Top PDF Própolis vermelha na angiogênese em bolsa jugal de hamster submetidos a implante de esponja

Própolis vermelha na angiogênese em bolsa jugal de hamster submetidos a implante de esponja

Própolis vermelha na angiogênese em bolsa jugal de hamster submetidos a implante de esponja

existentes. É um processo que pode ocorrer de forma patológica, atuando na progressão de diversas doenças inflamatórias como, por exemplo: psoríase, endometriose, entre outras. Neste trabalho objetivou se avaliar os efeitos da própolis vermelha na angiogênese em modelo de implante de esponja em bolsa jugal de hamster. Foram utilizados 48 animais divididos em 8 grupos. Os grupos I, II, III e IV (própolis vermelha 100 mg/5 ml/kg – celecoxibe 20 mg/kg– goma arábica 1% AP5 ml/kg –água 5 ml/kg, respectivamente) receberam as substâncias por 15 dias antes e 10 dias a partir do implante da esponja. Os grupos V, VI, VII e VIII (própolis vermelha 100 mg/5 ml/kg – celecoxibe 20 mg/kg– goma arábica PA 1% 5 ml/kg –água 5 ml/kg, respectivamente) foram tratados por 10 dias a partir do implante da esponja. A angiogênese foi avaliada por meio da determinação da área vascular média (AVM) em pixels (px) e em termos percentuais (%). No estudo dos grupos I, II, III e IV não foram verificadas diferenças estatísticas significantes entre os grupos nem para valores AVM (px) (F = 2,6712; p = 0,0752) e nem para valores AVM (%) (F = 2,6711; p = 0,0752). No estudo dos grupos V, VI, VII e VIII não foram verificadas diferenças estatísticas significantes entre os grupos nem para valores AVM (px) (F = 0,6255; p = 0, 6069) e nem para valores AVM (%) (F = 0,6255; p = 0,6069) e não foram encontradas diferenças estatísticas significantes entre os grupos experimentais e seus controles. Na análise da inflamação (qualitativa), ocorreu redução de mastócitos no grupo I em relação ao grupo IV (controle) com diferença estatística significante (p = 0,013). Na análise quantitativa, ocorreu redução no número de vasos sanguíneos no grupo I em relação ao grupo IV(controle) com diferença estatística significante (p = 0,007); ocorreu aumento no número de macrófagos do grupo I em relação aos demais grupos (II, III e IV) com diferença estatística significante (p = 0,001). A própolis vermelha inibiu a angiogênese quando administrada prévia e continuada- mente após o implante. A própolis vermelha possui efeitos imunomodulatórios em células in- flamatórias (mastócitos e macrófagos).
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Própolis vermelha e L-Lisina inibindo angiogênese no Tumor de Walker em modelo de bolsa jugal de hamster

Própolis vermelha e L-Lisina inibindo angiogênese no Tumor de Walker em modelo de bolsa jugal de hamster

A confirmação de que a L-lisina pode estimular a angiogênese seria de grande valor terapêutico, no tratamento de doenças dependentes da neovascularização, como úlceras pépticas e isquemia do miocárdio. Além disso, há poucos estudos sobre sua ação na proteção de genotoxicidade e na promoção da carcinogênese. Em estudo da densidade microvascular de tumores de ratos que receberam carcinógeno BBN e L-lisina (40 semanas desde o início da administração do carcinógeno), a L-lisina estimulou a angiogênese (DORNELAS et al., 2012a). A L- lisina também promoveu a carcinogênese induzida pelo BBN, com tumores mais invasivos e maior multiplicidade de tumores (DORNELAS et al., 2012b). Além disso, a L-lisina protegeu contra genotoxicidade quando administrada concomitantemente com o BBN e reverteu o efeito genotóxico do BBN quando administrada semanas após o carcinógeno (DORNELAS et al., 2014). Pacientes portadores de câncer precisam ser orientados a diminuir a ingesta de L-lisina na alimentação, bem como alimentos ricos em L-lisina, como trigo e o milho, carnes, caso isso seja confirmado.
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Própolis vermelha e L-lisina na angiogênese e no crescimento tumoral em novo modelo de bolsa jugal de hamster inoculada com células de tumor de Walker 256

