Top PDF Potencial alelopático do extrato foliar de Annona glabra L. (Annonaceae).

Potencial alelopático do extrato foliar de Annona glabra L. (Annonaceae).

Potencial alelopático do extrato foliar de Annona glabra L. (Annonaceae).

RESUMO – (Potencial alelopático do extrato foliar de Annona glabra L. (Annonaceae)). A. glabra cresce em áreas alagadas, formando aglomerados. Este comportamento pode indicar ocorrência de competição com outras espécies ou que existam processos alelopáticos. Neste estudo, os objetivos foram: a) avaliação do potencial alelopático de extratos foliares de A. glabra sobre a germinação e crescimento de outras espécies, e sobre o crescimento de coleóptilos de trigo e b) verifi cação da presença de grupos de substâncias nos extratos. Os testes qualitativos detectaram triterpenos, taninos e fl avonóides. Foi realizada cromatografi a de partição líquido:líquido com hexano e acetato de etila. A atividade das frações obtidas foi testada sobre de Lactuca sativa, Echinochloa crus-galli, Euphorbia heterophylla e Ipomoea grandifolia. A fração acetato de etila reduziu a porcentagem de germinação de L. sativa e atrasou o tempo médio de germinação de E. crus-galli além de afetar o crescimento de todas as espécies. Esta fração foi purifi cada em coluna de sílica, obtendo-se cinco frações (A, B, C, D e E). Para cada uma delas foram preparadas quatro concentrações (1000; 158; 79; 39,5 ppm). Os efeitos causados pelas frações foram avaliados com o teste de coleóptilo de trigo. A fração A estimulou o alongamento destes nas três menores concentrações, na maior foi inibitória, B inibiu nas três maiores, C inibiu apenas na maior e E não provocou efeito signifi cativo.
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Influência das inundações na distribuição de espécies arbóreas ao longo do Rio Massaguaçu (Caraguatatuba, São Paulo, Brasil), e potencial alelopático de Annona glabra L.

Influência das inundações na distribuição de espécies arbóreas ao longo do Rio Massaguaçu (Caraguatatuba, São Paulo, Brasil), e potencial alelopático de Annona glabra L.

Annona glabra L. é uma espécie com ampla distribuição pertencente à família Annonaceae, tendo como habitat natural os ambientes alagadiços de regiões tropicais e subtropicais (Mielke et al., 2005; Zotz et al., 1997). Ela é considerada uma invasora agressiva em diversos locais ao redor do mundo como Fiji, Polinésia Francesa (SPREP 2000) e Sri Lanka (Pallewatta et al. 2001). O sucesso de muitas espécies invasoras tem sido relacionado às suas propriedades alelopáticas (Ferreira & Aquila, 1999; Hierro & Callaway, 2003). Muitas espécies invasivas crescem como monoculturas, desalojando a comunidade nativa.
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Efeito Alelopático de Extrato Foliar de Eucalipto em Sementes de Gramíneas Forrageiras

Efeito Alelopático de Extrato Foliar de Eucalipto em Sementes de Gramíneas Forrageiras

RESUMO - Objetivou-se neste estudo avaliar o efeito alelopático de concentrações do extrato aquoso de folhas de eucalipto sobre sementes de Urochloa decumbens e Panicum maximum. O extrato foi preparado utilizando folhas de Eucalyptus urograndis moídas, as quais foram colocadas em água destilada na proporção de 1:9, obtendo-se a concentração de 100% e as diluições de 50%, 25%, 12,5% e 0% (testemunha). O ensaio foi montado em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições de 50 sementes de U. decumbens e P. maximum, dispostas sobre papel-filtro umedecido com as concentrações do extrato, em caixas do tipo gerbox. Os resultados indicam a existência de potencial alelopático de E. urograndis sobre as espécies U. decumbens e P. maximum. Efeitos mais pronunciados na inibição da germinação e redução do vigor e do crescimento de plântulas de U. decumbens e P. maximum foram observados nas concentrações de 50% e 100% do extrato foliar de eucalipto. O índice de velocidade de germinação e o comprimento da radícula foram as características mais afetadas pelas substâncias potencialmente alelopáticas do extrato de eucalipto, em todas as concentrações.
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Efeito alelopático do extrato aquoso foliar de Eugenia dysentericaDC. (Myrtaceae – cagaita) na germinação, crescimento emorfo-anatomia de Sesamum indicum L. (Pedaliaceae – gergelim) e Raphanus sativus L. (Brassicaceae – rabanete)

