Top PDF Preparação e caracterização de filme transparente polimérico hidrofóbico para aplicação em superfícies de vidro

Preparação e caracterização de filme transparente polimérico hidrofóbico para aplicação em superfícies de vidro

Preparação e caracterização de filme transparente polimérico hidrofóbico para aplicação em superfícies de vidro

A demanda dos consumidores, incentiva o desenvolvimento de novos produtos pelas organizações, incluindo elevação dos níveis de qualidade, preço e prazo compatíveis com o mercado. Buscando desenvolver um hidrofóbico funcional, de fácil produção e aplicação, elaborou-se uma composição polimérica capaz de gerar um filme transparente utilizando o polímero poli (cloreto de vinila), cera de parafina e nitrobenzeno. O comportamento do produto desenvolvido é comparado com produtos comerciais de maior aceitação e vendas no mercado nacional, segundo reportagem de junho de 2010, da revista Quatro Rodas, sendo eles: Water off e Waterlux. O produto que apresentou maior ângulo de contato entre o líquido e o substrato foi o desenvolvido: 102º, seguido pelo Water off: 84º e depois o Waterlux:65º. Para iniciar o rolamento da gota, o vidro com produto desenvolvido necessita ser inclinado 7º, o Water off: 6º e o Waterlux:10º. Através da caracterização por microscopia de força atômica (FEG-SEM) observou-se a formação de irregularidades nas microestruturas, sendo que, o material desenvolvido apresentou um maior número delas, justificando assim a redução na molhabilidade das gotas e eficiência no deslizamento das mesmas. Constatou-se que o filme produzido manteve a espessura uniforme durante toda extenção aplicada do vidro, e sua efetiva adesão ao substrato contribuiu para a durabilidade do filme sobre o substrato. A composição do material desenvolvido contendo apenas materiais apolares impede a solubilização do filme pelas gotas de água polares garantindo a eficiência e durabilidade da aplicação.
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Preparação e caracterização de filmes biodegradáveis para aplicação em embalagens de alimentos

Preparação e caracterização de filmes biodegradáveis para aplicação em embalagens de alimentos

Durante o aquecimento de um material polimérico, existe uma faixa de temperatura em que as cadeias poliméricas da fase amorfa adquirem mobilidade, em função da agitação dos átomos nas moléculas. O valor médio desta taxa é chamado de temperatura de transição vítrea (Tg), que está vinculado em vencer as forças secundarias e dar mobilidade à cadeia polimérica. Abaixo da Tg, o polímero não tem energia interna suficiente para permitir o deslocamento de uma cadeia com relação à outra por mudanças conformacionais. Ele está no estado vítreo caracterizado por se apresentar duro, rígido e quebradiço (como um vidro). Todo e qualquer fator que leve a um aumento das forças intermoleculares secundárias e à rigidez da cadeia, aumentará a Tg.
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Preparação e caracterização do vidro aluminosilicato de cálcio dopado com terras raras para emissão laser no infravermelho próximo e médio

Preparação e caracterização do vidro aluminosilicato de cálcio dopado com terras raras para emissão laser no infravermelho próximo e médio

Os vidros óxidos convencionais poderiam ser uma opção interessante para a obtenção de lasers no infravermelho médio. Estes vidros, entre eles os silicatos, os boratos e os fosfatos, são mais resistentes ao choque térmico, têm maior condutividade térmica se comparados aos não-óxidos e apresentam alta temperatura de cristalização. Estas propriedades são determinantes em termos da operação laser, uma vez que a cavidade ressonante é um ambiente hostil que pode provocar degradação permanente no meio ativo, especialmente quando o regime de operação é em alta potência. Além disso, os vidros óxidos já vêm sendo utilizados como base para os meios ativos dos lasers de estado sólido comerciais que operam na região do infravermelho próximo até aproximadamente 1,5 µm. Isto fez com que estes materiais fossem largamente estudados nos últimos 40 anos, o que resultou num melhor conhecimento sobre suas propriedades físicas e químicas, principalmente aquelas que definem o funcionamento dos lasers. Por serem formados por ligações covalentes, ao contrário das ligações químicas dos vidros não-óxidos que são iônicas, os vidros óxidos apresentam alta resistência contra a degradação química, têm alta condutividade térmica e são obtidos mais facilmente. Portanto, isto facilitaria a utilização destes vidros para lasers no infravermelho médio. Entre as razões que têm impedido esta aplicação, a que mais tem sido considerada na literatura é a alta energia de fônon que eles apresentam, que varia entre 800 cm -1 e 1100 cm -1 .
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PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE Cex Zr 1-xO

PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE Cex Zr 1-xO

O processo de adsorção gasosa de piridina (Py) nos óxidos mistos foi realizado em um sistema montado em nosso laboratório. Este constitui de um forno tubular, um recipiente de vidro contendo piridina líquida, previamente destilada em hidreto de cálcio e armazenada, por no mínimo 24 h, em um recipiente com peneira molecular 3Å para retirar o excesso de água. O recipiente foi, então, conectado a um sistema contendo nitrogênio como gás carreador. Primeiramente, os materiais sintetizados foram submetidos a um pré-tratamento de 1 h dentro dos cadinhos de platina (~40 mg), inseridos em um barquinho de cerâmica e, subsequentemente, colocado no forno tubular a temperatura de 300 ºC para eliminar água e/ou outras moléculas voláteis adsorvidas no sólido. Em seguida, a temperatura do forno foi ajustada para 100 ºC com fluxo constante (~100 mL min -1 ) de nitrogênio (N
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Nanocompósito montmorilonita/polipirrol: preparação, caracterização e aplicação como  sensores de voláteis

Nanocompósito montmorilonita/polipirrol: preparação, caracterização e aplicação como sensores de voláteis

Com o intuito de explorar a possibilidade de uma aplicação tecnológica para os nanocompósitos preparados neste trabalho, realizamos testes de caracterização como sensores de voláteis, utilizando como material ativo o nanocompósito MMTO- hexa/PPi obtido por polimerização in situ. A escolha deste nanocompósito ocorreu devido à estabilidade de sua resistência elétrica, com valor em torno de 1MΩ (as outras amostras preparadas por evaporação de solvente e troca iônica tinham resistência em torno de 20MΩ, valor considerado alto para utilização como sensor). As amostras foram preparadas utilizando um substrato de lâmina de vidro recoberto com ITO (óxido de índio e estanho), um material condutor. O substrato foi então corroído com ácido clorídrico, com o objetivo de criar uma abertura (gap) de aproximadamente 1mm, no centro da lâmina, onde o nanocompósito deve ser depositado [1].
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Preparação e Caracterização de Materiais Orgânicos com
Potencial Aplicação em Dispositivos Fotovoltaicos

Preparação e Caracterização de Materiais Orgânicos com Potencial Aplicação em Dispositivos Fotovoltaicos

O material que se pretende preparar com a realização deste trabalho visa à preparação de um dispositivo como o esquematizado na Figura 11. Este dispositivo tem a principio, a mesma estrutura da construção de LED’s, ou seja, um metal com alto valor de função trabalho, como o ITO (indium-tin oxide – óxido de estanho e índio), que serve como o ânodo, depositado sobre um substrato de vidro. Sobre o ITO, deposita-se a camada ativa de polímero, de aproximadamente 100mm de espessura, sobre o qual se evapora sob vácuo um metal de baixo valor de função trabalho, geralmente alumínio (Al), que serve como cátodo. Este dispositivo tem o formato Eletrodo/Polímero/Eletrodo. 26
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Preparação e Caracterização de VPO ’s e sua aplicação na Reacção de Desidrogenação Oxidativa do Propano

Preparação e Caracterização de VPO ’s e sua aplicação na Reacção de Desidrogenação Oxidativa do Propano

