Top PDF Produção e germinação de sementes de "capim dourado", Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

Produção e germinação de sementes de "capim dourado", Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

Produção e germinação de sementes de "capim dourado", Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

RESUMO – (Produção e germinação de sementes de “capim dourado”, Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae): implicações para o manejo). A venda de artesanato feito com escapos de S. nitens é uma importante fonte de renda na região do Jalapão, TO. Conhecer a época de produção e dispersão das sementes, bem como seu potencial germinativo, é essencial para propor formas de manejo que garantam a sustentabilidade econômica e ecológica deste extrativismo. Com o intuito de caracterizar a época de produção de sementes foram coletados capítulos entre agosto e dezembro/2003. Foram realizados experimentos de germinação em câmara a 22-30 ºC, sob foto e termoperíodo de 12 horas, e também em condições de escuro. Caracterizou-se também a germinação em condições de hipóxia (imersão em água) e acidez (pH 4 e 5). A produção de sementes iniciou-se em setembro e a maior parte da dispersão ocorreu entre outubro e novembro. A germinação das sementes coletadas entre setembro e outubro foi de 92 ± 7% (média ± DP), sementes coletadas a partir de novembro tiveram germinação significativamente menor. A acidez e a hipóxia não afetaram negativamente a germinação em relação ao controle. As sementes são fotoblásticas positivas e mantêm a germinação após congelamento a -20 ºC. A colheita de escapos após a frutificação (a partir do final de setembro) e a dispersão manual das sementes pelos próprios extrativistas no momento da colheita são estratégias importantes para o manejo da espécie e não prejudicam a atividade artesanal que está focada nos escapos e não nas flores, como ocorre para outras sempre-vivas.
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Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo.

(Efeitos de altas temperaturas na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens (Bong.) Ruhland, Eriocaulaceae): implicações para o manejo). Este estudo teve por objetivo investigar potenciais efeitos do fogo na germinação de sementes de capim-dourado (Syngonanthus nitens) (Bong.) Ruhland (Eriocaulaceae). Sementes co- letadas na região do Jalapão, Tocantins, foram submetidas a choques de temperaturas de 60°, 100 °C, 150 °C e 200 °C durante 1, 3 e 5 minutos. Foram feitas 5 réplicas, com 20 sementes para cada tratamento, e controle. As sementes foram dispostas em placas de Petri e em câmaras de germinação a 28 °C, fotoperíodo 12h/12h, por 40 dias. As taxas de germinação das sementes foram analisadas por meio de ANOVA com teste de aleatorização. A maioria dos trata- mentos resultou em altas taxas de germinação (>85%), exceto 200°C/3’ (50%) e 200°C/5’, que apresentou uma queda signifi cativa (4,5%, P<0,05). Os resultados obtidos indicam que as sementes de S. nitens não são estimuladas nem mortas por altas temperaturas, exceto quando combinados temperatura e tempos de exposição extremos (200°C/5’). A passagem do fogo é muito rápida durante queimadas nos campos úmidos, onde S. nitens ocorre e as temperaturas frequentemente não atingem os 150 °C. Nessas condições, estes resultados indicam que as sementes de S. nitens potencialmente sobrevivem à passagem do fogo na maioria das queimadas. Esta informação é de utilidade imediata para o manejo desta espécie de alto valor comercial.
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LEVANTAMENTO DA PRODUTIVIDADE E PRODUÇÃO DE CAPIM DOURADO (Syngonanthus nitens) E SUA RELAÇÃO COM VARIÁVEIS MORFOPEDOLÓGICAS NOS CAMPOS LIMPOS ÚMIDOS NA REGIÃO DO JALAPÃO, TOCANTINS

LEVANTAMENTO DA PRODUTIVIDADE E PRODUÇÃO DE CAPIM DOURADO (Syngonanthus nitens) E SUA RELAÇÃO COM VARIÁVEIS MORFOPEDOLÓGICAS NOS CAMPOS LIMPOS ÚMIDOS NA REGIÃO DO JALAPÃO, TOCANTINS

A atividade extrativista de CD é conduzida principalmente pelas comunidades tradicionais da Mumbuca e Prata. Entretanto, uma demanda crescente da população urbana, representada principalmente pelas cidades de Mateiros, Ponte Alta do Tocantins e São Félix, tem incrementado o extrativismo da espécie. Na região, existem mais de quinze associações de artesanato e extrativismo de CD, com aproximadamente seiscentos artesãos cadastrados (SCHMIDT, 2005; SCHMIDT et al., 2007). Hoje, são dezessete associações cadastradas no Órgão Estadual do Meio Ambiente - Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). No entanto, o extrativismo de CD gera conflitos ambientais, uma vez que a sua coleta também é feita no interior do Parque e tem, como manejo da espécie, a utilização do fogo. Esse conflito entre área de proteção integral e exploração de CD vem ocorrendo desde a criação da Unidade, em 2001, uma vez que ela foi estabelecida e grande parte das propriedades rurais ainda não foi desapropriada. Esse cenário frágil, aliado à atividade turística e à exploração extrativista de CD na região, sugere riscos de degradação ambiental e perda de informações ecológicas ainda não conhecidas ou quantificadas.
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Época de maturação, dispersão, colheita e qualidade fisiológica de sementes de sempre-viva (Syngonanthus elegans (Bong.) Ruhland).

