Top PDF Perfil clínico-epidemiológico da hanseníase em menores de 15 anos no município de Juazeiro-BA

Perfil clínico-epidemiológico da hanseníase em menores de 15 anos no município de Juazeiro-BA

Perfil clínico-epidemiológico da hanseníase em menores de 15 anos no município de Juazeiro-BA

Objetivo : Descrever o peril epidemiológico e clínico dos casos novos de hanseníase em menores de 15 anos notiicados à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Juazeiro-BA, no período de 2001 a 2010. Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo, de natureza exploratória e descritiva, realizado a partir da análise dos dados contidos no Sistema de Informação de Agravos de Notiicação (SINAN) municipal. Resultados: Os resultados mostraram que 145 (7,94%) casos novos de hanseníase ocorreram em menores de 15 anos. Veriicaram-se taxas de detecção altas para essa faixa etária, com predominância no sexo feminino (n=81; 55,86%) e maior acometimento na faixa etária entre 10 e 14 anos (n=85; 58,62%). As formas paucibacilares (n=107; 74,48%) da doença predominaram sobre as formas multibacilares (n=37; 25,52%), sendo a forma clínica tuberculoide (n=80; 55,17%) a mais prevalente. As incapacidades atingiram 18 (12,41%) dos pacientes avaliados no diagnóstico e 15 (10,34%) na alta. Uma grande parte de casos (n=58; 40,07%) deixou de ser avaliada ou foi ignorada. Conclusão : O peril epidemiológico e clínico da ocorrência de casos novos de hanseníase no município de Juazeiro-BA evidenciou que os coeicientes de detecção geral de hanseníase e em menores de 15 anos se mantiveram em nível hiperendêmico no período avaliado.
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TENDÊNCIA DA HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS NO MUNICÍPIO DE IMPERATRIZ- MA NO PERÍODO DE 2001 A 2010

TENDÊNCIA DA HANSENÍASE EM MENORES DE 15 ANOS NO MUNICÍPIO DE IMPERATRIZ- MA NO PERÍODO DE 2001 A 2010

Em relação ao diagnóstico, observou-se que 235 casos do total (49,15%) foram feitos através da demanda espontânea na década analisada, seguida dos encaminhamentos com 126 (26,35%) dos casos, o modo de detecção através do exame de contatos foi observado em 81 (16,94%) dos casos, 31 (6,48%) demonstraram modo de detecção preenchido como ignorado na ficha de notificação e por último a modalidade de detecção de exame da coletividade com 5 (1,08%), dos 478 casos notificados na série histórica de 10 anos, resultado que contraria os da amostra de um estudo realizado por Miranzi et. al., (2010) feito em Uberaba, onde o mesmo detectou que o meio pelo qual mais ocorreram diagnósticos foi através de encaminhamentos (55,6%) e ainda em outro estudo feito por Alencar et. al., (2008), em Fortaleza – CE, teve como resultado da sua amostra o modo de detecção por encaminhamento para 75% dos casos diagnosticados. Os exames de contato e da coletividade mostraram-se muito baixos, assim como observado em um estudo de Opromolla et. al., (2006). Estes dois últimos tipos de modo de detecção são tidos como os principais instrumentos de avaliação da hanseníase, de modo que auxiliam na detecção mais precisa e mais precoce dos casos, ou seja, contribuem para diminuir os casos de prevalência oculta e diminuir as incapacidades (LANA et. al., 2004). Estes dados sugerem que a busca ativa é pouco implementada nos serviços de saúde do município de Imperatriz - MA, revelando uma falha no tratamento e na aplicação das diretrizes do Plano de Eliminação da Hanseníase 2000-2005 e também do novo Plano Nacional de Eliminação da Hanseníase de 2006-2010. Lana et. al., (2007) relata ainda que é de grande importância essa atividade em crianças menores de 15 anos, pois, de acordo com os dados encontrados em seu estudo no Vale do Jequitinhonha, nove crianças apresentaram hanseníase e seis delas do tipo dimorfa. Imbiriba et. al., (2008) discorrem sobre a eficácia e importância da busca ativa, pois colabora com a identificação inicial da hanseníase e também com o controle de regiões afetadas pela doença.
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Hanseníase no município de Fortaleza, CE, Brasil: aspectos epidemiológicos e operacionais em menores de 15 anos (1995-2006).