A análise da estabilidade térmica, para as amostras não calcinadas do catalisador, foi determinada por termogravimetrias (TG). Essa experiência foi realizada numa termobalança, sendo o objectivo medir a variação do peso da amostra com o aumento de temperatura. Colocaram-se 10 mg de catalisador num pequeno recipiente (com cerca de 1cm de altura e 0.5 cm de diâmetro) que se conectava por uma vareta de quartzo a uma balança de metal com um contrapeso. O recipiente foi vedado com um invólucro de vidro, onde se fez circular um fluxo contínuo de ar sintético com um caudal de 150 cm 3 /min. Utilizando um forno tubular (da marca
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PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE FILME DE PVAQUITOSANACOLÁGENO VISANDO A APLICAÇÃO COMO CURATIVO CUTÂNEO

PREPARAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE FILME DE PVAQUITOSANACOLÁGENO VISANDO A APLICAÇÃO COMO CURATIVO CUTÂNEO

Depois de produzir nanofibras pelo processo eletrospinning a partir de soluções de colágeno puro, PVA/quitosana e PVA/quitosana/colágeno Lin et al., 2103 avaliaram essas matrizes nanofribosas quanto ao seu potencial uso como substituto de pele. Após lavados e expostos a luz UV discos de cada uma das matrizes foram semeados com células de fibroblastos com o tempo de cultura de 10 dias. As análises demostraram que as células aderiram, infiltraram e se proliferaram nas três superfícies nanofibrosas e a maioria das células tinham forma fusiforme típica do fibroblasto após o quarto dia. O crescimento do fibroblasto foi significativamente maior para a matriz de PVA/colágeno entre os dias 4 e 7, mas após 10 dias o número de células nas três matrizes era semelhante. A ligação celular e a proliferação na superfície dependem da topografia e da absorção de proteínas séricas, que por sua vez dependem da carga superficial, da composição e da humidade (LIN et al., 2013). As superfícies com características microscópicas mais finas e maior rigidez são consideradas mais favoráveis para a ligação e proliferação celular. Todas as três matrizes do estudo apresentaram topografia similar. A matriz de PVA/Colágeno obteve o maior intumescimento e demonstrou uma adsorção de proteína sérica melhorada em sua superfície, promovendo maior crescimento celular durante os primeiros sete dias. Após 10 dias as células haviam coberto a maioria das superfícies das matrizes atenuando o crescimento devido à inibição do contato, portanto nesse momento a quantidade de células das três superfícies eram semelhantes. Os autores concluiram afirmando que as características apesentadas pelas matrizes nanofibrosas permitiram o uso destas para a recuperação da pele e tecidos (LIN et al., 2013).
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Preparação e caracterização de membranas cerâmicas compostas tubulares para aplicação na separação de gases

Preparação e caracterização de membranas cerâmicas compostas tubulares para aplicação na separação de gases

O método electroless plating é bastante citado na literatura quando se deseja um recobrimento fino e uniforme de metais. Baseia-se na decomposição controlada de redução química ou auto-catalítica de íons metálicos sobre superfícies formando a camada ativa em substratos. Essa técnica consiste na imersão do suporte cerâmico em um banho químico, contendo os constituintes, temperatura e concentrações adequadas para produzir a microestrutura desejada. A resistência da camada depositada e a sua forte aderência ao suporte, assim como a simplicidade do processo, podem ser consideradas algumas das vantagens dessa técnica (PAGLIERI & WAY, 2002; GAO et
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Avaliação da eficiência do polimento efetuado em superfícies de vidro e de amálgama,...

Avaliação da eficiência do polimento efetuado em superfícies de vidro e de amálgama,...