Própolis vermelha e L-lisina na angiogênese e no crescimento tumoral em novo modelo de bolsa jugal de hamster inoculada com células de tumor de Walker 256

The study of neovascularization is important in many fields of pathology, especially cancer progression. In this study, we adapted an experimental hamster pouch model to the study of tumor-induced angiogenesis. Initially, we conducted a pilot study to determine the minimum number of Walker tumor cells required for tumor growth. Care was taken to avoid accidents, such as leaking of tumor cell suspension and inoculation in the vicinity of muscle fibers, and animals with inadequate inoculation (a natural consequence of the learning curve) were excluded from the analysis. The tumor take rate in the remaining animals was 100%.
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PRÓPOLIS VERMELHA E L-LISINA INIBINDO ANGIOGÊNESE NO TUMOR DE WALKER EM MODELO DE BOLSA JUGAL DE HAMSTER

PRÓPOLIS VERMELHA E L-LISINA INIBINDO ANGIOGÊNESE NO TUMOR DE WALKER EM MODELO DE BOLSA JUGAL DE HAMSTER

A vascularização desempenha papel importante em muitas áreas de estudo, como aterosclerose, reparo tecidual, desenvolvimento, inflamação, doenças crônicas e, principalmente, no câncer. O estudo da neovascularização aufere cada vez mais atenção dos cientistas e, atualmente, já estão claras muitas das características sobre a regulação do crescimento dos vasos sanguíneos, tanto no desenvolvimento e na fisiologia normal do organismo, como em sua condição patológica. Algumas terapias para induzir ou inibir a angiogênese já foram desenvolvidas, como o bevacizumab, um inibidor do VEGF, e os bloqueadores dos domínios da tirosina-quinase dos receptores na superfície das células vasculares (BIKFALVI, 2017). Nos tecidos tumorais, que contêm células não transformadas e componentes de matriz, em adição às células transformadas tumorais (característica da heterogeneidade tumoral), vários fatores interagem a nível molecular e celular, dentro do que é chamado de microambiente tumoral. Esse microambiente inclui células do sistema imunológico e inflamatórias, células do estroma, bem como as células endoteliais. Em conjunto, essas podem promover o crescimento tumoral em todos os estádios da carcinogênese (BRUNO et al., 2014).
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Efeito da escovação com dentifrício de própolis vermelha brasileira sobre a rugosidade de dentes artificiais.

Efeito da escovação com dentifrício de própolis vermelha brasileira sobre a rugosidade de dentes artificiais.

Este estudo buscou analisar, in vitro, o efeito de um dentifrício comum incorporado com própolis vermelha brasileira (PVB) a 1% sobre a rugosidade superficial de dentes de resina acrílica das PDRs. A PVB demonstra notável atividade antibacteriana e antifúngica comprovada na literatura (SANTOS et al., 2008; FREIRES, ALENCAR E ROSALEN, et al., 2016; RUFATTO et al., 2017; SILVA et al., 2018). A atividade antimicrobiana de frações da PVB foi pesquisada por JUNIOR et al. (2012) os quais verificaram que seu extrato etanólico possui atividade antimicrobiana frente a cepas gram-positivas (100%), gram-negativas (62,5%) e fúngicas (100%). A atividade antifúngica observada frente a Candida albicans torna a PVB uma alternativa interessante para a higienização de PDRs (JUNIOR et al., 2012). Estudos clínicos puderam confirmar as potentes ações antifúngicas e anti-inflamatória da PVB na forma de gel adesivo para o tratamento tópico da estomatite protética (SANTOS et al., 2008) ou na forma de pasta (AL-FAHDAWI, 2015) removendo gradualmente os sinais e sintomas incluindo dor, área de vermelhidão e estomatite relacionada à inflamação.
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Própolis vermelha do litoral de Pernambuco:  Caracterização, Atividade Biológica e Proposta de Gel Vaginal

Própolis vermelha do litoral de Pernambuco: Caracterização, Atividade Biológica e Proposta de Gel Vaginal

