Top PDF Própolis vermelha e L-Lisina inibindo angiogênese no Tumor de Walker em modelo de bolsa jugal de hamster

Própolis vermelha e L-Lisina inibindo angiogênese no Tumor de Walker em modelo de bolsa jugal de hamster

Própolis vermelha e L-Lisina inibindo angiogênese no Tumor de Walker em modelo de bolsa jugal de hamster

A vascularização desempenha papel importante em muitas áreas de estudo, como aterosclerose, reparo tecidual, desenvolvimento, inflamação, doenças crônicas e, principalmente, no câncer. O estudo da neovascularização aufere cada vez mais atenção dos cientistas e, atualmente, já estão claras muitas das características sobre a regulação do crescimento dos vasos sanguíneos, tanto no desenvolvimento e na fisiologia normal do organismo, como em sua condição patológica. Algumas terapias para induzir ou inibir a angiogênese já foram desenvolvidas, como o bevacizumab, um inibidor do VEGF, e os bloqueadores dos domínios da tirosina-quinase dos receptores na superfície das células vasculares (BIKFALVI, 2017). Nos tecidos tumorais, que contêm células não transformadas e componentes de matriz, em adição às células transformadas tumorais (característica da heterogeneidade tumoral), vários fatores interagem a nível molecular e celular, dentro do que é chamado de microambiente tumoral. Esse microambiente inclui células do sistema imunológico e inflamatórias, células do estroma, bem como as células endoteliais. Em conjunto, essas podem promover o crescimento tumoral em todos os estádios da carcinogênese (BRUNO et al., 2014).
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PRÓPOLIS VERMELHA E L-LISINA INIBINDO ANGIOGÊNESE NO TUMOR DE WALKER EM MODELO DE BOLSA JUGAL DE HAMSTER

PRÓPOLIS VERMELHA E L-LISINA INIBINDO ANGIOGÊNESE NO TUMOR DE WALKER EM MODELO DE BOLSA JUGAL DE HAMSTER

Assim também o presente estudo é um modelo animal de bolsa jugal de hamster para estudar angiogênese tumoral. Inicialmente foi necessário estabelecer o modelo tumoral com o carcinossarcoma de Walker, obtendo-se uma quantidade mínima de células tumorais necessárias para o crescimento tumoral. A bolsa jugal, por ter função de armazenamento de alimentos, sofre constantemente estresse mecânico, o que pode influenciar no crescimento tumoral e também na angiogênese, mas isso ocorre igualmente em todos os animais de todos os grupos. A formação de edema no local do inóculo evitou o vazamento do liquido e, assim, garantiu a viabilidade do modelo. Todos esses fatores, bem como a própria genética de cada animal, já que não foram usados animais singênicos, contribuíram para a variação no crescimento tumoral entre os animais. Isso é observado também quando se induz carcinogênese química, em que os animais normalmente exibem diferenças na evolução na formação do tumor e alguns não desenvolvem tumores, embora recebam a mesma dose de carcinógeno injetável.
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Própolis vermelha e L-lisina na angiogênese e no crescimento tumoral em novo modelo de bolsa jugal de hamster inoculada com células de tumor de Walker 256

Própolis vermelha e L-lisina na angiogênese e no crescimento tumoral em novo modelo de bolsa jugal de hamster inoculada com células de tumor de Walker 256

Objetivo: Avaliar o efeito da própolis vermelha e da L-lisina na angiogênese e no crescimento tumoral em novo modelo de bolsa jugal de hamster inoculada com células de tumor de Walker 256. Métodos: O estudo consistiu em dois experimentos com quatro grupos cada (total: 57 hamsters). No experimento 1, os animais foram inoculados com células de tumor de Walker, tendo em seguida administradas as substâncias teste (própolis vermelha 200mg/5mL/kg ou L-lisina 150mg/kg) ou controle (goma arábica 5mL/kg ou água 5mL/kg) por 10 dias. Os animais do experimento 2 receberam própolis vermelha, L-lisina, goma arábica ou água nas mesmas doses, por 33 dias antes do inóculo das células de tumor de Walker, seguido por 10 dias de tratamento com as mesmas substâncias. Baseado em imagens em plano único, foram quantificados a angiogênese (área vascular média), em termos percentuais, e a área (mm 2 ) e o perímetro (mm) do tumor. Resultados: Comparada aos animais que receberam água, a área vascular média, expressa em percentagem, foi significativamente menor nos animais tratados com própolis (p<0,05) e com How to cite this article:
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Efeito da curcumina na angiogênese em modelo experimental de câncer de mama