É provável que uma ponta qualquer, atuando sobre o vidro (que é um substrato resistente sob vários aspectos) tenha sido mais forçada a sofrer um desvio de seu longo eixo, vindo a perder parte do contato com aquele, apesar de todo o esforço despendido na montagem do método para que isto não viesse a acontecer; mesmo assim, os resultados aqui apresentados continuam a ter validade, visto que foram obedecidas todas as exigências básicas já extensivamente apresentadas no capítulo 2. Consequentemente, as pontas aqui desgastaram os substratos em quantidade menor do que teriam desgastado, se o referido contato tivesse sido pleno. A explicação provável para a ponta marrom não ter mostrado desgaste, ao atuar sobre o vidro, é que o grande tamanho do grão nela existente forçou ao máximo possível o tal desvio, promovendo o desgaste apenas numa faixa da lamínula e não em toda a extensão de sua largura, o que justifica a grande perda de massa sofrida pela lamínula, juntamente com a inexistência de perda de massa por parte da citada ponta. Um Engenheiro ‡ que colaborou no presente trabalho de pesquisa lembrou que, com os resultados aqui encontrados, poderia inclusive ser calculado o ganho (também geralmente chamado de relação G), fator muito conhecido e utilizado nas áreas de Engenharia e das indústrias, que consiste em relacionar-se o valor da massa de material removido do substrato com o valor da massa de material perdido pela ferramenta abrasiva (a parte borrachóide da ponta em questão), para ter-se idéia da
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Preparação e caracterização de O-carboximetilquitosana (OCMQ) para aplicação como adsorvente de metais pesados

Preparação e caracterização de O-carboximetilquitosana (OCMQ) para aplicação como adsorvente de metais pesados

Um tipo comum de modificação química realizada na cadeia da quitosana é o processo de incorporação de ligações cruzadas. Nesse processo utiliza-se um agente que permite a união entre as cadeias poliméricas da quitosana, ou seja, formam-se entre as cadeias de quitosana ligações covalentes cruzadas, com caráter hidrofóbico que pode ser controlado, os chamados hidrogéis. Esses hidrogéis são géis poliméricos em rede que contém compostos moleculares impregnados que dilatam o reticulado polimérico. No geral eles podem adsorver de 10 a 20% até milhares de vezes seu peso em água (ÓREFICE et al., 2012). Essas ligações cruzadas têm por objetivo modificar determi- nadas propriedades do biopolímero, tais como estabilidade química e térmica, rigidez estrutural, permeabilidade, cor, eficiência em quelação e capacidade de imobilização proteica e celular (SANTOS et al., 2008).
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PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE NANOCOMPÓSITOS DE QUITOSANA/QUANTUM DOTS FLUORESCENTES

PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE NANOCOMPÓSITOS DE QUITOSANA/QUANTUM DOTS FLUORESCENTES

Na literatura, estão disponíveis alguns artigos referentes à preparação de nanopartículas biodegradáveis com polímeros hidrofílicos, como a quitosana, gelatina e alginato de sódio (Calvo et al., 1997; Zhang et al., 2004; Du et al., 2007; Du et al., 2009; Yang et al., 2010). Calvo et al. (1997) desenvolveram um método para preparar nanopartículas de quitosana por gelificação iônica. O respectivo método envolve uma mistura de duas fases aquosas, das quais uma é o polímero quitosana e a outra é um poliânion de tripolifostato de pentasódio. Neste método, o grupo amino da quitosana é carregado positivamente interagindo com o TPP de carga negativa para formar coacervados com um tamanho na faixa de nanômetros. Coacervados são formados como resultado de interação eletrostática entre duas fases aquosas, que, por gelificação iônica, envolve o material em fase de transição do estado líquido para o gel (Gan & Wang, 2007; Yang et al., 2010).
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Desenvolvimento de filme polimérico à base de hemicelulose extraída do bagaço de cana-de-açúcar

Desenvolvimento de filme polimérico à base de hemicelulose extraída do bagaço de cana-de-açúcar

Filmes de xilana extraídas da madeira de vidoeiro combinadas com nanofibras de celulose foram produzidos, com e sem adição de plastificantes, por Hansen et al. (2012). Análises de espessura, permeabilidade a oxigênio, taxa de transferência de vapor de água (WVTR), termogravimetria (TGA) e microscopia eletrônica de varredura foram utilizadas para avaliar as propriedades dos filmes. As espessuras dos filmes variaram de 0,015 a 0,035 mm. Os testes de tração revelaram aumentos na resistência à tração com o aumento do conteúdo de nanofibras na xilana. Foi observado pelos autores que a adição de plastificantes acarreta em um aumento na permeailidade ao oxigênio e redução na taxa de transferência de vapor de água (WVTR), enquanto que a quantidade de nanofibras não interfere nesse parâmetro. Aglomerações de nanofibras ocorreram durante a preparação dos filmes, como pode ser obrservado pelas anáises de microscopia.
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Preparação e caracterização de argilas organofílicas e sua aplicação na adsorção de atrazina em água

