Top PDF PILATES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA

PILATES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA

PILATES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UMA PROPOSTA ALTERNATIVA

Entretanto, são inúmeros os artigos encontrados que comprovam os benefícios do método Pilates, porém ainda é desconhecida a prática deste método nas aulas de educação física escolar. Tatiany Marelisia de Souza comprovou em seu Trabalho de Conclusão de Curso os benefícios do Método Pilates solo aplicado no CDS/UFSC, tanto provando a experiência como aluna, quanto aplicando um questionário aberto para coletar as informações sobre a prática com todos os participantes da disciplina. E assim, concluiu que realmente os benefícios acontecem e de forma visível, ressaltando que esta prática propõe um trabalho de consciência corporal em sua totalidade, mas que não pode ser realizada somente por um curto período de tempo. E embora, os resultados demonstraram que 100% dos alunos tiveram dificuldades na realização dos exercícios, estes mesmos 100% após a prática conhecem a postura correta e sabem consertar quando estão errados, além de que 70% disseram que conseguem realizar o encaixe do quadril e reconhecer o core (força do abdômen), e 100% também concluíram sentir bem estar ao final da prática da sequência da aula, 70% tiveram o abdômen mais definido, 90% reconheceram o alivio de dores lombares e 100% perceberam melhora na concentração, disposição geral e calma (SOUZA, 2012).
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Abordagem pedagógica de saúde renovada nas aulas de educação física escolar

Abordagem pedagógica de saúde renovada nas aulas de educação física escolar

A proposta de abordagem pedagógica formulada e apresentada nas últimas décadas dentro da educação física escolar, tendo como objetivo a promoção de saúde e prevenção de doenças é a abordagem saúde renovada. Essa mostra-se fundamentada no conceito de aptidão física. A educação física escolar propicia a conceituação da atividade física e promoção de saúde, capazes de instigar a compreensão relacionada aos exercícios físicos, provocando nos alunos um senso autônomo aos conceitos fisiológicos composto nas escolha e prática das atividades físicas (NAHAS, 1997).
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O jogo de xadrez como proposta pedagógica nas aulas de educação física

O jogo de xadrez como proposta pedagógica nas aulas de educação física

Através de pesquisas, experiências e estudos em geral, realizados por vários cientistas, pesquisadores e autores de renome, Klein (2003) afirma que chegaram á conclusão onde além dos benefícios já citados o xadrez escolar serve como: alavanca para auto desenvolvimento das capacidades intelectuais; a criança elabora habilidades e conhecimentos socialmente disponíveis; Em testes cognitivos, alunos que praticavam xadrez, melhor se sobre saíram em relação aos que não praticavam.

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O Esporte enquanto conteúdo conceitual, procedimental e atitudinal nas aulas de educação física escolar

O Esporte enquanto conteúdo conceitual, procedimental e atitudinal nas aulas de educação física escolar

A abordagem cidadã é proposta principalmente pelos Parâmetros Curriculares Nacionais, um documento inspirado no modelo educacional espanhol, que foi elaborado por um grupo de pesquisadores e professores mobilizados pelo Ministério da Educação e do Desporto. Os PCNs elegem a cidadania como eixo norteador e entende que a Educação Física na escola é responsável pela formação de alunos que sejam capazes de participar de práticas corporais adotando atitudes de respeito, dignidade e solidariedade; conhecer, valorizar, respeitar e desfrutar da pluralidade da cultura corporal; reconhecer-se como elemento integrante do ambiente; conhecer a diversidade de padrões de saúde, beleza e desempenho que existem nos diferentes grupos sociais; analisar criticamente os padrões divulgados pela mídia; reivindicar, organizar e interferir no espaço de forma autônoma, além de reivindicar locais adequados para promover práticas corporais de lazer (BRASIL, 1998). Essa abordagem propõe os seguintes conteúdos para serem trabalhados nas aulas: esporte, jogos, lutas, ginásticas, atividades rítmicas e expressivas, e conhecimentos sobre o corpo.
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Aulas de educação física de pré a quarta série nas escolas municipais: avaliação de uma proposta

