Top PDF Práticas de leitura e escrita: inglês

Práticas de leitura e escrita: inglês

Práticas de leitura e escrita: inglês

Vivemos em um mundo repleto de pet shops, home theaters, playgrounds, coffee breaks, workshops, shopping centers, posts, notebooks, emails, LAN houses, LCD TVs, HD-TVs, check-ins, check-outs, sundaes, frozen yogurts, brownies, cookies, hot dogs, cheese burgers, hi=p-hops, RAPs, funks, dentre uma infinidade de outras palavras inglesas presen- tes em nosso dia a dia nas mais diversas áreas. Isso mostra como o inglês vem se tornando a cada vez mais a língua da globalização, da internacionalização e, em nossas universidades, é imprescindível que os alunos estejam aptos a interagir com o mundo nessa língua, principalmente por meio da leitura ou da escrita, em função da grande quantidade de conhecimentos produzidos em todo o mundo, por autores de diferentes nacionalidades e de diferentes línguas que escrevem em inglês, já que esta se tornou a língua de divulgação da ciência.
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Práticas de leitura e escrita na formação em ciências e tecnologia

Práticas de leitura e escrita na formação em ciências e tecnologia

profissionais das mais diferentes áreas do conhecimento vem ocasionando, em instituições brasileiras e estrangeiras de ensino superior, um movimento de inserção de componentes curriculares cujo foco é a leitura e a escrita na formação acadêmica. Para contribuir com a reflexão em torno desse debate, esta dissertação tem como objeto de estudo a formação linguística situada. O nosso objetivo geral é analisar uma proposta de formação linguística voltada para graduandos do Bacharelado em Ciências e Tecnologia (BCT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Para construir essa análise, estabelecemos quatro objetivos específicos: a) verificar se as dez Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras que oferecem o BCT contam com componentes curriculares de leitura e escrita voltados para essa formação; b) descrever como se apresentam os componentes curriculares de leitura e escrita desses bacharelados; c) examinar diferenças e semelhanças que, no geral, existem entre os componentes curriculares voltados para a leitura e a escrita em cada uma das instituições pesquisadas; d) explicitar que categorias delineiam a formação linguística desenvolvida no BCT da UFRN. A fim de alcançarmos os nossos objetivos, fundamentamo- nos na concepção dialógica da linguagem (BAKHTIN [1952-1953] 2010), nos estudos de letramento (KLEIMAN [1995] 2008; TINOCO, 2008) e na pedagogia crítica (FREIRE, 1980; 2007). Metodologicamente, esta pesquisa qualitativa de vertente etnográfica (ANDRÉ, 1995) ancora-se na Linguística Aplicada (PEREIRA; ROCA, 2009; PASCHOAL; CELANI (Orgs.), 1992). Colaboram nesta pesquisa professores, bolsistas e monitores da área de Práticas de Leitura e Escrita (PLE) e também graduandos do BCT da UFRN que já cursaram PLE-I e/ou PLE-II. Os instrumentos utilizados para a coleta/geração de dados
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Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura.

Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura.

Letramento é, nesta concepção, o contrário de analfabetismo (razão pela qual a palavra alfabetismo tem sido freqüentemente usada em lugar de letramento, e seria mesmo mais vernácula que esta última). Se analfabetismo é, como habitualmente definido nos dicionários, o estado de analfabeto (cf. Michaelis, Moderno dicionário da língua portuguesa), o estado ou condição de analfabeto (cf. Novo Aurélio Século XXI e Dicionário Houaiss da língua portuguesa), o contrário de analfabetismo – alfabetismo ou letramento – é o estado ou condição de quem não é analfabeto. Aliás, na própria formação da palavra letramento está presente a idéia de estado: a palavra traz o sufixo -mento, que forma substantivos de verbos, acrescentando a estes o sentido de “estado resultante de uma ação”, como ocorre, por exemplo, em acolhimento, ferimento, sofrimento, rompimento, lançamento; assim, de um verbo letrar (ainda não dicionarizado, mas necessário para designar a ação educativa de desenvolver o uso de práticas sociais de leitura e de escrita, para além do apenas ensinar a ler e a escrever, do alfabetizar), forma-se a palavra letramento: estado resultante da ação de letrar.
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Open O significado do ensino: implementação de práticas de leitura e escrita na EJA