Efeito alelopático do extrato aquoso foliar de Eugenia dysentericaDC. (Myrtaceae – cagaita) na germinação, crescimento emorfo-anatomia de Sesamum indicum L. (Pedaliaceae – gergelim) e Raphanus sativus L. (Brassicaceae – rabanete)

Alelopatia é a influência de plantas sobre outros organismos por meio de compostos por elas produzidos e lançados no meio. Algumas espécies da família Myrtaceae apresentam evidências de propriedades alelopáticas. Eugenia dysenterica DC., conhecida como cagaita, é frequentemente encontrada no Cerrado sentido restrito. Os objetivos desse estudo foram quantificar os efeitos alelopáticos de extratos aquosos foliares de cagaita na germinação e no crescimento de gergelim (Sesamum indicum L.) e de rabanete (Raphanus sativus L.), e verificar se a atividade alelopática dos extratos tem interferência do pH e da secagem das folhas antes do preparo dos mesmos. Para tal, os extratos foram preparados a partir de folhas maduras frescas e secas. A secagem ocorreu em estufa (50 ºC /24h). Em ambos os casos as folhas foram trituradas e solubilizadas em água a 5% (p/v) com diluição para 1% e 3%. Os efeitos do pH do extrato foram verificados através de tratamentos com o pH original do extrato (4,7) e tratamentos com o pH ajustado para 7,0. Para a germinação, foram utilizadas placas de petri com 10 sementes de gergelim/rabanete contendo 6 mL dos extratos (suas diluições) e água como controle, com três repetições por tratamento. Houve acompanhamento diário por 5 dias. Para os experimentos de crescimento nos extratos, foram utilizadas sementes pré-germinadas em água. Após cinco dias as plântulas tiveram suas partes aérea e radicular medidas e características morfológicas registradas. Os experimentos foram conduzidos em câmaras de germinação a 25ºC (rabanete) e 30 o C (gergelim), com fotoperíodo de 12h. Os resultados mostram que a germinabilidade e o tempo médio de germinação de ambas as espécies-alvo não foram afetados pelos extratos, independentemente do pH e da secagem ou não das folhas. Quanto ao crescimento, a parte radicular foi a mais afetada para as duas espécies, apresentando redução em seu comprimento 82% (gergelim) e 87% (rabanete), escurecimento radicular em todas as plântulas em contato com o extrato, redução do número de plântulas com pêlos radiculares (73% e 90% - gergelim e rabanete, respectivamente) e com raízes laterais (30% e 70% respectivamente). O ajuste do pH para 7,0 não alterou o potencial alelopático do extrato. O extrato proveniente de folhas secas promoveu maior efeito inibitório no crescimento radicular 85% (gergelim) e 86% (rabanete) que o de folhas frescas (69% e 80% respectivamente).
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Efeitos de citocininas sobre a anatomia foliar e o crescimento de Annona glabra L. durante o cultivo in vitro e ex vitro.

Efeitos de citocininas sobre a anatomia foliar e o crescimento de Annona glabra L. durante o cultivo in vitro e ex vitro.

elevado potencial agronômico e fitoquímico. Essa espécie apresenta limitações na sua propagação sexuada, com germinação lenta, desuniforme e pouco expressiva. Nesse contexto, a micropropagação tem se mostrado como uma ferramenta viável para a propagação de espécies de anonáceas (LEMOS & BLAKE, 1996; NAGORI & PUROHIT, 2004). Contudo, a baixa taxa de brotação dos explantes e a elevada abscisão foliar têm limitado o uso dessa técnica nesse grupo de plantas.

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Potencial alelopático de plantas de cobertura no controle de picão-preto (Bidens pilosa L.).

Potencial alelopático de plantas de cobertura no controle de picão-preto (Bidens pilosa L.).

Trabalhos apontaram algumas plantas medici- nais, de diferentes famílias, como potenciais no controle do picão-preto (Bidens pilosa). Cruz et al. (2002a), apli- cando extratos aquosos de capim-limão (Cymbopogum ci- tratus Stapf.) e arruda (Ruta graveolens L.) a 20% (pe- so/volume), obtidos com maceração por duas horas (ex- trato bruto macerado - EBM) e por infusão a 100ºC por 20 minutos (extrato bruto por infusão - EBIN), diaria- mente e em dias alternados sobre aquênios de picão dis- tribuídos em vasos, observaram redução da germinação do picão com maior efeito do EBIN de C. citratus. Em
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Análise comparativa do potencial alelopático do extrato hidroalcoólico e do óleo essencial de folhas de cipó-d'alho (Bignoniaceae).

