Top PDF Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

22 Tendo em conta a Lei-Quadro, “a educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da ação educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário” (Ministério da Educação, 1997, p. 15). Consegue perceber-se que a educação pré-escolar é importante para as crianças e para a sociedade, pois todo o trabalho que o educador desenvolve é para ajudar a criança em vários aspetos, incluindo a inserção na sociedade; promover o desenvolvimento pessoal e social da criança, visto que é de pequenos que começam a conviver com outras crianças, pessoas e com a comunidade envolvente. É fundamental que a educadora tenha em conta o meio social que envolve o jardim de infância, a sua própria inserção geográfica e certas características dessas localidades, tais como, tipos de população, possibilidades de empregos, sistemas políticos, educativos, etc.
Mostrar mais

54 Ler mais

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : desenvolvimento da linguagem em crianças de idade pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : desenvolvimento da linguagem em crianças de idade pré-escolar

A sala 5 possuía sete áreas de interesse: computador, jogos de mesa, jogos de manta, casinha, garagem, cantinho da leitura e cabeleireiro. A única área que limitava os utilizadores era a biblioteca, uma vez que este espaço requer tranquilidade. Além destes cantinhos, ainda existia o cantinho das regras, onde estão afixadas as regras da sala; é importante referir que quando não eram cumpridas pelas crianças, estas sentavam-se em frente às regras e pensavam no ato que tinham praticado incorretamente. As crianças durante o dia só brincavam num cantinho, escolhido por si. De manhã, a educadora dava a possibilidade de as crianças escolherem o cantinho no qual queriam brincar nos tempos de jogo livre, evitando assim a confusão.
Mostrar mais

42 Ler mais

Brincadeiras no espaço exterior e aprendizagens : percursos de prática de ensino supervisionada e de investigação na educação pré-escolar

Brincadeiras no espaço exterior e aprendizagens : percursos de prática de ensino supervisionada e de investigação na educação pré-escolar

81 com o progresso a que temos vindo a assistir. Há, portanto, uma necessidade de “recuar” e de saborear os pequenos prazeres da vida, tais como passear pela cidade, conviver com os outros, comer comida saudável, beber água pura e respirar ar puro. Um direito bastante relevante que é apontado é o direito à rua, sendo este espaço pensado para as pessoas se encontrarem e conviverem, contudo, encontra-se ocupado por carros e lugares de estacionamento, deixando de pertencer às pessoas que circulam e procuram um espaço de encontro. É-nos referido o direito à Natureza em estado selvagem, sendo apontada a importância de se construir uma cabana na floresta, jogar às escondidas, subir às árvores, ao invés de conduzir a criança apenas a parques infantis e outros espaços estritamente organizados e estruturados. Temos o direito ao silêncio, sendo apresentada a importância de ouvir o vento, os pássaros, a água… sem os constantes estímulos auditivos, como, por exemplo, a música. Por último, é-nos mencionado o direito aos matizes, sendo apontada a luz elétrica como possibilitadora de vivermos de noite como se fosse dia, impedindo-nos de observar e notar o pôr e nascer do sol. Um simples ato como ver as estrelas ou a lua tem caído em desuso, sendo um risco para a compreensão de pequenos fenómenos diários. O autor termina com uma frase significativa e dá, ainda, sentido a todo este processo: “Tentemos ver em conjunto o Mundo com olhos de crianças!”. A cozinha de lamas é deste modo um contexto favorável para as crianças vivenciarem estes direitos, pois muitos destes mencionados acima, foram possíveis de ser sentidos por elas.
Mostrar mais

115 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: as artes na infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: as artes na infância

Durante a minha PES, de modo a compreender se o ambiente educativo da sala de Jardim-de-Infância, cujo grupo de crianças possuía idades diferenciadas, entre os 3 e os 6 anos, respondia às necessidades educativas de todas elas, foi realizada uma investigação qualitativa, recorrendo-se à observação direta de quatro crianças, duas delas com 3 anos, uma com 4 anos e uma com 5 anos, de modo a analisar o seu envolvimento nas atividades que o ambiente educativo proporcionava, tendo em conta que “O envolvimento não ocorre quando as actividades são demasiado fáceis ou demasiado difíceis. Para haver envolvimento a criança tem de funcionar no limite das suas capacidades, ou seja, na zona de desenvolvimento próximo (Vygostsky, 1978). Há dados que sugerem que uma criança envolvida está a viver uma experiência de aprendizagem profunda, motivada, intensa e duradoura (Czikszentmihayli, 1979; Laevers 1994)” (Bertram & Pascal, 2009: 128)
Mostrar mais