A própolis é uma substância balsâmica de origem vegetal, coletada e transportada pelas abelhas dos ramos, flores, brotos, polém e exudatos de árvores, acrescentada de secreção salivar. Tem por objetivo proteger a colméia vedando frestas e inibindo a proliferação microbiana, tornando o interior da colméia tão asséptico quanto uma sala cirúrgica. É composta por uma infinidade de substâncias de acordo com sua origem, época de coleta e características das abelhas, sendo caracterizadas mais de 300 substâncias. É utilizada pelo homem desde a antiguidade por apresentar propriedades terapêuticas como: bactericida, fungicida, virocida, antiinflamatória, imunoestimulante, antioxidante, cicatrizante, dentre outras. As amostras de própolis brasileiras podem ser classificadas em 13 grupos, dos quais o grupo mais estudado é o da própolis verde, mais comum no sudeste e o menos estudado é o grupo da própolis vermelha, que ocorre no litoral nordeste. A ocorrência da própolis vermelha já foi citada na literatura, ocorrendo desde o litoral do Estado da Bahia até o litoral da Paraíba. O presente estudo caracterizou uma amostra de própolis do litoral de Pernambuco do ponto de vista da composição química e das atividades biológicas, bem como realizou o desenvolvimento farmacotécnico de formulações semi-sólidas, para uso vaginal. A caracterização química mostrou como constituintes voláteis majoritários os compostos trans- anetol,  -copaeno e o metil cis-isoeugenol, apresentando atividade tóxica contra Artemia
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Caracterização físico-química e microbiológica de tintura e extratos secos de própolis vermelha de Alagoas

Caracterização físico-química e microbiológica de tintura e extratos secos de própolis vermelha de Alagoas

teores de flavonoides o que não aconteceu com a maioria dos ESPV liofilizados. Estudos reológicos mostraram que ESPV A-SD, ESPV C-SD, ESPV C-LF e ESPV D-LF podem ser utilizados em formas farmacêuticas sólidas, enquanto as demais, devido a pobre fluidez podem ser aplicadas em formas farmacêuticas/alimentícias dispersas. Os estudos de dissolução dos ESPV A-SD e ESPV B-SD apresentaram um modelo de liberação modificada, seguindo um perfil curvilinear, com liberação máxima de 28% em 12 horas de ensaio. Com relação aos marcadores da própolis foi possível identificar os flavonóides, isoflavonas, flavanas, flavonóis e chalconas em extratos de própolis utilizando CLAE-UV em comparação com padrões autênticos e confirmação também foi realizada por meio de espectrometria de massa de alta resolução. A determinação de flavonóides total mostrou concentração de 21,76 mg/100 mg de flavonóides na tintura. Os extractos liofilizados mostraram menor variação em relação ao teor de flavonóides na tintura (20,50-31,61 mg/100 mg), enquanto os extratos secos por pulverização apresentaram uma maior variação no teor de flavonóides (29,99– 40,79mg/100mg). Os CIMs dos extratos secos foram de 135,87-271,74  g/mL para
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Caracterização química e avaliação da atividade biológica da própolis vermelha em células tumorais e não tumorais

Caracterização química e avaliação da atividade biológica da própolis vermelha em células tumorais e não tumorais

80 separação de células tumorais por gel de poliacrilamida bidimensional e espectrometria de massas. Por meio da análise de 9 géis utilizando o programa ImageMaster TM 2D Platinum 7.0, foram identificados os spots de proteínas dos quais 325 foram cortados manualmente e 177 proteínas identificadas. As proteínas identificadas foram relacionadas com diversos processos metabólicos, como produção e conversão de energia, transporte e metabolismo de carboidratos, proteínas do citoesqueleto, proteínas de reparo, entre outros. Contudo, a maior porcentagem ficou classificada dentro do grupo relacionado à modificação pós-traducional, reciclagem de proteínas e chaperonas (letra O na classificação feita pelo KOG). Das proteínas identificadas com expressão diferencial, cinco apresentarm sua expressão reduzida na presença do extrato da própolis (120  g/mL): GRP78, PRDX2, LDHB, VIM, TUBA1A. A proteína GRP78 modula as funções do retículo endoplasmático apresentando propriedades pró-sobrevivência e antiapoptótica (Wang et al., 2009; Chiu et al., 2008). Acredita-se que ela possa interagir na ativação dos componentes da via apoptótica em uma série de moléculas. A proteína PRDX2 possui as funções proliferativa e antiapoptótica, induzindo mudanças carcinogênicas sob tratamento (Noh et al., 2001). LDHB é uma enzima chave que converte o lactato a piruvato e sua expressão reduzida sugere a inibição na atividade proliferativa das células tumorais. A proteína VIM indica diferenciação e agressão celular, tendo sido recentemente indicada como um novo alvo terapêutico (Lahat et al., 2010). A expressão reduzida desta proteína parece estar relacionada com a inibição da proliferação celular tumoral (Nodale et al., 2012). TUBA1A é a principal componente dos microtúbulos, sendo a sua identificação muito importante na pesquisa do câncer. Esta proteína é crucial na divisão celular, que a torna interessante para o design de novas drogas anticancerígenas (Kavallaris, 2010).
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Efeitos da fotobiomodulação associado ao própolis verde na angiogênese, produção e reorganização do colágeno em feridas cutâneas de ratos diabéticos