Open O significado do ensino: implementação de práticas de leitura e escrita na EJA

O presente trabalho é resultado da implementação de um Projeto de Intervenção Pedagógica realizado com alunos do III e IV ciclo da EJA (Educação de Jovens e Adultos), em uma Escola Municipal situada no Seridó Paraibano. Esta pesquisa objetivou propor práticas de leitura e escrita por meio dos gêneros textuais, mais especificamente, a entrevista e a memória literária, a fim de investigar as relações existentes entre as práticas de leitura e escrita dos alunos nessa modalidade. Verificou-se os respectivos desempenhos nas habilidades linguísticas, utilizando os textos orais e expositivos, a partir de atividades de leitura e reflexão em sala de aula. A intenção foi fazer com que os alunos vivenciassem a prática discursiva da produção e leitura de entrevistas e memórias literárias, identificando suas principais características e a suas funcionalidades na sociedade, colocando-os, dessa forma, em situações reais de uso da linguagem oral e escrita. O trabalho com a memória literária teve a intenção de resgatar as lembranças e foi um meio estratégico de vincular o ambiente em que os alunos vivem a um passado mais amplo e alcançar uma percepção viva desse passado, o qual passa a ser não somente conhecido, mas sentido, pessoalmente, por meio da escrita. O procedimento de geração dos dados, que ocorreu entre os meses de março a julho de 2016, envolveu a aplicação de sequências de atividades, que, possibilitou aos alunos vivenciar as práticas do letramento materializado nas produções textuais, além da reflexão das experiências das produções construídas em um diário de bordo. O corpus de análise está constituído com quatro atividades relacionadas ao gênero entrevista, e os comentários pessoais de três diários de bordo, e três memórias literárias, entre os trintas sujeitos que formavam a turma. Trata-se de uma pesquisa
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LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO DE SURDOS: DAS POLÍTICAS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

LEITURA E ESCRITA NA EDUCAÇÃO DE SURDOS: DAS POLÍTICAS ÀS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

Leitura e escrita na educação de surdos: das políticas às práticas pedagógicas é uma obra de 211 páginas, dividida em 8 (oito) capítulos e organizada por Tiago Ribeiro e Aline Gomes da Silva, lançado em 2015, pela Editora Wak. Os textos que compõem a organização reúnem diferentes intelectuais que vêm, ao longo dos últimos anos, dedicando-se à literatura surda. Os artigos chamam atenção para os conceitos de alteridade e a diferença na Educação de Surdos. Como ideia principal, os autores sustentam que a surdez não pode ser encarada como deficiência e sim como existência, singularidade. Reforçam, sobretudo, a argumentação de se pensar a diferença a partir da diferença. Sendo assim, colocam questões que interrogam sobre a dificuldade de aprendizagem dos sujeitos surdos, em relação à leitura e à escrita. Quais as dificuldades que os estudantes surdos apresentam no ato de ler e escrever? Quais as outras possibilidades de se pensar leitura e escrita no cotidiano da escola, no bojo da Educação de Surdos?
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Cultura escrita e práticas de leitura em publicações de Gertrud Gross Hering

Cultura escrita e práticas de leitura em publicações de Gertrud Gross Hering

As discussões presentes nesse artigo pretendem analisar práticas de escrita e leitura em textos produzidos pela escritora Gertrud Gross Hering. Os documentos selecionados serão analisados de acordo com definições teóricas do historiador Roger Chartier, o qual possui destaque na historiografia atual por seus estudos sobre cultura escrita, história do livro, práticas de leituras e representações. Serão analisados os textos Após 75 anos (tradução do original em alemão Nach 75 Jahren) e artigos publicados na Revista Blumenau em Cadernos na década de 1960. Destaca-se desde já, que os objetivos apontados nesse artigo não são de revisão bibliográfica ou biográfica. De forma diferente, procura-se verificar as práticas apontadas em títulos selecionados de Gertrud Gross Hering.
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Desnutrição e práticas pré-escolares de leitura e escrita.

