Top PDF Portanus Ball: descrição de uma espécie nova (Hemiptera, Cicadellidae, Xestocephalinae).

Portanus Ball: descrição de uma espécie nova (Hemiptera, Cicadellidae, Xestocephalinae).

Portanus Ball: descrição de uma espécie nova (Hemiptera, Cicadellidae, Xestocephalinae).

2003). Neste estudo, uma espécie nova é descrita e ilustrada: Portanus dubius sp. nov., coletada durante o Projeto de Levantamento da Fauna Entomológica no Estado do Paraná (PROFAUPAR), conduzido por pesquisadores do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Paraná, durante os anos de 1986 a 1988.

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Taxonomia, análise cladística e descrição de uma espécie nova de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae).

Taxonomia, análise cladística e descrição de uma espécie nova de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae).

RESUMO. Taxonomia, análise cladística e descrição de uma nova espécie de Palpibracus Rondani (Diptera, Muscidae). Palpibracus Rondani é um gênero de Muscidae que aloca 16 espécies, incluindo Palpibracus darwini sp. nov., descrita com base em espécimens macho de Concepción, Chile. Foi realizada uma análise cladística baseada em 31 caracteres morfológicos de adultos e utilizando 12 espécies como grupos externos. A análise mostrou que Palpibracus é um gênero monofilético cujo grupo-irmão é o gênero Brachygasterina. O relacionamento entre as espécies foi: (P. veneris ((P. albuquerquei (P. peruvianus, P. trivittatus)) (P. fasciculatus, P. nigriventris)) ((P. spicatus, P. uvivittatus) (P. lancifer (P. darwini sp. nov. (P. chilensis, P. confusus (P. pilosus ( P. similis (P. separatus, P. carvalhoi)))))))). Palpibracus apicalis Malloch foi alocada tentativamente em Psilochaeta Stein. É apresentada também uma chave para as espécies de Palpibracus.
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Descrição de uma espécie nova de Pimelodus (Siluriformes, Pimelodidae) da bacia do alto rio Paraguai.

Descrição de uma espécie nova de Pimelodus (Siluriformes, Pimelodidae) da bacia do alto rio Paraguai.

RESUMO. Uma espécie nova, correntemente identificada como P. maculatus La Cepède, 1803, é descrita. Ela difere das demais espécies do gênero, exceto de P. maculatus e P. mysteriosus Azpelicueta, 1998, pelo padrão de colorido com máculas escuras sobre os flancos. A nova espécie é morfometricamente similar a P. argenteus Perugia, 1891 e P. mysteriosus, mas difere destas, respectivamente, pelo padrão de colorido maculado e pelo menor comprimento do barbilhão maxilar. Difere de P. maculatus por apresentar o processo supra-occipital mais robusto, com a base quase tão larga quanto o comprimento (versus mais comprido do que largo); narinas anteriores a 25% da margem anterior do focinho, na distância entre o início do focinho até as narinas posteriores (versus 33% dessa distância); serrilhas do acúleo peitoral mais desenvolvidas e presentes em mais da metade da margem anterior do acúleo (versus serrilhas leves e presentes em menos da metade desta margem); pele que recobre a cabeça muito fina, tornando conspícuas as estrias da superfície dos ossos; 22-27 (moda=24) rastros no primeiro arco branquial [versus 19-24 (moda=21)]. Também foi discriminado de P. maculatus na análise morfométrica multivariada das variáveis canônicas livres do tamanho, por apresentar maiores valores da distância interorbital, largura da boca e comprimento do barbilhão maxilar e menor comprimento da base da nadadeira adiposa.
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Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

Observações. Espécimes de C. miriamae foram coletados em dois diferentes biótopos na reserva do PDBFF no período entre maio de 2004 a junho de 2005. Essa espécie foi mais abundantemente coletada no sub-bosque (206 = 94,93%), do que pelo dossel (11= 5,06%), e no interior da floresta (142 = 65,43%) do que na borda (71 = 32,71%). C. miriamae foi mais freqüente no período compreendido entre novembro/2004 e abril/2005, caracterizado por maiores índices de precipitação na região.

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Revisão do gênero Neotropical Myiotabanus Lutz (Diptera, Tabanidae) com descrição de uma espécie nova.