Época de maturação, dispersão, colheita e qualidade fisiológica de sementes de sempre-viva (Syngonanthus elegans (Bong.) Ruhland).

Informações como o período de produção e dispersão das sementes são importantes para o conhecimento do hábito dessa espécie e servem de base para o desenvolvimento de estratégias de manejo e multiplicação. Programas de colheita planejada deverão ser implementados de forma que não sejam colhidas todas as plantas nas áreas de ocorrência natural, permitindo o repovoamento pelas remanescentes. É essencial a orientação dos colhedores para a necessidade de dispersão das sementes e que, para isso, as plantas podem e devem ser colhidas mais tardiamente e com os capítulos totalmente abertos. Para áreas com o objetivo de multiplicação deverá ser observada e monitorada a época de colheita visando a obter sementes em maior volume e com maior qualidade fisiológica.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

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Avaliação da liberação, permeação e retenção na mucosa vaginal in vitro de formulação proposta para o tratamento da candidíase vaginal

Avaliação da liberação, permeação e retenção na mucosa vaginal in vitro de formulação proposta para o tratamento da candidíase vaginal

A atividade anti-candidiase foi testada através do tratamento de ratas fêmeas infectadas por C. albicans. Foram utilizados grupos de 6 animais: grupo controle (não infectados), grupo controle de infecção (infectados e não tratados), grupo controle positivo (infectados e tratados com antifúngico), grupos controle veiculo (infectados e tratados com creme base) e grupos tratamentos (tratados com creme contendo o extrato). O creme foi preparado nas seguintes concentrações de extrato: 0,5, 1,0 e 2,0%. Os grupos tratados receberam o creme vaginal duas vezes por dia, por oito dias. No 4º dia após o início do tratamento, observou-se redução significativa da infecção dos grupos tratados, comparado aos grupos controle da infecção e veículo. No 8º dia, os grupos tratados com creme apresentaram redução total da carga fúngica, em todas as concentrações de extrato, comprovando assim a atividade anti-candidíase do extrato de escapos de Syngonanthus nitens.
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O CURSO EXTRAPOLANDO - DISCUTINDO A AÇÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DOS LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM DE JUIZ DE FORA

O CURSO EXTRAPOLANDO - DISCUTINDO A AÇÃO DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DOS LABORATÓRIOS DE APRENDIZAGEM DE JUIZ DE FORA

Com o apoio de Gatti (2009), demonstramos que houve uma mudança de paradigma nas concepções sobre formação continuada, que deixaram de serem vistas como espaço de capacitação dos professores, em que eles eram apresentados a conhecimentos estanques, que deveriam ser repassados aos alunos. Hoje, as trajetórias profissionais dos professores participantes de uma formação continuada, assim como os seus conhecimentos prévios, servem como suporte para a formação dos professores. Nas palavras da autora citada “as representações, atitudes, motivação dos professores passam a serem vistas como fatores de capital importância a se considerar na implementação de mudanças e na produção de inovações na prática educativa ”. Assim, ele se torna um lugar em que eles podem se posicionar e aprender caminhos alternativos para os desafios da sala de aula.
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RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

RAMON DOS REIS FREITAS PROTOCOLOS DE GESTÃO NO CONTEXTO ESCOLAR: O USO DE FERRAMENTAS PARA APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS DAS AVALIAÇÕES EXTERNAS

Eles (SEE) mandaram para a gente como que eles fizeram discussão das análises dos resultados, pensando na ideia de avaliação interna. São os quatro eixos que você vai ver na úl[r]

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Qualidade sanitária e germinação de sementes de Pterogyne nitens Tull. (Leguminosae - Caesalpinioideae).

Qualidade sanitária e germinação de sementes de Pterogyne nitens Tull. (Leguminosae - Caesalpinioideae).