Desnutrição e práticas pré-escolares de leitura e escrita.

da população na sociedade brasileira, deixa-se de considerar a complexidade de questões a serem enfrentadas no seu combate: a instabilidade das condições econômicas da família, ter ou não ter emprego, ter ou não acesso aos serviços de saneamento básico, de saúde, a precariedade das condições de moradia, grande parte delas fruto de ocupações clandestinas, autoconstruídas com os precários recursos em que a cada momento de dificuldades foi preciso escolher entre ali- mentar os filhos e construir o cômodo, o banheiro etc. Além disso, deixa de se considerar o enorme esforço feito por essa população para continuar a viver, mesmo em condições tão adversas, e que precisa ser considerada como forma de produção cultural. As suas práticas culturais, suas formas de ler o mundo, de se relacionar com a cultura e a escrita não podem ser compreendidas fora desse universo marcado pelas contradições sociais, pelos conflitos gerados pela impo- sição das formas instituídas de uma alfabetização baseada em um modelo elitista. Isto é, que exclui das formas de leitura, das práticas de escrita, práticas de leitura que ocorrem coletivamente, entre alfabetizados e não alfabetizados, e que situa o texto nas vivências cotidianas de seus leitores. Trata-se de contradições que se fazem presentes nas instituições educacionais e seus projetos formativos.
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As práticas de leitura e escrita de alunos de um 2º ano do ensino médio.

As práticas de leitura e escrita de alunos de um 2º ano do ensino médio.

Resumo: Este artigo apresenta resultados de pesquisa que teve por objetivo identificar as práticas de leitura e escrita de alunos de um 2° ano do Ensino Médio de uma escola estadual em Piracicaba/SP, bem como de que forma tais práticas se articulam com as vivenciadas nas aulas de língua portuguesa. Para tanto, foram realizadas observações de dez aulas em duas classes do ano em questão e entrevistas semiestruturadas com dez alunos e com a professora das classes observadas. A partir do material empírico foram criadas categorias de análise, que evidenciam as relações dos alunos com a leitura e a escrita. Os resultados apontaram importante envolvimento com práticas de leitura e de escrita por meio de ferramentas tecnológicas. Em relação às práticas escolares, embora considerem importante o que é ensinado, esperam maior dinamismo nas aulas, situações mais contextualizadas de leitura e escrita, bem como espaço para expressarem suas ideias e opiniões. Palavras-chave: Letramento. Práticas Pedagógicas. Ensino Médio.
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Abordagem à Leitura e à Escrita: Práticas Pedagógicas do/a Educador/a

Abordagem à Leitura e à Escrita: Práticas Pedagógicas do/a Educador/a

O/a educador/a assume um papel fundamental no desenvolvimento e na aprendizagem das crianças, desde que estas chegam ao jardim de infância. Este/a profissional tem como função facilitar o desenvolvimento positivo da criança, nas suas vertentes social, emocional e cognitiva. A prática profissional na educação pré-escolar, deve realçar as oportunidades que fomentamos nas crianças e como as desenvolvemos, pois estas são decisivas para vida futura de uma criança. O objetivo desta investigação passou por conhecer melhor as práticas pedagógicas de educadoras, no âmbito do tema principal deste trabalho, a abordagem à escrita e à leitura na educação pré-escolar. Neste estudo, participaram 10 educadoras de infância, todas do sexo feminino, com idades entre os 29 e os 55 anos, com o grau académico de licenciatura. Os resultados da estatística descritiva incidiram no projeto pedagógico de intervenção, na forma como as educadoras respondem às crianças quando estas lhe pedem para escrever, e como leem e escrevem para as mesmas. Apresentam-se também as atividades que as educadoras aplicam com mais frequência na sua prática profissional. Discutem-se estes resultados como base na literatura e nas orientações curriculares para a educação pré-escolar.
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Práticas pedagógicas de leitura e escrita : um estudo investigativo no ciclo da alfabetização

Práticas pedagógicas de leitura e escrita : um estudo investigativo no ciclo da alfabetização