Aulas de educação física de pré a quarta série nas escolas municipais: avaliação de uma proposta

A prática de atividades físicas na escola, mais especificamente, a disciplina Educação Física escolar, é garantida pela LDB, sendo obrigatória em todos os níveis de ensino e facultativa nos cursos noturnos (BARRETO, 1997). No entanto, a unidocência que prevalecia nas séries iniciais de escolarização, antes da implantação da proposta, geralmente não atendia à carga horária que lhe era destinada (freqüência e duração semanal), conforme dados encontrados por SILVEIRA (1999). Os unidocentes enfrentam muitas dificuldades ao desenvolver as atividades inerentes a esta disciplina, principalmente pela falta de preparo (qualificação e respaldo bibliográfico), o que faz com que os professores de sala de aula defendam, segundo o autor, a presença de um profissional qualificado para atender aos alunos.
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SUPER-HERÓIS E EDUCAÇÃO PARA O LAZER: descrição de uma proposta pedagógica nas aulas de Educação Física

SUPER-HERÓIS E EDUCAÇÃO PARA O LAZER: descrição de uma proposta pedagógica nas aulas de Educação Física

pedagógica nas atividades desenvolvidas, são fatores que promovem o afastamento dos alunos nas aulas de Educação Física escolar, gerados por uma tradição pedagógica que tem como base valores como a competição e o individualismo. Paralelo a isso, os super-heróis são um sucesso cultural (principalmente para o públirco infanto-juvenil), viabilizados pelos meios de comunicação de massa, sendo associados a produtos e atividades que fazem parte do contexto do lazer. Portanto, considerando a forte presença cultural supracitada dos super-heróis no cotidiano das crianças e jovens do Brasil, os mesmos foram trabalhados nas aulas de Educação Física-Ensino Fundamental numa proposta pedagógica pautada nos valores da educação para o lazer e da Educação Física plural, em busca de viabilizar aos alunos a construção e produção de novos conhecimentos a respeito das práticas corporais e conteúdos do lazer. Sendo assim, o objetivo de tal pesquisa foi a elaboração, realização e análise de uma proposta pedagógica de inclusão do tema dos super-heróis nas aulas de Educação Física-Ensino Fundamental, no sentido da educação para o lazer. Os procedimentos metodológicos utilizados foram compostos por pesquisa de campo em que realizamos a análise qualitativa para uma turma do 3º ano do Ensino Fundamental. No total, foram 08 aulas de Educação Física. O registro da pesquisa de campo foi realizado a partir do diário de campo para fazer as anotações sobre o processo pedagógico. Utilizaram-se também as técnicas de observação participante e questionários. Concluímos que por meio da proposta pedagógica que houve conhecimentos construídos pelos alunos sobre a cultura corporal, sobre os conteúdos do lazer (em especial o manual) e sobre valores éticos e morais inspirados nos super-heróis como altruísmo e cooperação. Palavras-chave: Educação Física; Educação; Ensino fundamental; Atividades de lazer; Super-Heróis. ROSSI FILHO S, SILVA CL. Super-heróis e educação para o lazer: descrição de uma proposta pedagógica nas aulas de Educação Física. R. bras. Ci. e Mov 2019;27(2):188-208.
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EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM ESTUDO SOBRE A DIRETIVIDADE DO PROFESSOR NA CONDUÇÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM ESTUDO SOBRE A DIRETIVIDADE DO PROFESSOR NA CONDUÇÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Na verdade, para que os professores tenham condições de afirmar que a forma de direção das atividades está sob a responsabilidade dos alunos, sem que isso signifique negligência e comodismo, dando a falsa impressão de que a participação docente é dispensável, é necessário que toda a proposta pedagógica da escola, ou pelo menos da Educação Física, esteja centrada no referencial teórico das concepções abertas de ensino. Isso implica “enfatizar que se trata de criar situações de ensino em que o aluno possa co-determinar com base nas suas experiências até o momento (...); trata-se primeiramente de educar o aluno para capacidade de decisão” (Hildebrandt e Laging 1986: 17).
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Educação para o lazer nas aulas de educação física escolar na perspectiva dos alunos de licenciatura

