Top PDF A pesca no pantanal de Mato Grosso (Rio Cuiabá: Importância dos peixes migradores) .

A pesca no pantanal de Mato Grosso (Rio Cuiabá: Importância dos peixes migradores) .

A pesca no pantanal de Mato Grosso (Rio Cuiabá: Importância dos peixes migradores) .

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Leguminosae no Pantanal de Barão de Melgaço, Mato Grosso, Brasil.

Leguminosae no Pantanal de Barão de Melgaço, Mato Grosso, Brasil.

O levantamento florístico no município de Barão de Melgaço resultou na identificação de 40 táxons específicos e subespecíficos de Leguminosae, distribuídos em 23 gêneros e três subfamílias (Tabela 1). Para a subfamília Caesalpinioideae foram registradas 16 espécies distribuídas em sete gêneros. Bauhinia é o mais expressivo (6 spp.), seguido por Senna (4 spp.), Hymenaea (2 spp.). e Cassia, Copaifera, Phanera e Tachigali, com uma espécie cada. O resultado encontrado para Bauhinia corrobora o verificado por Lima Júnior et al. (2007) para espécies arbustivo-arbóreas na mesma área, no qual o gênero sobressaiu pelo maior número de espécies em relação aos demais. Para a subfamília Mimosoideae foram registradas 14 espécies distribuídas em nove gêneros. Inga é o gênero melhor representado (4 spp., 1 subesp.), seguido por Mimosa (3 spp.), Zygia (2 spp.) e Albizia, Anadenanthera, Calliandra, Enterolobium, Samanea e Senegalia, com uma única espécie cada. Para a subfamília Papilionoideae foram registradas 10 espécies distribuídas em oito gêneros. Aeschynomene e Pterocarpus são os mais bem representados, com duas espécies cada, seguidos por Andira, Ateleia, Dipteryx, Indigofera, Leptolobium e Swartzia, com apenas uma espécie cada. As subfamílias com maior número de representantes foram Caesalpinioideae e Mimosoideae, no entanto, dentre as espécies de Papilionoideae encontradas, são confirmados dois novos registros para o estado do Mato Grosso, que são: Aeschynomene evenia C. Wright ex Sauvalle e Pterocarpus villosus (Mart. ex Benth.) Benth. Estas espécies não foram citadas em estudos de flora do estado de Mato Grosso (Dubs 1998); também não constam na listagem preliminar de fanerógamas para a flora do Pantanal (Pott & Pott 1999), o que demonstra que o Pantanal como um todo deve ser floristicamente melhor estudado. Aeschynomene evenia não é endêmica do Brasil e, no Brasil, é encontrada em região da Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal (Lima & Oliveira 2010), ocorrendo nos
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Variação do peso fresco em Cornops aquaticum (Bruner) (Orthoptera, Acrididae) associado a Eichhornia azurea (Sw) Kunth (Pontederiaceae) em uma baía no Pantanal de Poconé, Mato Grosso.

Variação do peso fresco em Cornops aquaticum (Bruner) (Orthoptera, Acrididae) associado a Eichhornia azurea (Sw) Kunth (Pontederiaceae) em uma baía no Pantanal de Poconé, Mato Grosso.

