Top PDF Perdas de solo em diferentes sistemas de uso avaliadas sob simulador de erosão

Perdas de solo em diferentes sistemas de uso avaliadas sob simulador de erosão

Perdas de solo em diferentes sistemas de uso avaliadas sob simulador de erosão

As perdas de solo por erosão hídrica diminuem a fertilidade dos solos, aumentam os sedimentos sobre os meios aquáticos da bacia hidrográfica, causando entre outros a redução da produtividade das espécies vegetais, aumento dos custos para o tratamento da água potável e redução da vida aquática. O trabalho teve como objetivo avaliar as perdas de solo em diferentes sistemas de uso sob simulador de erosão e sua relação com atributos físicos do solo. O trabalho foi implantado no delineamento inteiramente casualizado no esquema fatorial 2 x 5, sendo dois a presença e ausência de cobertura sobre o solo e cinco os diferentes usos, representados pela mata nativa, plantio convencional, plantio direto, floresta plantada com pinus e floresta plantada com eucalipto. Avaliou-se a estabilidade dos agregados em água num aparelho de oscilação vertical graduado, bem como a influência da cobertura morta na geração de sedimentos em simulador de erosão e fertilidade do solo através de análise química. Constatou-se que a presença da cobertura morta reduz as perdas de solos nos diferentes usos. O plantio convencional foi o que apresentou as maiores perdas de sedimentos, sendo estas de 1879,2 ml L -1 de solo erodido, correspondendo a 42,43 % da média geral de geração de sedimentos entre os tratamentos, seguido de plantio direto com 926,6 ml L -1 (20,93 %), floresta plantada com pinus 675,3 ml L -1 (15,25 %), floresta plantada com eucalipto 523 ml L -1 (11,81 %) e mata nativa com as menores perdas sendo esta de 424,3 ml L -1 (9,58 %). As maiores perdas de solos no plantio convencional se devem a maior porcentagem de agregados nas classes de menor diâmetro, ao passo que nos sistemas conservacionistas como plantio direto, floresta plantada com pinus, floresta plantada com eucalipto e mata nativa houveram menores perdas de solo pela maior porcentagem destes agregados nas classes de maior diâmetro, indicando assim que em bons sistemas de uso do solo, mesmo que revolvidos, possibilitam menores perdas de solo por sedimentos. Assim se mostra a grande importância do manejo correto do solo, adotando práticas conservacionistas de modo a, minimizar tanto as perdas de solo como seus constituintes nutrientes, minerais, melhorando a capacidade de troca de cátions, teores de fósforo, matéria orgânica como constatado no presente estudo.
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Erosão hídrica em cambissolo húmico alumínico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo do solo: I. perdas de solo e água.

Erosão hídrica em cambissolo húmico alumínico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo do solo: I. perdas de solo e água.

A variabilidade na rugosidade superficial foi pequena antes do preparo do solo, com uma amplitude de 8,5 mm, influenciada pelo sistema de preparo (Quadro 3). Imediatamente após o preparo, a amplitude de variação da rugosidade aumentou para 51,2 mm, com o maior índice ocasionado pela escarificação + gradagem, seguido do solo sem cultura e aração + duas gradagens, os quais foram, respectivamente, cerca de cinco, três e duas vezes maiores do que o da semeadura direta. Os valores de rugosidade obtidos neste estudo são semelhantes aqueles obtidos por Cogo et al. (1984) e Bertol (1995). O fato de a rugosidade ter sido maior na aração + duas gradagens sem culturas do que na aração + duas gradagens com culturas pode ser explicado pela alteração na estrutura que, no primeiro, manifestou-se pelo aumento do entorroamento por ocasião do preparo, o que não ocorreu no segundo tratamento, apesar de ambos terem sido preparados da mesma forma.
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Erosão hídrica em um Nitossolo Háplico submetido a diferentes sistemas de manejo sob chuva simulada. I - Perdas de solo e água.

