Top PDF Prevalência de sintomas depressivos entre idosos em um serviço de emergência.

Prevalência de sintomas depressivos entre idosos em um serviço de emergência.

Prevalência de sintomas depressivos entre idosos em um serviço de emergência.

Os dados foram coletados pela residente da Psicologia, através de uma entrevista com os indivíduos, dentro das instalações do Serviço de Emergência. Os instrumentos aplicados foram um roteiro de coleta sobre aspectos sociodemográficos e utilização de serviços de saúde, além da Escala de Depressão Geriátrica – versão reduzida (EDG-15). O roteiro tinha o objetivo de coletar dados como idade, sexo, estado conjugal, escolaridade (anos de estudo), se o idoso residia só ou acompanhado e se fazia acompanhamento em algum outro serviço de saúde, nomeando-o. Não houve treinamento prévio, pois a residente já atuava no atendimento a idosos e o instrumento é de fácil aplicação. Para fazer o rastreamento de sintomas depressivos, foi utilizada a Escala de Depressão Geriátrica (EDG-15). Descrita em língua inglesa por Yesavage et al. 15 em 1982, a escala original contém
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Determinantes sociais da depressão : diferenças entre idade, sexo e modelo de cuidados de saúde primários

Determinantes sociais da depressão : diferenças entre idade, sexo e modelo de cuidados de saúde primários

e o estabelecimento de mecanismos de “coping”. (33, 37, 41, 45, 65, 66) Por outro lado, esta descida na prevalência da depressão nos idosos pode ser consequência da taxa de mortalidade aumentada entre os doentes depressivos, que deste modo falecem antes da idade avançada. Por último, a depressão apresenta-se de forma diferente na velhice, de modo que os critérios para as codificações do ICPC-2 podem não ser cumpridos, já que as alterações relacionadas à idade podem levar a uma manifestação alterada dos sintomas depressivos. (27, 67). Apesar desta descida aos 65 anos, após o pico aos 40-64 anos, a prevalência da depressão e sintomas depressivos tanto nos adultos com idade compreendida entre 40 e 64 anos como no idosos é claramente superior à prevalência nos utentes mais jovens (0-17 e 18-39 anos). Prevê-se que este padrão se deve ao aumento das responsabilidades sociais e económicas associadas ao aumento da idade, e a factores promotores de tensão psicológica e física, tais como doenças crónicas, desemprego e divórcio. (68)
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Prevalência de sintomas depressivos e fatores associados em idosos no norte de Minas Gerais: um estudo de base populacional.

Prevalência de sintomas depressivos e fatores associados em idosos no norte de Minas Gerais: um estudo de base populacional.

Para a região norte do estado de Minas Gerais, são es- cassos os registros de avaliações sistemáticas ou avaliações de base populacional abordando sintomatologia depres- siva e fatores associados, o que destaca o caráter original do estudo. Considerando a particularidade da região, que geograicamente está inserida na Região Sudeste do país, mas agrega municípios com baixos Índices de Desenvol- vimento Humano (IDH) e possui características muito mais próximas da Região Nordeste, estudos locais, que avaliem as condições de vida e saúde da população idosa, têm o potencial de gerar novos conhecimentos e subsidiar a to- mada de decisão para os gestores de saúde. Sendo assim, este trabalho objetivou avaliar a prevalência e os fatores as- sociados aos sintomas depressivos em idosos comunitários em uma cidade do norte de Minas Gerais.
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Sintomas depressivos em idosos: estudo transversal de base populacional.

Sintomas depressivos em idosos: estudo transversal de base populacional.