Educação para o lazer nas aulas de educação física escolar na perspectiva dos alunos de licenciatura

O presente estudo teve como objetivo geral analisar as possibilidades da educação para o lazer nas aulas de Educação Física Escolar, na perspectiva dos alunos de dois cursos de licenciatura em Educação Física do Distrito Federal. Consideramos as conexões, as contradições acadêmicas existentes e o futuro profissional almejado pelos alunos, no sentido de contribuir para um debate sociopolítico, crítico e esclarecedor do tema em nossa sociedade. O que pensam os alunos dos referidos cursos sobre a materialização da educação para o lazer na Educação Física Escolar (EFE) com todas suas nuances, foi o nosso questionamento. Desse modo, realizamos um estudo de caso, a partir de uma perspectiva qualitativa, focado na busca de uma educação para o lazer emancipatória e auto-reflexiva. Utilizamos como instrumento de investigação a entrevista semi-estruturada, seguida de uma análise do conteúdo. Em relação à análise proposta, o grupo mostrou-se favorável a realizar a educação para o lazer na EFE. Avaliaram como reduzida a abordagem realizada no curso sobre o tema, o que tem relação direta com o fato de mostraram desconhecerem o teor das discussões teóricas existente no país. Diante da autorreflexão dessa situação, reconheceram-se despreparados para abordar o tema numa atuação futura na EFE. A ideia desse grupo sobre o tema aproxima-se das concepções discutidas por reconhecidos autores da EF, que estão envoltas pela visão funcionalista do lazer, que restringe o real potencial do fenômeno lazer, ao adotarem uma conduta unilateral e negar seu potencial emancipatório. O grupo apresentou dúvidas sobre a diferença entre abordar o tema como objeto e como veiculo. Diante do exposto, faz-se necessário refletir de maneira imanente, sobre os motivos pelos quais as idéias alternativas à visão funcionalista do lazer, discutidas, confrontadas e debatidas desde a década de 90, encontram-se aparentemente ocultas ou ausentes na realidade da licenciatura, de modo a suscitar o debate crítico.
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JOGOS DE TABULEIRO COMO POSSIBILIDADE PEDAGÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

JOGOS DE TABULEIRO COMO POSSIBILIDADE PEDAGÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

A proposta da construção de um jogo de tabuleiro, de escolha conjunta da turma, foi muito interessante, pois houve determinados jogos reconhecidos como socialmente importantes para os alunos, tais como Banco Imobiliário®, Jogo da Vida®, Detetive®, Perfil®, War® e Imagem e Ação®. Todos esses jogos ultrapassam somente o ato de jogar, pois favorecem o raciocínio lógico e estratégico, além de valores como respeito, justiça, comunicação e persistência para o alcance dos objetivos. A escolha especifica do jogo Detetive foi tomada em conjunto com a turma, baseando-se no maior domínio dos alunos com esse jogo e, que tem a possibilidade de ajustar as regras conforme escolha deles, além da escolha de personagens, locais e artefatos do jogo. O trabalho de pensar num jogo conhecido e adaptá-lo conforme ideias em grupo segue a pedagogia de Gasparin (2002), onde a construção coletiva faz parte do processo de ensino aprendizagem.
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Representações de alunos com deficiência visual sobre as aulas de educação física escolar

Representações de alunos com deficiência visual sobre as aulas de educação física escolar

