Top PDF Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Anuais, cespitosas, sem rizomas. Colmos fl oríferos 7-10 cm compr., eretos, nós 2-3. Folhas concentradas na base; bainhas foliares glabras ou pubescentes; lígulas 0,3-0,8 mm compr.; lâminas 1,5-3,5x0,2-0,3 cm, lineares, agudas, não se estreitando em direção à base, lanadas. Infl orescências com (2)3-4 ramos, 1-1,5 cm compr., alternos; infl orescência axilar ausente; ráquis com curtos tricomas nas margens ou esca- bras; ápice dos pedicelos glabros. Espiguetas 0,8-1x0,4-0,5 mm, oblongas, plano-convexas, obtusas, solitárias; gluma superior de mesmo comprimento do antécio superior, glabra, 2-nervada, nervuras conspícuas, membranácea; antécio infe- rior neutro, pálea ausente, lema inferior glabro, 2-nervado, nervuras conspícuas, membranáceo; antécio superior 0,7- 0,9x0,4 mm, oboval a oblongo, obtuso, coriáceo, alvo, liso. Material selecionado: BRASIL. Pernambuco: Bezer- ros, 9/IV/2005, J.R. Maciel et al. 16 (IPA, UFP); Bonito, XI/2003, J.R. Maciel & W. C. Silva 97 (IPA); Goiana, 12/ VIII/2007, J.R. Maciel 528 (IPA).
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Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil.

Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil). A fi m de contribuir para o conhecimento dos padrões de distribuição de Paspalum, este estudo trata da distribuição das espécies que ocorrem em Pernambuco. Para isto foi realizada uma intensa revisão de literatura, de coleções depositadas em diversos herbários e de bancos de dados disponíveis na internet, além de coletas no estado de Pernambuco. As 31 espécies analisadas foram classifi cadas em dois padrões de distribuição: amplo, com 29 espécies e restrito, com duas espécies. As espécies do padrão restrito têm sua distribuição na região Nordeste do Brasil, sendo uma endêmica ao domínio do semi-árido e outra, até o momento só registrada para a costa atlântica do Brasil. O padrão de distribuição amplo pode ser subdividido em dois grupos, contínuo e disjunto, os quais por sua vez foram classifi cados em três subgrupos: americano, centro-sulamericano e sulamericano. Discute-se a importância desta análise para melhor compreender as origens da fl ora pernambucana.
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Os gêneros Zanthoxylum L. e Esenbeckia Kunth (Rutaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Os gêneros Zanthoxylum L. e Esenbeckia Kunth (Rutaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Durante o período de coleta, Z. gardneri Engl. não foi amostrado nos municípios percorridos no Estado de Pernambuco. Através de levantamentos realizados nos principais herbários locais, apenas uma coleta foi identificada no município de Exu (PE). Dos materiais enviados de outros herbários do Brasil, o mais representativo foi o do Ceará. A falta de mais exemplares em herbários pode indicar falta de coletas, ameaça de extinção ou, provavelmente, pequena representatividade no Estado. A espécie mais próxima é Z. monogynum. Contudo, Z. gardneri apresenta maior número de folíolos (3-)5-7(-9), oblongo-elípticos, base atenuada, ápice acuminado. No Brasil, ocorre nos Estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Piauí, principalmente na Chapada do Araripe (sul do Ceará e oeste de Pernambuco). Pirani (1999) comentou que esta espécie está restrita à região nordeste, principalmente nos cerrados e carrascos dentro do domínio das caatingas, mas também em florestas úmidas, até 900m de altitude. 1.4 Zanthoxylum hamadryadicum Pirani, Brittonia 45(2): 154, fig. 1. 1993.
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Caracterização epidemiológica e molecular da raiva em bovinos no Estado de Pernambuco, Brasil

Caracterização epidemiológica e molecular da raiva em bovinos no Estado de Pernambuco, Brasil