Hanseníase no município de Fortaleza, CE, Brasil: aspectos epidemiológicos e operacionais em menores de 15 anos (1995-2006).

Estudo transversal que objetiva analisar a ocorrência de casos de hanseníase em menores de 15 anos de idade residentes no Município de Fortaleza e notificados no SINAN. Os indicadores epidemiológicos nesta população mostram hiperendemicidade. Operacionalmente observa-se a manutenção da concentração de atendimento em algumas unidades de referência, apesar de alguns avanços. Diagnóstico tardio, elevado grau de incapacidade no diagnóstico e baixo grau de avaliação de contatos registrados revelam a fragilidade das ações de controle. Ressalta-se a possibilidade de erro diagnóstico frente às características da infecção nesta população. A ocorrência de casos de hanseníase nesta população representa um indicador epidemiológico de grande relevância e sua análise amplia a discussão sobre problemas operacionais na rede de serviços de saúde.
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PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE EM MUNICÍPIO DO INTERIOR PAULISTA

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DA HANSENÍASE EM MUNICÍPIO DO INTERIOR PAULISTA

Introdução: Mesmo com os acordos realizados com a Organização Mundial de Saúde para atingir a meta de eliminação da han-seníase em 2015, no Brasil a detecção é considerada alta. Para a eliminação são necessários o diagnóstico precoce, tratamento gratuito, cura, controle de comunicantes, prevenção de deficiências físicas e ações de educação em saúde para profissionais e para evitar o preconceito com os pacientes. Objetivo: Analisar a situação epidemiológica de um município do interior paulista e o perfil das pessoas com hanseníase. Material e Métodos: Estudo descritivo retrospectivo, cuja coleta de dados foi realizada pelo Sistema de Informação de Notificação de Agravos, prontuários e fichas de enfermagem, dos anos de 2001 a 2013. Resultados: Do total de 98 pacientes com hanseníase, 55,1% eram do gênero masculino, 45,9% eram multibacilares e 62,2% tinham baciloscopia negativa. A detecção de casos foi considerada alta em 2002 (27,87/100.000 habitantes) e baixa em 2013 (1,76,/100.000 habitantes) e a prevalência veio diminuindo no decorrer dos anos de 4,1/10.000 habitantes em 2003 para 0,35/10.000, em 2013. O indicador em menores de 15 anos oscilou, sendo considerado muito alto em 2011. A avaliação de incapacidades foi precária no diagnóstico (36,7%) e na alta (12,3%) e 40,5% dos casos foram diagnosticados com alguma deficiência. Conclusão: A frequência de casos multibacilares com deficiências e a oscilação anual na detecção, prevalência e em menores de 15 anos remetem a uma fragilidade no controle da doença pelo serviço de saúde e evidenciam necessidade de se organizar a gestão do cuidado e as ações de prevenção.
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PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES PORTADORES DE HANSENÍASE NO MUNICÍPIO DE PALMAS-TO

Eu,________________________________________________________________ abaixo assinado, concordo em participar da pesquisa intitulada "Perfil clínico- epidemiológico e qualidade de vida em crianças e adolescentes portadores de hanseníase no tratamento e pós alta no município de Palmas- TO, que será realizada juntamente com dados da Secretaria Municipal e Estadual de Saúde do Tocantins, consulta aos prontuários nas Unidades Básicas de Saúde que fazem parte do programa de controle de hanseníase no município de Palmas, seguida de visita domiciliar para entrevista dos menores, com o objetivo de analizar o perfil clínico e epidemiológico, bem como mensurar o grau de qualidade de vida nos menores hansênicos envolvidos na pesquisa. Por se tratarem de menores de idade, os pais ou responsáveis foram esclarecidos sobre os objetivos da pesquisa e, para tanto, autorizarem a participação dos seus filhos, assinando este termo.
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Evolução das taxas de detecção de casos de hanseníase em menores de 15 anos no estado de Minas Gerais de 2001 a 2010

Evolução das taxas de detecção de casos de hanseníase em menores de 15 anos no estado de Minas Gerais de 2001 a 2010