148 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a criança na cidade

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a criança na cidade

Por fim a quarta fase, avaliação dos resultados, realizou-se principalmente numa fase posterior às intervenções, mas também durante as mesmas de forma a ir regulando o projeto ao longo dos tempos. Nesta fase tentei compreender a forma mais utilizada para a exploração dos espaços pelas crianças da creche, tal como os locais que estas crianças conhecem da cidade, no que diz respeito aos dados gerados em pré- escolar, tentei perceber o ponto de vista das crianças sobre a sua cidade e quais as potencialidades que esta poderia oferecer às suas aprendizagens e desenvolvimentos. Qualquer investigação, suporta-se igualmente numa revisão bibliográfica que atravessa todas as fases da investigação e que lhe confere consistência.
Mostrar mais

114 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: como se caracteriza o contacto das crianças com os livros em contexto pré-escolar?

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: como se caracteriza o contacto das crianças com os livros em contexto pré-escolar?

Este projeto passou pelas diversas fases que o sustentam e cuja denominação está acima referida por autores. Ao longo dessas fases foram sendo elaborados tanto por mim como pelas crianças registos escritos e fotográficos relativos às descobertas e às questões que iam surgindo. Estes registos foram sendo compilados em cartolinas, o que permitiu um fácil acesso à informação recolhida ao longo do desenvolvimento do projeto, dando azo a variadas consultas. Para além disso, estes registos permitiram regular o processo e avaliar as próprias crianças ao longo do mesmo, uma vez que sempre que íamos fazer um novo registo pensávamos primeiro em conjunto “o que é que aprendemos/descobrimos com isto?”. Estes registos em cartolina foram ainda úteis para no final do projeto ser feito um balanço com as crianças de todo o trabalho desenvolvido, possibilitando rever e avaliar todo o processo. Com eles, as crianças puderam identificar o que fizeram, tomando consciência da sua participação no projeto. Puderam também, relembrar como tudo começou e o que a partir daí foi feito para que o projeto progredisse, sem esquecer as aprendizagens que fizeram.
Mostrar mais

137 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: usar a matemática para as crianças se conhecerem melhor

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: usar a matemática para as crianças se conhecerem melhor

No desenvolver do meu trabalho tive de lidar com algumas limitações, devidas essencialmente a aspetos logísticos como a gestão do tempo e do espaço, que condicionaram a quantidade de tarefas que fiz e também o registo que pude fazer. No contexto de Creche só consegui realizar uma tarefa devido às inúmeras alterações da data da visita à Quinta do Pomarinho, pois esta seria a primeira tarefa a ser realizada, uma vez que as crianças estavam numa fase em que o seu maior foco eram os animais e tudo o que o envolvesse esse tema. Já no contexto de Jardim de Infância, houve tarefas que foram realizadas na mesma semana e até no mesmo dia, isto porque os dias que tinha planeado para as realizar foram preenchidos com preparativos e realização da festa de Natal.
Mostrar mais

88 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: o papel da familia na aprendizagem das crianças

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: o papel da familia na aprendizagem das crianças