Erosão hídrica em um Nitossolo Háplico submetido a diferentes sistemas de manejo sob chuva simulada. I - Perdas de solo e água.

Os preparos de solo conservacionistas, representados principalmente pela semeadura direta e cultivo mínimo, caracterizam-se pela ausência quase que completa de preparo e pelo preparo parcial do solo, respectivamente, pela elevada cobertura superficial no caso da semeadura direta e, no caso do cultivo mínimo, também pela elevada rugosidade (Cogo, 1981; Bertol et al., 1997), o que torna estes sistemas de manejo mais eficazes no controle da erosão hídrica do que os preparos de solo convencionais. Na semeadura direta, particularmente, com o passar do tempo, ocorre um alisamento da superfície do solo, com diminuição da rugosidade (Cogo, 1981) e do volume de macroporos e aumento da densidade (Bertol et al., 2001), decorrentes da ausência de preparo e do ajustamento das partículas nos poros do solo. Apesar disso, este sistema de manejo aumenta a tensão crítica de cisalhamento do solo e a sua resistência à erosão hídrica (Foster, 1982), porque aumenta a consolidação da superfície (Dissmeyer & Foster, 1981) e, ainda, possibilita o ancoramento dos resíduos nas soqueiras das culturas.
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Erosão hídrica em cambissolo húmico alumínico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo do solo: II. perdas de nutrientes e carbono orgânico.

Erosão hídrica em cambissolo húmico alumínico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo do solo: II. perdas de nutrientes e carbono orgânico.

A erosão hídrica é uma das principais causas do empobrecimento dos solos, por causa do transporte de nutrientes. Os nutrientes são transportados pela erosão hídrica adsorvidos aos colóides do solo e, ou, solubilizados, podendo variar com o sistema de preparo do solo. Este trabalho foi desenvolvido no Campus do Centro de Ciências Agroveterinárias de Lages (SC), no período de janeiro de 1993 a outubro de 1998, com o objetivo de quantificar as perdas por erosão de fósforo, potássio, cálcio, magnésio e carbono orgânico sob chuva natural, nos seguintes sistemas de preparo: (a) aração + duas gradagens, (b) escarificação + gradagem e (c) semeadura direta executados no sentido paralelo ao declive, com rotação e sucessão de culturas nos três sistemas. Na rotação, foi utilizada a seguinte seqüência de culturas: soja, aveia preta, feijão, ervilhaca comum, milho, ervilhaca comum, soja, trigo, feijão, nabo forrageiro, milho e aveia preta e, na sucessão, trigo e soja em todos os anos. Outro tratamento constou de (d) aração + duas gradagens + solo sem cultura, preparado no sentido paralelo ao declive. Utilizou-se um Cambissolo Húmico alumínico argiloso, com 0,102 m m -1
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Aspectos financeiros relacionados às perdas de nutrientes por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo do solo.

Aspectos financeiros relacionados às perdas de nutrientes por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo do solo.

A erosão hídrica é a forma mais séria de degradação do solo, pois, além de reduzir a capacidade produtiva deste para as culturas, causa prejuízos financeiros e ambientais em razão da perda de nutrientes a ela associada. A presente pesquisa foi realizada com o objetivo de quantificar as perdas de água e solo, de P, K, Ca e Mg na água e de P disponível e K, Ca e Mg trocáveis nos sedimentos da enxurrada perdida por erosão hídrica, em um experimento realizado sob chuva natural, entre novembro de 1992 e outubro de 2003, no sul do Planalto Catarinense. Calculou-se o custo financeiro desses nutrientes, expressos na forma de superfosfato triplo (P), cloreto de potássio (K) e de calcário (Ca e Mg), perdidos na erosão hídrica, para um Cambissolo Húmico alumínico léptico com declividade média de 0,10 m m -1 , em três
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Perdas de solo, água e nitrogênio por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo.