Como alternativa à mudança e/ou reestruturação desse cenário excludente que a Educação Física vem vivendo nas escolas em que os atores sociais desta pesquisa estão inseridos, recomenda-se a Educação Física inclusiva e adaptada, que, como a própria nomenclatura define, consiste na adequação da gama de conteúdos presentes em qualquer programa de atividade física (ginástica, danças, jogos e esportes), de forma a contemplar todos os alunos, independentemente de suas necessidades específicas. Recorrendo a esse recurso, os professores não precisarão mais se utilizar de artefatos para tapear esses alunos, como acontece com o aluno A, que só participa das aulas durante o alongamento – atividade que antecede as práticas físicas, esportivas e recreativas e que tem por finalidade despertar o corpo para tais práticas.
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O currículo do estado de São Paulo nas aulas de Educação Física escolar: vantagens e desvantagens

O currículo do estado de São Paulo nas aulas de Educação Física escolar: vantagens e desvantagens

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (SEESP) apresentou prescrições para o currículo da Educação Básica na rede pública estadual e nas escolas particulares sob sua jurisdição. Tais como: a) Proposta curricular do Estado de São Paulo – com princípios e conceitos norteadores da organização curricular do Ensino Fundamental e Ensino Médio; orientações para o trabalho com áreas e suas tecnologias, indicando as competências e habilidades gerais e específicas a serem desenvolvidas; b) Expectativas de aprendizagem nas séries iniciais quanto ao ensino de Língua Portuguesa e de Matemática – com objetivos, orientações didáticas e quadro de avaliações das aprendizagens nessas áreas; c) Proposta curricular, para cada disciplina, do Ciclo II do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio. (SÃO PAULO, 2008).
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TREINAMENTO FUNCIONAL COMO PROPOSTA DE CONTEÚDO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO MÉDIO

TREINAMENTO FUNCIONAL COMO PROPOSTA DE CONTEÚDO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO MÉDIO

A principal meta dos programas de educação para a saúde através da Educação Física Escolar é proporcionar fundamentação teórica e prática que possa levar os educandos a incorporarem conhecimentos, de tal forma que os credencie a praticar atividade física relacionada à saúde não apenas durante a infância e a adolescência, mas também, futuramente na idade adulta. Dentro desta visão, possível intervenção no sentido de induzir modificações no comportamento apresentado pela sociedade quanto à aptidão física e saúde, necessariamente deverá passar por reformulação dos atuais currículos de ensino na área da Educação Física, onde, tradicionalmente, tem- se procurado enaltecer apenas conceitos voltados a competência atlética, privilegiando alguns poucos dotados geneticamente quanto a habilidades motoras, em detrimento da grande maioria da população jovem que necessita de informações associada, com a prática da atividade física direcionada a melhoria e a manutenção das condições de saúde.
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UMA PROPOSTA DE ENSINO DO SLACKLINE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

UMA PROPOSTA DE ENSINO DO SLACKLINE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

Segundo o dicionário a motivação pode ser entendida como despertar o interesse por algo, já a satisfação é o prazer resultante da realização daquilo que se espera ou do se deseja. Como vimos no decorrer do trabalho uma parte dos alunos não mostrou interesse para realizar as práticas, consequentemente não houve o prazer, não houve a satisfação na realização das atividades, como no relato da uma aluna da turma B que afirmou que sua experiência não foi prazerosa ela disse : “não gostei, é perigoso e prefiro jogar vôlei”, vale ressaltar que essa aluna participou apenas uma vez das aulas práticas ela em todo processo estava apenas em quadra.
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Capoeira nas aulas de Educação Física: uma proposta de intervenção

Capoeira nas aulas de Educação Física: uma proposta de intervenção

De sua gênese surgiram duas linguagens, uma conhecida como Luta Regional Baiana (atualmente, apenas Capoeira Regional) e a outra como Capoeira Angola. No nosso entendimento, estas representam formas de agir na sociedade, podendo significar mais um elemento de alienação e controle social conforme a orientação do mercado e da indústria cultural ou, ao contrário, um elemento de valorização de nossa ancestralidade afri- cana, como uma manifestação popular voltada para a leitura e compreen- são da realidade com possibilidades de transformá-la. Assim, concorda- mos com Frigério (1989, p. 91) que “como toda atividade de origem popu- lar, não codificada, existem diferentes concepções em torno do que ela é, e de como deve ser praticada e ensinada”. E neste contexto, nos pergun- tamos: quais as possibilidades de a capoeira, no espaço escolar, ser inserida como componente curricular das aulas de Educação Física?
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O ATLETISMO COMO ALTERNATIVA METODOLÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

