Top PDF Potencial para maricultura da carragenófita Hypnea musciformis (Wulfen) J.V. Lamour. (Gigartinales - Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

Potencial para maricultura da carragenófita Hypnea musciformis (Wulfen) J.V. Lamour. (Gigartinales - Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

Potencial para maricultura da carragenófita Hypnea musciformis (Wulfen) J.V. Lamour. (Gigartinales - Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Potencial para maricultura da carragenófita Hypnea musciformis (Wulfen) J.V. Lamour. (Gigartinales - Rhodophyta) na Ilha da Marambaia, Baía de Sepetiba, RJ, Brasil). A falta da prática de cultivo comercial de macroalgas no Brasil junto com a crescente demanda do mercado nacional de ficocolóides é suprida pela importação de algas e colheita em bancos naturais, principalmente na costa nordestina. Na busca de um cultivo em pequena escala para uso das comunidades litorâneas foi implantado um cultivo experimental com H. musciformis, na Ilha da Marambaia, RJ (43º59’35” W e 23º04’00” S). Ao todo foram testadas nove técnicas de fixação da alga nas unidades experimentais de maricultura (UEM). Nos experimentos realizados entre a primavera de 2003 e o outono de 2004, as taxas de crescimento geralmente foram negativas. Entre os invernos de 2004 e 2005, foram na maioria positivas. O fitobentos próximo à UEM foi analisado para verificar o crescimento dessa espécie na assembléia e no cultivo. Observou-se maior percentual de anfípodas e de matéria orgânica nas UEM e a presença de carposporófitos em épocas de baixa salinidade em ambos os locais. Atribuiu-se o baixo rendimento da taxa de crescimento aos fatores ambientais como: ressacas, aderência de matéria orgânica nas algas, herbivoria e danos as UEM por ação antrópica. Constatou-se que o tratamento fixando a muda com abraçadeira foi o de mais fácil manuseio e baixo custo e que somente com a conscientização da comunidade litorânea e remuneração salarial para esta atividade será possível exercer o cultivo de H. musciformis com sucesso.
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Caracterização da assembléia fitobentônica da praia do Kutuca, ilha da Marambaia, baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

Caracterização da assembléia fitobentônica da praia do Kutuca, ilha da Marambaia, baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

RESUMO – (Caracterização da assembléia fitobentônica da praia do Kutuca, ilha da Marambaia, baía de Sepetiba, RJ, Brasil). Devido aos potenciais problemas ambientais na baía de Sepetiba, sítios de monitoramento ambiental nesta baía se tornam necessários. A praia do Kutuca foi selecionada para este propósito por possuir dados pretéritos sobre a sua estrutura da comunidade, com coletas realizadas em 1999, que detectou alta diversidade. Durante 21 meses, dezembro de 2003 a julho de 2005, foram coletados 63 táxons (Chlorophyta, 22%; Ochrophyta, 16% e Rhodophyta, 62%). Na amostragem destrutiva, foram usados seis quadrados aleatórios (25×25 cm), colocados em cada uma das duas linhas de 20 m horizontais ao costão. Os resultados de 1999 foram comparados com estes e se observou que a biomassa passou de 490,9±201,2 g.m -2 para 199,57±29,33 g.m -2 , a riqueza de 13,0±4,5 para 5,06±1,72, a diversidade H’=2,2±0,41 para
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Contribuição ao protocolo de monitoramento ambiental da maricultura de Kappaphycus alvarezii (Doty) Doty ex P.C. Silva (Areschougiaceae - Rhodophyta) na baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

Contribuição ao protocolo de monitoramento ambiental da maricultura de Kappaphycus alvarezii (Doty) Doty ex P.C. Silva (Areschougiaceae - Rhodophyta) na baía de Sepetiba, RJ, Brasil.

