Top PDF Pegada hídrica dos suínos abatidos nos Estados da Região Centro-Sul do Brasil.

Pegada hídrica dos suínos abatidos nos Estados da Região Centro-Sul do Brasil.

Pegada hídrica dos suínos abatidos nos Estados da Região Centro-Sul do Brasil.

Qualquer cálculo de pegada seja hídrica, ecológica ou de carbono expressa tendências e não valores exatos. Isso se deve à dificuldade de se obter informações confiáveis para realização dos cálculos; variação dos sistemas produtivos e entre os próprios sistemas; condições ambientais e padrões tecnológicos e ausência de banco consistente de dados. Com isso, as informações ficam muito dispersas dificultando seu rastreamento. Essas dificuldades não diminuem a importância do cálculo o qual se propõe a servir como um indicador de uso do recurso natural para instrumento de gestão, além de inserir uma visão sistêmica das cadeias produtivas fundamental para a equalização e gestão ambiental das produções.
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PEGADA HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE SUÍNOS NA REGIÃO NORDESTE BRASILEIRA

PEGADA HÍDRICA DA PRODUÇÃO DE SUÍNOS NA REGIÃO NORDESTE BRASILEIRA

O presente trabalho abordou questões acerca do volume de água gastos na produção de carne suína no nordeste brasileiro. O objetivo do trabalho foi de analisar a pegada hídrica dos suínos abatidos nos estados da região Nordeste durante o período de 2010 a 2015. Foi utilizada, nesse estudo, a metodologia proposta por Chapagain e Hoekstra (2003), que considera para o cálculo a água consumida na produção de grãos (milho e soja), a água de consumida no processo produtivo da carne suína. Uma vez que a região não se configura como uma grande produtora de milho e soja, logo importando o produto de outro estado, foi percebido um gasto maior na limpeza e dessedentação do animal. O estado do Ceará apresentou uma maior pegada hídrica, embora não seja um grande produtor de milho ou de soja.
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Prevalência e genotipagem de Escherichia coli patogênica em carcaças de suínos abatidos em frigoríficos comerciais na Região Sul do Brasil

Prevalência e genotipagem de Escherichia coli patogênica em carcaças de suínos abatidos em frigoríficos comerciais na Região Sul do Brasil

A Escherichia coli produtora de toxina Shiga (STEC) é reconhecida como um importante grupo de patógenos emergentes e de elevado grau de infectividade, mesmo em quantidades pequenas (10 UFC). Estas bactérias tem sido o foco de atenção e da captação de informações sobre sua epidemiologia e seus reservatórios, devido ao aumento de ocorrência de surtos alimentares por ela causados em todo o mundo. As estimativas demonstram que, nos Estados Unidos (EUA) a STEC, oriunda da carne bovina, foi a protagonista de 10.000 a 20.000 episódios anuais de DTA e a responsável por cerca de 200 a 500 óbitos, evidenciados mais frequentemente em crianças e jovens (BROTAM et al., 1995).
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Avaliação do risco de difusão do vírus da febre aftosa em produtos suínos exportados pela região Sul do Brasil

Avaliação do risco de difusão do vírus da febre aftosa em produtos suínos exportados pela região Sul do Brasil

A América do Norte, Austrália, Nova Zelândia, Groelândia e Islândia e grande parte da Europa são considerados países livre de febre aftosa. Focos esporádicos ocorreram em países livres, com exceção da Nova Zelândia, Groelândia, Islândia e as menores ilhas da Oceania. O último foco nos Estados Unidos da América (EUA) ocorreu em 1929 (CFSPH, 2007). O México notificou em novembro de 1947 (DU- SENBERRY, 1955) e 1954 (SARAIVA, 2004) e o Canadá em 1952 (SARAIVA, 2004). A cepa O é o sorotipo de maior prevalência no mundo (RWEYEMAMU et al., 2008). A imunidade contra uma das diferentes cepas não descarta a possibilidade de infecção por umas das outras seis (KITCHING et al., 2005). O primeiro registro da febre aftosa na América do Sul ocorreu por volta do ano de 1870 na então Província de Buenos Aires, Argentina, logo sendo disseminada para a região central do Chile, para o Uruguai e para os estados da região Sul do Brasil, como resultado da impor- tação de animais da Europa. A febre aftosa espalhou-se ainda para os estados bra- sileiros da região centro-oeste e foi registrada durante a primeira metade do século XX no Peru, Bolívia e Paraguai; alastrando-se para Venezuela e Colômbia no ano de1950 e para o Equador em 1961 (RWEYEMAMU et al., 2008).
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Pegada hídrica dos suínos abatidos na região do Corede Serra, RS, Brasil.

