Top PDF Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro.

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Três locais foram em regiões elevadas, que não são inunda- das, durante a enchente do rio: (1) floresta primária de terra firme, (2) floresta primária numa ilha no arquipé- lago de Ana[r]

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Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Populações de térmitas (Insecta: Isoptera) em quatro habitats no baixo rio Negro

Três locais foram em regiões elevadas, que não são inunda- das, durante a enchente do rio: (1) floresta primária de terra firme, (2) floresta primária numa ilha no arquipé- lago de Ana[r]

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O MOSAICO DO BAIXO RIO NEGRO: CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA

O MOSAICO DO BAIXO RIO NEGRO: CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E SUSTENTABILIDADE NA AMAZÔNIA

50 garantir a manutenção dos habitats e processos ecológicos necessários à preservação das espécies a longo prazo; a gestão integrada, que significa o compartilhamento do planejamento e das atividades de conservação entres os diversos atores; o estímulo à sustentabilidade econômica das populações que vivem dentro e no entorno da área a ser conservada, por meio de incentivos à exploração sustentável dos recursos naturais locais; a divisão justa dos custos e benefícios da conservação; a construção da capacidade local para a participação e negociação nos assuntos referentes à conservação; a garantia de participação na gestão da área a ser conservada para todas as partes que impactam seus recursos naturais ou deles se beneficiam; a aceitação social por parte das populações locais para as propostas de mudanças em seus modos de vida que sejam decorrentes das atividades de conservação; o uso da Tecnologia de Informações Geográficas, visando ampliar o conhecimento sobre a área a ser conservada; a realização de pesquisas para o aprimoramento dos métodos de gestão dos recursos naturais; o monitoramento voltado para a avaliação dos impactos decorrentes das atividades de conservação; a aplicação do conhecimento científico, local e tradicional no planejamento e na gestão da área a ser conservada; a aplicação do conhecimento oriundo dos diversos campos do saber, como a Antropologia, a Biologia, a Economia, a Engenharia, dentre outros; o desenvolvimento de projetos de forma experimental; a recuperação de áreas degradadas; o incentivo à gestão cooperativa; a integração institucional, visando otimizar o gerenciamento da área a ser conservada e minimizar os passivos administrativos; e o estímulo à cooperação internacional, visando o desenvolvimento de pesquisas conjuntas e o incremento nos investimentos.
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Arqueologia das campinaranas do baixo rio Negro: em busca dos pré-ceramistas nos...

Arqueologia das campinaranas do baixo rio Negro: em busca dos pré-ceramistas nos...

O “desmonte” de um areal é um processo relativamente rápido, ao contrário de uma escavação arqueológica. No sitio Dona Stella, por exemplo, foram necessárias quatro etapas de campo (2002, 2004, 2006 e 2007) totalizando aproximadamente 100 dias, para finalizarmos as escavações. Uma retro escavadeira, ou uma pá mecânica, a serviço dos comerciantes de areia, realiza a mesma tarefa em poucas horas. Na maioria dos casos o proprietário do areal também possui um trator e comercializa a areia diretamente com os interessados. Nessas condições, um areal, dependendo da localização, torna-se um ativo econômico valorizado e será explorado à exaustão. Conseqüentemente, sítios parcialmente impactados, que ainda possuíam locais intocados e que poderiam ser estudados, foram completamente destruídos, antes que qualquer informação pudesse ser obtida. Os areais do Mangangá, Acreano e Três Irmãos são bons exemplos dessa realidade, que compromete a continuação dos estudos dessas populações na Amazônia Central. Quando um areal é suprimido nos municípios de Iranduba e Manaus, muito provavelmente, um sítio arqueológico também desaparece, levando consigo informações inéditas.
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MACROALGAS E QUALIDADE DA ÁGUA NA BACIA DO ALTO RIO NEGRO - MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM).

MACROALGAS E QUALIDADE DA ÁGUA NA BACIA DO ALTO RIO NEGRO - MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA (AM).

