Top PDF Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : desenvolvimento da linguagem em crianças de idade pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : desenvolvimento da linguagem em crianças de idade pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : desenvolvimento da linguagem em crianças de idade pré-escolar

A sala 5 possuía sete áreas de interesse: computador, jogos de mesa, jogos de manta, casinha, garagem, cantinho da leitura e cabeleireiro. A única área que limitava os utilizadores era a biblioteca, uma vez que este espaço requer tranquilidade. Além destes cantinhos, ainda existia o cantinho das regras, onde estão afixadas as regras da sala; é importante referir que quando não eram cumpridas pelas crianças, estas sentavam-se em frente às regras e pensavam no ato que tinham praticado incorretamente. As crianças durante o dia só brincavam num cantinho, escolhido por si. De manhã, a educadora dava a possibilidade de as crianças escolherem o cantinho no qual queriam brincar nos tempos de jogo livre, evitando assim a confusão.
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Relatório da prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: os contextos de desenvolvimento motor em idade pré-escolar

Relatório da prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: os contextos de desenvolvimento motor em idade pré-escolar

Concluindo, numa análise detalhada dos quadros 1 e 2, que retratam as propostas desenvolvidas com o grupo de creche e de jardim de infância, importa referenciar a predominância da interdisciplinaridade em algumas das propostas desenvolvidas. No primeiro semestre, com as crianças do grupo de creche foram também realizadas propostas do domínio de expressão motora – Vamos ajudar o pai Natal e exploração das garrafas de água – que implicaram também o domínio da linguagem oral e abordagem à escrita e o domínio da expressão musical, respetivamente. Neste sentido foi possível promover propostas que intercalaram as diferentes áreas curriculares. Com o grupo de creche, no decorrer do segundo semestre, foram também concretizadas propostas que permitiram a exploração de competências motoras – nomeadamente “segurar objetos com uma mão e manipulá-los com a outra” e “usar o corpo enquanto meio de expressão e comunicação” – em paralelo com outras áreas curriculares, como por exemplo: exploração de instrumentos musicais, realização de registos/grafismos, saída às instalações da G.N.R onde as crianças andaram a cavalo, exploração de farinha e areia, visita do músico Gustavo Nogueira, etc. Com o grupo de jardim de infância foram também desenvolvidas propostas que implicaram as diferentes áreas curriculares como por exemplo, jogo de exploração de novelo; o camaleão; caça ao tesouro; saída à G.A.R.E - utilização de veículos; vamos apanhar mantimentos; exploração de bicicletas.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a criança na cidade

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a criança na cidade

O trabalho desenvolvido tem como objetivo promover a participação das crianças no espaço público e o enriquecimento das suas experiências de aprendizagem, afirmando a sua cidadania, no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada em Creche e em Pré- escolar. O quadro teórico integra o modelo ecológico do desenvolvimento humano, os direitos das crianças, a educação para a sustentabilidade social e cultural e a perspetiva da cidade enquanto espaço de educação. Utilizou-se a metodologia de investigação- ação recorrendo a: observação participante e escuta das crianças; notas de campo e narrativas reflexivas; registos fotográficos; documentação pedagógica e questionários aos familiares das crianças. Realizaram-se diversas saídas na cidade, partindo dos interesses das crianças e de projetos desenvolvidos em sala, promovendo uma educação humanizadora e cidadã. A análise dos dados revela as inúmeras potencialidades na cidade que promovem a aprendizagem e desenvolvimento das crianças e o modo próprio como a criança se relaciona com a cidade
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: trabalho por projetos na educação de infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: trabalho por projetos na educação de infância