Efeito da curcumina na angiogênese em modelo experimental de câncer de mama

Este processo ocorre durante o desenvolvimento e remodelação vascular em uma série controlada de eventos que se inicia a partir de capilares pré-existentes no tumor. O tamanho tumoral pode alcançar aproximadamente 1-2 mm 3 , antes de suas demandas metabólicas serem restritas devido ao limite de difusão de oxigênio e nutrientes no local (CARMELIET e JAIN, 2011). De acordo com a sua gravidade, a ausência de oxigênio pode tanto promover apoptose como impedir a morte das células, conduzindo a respostas biológicas que induzem o crescimento tumoral (SADRI e ZHANG, 2013). Assim, para garantir a progressão do tumor, as células neoplásicas modificam seu fenótipo a fim de promover alterações funcionais, estimulando a produção de fatores angiogênicos, os quais se ligam a receptores específicos nas células endoteliais pré-existentes, levando a formação de novos vasos sanguíneos (LEE et al., 2007; YU, MOHAN e NATARAJAN, 2012).
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Avaliação dos efeitos antitumorais da própolis vermelha em células humanas in vitro

Avaliação dos efeitos antitumorais da própolis vermelha em células humanas in vitro

Continuous increases in the rates of tumor diseases have highlighted the need for identification of novel and inexpensive antitumor agents from natural sources. In this study, we investigated the effects of enriched fraction from hydroalcoholic Brazilian red propolis extract against Hep-2 cancer cell line. Initially 201 fractions were arranged in 12 groups according to their chromatographic characteristics (A – L). After an in vitro cell viability screening, J and L were further selected as promising enriched fractions for this study. The chemical characterization was performed by LC - ESI(+) – MS/MS and Biochanin A, Formononetin, and Liquiritigenin compounds were quantified. The hydroalcoholic Brazilian red propolis (HBRP) showed the following values 0.277 ± 0.011, 1.52 ± 0.04 and 1.66 ± 0.03 mg/g, respectively. Through MTT viability assay and morphological changes observed by Giemsa and DAPI staining, the results showed that red propolis inhibited cancer cells growth. Flow cytometry results indicated effects that were partly mediated through programmed cell death as confirmed by externalization of phosphatidylserine, DNA cleaved assay, increase at SUB G1-G0 phase in cell cycle analysis and loss of mitochondrial membrane potential. In conclusion, our results demonstrated that red propolis enriched fractions promoted apoptotic effects in human cancer cells through the mechanisms involving mitochondrial perturbation. Therefore, red propolis fractions contain candidate agents for adjuvant cancer treatment, which further studies should elucidate the comprehensive mechanistic pathways.
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Estudo da ação antibacteriana do extrato hidroalcoólico de própolis vermelha sobre Enterococcus faecalis.

Estudo da ação antibacteriana do extrato hidroalcoólico de própolis vermelha sobre Enterococcus faecalis.

Introdução: A própolis é uma substância resinosa e complexa; produzida pelas abelhas, destaca-se por suas propriedades terapêuticas, como atividade antimicrobiana, anti-inflamatória e cicatrizante. Poucos trabalhos existem sobre a variedade de própolis vermelha, encontrada no Estado de Sergipe. Objetivo: Avaliar a ação antimicrobiana do extrato de própolis vermelha, coletada na região nordeste do Estado de Sergipe, contra cepas de Enterococcus faecalis. Material e método: As amostras de própolis vermelha foram coletadas em Brejo Grande- SE, Brasil, e identificadas segundo suas características sensoriais, a granulometria e requisitos físico-químicos. O teor de flavonoides no extrato seco foi determinado. Soluções de própolis vermelha (EEP) foram preparadas nas concentrações de 1%; 2,5%; 5% e 7,5%. A cepa bacteriana de referência utilizada foi Enterococcus faecalis – ATCC 29212. A atividade antibacteriana foi verificada por meio de testes in vitro (teste de difusão em disco e determinação da concentração bactericida mínima – CBM) e ex vivo (utilizando dentes humanos extraídos). No teste ex vivo, os dentes contaminados foram divididos em três grupos com dez dentes cada. O grupo 1 foi tratado com própolis a 7,5% (concentração determinada no teste CBM); o grupo 2 foi tratado como controle positivo, com solução de hipoclorito de sódio a 2,5%, e o grupo 3 foi utilizado como controle negativo, sendo tratado apenas com solução salina NaCl 0,9%. Resultado: O extrato de própolis promoveu halo de inibição comparado ao da solução de hipoclorito de sódio a 2,5%, variando entre 12 e 16 mm. Não houve crescimento bacteriano após irrigação do conduto radicular com a solução de EEP a 7,5%. Conclusão: A própolis coletada apresentou médio teor de flavonoides (1,8%) e características físico-químicas coerentes com as exigidas pelo Ministério da Agricultura. Na concentração de 7,5% de própolis vermelha, foi observado um maior potencial antibacteriano quando comparado aos demais grupos.
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Papel dos receptores canabinóides em um modelo experimental de angiogênese inflamatória

