Top PDF Patologia em larvas de Ascia monuste monuste infectadas por Bacillus thuringiensis var. Kurstaki. II. susceptibilidade e virulência.

Patologia em larvas de Ascia monuste monuste infectadas por Bacillus thuringiensis var. Kurstaki. II. susceptibilidade e virulência.

Patologia em larvas de Ascia monuste monuste infectadas por Bacillus thuringiensis var. Kurstaki. II. susceptibilidade e virulência.

Standardization of Bacillus thurin giensis preparations: A new biossay method with Pieris brassicae as test insect.. A bacterial disease of the American cotton leaf worm, Alabama.[r]

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Patologia em larvas de Ascia monuste monuste infectadas por Bacillus thuringiensis var. Kurstaki. I. Sintomatologia externa e interna.

Patologia em larvas de Ascia monuste monuste infectadas por Bacillus thuringiensis var. Kurstaki. I. Sintomatologia externa e interna.

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Biologia e controle microbiano de Urbanus acawoios (Williams, 1926) (Lepidoptera: Hesperiidae): II. patologia e susceptibilidade em larvas infectadas por Bacillus thuringiensis Var. kurstaki (H-3a:3b).

Biologia e controle microbiano de Urbanus acawoios (Williams, 1926) (Lepidoptera: Hesperiidae): II. patologia e susceptibilidade em larvas infectadas por Bacillus thuringiensis Var. kurstaki (H-3a:3b).

RESUMO - Devido à falta de informações sobre zyxwvutsrqponmlkjihgfedcbaZYXWVUTSRQPONMLKJIHGFEDCBA Urbanus acawoios (Williams, 1926) (Lepidoptera: Hesperiidae), e pelos danos severos po[r]

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Biologia e preferência alimentar de Ascia monuste orseis (Latreille) (Lepidoptera: Pieridae) na planta invasora Raphanus raphanistrum L..

Biologia e preferência alimentar de Ascia monuste orseis (Latreille) (Lepidoptera: Pieridae) na planta invasora Raphanus raphanistrum L..

Para o ensaio de preferência alimentar, folhas de nabiça e couve manteiga Brassica oleracea var. acephala foram coletadas e cortadas em forma de discos com um vazador (2,2 cm diâmetro), sendo colocados dois discos de cada material vegetal, alternadamente em placas de Petri (15 cm

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Seletividade de inseticidas a Polybia ignobilis (Haliday) (Hymenoptera: Vespidae) predador de Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera: Pieridae).

Seletividade de inseticidas a Polybia ignobilis (Haliday) (Hymenoptera: Vespidae) predador de Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera: Pieridae).

Selectivity of Insecticides to Polybia ignobilis (Haliday) (Hymenoptera: Vespidae) Predator of Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera: Pieridae) ABSTRACT - The selectivity of carbaryl, deltamethrin, methyl parathion, permethrin and thrichlorfon to the predator Polybia ignobilis (Haliday) was evaluated in dosages which killed 90% of 4th and 5th instars of Ascia monuste orseis (Godart). Methyl parathion (86% average mortality) and carbaryl (62%) were not selective to P. ignobilis; thrichlorfon and permethrin (4%) were more selective while deltamethrin showed intermediate selectivity (26% average mortality). Adults of P. ignobilis with yellow strips (38%) were more tolerant to carbaryl than those without this characteristic (86% average mortality). KEY WORDS: Insecta, predatory wasp, kale leafworm, brassics, pesticides. RESUMO – Avaliou-se a seletividade dos inseticidas carbaril, deltametrina, paratiom metílico, permetrina e triclorfom ao predador Polybia ignobilis (Haliday) em dosagens que causaram 90% de mortalidade em lagartas de 4 o e 5 o
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Estirpes de Bacillus thuringiensis efetivas contra insetos das ordens Lepidoptera, Coleoptera e Diptera.

Estirpes de Bacillus thuringiensis efetivas contra insetos das ordens Lepidoptera, Coleoptera e Diptera.