Efeitos da fotobiomodulação associado ao própolis verde na angiogênese, produção e reorganização do colágeno em feridas cutâneas de ratos diabéticos

No diabetes mellitus (DM) o acúmulo de produtos finais de glicação avançada promove alterações estruturais e bioquímicas nos tecidos, interferindo no retardo do reparo de feridas cutâneas para o surgimento de complicações clínicas, especialmente o retardo no reparo de feridas cutâneas. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da combinação de laserterapia e aplicação tópica de extrato de própolis verde na cicatrização de feridas cutâneas em ratos com DM induzida por estreptozotocina. Ratos machos Wistar (n=90) foram alocados em cinco grupos experimentais de acordo com a indução ou não da DM e da terapêutica empregada nas feridas cutâneas produzidas cirurgicamente: (N) normoglicêmico sem terapia; (C) controle diabético sem terapia; (L) laserterapia (660 nm, 30 mW, 4 J/cm 2 ); (P) administração tópica de própolis verde (extrato alcoólico a 30%); e (LP) terapia combinada de laser e própolis. As aplicações das terapêuticas foram realizadas no momento pós-cirúrgico imediato e diariamente por seis dias. Nos intervalos de 7, 14 e 21 dias, o fechamento da ferida foi avaliado através de imagens digitais da área cirúrgica dos animais, submetidos posteriormente à eutanásia. Cortes histológicos da área de cicatrização foram corados com Picrosirius red para análise quantitativa da área ocupada e do padrão de organização do colágeno sob microscopia de luz polarizada e fluorescência; e com Azul de Toluidina para contagem de mastócitos intactos e em degranulação. A densidade vascular e número de miofibroblastos foram avaliados pela expressão imunoistoquímica de CD105 e α-actina de músculo liso (α- SMA), respectivamente. Os dados demonstram que os grupos tratados (L, P e LP) exibiram uma contração acelerada da ferida cirúrgica (p<0,05) e um índice de colagenização mais elevado (p<0,05), tanto por microscopia de luz
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Estudo da ação antibacteriana do extrato hidroalcoólico de própolis vermelha sobre Enterococcus faecalis.

Estudo da ação antibacteriana do extrato hidroalcoólico de própolis vermelha sobre Enterococcus faecalis.

Os resultados obtidos nas análises de caracterização sensorial da própolis vermelha estudada indicam que a amostra apresentou aroma balsâmico característico, cor vermelha intensa e consistência rígida à temperatura ambiente, sendo observada ausência de substâncias estranhas na amostra ou qualquer evidência de abelhas, madeira e vegetais. Quanto à caracterização físico-química, apresentou granulação heterogênea, com fragmentos grandes. Os resultados das análises de teor de cinzas, perda por dessecação, teor de lavonoides e rendimento da própolis do extrato hidroalcoólico podem ser observados na Tabela 1 , na qual se veriica que os valores obtidos estão de acordo com os valores de referência da legislação vigente.
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Avaliação da atividade biológica de frações obtidas da própolis vermelha em cultivo celular

Avaliação da atividade biológica de frações obtidas da própolis vermelha em cultivo celular