Visando à manutenção da biodiversidade marinha, constatada a aplicabilidade da metodologia apresentada, seu uso é proposto como protocolo para monitorar o estabelecimento de Kappaphycus alvarezii fora do sistema de cultivo, na área permitida para o cultivo desta espécie, compreendida entre a baía de Sepetiba (RJ) e a Ilha Bela (SP), pela Instrução Normativa n. 185 de 23 de julho de 2008. Recomenda-se, então: a realização de vistorias trimestrais de estruturas reprodutivas em mudas cultivadas; vistorias anuais em placas acrílicas; cultivo in vitro de material fértil para verificar a sua viabilidade; vistoria e quantificação freqüente de mudas no entorno das fazendas marinhas e anualmente em áreas controle e realização de experimentos semestrais de transplantes de mudas.
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Identidades sob suspeita: imprensa e  no Brasil

Identidades sob suspeita: imprensa e no Brasil

A matéria intitulada “Vitória de Pirro” é ilustra- tiva desse tipo de “notícia-denúncia” que traz implí- cita a reivindicação de uma intervenção para conter o processo em curso. A decisão judicial, envolvendo o reconhecimento e a regularização fundiária do ter- ritório étnico da comunidade quilombola na Ilha de Marambaia (RJ), ao ser veiculada no jornal O Estado de São Paulo, em março de 2007, não coloca em jogo apenas a disputa em torno do domínio sobre a ilha (entre Marinha e quilombolas) e um ponto favorável e legítimo ao reconhecimento dos quilombos (como seria o caso de uma decisão judicial), mas o fato de que essa questão “tende a pegar o Brasil inteiro” e entrar por todas as instâncias do aparato estatal. “Na Marambaia, a palavra [quilombo] se aplica a uma história mal contada que, passando em julgado por aquele canto da baía de Sepetiba, tende a pegar no Brasil inteiro” (O Estado de São Paulo, 29.03.2007).
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A ATUAÇÃO DOS AGENTES DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO ESCOLAR (AAGE) NA REGIONAL NORTE FLUMINENSE (SEEDUC-RJ) – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A ATUAÇÃO DOS AGENTES DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO ESCOLAR (AAGE) NA REGIONAL NORTE FLUMINENSE (SEEDUC-RJ) – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O questionário utilizado na pesquisa (vide apêndice) possui um total de vinte e cinco questões abertas e fechadas. As perguntas buscam as características profissionais (tempo no magistério, na função) e de formação dos Agentes, quantidade de escolas acompanhadas, número de visitas realizadas por semana nas unidades, importância do grupo no programa, dificuldades apresentadas nas visitas, pontos positivos no trabalho realizado pelo AAGE, sugestões para a melhoria do trabalho, entre outros. É importante ressaltar que a análise diz respeito apenas à Regional em estudo, no caso, a Norte Fluminense, não podendo ser generalizada para toda a SEEDUC-RJ. Todos os quinze AAGEs que atuam na Regional participaram da pesquisa respondendo as questões apresentadas. Desse total, nove responderam via e-mail e os demais o fizeram diretamente, no questionário impresso que lhes foi entregue na ocasião do encontro.
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OS DESAFIOS DA GESTÃO FINANCEIRA E PRESTAÇÃO DE CONTAS ESCOLAR: O CASO DA REGIONAL SERRANA II/SEEDUC – RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