RESUMO - A raiva é uma antropozoonose de evolução letal causada por vírus do gênero Lyssavirus. É uma das doenças infecciosas responsáveis por causar prejuízos aos produtores rurais, levando a impactos econômicos significativos no agronegócio. Objetivou-se com o presente trabalho determinar o perfil epidemiológico da raiva em herbívoros no Estado de Pernambuco, Brasil, no período de 2007 a 2012. Foi realizado um estudo retrospectivo dos dados relativos aos casos positivos de raiva de herbívoros, levando em consideração o mês e o ano da ocorrência e a região geográfica. As análises moleculares foram desenvolvidas a partir de amostras de encéfalos provenientes das cinco Mesorregiões (Agreste, Mata, Sertão, Metropolitana e São Francisco) do Estado. No período estudado foram detectados 238 resultados positivos para o vírus da raiva em herbívoros, distribuídas espacialmente nas cinco mesorregiões, em 78 (42,1%) dos 185 municípios. Observou-se no decorrer do período uma diminuição significativa na taxa de incidência, com ausência de sazonalidade. Quando se analisou a taxa de incidência levando em consideração as Mesorregiões, observou-se que a Mata foi a que apresentou maior oscilação. Para complementar a análise epidemiológica, 16 amostras foram submetidas à técnica de RT-PCR para amplificação parcial do gene N. As sequências geradas foram alinhadas com sequências homólogas obtidas no GenBank para a construção da árvore filogenética, pelo método Bayesiana. Todas as amostras foram homólogas às sequências de vírus da raiva relacionadas à linhagem do morcego hematófago Desmodus rotundus. Diante dos resultados obtidos, constata-se que o vírus da raiva está presente em todo o Estado de Pernambuco, relacionado à linhagem do morcego hematófago Desmodus rotundus. Os focos de raiva em herbívoros estão distribuídos em graus diferenciados em todas as mesorregiões, porém não se constatou um aumento no número de casos que se repita de forma sistemática em uma mesma época do ano, indicando ausência de sazonalidade. Observou-se, também, uma significativa diminuição da incidência no decorrer do período estudado. Esse panorama enfatiza a importância da contínua realização das atividades de prevenção e controle pela Vigilância Agropecuária.
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Sinopse das espécies de Croton L. (Euphorbiaceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Sinopse das espécies de Croton L. (Euphorbiaceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Sinopse das espécies de Croton L. [Euphorbiaceae] no estado de Pernambuco, Brasil). Este estudo foi baseado na análise de materiais de herbário, referências bibliográfi cas e coletas, revelando a ocorrência de 35 espécies do gênero Croton para o estado de Pernambuco. A maior parte des- tas espécies tem distribuição exclusiva na zona fi togeográfi ca das Caatingas; Croton fuscescens Spreng., C. grewioides Baill. e C. blanchetianus Baill. estendem-se da zona da Mata até a zona das Caatingas; C. polyandrus Spreng. e C. sellowii Baill. ocorrem principalmente na faixa litorânea, em vegetação de restinga; C. argenteus L., C. jacobinensis Baill. e C. triqueter Lam. foram observados apenas na zona da Mata, e C. glandulosus L., C. heliotropiifolius Kunth, C. hirtus L’ Her. e C. lundianus (Didr.) Müll. Arg. apresentam ampla distribuição no Estado. São apresentadas chave de identifi cação, comentários sobre distribuição geográfi ca e habitats, juntamente com ilustrações de características diagnósticas das espécies.
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Orchidaceae em afloramentos rochosos do estado de Pernambuco, Brasil.

Orchidaceae em afloramentos rochosos do estado de Pernambuco, Brasil.

Acianthera prolifera ocorre no Nordeste e Sudeste do Brasil (Barros et al. 2014), sendo citada também para a Venezuela (Dunsterville & Garay 1966). Representa um novo registro para Pernambuco, sendo rara neste estado que é o limite norte de sua distribuição na costa brasileira. A única população conhecida é composta por cerca de uma dezena de indivíduos a cerca de 1.000 m de altitude. Compõe um complexo taxonômico juntamente com Acianthera hamosa Barb. Rodr., A. limae Porto & Brade e A. modestissima Rchb. f., e pode ser diferenciada destas espécies por um conjunto de caracteres morfológicos e morfométricos (Melo & Borba 2011). Na área, se diferencia da outra espécie do gênero pelas folhas ovadas e flores purpúreas.
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Oxalis L. (Oxalidaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Oxalis L. (Oxalidaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Oxalis L. (Oxalidaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil). Este estudo foi baseado na análise morfológica de material herborizado e observação dos espécimes em seu habitat natural. Foram registradas nove espécies diferenciadas, principalmente, pelo sistema caulinar, filotaxia, tipo de folha, cor das flores, tipologia das inflorescências e morfologia das cápsulas. Destas espécies, duas (Oxalis corniculata L. e O. cratensis Oliver ex Hooker) possuem distribuição preferencial nas zonas do Litoral e Mata até a subzona do Agreste. Oxalis psoraleoides Kunth apresenta ampla distribuição em todo Estado. Oxalis triangularis A. St.-Hil. e O. frutescens L. distribuem-se desde as zonas do Litoral e Mata até a subzona do Sertão. Oxalis divaricata Mart. ex Zucc. distribui-se nas subzonas do Agreste e Sertão, ocorrendo também no Arquipélago de Fernando de Noronha. Oxalis hedysarifolia Raddi habita a zona da Mata e a subzona do Agreste apenas em regiões serranas. Oxalis debilis Kunth é restrita a subzona do Agreste e Oxalis glaucescens Norlind é a única com distribuição exclusiva nas caatingas, geralmente, em áreas sedimentares na subzona do Sertão. Chave para identificação, comentários sobre afinidades e distribuição geográfica, bem como ilustrações, são fornecidas.
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A família Bombacaceae Kunth no Estado de Pernambuco, BrasilA família Bombacaceae Kunth no estado de Pernambuco - Brasil.

