Top PDF Pesquisa de campo sobre malária humana, numa área endêmica na amazônia brasileira.

Pesquisa de campo sobre malária humana, numa área endêmica na amazônia brasileira.

Pesquisa de campo sobre malária humana, numa área endêmica na amazônia brasileira.

Of 2.310 people iunveycd in the unban aim malania infection UAi detected in θι beJjng 69% P.. detected with.[r]

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Diagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra-Amazônia Brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela no estado do Rio de Janeiro.

Diagnóstico tardio de malária em área endêmica de dengue na extra-Amazônia Brasileira: experiência recente de uma unidade sentinela no estado do Rio de Janeiro.

Mulher, branca, 28 anos, bióloga, natural do Rio de Janeiro, com relato de entradas sucessivas e pernoites em área de Mata Atlântica (Serra dos Órgãos, RJ), no período de 01/02 a 12/03/08, para realização de trabalho de campo. História iniciada em 4 de março com dor abdominal, diarréia líquida (>10 episódios/dia) autolimitada, cefaléia intensa, mialgia e parestesia de extremidades. Em 48 horas, evoluiu com febre do tipo terçã e calafrios acompanhados de artralgia, além de um episódio de hematúria e epistaxe. Em 17 de março, após seguidos atendimentos hospitalares, com quadro clínico atribuído à infecção pelo vírus do dengue, procurou o ambulatório de DFA do IPEC. Ao exame físico, apresentava-se em bom estado geral, afebril, anictérica, hidratada, hipocorada (1+/4+), sem exantemas ou petéquias, com esplenomegalia. Os exames laboratoriais estavam inalterados, sem anemia ou plaquetopenia (Ht 37%, Hb 12,7, leucócitos 4.800/mm 3 , plaquetas 182.000). A pesquisa direta em sangue periférico
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Ação de mosquiteiros impregnados com deltametrina sobre a morbidade da malária em uma área da Amazônia Brasileira.

Ação de mosquiteiros impregnados com deltametrina sobre a morbidade da malária em uma área da Amazônia Brasileira.

Os autores agradecem à Secretaria de Saúde do Estado de Rondônia que colocou à disposição a infra-estrutura do Centro de Pesquisas e Tratamento de Malária do Vale do Guaporé e proviu o material necessário para a confecção dos mosquiteiros. A Dr. Agostinho Cruz Marques, Dr. Orlando Ramirez, Dr. Romeo Rodrigues Fialho e Dr. João Durval Ramalho Trigueiro Mendes, da Fundação Nacional de Saúde, pelo apoio técnico. Ao Dr. Francisco das Chagas Oliveira Luz, pela revisão das lâminas de hemoscopia. E, à Prefeitura Municipal de Costa Marques pelo suprimento das necessidades imediatas à pesquisa.
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Mudanças no padrão epidemiológico da malária em área rural do médio Rio Negro, Amazônia brasileira: análise retrospectiva.

Mudanças no padrão epidemiológico da malária em área rural do médio Rio Negro, Amazônia brasileira: análise retrospectiva.

Trata-se de um estudo retrospectivo. Foram uti- lizados dados secundários referentes ao período de 1992 até 2004 (informação disponível), usan- do como fonte de informação os livros de no- tificação de caso da FUNASA do Município de Barcelos obtidos na sede municipal e a ficha de notificação do Ministério de Saúde. Foram defini- dos como caso todos os pacientes com sintomas clínicos de malária confirmados pela gota es- pessa positiva segundo parâmetros da FUNASA. Considerando que em estudos prévios do nosso grupo na área com outras doenças havia sido en- contrada uma grave situação epidemiológica de malária no Rio Padauiri, decidimos aprofundar nossa pesquisa neste lugar. Foram utilizadas as seguintes variáveis: (1) espacial (município, área urbano-rural, microrregiões e localidades do Rio Padauiri), (2) temporal (ano, mês, sazonalidade), (3) demográficas (sexo e faixa etária), e (4) para- sitológicas (espécie e densidade parasitária). Foi considerada baixa densidade parasitária quando as gotas espessas tinham menos de 50 parasitos por campo microscópico.
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Avaliação do risco de transmissão de malária por transfusão de sangue na área endêmica brasileira