Revisão do gênero Neotropical Myiotabanus Lutz (Diptera, Tabanidae) com descrição de uma espécie nova.

Os adultos das espécies de Myiotabanus Lutz, 1928 são seme- lhantes aos sarcofagídeos (Diptera) pela coloração do escudo torácico cinzento-esbranquiçada, com faixas longitudinais de pruinosidade cinza intercaladas com faixas escuras (Fig. 10). O gênero foi descrito com base em um espécime coletado em Aragua, norte da Venezuela (L UTZ 1928). A descrição original causou instabilidade nomenclatural porque a figura de M. sarcophagoides Lutz, 1928 saiu com o nome genérico alterado para Leucotabanus sarcophagoides (página 132) (este nome gené- rico consta, também, no fichário dos tipos depositados no Insti- tuto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro). O uso do nome Leucotabanus Lutz, 1913 fez com que B ORGMEIER (1933) fizesse a seguinte colo- cação sobre Myiotabanus: “acho que se trata de um sinônimo de Leucotabanus”. Em seguida K RÖBER (1934), sem analisar o materi-
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Conspecto das espec1es brasileiras de Pseudachorutinae, com descrição de uma espécie nova da Colômbia (lnsecta, Collembola)

Conspecto das espec1es brasileiras de Pseudachorutinae, com descrição de uma espécie nova da Colômbia (lnsecta, Collembola)

Para as espécies tal3ssobiontes de Pseu- dachorutinae (Halachorutes schusteri, Pseuda- nurida sawayana e Anunda marítima) as condi- ções que determinsm a sua distribui[r]

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Levantamento preliminar de Sepsidae (Diptera, Schizophora) em Roraima, Projeto Maracá, com descrição de uma espécie nova.

Levantamento preliminar de Sepsidae (Diptera, Schizophora) em Roraima, Projeto Maracá, com descrição de uma espécie nova.

(*) Este trabalho foi realizado como parte do Projeto Maracá em 1987-8 (Instituto Nacio na] de Pesquisas da Amazônia - INPA, Royai Geographic Societv e Secretaria Especi- al do Meio Amb[r]

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Primeiro registro de Lepidiella Enderlein (Diptera, Psychodidae, Psychodinae) no Brasil e descrição de uma espécie nova.

Primeiro registro de Lepidiella Enderlein (Diptera, Psychodidae, Psychodinae) no Brasil e descrição de uma espécie nova.

Em recente visita ao Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP), encontrou-se alguns espécimes de Lepidiella, coletados na Estação Biológica da Boracéia, São Pau- lo, Sudeste do Brasil. Neste trabalho, é descrita uma espécie nova de Lepidiella, sendo desta maneira, a primeira espécie desse gênero registrada no Brasil.

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Gênero aristobyrsa com descrição de uma espécie nova (Hemiptera: Tingidae).

Gênero aristobyrsa com descrição de uma espécie nova (Hemiptera: Tingidae).

PeJqulsador do CClIlIelhoNacimal de Deaenvdvimento Cien tífi<: o e Tecndó- p<:o(CNPq).. Disco convexo, calos bastante achatados; vesícula elevada sob forma de teto, pro- jetand[r]

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Descrição de uma espécie nova de Hentziectypus e da fêmea de H. rafaeli (Araneae, Theridiidae).

Descrição de uma espécie nova de Hentziectypus e da fêmea de H. rafaeli (Araneae, Theridiidae).

Descrição fêmea (MPEG 11879). Carapaça e apêndices amarelo-claros, abdômen cinza-amarelado com pigmento castanho-claro ao redor das fiandeiras. Olhos médios anteriores maiores do que os demais; OMA distantes um do outro aproximadamente pelo seu raio e por quase um quarto do seu diâmetro dos OLA. Olhos médios posteriores afastados entre si por

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Descrição de uma nova espécie de Micrurus do Estado de Roraima, Brasil (Serpentes, Elapidae).

Descrição de uma nova espécie de Micrurus do Estado de Roraima, Brasil (Serpentes, Elapidae).