A família Bombacaceae Kunth no Estado de Pernambuco, BrasilA família Bombacaceae Kunth no estado de Pernambuco - Brasil.

Quararibea turbinata está distribuída na América do sul, tendo sido registrada no Suriname (Lemée, 1952) e Brasil, nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais (Santos, 1969), habi- tando preferencialmente, florestas úmidas próxi- mas ao litoral. Em Pernambuco poucos indivídu- os foram encontrados em remanescentes de Flo- resta Atlântica. A espécie caracteriza-se pelos ra- mos verticilados com folhas simples, pelas flores brancas, pendentes, pelo tubo estaminal totalmente unido com anteras sésseis, como também pelos frutos de cor laranja. Floresce de fevereiro a abril, embora indivíduos floridos tenham sido registra- dos, em novembro, e frutifica agosto e novembro
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Samambaias e licófitas do estado de Pernambuco, Brasil: Blechnaceae.

Samambaias e licófitas do estado de Pernambuco, Brasil: Blechnaceae.

Material selecionado: Amaragi, Engenho Animoso, C.P.L. Luna (UFP32482); Bezerros, Serra Negra, Sítio Frexeiras, 31.VIII.1999, S.R.S. Xavier 32 (UFP); Bonito, Mata da Reserva, 08º30’00”S – 36º00’00”W, 21.V.1996, M. Oliveira & S.S. Lira 301 (UFP); Cabo de Santo Agostinho, Mata do Gurjaú, 12.XII.1990, E.R. Fonseca & R.R. Silva (UFP 8201); Caruaru, Brejo dos Cavalos, ca. 08º18’38”S – 36º00’00”W, 820m alt., 26.V.2001, S.R.S. Xavier & F. Lira 82 (UFP); Jaqueira, Usina Colônia, Mata do Ageró, 08º44’27,4”S – 35º50’37,7”W, 415 m alt., 18.X.2001, M.S. Lopes & M.R. Pietrobom 394 (UFP); Moreno, Reserva Ecológica do Carnijó, Trilha do Fura Barreira, 06.XI.2003, R. Pereira REC260DU (IPA); Quipapá, Mata do Soldado, 08º45’41,8”S – 35º53’04,9”W, ca. 358 m alt., 23.XI.2001, R.A.G. Gueiros et al. 08 (UFP); Rio Formoso, Reserva Biológica de Saltinho, 24.XI.1999, T.N. Patriota (UFP 26021); São Benedito do Sul, Cachoeira do Periperi, 09.II.1994, A.M. Miranda 1302 (UFP); São Lourenço da Mata, Mata São João (Tiúma), IV.1992, I.C.L. Barros et al. (UFP 9214); São Vicente Férrer, Mata do Estado, ca. 07º35’00”S - 35º30’00”W, 640m alt., 31.III.1998, M.R. Pietrobom 4223 (UFP); Tamandaré, 13.I.2000, M. Oliveira 505 (UFP); Timbaúba, Engenho Água Azul, 07º36’31,5”S
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Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

Rayane de Tasso Moreira Ribeiro 2,3,4, Maria Iracema Bezerra Loiola

Terminalia glabrescens pode ser reconhecida e diferenciada de T. amazonia, espécie mais próxima, pelos ramos com coloração ferrugínea (vs. ramos glabros), nervação eucamptódroma-broquidódroma (vs. eucamptódroma), domácias marsupiformes com tufos de tricomas rufescentes (vs. domácias ausentes) e fruto 5-alado (vs. 4-alado), com alas desiguais. A espécie foi registrada para o Brasil, Bolívia e Paraguai (Stace 2010). Em território brasileiro, ocorre em todas as regiões (Flora do Brasil 2020 2017). Cabe ressaltar que Stace (2010) identificou a coleção Ducke & Lima 77 como T. glabrescens; no entanto, ao realizarmos um estudo mais detalhado, verificamos que se trata de T. amazonia. Esse é o primeiro registro para a espécie no Estado de Pernambuco, onde foi encontrada em vegetação de floresta ombrófila densa (figura 1). Coletada com flores em dezembro.
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Caracterização epidemiológica dos casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, Pernambuco, Brasil, 1998 a 2008.