Mas afinal, o que se entende por trabalho de projeto? De acordo com Lillian Katz (1994) 9 “um projeto é uma investigação em profundidade sobre uma situação problemática que seja considerada pertinente, quer para a intencionalidade educativa do educador, quer para a vivência/experiência das crianças”. E foi isto que aconteceu. Foi através de vários comentários de algumas crianças do grupo que surgiu a ideia de fazer uma abordagem pedagógica ao tema das galinhas. Quando falamos em galinhas falamos apenas em ovos? Que mais nos podem estas dar? O que mais podemos saber acerca das suas vidas? Decidimos então aprofundar este assunto, não só porque era do interesse do grupo, mas também porque pensámos ser um tema através do qual se podem trabalhar imensas coisas relacionadas com a natureza e o meio rural, meio onde várias crianças do grupo moram. Desta forma, sugerimos às crianças partir à descoberta da vida destes animais. Também Leite, Malpique e S. (1989:140), citados por Vasconcelos et al. (2012) 10 , se referem ao trabalho de projeto como sendo “uma metodologia assumida em grupo que pressupõe uma grande implicação de todos os participantes, envolvendo trabalho de pesquisa no terreno, tempos de planificação e intervenção com a finalidade de responder aos problemas encontrados”. Tendo em conta a definição de projeto defendida por estes autores, e respondendo a uma das minhas questões (Crianças pequenas estão aptas para desenvolverem um projeto?) posso então afirmar que sim, é possível realizar um projeto com crianças pequenas, pois este foi um trabalho no qual houve uma participação de todo o grupo, foi necessário planearmos e pesquisarmos para responder às questões que surgiram. Para além disso, posso também afirmar que é possível trabalhar sob esta metodologia suportando-me no que refere Vasconcelos et al. (2012), quando afirma que “esta metodologia pode ser utilizada em qualquer nível educativo (…) [sendo mesmo] possível introduzir uma orientação para o trabalho de projecto na acção pedagógica com crianças dos 0 aos 3 anos”. (p.8)
Mostrar mais

173 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico - trabalho cooperativo e apredizagens

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico - trabalho cooperativo e apredizagens

O corredor comum (figura 3) que une todas as salas, tanto de pré-escolar como do 1º ciclo, é outro ponto de luz natural, pois de um dos lados todo ele está equipado por janelas que dão para o pátio exterior. É muito bom haver esta luz natural para a instituição, porque se poupa energia elétrica e porque torna os espaços mais aprazíveis, não só para as crianças, mas também para quem lá trabalha. Além disso, este espaço pode ainda comportar uma dimensão social, no sentido de que é neste local que as crianças se encontram antes de irem para o refeitório, interagindo com colegas de outras turmas, no caso do 1º ciclo, de forma mais espontânea. Contudo penso que este corredor, tal como se verifica com o pré-escolar, poderia servir também para expor os trabalhos realizados pelas criança, o que não acontece na valência de 1º ciclo. É importante expor os trabalhos das crianças e criar algo esteticamente apelativo, ou seja, algo com cor, com movimento (mobis), com dinâmica para que estes locais comuns se tornem coloridos e representativos do que se desenvolve com as crianças ao longo do ano e também era uma forma dos pais terem presentes os trabalho feitos pelos seus educandos, havendo uma partilha entre pais e filhos.
Mostrar mais

137 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: avaliar para aprender

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: avaliar para aprender

Folque (2012, citando o MEM, 2006) esclarece que “nas salas do […] MEM há diferentes tipos de projecto: resolução de problemas identificados na comunidade (intervenção); estudo de determinado tema ou resposta a uma pergunta (investigação); realização concreta de um desejo (produção)” (p. 60). Inicialmente, como já foi atrás referido, o projeto dos bebés caraterizava-se por ser de investigação, pois o objetivo das crianças era responder às questões colocadas em grande grupo, aprender mais sobre este tema e perceber o porquê de a mãe do F.L. (3:8) ter dois bebés na barriga, em vez de só um, como é “normal”. Todavia, com o desenrolar do projeto, o crescente conhecimento das crianças sobre os bebés e o facto de ser este o tema de conversa mais corrente e as brincadeiras das crianças, na área do faz de conta, passaram a girar muito em torno de: bebés, médicos, cesarianas, ecografias, mães grávidas, gémeos e outros, e com o interesse verbalmente manifestado pelo A.R. (4a) em trazer mais coisas para brincar aos bebés e aos médicos na área do faz de conta, foi decidido, em grande grupo, que a área da “casinha” sofreria uma transformação e se tornaria num consultório médico/maternidade. Significa então que este foi também um projeto de produção.
Mostrar mais

160 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: educação e desenvolvimento sustentável na infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: educação e desenvolvimento sustentável na infância