Perdas de solo, água e nitrogênio por erosão hídrica em diferentes sistemas de manejo.

A unidade experimental constituiu-se de uma parcela com dimensões de 22,1 x 3,5 m. Ela foi delimitada na extremidade superior e nas laterais por chapas galvanizadas cravadas 0,1 m no solo e, na extremidade inferior, por um sistema coletor de enxurrada, composto de uma calha para receber o material erodido conectada por um cano de PVC ao primeiro tanque, de sedimentação, situado 6 m abaixo da parcela. O primeiro tanque estava ligado, por meio de um divisor de enxurrada do tipo “Geib”, com nove janelas, ao segundo tanque de armazenagem.

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Perdas de solo e água num Latossolo Vermelho aluminoférrico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo sob chuva natural.

Perdas de solo e água num Latossolo Vermelho aluminoférrico submetido a diferentes sistemas de preparo e cultivo sob chuva natural.

o menos eficaz no controle das perdas de solo por erosão hídrica, o que pode ser explicado, principal- mente, pelo maior revolvimento ocasionado pelo preparo de solo convencional executado todos os anos nesse tratamento, o qual criou condições favoráveis ao aumento do escoamento superficial e da erosão hídrica, conforme observado por Bertol et al. (1997), Hernani et al. (1997) e Schick et al. (2000). O preparo convencional ainda reduziu a cobertura do solo pela incorporação dos resíduos superficiais, deixando-o exposto à ação da chuva, o que, provavelmente, facilitou o selamento superficial (Duley, 1939), aumentando o volume e a velocidade da enxurrada. A redução nas perdas de solo nos preparos de solo conservacionistas foi ocasionada, provavelmente, pela maior cobertura e menor revolvimento no caso do T 7 e, no caso do T 6 , pela elevada rugosidade
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Erosão hídrica em um Nitossolo Háplico submetido a diferentes sistemas de manejo sob chuva simulada. II - Perdas de nutrientes e carbono orgânico.

Erosão hídrica em um Nitossolo Háplico submetido a diferentes sistemas de manejo sob chuva simulada. II - Perdas de nutrientes e carbono orgânico.

No caso do K, sua concentração na água da enxurrada foi relativamente alta, em todos os tratamentos e em ambos os cultivos (Quadro 2), concordando com Schick et al. (2000b). É possível distinguir dois grupos de tratamentos: um formado pela semeadura direta dessecada, semeadura direta e semeadura direta queimada e outro formado pelos demais tratamentos. A concentração de K foi maior no primeiro grupo de tratamentos do que no segundo. A maior concentração de K na água da enxurrada nos tratamentos do primeiro grupo (tratamentos de semeadura direta), os quais não sofreram preparo do solo, pode ser explicada pela deposição desse nutriente na superfície do solo pelas culturas que o retiraram da subsuperfície, pela decomposição do material orgânico e pela aplicação dos adubos na superfície do solo. No outro grupo de tratamentos, no entanto, o preparo convencional que sofreu preparo do solo apresentou a menor concentração de K na água da enxurrada. A explicação para isso é que a incorporação ao solo dos adubos e dos restos culturais promoveu sua homogeneização, baixando, assim, sua concentração na camada preparada. No caso do campo nativo e solo sem cultivo, a ausência de adubação foi o principal fator responsável, o que concorda com Schick et al. (2000b).
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Perdas por erosão e rendimentos de soja e de trigo em diferentes sistemas de preparo de um latossolo roxo de Dourados (MS).

Perdas por erosão e rendimentos de soja e de trigo em diferentes sistemas de preparo de um latossolo roxo de Dourados (MS).