A própolis apresenta um amplo espectro de atividades biológicas, tendo um grande potencial para a descoberta de novos fármacos a partir de sua composição química complexa. Até o presente, mais de 300 compostos químicos diferentes já foram reportados para amostras de própolis provenientes de diversas regiões (Huang et al., 2014; Anexo I). Nesse contexto, a produção de extratos brutos tem como consequência direta a geração de extratos com uma grande mistura de compostos químicos diferentes. Técnicas simples de extração, entretanto, não são capazes de produzir extratos com compostos isolados ou frações com menor diversidade química (Sarker & Nahar, 2012). A mistura de compostos presentes dentro dos extratos brutos pode produzir efeitos biológicos sobre determinados alvos, porém, alguns compostos ativos podem estar em concentrações extremamente pequenas, produzindo, dessa forma, efeitos que não podem ser mensurados adequadamente (Harvey et al., 2015).
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Avaliação dos efeitos antitumorais da própolis vermelha em células humanas in vitro

Avaliação dos efeitos antitumorais da própolis vermelha em células humanas in vitro

Narigenina, (3S)–Vestitona, (3S)–Ferreirina, entre outras que não haviam sido identificadas na amostra de Sergipe. Cada amostra de própolis possui composições químicas qualitativamente e quantitativamente diferentes de acordo com a localização de procedência. Estes compostos identificados já foram citados por outros autores e alguns são considerados marcadores da própolis vermelha (Lopez et al., 2014). Muitos outros compostos estão presentes nas amostras de própolis, contudo não é possível identificar todos eles, desta forma, neste trabalho, a massa exata, a razão isotópica as vias de fragmentação foram utilizadas para identificar e distinguir o maior número de moléculas possível. O conhecimento do perfil químico das amostras de própolis faz com que seja possível entender melhor suas promissoras propriedades terapêuticas, sendo que esta identificação e caracterização podem ser efetuadas através da espectrometria de massas com ionização por electronspray, considerada uma técnica analítica rápida e confiável para a análise direta de extratos hidroalcoólico de própolis (Buriol et al., 2009).
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Estudo comparativo do uso tópico de própolis verde e vermelha na reparação de feridas em ratos.

Estudo comparativo do uso tópico de própolis verde e vermelha na reparação de feridas em ratos.

é classificada como o 13º tipo de própolis brasileira, desco- berta em colmeias localizadas no caule de arbustos de manguezais, nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia, situados no Nordeste do Brasil. Foi obser- vado que as abelhas coletam o exsudato vermelho da su- perfície dos buracos feitos pelos insetos no tronco de Dalbergia ecastophyllum (L) Taub., conhecida como “rabo- de-bugio”, sendo essa a origem botânica atribuída à própolis vermelha 7 .

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Análise quantitativa de mastócitos na cicatrização de feridas tratadas com membranas de colágeno contendo própolis vermelha

Análise quantitativa de mastócitos na cicatrização de feridas tratadas com membranas de colágeno contendo própolis vermelha

de colágeno sacrificado a los 14 días; G6 - animales tratados con membrana de colágeno contieniendo própolis roja sacrificados en 14 días. Las muestras extraídas se fijaron, se procesaron y se agruparon en parafina, se hicieron cortes histológicos y se tiñeron con azul de toluidina. En el séptimo día, el promedio de la población de mastocitos en G1 total y marginal fue significativamente menor que en el G2 y G3 (p <0,05), pero no hubo diferencias entre los dos últi- mos. En el día catorce, no hubo diferencias estadís- ticamente significativas entre el G4, G5 y G6 ni en el promedio total de mastócitos, ni en las dos regiones estudiadas por separado. Se sugiere que, en ratones, la utilización de membranas de colágeno bioactivos, independiente o no de contener própolis rojo en for- ma de extracto hidroalcohólico 0,1%, puede reducir la degranulación de los mastocitos después de siete días de cicatrización de heridas abiertas, pero no tie- ne efecto sobre la población de esta célula inmuno- competente en etapas finales (14 días) de reparación.
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Desenvolvimento de biofilme comestível enriquecido com própolis vermelha aplicado no revestimento de acerola (Malpighia emarginata)

Desenvolvimento de biofilme comestível enriquecido com própolis vermelha aplicado no revestimento de acerola (Malpighia emarginata)