Papel dos receptores canabinóides em um modelo experimental de angiogênese inflamatória

30 μL/animal, e submetidos a tricotomia e assepsia da região dorsal com álcool iodado. Em seguida, foi feita uma incisão de aproximadamente 1 cm na pele de tal região e, após delicada apartação do tecido subcutâneo, foi introduzido o disco de esponja, previamente lavado em água destilada e submetido a fervura durante 15 minutos. A cânula foi exteriorizada através de um orifício na pele da região cervical, suturada junto à pele e sua extremidade superior ocluída com massa de modelagem. Finalmente, a incisão dorsal foi suturada. Após a cirurgia os animais foram mantidos sob aquecimento artificial até completo restabelecimento de suas funções vitais, sendo mais tarde distribuídos em gaiolas individuais e mantidos no Laboratório de Angiogênese, Departamento de Fisiologia e Biofísica, ICB/UFMG, com livre acesso a ração e água.
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Avaliação da atividade biológica de frações obtidas da própolis vermelha em cultivo celular

Avaliação da atividade biológica de frações obtidas da própolis vermelha em cultivo celular

A própolis apresenta um amplo espectro de atividades biológicas, tendo um grande potencial para a descoberta de novos fármacos a partir de sua composição química complexa. Até o presente, mais de 300 compostos químicos diferentes já foram reportados para amostras de própolis provenientes de diversas regiões (Huang et al., 2014; Anexo I). Nesse contexto, a produção de extratos brutos tem como consequência direta a geração de extratos com uma grande mistura de compostos químicos diferentes. Técnicas simples de extração, entretanto, não são capazes de produzir extratos com compostos isolados ou frações com menor diversidade química (Sarker & Nahar, 2012). A mistura de compostos presentes dentro dos extratos brutos pode produzir efeitos biológicos sobre determinados alvos, porém, alguns compostos ativos podem estar em concentrações extremamente pequenas, produzindo, dessa forma, efeitos que não podem ser mensurados adequadamente (Harvey et al., 2015).
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Síntese biogênica de nanopartículas de prata usando própolis vermelha de Alagoas

Síntese biogênica de nanopartículas de prata usando própolis vermelha de Alagoas

Análise fitoquímica de PVA e de suas frações hexânicas, de acetato de etila e clorofórmica demonstraram a presença de compostos fenólicos, incluindo flavonoides (catequinas, chalconas, auronas, flavonas e flavonóis), além de taninos xantonas e triterpenoides pentacíclicos (MENDONÇA et al., 2015). Através do auxílio da cromatografia gasosa acoplada a espectrômetro de massas, Alencar et al. (2007) conseguiram identificar 20 compostos presentes na PVA, dentre eles, foram identificados pela primeira vez, o metil o- orselinato, metil abietato, 2,4,6-trimetilfenol, homopterocarpina, medicarpina, 4’,7-dimetóxi- 2’-isoflavonol e 7,4’-dihidroisoflavona, dentre os quais os últimos quatro foram encontrados em maior quantidade, que são isoflavonas, que possuem importantes propriedades biológicas e que podem ser úteis como marcadores químicos dessa própolis.
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Obtenção e caracterização de microencapsulados de caseinatos carregados com extrato de própolis vermelha

