Top PDF Uma Proposta do uso da Astrobiologia como motivação para o ensino de Ciências nos ensinos fundamental e médio

Uma Proposta do uso da Astrobiologia como motivação para o ensino de Ciências nos ensinos fundamental e médio

Uma Proposta do uso da Astrobiologia como motivação para o ensino de Ciências nos ensinos fundamental e médio

Na época da Guerra Fria, durante o período que ficou conhecido como corrida espacial, ocorreu uma determinada preocupação com as possíveis lesões que o meio espacial poderiam provocar nos Astronautas. Foi nesse contexto que surgiu a medicina espacial. Anos mais tarde a Nasa entendeu que seria de suma importância realizar investigações para entender os efeitos do ambiente espacial sobre organismos vivos e ao mesmo tempo realizar buscas por vida extraterrestre. Existia o receio de que se houvesse vida fora da Terra ela poderia ser trazida para Terra e causar epidemias catastróficas. Outra preocupação foi a de não contaminar outros Planetas ou corpos celestes com o material orgânico terrestre. Foi nesse sentido que a Nasa decidiu alavancar seus estudos relacionados ao comportamento de organismos vivos em meio espacial e pela procura de vida fora da Terra (DICK, 2009). Foi através dessas preocupações e interesses que surgiu o programa de exobiologia da Nasa. O criador do termo “exobiologia” foi o médico vencedor do prêmio Nobel Joshua Lederberg e criou esse termo para retratar a a busca de vida fora da Terra sob uma perspectiva científica (RODRIGUES et al., 2016a). Por causa da dificuldade das missões espacias pela busca de vida fora da Terra e pelos diversos progressos das pesquisas espaciais a Nasa optou por deixar de usar o termo exobiologia e em benefício do termo Astrobiologia originando uma área de estudo cujo enfoque era no estudo da vida na Terra e no universo. Surgiu , assim, a Astrobiologia como é conhecida hoje (RODRIGUES et al., 2016b). Atualmente a Astrobiologia se dedica a estudar e entender a origem, a evolução, a distribuição e o futuro da vida, na Terra ou fora dela e aborda questões fundamentais, por exemplo: “Qual a origem da vida?”, “Estamos sozinhos no universo?”, e “Qual poderia ser o futuro da humanidade no espaço?” (BLUMBERG, 2003).
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USO DE DESENHOS ANIMADOS NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS: PROPOSTA DE AULA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

USO DE DESENHOS ANIMADOS NA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS: PROPOSTA DE AULA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

Este trabalho busca desenvolver uma proposta com possibilidades formativas e metodologias de ensino baseadas em utilizar trechos de desenhos animados que contemplem os tópicos a serem desenvolvidos em Ciências (9º ano do Ensino Fundamental) abordando a temática: Ondas Eletromagnéticas e que possibilitem, além da motivação dos alunos, a análise crítica das cenas, diferenciando realidade e ficção, ou seja, distinguir as cenas que mostram fatos ou fenômenos que são do ponto de vista físico impossíveis de ocorrer em contraponto ao conceito científico.
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O ensino de ciências nos níveis fundamental e médio da educação de jovens e adultos (EJA) a partir de temáticas de fronteiras: uma proposta interdisciplinar

O ensino de ciências nos níveis fundamental e médio da educação de jovens e adultos (EJA) a partir de temáticas de fronteiras: uma proposta interdisciplinar

caráter interdisciplinar requer muito estudo e compreensão do que é fundamental a ser apresentado. O primeiro ponto é a escolha do tema. O tema escolhido deve ser algo que satisfaça todas as partes envolvidas e que tenha uma relação prática com o cotidiano dos alunos. Para a elaboração de um bom planejamento de aula interdisciplinar, a técnica de realização de mapas conceituais. A temática de fronteira: Movimento é vida, escolhido para esse ensaio, pauta-se no sentido de que dentro de um pensamento mais filosófico, a própria vida é movimento, de que a única coisa constante na vida é a mudança. E a vida é isso. Essa temática foi criada com o objetivo de promover prática interdisciplinar na EJA, visando a desenvolver aprendizagens significativas em relação ao processo ensino-aprendizagem, utilizando-se de leitura, compreensão, produção textual, bem como uso de vídeos estimuladores para o processo ensino aprendizagem. Em relação à temática de fronteira, Movimento é vida, viu-se a possibilidade de interdisciplinar à área de Ciências da Natureza, especificando que, o tema encontra fronteiras em questionamento sobre o conhecimento prévio do tema. Percebe-se que o objetivo de contextualizar e interdisciplinar a área de Ciências da Natureza foi atingido, e os alunos receberam com entusiasmo e estimularam-se, pois, no final, conseguiram costurar o assunto e trabalhar as três áreas de Ciências da Natureza, com sucesso. Notou-se a mudança do uso de linguagem popular por uma linguagem mais científica, como observado no depoimento de alguns alunos. Após observação em sala de aula, notou-se que o uso de uma temática de fronteira tornou a compreensão do assunto mais facilitada, permitindo ao aluno construir um olhar investigativo sobre o mundo real, superando os modelos de aprendizagem que atendem ao padrão tradicional, pautado na exposição de conteúdos de modo
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Propostas de termodinâmica para os ensinos fundamental e médio