48 representantes da Comunidade Escolar e Local que são eleitos por cada entidade e vão variando de ano para ano. Tem como objetivos: “Assegurar que os outros seis elementos são adotados planeando a sua implementação”, “assegurar a participação ativa dos alunos no processo de decisão do programa”, “assegurar que as opiniões de toda a comunidade escolar são tidas em consideração e, sempre que possível, postas em prática”, “estabelecer a ligação com a estrutura de gestão da escola e com a comunidade local”, e “assegurar a continuidade do Programa”; o segundo refere-se à auditoria ambiental, ou seja, esta pretende constituir uma ferramenta de diagnóstico mas também de avaliação. Todas as escolas inseridas neste projeto têm um guia de auditoria que as orienta nas tarefas necessárias; o terceiro refere-se ao plano de ação elaborado todos os anos com base na auditoria ambiental e que tem de ser aprovado pelo conselho Eco Escolas; o quarto é a monitorização e avaliação e diz respeito às reuniões entre os elementos envolvidos que por sua vez devem discutir como está a correr o plano, o que deve ser melhorado, etc; o quinto menciona o trabalho curricular que deve ser estabelecido tendo em conta os assuntos ambientais que são estudados na sala de aula; informação e envolvimento da escola e da comunidade local, ou seja, tentar envolver todo o meio envolvente no programa; e eco-código, que são uma serie de objetivos traduzidos em ações que devem ser praticados e seguidos nas escolas . (Gomes; 2009; pp.91-94) Assim sendo, pelo que vivi enquanto estive no CAIE, esta instituição está a percorrer um bom caminho no sentido de formar crianças, cidadãos que fazem parte da nossa sociedade e que dela também são responsáveis, capazes de ter comportamentos que a preservem, assegurando um futuro mais sustentável.
Mostrar mais

134 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico:

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico:

Neste sentido, o Domínio da Matemática é visto como uma área que explorada nos primeiros anos vai influenciar positivamente as aprendizagens posteriores. Deste modo, o educador deve proporcionar experiências desafiantes e que façam refletir as crianças, para que construam noções matemáticas e as problematizem. Para que isto ocorra é necessário ter em conta aspetos ligados a atitudes e disposições de aprendizagem, como processos gerias e transversais à Matemática (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016). Relativamente à Geometria, esta é vista como o pensamento espacial, sendo que se apoia na vivência no espaço e no tempo, baseando-se em atividades espontâneas e lúdicas. Ainda integra a análise e operações com formas, sendo a presente investigação mais focalizada nestes aspetos. Mas a orientação espacial está presente no conhecimento do local e de como se movimenta no meio, dando valor à compreensão das relações entre diferentes posições no espaço.
Mostrar mais

171 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: desenvolver a orientação espacial

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: desenvolver a orientação espacial

É de salientar a importância da investigação-ação, onde o educador toma o papel de investigador, sendo essencial analisar, compreender e refletir sobre as várias situações vividas nos contextos, com o intuito de melhorar a sua prática de forma a proporcionar às crianças um vasto número de experiências enriquecedoras e promotoras de aprendizagens. Neste sentido ao longo da investigação refleti e questionei-me acercas das minhas práticas, com o intuito de entender se seriam as mais adequadas para promover um bom desenvolvimento das crianças. Para tal foi necessário investigar a minha prática através de pesquisas de referenciais teóricos e testando as teorias defendidas pelos autores e investigadores. Assim a falta de bases teóricas tornou-se numa grande dificuldade ao longo da minha investigação, tendo requerido muita pesquisa e muito trabalho para construir uma base teórica consolidada de forma a dar sentido à investigação.
Mostrar mais

125 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a literatura infantil na infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a literatura infantil na infância

Durante o meu percurso recorri também ao registo fotográfico para registar alguns momentos que considerei importantes de modo a complementar os meus descritivos e refletir sobre eles. Nem sempre me foi possível recorrer a este instrumento principalmente por questões éticas institucionais por isso alguns momentos não puderam ser registados, no entanto, sempre que possível recorri ao registo fotográfico pois o mesmo permite-nos demonstrar e registar o que acontece no dia-a-dia das crianças. (Máximo-Esteves, 2008) Foi também através dos registos fotográficos que realizava durante a semana que, semanalmente, realizava a minha reflexão, pois as fotografias também me permitiam refletir sobre o que deveria melhorar na minha prática profissional. Também recorri ao registo fotográfico para captar as reações das crianças perante os momentos propostos pois as reações das mesmas eram um indicador relativamente à minha postura enquanto educadora, ou seja, ao observar os registos fotográficos e verificar que as crianças estavam envolvidas num momento isso era um indicador de que aquele momento estava a ser significativo para as mesmas. Um outro instrumento que foi muito importante para a investigação foi a entrevista semiestruturada que realizei com as duas educadoras, pois as entrevistas permitiram-me entender o ponto de vista de cada uma delas em relação à literatura infantil e complementar o que foi observado por mim durante o meu percurso. (Máximo-Esteves, 2008)
Mostrar mais