OS DESAFIOS DA GESTÃO FINANCEIRA E PRESTAÇÃO DE CONTAS ESCOLAR: O CASO DA REGIONAL SERRANA II/SEEDUC – RJ – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O presente trabalho se constitui como um estudo de caso sobre o gerenciamento dos prazos para as prestações de contas dos recursos estaduais recebidas e destinadas aos programas educacionais nas escolas da rede estadual de ensino na área de abrangência da Regional Serrana II, localizada na cidade de Nova Friburgo, no estado do Rio de Janeiro. O objetivo desta pesquisa foi analisar o gerenciamento dos prazos para as prestações de contas das verbas estaduais recebidas e destinadas aos programas educacionais nas escolas da rede estadual de ensino na área de abrangência da Regional. O intuito é apontar para a SEEDUC/RJ as considerações encontradas, a fim de provocar a reflexão e a implantação de novas políticas públicas que minimizem as dificuldades apresentadas pelos gestores. O arcabouço teórico contempla temas relacionados à descentralização, gestão financeira e prestação de contas na área pública, boas práticas de governança, tipos de gestão: administrativa, pedagógica e relacional. Foram analisadas, para isso, as legislações que norteiam a elaboração das prestações de contas dos recursos estaduais. Considerou-se, também, os instrumentos produzidos e utilizados pela Coordenação Financeira, como o checklist, a planilha de acompanhamento de entrega das prestações de contas e a planilha de faróis. Para comprovar os dados levantados na pesquisa de maneira mais qualitativa, além do questionário aplicado aos 77 diretores escolares, foram feitas entrevistas com roteiro semiestruturado com 4 diretores entre estes 77. A partir do estudo de caso sobre as boas práticas das atividades administrativa e financeira, fundamental para o funcionamento efetivo das escolas estaduais da Regional Serrana II, buscou-se alternativas para a proposição de novas ações que viabilizassem um melhor gerenciamento dos prazos e configurassem mecanismos eficientes para a elaboração das prestações de contas, a fim de que a maioria das escolas, no âmbito da Regional, pudessem cumprir os prazos estipulados pela SEEDUC- RJ.
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IRLENE COELHO ELOI DA SILVA O PAPEL DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE COARIAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

IRLENE COELHO ELOI DA SILVA O PAPEL DA COORDENADORIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE COARIAM NA IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS EDUCACIONAIS PARA O ENSINO MÉDIO

educacionais para o Ensino Médio na Coordenadoria Regional de Educação de Coari/AM, como o PROEMI e o PROETI, discutindo sobre o papel da Coordenadoria Regional na ação de implementação dessas políticas. O objetivo foi identificar as dificuldades que a Coordenadoria Regional de Educação de Coari/AM enfrenta ao implementar políticas educacionais curriculares para o Ensino Médio em sua regional. A pesquisa de campo realizada foi de cunho qualitativo por meio de um estudo de caso. Utilizamos como metodologia a análise de documentos orientadores do PROEMI e do PROETI e como instrumentos de coletas de dados a entrevista semiestruturada. Sete servidores da Seduc/AM que trabalham diretamente com a implementação de políticas educacionais para o ensino médio foram entrevistados, onde buscamos conhecer suas percepções acerca da implementação de tais políticas no estado do Amazonas. Os estudos acerca do contexto do ensino médio no Brasil foram baseados em Krawczyk (2011), Sacristán (1998), Isleb (2016), Oliveira e Destro (2005), entre outros. Em relação ao ciclo de políticas, nossa análise teve como base os estudos de Dye (1984) apud SOUZA (2002), Peters (1996) apud SOUZA (2002), Velasques (2001) apud MARTINS (2014), Mainardes (2006), Condé (2012) e Melo (2013). Como principais resultados da pesquisa de campo, temos o descompasso entre a Seduc/AM e a Coordenadoria Regional de Educação de Coari/AM na implementação de políticas educacionais para o ensino médio. Isso nos levou à elaboração de um Plano de Ação Educacional (PAE), com ações que deverão ser incorporadas pela Seduc/AM para o bom andamento de uma política educacional para o ensino médio no estado do Amazonas, pois quando não há o envolvimento e entendimento acerca da política, a proposta trazida pela política não consegue promover as mudanças esperadas.
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PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROPOSTA PARA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Federal de Juiz de Fora, tendo como objetivo principal analisá-la, identificando os seus instrumentos de monitoramento e de avaliação. Este trabalho foi organizado em três capítulos, sendo que no Capítulo I foi apresentada a trajetória das políticas de assistência ao estudante no Brasil, perpassando pela Assistência Estudantil nas Universidades Federais e, consequentemente, realizou-se uma discussão sobre o Programa Nacional de Assistência Estudantil – PNAES. Posteriormente, foi descrita a Política de Assistência Estudantil desenvolvida na UFJF, a partir, principalmente, das Resoluções e Portarias da instituição, sendo possível, neste primeiro momento, detectar a ausência de fixação de mecanismos de acompanhamento e avaliação da Política nos normativos internos analisados. No Capítulo II apresentou-se o Referencial Teórico visando embasar a análise da Política, para tanto foram abordados os seguin tes temas: “Assistência Estudantil no Brasil: do assistencialismo ao direito”, sob a perspectiva de Sposati e colaboradores (2014), Carvalho (2008) e Vasconcelos (2010); “Ciclo de Políticas”, dos autores Condé (2013) e Stephen Ball e Richard Bowe (1992, 19 94); e “Avaliação e Monitoramento de Políticas Públicas”, sob a concepção dos autores Costa e Castanhar (2003), Cavalcanti (2015), Faria (2009) e Nogueira (2002). Após a exposição do Referencial Teórico, traçou-se o percurso metodológico da pesquisa, apresentando o instrumento de coleta de dados utilizado (entrevista). Em seguida, foi realizada a análise do Programa de Apoio Estudantil, fundamentada pelas entrevistas concedidas por diversos atores relacionados com a Política desenvolvida na UFJF, permitindo reafirmar a ausência de previsão em normativos internos de instrumentos de acompanhamento e avaliação. Diante desta constatação, no Capítulo III foram propostas ações que poderão ser utilizadas pela Pró-Reitoria de Apoio Estudantil e Educação Inclusiva para efetuar o monitoramento e avaliação do Programa desenvolvido na UFJF, visando à melhoria da execução do mesmo.
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DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

