna de servidores para o preenchimento das vagas e atendimento das carências no âmbito da inspeção escolar no estado do Rio de Janeiro. Até o ano de 2007, os professores inspetores escolares da Secretaria de Estado de Educação eram indicados entre os professores efetivos da rede estadual que possuíam a graduação em Pedagogia, ou Pós-Graduação na área de administração ou supervisão/inspeção escolar. Naquele mesmo ano, o procedimento para ocupação do cargo foi alterado, e a SEEDUC/RJ realizou o primeiro concurso público para o cargo de Professor Inspetor Escolar, para o preenchimento de 500 vagas. Com o ingresso dos aprovados no referido concurso, a atuação da Inspeção escolar no estado se expandiu – após um longo tempo com um número reduzido de inspetores no quadro funcional. Esta expansão, aliada a um contexto social voltado para a garantia do direito à educação, previsto no artigo 6º da Constituição (BRASIL, 1988), trouxe de volta ao sistema estadual uma ação mais visível da inspeção escolar, aumentando sua importância no sistema educacional, e, ainda, a sua visibilidade. Este fato pode ser observado com a mudança de estrutura da Secretaria de Estado de Educação: em 2007, ano da realização do concurso, a inspeção escolar era uma coordenação, com equipes de acompanhamento e avaliação regionais. Sete anos depois, na nova estrutura da secretaria, esta passou a ser uma Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo, com três coordenações internas e 16 coordenações regionais. Este fato legitima a importância e o poder conquistados pela inspeção, com o ingresso de novos inspetores, com idades, formações e perfis diferentes dos poucos inspetores que ainda restavam do período anterior ao concurso.
Mostrar mais

119 Ler mais

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
Mostrar mais

197 Ler mais

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
Mostrar mais

120 Ler mais

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Os Grêmios Estudantis compõem uma das mais duradouras tradições da nossa juventude. Pode-se afirmar que no Brasil, com o surgimento dos grandes Estabelecimentos de Ensino secundário, nasceram também os Grêmios Estudantis, que cumpriram sempre um importante papel na formação e no desenvolvimento educacional, cultural e esportivo da nossa juventude, organizando debates, apresentações teatrais, festivais de música, torneios esportivos e outras festividades. As atividades dos Grêmios Estudantis representam para muitos jovens os primeiros passos na vida social, cultural e política. Assim, os Grêmios contribuem, decisivamente, para a formação e o enriquecimento educacional de grande parcela da nossa juventude. O regime instaurado com o golpe militar de 1964 foi, entretanto, perverso com a juventude, promulgando leis que cercearam a livre organização dos estudantes e impediram as atividades dos Grêmios. Mas a juventude brasileira não aceitou passivamente essas imposições. Em muitas escolas, contrariando as leis vigentes e correndo grandes riscos, mantiveram as atividades dos Grêmios livres, que acabaram por se tornar importantes núcleos democráticos de resistência à ditadura. (PARANÁ, 2010, apud MARTINS, 1999, p. 6)
Mostrar mais

101 Ler mais

Show all 10000 documents...

temas relacionados