Obtenção e caracterização de microencapsulados de caseinatos carregados com extrato de própolis vermelha

As técnicas de microencapsulação é uma boa alternativa aplicada na busca de modificar esse tipo de ponto negativo dentro dos produtos naturais, pois permite prevenir, por exemplo, a perda de substâncias por oxidação ou volatilização, além de controlar a liberação de aromas, perda de nutrientes e preservar a cor e o sabor do agente encapsulado. O processo se baseia na incorporação das substâncias bioativas numa matriz que atua como um material de revestimento, obtendo-se micropartículas que, dependendo da necessidade podem apresentar também um controle no tempo de liberação do princípio ativo. É importante salientar que a técnica é normalmente aplicada a produtos que apresentam baixa biodisponibilidade. O que é observado, por exemplo, em substâncias hidrofóbicas e material resinoso como a própolis vermelha (BRASILEIRO, 2011).
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Própolis vermelha de Alagoas como alternativa à monensina em dietas de ovinos em crescimento

Própolis vermelha de Alagoas como alternativa à monensina em dietas de ovinos em crescimento

RESUMO - Objetivou-se avaliar a Própolis Vermelha Alagoana em substituição à monensina sódica sobre os consumos e digestibilidades das dietas; desempenhos produtivos e parâmetros bioquímicos sanguíneos de cordeiros confinados em fase de crescimento. O experimento foi desenvolvido no Núcleo de Produção Animal e Laboratório de Nutrição Animal do Centro de Ciências Agrárias da UFAL. No período correspondente a dezembro de 2014 e fevereiro de 2015. A duração total do confinamento foi de 60 dias, com período de adaptação de 15 dias, e período de coleta de cinco dias. Foram utilizados 24 cordeiros, machos, não castrados, ½ Dorper x ½ Santa Inês, com peso médio de 18,94±1,02 kg, provenientes de um produtor localizado em Floresta – PE, a 400 km de Maceió. A dieta, com relação volumoso:concentrado de 70:30, foi composta por feno moído de Tifton 85 (Cynodon spp) e concentrado. Foram quatro os tratamentos avaliados (N = 6 animais/tratamento): controle, dieta sem aditivo; tratamento PRVe1,5, dieta com adição de 1,5 g de própolis vermelha; tratamento PRVe1,0, dieta com adição de 1,0 g de própolis vermelha; e tratamento MON, dieta com adição de 0,03 g monensina sódica. Os tratamentos foram distribuídos em delineamento inteiramente casualizado e os dados submetidos à análise através do procedimento GLIMMIX do SAS 9.3. Não houve diferença nos consumos de MS (797,2±26,6 g.dia -1 ); PB (127,0±5,2 g.dia -1 ); EE (65,0±2,1 g.dia -1 ); FDN (446,5±15,5 g.dia -1 ); FDA (196,0±7,0 g.dia -1 ); LIG (39,0±1,7 g.dia -1 ) e NDT (627,9±9,1 Mcal.dia -1 ) entre os tratamentos. As digestibilidades aparentes da MS, MO, PB, EE e FDN foram afetadas pelos tratamentos (P<0,10) que, por sua vez, não influenciaram as digestibilidades do FDA (P=0,731). Houve efeito significativo de tratamento para concentração plasmática de ureia (P<0,05), sem que fossem observadas diferenças significativas para glicose, amilase, globulina, proteínas totais, albumina, creatinina, ALT, AST, colesterol, triglicerídeos, HDL, VLDL e LDL (P>0,10). O GPD (92,5±7,5 g.dia -1 ) e CA (8,9±0,5) também não diferiram (P>0,10). Diante da ausência de melhorias produtivas tanto no uso da Própolis Vermelha de Alagoas quanto da monensina, nas condições deste experimento, não é possível recomendar seus usos.
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Desenvolvimento, eficácia clínica e microbiológica de dentifrício incorporado com própolis vermelha brasileira

Desenvolvimento, eficácia clínica e microbiológica de dentifrício incorporado com própolis vermelha brasileira