ABSTRACT. Variation of the fresh weight in Cornops aquaticum (Bruner) (Orthoptera, Acrididae) associated with Eichhornia azurea (Sw) Kunth (Pontederiaceae) in a bay in the Pantanal of Poconé, Mato Grosso. Cornops aquaticum (Bruner, 1906) (Orthoptera, Acrididae) develops its life cycle on aquatic macrophyte of the Pontederiaceae family. As grasshoppers are able to respond to the seasonal changes, the alternation of periods that occurs in the Pantanal may relect in their biology. This study was carried out in the Pantanal of Poconé- MT, with the aim of evaluating possible variations in the fresh weight of the adults and nymphs of C. aquaticum. From March/2006 to February/2007, 50 individuals of C. aquaticum were collected each month. A total of 600 individuals was assessed, 43.5% of which were adults and 56.5% nymphs. The highest values of total fresh weight occurred in September (9.106g; 0.182g/individual) and October/2006 (8.865g; 0.177g/individual) and the lowest in March/2006 (3.413g; 0.068g/individual). Among the adult individuals the highest fresh weight was registered in September/2006 (8.680g; 0.223g/ individual) and October/2006 (8.654g; 0.234g/individual), at the end of the dry period, and the lowest in March/2006 (1.792g; 0.138g/individual) during the lood period. The nymphs had the highest fresh weight in April/2006 (2.913g; 0.076g/individual) at the beginning of the draining period, whereas the lowest fresh weight occurred in October/2006 (0.211g; 0.016g/individual) at the beginning of the lood period. Only the variation in the average fresh weight of females was signiicant (f = 6.43; p = 0.001) with the highest recordings occurring during the lood period, what may show a reproductive strategy.
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Florística dos campos de murundus do Pantanal do Araguaia, Mato Grosso, Brasil.

Florística dos campos de murundus do Pantanal do Araguaia, Mato Grosso, Brasil.

(Floristics of fl oodplain ‘murundus’ of the Pantanal of Araguaia, Mato Grosso, Brazil). Th is study aimed to compare angiosperm species richness and composition between fl oodplain ‘murundus’ (FM) of Araguaia State Park (ASP) in one of Brazil´s largest fl oodplains. ASP is located in Novo Santo Antônio, Mato Grosso state, and is bordered on the east by the Araguaia River, and on the west by Das Mortes River. Intensive fl oristic inventories were made on 11 hectares, and adjacent areas, of FM distributed over ASP. Environmental studies were performed by in situ descrip- tions. Th e soils are deep, mineral hydromorphic plinthosols, imperfectly to poorly drained, with low permeability. A total of 318 species, 193 genera and 66 families were collected, and FM values ranged from 51 to 135 species, 42 to 107 genera and 27 to 52 families. Erythroxylum suberosum is a typical species of Brazilian FM, Curatella americana typical of Mato Grosso FM and Byrsonima cydoniifolia typical of the ASP. Th e physical and spatial distribution pat- tern of the “murundus” (earthmounds) may refl ect the seasonal fl ood pulse, since the fl oristic composition of the FM varied between the areas under the infl uence of the rivers that border the park. Th is was the largest fl oristic inventory ever undertaken in FM, with a signifi cant increase in our knowledge and recording of typical species of the Cerrado Biome which occur in this phytophysiognomy.
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Prevalência de leptospirose em rebanhos bovinos no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Prevalência de leptospirose em rebanhos bovinos no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Resultado semelhante foi observado por Favero et al. (2001) no estado de Mato Grosso do Sul, onde 100% dos municípios apresentaram pelo menos um animal soror- reagente em todos os rebanhos amostrados. Ao estudar a relação epidemiológica existente entre duas populações simpátricas de mamíferos no Pantanal do Mato Grosso do Sul, bovinos e porco-monteiros, Fontana (2011) amos- trou 12 propriedades e testou 266 amostras, encontrando um percentual de soropositividade para a leptospirose de 76,69% (204), com maior ocorrência de reações para os sorovares Hardjo, Tarassovi e Grippotyphosa. Entretanto, a prevalência dos sorovares Icterohaemorrhagiae e Pomona nos bovinos foi de apenas 3,75% e 3%, respectivamente, embora nos suínos ferais estes tenham sido os sorovares mais frequentes.
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O mapa social e a educação ambiental, diálogos de um mapeamento participativo no Pantanal, Mato Grosso, Brasil

O mapa social e a educação ambiental, diálogos de um mapeamento participativo no Pantanal, Mato Grosso, Brasil