Introdução: a hanseníase é uma doença infecciosa crônica considerada em declínio, embora seja prevalente em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. A hanseníase na infância é um grave problema de saúde pública, pois denuncia a infecção na comunidade e a necessidade de melhorar a eficácia dos programas de controle. Há evidências de longa data de que fatores socioeconômicos influenciam a tendência de evolução dessa doença secular. Objetivos: analisar a evolução das taxas de detecção de casos novos de hanseníase em menores de 15 anos no estado de Minas Gerais (MG), no período de 2001 a 2010, assim como investigar a influência de características socioeconômicas dos municípios na ocorrência da doença. Métodos: estudo ecológico considerando cada município do estado como unidade de análise. A variável-resposta foi a taxa de detecção de hanseníase em menores de 15 anos em cada município. As variáveis explicativas foram o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o Índice de Gini, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, o percentual de analfabetismo de mães ou sogras com 20 anos ou mais de idade, a média de anos de estudo dos chefes de domicílios e a taxa de mortalidade infantil. O coeficiente de detecção foi calculado anualmente, e mapas temáticos da distribuição espacial das taxas de detecção foram construídos para cada ano. Para as análises estatísticas, utilizou-se o teste Qui-quadrado de Tendência Linear e modelos de Poisson simples e múltiplo com inflação de zeros. Resultados: as taxas de detecção de hanseníase em menores de 15 anos no estado de Minas Gerais mostraram um declínio significativo a partir de 2004 (valor-p<0,001), embora os coeficientes de detecção se mantiveram no nível de médio a alto, tendência
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS CURSO DE DOUTORADO EM DOENÇAS TROPICAIS MARIANE CORDEIRO ALVES FRANCO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS CURSO DE DOUTORADO EM DOENÇAS TROPICAIS MARIANE CORDEIRO ALVES FRANCO

A pesquisa a ser realizada visa a investigação da dinâmica de transmissão da Hanseníase em menores de 15 anos em área hiperendêmica no Norte do Brasil em relação a fatores clínicos, familiares, ambientais, sociais e a territorialidade da doença. A mesma será realizada por meio da pesquisa de dados secundários que constam nos sistemas de informação municipal, estadual e federal, no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2012 e entrevista com preenchimento de protocolo epidemiológico e clínico (Apêndice A), com os seguintes dados: nome, número de registro; nº prontuário; nome dos pais; data de nascimento; idade; sexo; escolaridade; telefone; endereço; município/UF; características domiciliares: casa, água, esgoto, cômodos; renda familiar; BCG; cosanguineidade; número de pessoas do domicílio; existência de contato intradomiciliar; doenças associadas; modo de diagnóstico; número de lesões; forma clínica; tratamento; tempo de PQT e georeferenciamento. A pesquisa oferece poucos riscos aos pacientes, pois a coleta de dados será realizada pelas pesquisadoras como máximo de cuidado e sigilo. Quanto aos benefícios, tanto os municípios pesquisados quanto a sociedade e comunidade acadêmica serão beneficiadas com socialização dos resultados, pois com o conhecimento dos problemas diagnosticados na dinâmica da transmissão da hanseníase em menores de 15 anos será traçado um plano de ação para redução do número de casos novos na região, especialmente em crianças e adolescentes. A pesquisa assegurará sigilo sobre as informações colhidas a partir dos protocolos, uma vez que a identidade dos pacientes será preservada. Possíveis danos morais e éticos que possam vir ocorrer estarão sob a responsabilidade das pesquisadoras, no que diz respeito aos amparos e/ou reparo dos mesmos.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ NÚCLEO DE MEDICINA TROPICAL CURSO DE PÓS - GRADUAÇÃO EM DOENÇAS TROPICAIS