Análise comparativa do potencial alelopático do extrato hidroalcoólico e do óleo essencial de folhas de cipó-d'alho (Bignoniaceae).

Considerando a inibição mínima de 50% como um padrão satisfatório para avaliar as potencialidades alelopáticas de um extrato (Dudai et al., 1999), observa-se que, para o extrato hidroalcoólico, esse valor foi atingido a partir da concentração de 1,0%, em relação à germinação de sementes. Para os efeitos sobre o desenvolvimento da radícula (Tabela 2) e do hipocótilo (Tabela 3), as inibições esti- veram bem abaixo desse valor. Quanto aos efeitos efetivados pelo óleo essencial, inibições dessa ordem foram verificadas sobre a ger- minação de sementes e o desenvolvimento do hipocótilo, na concentração de 2,0%. Esses dados revelam o grande potencial que as folhas do cipó-d’alho têm como fonte de agentes químicos com potencial alelopático, quer em relação aos compostos químicos presentes no extrato hidroalcoólico, quer em relação aos constituintes químicos do óleo essencial.
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TATIANY OLIVEIRA DE ALENCAR MENEZES “AVALIAÇÃO IN VITRO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE ÓLEOS ESSENCIAIS E EXTRATOS DE PLANTAS PRESENTES NA REGIÃO AMAZÔNICA SOBRE CEPA DE Candida albicans”

TATIANY OLIVEIRA DE ALENCAR MENEZES “AVALIAÇÃO IN VITRO DA ATIVIDADE ANTIFÚNGICA DE ÓLEOS ESSENCIAIS E EXTRATOS DE PLANTAS PRESENTES NA REGIÃO AMAZÔNICA SOBRE CEPA DE Candida albicans”

to determine its minimal inhibitory concentration. The extracts Annona glabra, Azadiractha indica, Bryophyllum calycinum, Eleutherine plicata, Mammea americana, Psidium guajava and Syzygium aromaticum have been tested under the concentrations of 500mg/mL, 250mg/mL, 125mg/mL and 62,5 mg/mL and the anti-fungii activity was determined through the method of difusion in a solid means using discs of filter paper. The tested oils did not present any anti-fungii effect on the strain of Candida albicans and, from the extracts tested, only Eleutherine plicata, Psidium guajava and Syzygium aromaticum have presented anti-fungii activity with minimal inhibitory concentrations, respectively, 250mg/mL, 125mg/mL and 62,5mg/mL With the results presented, the extracts of Eleutherine plicata, Psidium guajava and Syzygium aromaticum present a potential inhibitory effect to the growth of Candida albicans, acting as a guide for the selection of plants with anti-fungii activities for further papers on a toxicologic and pharmacologic.
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Estudo da atividade citotóxica e do potencial antitumoral do extrato acetônico das sementes de Annona muricata L.(AMSA), em modelos experimentais in vitro e in vivo

Estudo da atividade citotóxica e do potencial antitumoral do extrato acetônico das sementes de Annona muricata L.(AMSA), em modelos experimentais in vitro e in vivo

Foi utilizado um programa estatístico preconizado pela OECD 425 (AOT425StatPgm) que indica qual a dose deve ser administrada no animal seguinte de acordo com desfecho (morte ou sobrevida) do animal anteriormente tratado com a substância em estudo. Após a administração de cada dose, foram observados os efeitos tóxicos que porventura pudessem ser manifestados devido à ingestão do AMSAF2 tais como alterações de pêlo, pele e mucosas, comportamento, taquicardia, ptose, convulsões, diarréia, letargia e coma serão observados por 15, 30 e 60 minutos bem como 24 horas após o tratamento. Todos os animais ainda foram observados diariamente, durante um período de 14 dias após a primeira administração, sendo posteriormente sacrificados para a retirada dos órgãos (fígado, pulmão, cérebro, estômago, baço, rim e coração) e análise histológica dos mesmos. No teste de toxicidade aguda no extrato de Annona muricata L apresentou valor para a dose letal média (DL 50 ) de 310,2 mg/Kg. Com o intervalo de confiança de 175
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Anatomia do lenho secundário de Annona glabra L. (Annonaceae), algumas propriedades físicas da madeira e análise crítica da grafia do gênero