Avaliação do risco de transmissão de malária por transfusão de sangue na área endêmica brasileira

124 mínimas, como i) a definição de município como área de avaliação do IPA onde o doador esteve ou reside; ii) definição dos tempos de inaptidão por deslocamentos para áreas de alto risco; iii) permissão do uso de testes laboratoriais de detecção de antígenos plasmodiais. Estas alterações não alteram a pontuação e classificação obtida neste estudo. Ressalta-se ainda que todas as informações foram autorreferidas e as respostas eram confirmadas, sempre que possível, por documentos. Mas, por tratar-se de avaliação externa, apesar da concordância do responsável legal do estabelecimento em participar da pesquisa, algumas vezes não foi permitido o acesso às instruções escritas e, nestes casos, não foram adotadas medidas para confirmação das respostas por mais de um meio de verificação. Essa situação, porém, foi rara (n=2). Como regra, se recorreu ao responsável pelo setor para obter as respostas mais precisas sobre a prática. Na sua ausência, foi o responsável técnico pelo SH que respondeu o questionário (n=1). Portanto, erros de aferição podem, eventualmente, ter ocorrido. Quanto à pontuação, ressalta-se que o peso utilizado para cada questão foi decidido pelos pesquisadores, baseado em critérios arbitrários sobre a relevância da questão para o risco potencial de ocorrência de MTT. Outros sistemas de pontuação poderiam gerar resultados distintos na classificação final. Todavia, a validação desses sistemas de pontuação e classificação é limitada pelo número pequeno de eventos.
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Casos assintomáticos de malária na Amazônia Brasileira: citoaderência, anticorpos...

Casos assintomáticos de malária na Amazônia Brasileira: citoaderência, anticorpos...

Um importante fator na virulência do protozoário causador da malaria humana P. falciparum é a capacidade de aderência de eritrócitos contendo formas maduras a receptores endoteliais como CD36 e ICAM1. A citoaderência é mediada por proteínas PfEMP1, que estão relacionadas ao constante escape da resposta humoral do hospedeiro e parecem ser importantes alvos da resposta adquirida, pelo menos na África . No Brasil, a situação é especial: o número de variantes PfEMP1 é limitado, além disso, são raras as evoluções graves da doença. Ao mesmo tempo, muitos indivíduos residentes em área endêmica são portadores do parasita mas não apresentam sintomas. Estaria esta ‘proteção’ relacionada ao reconhecimento destas proteínas da superfície da hemácia infectada, assim como foi sugerido para situações de alta transmissão? E mais, existiria alguma diferença no reconhecimento de parasitas selecionados para citoaderência em diferentes receptores? Na tentativa de responder estas perguntas, 1. localizamos nos plasmas de indivíduos infectados residentes em Rondônia, anticorpos contra estruturas na membrana do eritrócito infectado (através de imunofluorescência), 2. medimos, através de citometria de fluxo, a resposta humoral destes plasmas contra a superfície de hemácias infectadas (isolados de campo selecionados para aderência a ICAM1 e CD36), sem encontrar diferenças significativas na resposta imune nos dois grupos de plasmas, tanto em frequência quanto grau de reconhecimento; 3. testamos a capacidade de inibição de citoaderência destes plasmas em condição estática, encontrando apenas diferenças significativas entre sintomáticos e assintomáticos em alguns casos pontuais, e sem correlação com índice de reatividade ou fenótipo. Através de ensaios de aglutinação mista, pudemos observar a presença de anticorpos pan-reativos, capazes de aglutinar diferentes isolados, porém sem diferenças entre os isolados selecionados para ICAM1 e CD36; e, finalmente, 5. analisamos a força de citoaderência da cepa controle 3D7 e do isolado de campo 133, selecionados tanto para ICAM1 quanto para CD36, sem encontrar nenhuma diferença entre eles. Os dados indicam que a resposta contra a superfície da hemácia infectada - ao menos dos isolados e fenótipos testados neste trabalho - não parece ser um critério decisivo para o tipo de evolução de malaria sofrida pelo paciente.
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Diagnóstico molecular da malária em uma unidade de atenção terciária na Amazônia Brasileira.