Preparação e caracterização de argilas organofílicas e sua aplicação na adsorção de atrazina em água

A Difração de Raios X (DRX) é uma técnica que traz informações precisas e detalhadas quanto à qualificação, caracterização e quantificação dos constituintes existentes na argila. Ainda, esta técnica é rápida e versátil, não podendo ser usada para minerais não cristalinos. Mas, esta limitação no caso das argilas não causa grandes problemas porque o número de minerais não cristalinos presentes é pouco significativo (SANTOS, 1989), (PAIVA, MORALES e VALENZUELA-DIAZ, 2008) e (PEREIRA, 2008).

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Análise de desgaste de ferramentas no processo de furação de compósito polimérico reforçado com fibras de vidro

Análise de desgaste de ferramentas no processo de furação de compósito polimérico reforçado com fibras de vidro

O exemplo mais conhecido é o compósito polimérico reforçado com fibra de vidro (PRFV), que combina a resistência das fibras de vidro do reforço com a ductilidade da matriz polimérica (SHACKELFORD, 2008). Sendo este compósito bastante aplicado nas áreas náutica, aeronáutica, petroquímica, automobilística, de refrigeração entre outras (Figura 1). A maioria dos produtos já é produzida na forma final, entretanto com a necessidade existente de posterior fixação ou montagem destes produtos surge a dependência de operações de usinagem, destacando-se principalmente pela operação de furação (CALLISTER, 2012; MAZUMDAR, 2001).
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Preparação de suspensões aquosas de nanopartículas de carbono para deposição em superfícies

Preparação de suspensões aquosas de nanopartículas de carbono para deposição em superfícies

Após o estudo da dispersão e se verificar quais as melhores condições, procedeu- se às técnicas de caracterização. No que diz respeito, à caracterização das dispersões, o UV, demonstra a presença de grafite exfoliada nas suspensões de todos os tipos de grafite. Pela técnica de Raman observou-se que as bandas G e G´ estavam presentes para os revestimentos compósitos presentes nas lamelas e, para além disso, verificando-se a exfoliação da grafite. Já na microscopia ótica, a área dos aglomerados é maior, no geral, para a maior percentagem incorporada, 0,2%, tal como o número destes e a média de tamanho. Para além disso, também se verificou que a GNB-O dispersou pior do que a GNB.
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PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FILMES LbL COM NANOPARTÍCULAS DE PRATA ESTABILIZADAS EM AMIDO

PREPARAÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E APLICAÇÃO DE FILMES LbL COM NANOPARTÍCULAS DE PRATA ESTABILIZADAS EM AMIDO

Na Figura 22, analisando a corrente de oxidação da prata não foi observado resposta para o filme LbL construído com os polieletrólitos a pH 9,0. Por sua vez, o filme LbL preparado em pH 5,0 para todas as soluções apresenta corrente em potencial de 0,31 V referente a oxidação das AgNPs. 70 E o filme LbL preparado sem alteração do pH das soluções apresentou corrente de pico com intensidade um pouco menor em potencial de 0,36 V. Deve-se considerar que a alteração do pH dos polieletrólitos requer a adição de outras soluções o que pode resultar na precipitação das NPs, reduzindo o número das mesmas, além de desestabilizar as cargas da dispersão acarretando a coalescência. Sendo assim, como a diferença da intensidade da corrente é pequena e a alteração de pH das soluções de AgNPs-Am pode alterar a estabilidade desta, optou-se pela preparação dos filmes LbL sem a modificação do pH das soluções dos polieletrólitos (SiPy + Cl - pH 6,5 e AgNPs-Am pH 9,0).
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Preparação e caracterização de monômeros metacrílicos com potencial aplicação em resinas compostas restauradoras