Pegada hídrica dos suínos abatidos na região do Corede Serra, RS, Brasil.

Este trabalho teve por objetivo calcular a pegada hídrica dos suínos abatidos nos municípios que compõem o Conselho Regional de Desenvolvimento da Serra (Corede Serra), localizado na região nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, no ano de 2014. A água consumida na produção dos grãos (milho e soja), destinados à alimentação dos animais e a água destinada à dessedentação animal e limpeza das áreas de criação, além da água incorporada aos suínos em crescimento e terminação, foram utilizadas no cálculo da pegada hídrica. A pegada hídrica total dos suínos abatidos foi de 0,19825 km 3 ano -1 , na qual o
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A ATIVIDADE SUCROALCOLEEIRA E O ESTADO JURÍDICO DA QUEIMA

A ATIVIDADE SUCROALCOLEEIRA E O ESTADO JURÍDICO DA QUEIMA

nas propostas do Protocolo de Kyoto, além da busca pela certificação ambiental derivada da “produção sustentável” que beneficiaria o aumento das exportações e o lucro dos produtores. De acordo com a UNICA, 170 fornecedores e 29 associações aderiram ao protocolo. “A colheita de cana sem queima no Estado de São Paulo atingiu mais de 65% da área na safra 2011/2012”. (UNICA, 2013). Entretanto, é importante enfatizar que a área plantada de cana-de-açúcar aumentou ao longo dos anos em todas as regiões do estado de São Paulo e em outros estados do país que não partilham do protocolo e não possuem legislação estadual para a eliminação da queima.
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Aspectos fitogeográficos das espécies de Crotalaria L. (Leguminosae, Faboideae) na Região Sul do Brasil.

Aspectos fitogeográficos das espécies de Crotalaria L. (Leguminosae, Faboideae) na Região Sul do Brasil.

Crotalaria vespertilio possui distribuição um pouco distinta das demais espécies, pois não há continuidade geográfica entre o extremo sul de Santa Catarina (Criciúma e Tubarão) e o oeste do Paraná (municípios de Guaíra e Rio Bonito do Iguaçu). Esta disjunção pode ser devida ao fato de que as populações do Paraná, provavelmente, sejam naturais, visto que esta espécie apresenta continuidade com populações no Mato Grosso do Sul, enquanto as populações encontradas próximo ao litoral de Santa Catarina podem estar associadas à ação antrópica, uma vez que ocorrem somente em margens de rodovias. A presença desta espécie em Santa Catarina também pode ser atribuída à introdução acidental, por ser semelhante morfologi- camente à Crotalaria paulina Schrank, que vem sendo utilizada na adubação verde no restante do país. Província Atlântica – na Região Sul do Brasil esta província abrange o litoral do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, até a latitude 30º S. Possui clima quente e úmido, com precipitação anual superior a 2.000 mm e temperaturas médias anuais entre 19 e 25 ºC, e apresenta a floresta pluvial como vegetação predominante (Cabrera & Willink 1980). Nesta área ocorrem seis espécies, sendo que Crotalaria vitellina possui distribuição quase exclusiva nesta província, com poucos indivíduos alcançando a província Paranaense. Esta espécie é encontrada principalmente em restingas, nas encostas de morros litorâneos e próxima de dunas de areia no Paraná até o litoral de Santa Catarina. Província Pampeana – na Região Sul, abrange a metade sul do Estado do Rio Grande do Sul. Esta província
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UTILIZAÇÃO DA ESTATÍSTICA ESPACIAL PARA ANALISAR A DINÂMICA DO FEIJÃO E DA SOJA NO BRASIL, ENTRE OS ANOS DE 1990 A 2013 Augusto Monso Clemente Dissertação de Mestrado

UTILIZAÇÃO DA ESTATÍSTICA ESPACIAL PARA ANALISAR A DINÂMICA DO FEIJÃO E DA SOJA NO BRASIL, ENTRE OS ANOS DE 1990 A 2013 Augusto Monso Clemente Dissertação de Mestrado