Diagnóstico molecular da malária em uma unidade de atenção terciária na Amazônia Brasileira.

da técnica em campo carece de mais evidências, em especial pelo alto custo e infra-estrutura sofisticada ainda necessários para sua execução. Pela escassez de dados referentes ao desempenho da PCR . Pela escassez de dados referentes ao desempenho da PCR em áreas endêmicas para malária, no Brasil, este trabalho teve a ste trabalho teve a finalidade de analisar a experiência com o diagnóstico molecular da malária de uma unidade de atenção terciária para doenças infecciosas, em área hiper-endêmica para malária, na Amazônia Brasileira, comparando uma das mais reconhecidas técnicas de detecção de DNA genômico plasmodial com o tradicional diagnóstico pela gota espessa recomendado pela Organização Mundial da Saúde, tendo como objetivos secundários a estimativa da freqüência de infecções mistas e da infecção por Plasmodium malariae.
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Avaliação de uma nova estratégia de controle da malária na Amazônia brasileira

Avaliação de uma nova estratégia de controle da malária na Amazônia brasileira

Provavelmente, como conseqüência dessas medidas, tem havido uma redução da letalidade e do número de internações hospitalares por malária. O número de óbitos caiu de 1.168, em 1988, para 203 em 1999, segundo dados da Gerência Técnica de Malária da FUNASA, do Ministério da Saúde. As in- ternações por malária nos hospitais do Sistema Único de Saúde evoluíram de 23.599 em 1988, atingiram o ponto máximo em 1992, com 55.332 casos inter- nados, caindo para 21.166, em 1999. Por outro lado, provavelmente o trata- mento precoce dos casos, antes do aparecimento das formas sexuadas sangüí- neas dos parasitos, os gametócitos, forma infectante para os anofelinos, tenha contribuído para a redução da transmissão da malária por P. falciparum , em relação àquela por P. vivax, chegando a apenas 18,6 % do total de casos de malária registrados em 1999, quando, no passado, este percentual chegou a mais de 50 % (Tabela 1). Tendo em vista que a produção de gametócitos nas infecções por P. falciparum ocorre apenas entre o 8° e o 10° dia do início dos sintomas e, no caso de P. vivax, P. malariae e P. ovale, já aparecem no sangue nas primeiras 24 a 48 horas, é operacionalmente mais fácil inibir-se, pelo tra- tamento, a formação de gametócitos em casos produzidos por P. falciparum (Pampana 1966, Wernsdorfer 1980, Loban & Polozok 1987).
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Tratamento da malária com artesunate (retocaps®) em crianças da Amazônia brasileira.

Tratamento da malária com artesunate (retocaps®) em crianças da Amazônia brasileira.

Resumo Avaliamos a resposta clínica e parasitológica à terapêutica com o artesunate retocaps®, em 32 crianças internadas na Fundação de Medicina Tropical do Amazonas, que apresentavam malária com quadro clínico moderado e grave. Destas, 29 tinham a doença por P. falciparum e três, P. vivax. A melhora clínica foi observada após 24 horas do início da terapêutica, com 33,3% de pacientes afebris e, 48 horas após o tratamento, 77,2% das crianças não apresentavam febre. O acompanhamento da parasitemia assexuada, mostrou que no D2 58,6% das crianças com malária falciparum estavam negativas; em D4 todas haviam negativado, tanto na malária pelo P. falciparum como pelo P. vivax. No seguimento prolongado, na malária P. falciparum, encontramos 66,6% de recrudescências. Os resultados nos permitem concluir pela eficácia e praticidade no uso do artesunate retocaps® com rápida redução da parasitemia e melhora clínica. Entretanto, na malária P. falciparum a taxa de recrudescência foi elevada. Não foi observado para-efeito que possa ser imputado ao uso da droga.
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EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