Propostas de termodinâmica para os ensinos fundamental e médio

Neste trabalho, propomos a utilização de experimentos relacionados com termodinâmica, como uma ferramenta adicional para uso em sala de aula. Com a proposta de roteiros de práticas para um melhor aproveitamento dos experimentos práticos. Apresentamos também simulações que abordam temas relacionados a termodinâmica, como meio alternativo aos experimentos práticos, pois não se faz necessário levar todo um aparato, que seria necessário em um experimento prático. O trabalho busca definir se ambos podem ser utilizados em conjunto para melhorar o entendimento de conceitos relevantes. Os experimentos servem como um modo de aula alternativo ao modo tradicional, para tentar trazer aos alunos uma aula diferente da qual estão acostumados. Por fim, relatamos uma experiência sobre a aplicação desses experimentos e fizemos questionamento aos alunos acerca de sua preferência, com relação ao tipo de aula que preferem e se os mesmos tinham entendido o que foi explicado nas simulações, além de aplicar exercícios relacionados aos tema. As simulações foram aplicadas em escolas de ensino fundamental.
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O ensino de ciências nos níveis fundamental e médio da educação de jovens e adultos (EJA) a partir de temáticas de fronteiras: uma proposta interdisciplinar

O ensino de ciências nos níveis fundamental e médio da educação de jovens e adultos (EJA) a partir de temáticas de fronteiras: uma proposta interdisciplinar

O processo de ensino pode ser entendido pela combinação de atividades do professor e dos educandos. Libâneo (1994, p. 71) acrescenta que o professor dirige o estudo das matérias e, assim, os educandos atingem progressivamente o desenvolvimento de suas capacidades mentais. É importante ressaltar que o direcionamento do processo de ensino necessita do conhecimento dos princípios e diretrizes, métodos, procedimentos e outras formas organizativas. A utilização da interdisciplinaridade como forma de desenvolver um trabalho de integração dos conteúdos de uma disciplina com outras áreas de conhecimento é uma das propostas apresentadas pelos PCN que contribuem para o aprendizado do educando. Apesar disso, estudos têm revelado que a interdisciplinaridade ainda é pouco utilizada, posto que trabalhar nessa perspectiva exige uma postura do professor que vai além do que está descrito nos PCNs, pois é necessário que ele assuma uma atitude endógena e que faço uso de metodologias didáticas adequadas para essa perspectiva.
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Uso de desenhos animados na disciplina de ciências: proposta de aula para o ensino fundamental

Uso de desenhos animados na disciplina de ciências: proposta de aula para o ensino fundamental

Este trabalho busca desenvolver uma proposta com possibilidades formativas e metodologias de ensino baseadas em utilizar trechos de desenhos animados que contemplem os tópicos a serem desenvolvidos em Ciências (9º ano do Ensino Fundamental) abordando a temática: Ondas Eletromagnéticas e que possibilitem, além da motivação dos alunos, a análise crítica das cenas, diferenciando realidade e ficção, ou seja, distinguir as cenas que mostram fatos ou fenômenos que são do ponto de vista físico impossíveis de ocorrer em contraponto ao conceito científico.
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O ensino de Ciências no ensino fundamental e médio: reflexões e perspectivas sobre a educação transformadora

O ensino de Ciências no ensino fundamental e médio: reflexões e perspectivas sobre a educação transformadora