DESAFIOS DA COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL NA IMPLEMENTAÇÃO DA REFORMA CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NA JURISDIÇÃO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PASSOS

É bem fácil ver os contornos gerais que o Ensino Médio assumiu no Brasil ao se procurar observar as referências internacionais que o modelou; ele encontra suas principais influências na vertente acadêmica do baccalauréat francês e do abitur alemão. Entretanto, o Ensino Médio brasileiro está muito aquém de conseguir os êxitos educacionais dos sistemas europeus, isto muito se justifica na estagnação das metodologias e propostas pedagógicas centradas na preparação dos alunos para os exames vestibulares. Boa parte das escolas públicas brasileiras é tão anacrônica que ainda trabalham com o paradigma anterior, o do vestibular, e nem se aperceberam que a principal porta de entrada para o ensino universitário, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), não se fundamenta no conhecimento enciclopédico, mas sim numa averiguação de competências e habilidades dos alunos.
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A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A OMC e os efeitos destrutivos da indústria da cana no Brasil E

A indústria da cana sempre teve grande importância na economia e no processo histórico brasileiros. A atividade adquiriu dimensão ainda maior no Brasil com a cri- se internacional nos anos 70, que causou forte alta no mercado petroleiro e impulsio- nou o setor canavieiro, a partir da criação do Proálcool. De 1972 a 1995, o governo brasileiro incentivou o aumento da área de plantação de cana e a estruturação do com- plex o sucro- alcooleiro, com grandes sub- sídios e diferentes formas de incentivo. O Instituto do Açúcar e do Álcool, por ex em- plo, foi responsável durante quase 60 anos por toda a comercialização e a ex portação do produto, subsidiando empreendimen- tos, incentivando a centralização industri- al e fundiária sob o argumento da “mo-
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Avaliação das  biotecnológicas de lectinas vegetais no diagnóstico e prevenção de cárie dentária

Avaliação das biotecnológicas de lectinas vegetais no diagnóstico e prevenção de cárie dentária

Reconhecendo que a lectina isolada de algas marinhas vermelhas Hypnea musciformis (HML) reconhece glicoconjugados na saliva a partir de ensaio de marcação de Película Adquirida de Esmalte (PAE) com lectinas associadas com FITC, mas que isso não é suficiente para a diferenciação entre os grupos de alto e baixo risco à cárie, optou-se por investigar a atividade desta proteína na Concentração Mínima Inibitória (MIC) de diferentes de cepas bacterianas da espécie Streptococcus mutans, através da metodologia “in vitro” de microdiluição em placas de poliestireno. Aqui, o padrão de investigação não seria mais diferenciado por risco à cárie e, sim, por atividade frente às diferentes cepas bacterianas.
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Extratos bioativos de algas marinhas na costa do Ceará: determinacao de atividade contra o vírus da dengue e bactérias patogênicas resistentes a múltiplos

