Top PDF Plasticidade anatômica das folhas de Xylopia brasiliensis Sprengel (Annonaceae).

Plasticidade anatômica das folhas de Xylopia brasiliensis Sprengel (Annonaceae).

Plasticidade anatômica das folhas de Xylopia brasiliensis Sprengel (Annonaceae).

A anatomia foliar em Annonaceae ainda é pouco estudada e a maioria dos trabalhos são descritivos, sem abordagem específica para o gênero Xylopia (Van Setten & Koek-Noorman 1986). Nessa família, as folhas geralmente são dorsiventrais, com estômatos paracíticos restritos à face abaxial da folha. Casos de epiderme multisseriada foram relatados em Xylopia e cristais de diversos tipos foram observados em diferentes gêneros da família (Metcalfe & Chalk 1950; Watson & Dallwitz 2000). A ontogênese de idioblastos oleíferos no limbo foi estudada em Annona muricata L. (Bakker & Gerritsen 1990), os quais podem ser similares aos observados em folhas de
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Plasticidade anatômica e fisiológica de folhas de Coffea arabica L. em resposta à irradiância

Plasticidade anatômica e fisiológica de folhas de Coffea arabica L. em resposta à irradiância

Modificações nos níveis de luminosidade aos quais uma espécie está aclimatada podem condicionar diferentes respostas fisiológicas em suas características bioquímicas, anatômicas e de crescimento (Atroch et al., 2001). As características morfológicas e fisiológicas foliares variam com a posição na copa, uma vez que diferentes posições estão associadas a ambientes lumínicos distintos (Hollinger, 1989; Ishida et al., 1999). O desempenho fotossintético das plantas deve ser, pois, maximizado, mediante modificações morfológicas e fisiológicas ao ambiente luminoso (Poorter, 2001), desde o nível subcelular até níveis macroscópicos (Balaguer et al., 2001). Obviamente, não apenas a irradiância interceptada, mas também a temperatura foliar deve variar ao longo do dossel, com possíveis reflexos sobre o comportamento estomático e a fotossíntese. Assim, a capacidade fotossintética varia amplamente em diferentes folhas de uma mesma planta, sendo freqüentemente limitada por restrições difusivas e bioquímicas (Kozlowski & Pallardy, 1997). Limitações difusivas (e.g., estomáticas e mesofílicas), mas não as limitações bioquímicas, estão associadas a decréscimos na concentração interna de CO 2 (C i ), podendo
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Retardantes de crescimento na produção, qualidade e plasticidade anatômica de roseiras de vaso

Retardantes de crescimento na produção, qualidade e plasticidade anatômica de roseiras de vaso

A aplicação de retardantes de crescimento, como o paclobutrazol, reduz a altura das plantas e tem possibilitado a comercialização de algumas espécies ornamentais de maior porte em vasos. Objetivou-se com este estudo avaliar as trocas gasosas, produção e qualidade de duas cultivares de roseira cultivadas em vaso em função da aplicação de doses de paclobutrazol no substrato. Os tratamentos foram dispostos em esquema fatorial 2x5, com duas cultivares de roseira (Yellow Terrazza ® e Shiny Terrazza ® ) e cinco doses de paclobutrazol (0; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 mg/vaso). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições. As características avaliadas foram altura, ciclo, área foliar, produção, altura da planta, qualidade da flor, teor de clorofila e trocas gasosas. Os dados foram submetidos à análise de variância e foram ajustadas equações de regressão para o efeito das doses do retardante com uso de variáveis indicadoras Dummy. Com o aumento da dose de aplicação no substrato as cultivares reduziram a produção de matéria seca da parte aérea e de folhas, área foliar, altura das plantas, altura do botão e diâmetro floral, e incremento da fotossíntese, transpiração, condutância estomática, teor de clorofila total e longevidade floral. O paclobutrazol foi eficiente em reduzir a altura, conferindo uma relação harmoniosa entre a planta e o vaso, sem causar sintomas de toxidez. Sugere-se a aplicação no substrato de 2 mg/vaso de paclobutrazol para Yellow Terrazza ® e Shiny Terrazza ® cultivadas em vasos.
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Cultivo de tamarindo sob malhas coloridas: plasticidade anatômica foliar.