EDILVANA MARA DA SILVA LOPES A GESTÃO DE PROCESSOS DO ENSINO DE GRADUAÇÃO: Estudo sobre as demandas de visitas técnicas e trabalhos de Campo na Universidade Federal de Juiz de Fora

apresenta-se fragmentado. Há uma instância responsável pela liberação de recursos, da qual não se tem conhecimento claro sobre como são praticadas as ações, e outra instância na qual os professores seguem ações administrativas, como contatar o setor de transportes, lançar a viagem no SCDP, pegar autorização no departamento, etc. (2) Não existem processos sistematizados. Exceto por um princípio de iniciativa do Instituto de Ciências Humanas, não há uma instrumentalização de processos que considere, do início ao fim, o estabelecimento de diretrizes, de critérios de concessão, de planejamento, de organização e de execução das viagens formativas. (3) As etapas necessárias à realização das viagens passam por, no mínimo, quatro instâncias: direção de unidade, chefia de departamento, professor responsável e setor de transportes. Não há um instrumento que ligue as ações entre as instâncias, o que se percebe são ações administrativas isoladas. (4) Não há difusão de informações que levem conhecimento sobre o processo. Percebe-se que as coordenações mais envolvidas em processos de discussão sobre o tema, e que mais efetuam viagens formativas, são as que demonstram ter mais conhecimento sobre os trâmites administrativos praticados para a execução das atividades. Esses fatos nos levam a supor que os coordenadores agem de forma proativa para obter informações e operacionalizar as viagens e que ainda é incipiente ou ineficiente o movimento de disseminação das informações sobre o tema, nos cursos, nas unidades acadêmicas e na Instituição.
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Rev. Soc. Bras. Med. Trop.  vol.26 número1

Rev. Soc. Bras. Med. Trop. vol.26 número1

Dados epidemiológicos de malária na Amazônia, por município, referente a 1992... Carta ao Editor.[r]

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Avaliação da completude e da oportunidade das notificações de malária na Amazônia Brasileira, 2003-2012.

Avaliação da completude e da oportunidade das notificações de malária na Amazônia Brasileira, 2003-2012.

diagnósticos identificam a espécie de Plasmodium (P. falciparum, P. vivax ou P. malariae) e são confirmados por gota espessa, esfregaço delgado ou testes rápidos para diagnóstico. Após preenchimento, as notificações são enviadas pela UN à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), onde são digitadas no Sivep-Malária local, ou diretamente, via internet, no Sivep-Malária nacional, este coordenado pelo Ministério da Saúde (MS). Os dados digitados no Sivep-Malária local são gravados em arquivo eletrônico e transmitidos, também pela internet, para o Sivep-Malária nacional. Imediatamente, os dados são disponibilizados para análise simultânea pela unidade notificante, Secretarias Municipais, Se- cretarias de Estado e Ministério da Saúde (Figura 1). A base de dados do Sivep-Malária conta com 43 campos. No período de 2003 a 2010, foi avaliada a completude de 21 desses campos, e de 23 a partir de 2011, quando foram introduzidos dois novos campos: data de envio dos dados para o MS; e raça/cor. Os
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Meio ambiente e saúde: metodologia para análise espacial da ocorrência de malária em projetos de assentamento.

Meio ambiente e saúde: metodologia para análise espacial da ocorrência de malária em projetos de assentamento.