Os Povos Ribeirinhos são uma forte expressão de identidade nas margens de rios e córregos das áreas úmidas. Eles vivem nas beiras dos rios, com atividades predominantemente de pesca; alguns grupos praticam agricultura de várzea e terras firmes. Com uma identidade ligada mais à água do que com a terra, podemos citar as suas principais atividades, como: pescadores profissionais/artesanais; isqueiros; piloteiros; barqueiros e canoeiros. Os isqueiros são assim denominados, pois vendem as iscas para a pesca turística (minhocas e pequenos peixes), e estão presentes em quase todo trecho pantaneiro, incentivados pelo turismo de pesca de finais de semana; os piloteiros são residentes em comunidades ribeirinhas do Pantanal, que buscam reconstruir suas identidades nas transformações socioambientais, articulando a sobrevivência junto com as pousadas e servindo-se como guias turísticos nos passeios de barco; já os canoeiros vivem às margens dos rios, baías e corixos do Pantanal, fabricam canoas e têm profundo conhecimento etnomatemático para esta construção. Os Pescadores profissionais/artesanais se organizam em colônias de pescadores.
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Detecção de anticorpos contra Leptospira spp. em animais de vida livre do Pantanal do Mato Grosso do Sul

Detecção de anticorpos contra Leptospira spp. em animais de vida livre do Pantanal do Mato Grosso do Sul

RESUMO – A leptospirose é uma zoonose que causa grandes prejuízos para a saúde pública e para a saúde animal. O objetivo deste trabalho foi estudar a ocorrência de anticorpos contra 20 sorogrupos de Leptospira spp. em diferentes espécies de animais de vida livre do Pantanal do Mato Grosso do Sul. Foram utilizadas 224 amostras de soro de animais de vida livre das sub-regiões de Nhecolândia e Paiaguás, no Mato Grosso do Sul, provenientes de um banco de soros da Embrapa Pantanal. As amostras foram submetidas ao teste de soroaglutinação microscópica (SAM), utilizando diluição inicial de 1/50 para os animais selvagens e 1/100 para os suínos ferais. As frequências de reagentes de acordo com o sexo e de acordo com a faixa etária foram comparadas por meio do teste exato de Fisher e os cálculos foram realizados com o auxílio do programa R. Dos 35 cachorros-do-mato (Cerdocyon thous), 37,14% foram considerados reagentes e os sorogrupos mais frequentes foram Pomona, Pyrogenes, Grippotyphosa e Canicola. Entre os quatis (Nasua nasua), 22,22% apresentaram reação na SAM, e quanto aos sorogrupos, Pomona foi o mais frequente. Dos 95 veados-campeiros (Ozotoceros bezoarticus) avaliados, 31,58% foram reagentes, sendo os sorogrupos mais frequentes o Pomona e o Autumnalis. Para os suínos em estado feral (Sus scrofa), 36,84% foram sororreagentes e os sorogrupos mais encontrados foram Pomona e Icterohaemorrhagiae. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre as frequências de reagentes em relação às faixas etárias e ao sexo em nenhuma das espécies estudadas. Neste estudo, foram encontradas altas frequências de animais selvagens e de suídeos ferais sororreagentes. Para todas as espécies, a maior proporção de reações foi contra o sorogrupo Pomona.
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Composição da comunidade de Formicidae (Insecta, Hymenoptera) em copas de Attalea phalerata Mart. (Arecaceae), no Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil.

Composição da comunidade de Formicidae (Insecta, Hymenoptera) em copas de Attalea phalerata Mart. (Arecaceae), no Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil.

A BSTRACT . Composition of Formicidae community (Insecta, Hymenoptera) in the canopy of Attalea phalerata Mart. (Arecaceae), in the Pantanal of Poconé, Mato Grosso, Brazil. Three individuals of the palm Attalea phalerata Mart. (Arecaceae) were sampled using the method of canopy fogging, during the aquatic phase (high water) in the Pantanal of Mato Grosso (February 2001). The objective was to evaluate the diversity, feeding habits and spatial distribution of the Formicidae community in the canopy of this monodominant palm species, typical of this region. Each of three palms was fogged once, then resampled first by shaking fronds while attached, then by washing all fronds (cut then washed). A total of 966 ants belonging to 6 subfamilies, 13 tribes and 29 species was obtained in the 49 m 2 sampling area (19.7±52.7
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Comunidade edáfica de Araneae (Arthropoda, Arachnida) em uma floresta sazonalmente inundável na região Norte do Pantanal de Mato Grosso, Brasil.