Micrurus circinalis Duméril, Bibron & Duméril, 1854, (MZUSP 8651- 52, Trinidad), ocorre em Trinidad, noroeste da Venezuela e norte da Guyana (Roze, 1996: 149). Os caracteres merísticos de M. circinalis são semelhantes aos da espécie nova; as principais diferenças estão no padrão de colorido, aliás regra geral para a maioria das espécies do gênero. O capuz negro de M. circinalis cobre todo o focinho e as parietais; uma faixa branca nucal está presente; a garganta é negra, com estreita faixa branca cobrindo as infralabiais intermediárias e parte das post-mentais posteriores. O capuz negro de M. pacaraimae cobre somente parte da cabeça; faixa branca nucal ausente e a garganta é branca. Os anéis negros de M. circinalis (22-31), com 2-3 escamas de largura, são delimitados por anéis brancos ou amarelos no corpo, seguidos por anel negro estreito; cauda com anéis brancos e vermelhos (somente anéis negros e vermelhos em M. pacaraimae).
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Kanaima Distant, 1909: descrição de uma nova espécie (Hemiptera, Auchenorrhyncha, Cercopidae, Tomaspidinae).

Kanaima Distant, 1909: descrição de uma nova espécie (Hemiptera, Auchenorrhyncha, Cercopidae, Tomaspidinae).

de Cicadellinae: Balacha melanocephala (Signoret, 1854), B. similis Cavichioli & Sakakibara, 1988, B. decorata Cavichioli & Sakakibara, 1988 e Ochrostacta diadema (Burmeister, 1835), todas com padrão enegrescido com faixas amarelo-pálidas. Já na espécie de Eryngium em que ocorre a espécie nova aqui proposta, registra-se a ocorrência de duas espécies de Balacha descritas por C AVICHIOLI & S AKAKIBARA (1988), B. rubripennis

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Descrição de uma nova espécie de Balbagathis Quate (Diptera, Psychodidae) do Brasil.

Descrição de uma nova espécie de Balbagathis Quate (Diptera, Psychodidae) do Brasil.

características de B. intrincata sp. nov., o ascóide 1,5 vezes o comprimento do flagelômero e a M 2 não unida à M 1 , permitem diferenciá-la de B. sylvatica, espécie que possui um ascóide mais de duas vezes o comprimento do flagelômero, e M 1 unida à M 2 . A terminália masculina de B. intrincata sp. nov. difere da terminália masculina de B. talamanca por apresentar expansões do processo parabasal não digitiformes como em B. talamanca. Além disso, os parâmeros da espécie nova são diferentes dos

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Uma nova espécie de Portanus Ball (Hemiptera, Cicadellidae) do Brasil.

Uma nova espécie de Portanus Ball (Hemiptera, Cicadellidae) do Brasil.

Discussão. Portanus sagittatus sp. nov. compartilha com P. hasemani (Baker, 1923) a forma truncada do ápice do pigóforo do macho, um processo em forma de garra no ângulo apical da margem ventral (Fig. 2) e o ramo interno dos estilos muito delgado, agudo e perpendicular ao ramo externo (Fig. 4). Diferencia-se de P. hasemani, principalmente, pela forma do edeago e pela presença de dois pares de processos espiniformes na margem lateral da haste, o primeiro par pré- apical, curto e agudo, o segundo par na porção mediana, alongado e fortemente agudo.

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Sobre a composição do gênero Menosoma Ball, 1931 e descrição de uma nova espécie (Homoptera, Cicadellidae).

Sobre a composição do gênero Menosoma Ball, 1931 e descrição de uma nova espécie (Homoptera, Cicadellidae).

Escutelo amarelo com uma mancha mediana alaranjada estendendo-se desde a base até à sutura onde se bi- furca em braços divergentes, alcançando as margens; dois po[r]

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Baetidae (insecta: ephemeroptera) de nova xavantina, Mato Grosso, Brasil: novos registros e descrição de uma nova espécie de cloeodes traver.

Baetidae (insecta: ephemeroptera) de nova xavantina, Mato Grosso, Brasil: novos registros e descrição de uma nova espécie de cloeodes traver.