Deste modo, pode-se “afirmar que, em termos vygotskianos, a pedagogia eficaz é aquela que desperta as funções que se encontram em fase de maturação, acordando uma variedade de processos de desenvolvimento internos (...)” (Gaspar, 2010, p. 8). Pode-se verificar que existem diferenças notórias entre a teoria de Vygotsky e Piaget, pois Vygotsky defende que são as interações sociais que tornam o desenvolvimento cognitivo pleno enquanto que para Piaget as estruturas cognitivas são a base dos diversos níveis de desenvolvimento. O contexto educativo deve ser considerado um espaço fulcral na promoção do conhecimento e os profissionais de educação encarados como auxiliares da criança na construção do saber. “Assim, Vygotsky considera que a educação desempenha um papel fundamental” (Melo & Veiga, 2013, p. 223), e portanto o processo educativo fomenta-se através das relações interpessoais. A criança aprende, memoriza, concentra-se graças ao auxílio de um indivíduo adulto e/ou de pares. Salienta-se também um facto – relativo às interações sociais, de que as possibilidades que o ambiente faculta são essenciais para que a criança se constitua como indivíduo pleno. Assim, a família apoia a criança desde o nascimento no seu desenvolvimento intelectual, de modo a prepará-la para as interações sociais que com o tempo podem ou não se complexificar. Portanto, tanto os adultos como as crianças podem atribuir diferentes sentidos e significados a termos e os adultos, como indivíduos mais experientes, ao relacionarem-se com as crianças, estimulam-nas não só na aquisição da linguagem, como também na sua expansão, dando assim a possibilidade à criança de adquirir diferentes significados. Deste modo, a vinculação que se estabelece entre adulto/criança promove a internalização, mediada também pela cultura, onde a criança começa a ser capaz de autonomamente resolver problemas que surjam. (Melo & Veiga, 2013).
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Desenvolvimento da linguagem oral em crianças de idade pré-escolar, com e sem necessidades educativas especiais

Desenvolvimento da linguagem oral em crianças de idade pré-escolar, com e sem necessidades educativas especiais

Para o trabalho com as famílias defini como objetivos dialogar com as famílias nos momentos de acolhimento e despedida e participar nas reuniões com estas, sempre que tivesse oportunidade para tal. O diálogo constante com as famílias nos mo- mentos em que estas levam as crianças à escola e as vão buscar permite-nos saber como está a criança quando chega, se, por exemplo, dormiu bem, se aconteceu algo significa- tivo para ela, etc. Da mesma forma, permite-nos transmitir à família como foi o dia da criança, o que aconteceu no JI, o que fizemos, que importância isso tem na vida do gru- po e/ou da criança. Não há uma estratégia que vá produzir uma mudança substancial na participação da família no contexto pedagógico. Contudo, a oferta de várias estratégias de participação pode trazer grandes ganhos e benefícios tanto às famílias como ao edu- cador (Mendez, 2010), e isso começa com a partilha de informações importantes acerca da criança. Foram estas conversas que me permitiram estabelecer uma relação empática com as famílias, conforme referiu a educadora num comentário ao meu trabalho de pro- jeto: “[as famílias] foram sempre abordadas com correção e empatia, direi mesmo, que foram criados bons laços afetivos de interação nas rotinas diárias, em momentos pró- prios, que beneficiaram o crescimento de autoestima das partes com base nos funda- mentos básicos da prática instituída neste Jardim de Infância”.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a linguagem oral e abordagem à escrita no processo de aprendizagem da criança

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a linguagem oral e abordagem à escrita no processo de aprendizagem da criança

O presente relatório foi elaborado no âmbito da unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada, inserida no Mestrado em Educação Pré-Escolar. A prática foi desenvolvida na instituição Centro Social e Paroquial Nossa Senhora de Fátima – Centro Comunitário Pastorinhos de Fátima de Évora, em creche e jardim-de-infância, a qual me permitiu, através de um trabalho de intervenção e cooperação, conhecer de forma mais aprofundada a instituição educativa, as práticas nela desenvolvidas e as crianças de dois grupos com diferentes idades. A escolha do meu tema de investigação recaiu, desde início, sobre a Linguagem Oral e Abordagem à escrita, pois estas são duas das principais aquisições que ocorrem durante a infância das crianças, sendo fundamentais para o seu desenvolvimento global. Assim, decidi aprofundar mais esta temática, baseando-me na análise dos contextos, utilizando instrumentos de avaliação da qualidade dos mesmos no que diz respeito à organização dos ambientes educativos. Ao mesmo tempo foi possível avaliar as competências das crianças dos dois grupos através da utilização de referenciais específicos para creche, a minha ação na minha prática e intervenção direta com as crianças, percebendo de que forma todo este desenvolvimento e aquisição ocorre e se processa, mas também perceber de que forma é que a minha ação poderia contribuir para o desenvolvimento destes dois domínios da linguagem. Através de um processo de investigação-ação foi possível regular com mais consciência a minha intervenção junto das crianças.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: "A centralidade da linguagem oral nas aprendizagens nos primeiros anos"