O rio Negro é um dos maiores rios do mundo – drena uma área de aproximadamente 700.000 km 2 , por cerca de 1.700 km de extensão. Nasce na serra do Junaí, na Colômbia e, por todo seu curso, até a confluência com o rio Solimões para formar o rio Amazonas, drena áreas de baixo relevo e terrenos consolidados, o que reflete na sua velocidade e erosão (Sioli, 1975; Cunha & Pascoaloto, 2006). Sua cor é, em parte, devido à drenagem dos solos ricos em solutos húmicos, provenientes da matéria orgânica em decomposição da floresta (Leenheer, 1980). A natureza geológica da área de drenagem conferiu a essas águas, além da cor, características físicas e químicas peculiares, entre elas, baixa condutividade (entre 6 e 12 μS/cm), pH ácido (entre 4,0 e 5,5), baixo teor de sais minerais, entre eles potássio, sódio, cálcio e magnésio (Leenheer & Santos, 1980).
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Andre Luiz dos Santos Freitas

Andre Luiz dos Santos Freitas

Anais da Câmara dos Deputados. Sessão em 17 de maio de 1843, p. 212. Disponível em: < www.camara.gov.br> Acesso: 10/10/2008. Denominada também como Junta da Administração e Arrecadação da Real Fazenda. Foram criadas de 1760 a 1770, como desdobramento da Fazenda Régia em Portugal de 1761, sob o governo de Pombal. Em algumas Capitanias, sua instalação não foi de imediato, tanto que, até a década de 1820 não haviam sido estabelecidas todas. “Eram presididas pelo Governador e Capitão General, tendo como deputados, nas capitanias litorâneas, o intendente da Marinha e Armazéns Reais, o Procurador da Coroa e Fazenda Real, o Tesoureiro, o Contador e o Escrivão da Junta. Essa Composição, porém, variava de capitania para capitania, com a inclusão de ouvidores, juízes de fora, e até autoridades mais altas, como o Vice-Rei e o Chanceler da Relação”. A Junta de Fazenda do Rio Negro teve sua primeira sede em Barcelos, em 1771, composta pelo Ouvidor, também Provedor da Fazenda Real, um escrivão contador, um escriturário, um ajudante e um almoxarife. Dentre as capitanias que tiveram suas Juntas de Fazenda criadas depois estão: a do Ceará (24/01/1799), do Rio Grande do Sul (14/06/1802), de Mato Grosso (14/06/1802), do Arraial do Tejuco (13/05/1803), da Paraíba (14/04/1809), de Alagoas (30/01/1819), de Santa Catarina (19/04/1817), do Espírito Santo (29/05/1809), do Piauí (27/04/1811), do Rio Grande do Norte (3/021821). A de Sergipe (1820), foi instalada em 1821. Disponível em: <www.receita.fazenda.gov.br/Memoria/administracao/reparticoes/colonia/juntas> Acesso em 23/04/ 2010.
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Neste contexto,para orientar a pesquisa apresenta-se neste capítulo, a Sede SEEDUC/RJ com as funções e atribuições dos respectivos gestoresresponsáveis pela elaboraçãodas políticas públicas, instituição de portarias e decretos (atos administrativos) para que haja regulamentação e aplicação das leis educacionais da rede Estadual de Ensino. É importante entender que para fiscalizar, monitorar e controlar toda a rede de ensino no que tange a recursos humanos, rede física, financeira, orçamentária,estes gestores utilizam das Diretorias Regionais, unidades responsáveis pelos colégios estaduais em suas áreas de abrangência. Estas Diretorias permitem mais rapidez, agilidade e dinâmica na coordenação e implantação de políticas públicas noscolégio do estado do Rio de Janeiro.
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Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Organização de Serviços de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho em Serviços de de Saúde – Normas de Orientação Clínica