O ATLETISMO COMO ALTERNATIVA METODOLÓGICA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA

RESUMO O Atletismo apresenta-se como uma modalidade fundamental no aprendizado das diferentes habilidades motoras básicas, é uma modalidade de suma importância para as crianças, por se tratar de uma prática que serve de base para outros esportes. Trata-se de um esporte que necessita materiais simples e de um espaço para sua realização, não precisa dispor de uma infraestrutura grandiosa, sendo assim, torna-se fácil sua aplicabilidade dentro do ambiente escolar. As informações contidas neste trabalho foram obtidas de diversos bancos de dados virtuais, assim como livros, revistas, entre outros. Portanto é uma pesquisa bibliográfica. A prática do Atletismo dentro do ambiente escolar colabora não só para o aprendizado de uma modalidade esportiva individual ou coletiva, mas também contribui para o desenvolvimento integral das crianças. Inserir o Atletismo nas escolas é um desafio para todo educador físico, tendo em vista a falta de estrutura para sua prática e a constante desmotivação para sua efetiva prática, pois a mesma descarta implementos altamente motivadores como a bola. Contudo é preciso valorizar esta prática esportiva que existe há muitos anos, pois diversos estudos comprovam sua importância no processo ensino aprendizagem de habilidades motoras e de sua efetiva contribuição para alicerçar diversos esportes.
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MOTIVOS QUE LEVAM À EVASÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

MOTIVOS QUE LEVAM À EVASÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

Também foi visto que os alunos não sentem um ambiente seguro e estimulante para experimentação e para a prática. Em Sampaio et al.(2012), em relação aos formatos das aulas, as opções “poucas opções de esportes”, “exercícios parecidos com a série anterior” e “muita competição desigual” foram as mais escolhidas. Mostrando que o formato das aulas não agrada os alunos, e que precisa se pensar em como modificar isso. Isso também é reforçado no estudo de Kobal (1996), quando analisou a motivação intrínseca dos alunos para participarem das aulas de Educação Física na escola, onde gostar de atividades físicas, aprenderem novas habilidades, movimentar o corpo foram apontados como tópicos motivadores para os alunos. Não ter oportunidade de jogar, não ter tempo para praticar o que gosta e não sentir prazer na atividade, foram os principais motivos apontados pelos alunos para não gostarem das aulas. Isso mostrar a importância da aula ser bem estruturada pelo professor, de forma que contemple a todos, e oportunize a participação de todos, assim motivando mais alunos a participarem das aulas.
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Conhecendo o ambiente escolar para as aulas de educação física: existe diferença entre as escolas?

Conhecendo o ambiente escolar para as aulas de educação física: existe diferença entre as escolas?

Em relação ao percentual do tipo de espaço físico e dos materiais destinados para as aulas de educação física, verifi- cou-se que quase todas as escolas possuem quadra (74,4%) e materiais (83,1%). Porém a maioria não conta com ginásio (88%), sala de aula específica para educação física (71,3%), área verde (73%) e área externa (56%) para a prática da educação física. Na figura 3 observa-se que, quando estratificado pelo tipo de escola, há uma diferença significativa no que diz res- peito à disponibilidade de materiais e área verde para ativida- de física, com maior percentual para as escolas de referência. A tabela 2 mostra dados referentes à qualidade dos es- paços físicos disponíveis para o desenvolvimento das aulas de educação física. Não foi verificada diferença significativa em relação a esses espaços quando se comparou os tipos de es- cola. A maioria das estruturas físicas não apresenta marcação para delimitar e diferenciar o piso do ginásio ou da quadra,
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Uma proposta para o ensino de nanociência e da nanotecnologia, nas aulas de física...