Anatomia do lenho secundário de Annona glabra L. (Annonaceae), algumas propriedades físicas da madeira e análise crítica da grafia do gênero

Poros de distribuição difusa , mas em algumas partes a distribuição é dendrítica , múltiplos e solitários, visíveis com lente (8x) ; linhas v as- culares distintas, [r]

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Potencial alelopático de Myrcia guianensis.

Potencial alelopático de Myrcia guianensis.

Nesse contexto, a investigação de proprie- dades alelopáticas em plantas pode representar uma oportunidade para equacionar esses problemas (Souza Filho et al., 2005). Com esse objetivo, vários trabalhos foram desenvolvidos nos últimos anos para estudar diversas espé- cies vegetais com potencial alelopático (Borges et al., 1993; Lisanework & Michelsen, 1993; Gonzáles et al., 1995; Rizvi et al., 1999; Souza Filho & Alves, 2000).

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Diagnose foliar da gravioleira (Annona muricata L.): efeito da posição de ramos e folhas.

Diagnose foliar da gravioleira (Annona muricata L.): efeito da posição de ramos e folhas.

O estudo foi realizado num pomar de gravioleiras (Annona muricata L.) com 2,5 anos de idade, instalado numa área de Neossolo Quartzarênico Distrófico, no Campo Experimental da Embrapa Agroindústria Tropical, em Pacajus (CE), no período de março a abril de 2003. O solo possuía baixa fertilidade, apresentando acidez leve (pH 5,6) e presença de alumínio trocável em baixo teor (1,2 mmol c dm -3 ); a saturação de bases apresentava-se relativamente

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Potencial alelopático de Bidens pilosa L. na germinação e no desenvolvimento de espécies cultivadas

Potencial alelopático de Bidens pilosa L. na germinação e no desenvolvimento de espécies cultivadas

RESUMO: O objetivo deste trabalho foi identificar possíveis efeitos alelopáticos de extratos aquosos de folhas de Bidens pilosa na germinação e no cres- cimento de plântulas de Brassica oleracea cv. capitata, Brassica rapa, Lactuca sativa cv. baba-de-verão, L. sativa cv. grand rapids, L. sativa cv. regina, L. sativa cv. simpson, L. sativa cv. vitória-de-verão e Raphanus sativus. Foram utilizadas sete concentrações do ex- trato aquoso (0, 10, 30, 50, 70, 90 e 100%), em delineamento inteiramente casualizado, com cinco repetições de dez sementes das espécies cultiva- das. Os extratos aquosos de B. pilosa reduziram e, ou inibiram a germinação das sementes e o cresci- mento inicial das duas partes vegetais de todas as espécies testadas e, causaram severas anormalida- des nas plântulas. Os resultados indicam a existên- cia de potencial alelopático de B. pilosa.
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Estudos toxicológicos préclínicos e antitumorais do extrato acetônico das folhas de Annona muricata L.

Estudos toxicológicos préclínicos e antitumorais do extrato acetônico das folhas de Annona muricata L.

Outros sinais de toxicidade podem ser expressos pela alteração da massa relativa dos órgãos, alterações hematológicas e bioquímicas sanguíneas (GONZÁLEZ & SILVA, 2003). Os resultados dos estudos bioquímicos do sangue dos animais mostraram, durante os 30 dias iniciais, que houve uma redução dos níveis glicêmicos no sangue dos animais machos que recebram a dose de AMFA 50 mg/Kg. Estes mesmos animais apresentaram um aumento nas taxas de colesterol e triglicerídeos, embora as fêmeas que receberam a mesma dose tenham apresentado uma elevação apenas nos triglicerídeos. A redução dos níveis de glicose pode ser devido a uma fase de adaptação dos animais ao consumo do extrato. Caso o AMFA seja rico em substâncias glicosiladas, pode-se sugerir então, que tenha ocorrido um estímulo para a produção de insulina, acarretando na redução dos níveis do parâmetro descrito. Além disso, outra especulação seria a ocorrência de um dano parcial das células β-pancreáticas que, em um primeiro momento (30 dias), resultou na liberação exacerbada de insulina, que consequentemente reduziu os níveis glicêmicos, seguido de elevação do mesmo após 60 dias de ingestão do AMFA, possivelmente pela redução na produção de insulina. Ao final dos 90 dias, os resultados mostraram uma adaptação do organismo do animal a essas variações nas taxas de glicose. Nas fêmeas, não foi observada nenhuma alteração em relação à glicose. Caso o extrato seja realmente rico em carboidratos, é possível que estes possam ter sido convertidos em triglicerídeos, que são moléculas de armazenamento energético, justificando assim, a sua elevação.
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Estímulo do comportamento fotoautotrófico durante o enraizamento in vitro de Annona glabra L., I. desenvolvimento do sistema radicular e da parte aérea.