Centro de Pesquisa Agropecuária do Oeste, em Dourados (MS), entre junho de 1987 e maio de 1995. Os tratamentos, aplicados antes da semeadura de trigo e de soja, cultivados em sucessão, foram: (i) escarificação + gradagem niveladora (ES), (ii) gradagens pesada + niveladora (GP), (iii) plantio direto (PD) e (iv) aração com arado de discos + duas gradagens niveladoras, sem cobertura vegetal (DE). O preparo de solo e a semeadura foram realizados no sentido do declive. O PD foi o tratamento mais eficiente, tanto no controle de perdas de solo e de água quanto em rendimentos de grãos de soja e de trigo. As perdas médias de solo e de água por erosão, relativas aos sistemas PD, ES, GP e DE, foram, respectivamente, de: 0,8; 2,8; 5,3 e 7,3 t ha -1 ano -1 e
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EROSÃO HÍDRICA SOB CHUVA SIMULADA EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO DURANTE O CRESCIMENTO DA SOJA

EROSÃO HÍDRICA SOB CHUVA SIMULADA EM DIFERENTES SISTEMAS DE MANEJO DO SOLO DURANTE O CRESCIMENTO DA SOJA

. Os tratamentos, em duas repetições, consistiram de: i) preparo convencional sem cultivo do solo – tratamento testemunha (SC); ii) preparo convencional com cultivo do solo (PC); iii) semeadura direta sobre resíduo cultural queimado, em solo nunca preparado (SQ); iv) semeadura direta sobre resíduo cultural dessecado, em solo nunca preparado (SD); e v) semeadura direta sobre resíduo cultural dessecado, em solo preparado quatro anos antes, denominada semeadura direta tradicional (ST). Independentemente dos estágios da soja, as perdas de água foram maiores no tratamento PC do que nos sem preparo do solo, enquanto as perdas de solo foram consideravelmente maiores no tratamento PC somente no estágio 3, nos tratamentos de solo cultivado. O ST foi o tratamento mais eficaz no estudo, em termos de redução das perdas de água e solo. Em se tratando da relação da erosão hídrica do solo com sistemas de manejo usualmente empregados nas lavouras, outras variáveis, deveriam ser consideradas, tais como a infiltração de água no solo. Palavras-chave: cobertura do solo, perda de solo, perda de água, cultura da soja
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Perdas de solo e nutrientes num latossolo vermelho-amarelo ácrico típico, com diferentes sistemas de preparo e sob chuva natural.

Perdas de solo e nutrientes num latossolo vermelho-amarelo ácrico típico, com diferentes sistemas de preparo e sob chuva natural.

Os sistemas convencionais aumentam o volume de poros dentro da camada preparada, e a permeabilidade e o armazenamento de ar facilitam o crescimento das raízes das plantas nessa camada, em relação à seme- adura direta e ao campo nativo (Bertol et al., 2000). No entanto, abaixo dessa camada, contrariamente ao que ocorre na semeadura direta e no campo nativo, ocorre redução dessas propriedades apresentando com- portamento inverso da superfície (Bertol et al., 2000). Além disso, os aspectos positivos dos preparos con- vencionais são perdidos, quando o solo, descoberto pelo efeito do preparo, é submetido ao impacto direto das gotas da chuva, favorecendo o desprendimento das partículas de solo e o selamento superficial, consequentemente diminuindo a taxa de infiltração e aumentando o escoamento superficial, o que favorece, a erosão hídrica (Bertol et al., 1997).
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Erosão hídrica em diferentes sistemas de cultivo e níveis de cobertura do solo.

Erosão hídrica em diferentes sistemas de cultivo e níveis de cobertura do solo.