A presente Tese de Doutorado em Educação está inserida na linha de pesquisa Formação, Políticas e Práticas em Educação, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PPGEdu/PUCRS) e apresenta um estudo que buscou investigar as práticas pedagógicas de leitura e escrita desenvolvidas no ciclo da alfabetização, ou seja, nos três primeiros anos do ensino fundamental, em uma escola pública que apresentou resultados favoráveis em uma Avaliação Nacional que avalia o nível de aprendizagem e o fluxo escolar dos estudantes – o IDEB. A pesquisa foi realizada em uma escola da Rede Pública Estadual de ensino que obteve, entre as escolas públicas pertencentes ao município de Porto Alegre, uma avaliação favorável no IDEB divulgado no ano de 2013. A escolha dessa escola para a realização da pesquisa teve como critério a opção pela busca de boas práticas de leitura e escrita desenvolvidas no ciclo da alfabetização. O marco teórico que orientou o estudo esteve baseado, principalmente, em autores como Carvalho (2008), Fernandes (2008), Ferreiro (1993, 2001, 2012), Ferreiro e Teberosky (1999), Freire (2005, 2011), Morais (2012), Mortatti (2000), Russo (2012), Soares (2006, 2008) e Solé (1998). Em termos metodológicos, foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa, do tipo estudo de caso, na perspectiva de Lüdke e André (2013). Os participantes da pesquisa foram três (3) professoras, de três (3) turmas, 1º, 2º e 3º anos do ensino fundamental e as respectivas turmas dessas professoras. Os instrumentos de pesquisa utilizados para a coleta de dados foram a observação participante, desenvolvida ao longo de trinta e oito (38) aulas, distribuídas entre as três turmas investigadas e registradas em diário de aula; entrevistas semiestruturadas aplicadas às três professoras que participaram da pesquisa e análise
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A abordagem da leitura e da escrita na educação pré-escolar. Das conceções às práticas e das práticas às conceções

A abordagem da leitura e da escrita na educação pré-escolar. Das conceções às práticas e das práticas às conceções

resultou uma grelha de análise que se pode verificar em anexo. Foram definidas dez categorias de indicadores: tipologia de documentos, onde se identifica e designa o tipo de documentos organizados nos portefólios reflexivos individuais; organização dos documentos, onde se designa a ordem pela qual foram organizados os documentos e se houve, da parte dos supervisores, alguma indicação na orientação dessa mesma organização; modelo curricular, em que se tenta identificar o modelo curricular subjacente à prática pedagógica dos alunos e se avalia se é possível fazer a identificação apenas a partir da observação dos portefólios; planificações no âmbito da promoção da leitura e da escrita, onde se exemplificam as atividades promovidas nesse âmbito, nomeadamente ao nível da consciência fonológica, do reconhecimento e escrita de palavras e do conhecimento das convenções gráficas; objetivos gerais e objetivos específicos, onde se identificam, respetivamente, os objetivos gerais e os objetivos específicos propostos nas atividades de promoção da leitura e da escrita; estratégias/recursos, onde se identificam e definem as estratégias e os recursos utilizados nas atividades de promoção da leitura e da escrita; reflexões sobre as planificações, em que se descreve a forma como são elaboradas as reflexões acerca das planificações e da forma como decorreu a atividade; auto-avaliação, em que se exemplifica a forma como se elaboram as reflexões sobre a prática pedagógica, quais os documentos utilizados e a frequência com que são utilizados; projeto de futuro, onde se tenta aferir se, após as reflexões, houve a preocupação de elaborar um projeto com a indicação das melhorias que se julgam necessárias para futuras práticas pedagógicas.
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Leitura e escrita de professores: socialização e práticas profissionais

Leitura e escrita de professores: socialização e práticas profissionais

Levando em conta os processos de socialização familiar, escolar e profissional de um grupo de professores, este trabalho propõe examinar as repercussões de um programa de formação continuada nas práticas de ensino de docentes da Educação Básica, em particular, nas práticas de leitura e escrita. O referencial teórico do estudo vale-se de conceitos de Bourdieu, Lahire, Elias e Setton. Por meio do exame de diferentes arranjos das experiências socializadoras dos professores, o trabalho indaga sobre as possibilidades de transformação das práticas docentes, sobretudo, as relacionadas ao ensino da leitura e da escrita pelo fato de serem as que foram priorizadas e enfatizadas pelo referido programa de formação. O trabalho empírico, de cunho etnográfico, adotou como procedimentos metodológicos a observação participante e a entrevista semiestruturada. Oito professores (seis mulheres e dois homens) egressos do PEC-Municípios – programa especial de formação de professores de modelo semipresencial que diplomou alguns milhares de professores em nível superior – foram acompanhados. As análises desenvolvidas indicam que a transformação do habitus docente por meio de dispositivos de formação continuada só se faz possível mediante determinadas condições. Professores submetidos a outras experiências formativas similares, oferecidas pelas secretarias de educação e/ou buscadas pelos docentes em outros contextos, apresentam maior probabilidade de alterar suas práticas pedagógicas. Por outro lado, a força da experiência socializadora secundária pode funcionar como um fator que dificulta fortemente a mudança das práticas, favorecendo a manutenção de uma perspectiva tradicional do ensino. Igualmente, a falta de condições objetivas no contexto profissional acarreta conflitos entre crenças e disposições para agir por parte dos professores
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O uso das tics nas práticas de leitura e escrita na sala de aula