Resumo Foi realizado um estudo transversal de base populacional na cidade de Pelotas, Rio Gran- de do Sul, em 2014, com o objetivo de medir a prevalência e identificar os fatores associados aos sintomas depressivos em idosos. A amostragem foi realizada por conglomerados em dois estágios. Todos os idosos (≥ 60 anos) residentes nos domi- cílios selecionados foram convidados a participar. A ocorrência dos sintomas depressivos foi medida utilizando-se a GDS-10 (Geriatric Depression Scale) com o ponto de corte ≥ 5. Foram obtidas in- formações de 1.451 idosos. A prevalência dos sinto- mas depressivos foi de 15,2% (IC95% 13,2-17,2). Após análise multivariável, a ocorrência de sin- tomas depressivos foi maior entre as mulheres, os idosos de pior situação econômica, aqueles que não trabalhavam, os fisicamente inativos, aqueles com pior autoavaliação de saúde e naqueles com inca- pacidade funcional. Maior atenção deve ser dada à identificação de sintomas depressivos em idosos e seus fatores associados para fundamentar políticas e planejamentos de intervenções para tratamento e manejo desta doença em nível coletivo.
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Repositorio ISMT: Defeito cognitivo, sintomas de depressão e satisfação com a vida em idosos sob resposta social do concelho de Coimbra

Repositorio ISMT: Defeito cognitivo, sintomas de depressão e satisfação com a vida em idosos sob resposta social do concelho de Coimbra

22 realizado em Portugal (Pocinho et al., 2009), e encontrámos uma frequência alta, com a maioria dos nossos idosos a ter sintomas depressivos (67,5%). Ainda que não tenhamos diagnóstico de depressão, é consensualmente aceite que a depressão é a doença psiquiátrica mais comum na população idosa (Blazer, Hughes, & George, 1987; Silvestre, Kalache, Ramos, & Veras 1996). No que diz respeito à prevalência da depressão na população idosa, as estimativas variam consoante a definição de depressão aplicada, o método de avaliação e a amostra da população estudada. No entanto, todos os estudos que consultámos encontraram valores inferiores aos nossos. Assim, Beekman e colaboradores (1999) estimaram uma prevalência de 12 a 15% para todos os síndromes depressivos; Seck e equipa (2005), verificaram uma prevalência da depressão de 23%. Em especial, Mendes-Chiloff (2006) e Santana & Filho (2007), no Brasil, Sutcliffe e colaboradores (2007), em Inglaterra, encontraram respectivamente 21,1%, 56,1% e 38% para os sintomas depressivos. A explicação para os nossos altos valores de sintomas depressivos pode estar no facto de os idosos estarem institucionalizados e essa situação acarretar várias alterações, tais como, mudanças no seu dia-a-dia, perda de autonomia, adaptação a novas rotinas da instituição, divisão do seu espaço com outros idosos, e perda de privacidade (Cravello, Palmer, Girolamo, Caltagirone, & Spallett, 2010). Existe também o facto de perderem a vida activa, deixando de poder tomar decisões (Cardão, 2009; Porcu et al., 2002).
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Habilidades sociais e sintomas depressivos em idosos

Habilidades sociais e sintomas depressivos em idosos

Este projeto de pesquisa foi aprovado pela Comissão Científica da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e pelo Comitê de Ética da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (CEP-PUCRS) sob o número 12490013.2.0000.5336. Após aprovação, foram realizados contatos com os grupos de convivência de idosos de Porto Alegre e região metropolitana. Na sequência, os participantes foram convidados a participar do estudo. Primeiramente, os idosos preencheram e assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Após, os participantes responderam, individualmente, ao MEEM e aqueles que preencheram os critérios de inclusão participaram do estudo. Os demais instrumentos foram aplicados em pequenos grupos. Aos participantes do estudo foi garantido sigilo quanto à sua identidade, sendo a participação voluntária. Os participantes que apresentaram necessidade de encaminhamento foram dirigidos ao Serviço de Atendimento Psicológico (SAP) da Faculdade de Psicologia da PUCRS.
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Prevalência de sintomas depressivos em idosos atendidos em Unidades Básicas de Saúde em um município do estado de Minas Gerais

Prevalência de sintomas depressivos em idosos atendidos em Unidades Básicas de Saúde em um município do estado de Minas Gerais