Comunidade edáfica de Araneae (Arthropoda, Arachnida) em uma floresta sazonalmente inundável na região Norte do Pantanal de Mato Grosso, Brasil.

A maior densidade de atividade registrada durante o período de cheia reflete o deslocamento destes organismos neste período, associado ao fato de grande parte da floresta ser inundada, obrigando as aranhas e outros invertebrados a deslocarem-se continuamente em busca de refúgio. Estes dados corroboram os resultados obtidos por Adis (1981, 1997) e Höfer (1997), que evidenciaram a migração tanto horizontal quanto vertical destes organismos durante o período de inundação na Amazônia Central. Para o Pantanal de Mato Grosso este comportamento migratório foi observado para diferentes grupos como Diplopoda e Formicidae (Adis et al. 2001), bem como distintas distribuições entre os estratos florestais ocasionados pelas mudanças hidrológicas sazonais (Battirola et al. 2009, Marques et al. 2010).
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Composição florística e estrutura da comunidade vegetal em diferentes fitofisionomias do Pantanal de Poconé, Mato Grosso

Composição florística e estrutura da comunidade vegetal em diferentes fitofisionomias do Pantanal de Poconé, Mato Grosso

The aim of this research was to analyze the composition and structure of the plant community in four phytophysiognomies at Pantanal Poconé-Mato Grosso, assuming that each sample group is a type of community, and there would be a corresponding group of species that characterize that community. We set up five plots of 50 × 50 m and subdivided each one into subplots of 10 × 10 m. In each subplot, individuals with CAP (circunference at breast height) ≥ 10 cm were sampled. To check the structural and floristic similarity of the five vegetation types the unweighted averages grouping method was used - UPGMA, with Jaccard's coefficient and Bray-Curtis, respectively. DCA ordination of plots was used for inundation gradient analysis and TWINSPAN indicator species groups for the three strata. In the four areas 55 species belonging to 30 families were sampled. The UPMGA indicated floristic and structural differences between “cambarazal”, savanna types and “campo de murundu” and similarity between the semideciduous formations. The DCA separated the vegetation types according to the level of flooding and TWINSPAN indicated the existence of typical species for each vegetation type. In the Pantanal, some species may be restricted to certain types of vegetation, and these species can be used as indicators of the effect of flooding and possible changes in flood pulse dynamics in plant communities.
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Aves explorando flores de Erythrina fusca (Leguminosae, Fabaceae) durante a estação seca no Pantanal de Mato Grosso.

Aves explorando flores de Erythrina fusca (Leguminosae, Fabaceae) durante a estação seca no Pantanal de Mato Grosso.

Trabalhos anteriores (F EINSINGER et al., 1979; Tabela I. Espécies de aves observadas explorando recursos florais de Erythrina fusca (Fabaceae) no Pantanal de Mato Grosso (NV, número absoluto de visitas, entre parênteses, o número de árvores visitadas; NI, número de indivíduos por visita, com os valores mínimo e máximo; CA, comportamento alimentar; D, destrutivo; ND, não destrutivo; n, indica o número de vezes em que os comportamentos alimentares foram observados; i, indica o número de indivíduos que utilizaram cada tipo de comportamento alimentar; R, relatos anteriores na literatura sobre aves alimentando-se de E. fusca: F, F EINSINGER et al., 1979; M, M ORTON , 1979; C, C OTTON , 2001). A
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As gravuras rupestres do Alto Pantanal de Mato Grosso do Sul