Abstract – The aim of this work was to select among 300 strains of Bacillus thuringiensis those which are simultaneously effective against larvae of Spodoptera frugiperda J.E. Smith and Anticarsia gemmatalis Hübner (Lepidoptera: Noctuidae), Anthonomus grandis Boheman (Coleoptera: Curculionidae), Aedes aegypti Linnaeus and Culex quinquefasciatus Say (Diptera: Culicidae). Two strains of B. thuringiensis were selected, S234 and S997, which presented activity against those three insect orders. Both strains were characterized by morphological, biochemical and molecular methods. They have presented two main proteins with 130 and 65 kDa, polimerase chain reaction products with expected sizes for detection of the genes cry1Aa, cry1Ab, cry1Ac, cry1B and cry2 and bipiramidal, cubical and spherical crystals.
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Caracterização do gene vip3A e toxicidade da proteína Vip3Aa50 à lagarta-do-cartucho e à lagarta-da-soja.

Caracterização do gene vip3A e toxicidade da proteína Vip3Aa50 à lagarta-do-cartucho e à lagarta-da-soja.

Uma sequência de nucleotídeos com 2.370 pb, que codiicou 789 aminoácidos, foi submetida ao banco de dados GenBank (National Center for Biotechnology Information, 2013). Esta sequência recebeu o número de acesso JQ946639 e foi enviada ao banco de dados Bacillus thuringiensis Toxin Nomenclature (Crickmore et al., 2012), para classiicação, no qual recebeu a denominação de gene vip3Aa50. Para a expressão heteróloga, o gene vip3A do isolado I131 foi subclonado no vetor pET‑28a (Novagen, Itapira, SP), a partir do vetor pGEM‑T Easy. O vetor de expressão foi clivado com a enzima Not I (Fermentas, Saint‑Rémy‑les‑Chevreuses, França) e desfosforilado com a enzima fosfatase alcalina (Fermentas), de acordo com as condições do fabricante. A clonagem, neste sítio de restrição, propiciou a fusão de uma hexa‑histidina à porção N‑terminal da proteína Vip3Aa50. Em seguida, o vetor foi puriicado com o kit QIAquick PCR puriication (Qiagen, Valencia, CA, EUA). O gene vip3A foi retirado do vetor pGEM‑T Easy com a enzima Not I (Fermentas), visualizado em gel de agarose a 0,8%, excisado do gel e puriicado com o kit PureLink (Invitrogen Brasil Ltda., São Paulo, SP, Brasil). A reação de ligação do inserto ao vetor pET‑28a (+) (Novagen) foi realizada em volume total de 20 μL, com: 100 ng do inserto, 25 ng do vetor, 3 U T4 DNA ligase (Promega, Madison, WI, EUA), 1X "rapid ligation buffer" e água deionizada estéril (q.s.p. 20 μL), seguida de incubação a 4°C por 16 horas. O produto desta reação foi utilizado para transformar, por choque térmico, células de expressão competentes de E. coli BL21 (DE3) (Hanahan et al., 1983). O DNA plasmidial dos clones foi extraído (Sambrook & Russel, 2001), e a seleção do clone com o inserto subclonado foi feita por resistência à canamicina; a conirmação da orientação correta foi realizada por sequenciamento com o iniciador T7 (Sanger et al., 1977).
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Susceptibilidade de populações de Simulium (Chirostilbia) pertinax Kollar, 1832 (Culicomorpha, Simuliidae) ao temephos e a um formulado à base de Bacillus thuringiensis var. israelensis.

Susceptibilidade de populações de Simulium (Chirostilbia) pertinax Kollar, 1832 (Culicomorpha, Simuliidae) ao temephos e a um formulado à base de Bacillus thuringiensis var. israelensis.