O presente estudo teve como objetivo estimar a incidência global e em casos índices de hanseníase em menores de 15 anos no município de Imperatriz, analisando a distribuição espacial e ações de vigilância preconizadas pelo Ministério da Saúde. Foi um estudo longitudinal, de incidência sobre casos de hanseníase entre menores de 15 anos, retrospectivo, com informações geradas pelas notificações do agravo, retiradas do sistema SINAN NET. A coleta de dados foi feita no mês de junho de 2012, foram investigados 284 pacientes que foram notificados no município de Imperatriz, no período de 2004 a 2010, classificados como caso novo, no modo de entrada. O coeficiente de detecção teve o seu pico máximo no ano de 2005, 83,38/ 100.000 hab. O maior coeficiente de pacientes com Grau de Incapacidade Física (GIF) no diagnostico foi em 2004 onde foi 39,62%. O coeficiente de contatos examinados foi de 24,44%. Quanto á detecção de casos novos, predominou o sexo masculino (51,06%), a cor parda (55,65%), na faixa etária de 10 – 14 anos com 60,22 % e com escolaridades média de 6 a 11 anos de estudo (59,8%). Quanto a classificação e tratamento, o tipo Indeterminada (40,13%) e Tuberculóide (31,68%) prevaleceram, e a PQT Paucibacilar foi o tratamento de escolha em 72,17% dos casos notificados no período. A Incapacidade foi prevalente em 22,2 % de todos os casos. Os dados confirmam a manutenção da hiperendemicidade da hanseníase, especialmente em menores de 15 anos, demonstrando a manutenção da cadeia de transmissão da doença, com indicadores operacionais do programa de controle e vigilância bem aquém dos parâmetros aceitáveis. A distribuição dos casos no município ocorreu na área de maior aglomeração populacional e com condições sanitárias precárias, representadas pelo distrito 4, que é composto principalmente pelos bairros Santa Rita, São Jose e Nova Imperatriz. O numero de contatos examinados foi considerado precário e o indicador operacional que avaliou grau de incapacidade no momento do diagnóstico apresentou-se alto.
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Leprosy in individuals under the age of fifteen in priority cities, Mato Grosso, Brazil

Leprosy in individuals under the age of fifteen in priority cities, Mato Grosso, Brazil

18. Imbiriba EB, Hurtado-Guerrero JC, Garnelo L, Levino A, Cunha MG, Pedrosa V. Perfil epidemiológico da hanseníase em menores de quinze anos de idade, Manaus (AM), 1998-2005. Rev Saúde Pública 2008; 42(6): 1021-6. DOI: 10.1590/S0034-89102008005000056  19. Lana FCF, Fabri ACOC, Lopes FN, Carvalho APM, Lanza FM. Deformities due to leprosy in children under fifteen years old as indicator of quality of the leprosy control programme in Brazilian municipalities. Am J Trop Med Hyg 2013; 1-6. DOI: 10.1155/2013/812793 20. Moura LTR, Fernandes TRMO, Bastos LDM, Luna ICF, Machado LB. Hanseníase em menores de 15 anos na cidade de Juazeiro-BA. Hansen Int 2012; 37(1): 45-50. 21. Scheelbeek PF, Balagon MV, Orcullo FM, Maghanoy
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Perfil epidemiológico da hanseníase em um município brasileiro, no período de 2000 a 2006.

Perfil epidemiológico da hanseníase em um município brasileiro, no período de 2000 a 2006.

Introdução: A hanseníase é considerada um grande problema de saúde pública nos países em desenvolvimento. Estima-se que somente 1/3 dos doentes sejam notiicados e que, dentre esses, muitos fazem tratamento irregular ou o abandonam, aumentando o impacto da doença. Assim o objetivo desse artigo foi descrever o peril epidemiológico da população com diagnóstico de hanseníase, no município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, Brasil, no período de 2000 a 2006. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, que utilizou os dados secundários de notiicação de casos hanseníase do Sistema de Informação de Agravos de Notiicação do Ministério da Saúde do Brasil. Resultados: Foram registrados 455 casos da doença, sendo 55,4% do sexo masculino, a faixa etária dos 34 a 49 anos (31,4 %) foi a mais afetada, houve registro de nove (2%) casos de hanseníase em menores de 15 anos. A forma clínica prevalente foi a dimorfa (69,1%) e a classe operacional foi a multibacilar (87%). Tais achados são preocupantes, considerando-se que são de faixa etária economicamente ativa e potencialmente, os principais disseminadores da doença. Conclusões: O relato de que a maioria dos casos eram multibacilares, indica diagnósticos tardios, assim, torna-se necessário descentralizar o serviço de hanseníase e capacitar mais proissionais para possibilitar diagnóstico e tratamentos mais precoces.
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Hanseníase em menores de 15 anos: a importância do exame de contato.

Hanseníase em menores de 15 anos: a importância do exame de contato.