Extratos bioativos de algas marinhas na costa do Ceará: determinacao de atividade contra o vírus da dengue e bactérias patogênicas resistentes a múltiplos

Foi determinada a caracterização química dos extratos das algas Lobophora variegata (metanol), Caulerpa prolifera (hexano), Padina gymnospora (acetona), Hypnea musciformis (acetona) e Ulva fasciata (metanol) que inibiram o maior número de bactérias. Através da técnica de cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massa (GC/MS), foram obtidos os cromatogramas apresentados nas Figuras 25, 26, 25, 27, 28 e 29. A identificação dos componentes foi realizada por comparação dos espectros de massas obtidos com os registros do banco de dados do National Institute of Standards and Technology (NIST). Os maiores picos obtidos dos compostos, em relação à área, estão especificados nas tabelas 7, 8, 9, 10 e 11.
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As consequências do processo de desterritorialização da pesca artesanal na Baía de Sepetiba (RJ, Brasil): um olhar sobre as questões de saúde do trabalhador e o ambiente.

As consequências do processo de desterritorialização da pesca artesanal na Baía de Sepetiba (RJ, Brasil): um olhar sobre as questões de saúde do trabalhador e o ambiente.

Resumo O trabalho analisa as consequências da desterritorialização na Baía de Sepetiba sobre o processo de trabalho e saúde dos pescadores ar- tesanais daquele território. Por meio do conceito de determinantes sociais em saúde, aproxima os novos vetores de crescimento da região com as condições de vida e saúde destes trabalhadores. Através de entrevistas semiabertas e grupos focais explicitou-se esta relação. Os resultados sugerem uma forte associação entre os empreendimentos portuários e as instalações do programa nuclear da Marinha do Brasil com a pesca extrativa tra- dicional, contribuindo para o aumento do tempo de navegação e dos riscos ocupacionais inerentes à pesca artesanal. Além dos impactos econômicos e ambientais na produtividade e qualidade do pes- cado, consequência direta das obras de dragagem e dos novos fluxos de navegação e fundeio estabe- lecidos e impostos pelo estado.
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Propriedades antioxidante, anti-hemostástica e antiproliferativa de galactanas sulfatadas da alga vermelha hypnea musciformis (wulfen) j. V. Lamouroux

Propriedades antioxidante, anti-hemostástica e antiproliferativa de galactanas sulfatadas da alga vermelha hypnea musciformis (wulfen) j. V. Lamouroux

extracellular matrix of these organisms there are sulfated polysaccharides that functions as structural components and provides protection against dehydration. The fraction 1.0 (F1.0) rich in sulfated galactans obtained from red seaweed Hypnea musciformis was physicochemical characterized and evaluated for pharmacologic activity through antioxidant activity, cytotoxic action on erythrocytes, anticoagulant, stimulatory action under antithrombotic heparan sulfate synthesis and their effects on cell proliferation and cycle cell progression. The main components of F1.0 were carbohydrates (49.70 ± 0.10%) and sulfate (44.59 ± 0.015%), presenting phenolic compounds (4.79 ± 0.016%) and low protein contamination (0.92 ± 0.001%). Fraction 1.0 showed polidisperse profile and signs in infrared analysis in 1262, 1074 and 930, 900 and 850 attributed to sulfate esters S=O bond, presence of a 3,6- anidrogalactose C-O bond, non-sulfated -D-galactose and a C-O-SO 4 bond in
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Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Subtribo Myrciinae O. Berg (Myrtaceae) na Restinga da Marambaia, RJ, Brasil.