Esse ensaio foi montado no Riacho Indepen- dência (Paraty), a 6 Km da divisa com o Estado de São Paulo e portanto, em área não sujeita às aplica- ções periódicas de temephos. As larvas f[r]

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CONTROLE BIOLÓGICO DE Brevycorine brassicae (L.) (HEMIPTERA: APHIDIDAE) E Ascia monuste orseis (GODART) (LEPIDOPTERA: PIERIDAE)

CONTROLE BIOLÓGICO DE Brevycorine brassicae (L.) (HEMIPTERA: APHIDIDAE) E Ascia monuste orseis (GODART) (LEPIDOPTERA: PIERIDAE)

Para o tratamento com chance de escolha, foram utilizadas 15 larvas de 24h de idade liberadas no centro de uma placa de Petri (∅ 15cm), previamente forrada com papel filtro umedecido. As larvas foram colocadas na placa em posição eqüidistante a quadrados foliares, de 25cm 2 (5 x 5), confeccionados com folhas de couve, havendo em cada placa quadrados foliares controle x fruto x folha, controle x fruto x semente e controle x folha x semente. Foram feitas 10 repetições, avaliando-se após 24h, o número de lagartas/quadrado foliar e a porcentagem de área consumida (Lara et al. 1999). A avaliação da área consumida foi realizada através de uma matriz de pontos, os quais distavam 0,2cm entre si, sendo que para a obtenção da área consumida, em centímetros quadrados, cada ponto foi multiplicado por 0,04cm 2 . Os testes foram realizados com extratos a 3, 5 e 10% de concentração, em câmara climatizada a 25ºC, 50% de UR e fotoperíodo de 12h. Para o cálculo da área foliar consumida por larva (AFL) foi utilizada a seguinte fórmula:
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Estudies on some aspects of the alimentation of Ascia monuste Godart (Lepidoptera, Pieridae).

Estudies on some aspects of the alimentation of Ascia monuste Godart (Lepidoptera, Pieridae).

Para se testar o valor nutritivo das diferentes variedades de crucíferas, os seguintes parâmetros foram analisados: peso seco das pupas, tempo para pu- pação, porcentagem de emergênci[r]

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Selection of agroindustrial by-products as components of media used for production of Bacillus thuringiensis var. kurstaki Berliner.

Selection of agroindustrial by-products as components of media used for production of Bacillus thuringiensis var. kurstaki Berliner.

ricamente superior à concentração de esporos obtida no meio CNY (padrão). Como em todos os experimentos foram utilizados o mesmo isolado e as mesmas condições de incubação, a variação observada na con- centração de esporos pode ser efeito da composição nutricional sobre o metabolismo das células bacterianas. Tal como o obser- vado, Dulmage (1970) e Hertlein (1981) obtiveram resultados semelhantes, obtendo tanto formulações de meios que foram apropriadas para o crescimento e também para a esporulação de B. thuringiensis, como outras que foram apenas suficientes para um pequeno aumento na concentração do patógeno no meio.
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Eficiência do Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Berliner, 1915) no controle da traça da cera Galleria mellonella (Linnaeus, 1758) (Lepidoptera: Pyralidae).

Eficiência do Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Berliner, 1915) no controle da traça da cera Galleria mellonella (Linnaeus, 1758) (Lepidoptera: Pyralidae).

Imersão dos favos – Utilizou-se metodologia semelhan- te à descrita anteriormente, sendo o B. thuringiensis var. kurstaki diluído em água destilada, homogeneizado e colocado em recipi- ente de alumínio de 10 cm de altura por 20 cm de diâmetro. A quantidade de água utilizada no preparo da suspensão foi de 200 mL, para permitir a imersão dos favos. Estes foram imersos nas respectivas suspensões durante cinco segundos; eliminado o ex- cesso da calda por escorrimento, sendo posteriormente colocados em recipientes de alumínio limpos e transferidos para uma sala climatizada nas mesmas condições de temperatura, umidade rela- tiva e fotofase. Após 12 horas, introduziram-se 10 lagartas de ter- ceiro ínstar em cada favo que constituiu a dieta alimentar ao longo de todo seu desenvolvimento. O tratamento testemunha foi cons- tituído somente de água.
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Efeito Associado de Genótipo de Tomateiro Resistente e Bacillus thuringiensis var. kurstaki Sobre o Desenvolvimento de Tuta absoluta Meyrick (Lep., Gelechiidae).