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: "A centralidade da linguagem oral nas aprendizagens nos primeiros anos"

No que respeita ao desenvolvimento como futura profissional, a transposição de conceitos teóricos para a prática educativa, foi o momento mais significativo. Aprendi a desenvolver a minha prática educativa de acordo com o modelo curricular High/Scope, e para tal tive que conhecer em profundidade este modelo, em especial, os seus princípios e instrumentos de trabalho. Atendendo a eles percebi que as crianças aprendem “através da aprendizagem pela acção- viver experiências directas e imediatas e retirar delas significado através da reflexão – as crianças pequenas constroem o conhecimento que as ajuda a dar sentido ao mundo.” (Hohmann e Weikart, 2011, pág. 5) Aprendi que podemos definir objetivos para atingir com as crianças e que podemos dar-lhes todo o tipo de informação, mas não podemos faze-lo em qualquer altura, é necessário obtermos sinais por parte da criança, é importante perceber quando elas estão disponíveis para receber esses conteúdos. Foi muito gratificante para mim ver e contribuir para a evolução dos dois grupos de estágio, valorizando as suas ideias e incentivando-as a questionar, a ter espirito critico, a resolver problemas e a ser curioso. Aprendi também, estratégias de forma ajudar as crianças a consolidar aprendizagens, como por exemplo, os registos descritivos, que ajudavam a criança a pensar sobre o que tinham feito. Aprendi principalmente, a não planificar para as crianças, mas sim a envolve-las no processo de planificação, discutindo todas as propostas em grande grupo. Através da prática diária fui aperfeiçoando a minha gestão com os grupos de crianças no tempo e no espaço, de modo a ir ao encontro das suas necessidades.
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Investigação na prática de ensino supervisionada: a inclusão de crianças com necessidades educativas

Investigação na prática de ensino supervisionada: a inclusão de crianças com necessidades educativas

Os inquiridos ainda tiveram algumas dúvidas em relação à inclusão de crianças com NE em turmas de “ensino regular”, no entanto, existe um maior número de educadores/professores do 1.º CEB a concordarem com a inclusão do que a discordarem. Este tema ainda é muito debatido uma vez que, para o educador/professor, é complicado conseguir chegar a todos os alunos ao mesmo tempo para os conseguir ajudar e apoiar no seu desenvolvimento. No entanto, segundo Rodrigues (2011, p. 46), “a única maneira de se conseguir atender conjuntamente numa única sala de aula alunos diferentes é introduzir nela uma organização de aprendizagem colaborativa, em detrimento de uma organização individualista ou competitiva”. Este autor refere ainda que só podem aprender juntos alunos diferentes numa sala organizada de forma colaborativa, na qual todos colaboram, cooperam e se ajudam, para alcançar o objetivo comum de progredir na aprendizagem, uma dinâmica em que cada aluno estabelece o compromisso de atingir o máximo das suas possibilidades (p. 46). Posto isto, para que seja possível a inclusão de crianças com NE nas turmas de “ensino regular” é necessário um grande trabalho, apoio e organização não só da parte do professor mas também das restantes crianças de forma a melhorarem o trabalho de todas as crianças.
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Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

Prática de ensino supervisionada e trabalho de investigação : consciência fonológica em crianças da educação pré-escolar