Cultivo de tamarindo sob malhas coloridas: plasticidade anatômica foliar.

O mesofilo do tamarindeiro é caracterizado como dorsiventral, apresentando, em geral, parênquima paliçádico unisseriado, raramente com duas camadas de células (Figura 1 k-n). No presente trabalho, a espessura do parênquima paliçádico foi sempre maior que a do parênquima esponjoso, sendo que, para este último, maior espessura foi observada quando o cultivo ocorreu sob malha azul. Já para espessura do parênquima paliçádico, maiores valores foram obtidos sob malha branca, resultado que concorda com trabalho de OLIVEIRA et al. (2009) e SILVA et al. (2014), nos quais plantas de Artemisia vulgaris L. e de Musa sp., respectivamente, apresentaram maior espessura desse parênquima em cultivo na ausência de malhas fotoconversoras. Consequentemente, maiores valores para aumento do limbo foliar foram observados nas plantas cultivadas sob malhas azul e branca (Tabela 1; Figura 1 k-n). O aumento da espessura do limbo é considerado estratégia de adaptação para melhorar a captação de energia luminosa e, por consequência, favorecer maior eficiência fotossintética (TAIZ & ZEIGER, 2004). SILVA JÚNIOR et al. (2012) relataram maiores aumentos na espessura do limbo foliar em plantas de Laelia purpurata Lindl. sob cultivo com malha azul, enquanto que, para Ocimum selloi Benth, foi observado que o cultivo das plantas a pleno sol proporcionou maior espessura do limbo foliar (COSTA et al., 2010). Por tratar-se de uma planta heliófita, o tamarindo apresentou maior espessura de suas folhas na ausência de malhas fotoconversoras. De
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Plasticidade anatômica da folha de taro cultivado sob diferentes condições de sombreamento.

Plasticidade anatômica da folha de taro cultivado sob diferentes condições de sombreamento.

O cultivo consorciado pode levar ao sombreamento de uma das culturas acarretando alterações morfológicas externas e internas e na produtividade da cultura sombreada. O taro [Colocasia esculenta (L.) Schott], é uma Araceae de ciclo cultural longo, o que dificulta seu cultivo em propriedades com limitação de área. A associação do taro com outras culturas é uma opção para situações dessa natureza; todavia, definir o nível de tolerância das plantas de taro ao sombreamento é de fundamental importância para se planejar seu cultivo no sistema de consórcio. O trabalho teve como objetivo avaliar as alterações anatômicas quantitativas em folhas e rizomas de taro ‘Japonês’, cultivadas sob intensidades de sombreamento de 0%, 18%, 30% e 50%, visando obter subsídios para entender a redução de produtividade quando consorciada com espécies de maior porte. O aumento do sombreamento promoveu mudanças na proporção de células e tecidos, como redução da espessura da folha, do parênquima paliçádico e do aerênquima e da densidade de estômatos. Pode-se concluir que o taro possui plasticidade anatômica da lâmina foliar quando submetido a diferentes intensidades de sombreamento, o que provavelmente interfere na sua capacidade fotossintética e na redistribuição de fotoassimilados nos órgãos vegetativos. Palavras-chave: Colocasia esculenta, anatomia quantitativa, nível de luz, amido.
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Caracterização anatômica e fitoquímica de folhas e rizomas de Hedychium coronarium J. König (Zingiberaceae)

Caracterização anatômica e fitoquímica de folhas e rizomas de Hedychium coronarium J. König (Zingiberaceae)