Estímulo do comportamento fotoautotrófico durante o enraizamento in vitro de Annona glabra L., I. desenvolvimento do sistema radicular e da parte aérea.

Conduziu-se este trabalho, com o objetivo de induzir a estímulo do comportamento fotoautotrófico durante o enraizamento in vitro em brotações de Annona glabra L. Brotações oriundas de cultivo em tubos fechados com tampa e película de PVC (cultivo sem aeração), com tampa sem a película de PVC e tampão de algodão (cultivo com aeração) foram inoculadas em meio WPM suplementado com 4,9 M de AIB e 164,4mM de carvão ativado na presença (58,42mM) ou ausência de sacarose. Durante o enraizamento, foram mantidas as mesmas condições de vedação dos tubos de ensaio em que as brotações foram induzidas. Após a inoculação, os tubos contendo os explantes foram mantidos em sala de crescimento sob radiação fotossintética ativa de 45-56 mol.m - 2 .s -1 a 25±3 o C. Os resultados mostraram que o enraizamento das brotações de A. glabra não dependeu do suprimento de sacarose no
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Efeito alelopático de extrato de leonurus sibiricus l. em mentha piperita l.. desenvolvimento, trocas gasosas e metabólitos do óleo essencial

Efeito alelopático de extrato de leonurus sibiricus l. em mentha piperita l.. desenvolvimento, trocas gasosas e metabólitos do óleo essencial

A avaliação do rendimento do óleo essencial das plantas de M. piperita cultivada na presença e ausência do extrato metanólico de L. sibiricus, em diferentes concentrações, não foi realizada uma vez que a quantidade extraída foi apenas suficiente para avaliar a sua composição química. O que pode ter ocorrido, em função da época em que o experimento foi conduzido e o período compreendido entre março e junho, pode não ter sido o melhor para a produção do óleo essencial. Valmorbida (2003) cultivou M. piperita entre dezembro e fevereiro, em solução nutritiva completa, obtendo volume igual a 57 L ha -1 aos 60 dias após o transplante (DAT), valor que aumentou para 147 L ha -1 aos 105 DAT. Leal (2001) ao cultivar plantas de M. piperita em solução nutritiva completa, no período compreendido entre janeiro e março e colhidas aos 70 DAT, verificou rendimento de óleo essencial igual a 141,6 L ha -1 . Portanto, as condições ambientais podem ter influenciado a produção do óleo essencial de M. piperita cultivada na presença e ausência de extrato metanólico de L. sibiricus. A análise cromatográfica do óleo essencial da M. piperita cultivada na ausência e na presença de extrato metanólico de L. sibiricus, em diferentes concentrações, revelou a presença de dezessete substâncias e dentre as identificadas houve a predominância dos terpenos mentona, mentofurano, mentol, pulegona e acetato de mentila (Tabela 12 e Figura 27).
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Efeito alelopático do extrato alcoólico do cravo-da-índia e eugenol.

Efeito alelopático do extrato alcoólico do cravo-da-índia e eugenol.

Vários estudos na literatura mostraram que extratos de plantas podem inibir a germinação de sementes não necessariamente devido aos seus constituintes químicos, mas sim em função do potencial osmótico do extrato (Wardle et al. 1992, Haugland & Brandsaeter 1996). No presente estudo, apesar do experimento com PEG-6000 ter mostrado atraso na germinação das sementes no primeiro dia, todas apresentaram alta taxa de germinação nos dias seguintes, diferentemente do observado com extratos de eugenol ou mesmo com eugenol puro. Isso indica que o efeito observado não se deveu à inibição pelo potencial osmótico.
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Estímulo do comportamento fotoautotrófico durante o enraizamento in vitro de Annona glabra L. , II. Aspectos da anatomia da folha antes da aclimatização.