Paciente com 18 meses de idade, sexo masculino, residente no município de Ananindeua, Pará, foi levado por seus pais à unidade de referência para realizar exame dos contatos. A mãe e o pai apresentavam, respectivamente, hanseníase dimorfa e virchowiana, com lesões instaladas há mais de um ano sem diagnóstico. Não havia outros contatos. A apresentação clí- nica teve início há cerca de três meses, com pequenas lesões atípicas, com pápulas e micropápulas da coloração da pele disseminadas nos braços, tronco e perna direita, aumentando em número e tamanho, totalizando nove lesões na consulta (Figura 1). Tratando-se de uma criança que, pela idade, não
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Perfil epidemiológico da hanseníase no município de Teresina, no período de 2001-2008.

Perfil epidemiológico da hanseníase no município de Teresina, no período de 2001-2008.

O problema da hanseníase em menores de quinze anos e suas consequências têm sido objeto de estudo de diversos autores e organismos internacio- nais. Apesar da hanseníase ser considerada uma doença do jovem e do adulto, há numerosos relatos de casos dessa enfermidade na faixa etária de 0 a 14 anos. Este quadro é relacionado à existência de um aumento na cadeia de transmissão do bacilo na comu- nidade, além de uma deficiência na vigilância e no controle da doença. Em países endêmicos, a popula- ção infantil entra precocemente em contato com doentes bacilíferos, sendo possível diagnosticar a doença entre crianças de três a cinco anos, e raros casos em menores de dois anos. 14,15 Atualmente o coe-
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REPROVAÇÃO NO 6º ANO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

REPROVAÇÃO NO 6º ANO: UM ESTUDO DE CASO EM TRÊS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Em parte, esta última colocação, assim como na do diretor da Escola C, percebemos a relação com a questão das habilidades do professor quando a professora declara: “Eles ainda me chamam de tia, precisa ter o trabalho corpo a corpo com eles”. O 6º ano ainda precisa daquela coisa de tia mesmo. (PROFESSORA DE MATEMÁTICA DA ESCOLA B, 2013). Este é um aspecto claro da dificuldade que os alunos apresentam nesta nova fase. Eles chegam ao 6º ano trazendo toda uma carga dos anos anteriores, do aconchego das “tias”. Logo se deparam com a repreensão de muitos docentes que na maioria das vezes não entendem isso. O não chamar de “tia” por si só já configura a exigência de uma adaptação forçada, de maneira repentina, de uma fase para outra. No entanto, psicologicamente ou pedagogicamente, as crianças estão em um processo gradual de transição e ainda não possuem maturidade para habituarem-se a uma mudança tão brusca.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

Nesse sentido, o processo deve priorizar a relação da aprendizagem com a capacidade de aplicação de conceitos, estratégias e instrumentos à prática do gestor com o intuito de favorecer o progressivo desenvolvimento das suas competências profissionais. Em cada estado e município, a avaliação poderá assumir feições diferenciadas, por se tratar de uma operacionalização descentralizada do programa. No texto que descreve o Progestão em Minas Gerais são abordadas as especificidades dos materiais instrucionais, do sistema de apoio à aprendizagem e da avaliação. O Progestão de 2001 orientou-se para a utilização de recursos de aprendizagem à distância, não contemplando a internet. Porém, com o intuito de promover o aperfeiçoamento contínuo dos gestores/cursistas e a inclusão digital, esta nova ferramenta de comunicação foi integrada ao programa.
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PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES COM HANSENÍASE NO EXTREMO OESTE CATARINENSE, 2004 A 2014

PERFIL CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES COM HANSENÍASE NO EXTREMO OESTE CATARINENSE, 2004 A 2014

Neste sentido, apesar de a hanseníase ser uma das doenças mais antigas da humanidade, ainda está presente nos dias de hoje devido o desconhecimento e a falta de atenção primária em saúde. A busca ativa pouco efetiva em áreas de grande concentração da doença, diagnósticos tardios, deficiências nos programas público-assistenciais, abandono no tratamento e baixo nível de esclarecimento da população são alguns aspectos precários no controle da doença.