Reconhecer as pessoas e as populações como o principal recurso de saúde; apoiá-las e capacitá-las para se manterem saudáveis, através de meios financeiros ou outros, e aceitar a comunidade como a voz essencial em matéria de saúde, condições de vida e bem estar; Reorientar os serviços de saúde e o modo como se organizam no sentido da promoção da saúde; partilhar o poder com outros sectores, outras disciplinas e, acima de tudo, com as próprias populações. Reconhecer a saúde e a sua manutenção como o maior investimento e desafio social e considerar os diferentes modos de vida numa perspectiva ecológica global.
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MORTES VIOLENTAS NÃO ESCLARECIDAS E IMPUNIDADE NO RIO DE JANEIRO Daniel Cerqueira

MORTES VIOLENTAS NÃO ESCLARECIDAS E IMPUNIDADE NO RIO DE JANEIRO Daniel Cerqueira

envio das informações sobre óbitos e nascidos vivos para os Sistemas de Informações em Saúde sob gestão da Secretaria de Vigilância em Saúde.” Portaria 201/2010, que regu[r]

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PROJETO PRIMEIRO, APRENDER!: ESTUDO DE CASO EM QUATRO ESCOLAS PÚBLICAS ESTADUAIS DO CEARÁ

PROJETO PRIMEIRO, APRENDER!: ESTUDO DE CASO EM QUATRO ESCOLAS PÚBLICAS ESTADUAIS DO CEARÁ

O presente trabalho, intitulado Projeto Primeiro, Aprender!: estudo de caso em quatro escolas públicas estaduais do Ceará, foi desenvolvido no Programa de Pós Graduação Profissional em Gestão e Avaliação da Educação Pública do CAED/UFJF para obtenção do título de mestre. Este trabalho teve como objetivo analisar o processo de implementação e gerência do Projeto Primeiro, Aprender! pela gestão escolar, bem como a proposição de um Plano de Ação Educacional. O Primeiro, Aprender! é um projeto da Secretaria Estadual de Educação do Ceará, de intervenção pedagógica, direcionado para a superação de defasagens dos alunos que ingressam no ensino médio. Este estudo justifica-se, pois não há ainda estudos que apresentem os efeitos surtidos pela implementação do projeto no Estado. Para a realização deste estudo utilizamos como metodologia a análise documental, a pesquisa bibliográfica, aplicamos questionários com os professores envolvidos no projeto, bem como entrevistas semiestruturadas com os gestores escolares e da regional de ensino do Ceará com o objetivo de compreender como tem ocorrido a implementação do projeto em quatro escolas públicas estaduais. Para análise dos dados obtidos, nos apropriamos de referenciais teóricos para a discussão de programas de intervenção pedagógica (Lima, 2011), de implementação de políticas públicas educacionais (Mainardes, 2006), e, dentre outros temas, a formação e atuação do gestor escolar (Luck, 2000; 2009). Valemo-nos, ainda, de pesquisas desenvolvidas pela Fundação Lemann (2008) que faz análise dos usos de materiais estruturados no estado de São Paulo. Como principais resultados, identificamos a necessidade de uma revisão do material e de uma formação dos gestores para a implementação do projeto nas escolas. Neste sentido, o Plano de Ação Educacional apresentado propõe ações para a formação e melhor atuação do gestor escolar, tornando-o protagonista do processo de implementação do projeto e liderança da equipe escolar na execução da proposta.
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Térmitas como bioindicadores de qualidade de habitat na caatinga, Brasil: há uma sintonia entre as variáveis estruturais dos habitats e as taxocenoses amostradas?