Objetivos: Verificar a prevalência de sintomas depressivos, nível de estresse percebido e nível de funcionalidade e incapacidade em idosos assistidos em Unidades Básicas de Saúde. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo transversal, com abordagem quantitativa, realizado mediante a coleta dos dados pessoais, sociodemográficos, Mini Exame do Estado Mental (MMEE), aplicação das escalas de depressão geriátrica em versão reduzida (EDG-15), Escala de Estresse Percebido e WHODAS 2.0, em 113 idosos cadastrados em duas Unidades Básicas de Saúde de um município do Estado de Minas Gerais, MG. Resultados: A média de idade foi de 70,36 anos, em uma amostra composta principalmente por mulheres (50,4%). Dos 113 idosos estudados, 27,5% apresentaram sintomas depressivos, predominando o sexo feminino (20,4%) e 83,2% apresentaram algum grau de incapacidade funcional, sendo que a maioria, 64,6%, apresentava incapacidade funcional leve. Houve associação significativa entre sintomas depressivos e as variáveis: qualidade de sono, ansiedade, nível de estresse percebido, atividade física e desconforto físico. Conclusão: Os resultados indicam a necessidade de estruturação de políticas, ações preventivas e serviços de saúde que contemplem o cuidado integral da pessoa idosa.
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Prevalência de sintomas depressivos em pacientes com demência: correlação com sintomas...

Prevalência de sintomas depressivos em pacientes com demência: correlação com sintomas...

111 encontrada em idosos sem déficit cognitivo. Estes estudos observaram que sujeitos com DA apresentam mais sintomas motivacionais e delírios e menos comumente tristeza, alterações do sono e perda de apetite (Janzing et al., 2002; Olin et al., 2002; Zubenko et al., 2003), sendo que, devido a tais particularidades, Olin et al. (2002) estabeleceram critérios provisórios para o diagnóstico de depressão na DA (NIMH-dAD), os quais são menos restritivos, necessitando de apenas três sintomas para o diagnóstico e que não necessitam estar presentes na maior parte do dia e na maioria dos dias, apesar de apresentar muitas semelhanças ao DSM-IV (Olin et al, 2002), de modo que sua utilização vem encontrando prevalências mais próximas dos estudos que utilizam a CSDD e maiores que aquelas obtidas com os critérios do DSM-IV, o que pode ser observado no estudo de Chiu et al. (2012) que encontrou em uma amostra ambulatorial de pacientes com DA uma prevalência para o NIMH-dAD e para o DSM-IV, respectivamente, de 29,8% e 9,3% (Chiu et al., 2012).
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Sintomas depressivos em idosos do município de São Paulo, Brasil: prevalência e fatores associados (Estudo SABE)

Sintomas depressivos em idosos do município de São Paulo, Brasil: prevalência e fatores associados (Estudo SABE)

Observou-se associação de sintomas depressivos com pior avaliação da memória, no entanto, verificou-se que perceber a memória como ruim não foi indicativo da presença de comprometimento cognitivo, segundo a avaliação efetuada. Da alta porcentagem (43%) dos idosos que avaliou seu desempenho de memória como regular ou ruim, apenas 8,1% pon- tuaram para comprometimento cognitivo no Mini-Exame do Estado Mental. Alguns autores sugerem que queixas do desempenho da memória, podem estar mais diretamente ligadas a fatores psicológicos como ansiedade, depressão e alta exigência pessoal 43 , o que parece
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Prevalência de sintomas depressivos e ansiosos em pacientes com dor crônica.

Prevalência de sintomas depressivos e ansiosos em pacientes com dor crônica.

Objetivos: O presente estudo objetivou avaliar a prevalência de sintomas ansiosos e depres- sivos e relacioná-los com os diferentes tipos e magnitudes de dor crônica; também objetivou caracterizar a população de casos novos agendados para atendimento no ambulatório de dor crônica, no serviço onde o estudo foi realizado. Métodos: Estudo de corte transversal, realizado em um ambulatório docente-assistencial para tratamento de dor crônica, realizado entre maio de 2012 e abril de 2013, com 125 pacientes. Instrumentos utilizados: Questionário sociodemográfico, Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão (HAD) e Escala Visual Numé- rica (EVN) para aferir a intensidade de dor. Resultados: Dor intensa foi referida por 64% (n = 80) dos pacientes. Ansiedade atingiu 65% (N = 82) dos pacientes e a depressão, 48% (N = 60). Houve correlação significante entre os mais altos escores de ansiedade (p < 0,001) e depres- são (p < 0,001) com a intensidade de dor. A correlação entre intensidade de dor e sintomas ansiosos e depressivos foi positiva para dor crônica neuropática e mista. Os fatores sociode- mográficos associados à intensidade de dor crônica foram: renda e religião para depressão, e tempo de dor para ansiedade. Conclusão: O estudo mostrou elevada prevalência de sinto- mas depressivos e ansiosos em pacientes com dor crônica, assim como relação significante desses sintomas psiquiátricos com alguns tipos e intensidade de dor.
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Incapacidade funcional, sintomas depressivos e dor lombar em idosos.