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MARIA TEREZA GARCIA TEIXEIRA FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES NO ESTADO DE GOIÁS: O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

MARIA TEREZA GARCIA TEIXEIRA FORMAÇÃO DE GESTORES ESCOLARES NO ESTADO DE GOIÁS: O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

O presente trabalho foi desenvolvido no âmbito do Mestrado Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública (PPGP) do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (CAEd/UFJF). Teve como objetivo analisar a proposta curricular de um curso em nível de especialização lato sensu e sua oferta na modalidade a distância, como uma política de formação continuada de gestores escolares. No trabalho, foi descrito o caso específico do Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Pública, oferecido entre os anos de 2012 e 2013, pela Unidade de Formação do Centro de Políticas Públicas e Avaliação da Educação (UFO/ CAEd), da Universidade Federal de Juiz de Fora, em parceria com a Secretaria de Educação de Goiás. Os objetivos específicos deste trabalho foram identificar como o referido curso buscou articular teoria e prática em seu currículo; analisar os documentos do curso de forma a compreender sua concepção, pressupostos e implementação e sugerir novos conteúdos, recursos ou atividades que aproximem cada vez mais a formação prática do gestor escolar em cursos de formação continuada oferecidos na modalidade a distância. Para a efetivação dos objetivos, a metodologia utilizada foi a pesquisa qualitativa, por meio de análise de conteúdo dos documentos e materiais didáticos do curso, entrevistas semiestruturadas com a Coordenadora Pedagógica do referido curso e com a Coordenadora de Materiais Didáticos, além de um grupo focal com os Agentes de Suporte Acadêmico que atuaram do início ao fim do curso. A realização deste trabalho foi fundamentada nas pesquisas de diversos autores, como Heloisa Lück, Maria Aglaê Machado, Cássia Fernandes, Ana Maria Hessel e Adriana Bruno. A análise dos dados foi feita a partir do referencial teórico sobre quatro eixos, quais sejam: formação de gestores escolares, relação entre teoria e prática na formação de gestores escolares, metodologia de caso para o ensino e desafios da educação a distância. Destaca-se no trabalho o desenvolvimento de um Plano de Ação Educacional que compreende um conjunto de sugestões com vistas a contribuir com os cursos de especialização destinados aos gestores escolares oferecidos na modalidade a distância pela UFO/ CAEd.
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Aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da criptococose no estado do Ceará entre os anos de 1985 e 2010, bem como efeitos de  inibidores de protease sobre virulência e crescimento de cryptococcus neoformans in vitro dis lvperdigao neto

Aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da criptococose no estado do Ceará entre os anos de 1985 e 2010, bem como efeitos de inibidores de protease sobre virulência e crescimento de cryptococcus neoformans in vitro dis lvperdigao neto

A criptococose é a infecção causada a partir da inalação de leveduras do gênero Cryptococcus . A doença costuma acometer mais freqüentemente pacientes com alguma imunodepressão e evoluir de forma subaguda ou crônica. Tem predileção por sistema nervoso central, manifestando-se como meningite, mas também pode apresentar-se como doença pulmonar ou de forma disseminada, com envolvimento de outros órgãos. A atividade proteolítica em leveduras do gênero Cryptococcus tem sido associada a sua patogenicidade. A atividade da enzima fosfolipase também se faz importante para este gênero, uma vez que está relacionada à nutrição e à capacidade invasiva do microrganismo. Outro mecanismo de virulência de maior relevância para a patogenicidade de Cryptococcus spp. é a cápsula polissacarídica presente em sua superfície, responsável principal pelo escape aos mecanismos de defesa do hospedeiro. Esta pesquisa teve como objetivo traçar um perfil clínico, epidemiológico e laboratorial dos pacientes com criptococose entre os anos de 1985 e 2010, bem como investigar os efeitos dos inibidores de protease Saquinavir, Darunavir, Ritonavir e Indinavir sobre o crescimento, espessura da cápsula, atividade de protease e expressão de fosfolipase em cepas de Cryptococcus neoformans isoladas de humanos. A comparação entre grupo soropositivo para o HIV com grupo soronegativo mostrou que o primeiro apresenta maiores médias de idade e maior freqüência de sexo masculino acometido; por outro lado, o grupo soropositivo demonstra menores proteinorraquia e celularidade no líquor, bem como menores valores de leucometria e plaquetometria em sangue periférico. Após a realização do teste de sensibilidade por microdiluição em caldo, os fungos foram expostos a três concentrações distintas dos fármacos e avaliados com relação à expressão das duas enzimas e espessura da cápsula. Os resultados mostraram inibição significativa (p<0,05) da atividade de protease pelo menos na maior concentração testada para todas as drogas, bem como estreitamento da cápsula em algumas combinações de drogas e cepas. Por outro lado, quanto à atividade de fosfolipase, observou-se um aumento na expressão dessa enzima, especialmente nas concentrações mais elevadas das quatro drogas. Conclui-se, portanto, que apesar de estes antirretrovirais não inibirem o crescimento de Cryptococcus neoformans , são capazes de alterar mecanismos de virulência destas leveduras.
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Hanseníase em menores de quinze anos no município de Paracatu, MG (1994 a 2001).