O presente estudo teve como objetivo o desenvolvimento de biofilme comestível enriquecido com extrato de própolis vermelha em diferentes concentrações (F1, F2 e F3) e avaliação de seu efeito como revestimento de frutos de acerola. Os frutos foram avaliados quanto à perda de massa, acidez total titulável, sólidos solúveis, grau de maturação, pH e vitamina C, ao longo de 15 dias, às temperaturas de 5°C e 25°C. Os frutos revestidos foram comparados com os frutos in natura e frutos revestidos com cera de carnaúba. F2 proporcionou melhores resultados para perda de massa (10,26%), acidez total titulável (1,77%) e pH (3,70); F3 proporcionou melhores resultados para sólidos solúveis (8,37°Brix) e grau de maturação (4,78); já F1 proporcionou o melhor resultado para vitamina C (865,25 mg de ácido ascórbico/100g de polpa). À temperatura de 5°C, os frutos apresentaram resultados melhores quando comparados aos armazenados a 25°C. Conclui-se que o uso do biofilme, aliado à refrigeração, proporcionou retardo nas reações de degradação da acerola, possibilitando maior vida útil pós colheita.
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Investigação in vitro do potencial citotóxico e genotóxico do extrato da própolis vermelha do Estado de Pernambuco

Investigação in vitro do potencial citotóxico e genotóxico do extrato da própolis vermelha do Estado de Pernambuco

Frión-Herrera et al. (2017) analisaram a própolis vermelha de Cuba (PC) (de mesma origem botânica (Dalbergia ecastophyllum) que a própolis vermelha de Pernambuco) e compararam com a própolis verde brasileira (PB) (tendo como origem botânica a espécie Baccharis dracunculifolia) sobre células do carcinoma humano da laringe (Hep-2). Os autores descreveram um poder citotóxico cerca de 3x maior para a PC (nas concentrações de 50 e 100 µg/mL) quando comparado com a PB, ambos os extratos aumentaram drasticamente a expressão gênica de TP53, CASP3, BAX e P21, reforçando a hipótese de que os efeitos da própolis, ao regular a expressão gênica e / ou a modulação de produtos gênicos, podem estar relacionados à sua composição química, a qual é altamente dependente da flora onde a própolis foi coletada.
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Desenvolvimento e avaliação in vitro da atividade cicatrizante de membranas poliméricas incorporadas com própolis vermelha

Desenvolvimento e avaliação in vitro da atividade cicatrizante de membranas poliméricas incorporadas com própolis vermelha

As lesões cutâneas são processos altamente complexos e dinâmicos que envolvem fenômenos bioquímicos e fisiológicos. As lesões cutâneas representam um grande desafio para os profissionais de saúde, com necessidade de desenvolver recursos mais acessíveis, eficientes e rentáveis no tratamento de feridas. Um dos principais desafios é a substituição de tecidos lesados do corpo por biopolímeros biocompatíveis, conhecidos por possuírem propriedades curativas e serem abundantes na natureza, tornando seu uso atrativo para a confecção de curativos para lesões cutâneas. A inclusão de agentes terapêuticos de origem natural em bases poliméricas surge como uma alternativa para o tratamento de feridas. Nesse contexto, destacamos a própolis vermelha, com variadas e importantes atividades biológicas. Neste estudo, procuramos desenvolver membranas biopoliméricas enriquecidas com o extrato etanólico da própolis vermelha (EEPV) e avaliar sua atividade cicatrizante in vitro. Membranas biopoliméricas de carboximetilcelulose (CMC)-pectina foram obtidas com inclusão de EEPV, em uma concentração de 10%. A adição de EERP na mistura de polímeros foi considerada satisfatória. Não houve alterações na aparência, com exceção da cor, típica da própolis vermelha, na morfologia das membranas, capacidade de absorção de fluidos e resultou em alta eficiência de incorporação e controle cinético apropriado da liberação de flavonóides totais com um platô a 240 min. Os resultados cromatográficos mostraram 6 flavonóides principais: Daidzeína, Pinobanksina, isoliquiritigenina, formononetina, bolusontol e Biochanina. Além disso, as formulações apresentaram alto potencial antioxidante in vitro (FRAP- 147,8 mmol de Fe (II) g -1 para EERP; potencial de eliminação de radicais livres de DPPH - IC 50 43,70 g mL -1 ). Para resposta alérgica, foi utilizado o ensaio da β-hexosaminidase, amplamente utilizado para monitorar a degranulação de mastócitos. As membranas desenvolvidas mostraram não ter propriedades alergênicas. Uma boa atividade cicatrizante também foi observada in vitro, pela avaliação da migração de fibroblastos, uma vez que essas membranas apresentaram fechamento acelerado de 20% da ferida. Assim, podemos concluir que as membranas enriquecidas com EERP provaram ser uma ótima opção para o reparo de lesões e podem ser úteis na obtenção de produtos eficientes e de baixo custo, contribuindo para tratamentos de saúde alternativos e complementares.
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Aspectos histológicos, parasitológicos e imunológicos da infecção experimental por Leishmania (Leishmania) major nos modelos murinos de implante de parafina e esponja