Térmitas como bioindicadores de qualidade de habitat na caatinga, Brasil: há uma sintonia entre as variáveis estruturais dos habitats e as taxocenoses amostradas?

de C. cyphergaster/ha. As espécies de Inquilinitermes são inquilinas obrigatórias dos ninhos das espécies de Constrictotermes (Mathews 1977). No presente estudo, nenhuma colônia desses térmitas foi encontrada, sugerindo uma significativa diminuição da abundância dessas espécies na ESEC-Seridó. As causas da drástica diminuição ou extinção local das populações desses térmitas são desconhecidas e a ausência de ninhos de C. cyphergaster afeta negativamente muitas outras populações de animais, pois seus ninhos ativos e abandonados servem de locais de refúgio, predação e nidificação para vários invertebrados e até vertebrados, como algumas aves Psittaciformes que nidificam na estrutura abandonada dos seus ninhos (Mathews 1977, Cunha & Brandão 2000, Barreto & Castro 2007). A diminuição das populações de C. cyphergaster da ESEC-Seridó também pode afetar a ciclagem de nutrientes e o fluxo de energia na área. Moura et al (2008) estimaram um consumo de 44,5±14,70 kg de madeira/ha/ano apenas para as populações de C. cyphergaster em uma área de Caatinga localizada no Estado da Paraíba, nordeste brasileiro. Nesta mesma área, foi estimada apenas para C. cyphergaster uma densidade de 59,0 ± 22,5 ninhos ativos/ha (Vasconcellos et al 2007).
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Aspectos epidemiológicos, sociais e sanitários de uma área no Rio Negro, estado do Amazonas, com especial referência às parasitoses intestinais e à infecção chagásica.

Aspectos epidemiológicos, sociais e sanitários de uma área no Rio Negro, estado do Amazonas, com especial referência às parasitoses intestinais e à infecção chagásica.

A cross-sectional study was carried out on the residents of one in every four dwellings in the town of Barcelos (in the northern part of the State of Amazonas, on the right bank of the Rio Negro, 490 kilometers from Manaus by river), in order to evaluate social and sanitary conditions and specific indicators for intestinal parasites and Chagas’ infection. During the survey, two questionnaires were applied, a household one to evaluate social and sanitary aspects, and an individual one, for social and epidemiological evaluation of the population conditions. A conglomerate family sample of 171 dwellings was studied. From each of the 658 habitants, a sample was requested for stool examination by Lutz sedimentation and
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CAEd- CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

da Educação do Estado do Rio de Janeiro e na produção de dados de análise a partir destes resultados, observaram-se problemas na implementação do Sistema no sentido do nível de informações que chegam aos professores das unidades escolares, em especial, no Colégio Estadual X, pertencente à Diretoria Regional Pedagógica Metropolitana VI, que foi o foco de análise deste trabalho. As avaliações externas apresentam dados bastante abrangentes. Para que as avaliações atinjam todos os seus objetivos, os resultados devem ser usados tanto a nível governamental quanto a nível escolar. Este trabalho sinaliza a importância de os resultados das avaliações externas SAERJ e Saerjinho serem utilizados pela escola, não apenas pelo governo, para a melhoria das práticas pedagógicas e elevação da qualidade de ensino. É preciso que estudos futuros se dediquem a como realizar a implementação de políticas educacionais, para que elas, quando implementadas, atinjam todas as áreas envolvidas, conseguindo o efeito esperado.
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Análise faunística de moscas-das-futas (Diptera: Tephritidae) da região noroeste do estado do Rio de Janeiro.

Análise faunística de moscas-das-futas (Diptera: Tephritidae) da região noroeste do estado do Rio de Janeiro.

RESUMO - Este trabalho objetivou caracterizar as populações de moscas-das-frutas de quatro municípios da Região Noroeste do estado do Rio de Janeiro (Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Itaperuna e Natividade), desenvolvendo-se uma análise faunística dos espécimes coletados em armadilhas plásticas tipo McPhail, em pomares comerciais de goiaba (Psidium guajava L.) e laranja doce (Citrus sinensis Osbeck) e em pomares caseiros diversificados, durante dois anos. Foram coletadas 29.909 fêmeas de Ceratitis capitata (Wied.) e 27.621 fêmeas de 16 espécies Anastrepha Schiner. O maior valor do índice de Shannon foi registrado para Bom Jesus do Itabapoana (H = 0,96), confirmando o maior número de espécies capturadas nesse município (S = 14). As populações de moscas-das-frutas apresentaram baixos índices de diversidade (α = 1,1 - 1,5). As espécies predominantes (mais freqüente, mais abundante, constante e dominante) foram C. capitata em Natividade e Bom Jesus do Itabapoana e A. fraterculus em Italva e Itaperuna. Quanto à composição de espécies de moscas-das-frutas, as populações de Natividade e Bom Jesus do Itabapoana foram mais semelhantes entre si, formando um grupo distinto das populações de moscas- das-frutas de Italva e Itaperuna, que formaram um outro grupo.
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Histórico demográfico e filogeografia em populações brasileiras de Ardea alba egretta