Os resultados da Cromatografia em Camada Delgada Comparativa (CCDC) demonstraram o aparecimento de mancha rosa-av ermelhada semelhante ao cariofileno e com o mesmo Rf = 0,45. Foi também observado o aparecimento de mancha azul semelhante ao mirceno e mesmo Rf = 0,80. Sendo assim, de acordo com os resultados obtidos na CCDC podemos concluir que o óleo essencial obtido a partir das folhas H. coronarium possui como principais substâncias cariofileno e mirceno, substâncias que, segundo dados da literatura (Craveiro et al.,1981; Haslam,1996), apresentam várias ativ idades biológicas dentre elas ativ idade antimicriobiana.
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PLASTICIDADE FENOTPICA DE CARACTERES 
            MORFOFISIOLGICOS E REFLEXO ESPECTRAL DE FOLHAS DE Ilex 
            paraguariensis A. St.-Hil

PLASTICIDADE FENOTPICA DE CARACTERES MORFOFISIOLGICOS E REFLEXO ESPECTRAL DE FOLHAS DE Ilex paraguariensis A. St.-Hil

Foram utilizadas as folhas (lâminas foliares), totalmente expandidas, do 3º ao 5º nó dos ramos medianos de cada planta, de indivíduos adultos de Ilex paraguariensis, coletadas no final dos períodos sazonais de inverno e verão em dois ecossistemas. Um ecossistema foi o fragmento de Floresta Ombrófila Mista secundária (FS) em estágio sucessional intermediário, com intensidade luminosa variando de 15 a 230 µmol.m -2 .s -1 de fótons, e o outro ecossistema, foi o sistema agroflorestal (SAF) próximo ao fragmento florestal com espécies como Araucária (Araucaria angustifolia), Bracatinga (Mimosa scabrella), Fumo bravo (Solanum mauritianum), Bugreiro (Lithraea brasiliensis M.), Camboatá branco (Matayba eleagnoides), Canela (Cinnamomum verum), Aroeiras (Lithraea molleoides) a erva mate (Ilex paraguariensis), entre outras espécies (BARBOSA, 2017), com intensidade luminosa variando de 290 a 1115 µmol.m -2 .s -1 de fótons. Foram coletadas 30 folhas de três indivíduos de cada ecossistema em cada período sazonal.
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Atividade toxicológica do extrato das folhas de Kalanchoe brasiliensis em camundongos Swiss

Atividade toxicológica do extrato das folhas de Kalanchoe brasiliensis em camundongos Swiss

As espécies do gênero Kalanchoe (Crassulaceae) são bastante utitlizadas em todo o Brasil, como medicamento para tratar tosse, furúnculos, gastrite e outras enfermidades. Nesse cenário destaca-se K. brasiliensis, conhecida popularmente como coirama ou saião. Este trabalho tem como proposta a exposição por via oral de camundongos a um extrato hidroalcoólico de folhas de Kalanchoe brasiliensis. Os animais (total de 100) foram divididos em grupos de 12 (6 machos e 6 fêmeas) para avaliação aguda; e grupos de 10 para avaliação subcrônica.Os grupos teste foram tratados com doses de 250 mg/Kg, 500 mg/Kg, 1000 mg/Kg e 2000 mg/Kg, e o grupo controle recebeu solução salina 0,9 %. Os animais foram observados por 14 dias para avaliação aguda e 30 dias para avaliação subcrônica, e nesse período analisou-se o aparecimento de sinais clínicos, alterações no peso e no consumo de água e ração. Após o período de observação, foram realizadas a análise histopatológica dos órgãos, as concentrações séricas bioquímicas e parâmetros hematológicos para os grupos da avaliação subcrônica. Não foram observadas diferenças e alteração do peso corpóreo entre os grupos, nem de consumo de água e ração, também não houve mortes entre os grupos, nos dois tipos de ensaios. As análises histopatológicas demonstraram algumas alterações compatíveis com baixa toxicidade aguda hepática. Os resultados de glicemia, triglicerídeos, ALT, ureia e creatinina mostraram diferenças entre o grupo controle e os testes nas concentrações estudadas (p<0,05), porém estas diferenças não demonstram mudança relevante no quadro clínico dos animais. Os resultados mostraram que o extrato de K. brasiliensis apresenta baixa toxicidade aguda nas doses utilizadas e não apresenta toxicidade quando administrado durante 30 dias. Isto destaca a importância desta espécie como futuro e promissor candidato a fitoterápico, assim que tenha seus ensaios farmacológicos concluídos.
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Estudo das propriedades físico-químicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico das folhas de Mikania glomerata Sprengel.