Quando a criança começa a dominar a linguagem oral, dá atenção ao significado e não ao som das palavras. Quando ouve a palavra gato pensa no gato como sendo o animal de uma família e não no facto de a palavra gato ser constituída pelos sons [g], [a], [t], [u]. Aos poucos a criança passa a perceber e a reconhecer que as palavras são constituídas por sons que podem ser mudados e manipulados. A consciência destes sons que compõem a linguagem, esta capacidade de diferenciar os diferentes sons nas palavras é a chamada consciência fonológica. É um termo que se refere à consciência de unidades de sons, que podem ser palavras, sílabas, fonemas (Ramos, Nunes & Sim-Sim, 2004, p. 15).
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: como se caracteriza o contacto das crianças com os livros em contexto pré-escolar?

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: como se caracteriza o contacto das crianças com os livros em contexto pré-escolar?

Este projeto passou pelas diversas fases que o sustentam e cuja denominação está acima referida por autores. Ao longo dessas fases foram sendo elaborados tanto por mim como pelas crianças registos escritos e fotográficos relativos às descobertas e às questões que iam surgindo. Estes registos foram sendo compilados em cartolinas, o que permitiu um fácil acesso à informação recolhida ao longo do desenvolvimento do projeto, dando azo a variadas consultas. Para além disso, estes registos permitiram regular o processo e avaliar as próprias crianças ao longo do mesmo, uma vez que sempre que íamos fazer um novo registo pensávamos primeiro em conjunto “o que é que aprendemos/descobrimos com isto?”. Estes registos em cartolina foram ainda úteis para no final do projeto ser feito um balanço com as crianças de todo o trabalho desenvolvido, possibilitando rever e avaliar todo o processo. Com eles, as crianças puderam identificar o que fizeram, tomando consciência da sua participação no projeto. Puderam também, relembrar como tudo começou e o que a partir daí foi feito para que o projeto progredisse, sem esquecer as aprendizagens que fizeram.
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Prática de Ensino Supervisionada Em Educação Pré-Escolar

Prática de Ensino Supervisionada Em Educação Pré-Escolar

A presente investigação assenta numa tentativa de mudança das práticas pedagógicas de uma educadora de infância, que se enquadravam num modo pedagógico transmissivo. Após observação e avaliação do contexto educativo através do Perfil de Implementação do Projecto, revelou-se necessário reestruturar o espaço (tornando-o mais flexível, atractivo e diversificando os materiais) e reformular a rotina diária (favorecendo uma aprendizagem reflectida e partilhada em diferentes tempos de encontro social) e estabelecer interacções positivas e diferenciadoras. Aceitou-se como referencial pedagógico o modelo High-Scope que assume a aprendizagem das crianças pela acção. Assim, valoriza-se a acção da criança e aprende-se a ouvi-la, dando-lhe voz. Deixando-as participar elas tornam-se mais criativas, cooperantes e críticas, sentindo-se mais valorizadas. O trabalho assentou numa metodologia de investigação-acção por ser aquela que melhor respondia aos objectivos propostos. A acção e a investigação convergiram para o mesmo fim, dar voz às crianças e iniciar um processo de mudança nas práticas da educadora. Parece evidenciar-se que este processo, embora ainda numa fase inicial, favorece a participação mais activa das crianças e sustenta a reconstrução da prática pedagógica em direcção a uma pedagogia de participação.
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Em busca das vozes das crianças: uma experiência de investigação durante a prática profissional supervisionada no Mestrado em Educação Pré-escolar

Em busca das vozes das crianças: uma experiência de investigação durante a prática profissional supervisionada no Mestrado em Educação Pré-escolar