Efeito Associado de Genótipo de Tomateiro Resistente e Bacillus thuringiensis var. kurstaki Sobre o Desenvolvimento de Tuta absoluta Meyrick (Lep., Gelechiidae).

KEY WORDS: Insecta, South American tomato pinworm, plant resistance, entomopathogenic bacterium. RESUMO - O objetivo do trabalho foi avaliar as possíveis alterações no desenvolvimento de Tuta absoluta (Meyrick) alimentada com folhas de Lycopersicon hirsutum f. glabratum, PI 134417 – resis- tente ao inseto e L. esculentum, ‘Santa Clara’ – suscetível, tratadas com formulação de Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Btk). Para se obter insetos nos diferentes ínstares testados, lagartas recém- eclodidas foram criadas nas plantas de Lycopersicon testadas até o ínstar desejado. Para cada uma das idades larvais (lagartas recém-eclodidas (não alimentadas), 1 o , 2 o , 3 o e 4 o ínstares) foram realizados
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Adequação do hospedeiro e parâmetros relacionados à aptidão de Cotesia glomerata L. (Hymenoptera: Braconidae) em diferentes ínstares de Ascia monuste orseis Godart (Lepidoptera: Pieridae).

Adequação do hospedeiro e parâmetros relacionados à aptidão de Cotesia glomerata L. (Hymenoptera: Braconidae) em diferentes ínstares de Ascia monuste orseis Godart (Lepidoptera: Pieridae).

permitindo-se o parasitismo por duas horas. Subsequentemente, acompanhou-se o desenvolvimento das lagartas que foram alimen- tadas com seções foliares de couve-manteiga. Foram avaliados: a duração de cada ínstar das lagartas, o peso da pupa com quatro dias de idade e a porcentagem de lagartas parasitadas e de mortali- dade. Em relação ao parasitoide, foram avaliados: porcentagem de parasitismo; número de parasitoide por hospedeiro; porcentagem de emergência; razão sexual; peso médio da pupa; número de para- sitoide por lagarta; período ovo-pupa (POP); período pupal (PP); período ovo-adulto (POA). Os resultados indicaram que o segundo ínstar do hospedeiro A. monuste oreseis é o mais apropriado para o parasitismo de C. glomerata por proporcionar maior porcentagem de parasitismo e maior número de descendentes por hospedeiro. PALAVRAS-CHAVE: controle biológico; parasitoide larval; adaptação do hospedeiro, curuquerê-da-couve.
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How feeding on young and old leaves affects the performance of Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera, Pieridae)

How feeding on young and old leaves affects the performance of Ascia monuste orseis (Godart) (Lepidoptera, Pieridae)

The caterpillars fed on new leaves during the last phase of development have shown lower RCRs, both in the group fed on young leaves (Y-Y) and the group fed on old leaves (O-N) in the first stages of development, showing that the characteristics of the young leaves determine consumption. On the other hand, the caterpillars fed on old leaves at the end of the development presented different RCRs in the groups O- O and Y-O: the caterpillars fed previously on old leaves have a lower RCR than the other caterpillars previously provided with young leaves, showing that not only the characteristics of the old leaves (producing more ingestion) but also the previous food influenced RCR. Caterpillars that had previous contact with young leaves reached pupation ingesting a little less food during the fifth instar, and this can be the compensation to a kind of food with low nutritive value but with higher doses of allelochemicals (Slansky & Wheeler 1992). The performance of the caterpillars fed only on new leaves or fed on new leaves until the third instar that have afterwards migrated to older leaves is practically the same. Why then the caterpillars migrate to those old leaves and do not remain in the young leaves, even when the young leaves still remain in the plant? Would there exist different microhabitats both in young and old leaves that could be identified by the caterpillar? Some authors suggest that in certain cases the distance between the new and the old leaves is not sufficient to cause differences in the microhabitat (Moreau et al. 2003). However, other studies (e.g. Catta-Preta & Zucoloto 2003) indicate that the presence of predators can make the difference between continuing to eat a type of food or migrating to other sites. The migration of A. monuste orseis larvae when they reach a certain size to more basal regions of the kale plant, where the
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Cannibalism studies on eggs and newly hatched caterpillars in a wild population of Ascia monuste (Godart) (Lepidoptera, Pieridae)