Incapacidade funcional, sintomas depressivos e dor lombar em idosos.

, , exceto com relação à renda familiar média, que foi mais elevada, e pelo nível de atividade física ativo e moderadamente ativo . A amostra apresentou uma prevalência maior de mulheres, casadas ou viúvas; com baixa escolaridade e alta morbidade, indicada pelo nú- mero de condições clínicas de saúde associadas, sendo que a condição de saúde mais relatada foi a hipertensão. Esses achados confirmam que as mulheres vivem mais que os homens, ficando mais tempo expostas aos fatores de risco, convivem com mais comorbidades e vivenciam a cronicidade das condições clínicas — fenômeno cha- mado de feminização da velhice .
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Estudo longitudinal dos fatores associados à evolução de sintomas depressivos em idosos institucionalizados.

Estudo longitudinal dos fatores associados à evolução de sintomas depressivos em idosos institucionalizados.

Em síntese, a literatura mostra a alta prevalência de idosos com depressão, especialmente idosos institucio- nalizados. Os estudos analisados evidenciam, ainda, a rela- ção entre a depressão e vários fatores sociodemográicos e aspectos emocionais. A revisão da literatura não revelou nenhum estudo longitudinal sobre os fatores associados à depressão em idosos institucionalizados, nem sobre fato- res associados à depressão em idosos portugueses. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivos investigar a evolução dos sintomas depressivos avaliados pela Geriatric Depression Scale (GDS) num período de tempo de cerca de dois anos e veriicar quais os fatores associados à mudança na sintomatologia depressiva.
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Fatores associados aos sintomas depressivos em idosos: estudo EpiFloripa.

Fatores associados aos sintomas depressivos em idosos: estudo EpiFloripa.

MÉTODOS: Estudo epidemiológico transversal e de base domiciliar (inquérito EpiFloripa Idoso) com 1.656 idosos, realizado por conglomerados em dois estágios, setores censitários e domicílios, em Florianópolis, SC. A prevalência de sintomas depressivos (desfecho) foi obtida por meio da Geriatric Depression Scale (GDS-15), e testadas associações segundo variáveis sociodemográfi cas, de saúde, comportamentais e sociais. Foram calculadas razões de prevalências brutas e ajustadas com intervalo de 95% de confi ança por regressão de Poisson. RESULTADOS: A prevalência de sintomas depressivos foi de 23,9% (IC95% 21,84;26,01). Os fatores de risco associados no modelo fi nal foram: escolaridade de cinco a oito anos (RP = 1,50; IC95% 1,08; 2,08), um a quatro anos (RP = 1,62; IC95% 1,18; 2,23) e nenhum ano de estudo (RP = 2,11; IC95% 1,46;3,05); situação econômica pior quando comparada com a que tinha aos 50 anos (RP = 1,33; IC95% 1,02;1,74); défi cit cognitivo (RP = 1,45; IC95% 1,21;1,75); percepção de saúde regular (RP = 1,95; IC95% 1,47;2,60) e ruim (RP = 2,64; IC95% 1,82;3,83); dependência funcional (RP = 1,83; IC95% 1,43; 2,33); e dor crônica (RP = 1,35; IC95% 1,10;1,67). Grupo etário de 70 a 79 anos (RP = 0,77; IC95% 0,64;0,93); atividade física de lazer (RP = 0,75; IC95% 0,59;0,94); participação em grupos de convivência ou religiosos (RP = 0,80; IC95% 0,64;0,99); e ter relação sexual (RP = 0,70; IC95% 0,53;0,94) mostraram-se fatores protetores ao aparecimento dos sintomas depressivos. CONCLUSÕES: Situação clínica adversa, desvantagem socioeconômica e pouca atividade social e sexual mostraram-se associadas aos sintomas depressivos em idosos.
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Longitudinal study of factors associated with the development of depressive symptoms in institutionalized elderly