O uso das tics nas práticas de leitura e escrita na sala de aula

Resumo: No presente artigo foi apresentado o tema sobre o uso das TIC’S nas práticas de leitura e escrita em sala de aula e como a inserção da mesma pode melhorar o aprendizado dos educandos, visando mostrar a importância da leitura no meio escolar e o incentivo da leitura nesse espaço para uma boa aprendizagem por meios tecnológicos de informação e comunicação. Dessa forma, foi apresentado como o enxerimentos dessa ferramenta no método pedagógico pode ajudar no desenvolvimento e na criatividade dos educandos, não apensar aprestamando a ferramenta como cargas extracurriculares, mais um meio de aprendizagem inovadora onde os mesmo podem vencer desafio e o professor por si implantar um como modelo pedagógico que os ajudem a se desenvolverem melhor perante as ferramentas disponibilizadas pela tecnologia. Dessa forma, o presente artigo foi descrito se baseando em livros, documentários, revistas e sites de informações confiáveis que possibilitaram o estruturamento dessa pesquisa, visando como o desenvolvimento dos alunos podem se transformar em forma positiva em seu cotidiano ao implantar as tecnologias de informação e comunicação em seu cotidiano.
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Olimpíada de Língua Portuguesa: ressignificação de práticas de leitura e escrita

Olimpíada de Língua Portuguesa: ressignificação de práticas de leitura e escrita

de pessoas externas à comunidade escolar. Os instrumentos utilizados para a geração de dados foram: entrevista semiestruturada, textos dos alunos, gravações em áudio e em vídeo, fotografias, material da OLP (caderno do professor, coletânea de textos e CD-ROM). Os dados gerados nos permitiram estabelecer as seguintes categorias de análise em relação aos textos produzidos: autoria, informatividade, progressão discursiva, estrutura composicional, conteúdo, estilo e aspectos linguísticos. Além disso, ao longo do projeto, os colaboradores produziram textos de diversos gêneros discursivos: entrevista oral e escrita, carta de solicitação, ofício, memórias literárias, exposição oral e relato de experiência. Vivenciaram também uma premiação local e participaram de um concurso nacional. Produziram um vídeo e um livro com histórias e ilustrações de autoria dos alunos. Os resultados alcançados evidenciam que o projeto de letramento desenvolvido possibilitou também macroalterações: práticas de leitura e escrita, antes consideradas objeto de estudo estritamente escolar, foram transformadas em práticas sociais mais amplas, por meio das quais diferentes agentes de letramento puderam, colaborativamente, agir. Em suma, vivenciaram práticas de escrita que ultrapassam a sala de aula e a relação professor-aluno.
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Novos Estudos dos Letramentos: novas práticas de leitura e escrita

Novos Estudos dos Letramentos: novas práticas de leitura e escrita

Resumo: Os Novos Estudos dos Letramentos têm apontado para a heterogeneidade das práticas sociais de leitura, de escrita e o uso da linguagem. Este artigo apresenta uma pesquisa realizada com estudantes do primeiro ano do ensino médio de uma escola pública do Rio Grande do Sul, Brasil. O objetivo geral do trabalho foi despertar nos alunos o interesse em produzir textos usando diversos recursos tecnológicos. A pesquisa foi conduzida em 2011 e fez parte de um projeto anual sobre leitura e escrita com o uso das ferramentas tecnológicas Webquestion, vídeo e blog. Primeiramente, foi aplicado um questionário para diagnosticar a percepção dos alunos em relação à leitura quando aliada às tecnologias. Em seguida, foram realizadas práticas digitais envolvendo diferentes recursos, tais como TV, vídeo, computador com acesso à internet e postagem de textos em um blog. Por im, aplicou-se um segundo questionário para avaliar as práticas realizadas. Como aporte teórico, fez-se o uso dos Novos Estudos do Letramento e pesquisas sobre o uso de ferramentas tecnológicas na educação. Como resultado deste trabalho, constatou-se que poucos alunos associavam o uso do computador como ferramenta de estudos. Também percebeu-se que os estudantes costumavam participar ativamente das redes sociais, contudo apresentavam algumas diiculdades em tarefas relativamente simples, como o envio de e-mails com anexo, por exemplo. Entretanto, o envolvimento dos alunos com as práticas, a originalidade dos textos produzidos e a mudança de percepção dos estudantes em relação às tecnologias indicam ser possível desenvolver práticas de ensino utilizando os diversos recursos tecnológicos.
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Práticas de leitura e de escrita na disidade de sala de aula: Desafios e