A própolis é um complexo resinoso com diversas atividades biológicas documentadas na literatura, diversos são os produtos derivados do própolis e a cada dia depósitos de patentes são realizados. A cavidade bucal é bastante complexa, e em indivíduos com fatores retentivos, como pacientes ortodônticos, ocorre um maior acúmulo do biofilme dentário. Objetivou-se realizar um estudo prospectivo de patentes odontológicas sobre própolis. Desenvolver, avaliar in vitro e clínico a eficácia de um dentifríco a base de extrato de própolis vermelha brasileira (PVB). Trata-se de um estudo desenvolvido em três etapas. Na primeira etapa foi realizado um estudo prospectivo de patentes sobre própolis e Odontologia em bancos de propriedade intelectual. Na segunda etapa, verificou-se in vitro a atividade antimicrobiana do extrato e dentrifricio de PVB, e comparou ao dentifrício Parodontax. Cepas de Streptococcus mutans (S.mutans), foram utilizadas e o método de microdiluição em caldo de cultura foi o escolhido. A terceira etapa, trata-se de um ensaio clínico, onde um total de 92 participantes, livres de cárie, foram randomizados em 2 grupos: Grupo I –Dentífricio fluoretado comum e Grupo II – Dentifricio PVB. Cada grupo utilizou os dentifrícios por um período de 28 dias, três vezes diariamente. Exame gengival foi realizado para avaliação do índice de sangramento marginal (ISM) e saliva foi coletada no baseline (T0) e após 28 dias (T28) para contagens de unidades formadoras de colônia (UFC) de bactérias gram-negativas e S.mutans. Os dados de ISM e UFC (log10) foram expressos em forma de média e desvio-padrão, submetidos ao teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov e comparados por meio dos testes de Wilcoxon e Mann-Whitney. Foram encontrados 62 produtos de própolis depositados em bancos de propriedade intelectual no mundo. No estudo in vitro o extrato e dentifrício de própolis mostraram eficácia contra S.mutans até a concentração de 0,3906 ug/mL e o dentifrício Parodontax mostrou atividade antimicrobiana em todas as diluições. Não houve assim diferença entre o extrato de própolis e o dentifrício incorporado com o extrato. Na fase clínica, os dois grupos tiveram redução do ISM estatisticamente significante, não havendo diferença na análise inter-grupo. Durante o período de tratamento o dentifrício de PVB demonstrou melhor atividade clínica e antimicrobiana. Futuros estudos são necessários para identificar melhores efeitos para estabelecer o uso do dentifricio no controle do biofilme dentário.
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Efeito da escovação com dentifrício de própolis vermelha brasileira sobre a rugosidade de dentes artificiais.

Efeito da escovação com dentifrício de própolis vermelha brasileira sobre a rugosidade de dentes artificiais.

Em 2007 o 13º tipo de própolis brasileira foi descrito, a própolis vermelha brasileira (PVB), que possui como origem botânica a Dalbergia ecastophyllum (L) Taub. (Leguminosae), que confere cor vermelha à própolis. As espécies de Dalbergia ecastophyllum são características por suas cores pigmentadas intensas, devido à presença de isoflavanos C30 catiônicos. As abelhas Apis mellifera coletam exsudato vermelho da superfície dos buracos feitos por insetos no tronco da D. ecastophyllum para fabricar a própolis. A PVB pode ser encontrada em colmeias localizadas no caule do manguezal, arbustos e costas marítimas e fluviais nos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia, localizados no nordeste do Brasil. A própolis vermelha do estado de Alagoas obteve recentemente Indicação Geográfica (IG) pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), certificado como o único produtor deste tipo de própolis em todo o mundo (FRANCHIN et al., 2018; FREIRES, DE ALENCAR e ROSALEN, 2016).
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Estudo comparativo do uso tópico de própolis verde e vermelha na reparação de feridas em ratos.

Estudo comparativo do uso tópico de própolis verde e vermelha na reparação de feridas em ratos.