Longitudinal study of factors associated with the development of depressive symptoms in institutionalized elderly

Em síntese, a literatura mostra a alta prevalência de idosos com depressão, especialmente idosos institucio- nalizados. Os estudos analisados evidenciam, ainda, a rela- ção entre a depressão e vários fatores sociodemográficos e aspectos emocionais. A revisão da literatura não revelou nenhum estudo longitudinal sobre os fatores associados à depressão em idosos institucionalizados, nem sobre fato- res associados à depressão em idosos portugueses. Nesse sentido, o presente estudo teve como objetivos investigar a evolução dos sintomas depressivos avaliados pela Geriatric Depression Scale (GDS) num período de tempo de cerca de dois anos e verificar quais os fatores associados à mudança na sintomatologia depressiva.
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Relação entre sintomas depressivos e a funcionalidade familiar de idosos institucionalizados.

Relação entre sintomas depressivos e a funcionalidade familiar de idosos institucionalizados.

Embora a funcionalidade familiar seja um tema já es- tudado com idosos, há uma lacuna ainda no conhecimen- to sobre funcionalidade familiar de idosos residentes em Insituições de Longa Permanência. Esta tem maior am- plitude quando relacionada à inluência da funcionalidade familiar na prevalência de sintomas depressivos entre os idosos insitucionalizados, visto que estudos na literatu- ra que abordem esta temáica são escassos. Dessa forma, constata-se a necessidade da realização de estudos que possibilitem a compreensão do contexto do idoso insitu- cionalizado não apenas no que se refere ao aspecto ísico como, também, em relação ao aspecto humano e social. Portanto, o objeivo deste trabalho foi analisar a relação entre os sintomas depressivos com a funcionalidade fami- liar de idosos insitucionalizados.
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Abstract The scope of this study was to describe

Abstract The scope of this study was to describe

Resumo O objetivo do estudo foi descrever a prevalência de sintomas depressivos medidos por meio da Escala de Depressão Geriátrica–EDG - 15 e testar a associação de variáveis de saúde bu- cal com sintomas depressivos em uma população de idosos vinculados a onze unidades de saúde da família do Sul do Brasil. Estudo transversal com 439 idosos. Foi utilizado questionário padroniza- do para a obtenção das variáveis socioeconômicas e de saúde bucal. As variáveis clínicas de saúde bucal foram obtidas por um dentista treinado. Os sintomas depressivos desfecho do estudo foram ob- tidos por meio da Escala de Depressão Geriátrica– EDG - 15. A prevalência dos sintomas depressivos foi de 18,3% (IC95% 14,6-21,8). Analisando as variáveis de exposição e os sintomas depressivos, por meio da análise regressão de Poisson ajusta- da, os indivíduos com 1 a 9 dentes (RP = 1,68; IC95%1,06-2,64, p = 0,012), com percepção de boca seca (RP = 2,23; IC95%1,52-3,28, p < 0,001) e de dor na boca (RP = 2,11; IC95% 1,10-4,07, p = 0,036) tiveram maiores prevalências de sinto- mas depressivos. O estudo identificou uma preva- lência importante de sintomas depressivos e que as variáveis de saúde bucal estão associadas à pre- sença dos mesmos na população idosa.
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Avaliação da capacidade funcional e prevalência de sintomas depressivos em idosos institucionalizados

Avaliação da capacidade funcional e prevalência de sintomas depressivos em idosos institucionalizados