A região do MATOPIBA também terá crescimento de área plantada, destacando-se municípios como Balsas (MA), Campos Lindos (TO), Formosa do Rio Preto (BA) e Uruçuí (PI). Porém, segundo Freitas (2011), a exploração de soja nessa área demanda infraestrutura logística para o escoamento de grãos, e a sua deficiência implica em perda de competitividade, devido agregação de valor no custo da produção em função do frete para escoamento da safra. Visando atender esse entrave algumas medidas estão sendo tomadas e gerando expectativas devido a ampliação do Porto de Itaqui, no Maranhão, aos investimentos públicos em obras como o da Hidrovia do Rio Tocantins, a construção da Ferrovia Norte-Sul e Transnordestina, entre outros projetos, os quais fortalecerão ainda mais o desenvolvimento da produção de grãos nessa região.
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Avaliação da Pegada Hídrica de uma Empresa

Avaliação da Pegada Hídrica de uma Empresa

Com base nos valores obtidos, pode-se afirmar que, caso sejam estudadas opções de melhoria da pegada hídrica da empresa, as melhorias deveriam incidir, prioritariamente, no sentido da redução da pegada hídrica operacional (sobretudo na redução da pegada hídrica cinza). Para a sua redução devem ser efetuados investimentos ao nível do tratamento na ETAR, com vista a uma maior redução da carga poluente dos efluentes. Ao nível da produção, já existem esforços, por parte da empresa, para utilização dos produtos com a melhor relação custo-benefício, que permitem a redução dos impactos e dos custos associados ao processo produtivo. No caso de se estudar a redução da pegada hídrica azul, os investimentos devem ser feitos no sentido da redução das emissões de vapor de água nos processos térmicos onde é retirada água à malha, ou pela inclusão de processos mecânicos mais eficazes ou pelo reaproveitamento do vapor de água emitido. A planificação da produção da empresa é elaborada tendo em conta a adequação do equipamento para a realização dos processos pretendidos, estas considerações contribuem para o aumento da eficácia dos processos.
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Uma medida de sustentabilidade ambiental: pegada hídrica.

Uma medida de sustentabilidade ambiental: pegada hídrica.

A manutenção do equilíbrio entre as sustentabilidades socioeconômicas e ambientais requer não apenas uma compreensão dos fluxos econômicos mas também o conhecimento de quanto da capacidade biológica é necessário para absorver os impactos ambientais produzidos pela humanidade. O conceito dominante de desenvolvimento sustentável consiste em descobrir como o planeta pode proporcionar recursos suicientes para assegurar o bem estar das pessoas, em toda parte. Neste particular, as pegadas ecológica, hídrica e de carbono demonstram que a humanidade está vivendo, atualmente, além da capacidade da Terra (Galli et al., 2012). No início de 1990 o conceito de pegada ecológica (PE) foi introduzido como medida da apropriação humana das áreas biologicamente produtivas por William Rees e Mathis Wackernagel (Rees, 1992; 1996; Wackernagel et al., 2004). Cerca de dez anos depois Hoekstra & Huang (2002) lançaram um conceito similar denominado pegada hídrica (PH) para medir a apropriação humana da água doce no globo. Muito embora ambos os conceitos tenham raízes e métodos de medição diferentes, em alguns aspectos os dois conceitos os têm em comum pois traduzem o uso de recursos naturais pela humanidade (Hoekstra, 2009). A PE expressa o uso de espaço (hectares) enquanto a PH mede o uso total de recursos de água doce (em metros cúbicos por ano).
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O Brasil no mundo: conjecturas e cenários.

O Brasil no mundo: conjecturas e cenários.

Nesse cenário, a identidade de interesses e de valores básicos entre Europa, Japão e Estados Unidos cria condições para uma gestão compartilhada dos as- suntos internacionais, que passa a se fazer cada vez mais por meio de entendi- mentos estabelecidos no interior de redes globais associando burocracias públi- cas e privadas, o que tende a privar as questões relativas à primazia de determina- do Estado na política mundial de todo sentido. Nesse contexto, as divergências entre Europa e Estados Unidos no plano da segurança estão superadas, operan- do-se entre os parceiros uma divisão funcional de trabalho que preserva intacto o papel integrador da Otan. Plenamente ajustada aos parâmetros econômicos e políticos predominantes em escala global, a China mantém seu dinamismo e se consolida como um dos principais pólos de crescimento da economia mundial. A Rússia integra-se à União Européia, depois de implementar as reformas reque- ridas para sua inclusão. E a Índia, com uma economia muito mais aberta do que no presente, converte-se em país líder em segmentos de alta tecnologia.
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Câncer de mama: mortalidade crescente na Região Sul do Brasil entre 1980 e 2002.