As gravuras rupestres do Alto Pantanal de Mato Grosso do Sul

RESUMO: Em dezembro de 2013 uma equipe de arqueólogos ligados à Universidade Federal da Grande Dourados empreendeu uma expedição científica com o objetivo de inventariar a arte rupestre das áreas mais remotas em torno do Rio Paraguai. Foram três os sítios registrados: um em Baía Vermelha e dois em Lagoa Gaíva, todos em território do município de Corumbá. Esta expedição integra um projeto maior de inventário de toda a arte rupestre do estado de Mato Grosso do Sul, que conta com o desembolso financeiro da Eletrosul Centrais Elétricas e com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Os dados coletados pela expedição ao Alto Pantanal de Mato Grosso do Sul estão expostos neste artigo.
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Educação para o turismo de natureza no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Educação para o turismo de natureza no Pantanal de Mato Grosso do Sul

Turismo de Natureza (rural, pesca e ecoturismo) é um segmen- to da atividade turística, que procura utilizar de forma sustentável o patrimônio natural e cultural. Por intermédio dele, pode-se incentivar a conservação, preservação e restauração desse patrimônio buscando a formação de uma consciência ambiental através da percepção e in- terpretação do meio ambiente, promovendo, assim, o bem-estar das populações envolvidas. Neste sentido, existe uma proposta pedagó- gica de se criar Escola Técnica Rural na 8ª Região Pantaneira, para dar ênfase ao Turismo de Natureza no Pantanal sul-mato-grossense, objetivando resgatar e conservar as raízes culturais pantaneiras, com a singularidade que lhe é peculiar. Visa, também, desenvolver através do Turismo de Natureza, uma percepção da imagem geográfi ca com a valorização da imagem cultural que, associadas, poderão promover uma nova imagem do Turismo sustentável na região.
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Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil

Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil

RESUMO – (Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil). Sofrendo influências de outros ecossistemas, tais como o Cerrado e a Floresta Amazônica, o Pantanal de Mato Grosso constitui um ecossistema único. Embora sua flora fanerogâmica seja relativamente bem conhecida, a brioflora ainda necessita ser estudada mais profundamente. Fazendo parte da bacia do bio Paraguai e localizado a 94,8km de Cuiabá nas coordenadas 16º15’24”S e 56º36’24”W, o Município de Poconé possui uma população de cerca de 30.000 habitantes. Foram realizadas coletas briológicas nos anos de 1984, 1999 e 2000, tendo sido encontradas 12 espécies pertencentes a 12 famílias de Bryophyta e 10 espécies distribuídas em duas famílias de Marchantiophyta, sendo Lejeuneaceae a melhor representada, com oito espécies. Foram encontradas cinco novas ocorrências para o região Centro-Oeste: Trichosteleum fluviale (Mitt.) Jaeg., Frullania tetraptera Nees & Mont., Lejeunea glauscescens Gottsche, Lejeunea calcicola Schuster, Lejeunea caespitosa Lindenb. São ainda citadas nove novas ocorrências para o Estado do Mato Grosso: Hyophila involuta (Hook.) A. Jaeg., Groutiella apiculata (Hook.) Crum & Steere, Fabronia macroblepharis Schwaegr., Trichosteleum fluviale (Mitt.) Jaeg., Frullania arecae (Spreng.) Gottsche, Frullania tetraptera Nees & Mont., Lejeunea glauscencens Gottshe, Lejeunea calcicola Schuster e Lejeunea caespitosa Lindenb. Lejeunea calcicola Schuster é citada pela segunda vez para o Brasil.
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Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil.

Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil.