Estudos realizados principalmente no município de Nova Xavantina, Mato Grosso, levaram-nos à descoberta de diversas espécies de Baetidae. Enquanto uma delas representa uma nova espécie de Cloeodes, aqui descrita, as outras representam novos registros para o estado ou até mesmo para o Brasil. A nova espécie, Cloeodes auwe sp. nov., pode ser diferenciada das demais espécies do gênero pela seguinte combinação de caracteres: padrão de coloração corporal; palpo maxilar longo, porém claramente com dois artículos; terceiro artículo do palpo labial robusto e de ápice truncado; garras relativamente longas (0,5 vezes o comprimento do respectivo tarso), tecas alares posteriores ausentes e número de espinhos na margem posterior do tergito 3 e paraprocto. Além dessa espécie, os seguintes táxons de Baetidae também foram encontrados: Adebrotus amazonicus, Americabaetis alphus, Apobaetis sp., Aturbina georgei, Baetodes sp., Callibaetis sp.1, Callibaetis sp.2, Camelobaetidius janae, Cryptonympha sp., Harpagobaetis gulosus, Paracloeodes binodulus, Spiritiops silvudus, Waltzoyphius fasciatus e Zelusia principalis.
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O subgênero Centris (Aphemisia) Ayala: notas complementares e descrição de uma nova espécie (Hymenoptera, Apoidea).

O subgênero Centris (Aphemisia) Ayala: notas complementares e descrição de uma nova espécie (Hymenoptera, Apoidea).

Examei o síntipo fêmea desta espécie (com o nº 21656), em 1957, no National Museum of Natural History, Washington. Foi descrita de Palcazu, Peru (Rosemberg). Comparei com o mesmo, um exemplar de Chapare, Bolívia, Enero, 1945, recebido do Pe. Bridarolli. As notas sobre o síntipo foram poucas. Houve destaque apenas para: “o escutelo com dois tubérculos bem marcados, subcareniformes, terminando em ponta atrás. No meu exemplar falta a mancha amarela das mandíbulas e a mancha escura clipeal é um pouco mais desenvolvida. A interorbital superior 78 e as distâncias interocelares 23:16:Ø13”. O abdome ferrugíneo com reflexos um pouco para o lilás, com brilho metálico fraco. No escapo da fêmea, uma mancha amarela e os lados do clípeo amarelos até em cima.
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Uma nova espécie de Orthophytum Beer (Bromeliaceae) relacionada a Orthophytum navioides (L.B. Sm.) L.B. Sm.

Uma nova espécie de Orthophytum Beer (Bromeliaceae) relacionada a Orthophytum navioides (L.B. Sm.) L.B. Sm.

Wanderley & Conceição (2006) reportaram os materiais Wanderley et al. 2531, 2532 e Louzada & Moreira 7 como O. navioides, espécie cujo material- tipo é bastante escasso, sendo, em decorrência disso, pouco conhecida, dificultando sua identificação. Apesar das semelhanças quanto ao hábito destas duas espécies, Orthophytum navioides e O. ophiuroides distinguem-se pela morfologia floral e pela distribuição geográfica das mesmas. Orthophytum navioides apresenta brácteas e sépalas verdes (figura 3D) e com tricomas capitados, enquanto O. ophiuroides as brácteas e sépalas são vermelhas (figura 3A-C) e não apresentam tricomas capitados.
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Análise da variação e taxonomia de echinanthera occipitalis (Jan, 1863) (serpentes, colubridae) com a descrição de uma nova espécie

Análise da variação e taxonomia de echinanthera occipitalis (Jan, 1863) (serpentes, colubridae) com a descrição de uma nova espécie

Foi realizada a análise da variação morfológica de Echinanthera occipitalis (Jan, 1863) baseada em 255 exemplares. A espécie apresentou variação na coloração da cabeça e do pescoço indicando variação geográfica e possibilitando a descrição de uma nova espécie. Após tratamento estatístico dos caracteres externos e análise da morfologia hemipeniana, constatou-se que E. occipitalis é formada por um grupo de espécies formado por três táxons, o qual tratamos informalmente como grupo occipitalis. Esse grupo é composto por: E. occipitalis sensu stricto, própria da região Nordeste do Brasil; E. miolepis (Boettger, 1891), revalidada neste trabalho; e Echinanthera sp. n., ocorrente no leste da Amazônia brasileira, Estado do Pará.
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