Práticas de leitura e de escrita na disidade de sala de aula: Desafios e

A finalidade desta pesquisa foi investigar práticas pedagógicas na concepção, aplicação e avaliação das atividades de leitura e escrita em uma perspectiva de diferenciação do ensino que favoreçam a participação e a aprendizagem dos alunos na diversidade da sala de aula. A fundamentação teórica se respalda na abordagem psicogenética piagetiana e a sócio- histórica vygotskyana. A opção metodológica foi por uma pesquisa quantitativa e qualitativa do tipo colaborativa, contando com a co-participação da professora alfabetizadora de uma sala de primeiro ano de uma escola pública da rede municipal de Fortaleza. Os resultados desta pesquisa foram analisados tendo como referência uma escala que se destina à avaliação do desenvolvimento de práticas de ensino diferenciado na sala de aula, servindo de parâmetro para análise das práticas realizadas pela professora participante desse estudo. Das 90 atividades analisadas, 49 contemplavam a diversidade da sala de aula. Nas atividades desenvolvidas pela professora, 6 categorias importantes emergiram: cooperação, mediação, heterogeneidade, motivação, interação e autonomia. Através de um pré-teste e de um pós-teste comparamos a evolução da aprendizagem da linguagem escrita dos alunos da professora acompanhada com a evolução dos alunos de outra sala de aula da mesma série (primeiro ano), cuja professora não teve acompanhamento. O resultado dessas análises indicou que houve avanços significativos na evolução em leitura e escrita dos alunos da sala da professora acompanhada, houve progresso dos alunos em todos os níveis de evolução da leitura e o maior número de alunos (quatro), que evoluíram foi justamente dos alunos que no pré-teste se encontravam em nível pré-silábico. Enquanto isso, na sala da professora não acompanhada, o processo foi exatamente o inverso, os alunos que no pré- teste estavam no nível pré-silábico foram os que menos progrediram, de cinco alunos, apenas um evoluiu para o nível silábico. Os resultados desta pesquisa indicam que o desenvolvimento de estratégias de diferenciação do ensino favorece a aprendizagem da leitura e da escrita independente da evolução conceitual dos alunos. As habilidades da professora para trabalhar com o ensino diferenciado favorecem práticas pedagógicas no contexto de inclusão.
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: pressupostos teóricos para o embasamento de práticas escolares em leitura e escrita

: pressupostos teóricos para o embasamento de práticas escolares em leitura e escrita

Resumo: Este artigo tem como objetivo principal apresentar os pressupostos teóricos da concepção sociointerativa de língua e suas implicações no ensino de Língua Portuguesa (LP) como língua materna. À luz de Marcuschi (2008), Antunes (2010) e Koch (2011), serão expostas as principais características dessa visão de língua através de comparações com outras concepções e relexões sobre o objetivo maior do uso da língua. Posteriormente, demonstraremos como essa visão inluencia na aprendizagem de LP como língua materna. Para tanto, os processos que permeiam a leitura e a escrita de textos serão apresentados a im de que possamos embasar as práticas de leitura e produção textual no âmbito escolar. Em seguida, apresentaremos uma proposta de atividade embasada no sociointeracionismo e direcionada para o 4º ano do ensino fundamental. Por im, conclui-se que considerar o ensino de LP à luz do sociointeracionismo é outorgar à leitura e escrita objetivos claros e funcionais que irão dar sentido à produção textual dos alunos.
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Práticas de ensino da leitura e da escrita no 1º ano de escolaridade