Aspectos histológicos, parasitológicos e imunológicos da infecção experimental por Leishmania (Leishmania) major nos modelos murinos de implante de parafina e esponja

Tafuri e colaboradores, em um estudo morfológico, mostraram que as lesões induzidas por L. major foram mais intensas quando associadas a um agente inerte inflamatório: a parafina. Assim, baseado nesse modelo de inflamação crônica induzido pelo implante de um tablete de parafina, descrito por Raso (1976), foi observado que animais resistentes à infecção, C57BL/6, apresentaram maior parasitismo tecidual que animais susceptíveis, Balb/c. (Raso, 1976; Tafuri, Melo et al., 2000). Esses estudos foram também observados por Ferreira (2008), que avaliou o perfil imunológico desses animais no pico do parasitismo observado por Tafuri et al. (2000) aos 21 dias após o implante e infecção experimental por L. major. De fato, Ferreira (2008) relatou um aumento significativo de IL-10 nas cápsulas inflamatórias induzidas pelo implante de parafina nos animais C57BL/6, que coincidiu com o pico de parasitismo tecidual (Ferreira, 2008).
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Perfil de susceptibilidade de Malassezia pachydermatis frente antifúngos alopáticos e extratos de própolis vermelha, verde e marrom

Perfil de susceptibilidade de Malassezia pachydermatis frente antifúngos alopáticos e extratos de própolis vermelha, verde e marrom

dos isolados testados) encontrada foi de 5.3 mg/mL, resultados concordantes com os ensaios realizados para os extratos etanólico e supercrítico da própolis vermelha, pelo presente estudo. Os autores discutem que os valores altos de Concentração Bactericida Mínima (CBM) encontrados para os 34 isolados de Staphylococcus colagulase-positivo testados (21 mg/mL) confirmam a enorme variação do perfil de sensibilidade da espécie. Ensaios anteriores relatam valores inibitórios em S. aureus variando entre 117 µg/mL e 185 mg/mL, o que revela a grande variedade do composto apícola, a depender da sua origem botânica, geográfica, e da metodologia de extração (LONGHINI et al, 2007, CARDOSO et al, 2010). A ação fungistática e fungicida do extrato alcoólico de própolis contra M. pachydermatis foram demonstradas também por Lilenbaum & Barbosa (1994) usando o método de microdiluição em caldo. Os autores encontraram valores de CIM inferiores quando comparados aos estudos de Cardoso et al (2010) e aos resultados encontrados nesta pesquisa, com atividade ao longo de um intervalo de 0,8 - 2,4 mg/mL. Ambos os trabalhos não citam a cor, nem a composição do perfil químico das própolis utilizadas nos testes, o que impede uma melhor análise e correlação desses resultados.
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Atividade de extratos etanólicos e supercríticos de própolis marrom, vermelha e verde sobre Corynebacterium pseudotuberculosis

Atividade de extratos etanólicos e supercríticos de própolis marrom, vermelha e verde sobre Corynebacterium pseudotuberculosis

O uso da SFE em própolis é atraente devido à natureza resinosa deste produto e à presença de compostos lipofílicos que, do ponto de vista qualitativo, apresenta uma composição diferente de moléculas bioativas em comparação com os extratos obtidos por técnicas convencionais (ZORDI et al., 2014). De fato, o estabelecimento de parâmetro de temperatura, pressão e concentração de co-solvente para a extração de própolis, usando dióxido de carbono como fluido supercrítico, tem sido importante para obtenção de compostos com alto valor agregado. Isto é bastante evidenciado no estudo realizado por Machado et al. (2015), após concluírem que a presença do co-solvente no processo SFE, temperatura de 50ºC e pressão a 350 bar tem um aumento significativo na capacidade de extração de compostos fenólicos, flavonoides e atividade antioxidante da própolis verde brasileira.
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