Câncer de mama: mortalidade crescente na Região Sul do Brasil entre 1980 e 2002.

O prognóstico do câncer de mama é bom es- pecialmente se diagnosticado em fases precoces (estágios I e II) e tratado de acordo com os proto- colos atuais. Porém, no Brasil, cerca de metade dos tumores de mama são diagnosticados nos estágios III e IV 7 , o que pode estar diretamente relacionado à falta de um programa de rastrea- mento que inclua a realização de exame clínico das mamas, mamografia anual e a identifica- ção de grupos populacionais com risco elevado para o desenvolvimento do câncer de mama. A mamografia, como método para rastreamento, é uma medida de impacto na redução da mor- talidade, especialmente em mulheres de 50 a 69 anos 15 . Sabe-se ainda que, além da necessidade de médico radiologista habilitado para a inter- pretação de laudos mamográficos, a qualidade técnica desse exame é fundamental para a redu- ção dos casos de falsos negativos 16 .
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Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

Distribuição geográfica e escoamento da produção de biocombustíveis da região sul do Brasil

A agroindústria brasileira se destaca no cenário mundial, o país é o segundo maior produtor de soja e também o maior produtor de cana-de-açúcar do mundo, sendo estas, as duas principais matérias-primas para a produção de biocombustíveis do país. O objetivo desta pesquisa concentrou-se na análise do escoamento da produção de biocombustíveis da Região Sul do Brasil. Partiu-se da espacialização das usinas cadastradas na Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, sobrepondo as ferrovias e as principais rodovias federais presentes nos três estados. De acordo com a agência, a região possui 48 usinas cadastradas em sua plataforma, das quais, 35 estão localizadas no Paraná, 12 no Rio Grande do Sul e uma em Santa Catarina. Conforme analisado, o modal rodoviário é o mais utilizado na Região Sul para o transporte de biocombustíveis, seguido pelo modal ferroviário.
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Bluetongue virus antibodies in cattle and sheep in Southwest and Southeast regions of Rio Grande do Sul, Brazil.

Bluetongue virus antibodies in cattle and sheep in Southwest and Southeast regions of Rio Grande do Sul, Brazil.

A primeira evidência do VLA no Brasil foi descrita por Silva (1978), que relatou a presença de anticorpos fixadores de complemento em bovinos e ovinos em São Paulo. A partir daí, vários inquéritos sorológicos realizados no território brasileiro em bovinos, caprinos, ovinos e bubalinos, por meio da técnica de imunodifusão em gel de ágar (IDGA), indicaram que o vírus está amplamente distribuído em todas as regiões testadas (Lobato,1999; Laender, 2002).

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Rev. bras. geriatr. gerontol.  vol.15 número3

Rev. bras. geriatr. gerontol. vol.15 número3

Neste número são publicados 17 artigos originais e um artigo de revisão. Ao apreciarmos suas origens, identificamos que seis são provenientes da Região Nordeste do Brasil (estados de Pernambuco, Maranhão, Bahia e Ceará); seis artigos vêm da Região Sul (Rio Grande do Sul e Paraná); três são do estado de São Paulo; um do Mato Grosso e um do Distrito Federal. Há também um artigo proveniente da França. Curiosamente, neste número não há sequer um artigo do estado onde está sediada a RBGG: o Rio de Janeiro.

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Prevalência de Salmonella sp em suínos abatidos em frígoríficos do Rio Grande do Sul.

Prevalência de Salmonella sp em suínos abatidos em frígoríficos do Rio Grande do Sul.

Além da Salmonella Typhimurium, os sorovares Derby, Bredeney, Anatum, Enteritidis e Agona têm sido os mais encon- trados em suínos portadores no Brasil e no mundo. Vários auto- res já relataram pelo menos um desses sorovares como sendo o mais freqüente em seus estudos (Neiva 1946, Kampelmacher et al . 1963, Riley 1970, Costa et al . 1972, Zebral et al . 1974, Di Guardo et al . 1992, Davies et al . 1998, Weiss et al . 1999). Já entre os sorovares mais freqüentemente isolados em episódios de in- fecção alimentar em humanos no Brasil encontram-se Enteritidis, Typhimurium, Bredeney e Tennessee (Landgraf et al . 1985, Cauduro et al . 1986, Esper et al . 1998, Dias et al . 1999, Jakabi et al . 1999), constatando-se que existem alguns sorovares comuns a ambos os grupos, indicando assim a possibilidade do suíno ter papel importante na transmissão de salmonelose ao humano, mais do que o anteriormente suposto.
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Gestão e saúde mental: percepções a partir de um centro de atenção psicosocial.