Histórico demográfico e filogeografia em populações brasileiras de Ardea alba egretta

The present work studied populations of Ardea alba egretta ( Great Egret ) family Ardeidae (Aves), sampled from four Brazilian regions situated at different latitudes (Rio Grande do Sul, Pantanal, São Paulo and Amapá). Species-specific primers developed in this study allowed the sequencing of 194 individuals in the Domain I of mitochondrial DNA control region (fragment of 586 bp). Fifty-eight polymorphic sites were found, defining 74 haplotypes. Haplotype Hap9 was the most frequent and the majority of the remaining haplotypes occurred in low frequencies. Average nucleotide diversity was 0.006 and average haplotype diversity 0.908. Distribution of nucleotide diversity followed a descending order: Amapá> Pantanal> São Paulo> Rio Grande do Sul, and the differences between Amapá and the other populations were statistically significant. Results of AMOVA analysis indicated that there is genetic differentiation among populations of the four regions (Fct = 0.02145, p = 0.03324). Values of the pairwise F-statistics showed low genetic structuring among the colonies within each region, but significant structuring among the four regions. It was evident by the analysis of structuring that the genetic composition of Amapá is different from other regions. Significant differences revealed by the tests of Fu's Fs, Tajima's D, R 2 and analyses of mismatch
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O processo de alcoolização em populações indígenas do Alto Rio Negro e as limitações do CAGE como instrumento de screening para dependência ao álcool.

O processo de alcoolização em populações indígenas do Alto Rio Negro e as limitações do CAGE como instrumento de screening para dependência ao álcool.

Souza e Garnelo (2006) mencionam que, para abordar a questão do uso do álcool entre populações indígenas, é necessário utilizar, além das já clássicas ca- tegorias dependência ao álcool (OMS, 1993; APA, 1995) e problemas relacionados ao uso do álcool (Edwards et al., 1999), a categoria alcoolização. Menendez (1982) conceitua alcoolização “como o conjunto de funções e conseqüências positivas e negativas relacionadas à ingesta de álcool em conjuntos sociais estratificados, e não apenas o estudo dos alcoólicos dependentes, nem os excessivos, nem os moderados, mas sim o processo que inclui todos e que evita considerar o problema em termos de saúde e/ou enfermidade mental”. Esse con- ceito busca o entendimento do significado que o beber pode assumir em uma dada cultura, independentemente de ser problemático ou não, e viabiliza o acesso às re- gras e normas que regem o uso de álcool, assim como a respectiva transgressão.
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Regras de Prescrição de Dispositivos Médicos na Retenção/Incontinência em Idade Pediátrica e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

Regras de Prescrição de Dispositivos Médicos na Retenção/Incontinência em Idade Pediátrica e no Adulto – Normas de Orientação Clínica

familiar, social e laboral 3. Os dispositivos médicos dispensados em farmácia da comunidade estão restritos aos produtos cuja utilização foi determinada pelo fabricante [r]

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

Assim como o poeta Manoel de Barros, acreditamos que há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.. E nada melhor do que refletir em meio à liberda[r]

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO

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Maria Fernanda Rocha Maia A mente Mariana Alves Ferreira Feliz Tempo de paz Mayarah Luiza Oliveira dos Santos O mundo anda triste Paulo Guilherme de Lima de Souza Por onde anda Jo[r]

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