A segunda etapa da abordagem me- todológica facilita a definição das sub- áreas anteriormente mencionadas. Nessa etapa, estimativas espaciais das taxas de malária são calculadas para todos os lotes do assentamento em estudo, utilizando- se o método geoestatístico de krigagem (ISAAKS; SRIVASTAVA, 1989; CRESSIE, 1991), que estima o valor de uma variável em localidades não amostradas com base nas amostras vizinhas. A estrutura espacial dos dados observados é representada pelo semivariograma e depende apenas da localização de cada variável e da distância que as separa (CRESSIE, 1991). Através de funções matemáticas, essa estrutura espacial permite o cálculo de pesos que, multiplicados pelos valores observados, resultam em estimativas para os pontos não amostrados. Conforme a Primeira Lei da Geografia (TOBLER, 1979), esses pesos são maiores para localidades próximas e meno- res para aquelas distantes. Cressie (1991) apresenta detalhes do modelo de krigagem e dos procedimentos de estimação.
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Festa de santo na cidade: notas sobre uma pesquisa etnográfica na periferia de Belém, Pará, Brasil.

Festa de santo na cidade: notas sobre uma pesquisa etnográfica na periferia de Belém, Pará, Brasil.

Resumo: O artigo faz alguns paralelos entre estudos que tratam da dimensão lúdica da religiosidade popular na Amazônia e os resultados de uma pesquisa etnográfica sobre uma festa de santo padroeiro em uma feira de bairro na Belém contemporânea. São observados elementos externos ao ritual religioso, como divulgação propagandística, trocas econômicas e usos políticos, que atuam como transformadores do sentido da devoção religiosa. Demonstra-se, com isso, a dinamicidade da reprodução da religiosidade popular, considerando a diversidade de manifestações festivas em diferentes realidades socioespaciais amazônicas. Devoção religiosa e ‘razão prática’ estão imbricadas no processo de modificação do evento pesquisado. Isto se revela pela complexidade das trocas sociais exercidas em uma festa de santo padroeiro na escala de uma grande cidade.
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Representations, imaginary and mythical archetypes in the Amazon speech of the Brazilian press :: Brapci ::

Representations, imaginary and mythical archetypes in the Amazon speech of the Brazilian press :: Brapci ::

Esta pesquisa tem como objetivos principais: identificar que modelos de representações do mundo estão operando na imprensa brasileira nos relatos sobre a Amazônia; analisar a mediação [r]

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Avaliação da completude e da oportunidade das notificações de malária na Amazônia Brasileira, 2003-2012

Avaliação da completude e da oportunidade das notificações de malária na Amazônia Brasileira, 2003-2012

Para o cálculo do percentual da completude de cada campo, considerou-se como numerador a quantidade de notificações nas quais o campo foi devidamente preenchido, e como denominador, o total de notifi- cações avaliadas. Foram considerados como campos não preenchidos e por conseguinte, excluídos do numerador, aqueles com as categorias ‘ignorado’ e ‘outros’. Os seguintes parâmetros foram utilizados para medir a qualidade da completude dos campos: (i) completude boa (≥90% de preenchimento), (ii) regular (≥70% a <90%) e (iii) ruim (<70%). Estes parâmetros foram adaptados de estudo avaliativo da completude do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 3 no qual também são registradas
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Leishmaniose tegumentar canina no município de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina.

Leishmaniose tegumentar canina no município de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina.

O maior percentual entre os animais positivos (83,3%) em residências, no trecho de até 50m de distância da loresta deve-se, provavelmente, as características ecológicas do local. A vegetação, ainda nativa, é abundante e a diversidade de animais sinantrópicos e silvestres propiciam excelentes condições bióticas à presença da fauna lebotomínea e consequentemente à disseminação do agente etiológico desta doença. Pesquisa realizada com 389 cães errantes capturados próximos as matas residuais do município de São Paulo, mostrou pela RIFI, 19,3% de sororeagentes 42 .
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Bromeliaceae epífitas de uma Área de Conservação da Amazônia brasileira.

Bromeliaceae epífitas de uma Área de Conservação da Amazônia brasileira.