Gestão e saúde mental: percepções a partir de um centro de atenção psicosocial.

A participação da gestão na saúde mental em São Lourenço do Sul-RS deixa poucas lacunas em relação a melhorias que poderiam ser realizadas atendendo expectativa de usuários, familiares e téc- nicos. Entretanto, observamos que entre os sujeitos do estudo foram pontuadas algumas expectativas em que se salienta uma sede própria para o serviço CAPS-Nossa Casa para maior qualidade das ações terapêuticas. Essa melhoria foi apontada pelos fa- miliares: Porque eu acho que, eles lá, eles lá, sobre este lado de melhora, a só ser que nesse meio tempo o governo de uma verba melhor pra eles. Eles que tem vontade de ter uma casa própria, deles, que lá é alugado, de repente o governo, dê uma verba melhor que eles possam compra um terreno, fazer a casa própria deles (F[3]1).
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Autogestão, governança setorial e sustentabilidade no complexo agroindustrial canavieiro no século 21

Autogestão, governança setorial e sustentabilidade no complexo agroindustrial canavieiro no século 21

O crescimento da governança corporativa esbarra no modo de governança setorial adotado desde 1999. Como foi aqui apresentado, essa governança pauta-se pela rede de poder cujo centro de decisões estabelece-se no relaciona- mento entre Unica e Orplana, isto é, entre as maiores usinas e os grandes fornecedores de cana, hoje pautados no modelo de gestão iniciado com o Consecana. No entanto, conflitos de interesses ainda são verificados no setor após o Consecana e que dizem mais respeito a questões produtivas. A falta de maturidade organizacional e a ausência de um processo de construção coletiva de um sistema de planejamento de produção (que tenha o objetivo principal de elevar a reputação do setor diante da sociedade brasileira) mantêm, principalmente em épocas de entressafra, o péssimo quadro da baixa oferta interna do álcool (ultimamente agravado devido ao crescimento do consumo do álcool no mercado de combustíveis do Brasil) e também de açúcar (em situações nas quais o mercado externo apresenta preços elevados).
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Pegadas hídrica e de carbono de produtos agrícolas: estudo da água de coco in natura

Pegadas hídrica e de carbono de produtos agrícolas: estudo da água de coco in natura

ubicadas en los municipios de Acaraú, Camocim, Paraipaba y Trairi, además de analizar el sistema de producción publicado en la literatura para cocoteros enanos verdes. Las huellas se calculan según las normas ISO 14046/67, considerando la producción de 1 litro de agua de coco. La huella de carbono es evaluada por la categoría de cambio climático (IPCC), mientras que el perfil de huella hídrica abarca las siguientes categorías y métodos de evaluación: escasez de agua (AWARE), toxicidad y ecotoxicidad (USETox), eutrofización marina y de agua dulce (ReCiPe). Los resultados muestran que el agua de coco producida en Acaraú y Camocim tiene la menor huella de carbono y Paraipaba la menor huella hídrica en relación con la producida en la finca de referencia. El agua de coco de Trairi tenía la peor huella de carbono, mientras que Camocim, la peor huella hídrica. La mayor reducción en la huella de carbono ocurre cuando el huerto de cocoteros se instala en un área que ha sido deforestada y / o cultivada con un cultivo temporal durante más de 20 años. En el caso de la huella hídrica, las mayores reducciones ocurren con menos uso de fertilizantes nitrogenados y agua en el riego.
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Diversidade e distribuição geográfica das espécies de Aristida L. (Gramineae) ocorrentes no Brasil.

Diversidade e distribuição geográfica das espécies de Aristida L. (Gramineae) ocorrentes no Brasil.

Entre as espécies do Centro e Norte do Brasil, é um caráter muito bem definido, servindo para separá-las facilmente ; diminui de importância, entretanto, nas espécies da Região Sul, [r]

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