Práticas de ensino da leitura e da escrita no 1º ano de escolaridade

O Grupo 3 parece um grupo com práticas de ensino que refletem as teorias subjacentes aos métodos globais (whole language) (e.g. Goodman, 1992). Um primeiro olhar parece aproximar os professores do Grupo 3 aos professores do Grupo 1, pois valorizam ambos os aspetos do código e da compreensão. Porém, o primeiro aspeto que os diferencia é a maior frequência de utilização dos livros infantis pelos professores do Grupo 3. Um segundo aspeto prende-se com as atividades de escrita. O Grupo 3 parece pedir com mais frequência aos seus alunos para criarem os seus próprios textos e para ditarem para um colega ou para o professor escrever. As observações permitiram confirmar estes dados, revelando não só que a frase é a unidade privilegiada pelos professores deste grupo, mas que o é tanto na leitura como na escrita. Este grupo de professores parece promover em simultâneo a leitura e a escrita, propondo aos alunos, a leitura e a escrita de histórias.
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PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO PIBID:UMA EXPERIÊNCIA RELEVANTE

PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NO PIBID:UMA EXPERIÊNCIA RELEVANTE

As práticas de leitura e escrita proporcionam a capacidade de interpretação e o senso crítico apurado, além dos registros padrão da Língua. A leitura preserva a memó- ria, logo, com a prática corrente da leitura, adquire-se mais conhecimento de mundo, o que contribui de maneira direta na eficiência do texto escrito, pois se organiza melhor as ideias, deixando-as claras e objetivas. Portanto, é proporcionando ao aluno, à criança ou ao jovem situações que favoreçam o hábito de ler, que se poderá elevar a qualidade dos textos escritos, com opiniões, questionamentos e convicções consistentes que resultarão em um texto bem redigido.
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Leitura e escrita: práticas significativas para a vida

Leitura e escrita: práticas significativas para a vida

O presente memorial tem a função de informar a todos que o lerem a minha trajetória como estudante e professora de Língua Portuguesa, bem como as implicações que essa formação teve sobre o modo como o processo de ensino e aprendizagem foi, durante muito tempo, concebido por mim e como a reflexão sobre essa experiência pôde ser aproveitada para respaldar a proposta de uma nova prática que foi construída durante o curso do Mestrado Profissional em Letras - Profletras. No capítulo 1, é apresentada a minha trajetória referente às experiências formativas desde a pré-escola até a formação acadêmica e suas implicações na construção de uma identidade profissional como professora de Língua Portuguesa. No capítulo 2, descreve-se a pesquisa qualitativa de cunho etnográfico desenvolvida, em 2014, com os alunos da turma do 5º ano A, da Escola Municipal Roberto Correia, localizada no bairro de Pau da Lima, na periferia da cidade do Salvador. Nessa escola busquei investigar, através da aplicação de um projeto de intervenção, de que modo é possível desenvolver, na sala de aula, atividades que promovam uma aprendizagem significativa do uso da leitura e da escrita como práticas que permitam a integração e interação da identidade do aluno com seu processo de aprendizagem da língua. Ainda neste capítulo, são apresentadas as orientações teóricas que embasaram a pesquisa: Kleiman (2005), Oliveira (2008), Rojo (2009), Soares (2002), Street (2010), Tfouni (2005) entre outras, além dos questionários aplicados e a descrição de algumas rodas de conversas realizadas com a turma que tiveram o intuito de identificar quais práticas de letramentos comuns à maioria poderiam ser tomadas como ponto de partida para o desenvolvimento de atividades que envolvessem os alunos em práticas sociais de leitura e escrita que promovesse o resgate da sua história e da comunidade local. A partir dos resultados dos questionários aplicados e das rodas de conversas realizadas, apresento o projeto de intervenção, através do qual, propus para a turma o estudo do gênero memórias com o propósito de valorizar os saberes e conhecimentos de mundo trazidos pelos alunos para que eles se reconhecessem como agentes no processo de aprendizagem e ampliassem seus conhecimentos sobre Língua Portuguesa. No capítulo 3, analiso a intervenção desenvolvida, seus percalços e êxitos. Nas considerações finais, concluo apresentando minhas reflexões a cerca das contribuições que a realização desse trabalho proporcionou ao meu processo de formação enquanto professora.
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