Estímulo do comportamento fotoautotrófico durante o enraizamento in vitro de Annona glabra L. , II. Aspectos da anatomia da folha antes da aclimatização.

(meio sem sacarose e com aeração) e em condições heterotróficas (meio com sacarose e sem aeração). O meio de cultivo utilizado foi o WPM adicionado de 164,4mM de carvão ativado e 4,9µM AIB. Após 30 dias de cultivo realizaram-se medições das espessuras das epidermes abaxial, adaxial, parênquima esponjoso, paliçadico e do limbo. Verificaram-se variações na anatomia das folhas, que foram caracterizadas por um aumento na espessura foliar de acordo com a aeração estabelecida. O enraizamento de plantas de A. glabra em condições de estímulo ao fotoautotrofismo permitiu desenvolvimento anátomo-fisiológico semelhante àquele observado em condições ex vitro, o que pode minimizar as perdas no processo de micropropagação.
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Potencial alelopático da parte aérea de Senna occidentalis (L.) Link (Fabaceae, Caesalpinioideae): bioensaios em laboratório.

Potencial alelopático da parte aérea de Senna occidentalis (L.) Link (Fabaceae, Caesalpinioideae): bioensaios em laboratório.

Senna occidentalis (L.) Link (Fabaceae, Caesalpinioi- deae), conhecida popularmente como “fedegoso”, é uma planta invasora encontrada em todo o território brasileiro (Rodrigues et al. 2005), sendo muito freqüente no Estado de Mato Grosso do Sul em pastagens, pomares, terrenos baldios e solos cultivados, especialmente com a soja (Lorenzi 2000). As espécies de Senna são bem conhecidas na medicina popular como laxativas, purgativas (Viegas Junior et al. 2006) e an- tioxidantes (Luximon-Ramma et al. 2002). Estudos químicos com o gênero levaram ao isolamento de antraquinonas (Kim et al. 2004), fl avonóides (Luximon-Ramma et al. 2002; Viegas Junior et al. 2006), compostos fenólicos e proantocianidinas (Luximon-Ramma et al. 2002). Estudos biológicos com S. occidentalis comprovaram propriedades purgativa, hepática, bactericida, antipirética, antitumoral, expectorante, anti- infl amatória, diurética, antifúngica e neurotóxica para bovinos (Viegas Junior et al. 2006), e estudos químicos levaram ao isolamento de antraquinonas, fl avonóides, polissacarideos (Chauhan et al. 2001), alcalóides piperidínicos (Viegas Junior et al. 2006) e xantonas (Wader & Kudak 1987).
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Potencial alelopático de espécies de Pteridaceae (Pteridophyta).

Potencial alelopático de espécies de Pteridaceae (Pteridophyta).

em condições de laboratório, para verificar o potencial de atividade alelopática sobre Lactuca sativa (L.) cv. Grand rapids (alface) e Allium cepa (L.) cv. Baia periforme (cebola). Adiantopsis radiata (L.) Feé, Adiantum serratodentatum Willd. e Pteris denticulata Sw. var. denticulata foram coletadas na Fazenda Azulão, situada no município de Dourados, MS, Brasil e as espécies Adiantum tetraphyllum Willd. e Pityrogramma calomelanos (L.) Link var. calomelanos foram coletadas na Fazenda Curupi, situada em Ponta Porã, MS, Brasil. Os bioensaios realizados revelaram que: 1) os cinco extratos vegetais não interferem significativamente na germinação de alface e cebola; 2) os extratos de Adiantum serratodentatum, Adiantum tetraphyllum, Adiantopsis radiata e Pityrogramma calomelanos inibem o crescimento da radícula das plântulas de alface; 3) Adiantum serratodentatum, Adiantum tetraphyllum e Pteris denticulata inibem o crescimento do hipocótilo de alface; 4) Adiantopsis radiata, Adiantum serratodentatum e Pteris denticulata inibem tanto o crescimento da radícula quanto do coleóptilo das plântulas de cebola. Os resultados obtidos até o momento permitem inferir que os extratos etanólicos das espécies em estudo contêm substâncias que modificam o crescimento das plântulas de alface e cebola.
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