109 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: promoção de sustentabilidade em educação de infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: promoção de sustentabilidade em educação de infância

No dia da apresentação as crianças mostraram alguma ansiedade inicial no acolhimento, que rapidamente passou. As crianças deram a conhecer o seu trabalho aquilo que fizeram, e o que aprenderam. Informaram que o papel vinha das árvores mais propriamente do eucalipto; que os troncos eram cortados, descascados e colocadas em camiões que as levava para fábricas; disseram que depois as árvores eram picadas e esmagadas e que assim surgia a celulose, uma pasta; informaram também que havia vários tipos de papel mencionando o nome dos papéis colocados na folha do livro do projeto; e conseguiram também explicar qual a diferença em fazer papel reciclado ou sem ser reciclado, falando sobre os produtos químicos colocados na celulose para o papel ficar branco (uma das coisas que tanto queríamos saber) por sua vez se fosse reciclado não se colocavam químicos e não se cortavam árvores, explicaram a importância das árvores como habitat; também disseram que as árvores “tinham” oxigénio e a sua importância para a vida. No final das apresentação foram colocadas algumas questões às crianças relacionadas o projeto, tendo sido respondidas pelas mais velhas de forma correta, mostrando assim o que tinham aprendido.
Mostrar mais

156 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a importância do brincar na educação de infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a importância do brincar na educação de infância

acompanhando o trabalho participando nele ativamente; Acompanha as crianças em transportes, refeições, recreios, passeios, visitas... E ainda é responsável pelas horas de apoio á família, sendo estas, o acolhimento e a respetiva saída, sempre com a supervisão da educadora responsável da sala.” (PCT, Filipe, I., 2014, p.46) Foi com o meu estágio nesta sala que percebi o quão importante são as auxiliares no processo educativo. Inicialmente, e agora posso dizê-lo com toda a certeza, tinha uma postura incorreta perante as auxiliares, descurando da importância que estas têm, mas depois de perceber a relação que estas mantinham com as crianças/adultos e o apoio que estas davam às necessidades existentes, consegui perceber que estava completamente errada no que dizia respeito às mesmas. Só penso que estas podiam ser mais envolvidas na ação educativa, pois penso que estas, como parte integrante da sala, deviam participar nas planificações, pois também elas se apropriam das necessidades e interesses das crianças, e por vezes até se podem aperceber de alguma que nós que tenhamos conseguido observar, até porque aos horários a que estas dão apoio, alguns deles nós (educadoras), não estamos presentes, e nestes momentos mais “livres” podem ser detetadas dificuldades/necessidades ou interesses das crianças.
Mostrar mais

187 Ler mais

Em busca das vozes das crianças: uma experiência de investigação durante a prática profissional supervisionada no Mestrado em Educação Pré-escolar

Em busca das vozes das crianças: uma experiência de investigação durante a prática profissional supervisionada no Mestrado em Educação Pré-escolar

“vozes”. Para isso, foi construído um espaço de avaliação, reflexão e partilha destinado às famílias à porta da sala, valorizando os seus pareceres e opiniões com o propósito de desenvolver sentimentos de pertença, incentivando uma reflexão acerca de pequenos detalhes a melhorar, mas também um reconhecimento do trabalho desenvolvido com as crianças. Acima de tudo, foi-nos permitido ouvir as crianças através dos seus adultos de referência. Outra das estratégias utilizadas que acabou por provar a relevância da utilização de abordagens que incentivem uma participação efetiva das crianças foi o projeto levado a cabo na sala de JI – Como se fazem fotografias? Este projeto contou “com a suposição de que todas as crianças vêm para a escola com mentes vivas e com a disposição inata para dar o melhor sentido possível à sua experiência, às suas observações e aos seus sentimentos” (Katz, 2006, p. 13). Este foi um percurso construído com e pelas crianças através de uma valorização das suas vozes ao longo de todas as etapas em que as atividades práticas assumiram um papel crucial no desenvolvimento de aprendizagens significativas 7 . Com este projeto, as vozes das
Mostrar mais