Nas regiões tropicais, a umidade e a temperatura elevadas são favoráveis ao crescimento e desenvolvimento de patógenos, fazendo com que sementes das espécies nativas dessas regiões tornem-se vulneráveis ao ataque dos mesmos. Para a maioria das espécies florestais nativas, existem poucas informações sobre a ocorrência de fungos potencialmente patogênicos, tanto internos quanto externamente às sementes. Os fungos que atacam as sementes de espécies florestais não têm recebido a devida atenção ao longo dos anos; conseqüentemente, há desconhecimento sobre os mecanismos de transmissão, método de penetração na semente, modos de ação e danos causados pelos mesmos (Homechin et al., 1986; Singh, 1997), bem como sobre as perdas econômicas devido à presença de patógenos nas sementes (Carneiro, 1987). Contudo, alguns trabalhos têm sido realizados visando determinar quais patógenos causam danos às sementes ou às plântulas. Em baru (Dipteryx alata), Santos et al. (1997) observaram a presença dos fungos Aspergillus niger, A. flavus, Chaetomium sp., Fusarium oxysporum, Fusarium sp., Phomopsis sp., Penicillium sp., Pestalotia sp., Rhizopus sp. e Trichoderma sp., sendo que o Phomopsis sp. causou maiores perdas na germinação. Em angico-vermelho (Anadenanthara macrocarpa) foram detectados os fungos Colletotrichum gloeosporioides, F. lateritium, F. semicetum, Pestalotiopsis sp. e Phomopsis dalbergiaie, os quais causam podridão da semente e da raiz primária, reduzindo a altura e o número de plântulas (Dhingra et al., 2002).
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A Viagem das Sementes

A Viagem das Sementes

Vê-se portanto que, a partir de 1920, o trabalho de melhoramento foi ficando cada vez mais especializado, levando à consolidação de uma rede de pequenas empresas de sementes familiares, ainda bastante apoiadas e dependentes das instituições públicas de pesquisa. Mas a partir dos anos setenta, com a consolidação do processo de industrialização da agricultura, uma onda de aquisição de pequenas empresas de sementes tomou conta da Europa e dos EUA. Não apenas as empresas familiares centenárias deixaram de existir. Em 1987, o renomado Instituto de Melhoramento de Plantas de Cambridge (PBI), na Inglaterra, foi vendido pelo Governo Inglês à multinacional holandesa Unilever, empresa do setor de alimentos e que também atua no ramo de produtos de higiene pessoal e de limpeza da casa. Em 1998, a Unilever vendeu o PBI para a Monsanto.
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O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

O PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO E O RENDIMENTO EDUCACIONAL¹

Interessa em primeiro lugar reiterar o argu- mento que já vem sendo discutido ao longo dos últimos anos: a reprovação é uma produção so- cial. Não é um mero instrumento pedagógico. Cumpre papéis sociais e políticos. Em variadas situações alicerça historicamente a relação entre professores e alunos, com suas respectivas in- serções e posições (contraditórias) de classe. A ameaça de nota ruim em cada “prova”, e even- tual reprovação, tornou-se uma forma corrente de “esperar” a autoaprendizagem num ambien- te escolar que sempre foi pouco desenvolvido pedagogicamente, reproduzindo sua herança do Ratio Studiorum. Fomos e somos educados numa cultura escolar que não só naturaliza, mas valoriza a repetência. As relações entre alunos, professores, pais e gestão tem na repetência um elemento que se fez central em seu diálogo. Nos- sa estrutura de formação de professores e nossa tradição acadêmica acabam por reproduzir este funcionamento, ainda sob o argumento da res- ponsabilização, ou “culpabilização”, externa (po- breza, famílias, políticas, “sistema”...).
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ENILDO BELTRÃO DE OLIVEIRA O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PEDAGÓGICA, DEMOCRÁTICA E DE PARTICIPAÇÃO PARA UMA ESCOLA ESTADUAL DO AMAZONAS

ENILDO BELTRÃO DE OLIVEIRA O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO PEDAGÓGICA, DEMOCRÁTICA E DE PARTICIPAÇÃO PARA UMA ESCOLA ESTADUAL DO AMAZONAS

Optamos por escolher o tema gestão democrática a partir do PPP, primeiramente, porque a escola ainda não o possui, e, também, por considerarmos esse documento institucional u[r]

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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Não obstante a reconhecida necessidade desses serviços, tem-se observado graves falhas na gestão dos contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada, bem com[r]

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A percepção das comunidades extrativistas e artesanais do CE (Corredor Ecológico) Jalapão a sustentabilidade da exploração do capim dourado (syngonantus nitens)

A percepção das comunidades extrativistas e artesanais do CE (Corredor Ecológico) Jalapão a sustentabilidade da exploração do capim dourado (syngonantus nitens)