A combinação de época e sistema de cultivo interfere no processo erosivo (Scott Knott, p<0,05), considerando-se o incremento da cobertura vegetal e o preparo do solo. Em SE e PC, a formação do selamento supericial e a diminuição da rugosidade do solo, com as subsequentes chuvas aplicadas, favoreceram o aumento das perdas de solo e água (Panachuki et al., 2011). Em PC, a partir dos 40 DAS, o aumento da cobertura vegetal da soja interferiu nas perdas de solo, reduzindo-as em comparação às primeiras etapas e, consequentemente, aos 80 DAS obteve-se menor perda de solo, quando a cobertura do solo foi máxima. Embora alguns estudos apontem que o escoamento supericial é muito inluenciado por sistemas de preparo do solo, no presente trabalho constatou-se maior inluência das práticas de manejo sobre as perdas de solo do que no escoamento de água em superfície. Engel et al. (2009) constataram que o escoamento supericial é resultante tanto das condições de superfície do solo (cobertura vegetal, cobertura do dossel ou rugosidade ao acaso) quanto das condições físicas do solo e do sistema de preparo que, em subsuperfície, provocam relativo grau de compactação, além de alterar a porosidade interna das camadas supericiais do solo. Entre os fatores que afetam o processo erosivo e o tempo inicial para escoamento em superfície destacaram-se, no presente estudo, as condições de preparo do solo, rugosidade da superfície do terreno, tipo e quantidade da cobertura vegetal sobre o solo, a alteração das propriedades físicas do solo e o teor de umidade do solo antecedente às chuvas.
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Uso e degradação do solo em áreas sob diferentes sistemas de manejo, município de Reserva - PR

Uso e degradação do solo em áreas sob diferentes sistemas de manejo, município de Reserva - PR

A determinação do percentual de agregados foi realizada de acordo com o método de Yoder (1936) descrito por Kiehl (1979). Para isto, foram coletadas quatro amostras em cada nível de profundidade, sendo: 0,0-0,05; 0,05-0,15 e 0,15-0,30m em cada compartimento (alta encosta; média encosta e baixa encosta) de cada área, as amostras de acordo com os pontos e profundidades foram homogeneizadas aos pares, resultando em duas amostras compostas. Escolheu-se este método, por ser até esta profundidade a mais afetada pelas práticas agrícolas e também pela melhor operacionalização do trabalho. Na sequência, as amostras foram levadas ao laboratório de Erosão de Solos da Unicentro, secas ao ar por 72 horas, pesadas e então submetidas ao peneiramento submerso em água para avaliação da estabilidade de agregados.
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Perdas de água e solo sob diferentes padrões de chuva simulada e condições de cobertura do solo .

Perdas de água e solo sob diferentes padrões de chuva simulada e condições de cobertura do solo .

Em estudos de conservação e manejo do solo e da água, além das parcelas experimentais de perda de solo sob chuva natural, têm sido muito empregados os infiltrômetros de aspersão ou simuladores de chuva (PANACHUKI et al., 2006). Estes equipamentos são ferramentas de pesquisa projetadas para a aplicação de água por aspersão de forma similar às chuvas naturais. Mediante caracterização do diâmetro médio, da distribuição e da velocidade terminal das gotas para diferentes intensidades de precipitação e pressão de serviço, a utilização desses equipamentos constitui uma importante ferramenta para agilizar a obtenção de dados e a quantificação das perdas de solo e água, possibilitando a avaliação de tipos de manejo de solo, da cobertura e de sistemas de controle de erosão (CARVALHO et al., 2005).
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INDICADORES DE QUALIDADE DO SOLO SOB DIFERENTES SISTEMAS DE USO NA MESORREGIÃO DO AGRESTE PARAIBANO.

INDICADORES DE QUALIDADE DO SOLO SOB DIFERENTES SISTEMAS DE USO NA MESORREGIÃO DO AGRESTE PARAIBANO.