11 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: trabalho por projetos na educação de infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: trabalho por projetos na educação de infância

Um dos objetivos da utilização da metodologia por projetos foi precisamente valorizar os interesses das crianças, dar sentido às suas opiniões, sugestões e gostos. Um outro propósito foi precisamente envolver os contextos mais próximos das crianças, neste caso o educativo e o familiar, melhorando a qualidade das interações que neles ocorrem. Por exemplo, os pais perguntavam à equipa pedagógica como estava a decorrer o projeto, se as crianças estavam a gostar e também por vezes, quando as crianças queriam, faziam desenhos ou outro tipo de materiais relacionados com o arco- íris e entregavam aos pais como uma prenda. Os familiares podem participar no projeto, para dar sugestões e/ou inclusive para intervir na execução do mesmo, caso seja necessário e útil. É de salientar que deve-se ter em atenção as condições socioeconómicas, pois por vezes os pais podem não conseguir participar no projeto devido à carga horária do emprego, p.e. Neste sentido, deve-se compreender a situação e encontrar uma solução mediante o contexto, p.e., arranjar um tempo na sala que não coincida com o horário do emprego, ou porque não, pedir aos pais para fazerem uma gravação em casa e trazê-la para o colégio. Por exemplo, quando se propiciou o momento da apresentação do projeto à comunidade educativa e familiar, teve-se em consideração este fator e portanto a apresentação foi realizada por volta das 16h30 (como se pode comprovar na planificação de 27 a 31 de maio de 2013 em apêndice), quando os pais tinham mais disponibilidade em estar no colégio. Desta forma, os diálogos entre o educador e os pais tornam-se importantes pois existe uma partilha da evolução da criança.
Mostrar mais

155 Ler mais

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: o jogo simbólico como potenciador da experiência cultural das crianças

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: o jogo simbólico como potenciador da experiência cultural das crianças

- Aplicação da Escala de Ecers - Esta foi uma das técnicas de recolha de dados que escolhi na minha investigação, mais propriamente na dimensão relativa ao jogo dramático focando-me no espaço e materiais apesar de, considerar que as outras seis sub – escalas (rotinas e cuidados pessoais; linguagem e raciocínio; atividades: Motricidade fina, arte, música/ movimento, blocos, areia/água, jogo dramático (onde me foquei por dizer respeito ao meu relatório de estágio), natureza e ciência, matemática /numero, uso da televisão e vídeo computadores; interação; estrutura do programa e por ultimo pais e pessoal, são também bastantes ricas e importantes para a análise e compreensão do contexto.
Mostrar mais

78 Ler mais

Prática de Ensino Supervisionada Em Educação Pré-Escolar

Prática de Ensino Supervisionada Em Educação Pré-Escolar

A presente investigação assenta numa tentativa de mudança das práticas pedagógicas de uma educadora de infância, que se enquadravam num modo pedagógico transmissivo. Após observação e avaliação do contexto educativo através do Perfil de Implementação do Projecto, revelou-se necessário reestruturar o espaço (tornando-o mais flexível, atractivo e diversificando os materiais) e reformular a rotina diária (favorecendo uma aprendizagem reflectida e partilhada em diferentes tempos de encontro social) e estabelecer interacções positivas e diferenciadoras. Aceitou-se como referencial pedagógico o modelo High-Scope que assume a aprendizagem das crianças pela acção. Assim, valoriza-se a acção da criança e aprende-se a ouvi-la, dando-lhe voz. Deixando-as participar elas tornam-se mais criativas, cooperantes e críticas, sentindo-se mais valorizadas. O trabalho assentou numa metodologia de investigação-acção por ser aquela que melhor respondia aos objectivos propostos. A acção e a investigação convergiram para o mesmo fim, dar voz às crianças e iniciar um processo de mudança nas práticas da educadora. Parece evidenciar-se que este processo, embora ainda numa fase inicial, favorece a participação mais activa das crianças e sustenta a reconstrução da prática pedagógica em direcção a uma pedagogia de participação.
Mostrar mais

96 Ler mais

Show all 10000 documents...