Caracterização epidemiológica dos casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, Pernambuco, Brasil, 1998 a 2008.

Mudanças vêm acontecendo no panorama mundial nos últimos anos devido ao declínio das taxas de fertilidade e mortalidade, e como decorrência a longevidade tem sido apresenta- da como um fenômeno real. Na maturidade, a sexualidade vem acrescida de vários preconcei- tos. O presente trabalho caracterizou os casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, residen- tes no Estado de Pernambuco, Brasil, notifica- dos à Secretaria de Saúde de Pernambuco entre 1 o de janeiro de 1998 e 31 de dezembro de 2008.

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Educação em saúde sobre fatores de risco na ocorrência de quedas em idosos em tempos de pandemia do COVID-19: Relato de experiência / Health educationon risk factors in the occurrence off alls in the elderly in times of the COVID-19 pandemic: Experience r

Educação em saúde sobre fatores de risco na ocorrência de quedas em idosos em tempos de pandemia do COVID-19: Relato de experiência / Health educationon risk factors in the occurrence off alls in the elderly in times of the COVID-19 pandemic: Experience report

Trata-se de um relato de experiência onde foi realizada teleorientação a 17 idosos que desenvolve atividade na pastoral da saúde do estado de Pernambuco, Brasil, nos períodos de junho e julho de 2020, no qual foi abordado por enfermeiras de forma educativa os fatores de risco domiciliares e medidas de prevenção e promoção na redução de quedas.

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Aspectos da distribuição e conservação de Paspalum L. (Poaceae) em Pernambuco.

Aspectos da distribuição e conservação de Paspalum L. (Poaceae) em Pernambuco.

RESUMO - (Aspectos da distribuição e conservação de Paspalum L. (Poaceae) em Pernambuco). Diante da elevada riqueza e importância de Paspalum para a flora de Pernambuco, este trabalho teve como objetivo descrever a distribuição do gênero no Estado e identificar fatores ambientais que potencialmente influenciam na distribuição das espécies, além de abordar a atual situação da conservação das espécies do gênero no Estado. Com o software DIVA-GIS foram elaborados mapas de distribuição das espécies, grids de riqueza por zona e subzona fitogeográfica e uma modelagem previsiva das áreas com melhores condições climáticas para o estabelecimento das espécies analisadas. As espécies com até três registros e/ou restritas a uma localidade foram classificadas como raras. Paspalum ocorre amplamente em Pernambuco, mas a distribuição da maioria das espécies é limitada pelo aumento da sazonalidade no sentido leste-oeste. No trecho que compreende as subzonas da restinga, da mata úmida, da mata seca e do agreste são encontradas todas as espécies analisadas. A subzona da mata úmida apresentou o maior número de espécies, seguida pela subzonas da restinga e do agreste. A modelagem ambiental revelou duas regiões com condições ótimas para as espécies. Estas se encontram em áreas susceptíveis à ação antrópica. Foram registradas doze espécies raras, que ocorrem principalmente nas regiões mais úmidas onde também foi identificada uma área com condições ótimas para o estabelecimento de populações.
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Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil.

Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil). O estudo foi baseado na análise morfológica de materiais herborizados e observação em campo. Foram registradas 17 espécies diferenciadas, principalmente, através do número e forma das sépalas, número e união dos estames, além do sexo da inflorescência e ornamentação da testa das sementes. Dessas espécies, seis (P. amarus Schum. & Thonn., P. tenellus Roxb., P. caroliniensis Walt. subsp. caroliniensis, P. niruri L., P. orbiculatus L.C. Rich. e P. stipulatus (Raf.) Webster) apresentam ampla distribuição no Estado, quatro (P. chacoensis Morong, P. klotzschianus Müll. Arg., P. heteradenius Müll. Arg., P. claussenii Müll. Arg.) restringiram-se a zona das Caatingas, sendo P. chacoensis Morong restrita à vegetação ripária do vale do rio São Francisco e as demais (P. acuminatus Vahl, P. subemarginatus Müll. Arg., P. minutulus Müll. Arg., P. hypoleucus Müll. Arg., P. juglandifolius Willd., P. urinaria L. e P. grandyi M.J. Silva & M.F. Sales) são de ambientes florestais da zona da Mata, podendo ainda alcançar as florestas montanas, “brejos” de Altitude, do interior do Estado. Chave para identificação, comentários sobre afinidades e distribuição geográfica, bem como ilustrações, são fornecidas.
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EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EDUCAÇÃO INTEGRAL NO ESTADO DE PERNAMBUCO: UMA REALIDADE NO ENSINO MÉDIO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