RESUMO – (Briófitas do Município de Poconé, Pantanal de Mato Grosso, MT, Brasil). Sofrendo influências de outros ecossistemas, tais como o Cerrado e a Floresta Amazônica, o Pantanal de Mato Grosso constitui um ecossistema único. Embora sua flora fanerogâmica seja relativamente bem conhecida, a brioflora ainda necessita ser estudada mais profundamente. Fazendo parte da bacia do bio Paraguai e localizado a 94,8km de Cuiabá nas coordenadas 16º15’24”S e 56º36’24”W, o Município de Poconé possui uma população de cerca de 30.000 habitantes. Foram realizadas coletas briológicas nos anos de 1984, 1999 e 2000, tendo sido encontradas 12 espécies pertencentes a 12 famílias de Bryophyta e 10 espécies distribuídas em duas famílias de Marchantiophyta, sendo Lejeuneaceae a melhor representada, com oito espécies. Foram encontradas cinco novas ocorrências para o região Centro-Oeste: Trichosteleum fluviale (Mitt.) Jaeg., Frullania tetraptera Nees & Mont., Lejeunea glauscescens Gottsche, Lejeunea calcicola Schuster, Lejeunea caespitosa Lindenb. São ainda citadas nove novas ocorrências para o Estado do Mato Grosso: Hyophila involuta (Hook.) A. Jaeg., Groutiella apiculata (Hook.) Crum & Steere, Fabronia macroblepharis Schwaegr., Trichosteleum fluviale (Mitt.) Jaeg., Frullania arecae (Spreng.) Gottsche, Frullania tetraptera Nees & Mont., Lejeunea glauscencens Gottshe, Lejeunea calcicola Schuster e Lejeunea caespitosa Lindenb. Lejeunea calcicola Schuster é citada pela segunda vez para o Brasil.
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Leguminosae do município de Poconé, Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil.

Leguminosae do município de Poconé, Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil.

Resumo: Este trabalho apresenta o levantamento florístico de Leguminosae do município de Poconé, localizado no Pantanal de Poconé, Mato Grosso, Brasil, entre as coordenadas 16° 00´-17° 38´ S e 55° 59´ 46”-57º 38´ 38” W. Coletas assistemáticas de espécimes de Leguminosae foram feitas entre 2007 e 2009 e o material tombado no Herbário UFMT. Na área de estudo, Leguminosae está representada por 54 gêneros e 99 espécies e duas variedades, sendo 12 gêneros e 29 espécies e duas variedades pertencentes à subfamília Caesalpinioideae, 12 gêneros e 19 espécies pertencentes à subfamília Mimosoideae, e 30 gêneros e 51 espécies à Papilionoideae. Senna foi o gênero mais expressivo (7 ssp.), seguido por Bauhinia e Desmodium (5), Chamaecrista, Inga e Mimosa (4), Copaifera, Crotalaria, Discolobium, Indigofera e Stylosanthes (3), Aeschynomene, Albizia, Andira, Eriosema, Galactia, Hymenaea, Machaerium, Phanera, Pterodon, Sesbania, Vigna e Zornia (2), e os demais gêneros com uma espécie cada. Houve um acréscimo de 30 espécies não citadas previamente para a região do Pantanal. Dentre as espécies registradas podemos salientar o primeiro registro para o município e estado de Chamaecrista mucronata (Spreng.) H.S. Irwin & Barneby.
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A pesca artesanal e a conservação da biodiversidade de peixes no Pantanal de Mato Grosso: a voz e o silêncio das pantaneiras e dos pantaneiros

A pesca artesanal e a conservação da biodiversidade de peixes no Pantanal de Mato Grosso: a voz e o silêncio das pantaneiras e dos pantaneiros

Como já demostrado por De Souza e Logarezzi (2017; 2018a), em função das condições ecológicas da região – regidas pelo pulso de inundação –, para as pescadoras/es tradicionais que atuam nos rios do Pantanal Norte o território é dinâmico, o movimento das águas – culturalmente respeitado por elas/es – dita seu modo de vida e consequentemente a ocupação dos melhores locais de pesca. Observamos que o movimento tradicional que elas/es realizam na busca do pescado, somente tem sido garantido até hoje em função do respeito que existe entre elas/es. Há uma ética tradicional ribeirinha pantaneira (DE SOUZA; LOGAREZZI, 2017; 2018b), tecida em sua historicidade a partir da pluralidade de sentidos que elas e eles dão a sua coexistência com o Pantanal. O Estado deve garantir, portanto, no conjunto de normas que tratam de sua atuação, a manutenção dessa ética substancialmente tradicional.
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A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

A família Lemnaceae Gray no Pantanal (Mato Grosso e Mato Grosso do Sul), Brasil.