“vozes”. Para isso, foi construído um espaço de avaliação, reflexão e partilha destinado às famílias à porta da sala, valorizando os seus pareceres e opiniões com o propósito de desenvolver sentimentos de pertença, incentivando uma reflexão acerca de pequenos detalhes a melhorar, mas também um reconhecimento do trabalho desenvolvido com as crianças. Acima de tudo, foi-nos permitido ouvir as crianças através dos seus adultos de referência. Outra das estratégias utilizadas que acabou por provar a relevância da utilização de abordagens que incentivem uma participação efetiva das crianças foi o projeto levado a cabo na sala de JI – Como se fazem fotografias? Este projeto contou “com a suposição de que todas as crianças vêm para a escola com mentes vivas e com a disposição inata para dar o melhor sentido possível à sua experiência, às suas observações e aos seus sentimentos” (Katz, 2006, p. 13). Este foi um percurso construído com e pelas crianças através de uma valorização das suas vozes ao longo de todas as etapas em que as atividades práticas assumiram um papel crucial no desenvolvimento de aprendizagens significativas 7 . Com este projeto, as vozes das
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Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré- Escolar

Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré- Escolar

O Sindroma de Asperger aparece entre os quatro e os seis anos de idade da criança. Segundo Hewitt (2006). as principais características são: Deficits na linguagem comunicativa; Tendência para interpretações literais; Discurso fluente, muitas vezes com palavras complicadas; Discurso monótono e formal; Má coordenação motora; Falta de brincadeiras imaginativas ou simbólicas adequadas à idade; Monólogos prolongados; Consciência de ser diferente; Tendência para uma baixa auto-estima; Quoficiente intelectual médio ou acima da média; Aparência de excentricidade; Manifestações frequentes de comportamento social estranho ou inapropriado; Tendência para a depressão e em situações extrema para o suicídio. O Sindroma Desintegrador da Infância é outra das perturbações do espectro do autismo e destaca-se pelo desenvolvimento normal das crianças até aos dois ou três anos de idade, seguido de perda ou regressão na comunicação e linguagem ou comportamento. Outra das PEA é o Sindroma de Rett começa a manifestar-se entre os seis e os dezoito meses de idade da criança e de salientar que 98% são do género feminino (Hewit 2006). Como principais características destacamos: A cabeça cresce lentamente aliada a uma perda de funções ou regressão de: Linguagem comunicativa, Social Interactiva e Cognição global; Deixa de brincar; Perda de uso intencional das mãos; Movimentos manuais atípicos como bater palmas, entrelaçar dedos; Torcer mãos, meter mão na boca; Marcha com base alargada; Perda progressiva de comunicação; Baixa estatura (Ibid).
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: usar a matemática para as crianças se conhecerem melhor

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: usar a matemática para as crianças se conhecerem melhor

Como todos os dados são importantes para a investigação e se podia correr o risco de se perder alguns deles, utilizei três suportes para fazer o registo dos dados das observações, sendo eles o diário de bordo, fotografias e vídeos. O diário de bordo, assumiu grande importância e foi nele que me apoiei para ir registando tanto os dados como as minhas apreciações. Segundo Ponte (2002), o diário de bordo é “(...) onde o investigador regista os acontecimentos relevantes que vão surgindo no decurso do trabalho, bem como as ideias e preocupações que lhe vão surgindo no decurso do trabalho” (p. 14). Segundo Esteves (2008), o diário é a forma de representar o lado mais pessoal do trabalho de campo, pois é nele que o professor-investigador regista as emoções e as reações a tudo o que o rodeia. “O diário é, (...) um dos recursos metodológicos mais recomendado, pela sua potencial riqueza descritiva, interpretativa e reflexiva” (Esteves, 2008, p. 89). Para as autoras Cochran-Smith e Lytle (2002), citado por Esteves (2008), os diários são mais que meros registos e notas de campo, são “(...) como portas abertas para o interior da sala de aula, através das quais os leitores podem compreender, através da experienciação indireta, (...)” (p. 90).
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico: a comunicação e a linguagem promotoras de interações e de aprendizagens das crianças

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico: a comunicação e a linguagem promotoras de interações e de aprendizagens das crianças