Cannibalism studies on eggs and newly hatched caterpillars in a wild population of Ascia monuste (Godart) (Lepidoptera, Pieridae)

(Lepidoptera, Pieridae). Ascia monuste, conhecida como lagarta da couve, é especialista em Brassicaceae e considerada herbívora; no entanto, pratica canibalismo. Os experimentos realizados neste trabalho visaram quantificar a ocorrência de canibalismo em A. monuste, verificar se o canibalismo interfere na performance da espécie e se o canibalismo é influenciado pelo tamanho da população. Os parâmetros utilizados para avaliar a performance foram tempo de desenvolvimento, tamanho e peso do adulto, fecundidade, oviposição e sobrevivência. O canibalismo ocorreu em todos os ínstares larvais. Houve uma tendência de aumento da prática de canibalismo com o aumento do número de coespecíficos (presas potenciais). O canibalismo ocorreu com maior intensidade em larvas no final do desenvolvimento larval. De um modo geral, o canibalismo não interferiu na performance da população. A hipótese mais provável para a ocorrência de canibalismo nas circustâncias estudadas neste trabalho seria a de o canibalismo ter função de controle populacional.
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Rev. Saúde Pública  vol.25 número3

Rev. Saúde Pública vol.25 número3

Susceptibility of Aedes aegypti larvae to temephos and Bacillus thuringiensis var israelensis in integrated control.. The susceptibility of field collected Aedes aegypti larvae was evalu[r]

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Braz. J. Chem. Eng.  vol.22 número4

Braz. J. Chem. Eng. vol.22 número4

As shown in Figures 2 to 5, the curves derived from the application of Equation 4 show relatively good agreement with the experimental data, specially when initial glucose concentrations from 30 to 80 g/L were used. In general, deviations were found in the period of cultivation immediately before the stationary phase (Phase II). This behaviour was probably related to the drastic morphological and physiological changes that occurred during Phase II, which is characterised by the aggregation of cells to form clumps with a large number of bacteria, followed by the formation of subterminal spores in isolated cells. Despite these deviations, Bti concentration could be estimated during the exponential and stationary phases, allowing measurement of important evaluation parameters, such as the maximum specific growth rate and the biomass yield from glucose consumption.
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Susceptibilidade de larvas de Cerotoma arcuata Olivier (Coleoptera: Chrysomelidae) a Beauveria bassiana (Bals.) Vuillemin, Metarhizium anisopliae (Metsch.) Sorokin e Bacillus thuringiensis Berliner.

Susceptibilidade de larvas de Cerotoma arcuata Olivier (Coleoptera: Chrysomelidae) a Beauveria bassiana (Bals.) Vuillemin, Metarhizium anisopliae (Metsch.) Sorokin e Bacillus thuringiensis Berliner.

Por meio de bioensaios com B. bassiana, LORD et al. (1987) verificaram que, apesar de o fungo ter sido letal ao adulto, o patógeno não contribuiu para a diminuição significativa da redução dos danos causados pelo inseto, assim como da oviposição e da viabilidade dos ovos. Por outro lado, devido à importância dos danos provocados pelas larvas do inseto, foi realizada tentativa de controle no solo e em sementes, utilizando-se conídios de B. bassiana e M. anisopliae (Metsch.) Sorokin (SÁ et al., 1989; QUINTELA et al., 1990), apresentando, nesse estágio, alta susceptibilidade aos patógenos.
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Bacillus thuringiensis var. israelensis SPS1: caracterização da região promotora de genes cry e efeito em larvas de Aedes aegypti (L.) (Diptera: Culicidae)

Bacillus thuringiensis var. israelensis SPS1: caracterização da região promotora de genes cry e efeito em larvas de Aedes aegypti (L.) (Diptera: Culicidae)

As Figuras 9, 10 e 11 ilustram as digestões e os resultados obtidos nas hibridizações por “Southern blotting” realizadas com as sondas da região promotora dos genes cry4Aa , cry4Ba [r]

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