O menor teor de cátions trocáveis nos solos sob cultivo convencional em relação aos solos sob cultivo orgânico pode ser atribuído às perdas de nu- trientes pouco retidos nos sítios de troca, em função principalmente dos menores teores de matéria orgâ- nica, devendo, dessa forma, ser manejados com cri- térios rigorosos, a fim de atingirem seu máximo po- tencial produtivo, sem que provoque a sua degrada- ção. Por outro lado, os maiores valores obtidos para os teores de nutrientes nos solos sob cultivo orgânico refletem o manejo e o histórico de adição de nutrien- tes, em função do aporte continuo de esterco e mate- riais orgânicos de diversas origens nesses sistemas de cultivo, indicando, também, que o aporte desses materiais e o tempo de manejo orgânico desses solos foram suficientes para alterar a capacidade dos solos em reter cátions, tendo em vista a similaridade da fração granulométrica dos solos das áreas estudadas, o que se refletiu em maior fertilidade desses solos em comparação aos solos sob cultivo convencional.
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Índices de qualidade do solo sob diferentes sistemas de uso e manejo florestal e cerrado nativo adjacente.

Índices de qualidade do solo sob diferentes sistemas de uso e manejo florestal e cerrado nativo adjacente.

No Brasil a expansão de florestas homogêneas com eucalipto em larga escala tem ocupado grandes áreas, sendo que o cerrado tornou-se uma área de importância estratégica para a intensificação das atividades agrossilvopastoris e de produção de madeiras, fibras e energia (FERREIRA et al., 2007). As atividades antrópicas têm gerado degradação ambiental, incluindo erosão e contaminação de solos, sedimentos e corpos d’água, sendo que o modelo impactante atualmente adotado coloca em risco a sustentabilidade dos sistemas produtivos (MOTA; VALLADARES, 2011). Devido o solo ser um importante componente relacionado à produção de madeira, a conservação ou a melhoria da sua qualidade é vital para a sustentação dessa atividade produtiva (CHAER; TÓTOLA, 2007). Nos últimos anos a preocupação com a qualidade do solo tem crescido, na medida em que seu uso e mobilização intensiva podem diminuir a sua capacidade de manter uma produção biológica sustentável (CARVALHO et al., 2004). Assim, é recomendável o monitoramento dos solos sob diferentes sistemas de manejo com vista à preservação da sua qualidade para que o mesmo possa proporcionar uma produção continuada (FIALHO et al., 2008).
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Estoque de nutrientes sob diferentes sistemas de uso do solo de Colorado do Oeste-RO.

Estoque de nutrientes sob diferentes sistemas de uso do solo de Colorado do Oeste-RO.

A substituição da floresta por outro tipo de uso do solo pode levar a perdas significativas na matéria orgânica do solo, alterando sua dinâmica e como consequência alterando as entradas e saídas de nutrientes do sistema. Neste trabalho o objetivo foi avaliar o estoque de nutrientes em diferentes sistemas de uso de solo em Colorado do Oeste-RO. Os sistemas avaliados foram o agroflorestal (teca e cacau), florestal (teca com cinco anos), teca com oito anos, agrossilvopastoril (teca, cacau e pasto) e pastagem tendo a mata nativa como referência. Em cada sistema foram abertas três minitrincheiras, nas quais foram coletadas amostras deformadas e indeformadas nas profundidades de 0 a 5, 5 a 10, 10 a 20 e 20 a 30 cm. Nessas amostras foram determinados os nutrientes: N, P, K, Ca e Mg, a matéria orgânica, a densidade do solo e os teores de argila. Observaram-se diferenças nos estoques de nutrientes no solo entre os sistemas de uso e em profundidade. A concentração de nutrientes foi influenciada pelo sistema de uso do solo. O nutriente mais estocado em todos os sistemas de uso é o Ca, os valores variaram entre 5188,48 e 2912,86 kg ha -1 e o menos estocado o K, com estoques entre 46,22 e 17,33 kg ha -1 . O sistema teca com cinco anos foi o
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Erosão do solo e dimensionamento de faixa ciliar em sistemas de uso do solo na região sul da Bahia

Erosão do solo e dimensionamento de faixa ciliar em sistemas de uso do solo na região sul da Bahia