Na área das Expressões, mais em concreto, no domínio da Expressão Dramática, as crianças faziam muitas brincadeiras de tipo faz-de-conta por iniciativa própria, principalmente no espaço do recreio e na área da casinha. Neste domínio ainda revelavam outras competências como a interação com os outros em atividades de faz-de-conta, espontâneas ou sugeridas; exprimiam corporalmente ações do quotidiano; utilizavam e recriavam o espaço e os objetos, atribuindo-lhes significados múltiplos em atividades livres. No domínio da Expressão Plástica, é de referir que o desenho se constituía como uma das áreas da sala de atividades, algo de que as crianças gostavam bastante. Evidenciavam também muito interesse por pintura, mas essa atividade não era habitual. No entanto, eu procurei criar oportunidades de aprendizagem que fossem de encontro a esse interesse e também às necessidades das crianças. Assim sendo, no dia 20 de abril de 2015 planifiquei a atividade “Vamos fazer o retrato dos nossos amigos”, em que as crianças tinham que representar os colegas, através da pintura. Com a realização destas atividades consegui verificar que o grupo realizava a representação da figura humana, mais concretamente o rosto. Este trabalho foi depois exposto na sala. E outra competência que observei foi o facto do grupo representar vivências através do desenho, pois como expus no enquadramento conceptual as crianças constroem as suas experiências e tentam encontrar um sentido para as mesmas, e o desenho poderá ser uma técnica utilizada para esse fim.
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Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré- Escolar

Prática de Ensino Supervisionada em Educação Pré- Escolar

Neste sentido, assumimos como essencial o papel que todos os intervenientes da ação educativa assumem no desenvolvimento da rotina diária das crianças, para que estas sejam valorizadas e respeitadas na sua individualidade, diferença e potencialidade e que lhe proporcionem a possibilidade de participar em projetos e atividades que respondam aos seus interesses. No que diz respeito às experiências de aprendizagem, procurámos pensar nas diferentes áreas curriculares, nomeadamente o conhecimento do mundo, a área da expressão e comunicação, nos domínios que se referem à linguagem oral e abordagem à escrita, à matemática e às expressões artísticas (plástica, dramática, motora) e a área de formação pessoal e social. Importa referir que nas experiências de ensino aprendizagem que descrevemos não se encontra explícito o domínio da música, mas este domínio não foi esquecido, muito pelo contrário, pois desenvolvemos várias atividades de expressão musical, embora não descritas neste relatório. Com o decorrer das atividades fomos tomando a consciência da importância de integrar os interesses expressos pelas crianças nos diálogos estabelecidos, bem como de envolvê-las na procura de respostas para algumas questões por elas colocadas. As crianças mostraram- se concentradas e entusiasmadas em realizar as atividades para o que contribuiu, em nosso entender, a dimensão lúdica que integraram, sem esquecer os conceitos científicos envolvidos.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: as artes na infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: as artes na infância

Durante a minha PES, de modo a compreender se o ambiente educativo da sala de Jardim-de-Infância, cujo grupo de crianças possuía idades diferenciadas, entre os 3 e os 6 anos, respondia às necessidades educativas de todas elas, foi realizada uma investigação qualitativa, recorrendo-se à observação direta de quatro crianças, duas delas com 3 anos, uma com 4 anos e uma com 5 anos, de modo a analisar o seu envolvimento nas atividades que o ambiente educativo proporcionava, tendo em conta que “O envolvimento não ocorre quando as actividades são demasiado fáceis ou demasiado difíceis. Para haver envolvimento a criança tem de funcionar no limite das suas capacidades, ou seja, na zona de desenvolvimento próximo (Vygostsky, 1978). Há dados que sugerem que uma criança envolvida está a viver uma experiência de aprendizagem profunda, motivada, intensa e duradoura (Czikszentmihayli, 1979; Laevers 1994)” (Bertram & Pascal, 2009: 128)
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a linguagem e a literacia emergente na educação de infância