Objetivo: bjetivo: bjetivo: bjetivo: bjetivo: Avaliar a ação cicatrizante de própolis verde e vermelha, correlacionando ao teor de flavonoides Mét Mét Mét Mét Métodos: odos: odos: odos: odos: Foi realizada a quantificação de flavonoides totais dos extratos etanólicos de própolis verde e vermelha para posterior incorporação em pomada base a 20%. Utilizou-se 20 ratos Wistar distribuídos em quatro grupos: solução salina a 0,9% (S), pomada base (B), pomada própolis verde (G), pomada própolis vermelha (R), todos submetidos à confecção de lesões excisivas na região mediana do dorso. Os ratos foram tratados diariamente durante 15 dias. Neste período foram observados peso; temperatura corporal; diâmetro das feridas. Para análise histológica, amostras das feridas foram coletadas. Ao fim do experimento foram realizadas coleta sanguínea e remoção do rim e fígado para análises bioquímica e histológica. R R R Resultados: R esultados: esultados: esultados: esultados: Os teores de flavonoides totais das própolis verde (4,50 %) e vermelha (5,92 %) foram elevados (>2 %), mas, embora a segunda apresente teor maior que a primeira, a evolução da própolis verde, macro e histologicamente, foi melhor na reparação das feridas. Não foram observadas nefro ou hepatotoxicidade, resultado corroborado pelos ensaios bioquímicos (TGP e albumina). A própolis influiu na redução de colesterol total, triglicerídeos e glicemia. Conclusão:
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Análise da expressão imunoistoquímica do fator tecidual no tumor de Wilms e sua relação com angiogênese e aspectos clínicos

Análise da expressão imunoistoquímica do fator tecidual no tumor de Wilms e sua relação com angiogênese e aspectos clínicos

O TW, também conhecido como nefroblastoma ou embrioma renal, é o segundo tumor abdominal sólido da infância em freqüência e afeta principalmente crianças com idades entre um e quatro anos, com uma média de três anos. 36,37 No GCBTTW a idade variou de 15 dias a 22 anos, com uma mediana de 36 meses, média de 44,9 meses e desvio padrão de 36,6 meses. 29,32 Setenta e cinco por cento dos pacientes estão abaixo de cinco anos e 90% abaixo de sete anos ao diagnóstico, sendo o TW raro no recém-nascido e no adulto. 36,37 No GCBTTW os sexos foram igualmente afetados e a raça predominante foi a branca com 66,6%. 32,33,34 Atualmente tem-se dado mais valor às variações de idade entre os sexos, à associação com outras anomalias congênitas e à presença de lesões precursoras do nefroblastoma (p.ex., nefroblastomatose). Dados obtidos da SIOP e do NWTS mostram que pacientes do sexo feminino são em média seis meses mais velhos do que os do sexo masculino e que os de raça negra são significativamente mais velhos do que os da raça branca e os asiáticos. A associação com anomalias congênitas, como hemihipertrofia, aniridia, síndrome de Beckwith-Wiedmann e outras, é útil para identificar formas hereditárias do TW, sendo que o aparecimento do tumor nestes casos é mais precoce do que nos pacientes com tumores isolados. 36,37
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Estudo da angiogênese pelo CD105 e FvW no carcinoma epidermóide oral e sua relação com o estadiamento clínico do tumor

Estudo da angiogênese pelo CD105 e FvW no carcinoma epidermóide oral e sua relação com o estadiamento clínico do tumor

Nesta pesquisa buscou-se avaliar a expressão imunoistoquímica dos anticorpos CD105 e FvW na angiogênese do Carcinoma Epidermóide Oral (CEO), correlacionando-o com o estadiamento clínico pelo sistema TNM, visando uma melhor compreensão do seu comportamento biológico e utilização como indicador de prognóstico. A amostra foi composta por 30 casos de CE, sendo 10 de assoalho bucal, 10 da região retromolar e 10 de língua, além de 10 casos de granuloma piogênico, integrantes do grupo controle. Os resultados desta pesquisa mostraram que as médias da MVC foram correspondentemente mais elevadas no grupo do granuloma piogênico (CD105 = 57,26 vasos e FvW = 39,64) do que no grupo do CE (CD105 = 10,09 e FvW = 12,20) e as diferenças se revelaram estatisticamente significantes entre os grupos para cada um dos biomarcadores angiogênicos (p=0,002 para o CD105 e p<0,001 para o FvW ). O CD105 se mostrou com melhor positividade no granuloma piogênico (média = 57,26 vasos) e, para o CE, o FvW foi o que apresentou maior marcação (média = 12,20 vasos). Com relação ao CE, a faixa etária mais acometida foi entre 51 e 70 anos (n=14; 46,7%), apresentando uma MVC representativa para ambos os marcadores. Não se comprovou diferença estatisticamente significante entre os sexos para nenhum dos marcadores (p=0,967 para o CD105 e p=0,744 para o FvW). A média do CD105 foi bem mais elevada entre os pacientes com estadiamento T3 e T4 (17,13) e menos elevada entre os pacientes com estadiamento N+ (6,36). Quando se avaliou o FvW, a média foi mais elevada no grupo dos pacientes com T1 e T2 (12,23), sendo mais baixa nos pacientes com T3 e T4 (12,10), porém sem diferença estatisticamente significante. Em relação à localização anatômica, comprovou-se diferença estatisticamente significante entre as localizações assoalho bucal e retromolar (p=0,013) para o marcador FvW. Portanto, este estudo sugere que a marcação do CD105 na angiogênese do CEO, ao contrário de outros tipos de neoplasias malignas, pode não estar correlacionada com o prognóstico e agressividade do tumor, enquanto que o FvW se mostrou um anticorpo mais efetivo na marcação desta lesão.
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Caracterização química e avaliação da atividade biológica da própolis vermelha em células tumorais e não tumorais