Assumem grande importância, os resultados encontrados quando se comparando perdas de solo sob cobertura de pastagem e sem cobertura bate-folha, pois, embora, este tenha sido maior em relação ao primeiro, não houve diferença estatística entre eles, embora tenha ocorrido diferença entre os tratamentos com e sem cobertura de pastagem. Resultados semelhantes foram encontrados por Inácio et al. (2004), que encontraram perdas de solo para a condição sem coberturas bate- folha, menores que para solo descoberto em sistemas convencionais. Concordando com o mesmo autor, é provável que esse fato tenha ocorrido devido ás boas condições físicas do solo, encontradas neste ambiente, como a maior agregação, promovidas pelo teor de matéria orgânica advindo da serrapilheira formada, bem como do sistema radicular das plantas de cacau, e da vegetação nativa, que forma o sistema cabruca.
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Fatores relacionados à suscetibilidade da erosão em entressulcos sob condições de uso e manejo do solo.

Fatores relacionados à suscetibilidade da erosão em entressulcos sob condições de uso e manejo do solo.

As práticas de correção do solo e de adubação também influenciam a maior ou a menor resistência do solo a desagregação. O uso de fertilizantes sintéticos e a adubação orgânica promovem uma produção maior de biomassa o que, por sua vez, favorece a maior estabilidade de agregados.porém em algumas situações o uso de corretivos ou fertilizantes pode promover a dispersão dos microagregados (Spera et al., 2008). No sul do Brasil o cultivo do fumo tem, como característica, a grande mobilização do solo associado à aplicação de fertilizantes nitrogenado à base de nitrato de sódio (NaNO 3 ). Esta condição tem favorecido a erosão hídrica com consequente perda da capacidade produtiva dos solos e grande transferência de sedimentos para os rios (Merten & Minella, 2005). Para reduzir esses efeitos tem sido difundido, nesta última década, o plantio direto para a cultura do fumo, alcançando resultados positivos em relação à redução da produção de sedimentos na escala de bacia (Minella et al., 2008). Sabe-se que a maior parte dos efeitos de redução da produção de sedimentos deve ser atribuída ao aumento da cobertura do solo proporcionado pelos cultivos conservacionistas. Entretanto, é notório o fato de que os sistemas conservacionistas atuam, também, na direção de uma estruturação melhor do solo, especialmente no que diz respeito a uma estabilidade maior de agregados. Assim, este trabalho teve como propósito investigar como os diferentes sistemas de uso e manejo do solo na cultura do fumo afetam o processo de erosão em entressulcos desconsiderando-se a cobertura do solo. Busca-se, quantificar o efeito do plantio direto do fumo na recuperação da condição original do solo em relação à suscetibilidade ao processo erosivo em entressulcos.
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Sistemas de manejo de solo e perdas de nutrientes e matéria orgânica por erosão.

Sistemas de manejo de solo e perdas de nutrientes e matéria orgânica por erosão.

Efeitos de sistemas de manejo em perdas de solo e água por erosão hídrica têm sido avaliados em diferentes condições edafoclimáticas do País (Eltz et al., 1977; Biscaia, 1978; Lombardi Neto et al., 1980; Castro et al., 1986b). No Mato Grosso do Sul (MS), tais estudos restringem-se aos trabalhos de Fabricio (1985), Hernani (1991) e Hernani et al. (1997), os quais avaliaram, num Latossolo Roxo de textura muito argilosa, perdas de solo e água em diferentes sis- temas de preparo de solo, para a sucessão trigo-soja. O uso de sistemas convencionais de manejo do solo pode elevar as perdas de nutrientes e de matéria orgânica por erosão hídrica, os custos financeiros e os riscos ambientais. Pode-se atribuir a eutroficação de mananciais ao acúmulo de nutrientes decorrente da deposição pela enxurrada e da decomposição da biomassa existente no fundo dos reservatórios. Com a elevação da quantidade de nutrientes no reserva- tório, ocorre rápida multiplicação de fitoplancton (algas verde-azuis) e zooplancton, que bloqueiam a entrada
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