[...] optou por um federalismo cooperativo sob a denominação de regime articulado de colaboração recíproca, descentralizado, com funções privativas, comuns e concorrentes entre os entes federativos. Com efeito, a constituição federal de 1988 reconhece o Brasil como uma república Federativa, formada pe la “União indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal...” (art.1 º da constituição). E, ao se estruturar, assim o faz, sob o princípio da cooperação recíproca, de acordo com os artigos 1 º , 18, 23 e 60, § 4 º ,I. Percebe-se, pois, que em vez de um sistema hierárquico ou dualista, comumente centralizado, a constituição Federal montou um sistema de repartição de competências e atribuições legislativas, entre os integrantes do sistema federativo, dentro de limites expressos, reconhecendo a dignidade e a sua autonomia própria (CURY, 2011, p.158).
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A saúde pública no Brasil

A saúde pública no Brasil

Ao que parece o beriberi é endemico nas prisões da ilha de Fernando de Noronha, pertencente ao Estado de Pernambuco, Brasil. A prevalescencia por sexo mostra que [r]

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Intoxicação por Enterolobium contortisiliquum em bovinos na região Nordeste do Brasil.

Intoxicação por Enterolobium contortisiliquum em bovinos na região Nordeste do Brasil.

RESUMO.- Descreve-se um surto de fotossensibilização causada por favas de Enterolobium contortisiliquum em bovinos no Estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil. Os sinais clínicos observados foram hiporexia, prostração, perda de peso, edema generalizado, dermatite e icterícia. Havia anemia e atividades séricas de AST, LDH e GGT ele- vadas. A concentração sérica de ureia encontrava-se leve- mente aumentada e creatinina, proteínas séricas e albu- mina estavam em níveis normais. Na necropsia, o fígado estava aumentado de tamanho e difusamente alaranjado e os rins estavam aumentados de volume e apresentavam estriações esbranquiçadas irregulares entremeadas por
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A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A IMPLANTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO POR COMPETÊNCIAS NA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS NO ANO DE 2014 – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em 2013, a SEPLAG/MG sistematizou em documento algumas dificuldades na implantação do processo de avaliação de desempenho no Estado*. Quatro delas merecem destaque: I - Resistência inicial ao processo de Avaliação de Desempenho. II - Mudança de cultura a fim de consolidar a cultura do planejamento e do acompanhamento do gestor quanto às atividades realizadas pelo servidor. “A cultura de avaliação, ainda incipiente no setor público, leva algumas chefias, por exemplo, a não se sentirem à vontade para avaliar os servidores de sua equipe. Disso decorre, de certa forma, a resistência de parte dos servidores, chefias e outros atores envolvidos”. III - Falta de credibilidade no processo. “Houve muito receio e desconfiança de que os servidores pudessem ser prejudicados com a implementação de novos instrumentos de gestão diretamente ligados à remuneração e às carreiras e, principalmente, ligados à possibilidade de demissão”. IV - Falta de comprometimento. “Verificou-se a falta de comprometimento por parte dos avaliadores, que alegaram falta de tempo ou mesmo demonstraram total descrédito com relação à Avaliação de Desempenho e não assumiram o acompanhamento dos servidores de sua equipe de trabalho como atividade intrínseca do cargo de chefia que ocupavam e como etapa imprescindível para a Avaliação de Desempenho.”
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Novos biótipos pentaplóides do grupo Dilatata de Paspalum L. (Gramineae) no Sul do Brasil.

Novos biótipos pentaplóides do grupo Dilatata de Paspalum L. (Gramineae) no Sul do Brasil.

O gênero Paspalum tem grande importância no Cone Sul da América do Sul, por englobar gramíneas nativas de bom valor forrageiro e com potencial para melhoramento genético, visando ao estabelecimento de pastagens cultivadas. É caracterizado pela diversidade genética e complexidade, principalmente no que se refere às relações entre os grupos taxonomicamente informais, nos quais o gênero é tradicionalmente dividido (CHASE, 1929; BARRETO, 1974). O grupo Dilatata reúne quatro espécies, cujos genomas básicos (I e J) encontram-se amplamente distribuídos pelo gênero (BURSON & QUARIN, 1982; VALLS, 2000). Paspalum dilatatum destaca-se, no grupo, como a espécie com maior variabilidade.
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