Estudo das propriedades físico-químicas e avaliação da toxicidade aguda do extrato etanólico das folhas de Mikania glomerata Sprengel.

ABSTRACT: Study of the physicochemical properties and acute toxicity evaluation of the ethanolic extract of the leaves of Mikania glomerata Sprengel. The Mikania glomerata is a plant belonging to the Asteraceae that is widely used in folk medicine because of its bronchodilator, antiasthmatic, expectorant and antitussive actions. The aim of this study was to determine the physicochemical properties of the powder obtained from the leaves of M. glomerata, and to evaluate its toxicity in mice after acute treatment with repeated doses of standardized ethanol extract prepared from the leaves of this plant species. We determined the bulk and packing density, the total ash content, the moisture content and the particle size. The results suggest that the powder can be used in the formulating of a solid pharmaceutical form. In the second part of this study, we determined the 50% lethal dose (LD50), performed the gross morphological analysis and evaluated the acute toxicity from the use of repeated doses and the biochemical and hematologic parameters in mice. The data obtained in this part suggest that the ethanol extract can be used safely in humans, since it has a LD50 value of approximately 3000 mg kg -1 and produced no morphological changes in the major organs, or caused alterations in the biochemical and hematological parameters in mice.
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POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

POSSIBILIDADES DE USO DAS INFORMAÇÕES DO SISTEMA MINEIRO DE ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR NA GESTÃO DAS ESCOLAS

É feita também uma descrição da rede estadual de educação de Minas Gerais, explicando como é a organização das Superintendências Regionais de Ensino (SREs), mais especifi[r]

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Anatomia foliar em plantas jovens de Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae).

Anatomia foliar em plantas jovens de Solanum lycocarpum A.St.-Hil. (Solanaceae).

Segundo Parkhust (1978) e Mott et al. (1982), a característica anfiestomática pode representar um meio de aumentar a taxa fotossintética, por permitir uma troca gasosa eficiente se comparada com folhas hipoestomáticas. Em condições xéricas, a folha necessita aproveitar o tempo limitado de alta umidade relativa para realizar as trocas gasosas, o que poderá ser mais eficiente quanto maior for a área estomática útil (Leite & Lleras 1978, Medri & Lleras 1980). Em plantas de cerrado é muito comum a presença de estômatos nas duas faces da lâmina foliar (Morretes 1969).

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Caracterização anatômica e histoquímica de raízes e folhas de plântulas de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae).

Caracterização anatômica e histoquímica de raízes e folhas de plântulas de Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae).

RESUMO – Anacardium occidentale L. (Anacardiaceae) é uma espécie típica do Cerrado do Brasil Central e possui valor socioeconômico. Objetivou-se caracterizar anatômica e histoquimicamente as raízes e folhas desta espécie em diferentes estádios iniciais de desenvolvimento. Para a caracterização anatômica, as amostras foram fixadas em FAA 50 , incluídas em parafina e submetidas aos procedimentos usuais para microscopia de campo claro. Foram realizados testes histoquímicos para detecção de lipídios totais, taninos, lignina, amido e terpenoides com grupo carbonila nas folhas, bem como teste para amido nas raízes em cortes frescos. A raiz apresenta epiderme unisseriada, floema com canais secretores e xilema tetrarco. Aos cinco dias após a germinação, a planta apresenta regiões com crescimento secundário e possui região medular na raiz, com função de armazenamento de grãos de amido. As folhas exibem epiderme unisseriada, com tricomas glandulares, cutícula espessa e estômatos paracíticos, em ambas as faces. O mesofilo é dorsiventral, e a nervura central apresenta feixes vasculares colaterais com canais secretores associados ao floema. A caracterização histoquímica da folha evidenciou lipídios totais e compostos fenólicos, entre eles taninos e lignina, em diferentes tecidos da folha. A plântula apresenta características que demonstram sua adaptação ao ambiente Cerrado, como cutícula espessa, mesofilo dorsiventral, crescimento secundário e presença de tricomas, mesmo sendo cultivada em condições de viveiro.
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Caracterização anatômica e química de folhas de Jacaranda puberula (Bignoniaceae) presente na Mata Atlântica