ABSTRACT - (The family Lemnaceae Gray in the Pantanal wetland (Mato Grosso and Mato Grosso do Sul), Brazil.) A survey of aquatic plants belonging to the family Lemnaceae was carried out in the Pantanal wetland (States of Mato Grosso and Mato Grosso do Sul), represented by nine species, divided into four genera. Only two of the reported species had been previously cited for the Pantanal, Wolffia brasiliensis Wedd. and Lemn a valdiviana Phil. The other species are Spirodela intermedia W. Koch, Lemn a aequinoctialis Welw., L. minuta Kunth, in Humb., Bonp. & Kunth, Wolffiella welwit schii (Hegelm.) Monod, W. lingulata (Hegelm.) Hegelm., W. oblonga (Phil.) Hegelm., and Wolffia columbiana H. Karst. Lemnaceae occurs in all 10 subregions of the Pantanal, with a higher number of species in the Nabileque subregion, where soils are more fertile.
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Geoquímica de solos do pantanal norte, Mato Grosso.

Geoquímica de solos do pantanal norte, Mato Grosso.

O estudo foi realizado em solos do Pantanal de Barão de Melgaço, Mato Grosso, mais precisamente na Reserva Particular do Patrimônio Natural do Serviço Social do Comércio (RPPN SESC Pantanal), situada entre os rios Cuiabá e São Lourenço. A RPPN SESC Pantanal é uma área de 106.644 ha, inserida na sub-região do Pantanal de Barão de Melgaço, entre os paralelos 16 o a 17 o S e meridianos 56 o a 57 o W (Beirigo et al., 2010). Constitui a terceira sub-região do Pantanal mato-grossense em extensão, com aproximadamente 13,2 % da área total (Silva & Abdon, 1998). O clima da região é tipo Aw, segundo a classificação de Köppen, de 100 a 150 m de altitude, com precipitação pluvial média anual entre 1.100 e 1.200 mm (com oito meses de déficit hídrico) e temperatura média de 22 o a 32 o C, com temperaturas mais amenas associadas às florestas (em torno de 21 o C) (Hasenack et al., 2003). O período de inundação no Pantanal norte-mato-grossense é resultante do regime de chuvas locais, que coincide com a estação chuvosa (de outubro a abril); o período de vazante combina com a estação seca (maio a setembro) (Cunha et al., 2006).
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Desenvolvimento Humano dos Municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Contidos no Bioma Pantanal

Desenvolvimento Humano dos Municípios de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Contidos no Bioma Pantanal

Aimed to evaluate, through the Human Development Index (IDHM) in the municipalities of the Pantanal biome, the human development of the foundation/emancipation municipal, establishing comparisons to the IDHM of the Pantanal municipali- ties with the Brazilian IDH and the states of Mato Grosso (MT) and Mato Grosso do Sul (MS). The municipalities of MT and MS were selected from the biome, grouped by date of foundation/emancipation in periods of 50 years. The municipalities foun- ded in the 18th century showed the best results in the IDHM (m) and indicators of income (m) and education (m). The eman- cipated ones in 1913 to 1963 stood out in longevity (m). The emancipated between 1811 and 1861 had the lowest values for the IDHM (m), income (m), education (m) and longevity (m). The municipalities of MT and MS contained in the biome showed inferior results when compared to the states and to Brazil. The emancipation that does not observe socio-structural sustainability can result in the creation of municipalities without the basic characteristics of maintenance and support to hu- man development, like Barão de Melgaço and Bodoquena. It was concluded that the human development of the foundation/ emancipation of the municipalities were not directly associated with the periods of its creation, that is, the oldest, in general, did not stand out to the younger ones, and vice versa. In addition, issues such as the profile of public management and admi- nistration, public policies, geographic location, natural wealth, infrastructure, etc. can contribute significantly to the results of the IDHM both positively and negatively.
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