Preparação e caracterização de monômeros metacrílicos com potencial aplicação em resinas compostas restauradoras

Durante a caracterização do monômero CMEE-P1 (45) por RMN de 1 H, levantou-se a suspeita da existência de confôrmeros, devido a duplicidade de alguns sinais relacionados a região do monômero contendo o grupo fosfonato. Para avaliar esta possibilidade, a molécula CMEE-P1 (45) foi analisada por ressonância magnética nuclear de hidrogênio a 30, 40 e 50 ºC, para observar se havia coalescência entre os sinais duplicados. O espectro de 1 H para o monômero CMEE-P1 (45) a 50 ºC está apresentado na seção de Anexos (Espectro 9). Para as temperaturas analisadas, não foram observadas diferenças significativas para os sinais em 3,66 e 2,89 ppm, sugerindo que a barreira rotacional entre estes dois confôrmeros não foi atingida, podendo ser atingida a temperaturas bem mais altas. Para que isso seja possível, seria necessário utilizar um solvente deuterado com ponto de ebulição superior ao do clorofórmio. Os deslocamentos químicos observados foram os seguintes: 1 H RMN (400 MHz, CLOROFORMIO-
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Preparação e caracterização de filmes de poliuretano com potencial aplicação na liberação controlada de fármacos

Preparação e caracterização de filmes de poliuretano com potencial aplicação na liberação controlada de fármacos

Aproximadamente 0,1 g de filme denso de PU foi primeiramente seco numa estufa à vácuo a temperatura ambiente até massa constante. Este filme foi então mantido em água destilada durante 24 horas sob agitação constante. Após este período, o filme foi seco rapidamente com papel toalha para retirar o excesso de água da superfície e procedeu-se a pesagem do mesmo. Para assegurar que não ocorreu perda de massa do filme durante este procedimento, o filme foi seco novamente em uma estufa à vácuo para eliminar a água absorvida e a massa final obtida foi comparada com a massa inicial do filme. Pela diferença de massa antes e após o período de intumescimento em água, obteve-se a porcentagem de intumescimento do filme de PU.
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Preparação de catalisadores baseados em carvão ativado polimérico para a desidrogenação do etilbenzeno com dióxido de carbon

Preparação de catalisadores baseados em carvão ativado polimérico para a desidrogenação do etilbenzeno com dióxido de carbon

PVC pôde ser sintetizado por métodos que reduziram estes problemas no material. Os catalisadores de níquel, cobalto e ferro suportados em carvão ativado polimérico (CAP) e carvão ativado comercial, avaliados no reator de leito fixo, apresentaram atividade catalítica decrescendo na ordem: Ni/CAP>Co/CAP>Ni/CA>CoCA. As temperaturas críticas da reação sobre catalisadores de níquel suportado em carvão ativado e de cobalto suportado em carvão ativado foram 200 e 220 ºC, respectivamente, ou seja, ao se elevar a temperatura acima destes valores houve perda de atividade catalítica. Porém, nos catalisadores suportados em CAP, não foram detectadas quaisquer temperaturas críticas, indicando que os carvões poliméricos eram termicamente mais estáveis (LI et al., 2003). As energias de ativação aparentes da carbonilação do metanol em fase vapor mostraram que os catalisadores preparados em CA apresentaram valores mais altos que aqueles preparados sobre CAP. Ao se relacionar o tamanho de poro com o desempenho dos catalisadores, pôde-se concluir que este parâmetro afeta diretamente a energia de ativação aparente. A atividade da reação, em relação à razão de átomos metálicos, foi afetada pela estrutura metálica das partículas suportadas. Esta estrutura metálica superficial se refere ao número de coordenação entre os metais ativos, que podem ser modificados pela variação do tamanho da partícula ou pela ligação do metal ativo da partícula com um segundo componente.
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