Caracterização anatômica e química de folhas de Jacaranda puberula (Bignoniaceae) presente na Mata Atlântica

Espécie hipoestomática, apresentando estômatos anomocíticos e anisocíticos, com predominância do tipo anisocítico. O mesofi lo de Jacaranda puberula é dorsiventral, apresentando tricomas glandulares do tipo peltado e tricomas tectores, em ambas as faces da epiderme. O tricoma glandular peltado, apresenta uma célula peduncular curta de parede grossa e um conjunto de 8 células secretoras apicais. A análise cromatográfi ca evidenciou a presença de fi toquinóides e substâncias fl avonoídicas. A caracterização anatômica e química do limbo foliar de Jacaranda puberula permitiu o estabelecimento de parâmetros para identifi cação em testes de autenticidade e os resultados preliminares obtidos poderão auxiliar pesquisas em relação ao potencial famacológico desta espécie.
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Caracterização morfoanatômica e bioquímica da germinação, sistemas de conservação ex situ e indução de calos para a embriogênese somática de pinhão-manso (Jatropha curcas L.)

Caracterização morfoanatômica e bioquímica da germinação, sistemas de conservação ex situ e indução de calos para a embriogênese somática de pinhão-manso (Jatropha curcas L.)

J. curcas é um arbusto, de crescimento rápido, cuja altura normal é dois a três metros, mas pode alcançar até cinco metros em condições especiais. O diâmetro do tronco é de aproximadamente 20 cm, com raízes curtas e pouco ramificadas, caule liso, de lenho mo le e medula desenvolvida, mas pouco resistente. O tronco ou fuste é dividido desde a base, em compridos ramos, com numerosas cicatrizes produzidas pela queda das folhas na estação seca, as quais ressurgem logo após as primeiras chuvas. As folhas são verdes, esparsas e brilhantes, largas e alternas, em forma de palma com três a cinco lóbulos e pecioladas, com nervuras esbranquiçadas e salientes na face inferior. A espécie é monóica, apresentando na mesma planta, sexos separados. As flores masculinas, em maior número, se formam nas extremidades das ramificações, e as femininas ao longo das ramificações, as quais são amarelo-esverdeadas e diferenciam-se pela ausência de pedúnculo articulado nas femininas que são largamente pedunculadas (Figura 2) (HELLER, 2006 e DOMERGUE e PIROT, 2008).
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Caracterização e quantificação de marcadores químicos do extrato hidroetanólico das folhas de Kalanchoe brasiliensis Cambess

Caracterização e quantificação de marcadores químicos do extrato hidroetanólico das folhas de Kalanchoe brasiliensis Cambess

Apesar da metodologia ter sido adaptada da metodologia realizada por Matsubara e colaboradores (2006), pode-se ressaltar a metodologia desenvolvida por Matsubara e colaboradores resultou em desvio padrão relativo (ou coeficiente de variação) elevados e bastante variáveis para cada produto analisado (DPRs de 2,5 a 20%). O método analítico otimizado para K. brasiliensis apresentou DPR menor quando comparado aos valores encontrados por Matsubara e colaboradores. (2006). Uma vez que a repetibilidade consiste na concordância entre os resultados de medições sucessivas de um mesmo método, efetuadas sob as mesmas condições de medição (mesmo procedimento; mesmo analista; mesmo instrumento usado sob as mesmas condições; mesmo local; repetições em um curto intervalo de tempo) (RIBANI et al., 2004), este parâmetro é de fundamental importância, uma vez que atesta que o método é seguro para diversas medições intra-dia.
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Atividade inibitória das folhas e caule de Kalanchoe brasiliensis Cambess frente a microrganismos com diferentes perfis de resistência a antibióticos.