Caracterização química e avaliação da atividade biológica da própolis vermelha em células tumorais e não tumorais

Cell rescue proteins like heat-shock (Hsps) or Hsp-related are a family of proteins and examples of molecules involved in the degradation or reactivation of damaged molecules and expected to be up-regulated under stress conditions. Hsps are normally found in response to stressful stimuli, including chemotherapeutic agents, and response in carcinogenesis may be related to their activities as chaperones, altering protein expression on tumor cells, especially proteins related to tumor progression and components of the cell cycle (Myung et al., 2004). There are reports, however, indicating down-regulation of some of the members of the heat-shock protein family under stress conditions. Both HSp27 and Hsp70 expressions were reduced in human breast adenocarcinoma adriamycin-resistant and paclitaxel-resistant cell lines in comparison to the parental cell ones (Chuthapisith et al., 2007). HSp27 showed down-regulation in human cells of hepatocarcinoma in response to capsaicin treatment (Baek et al., 2008). We observed that a member of the HSP70 family, the GRP78 protein, was down-regulated in the propolis treated group. It has been previously reported that HSP27 and HSP70 function as antiapoptotic proteins, while HSP60 and HSP10 as proapoptotic (Garrido et al., 2001), which could explain the down-regulation of a member of the HSP70 (GRP78) associated to cytotoxic response of propolis in Hep-2 cells at IC50 levels.
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Avaliação dos efeitos da  por ultrasom associada a agentes antiangiogênicos no tratamento do tumor experimental de Walker

Avaliação dos efeitos da por ultrasom associada a agentes antiangiogênicos no tratamento do tumor experimental de Walker

Tese de doutorado. Autor: Jose Antonio Carlos Otaviano David Morano. Orientador: Manoel Odorico de Moraes. Departamento de Cirurgia, Universidade Federal do Ceará, UFC, 2009. Os métodos tradicionais de tratamento do câncer, como a quimioterapia e a radioterapia, embora sejam eficazes em vários tipos de tumores, encontram freqüentemente populações de células neoplásicas resistentes, além de apresentarem uma baixa margem de segurança para os pacientes. A utilização da hipertermia associada á quimioterapia e/ou radioterapia já se encontra fartamente relatada como vantajosa na literatura especializada, principalmente em pacientes portadores de câncer em estádio avançado, submetidos previamente aos métodos clássicos de tratamento. A aplicação de calor nos tecidos através de ultrassom contínuo torna mais ágil êste procedimento e com eficácia comprovada. O uso dos antiangiogênicos também vem sendo relatado como eficaz na literatura especializada e atualmente, a lista destas substâncias vem aumentando consideravelmente. O estudo da ação da hipertermia associada a alguns agentes antiangiogênicos tem sido sugerida uma vez que os vasos tumorais ao encontrarem-se dilatados, não promoverão a diminuição da temperatura no tecido tumoral e, consequentemente, os efeitos desta associaçào serão mais intensos do que no tecido normal devendo contribuir para a morte celular. Objetiva-se neste trabalho, avaliar o efeito antitumoral e antiangiogênico da hipertermia induzida por US isolada e combinada com etoricoxibe e pegaptanibe,no carcinossarcoma de Walker 256 implantado na tela subcutânea do dorso de ratos por meio de utilização do modelo experimental de hipertermoterapia por US assim como o estudo dos efeitos da hipertermia por US isolada e em combinação com etoricoxibe e pegaptanibe,na angiogênese tumoral.O método utilizado para o estudo teve início com o implante de células de tumor de Walker 256 no dorso de ratos Wistar machos. Os animais foram tratados
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Aspectos farmacológicos e nutricionais do fungo Agaricus sylvaticus no tumor sólido de Walker 256