Material examinado: BRASIL. Espírito Santo: Santa Tereza, Estação Biológica de Santa Lúcia, 24/XI/1988, fl., Fernandes 2648 (RB). Rio de Janeiro: Mangaratiba, Restinga da Marambaia, próximo à lagoa Vermelha, 17/II/2004, vg., Souza 314 (RBR). Niterói, Pico do Alto Moirão, 14/I/1982, fr., Andreata 388 (RB). Paraty, Ilha da Cotia, 22/XI/1989, fl., Marques 187 (RB). Petrópolis, Carangola, X/1943, fl., Góes e Constantino 604 (RB); Ibid., 28/I/1968, fl., Sucre 2251 (RB). Rio de Janeiro, Morro do Leme, XI/1966, fl., Sucre 1202 (RB); 27/X/1941, fl., Kuhlmann s.n. (RB); Copacabana, APA Chacrinha, 8/XII/2003, fl., Cardoso 41 (RB); Mesa do Imperador, 10/XI/1947, fl., Duarte 992 (RB); Corcovado, 24/XI/1971, fl., Sucre 7968 (RB); Pico da Tijuca, 3/II/1971, fr., Sucre 7381 (RB); Morro do Pão de Açúcar, 17/X/1978, fl., Lima 717 (RB); Pedra da Gávea, 7/II/1971, fl., Sucre 7417 (RB). Teresópolis, PARNA Serra dos Órgãos, 6/IX/1998, fl., Pardo 55 (RB).
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PARA O DIÁLOGO COM O GOVERNO ESTADUAL

PARA O DIÁLOGO COM O GOVERNO ESTADUAL

O FPDSF – Fórum Permanente de Defesa do São Francisco, suscitou conflito de uso das águas da Bacia São Francisco frente ao CBHSF – Comitê da Bacia Hidrográfica do São Francisco. O CBHSF é, de acordo com o artigo 38, II, da Lei 9.433/97, a instância competente para arbitrar tal conflito, sendo o CNRH instância recursal. Tal procedimento, em respeito ao princípio da gestão descentralizada e participativa, que rege a Política Nacional de Recursos Hídricos do Brasil, obsta a legalidade de qualquer encaminhamento do projeto anterior à decisão final do conflito. Não obstante, o governo colocou o PTSF na pauta do CNRH, atropelando instância indispensáveis à sua aprovação. A concessão de uma liminar em Mandado de Segurança impetrado pelo Ministério Público Federal de Brasília, em articulação com as entidades do Fórum Permanente de Defesa do São Francisco na Bahia e com o Ministério Público da Bahia, acabou por impedir a realização da primeira reunião (30/11/2004). A realização da segunda, todavia, foi inevitável, conforme explicitado anteriormente. Nesta reunião, houve uma ampla participação da população ribeirinha, que se manifestou ante as arbitrariedades do CNRH.
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Flutuações diurnas do carbono orgânico em um canal de maré na Baía de Sepetiba, SE Brasil

Flutuações diurnas do carbono orgânico em um canal de maré na Baía de Sepetiba, SE Brasil

Macrodetritus presented a wide variation with concentration peaks probably related to external forces, such as winds, which enrich the ebb flow with leaf litter. DOC and POC fluxes depended primarily on tidal and net water fluxes, whereas MD fluxes were not. The magnitude of the DOC and POC fluxes varied with the area flooded at high tide, but not the MD fluxes. DOC was the major form of carbon export to Sepetiba Bay. During the four tidal cycles, the forest exported a total of 1,2 kg of organic carbon per ha, mostly as DOC (60%), followed by POC (22%) and MD (18%).
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O USO DA TECNOLOGIA BIM NA INVESTIGAÇÃO DA MODULAÇÃO ESTRUTURAL PARA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL EM ENCOSTAS

O USO DA TECNOLOGIA BIM NA INVESTIGAÇÃO DA MODULAÇÃO ESTRUTURAL PARA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL EM ENCOSTAS

O BIM oferece o potencial de tornar realidade novos benefícios, mas eles não são gratuitos. O desenvolvimento de um modelo 3D, especialmente um que inclua informações que deem suporte a análises e facilitem a fabricação, envolve mais decisões e incorpora mais esforços que o conjunto atual de documentos da construção. Considerando o inevitável custo adicional da implementação de novos sistemas, o treinamento de funcionários e o desenvolvimento de novos procedimentos, é fácil assumir que os benefícios podem parecer não valer a pena. A maioria das empresas que tomaram esses passos, descobriu que os significativos custos iniciais associados ao resultado da transição trazem benefícios de produtividade no nível da documentação do edifício. Até mesmo a transição inicial para a produção consistente de desenhos a partir de um modelo vale a pena.
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