Atividade inibitória das folhas e caule de Kalanchoe brasiliensis Cambess frente a microrganismos com diferentes perfis de resistência a antibióticos.

Segundo relatado por Dorman & Deans (2000), compostos fenólicos pode apresentar atividade bacteriostática ou bactericida dependendo da sua concentração, e de acordo com Nascimento et al., (2000) estes compostos estão presentes em óleos essenciais. Em estudo prévio de avaliação itoquímica por Stevens et al. (1995) foi revelada a presença de taninos condensados no gênero de Kalanchoe brasiliensis, além da presença de lavonóides constatada por Costa et al., (1994), podendo estes efeitos observados no presente estudo serem devido à presença dos mesmos.
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Plasticidade do sistema auditivo: considerações teóricas.

Plasticidade do sistema auditivo: considerações teóricas.

tempo de privação e tempo de estimulação na variação da sensibilidade auditiva para tons puros e índice percentual de reconhecimento de fala (IPRF). Foram avaliados 72 su- jeitos, com idades entre 10 a 86 anos, diagnosticados com perdas auditivas neurossensoriais assimétricas bilaterais ou unilaterais. Desses, 43 indivíduos eram usuários de pró- tese auditiva na pior orelha e 29 não usuários de prótese auditiva na pior orelha. Realizaram-se avaliações audio- lógicas (inicial, intermediária e final). Foram analisadas as variações para sensibilidade de tom puro e IPRF entre os grupos no período máximo de 6 anos em relação ao tem- po de estimulação, tempo de privação, grau de assimetria entre orelhas e grau da perda auditiva. Como resultado, a autora verificou que o grupo usuário de prótese auditiva teve menor variação dos limiares tonais e melhores IPRF. Com isso, concluiu que houve tanto uma plasticidade por privação auditiva nos não-usuários de prótese auditiva na pior orelha, como uma plasticidade secundária após estimulação auditiva nos usuários. Além disso, foi obser- vado que há um maior ganho no uso de prótese auditiva nos dois primeiros anos após a introdução do estímulo auditivo, enquanto os efeitos negativos da privação se apresentam gradualmente ao longo do tempo de maneira homogênea. A autora considerou que a quantidade e a qualidade de estímulo determinam o desenvolvimento e a manutenção do sistema nervoso auditivo central. Ressaltou, ainda, a importância da estimulação auditiva binaural.
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Notas de Aula de Mecˆ

Notas de Aula de Mecˆ

Na Mecˆanica Estat´ıstica Cl´assica, introduz-se a fun¸c˜ao distribui¸c˜ao de probabilidade sobre o espa¸co de fase do sistema, quando o estado n˜ao pode ser representado por um ´. unico[r]

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Lesões foliares e de ramos de laranjeira-doce causadas pela leprose-dos-citros.

Lesões foliares e de ramos de laranjeira-doce causadas pela leprose-dos-citros.

Resumo – O objetivo deste trabalho foi apresentar a descrição anatômica dos tecidos lesionados pelo Citrus leprosis virus do tipo citoplasmático (CiLV-C), em ramos e folhas de laranjeira-doce (Citrus sinensis (L.) Osbeck) 'Pêra', e fornecer dados para a compreensão das interações entre o vírus e a planta hospedeira. Tecidos que apresentavam lesões foram seccionados em micrótomo rotativo (5–7 µm de espessura) e, posteriormente, as lâminas foram coradas e montadas em resina sintética. Nas análises realizadas no microscópio eletrônico de varredura, as amostras, depois de fixadas, foram imersas em glicerina 30% e, em seguida, criofraturadas, desidratadas em série etílica, secadas ao ponto crítico de CO 2 , e cobertas com uma delgada camada de ouro.
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