Tillandsia bulbosa possui ampla distribuição na América Central e América do Sul (Smith e Downs 1977). No Brasil ocorre apenas nos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba e Pernambuco (Smith e Downs 1977; Pontes e Agra 2006; Forzza et al. 2010). A referida espécie, coletada em floresta de terra firme, é registrada pela primeira vez na área de estudo e acredita-se que ela produza flores no mês de março, pois como já comentado, foi coletada no mês de abril com restos de inflorescência. Diferencia-se das demais Bromeliaceae de Caxiuanã, por apresentar bainhas foliares muito alargadas, formando uma roseta ovalada, lâminas foliares filiformes, fortemente onduladas. Além disso, possui escapo recurvado, inflorescência em espiga composta, levemente tomentosa e sementes com apêndices plumosos amarelados.
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Malária grave em Palmas, Estado do Tocantins: relato de caso.

Malária grave em Palmas, Estado do Tocantins: relato de caso.

Mantendo hidratação venosa, o paciente agrava, ficando agitado, edemaciado, mucosas pálidas, febre de 40ºC, intensa lombargia e abdômen distendido. O exame parasitológico em 31/01 indicava estar negativo para malária, porém, com queda de salivação, sonolência, picos hipertensivos e roncos pulmonares bilaterais. Encaminhado à Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), passou a fazer uso de ventilação mecânica, hemodiálise, com diagnóstico de insuficiência renal aguda, insuficiência hepática, insuficiência pulmonar e síndrome de angústia respiratória do adulto. Ao rever o caso, o médico plantonista constatou erro na dosagem do Coartem (dois comprimidos a menos nas doses do segundo dia). A equipe médica resolveu abandonar o esquema do Coartem e iniciar tratamento injetável com artemeter intramuscular (3,2mg/kg no 1º dia, mais 1,6mg/kg/dia, durante cinco dias), acompanhado por clindamicina endovenosa (20mg/kg/dia de 8/8 horas) do 1º ao 6º dia, seguido de vancomicina (1g) e imipenen (500mg) endovenoso por mais quatro dias. No dia 1º/02, foram prescritas ao paciente duas bolsas de concentrado de hemáceas e depois, em 06/02, voltaram a ser ministradas novamente (2 unidades/ dia durante quatro dias).
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Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

Open Estudo comparativo de Dois irmãos e Cinzas do Norte, de Milton Hatoum, e A Selva, de Ferreira de Castro

autor. Compreendendo essa região como detentora de uma identidade fixa e homogênea, o que contraria todo o processo de colonização dessa região, que se dá a partir de inúmeros contatos de povos de diferentes etnias e culturas diversas que para ali vieram, provocando mestiçagens e hibridismos significativos desde o início dos processos de colonização até os dias atuais. Apesar de percebermos concepções homogeneizadoras na narrativa de Ferreira de Castro, sobre a identidade cultural amazônica, já se observa aí elementos que problematizam e refutam a ideia de estabilidade e unidade das identidades. Para ilustrar o que estamos dizendo basta observar que o protagonista da narrativa é Alberto, um jovem português, deslocado de seu lugar de origem, que na Amazônia, perambula por culturas e espaços diversos, o que sugere a idéia de movimento e instabilidade. Além desse personagem cujo percurso é marcado pela instabilidade e movimento, encontramos outros que são migrantes de outras regiões do Brasil, estando, portanto, em movimento, dando a ideia do entrecruzamento cultural, o que reafirma nossa análise. Essa obra de Ferreira de Castro é considerada pela crítica como obra-prima, apresentando com propriedade e realismo extremo os tormentos enfrentados por pessoas simples expostas a um regime de semi-escravidão, iludidos pelo sonho de conquistar uma vida melhor através da extração do látex, em seringais da Amazônia brasileira. Ao se apropriar dessa temática, o autor apresenta ao mundo o lado obscuro da selva amazônica – a exploração de seres humanos na atividade de produção da borracha, que naquele momento, apesar de ser estratégico para os aliados na Segunda Guerra Mundial, não se tinha clareza no mundo dito “civilizado” das reais condições em que os seres humanos eram submetidos para que se produzisse o então chamado ouro negro.
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