Uma situação extremamente preocupante na região é a questão das queimadas descontroladas que se apresentam de forma muito freqüente. Como o fogo é bastante utilizado para fazer rebrotar o pasto, fazer roça e, também para manejar as áreas de colheita de capim dourado, já que muitos moradores afirmam que as cinzas adubam o solo e estimula o crescimento das plantas, essa prática tem gerado sérios riscos às áreas naturais do Jalapão, causando grandes incêndios quando usado sem as devidas recomendações. Os prejuízos são relacionados à exposição do solo ao sol que reduz os seus nutrientes e enfraquece as plantas, muitas vezes o fogo se espalha pelo Cerrado queimando as veredas, as matas, atingindo córregos e nascentes. Uma vez destruída a vegetação facilita a queda de barrancos, os rios acabam sendo assoreados, os brejos secam e as nascentes morem, comprometendo assim o abastecimento de água. Portanto é indispensável seguir algumas orientações antes de se queimar essas áreas, tais como: tentar juntar o maior número de pessoas possível organizando um mutirão; verificar se existem brigadas de incêndio no município que possam auxiliar a queimada; fazer aceiros ao redor da área que se pretende queimar; as queimadas devem ser realizadas em horários de menor calor e menos vento, preferencialmente ao final da tarde; a utilização de roupas adequadas como luvas e botas, bem como o uso de abafadores de fogo; as pessoas devem ser distribuídas ao redor da área em que vai ser queimada; queimar por partes e sempre contra o vento, lembrando que no momento em que o fogo avançar sobre um lado da área deve-se fazer o contra fogo, ateando fogo do outro lado; e, finalmente sempre que possível solicitar ao IBAMA e ao Naturatins treinamento e equipamento para fazer a queimada controlada. Essas recomendações foram propostas pelo IBAMA por meio da política de prevenção ao fogo adotada pelo PREVFOGO.
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Competências Nucleares e Níveis de Desempenho

Competências Nucleares e Níveis de Desempenho

A caminhada em direcção à mestria das cinco competências nucleares inicia-se muito antes da entrada na escola. Com efeito, aos seis anos de idade, a criança possui uma mestria verbal que lhe permite expressar-se oralmente com desenvoltura e interagir adequadamente com qualquer interlocutor falante da mesma língua. Por outro lado, revela sensibilidade a eventuais erros articulatórios na sua própria produção ou na produção alheia e uma especial apetência por jogos de palavras e sílabas (invenções e rimas). Tal sensibilidade é um indicador claro do desabrochar da consciência linguística, motor do conhecimento explícito e a grande ponte de ligação entre o oral e o escrito. Simultaneamen- te, se nos anos que precedem a entrada na escola for proporcio- nado à criança um contacto regular com materiais de leitura e escrita, é possível detectar um conjunto de manifestações preco- ces de conhecimento e interesse pela linguagem escrita.
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O conceito de progressão adquire uma grande importância

O conceito de progressão adquire uma grande importância

para cada resultado esperado estabelecer a progressão descritores que contribuem para que esse resultado atingido.... competências exigidas pela sociedade do momento sejam adq[r]

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A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA O USO DAS TICs NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JUIZ DE FORA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

É importante destacar também que, a formação que se propõem deve ir além da capacitação dos professores para o uso dos LIs (ainda que essa etapa.. seja necessária), possibilitando ao pr[r]

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O camponês como mistificação

O camponês como mistificação

Então, que são os camponeses, conceitualmente falando? Voltando, uma vez mais, aos princípios epistemológicos, os conceitos, as generalizações e os modelos não são a realidade, que é, de fato, infinitamente mais rica. Isso torna sem sentido uma pergunta genérica, tal como: “Os camponeses são um modo de produção, ou uma economia, ou uma classe?”, pois esses conceitos não são mutuamente excludentes, nem intercambiáveis; as luzes que trazem podem ser tomadas. Os conceitos são instrumentos de análise; sua utilidade e utilização estão sujeitas às perguntas feitas, às maneiras como estas se relacionam aos esquemas de questionamento teórico mais gerais e a seu esclarecimento da realidade. Nenhuma dessas conceituações pode ser total, exceto aquelas que são tautológicas e/ou triviais. Além disso, tal afirmação não constitui defesa de um ecletismo de princípios, pois a hierarquia de importância é central e pressuposta, e diferentes conceitos mostram diferentes medidas de esclarecimento (ou nenhuma que seja), especialmente quando a pergunta está determinada. São portanto a maneira de utilizar o conceito e seus resultados heurísticos o que é central em nosso caso, isto é, discussão sobre um debate atual dentro de um quadro de referência de análise claramente marxista.
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