No que se refere ao estado civil, foi possível observar que a maioria dos idosos eram solteiros e viúvos, 48% e 34%, respectivamente, e destes, 34% e 16% apresentavam sintomas depressivos. Lini EV, et al. (2016) citam a falta de companheiro e ausência de filhos como um dos fatores que predispõem a institucionalização de idosos. Em seu estudo, 90,5% dos idosos institucionalizados não possuíam companheiro. Segundo eles, por tradição histórica, os companheiros mostram-se como principais cuidadores em domicílio. E quando os idosos vivem sozinhos e se deparam com algumas incapacidades funcionais, enfrentam dificuldades em receber o cuidado em domicílio e acabam por necessitar de institucionalização. Gullich I, et al. (2016) também observaram em seu estudo, maior número de sintomas depressivos em idosos solteiros (34%), justificado pelo fato de que, idosos solteiros que vivem quase sempre sozinhos, sem ninguém para confiar e compartilhar experiências, manifestam maior suscetibilidade para a sintomatologia depressiva, corroborando com a presente pesquisa,
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Depressão em idosos inscritos no Programa de Controle de hipertensão arterial e diabetes mellitus.

Depressão em idosos inscritos no Programa de Controle de hipertensão arterial e diabetes mellitus.

Objetivo: Identificar a presença de sintomas depressivos em idosos inscritos no Programa de controle de hipertensão arterial e diabetes mellitus em um município do Noroeste do Paraná. Métodos: Estudo descritivo transversal, realizado nas unidades básicas de saúde de Sarandi – PR, com 100 idosos cadastrados no Programa Hiperdia. A seção de saúde mental do questionário Brazil Old Age Schedule (BOAS) foi usada. Os testes Mann-Whitney e Qui-quadrado foram empregados para analisar a associação entre sintomas de depressão e características sociodemográficas e estado nutricional. Resultados: A maioria dos idosos era do sexo feminino (82,0%). A prevalência de sintomas depressivos foi de 30,0%, dos quais 20,0% classificados como depressão maior. Os sintomas depressivos foram mais frequentes nas mulheres (31,7%); em idosos com 80 anos e mais (33,3%); sem nenhuma escolaridade (39,1%), que moravam só (43,7%) e que apresentavam baixo peso (33,3%) ou obesidade (32,5%). Conclusão: As equipes da estratégia saúde da família devem estar atentas para a presença de sintomas depressivos em idosos, sobretudo aqueles que pertencem aos grupos de convivência já instalados.
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Depressão e sintomas depressivos em idosos de baixa renda em São Paulo: prevalência,...

Depressão e sintomas depressivos em idosos de baixa renda em São Paulo: prevalência,...

Os estudos têm mostrado que incapacidade, independente da definição e da forma como é avaliada, é o fator de risco mais consistente para depressão em idosos 10,21,25,48 . Assim, num estudo conduzido no Canadá com idosos de 65 anos ou mais da comunidade, foi perguntado aos participantes o quanto seus problemas de saúde limitam suas atividades: nada, pouco ou muito. Os autores encontraram associação direta linear, tipo dose-resposta, entre grau de limitação decorrente de problemas de saúde e ambos os tipos de depressão estudados: depressão maior e depressão menor, de acordo com os critérios do DSM-IV 21 . Essa associação foi mantida mesmo após ajuste para os demais fatores de risco, sendo que os idosos que relataram grande limitação em decorrência de problemas de saúde tinham uma prevalência de depressão maior ou menor pelo menos cinco vezes a prevalência de depressão encontrada nos controles 21 .
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Prevalência e determinantes de sintomas depressivos em idosos atendidos na atenção primária de saúde

Prevalência e determinantes de sintomas depressivos em idosos atendidos na atenção primária de saúde

Ainda considerando a escala em questão, salienta- mos que ela é de fácil e rápida aplicação e pode ser uti- lizada em indivíduos com alterações clínicas, com defi cit cognitivo leve e de baixa escolaridade. Sua versão comple- ta apresenta trinta questões; já sua versão abreviada con- siste de quinze questões, com alternativas de resposta sim e não, em que escores inferiores a cinco são considerados normais, de cinco a dez indicam depressão leve a mode- rada e, acima de dez, depressão grave, avaliando sintomas afetivos e de comportamento, com pouca ênfase em sin- tomas somáticos. Não é necessário formação médica do entrevistador, podendo até ser autoaplicável (7-9) .
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