Uma proposta para o ensino de nanociência e da nanotecnologia, nas aulas de física...

Essa preocupação dos alunos se dá no modelo tradicional de ensino, onde as aulas de física são compostas apenas por aulas focadas em resolução de problemas, na manipulação de fórmulas matemáticas e na memorização descontextualizada. A contextualização do ensino envolveria uma aprendizagem melhor de conceitos e das relações históricas e filosóficas que envolvem a construção do conhecimento científico, e uma maior discussão sobre as implicações dos impactos das tecnologias nas sociedades. Há também a questão relativa à própria concepção de uma escola técnica estadual, onde os alunos fazem uma avaliação e são selecionados para cursar o ensino médio. Apesar do ensino por competências e habilidades se constituir como modelo político e pedagógico da instituição, ocorre uma tensão por parte da comunidade, que em sua grande maioria é seduzida a colocar seu filho na escola técnica pública por conta da obtenção, por parte dos antigos alunos, de altos índices no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), e por consequência do ingresso de muitos em excelentes universidades públicas do país.
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Consultoria colaborativa como estratégia para promover inclusão escolar em aulas de educação física

Consultoria colaborativa como estratégia para promover inclusão escolar em aulas de educação física

terá como objetivo elaborar, aplicar e avaliar um programa de consultoria colaborativa em Educação Física Adaptada. Sua participação nesta pesquisa consistirá em participar de um programa de Consultoria colaborativa, onde o professor de Educação Física Adaptada (pesquisador) atuará de forma a auxilia-lo no que se refere à prover informações, suportes e apoios específicos para a área de Educação Física que facilitem o processo de inclusão de seus alunos públicos-alvo da educação especial (alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, Superdotação e Altas Habilidades). A atuação do professor especializado (pesquisador) ocorrerá de forma indireta por meio de reuniões que ocorrerão fora do horário de aula, mas dentro do horário de trabalho ou horário disponível para o seu planejamento. Para tanto, inicialmente será realizada uma entrevista, a fim de identificar o processo de inclusão de seus alunos públicos-alvo da educação especial. Posteriormente será realizada observações das aulas ministradas, e a partir das demandas emergentes o programa de intervenção em Consultoria colaborativa será elaborado, avaliado e aplicado. Os benefícios advindos desta investigação consistem em propiciar uma melhor compreensão de como seria o desenvolvimento de um serviço de consultoria colaborativa em Educação Física adaptada, a fim de direcionar e ampliar o Atendimento Educacional Especializado no contexto das aulas de Educação Física escolar. O estudo também pretende contribuir para o fortalecimento de práticas inclusivas nas aulas de Educação Física escolar, assim como na elaboração de políticas públicas relacionadas à serviços e suportes que contribuam para a inclusão escolar de alunos públicos alvo da Educação Especial. Quanto aos riscos, este projeto será desenvolvido de forma a oferecer riscos mínimos a seus participantes, tomando
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A educação física escolar na cidade de Pelotas-RS: contexto das aulas e conteúdos.

A educação física escolar na cidade de Pelotas-RS: contexto das aulas e conteúdos.

Algumas limitações do estudo devem ser consideradas. Inicialmente, a falta de comprometimento de alguns alunos sorteados foi uma barreira enfrentada, uma vez que esses não compareciam à escola ou não retornavam com o termo de consentimento assinado pelos pais, o que impossibilitava as observações e resultava em perdas para o estudo. Além disso, o fato de as observações não serem agendadas previamente resultou em colisão com eventos das escolas (jogos interescolares, olimpíadas, gincanas, etc.), resultando também em algumas perdas de dados. Além disso, não se pode descartar a hipótese de que a postura dos professores tenha sofrido alterações em função da presença dos observadores. Não obstante, em nosso entendimento, caso isso tenha ocorrido, o efeito provavelmente tenha sido observarmos aulas mais bem-elaboradas e organizadas, fazendo com que a realidade seja ainda mais preocupante do que aquela aqui retratada.
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