Hanseníase em menores de quinze anos no município de Paracatu, MG (1994 a 2001).

O município de Paracatu-MG possuía, em 2000, uma população de 75.215 habitan- tes, sendo 34,6% menores de quinze anos, e foi considerado prioritário pela Secretaria Estadual de Saúde em ações de controle de hanseníase, devido à condição de ser hiperendêmico, conforme demonstra a taxa de detecção de casos e prevalência da doen- ça em menores de quinze anos. Frente a este cenário, entendeu-se ser necessário analisar a endemia hansênica em Paracatu-MG, seu perfil e, principalmente, suas conseqüências nesta população.

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LEÔNIDAS DE SANTANA MARQUES OS FUNDOS DE PASTO DO MUNICÍPIO DE MONTE SANTO (BA) E A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL: CONFLITOS E INTERESSES TERRITORIAIS NO CAMPO

LEÔNIDAS DE SANTANA MARQUES OS FUNDOS DE PASTO DO MUNICÍPIO DE MONTE SANTO (BA) E A POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL: CONFLITOS E INTERESSES TERRITORIAIS NO CAMPO

Um dos argumentos que é mais apontado como característica central do neoliberalismo é, exatamente, a negação do Estado como agente promotor do crescimento econômico. Contudo, Harvey (2008) aponta para algumas contradições do pensamento neoliberal que merecem destaque: 1) ao mesmo tempo em que o receituário neoliberal indica a necessidade do Estado ausentar-se da economia, este é sempre solicitado para a criação de condições favoráveis para o mercado; 2) mesmo que apregoe as liberdades individuais como fundamentais para uma sociedade melhor, o neoliberalismo necessita de mecanismos autoritários para sustentar-se, comprovado empiricamente pela incisiva ação policial nos últimos anos quando se trata de movimentos sociais reivindicatórios; 3) a própria desregulação financeira global tão propalada gera a necessidade de uma nova regulação, para que não ocorra uma intensificação das crises; 4) a implementação da livre competição como um princípio norteador tem se materializado em fortes processos de centralização de capital e oligopolização em diversos setores; 5) a liberdade de empreendimento, uma das liberdades centrais para o receituário neoliberal, tem gerado a negação de outras formas de liberdade e garantia de direitos. Neste último aspecto, percebe-se como isto se coloca na realidade dos Fundos de Pasto, ao passo que o livre empreendimento do agronegócio e da mineração no sertão baiano tem sido o impulsor da grilagem e da violência no campo.
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CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIHORIZONTES Programa de Pós-Graduação em Administração Mestrado Marcos Paulo Campos Gonçalves

Vinte anos de serviços aqui, e 14 dentro em dois empregos. Trabalhava em duas emergências. Todos dois serviços públicos, um no estado e um na prefeitura. Há cinco anos atrás cheguei no meu limite, quando você chega no ponto em que começa a te dar falta de paciência, vontade de chutar o balde, eu não quero mais isso para mim, tinha duas filhas, divorciada, eu precisava dos empregos, de comprar uma casa, eu comecei a estressar principalmente com um fator, emergência. Nunca parei com o segundo emprego. Eu lembro que uma pessoa chegou e falou pra mim: “Pegou o segundo emprego, não para mais ”. Eu falei que não, que era só por um tempo, que já iria parar. Mentira! Não vai, porque você vai começar a depender do seu salário. (E14) Se eu tivesse um vínculo só, talvez eu trataria o paciente melhor, por estar mais descansado. Isso é por questão da situação financeira, se tivesse uma valorização eu largaria um trabalho. Acho que o ideal é ter um apenas. Melhoraria tudo: saúde melhor, mais tempo para família, atenderia melhor o paciente, melhoraria o entrosamento com a equipe, melhor disposto para trabalhar, mais feliz. (E15)
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