Aspectos farmacológicos e nutricionais do fungo Agaricus sylvaticus no tumor sólido de Walker 256

Introdução/ Objetivos: A anemia é comumente observada em pacientes com câncer devido principalmente à liberação de mediadores inflamatórios os quais apresentam efeitos hemolíticos e reduzem a absorção de ferro e ao mesmo tempo podem estimular o aumento do número de leucócitos. Anormalidades nos parâmetros bioquímicos são também encontradas devido às alterações no metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos. Devido às propriedades nutricionais e terapêuticas de alguns fungos estes têm sido utilizados como adjuvantes no tratamento do câncer. Objetivo: Avaliar os efeitos da espécie Agaricus sylvaticus sobre os parâmetros hematológicos e bioquímicos de animais inoculados com tumor sólido de Walker 256. Métodos: 80 ratos Wistar machos foram separados em 4 grupos sendo n = 20 em cada. O grupo I não foi inoculado com tumor de Walker 256 e tratado com solução placebo. O grupo II não foi inoculado com tumor sólido de Walker e tratado com solução A. sylvaticus. O grupo III foi inoculado com tumor de Walker e tratado com solução placebo e o grupo IV foi inoculado com tumor de Walker e tratado com solução A. sylvaticus. As soluções foram administradas por gavagem a todos os grupos a cada 12 horas por 12 dias. No 13º dia o sangue foi coletado por punção cardíaca para realização de hemograma e medida das taxas de creatinina, uréia, triglicerídeos, proteína C reativa e glicose em seguida foi realizada eutanásia. Resultados: Resultados estatisticamente significativos foram obtidos para hematócrito, hemoglobina, proteína C reativa, uréia e triglicerídeos quando comparados os animais dos grupos III e IV.Os animais do grupo II não apresentaram diferenças significativas nos parâmetros bioquímicos e hematológicos quando comparados aos animais do grupo I. Conclusão: A melhora dos parâmetros diagnósticos utilizados no presente ensaio indica que o Agaricus sylvaticus utilizado como adjuvante no tratamento do câncer pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
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Própolis vermelha do litoral de Pernambuco:  Caracterização, Atividade Biológica e Proposta de Gel Vaginal

Própolis vermelha do litoral de Pernambuco: Caracterização, Atividade Biológica e Proposta de Gel Vaginal

A própolis é uma substância balsâmica de origem vegetal, coletada e transportada pelas abelhas dos ramos, flores, brotos, polém e exudatos de árvores, acrescentada de secreção salivar. Tem por objetivo proteger a colméia vedando frestas e inibindo a proliferação microbiana, tornando o interior da colméia tão asséptico quanto uma sala cirúrgica. É composta por uma infinidade de substâncias de acordo com sua origem, época de coleta e características das abelhas, sendo caracterizadas mais de 300 substâncias. É utilizada pelo homem desde a antiguidade por apresentar propriedades terapêuticas como: bactericida, fungicida, virocida, antiinflamatória, imunoestimulante, antioxidante, cicatrizante, dentre outras. As amostras de própolis brasileiras podem ser classificadas em 13 grupos, dos quais o grupo mais estudado é o da própolis verde, mais comum no sudeste e o menos estudado é o grupo da própolis vermelha, que ocorre no litoral nordeste. A ocorrência da própolis vermelha já foi citada na literatura, ocorrendo desde o litoral do Estado da Bahia até o litoral da Paraíba. O presente estudo caracterizou uma amostra de própolis do litoral de Pernambuco do ponto de vista da composição química e das atividades biológicas, bem como realizou o desenvolvimento farmacotécnico de formulações semi-sólidas, para uso vaginal. A caracterização química mostrou como constituintes voláteis majoritários os compostos trans- anetol,  -copaeno e o metil cis-isoeugenol, apresentando atividade tóxica contra Artemia
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