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar: a linguagem e a literacia emergente na educação de infância

linguagem oral e abordagem à escrita no processo de aprendizagem da criança, onde falarei primeiramente da linguagem oral e seguidamente da linguagem escrita, na qual ambas apoiam o desenvolvimento individual de cada criança, constituindo uma relação eficaz e ajudando as mesmas a desenvolverem um controlo progressivo da oralidade e posteriormente da literacia, criando assim instrumentos de pensamento e aquisição do conhecimento do mundo. O ponto 1.2 deste capítulo refere-se ao desenvolvimento da linguagem oral, onde realizei uma descrição e análise das fases de desenvolvimento, desde o nascimento até ao final do pré-escolar. O ponto 1.2.1 está então inserido no supracitado, na qual pretenderei referir a importância do estímulo à comunicação verbal, sendo o educador a base para este incentivo, de modo a proporcionar nas crianças um desenvolvimento ao nível desta competência. O ponto 1.3 diz respeito à literacia emergente dos 0 aos 6 anos, onde irá ser abordada a sua emergência na educação pré- escolar. A motivação para a leitura e para a escrita será o ponto 1.3.1, onde irei referir a importância desta motivação, dando também a conhecer algumas formas de a fazer surgir, uma vez que se a criança não estiver estimulada para tal, esta nunca se irá interessar e consequentemente o empenho será menor.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico: a participação das crianças no desenvolvimento do currículo

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar e ensino do 1º ciclo do ensino básico: a participação das crianças no desenvolvimento do currículo

participação das crianças na gestão do currículo no contexto de 1º ciclo contribui ou não para aprendizagens com mais significado social e desenvolver processos que permitam o envolvimento das crianças no planeamento e na avaliação. O balanço era realizado com o auxílio de listas de verificação, sendo que estas foram construídas através do programa de cada área curricular e das planificações da professora titular para este período, sendo apresentadas às crianças. Após assinalarem os conteúdos da semana que foram trabalhados com uma cruz em conselho, individualmente, cada aluno era desafiado a colocar, nesses conteúdos trabalhados, se percebeu bem (bolinha verde), se ficou com dúvidas (bolinha amarela) ou se não percebeu nada (bolinha vermelha), colocando posteriormente o que acha que tem de trabalhar mais nas respetivas listas de verificação (por exemplo: tenho de fazer mais textos, ler mais, fazer mais contas com números decimais, etc.). Assim, este processo tinha como objetivo principal envolver as crianças e dar-lhes responsabilidade em localizar os seus avanços e dificuldades, podendo orientar o seu trabalho individual sobre os aspetos assinalados e contribuir para a planificação e gestão dos conteúdos curriculares (tal como numa comunidade aprendizagem), uma vez que eu e a professora começamos a ter isso em conta nas nossas planificações.
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Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar - o ambiente educativo e o desenvolvimento motor da criança

Prática de ensino supervisionada em educação pré-escolar - o ambiente educativo e o desenvolvimento motor da criança

Durante a PES em creche e em JI tive a oportunidade de realizar uma investigação sobre o ambiente educativo e o desenvolvimento motor da criança. A investigação realizada foi uma mais-valia para mim, enquanto futura educadora de infância, pois para além de investigar a minha própria prática tive a oportunidade de melhorá-la e aperfeiçoá-la de forma positiva e estimulante para o grupo, tendo como principal objetivo o bem-estar e o desenvolvimento das crianças em causa. Em certos momentos da minha investigação questionei-me e refleti diversas vezes acerca da minha ação educativa, pois ao repensar sobre as minhas observações e dúvidas que surgiram no decorrer da mesma, foi-me possível refletir, investigar, interpretar a minha ação, tendo a oportunidade de a melhorar, pois tal como refere Elliot (citado por Coutinho et al., 2009, p.360), a investigação-ação tem como enfoque “melhorar a qualidade da acção dentro da mesma”, ou seja, ao analisarmos e refletirmos sobre a nossa ação educativa temos a oportunidade de a melhorar para que esta se torne mais estimulante para o grupo, tendo em conta os seus interesses e necessidade, enquanto lhe são transmitidas novos conhecimentos e aprendizagens.
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