O presente trabalho tem por objetivo discutir o ensino de ciências naturais nos anos iniciais do ensino fundamental e nível médio, sua importância na formação de cidadãos e no desenvolvimento social e econômico do país. Inicialmente descreve um breve histórico e as influências que permearam do ensino de ciências no Brasil e a construção de legislações que regem as bases curriculares atuais. A partir deste histórico apresenta o contexto atual através de estatísticas governamentais e estabelece comparativo entre o nível educacional brasileiro e os padrões internacionais de referência em ensino. Diante dos parâmetros descritos discute as causas dos níveis nacionais e alternativas didáticas para melhoria do ensino, aplicáveis no cotidiano da sala de aula. Dentre estas metodologias, destaca-se o ensino voltado a formação de cidadãos críticos e conscientes de sua condição de mundo através do ensino de ciências e como este caminho pode ser viável na construção de um país de indivíduos com saberes científicos e ativos perante os problemas da sociedade.
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Uso de aplicativos educacionais em escolas públicas de ensino fundamental e médio

Uso de aplicativos educacionais em escolas públicas de ensino fundamental e médio

Eu, MARCELO HENRIQUE DE ANDRADE VIEIRA, nacionalidade BRASILEIRA, estado civil SOLTEIRO, profissão DIGITADOR, inscrito no CPF sob o nº 095.175.924-85 e no RG sob o nº 003112596, residente e domiciliado na RUA FRANCISCO ALVES DE ALMEIDA, 182, BAIRRO SÃO BERNARDO, na cidade de SÃO BENTO- PB, neste ato, tendo a responsabilidade de pesquisador, no projeto: “Uso de aplicativos educacionais nas escolas públicas de Ensino Fundamental e Médio”, que tem como objetivo analisar a utilização de aplicativos móveis por professores do Ensino fundamental e Médio da cidade de São Bento/PB, para auxiliar no ensino-aprendizagem dos estudantes.
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Estudos das perguntas de estudantes do ensino fundamental e médio no contexto do ensino e da aprendizagem em ciências

Estudos das perguntas de estudantes do ensino fundamental e médio no contexto do ensino e da aprendizagem em ciências

O questionamento é o ponto de partida para a compreensão da realidade. As crianças são muito questionadoras na primeira infância, querem descobrir como o mundo funciona e, com o passar do tempo, os questionamentos tendem a diminuir. Muitas vezes, as crianças são reprimidas pelos adultos, que não dão a devida importância às perguntas que elas fazem. Talvez, porque nunca tenham pensado a respeito e não sabem a resposta. Na escola, a situação é similar. As perguntas dos estudantes são pouco valorizadas. Com isso, o aluno deixa de perguntar, chegando ao Ensino Médio praticamente sem perguntas. Freire e Faundez (1985, p. 45) afirmam que “[...] hoje o ensino, o saber, é resposta e não pergunta”. Nesse sentido, o ensino consiste em o professor dar respostas a perguntas que os estudantes, possivelmente, nunca fizeram. Para Pozo Munício e Perez Echeverria (1994, p. 6), “por desgraça, nas aulas é habitual que o aluno se vê submetido a uma avalanche de respostas definitivas a questões que nunca lhes tinham inquietado e sobre as quais nem sequer chegou realmente a perguntar-se”.
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O uso de atividades experimentais no ensino de ciências no nível fundamental

O uso de atividades experimentais no ensino de ciências no nível fundamental

No ano de 1946, criou-se o IBECC (Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e a Cultura), instituição essa associada a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação), que tinha como meta melhorar a formação de cunho científico dos alunos que passariam a frequentar a universidade, de forma a ajudar no desenvolvimento do país (BARRA E LORENZ 1986). Depois da criação do IBECC, o ensino de Ciências teve inúmeras modificações, uma vez que se passou a avaliar os livros didáticos de ciências, que até naquele momento tinham um visão pedagógica europeia para a disciplina de ciências, especificaram também os conteúdos que deveriam ser abordados e a metodologia que seria desenvolvida nas aulas (GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ, 2008, p.52).
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O uso das tecnologias de informação e comunicação como ferramentas no ensino de ciências: uma proposta de trabalho interdisciplinar nos anos iniciais do ensino fundamental

O uso das tecnologias de informação e comunicação como ferramentas no ensino de ciências: uma proposta de trabalho interdisciplinar nos anos iniciais do ensino fundamental

Ocorre que a dificuldade aludida persistirá na situação em que o uso das TIC restringe ou atenua a fala do professor. Estamos nos referindo à situação em que, por exemplo, o aparentemente inofensivo recurso da exposição de slides suprime a intervenção dos estudantes, que se limitam a assistir as imagens. Não negamos utilidade ao recurso visual que, muitas vezes, será insubstituível na apresentação de simulações ou imagens fiéis e pormenorizadas pertinentes ao assunto estudado. No entanto, não é difícil encontrar professores cuja preleção acha-se condicionada à apresentação dos slides tal qual um guia que apresenta quadros num museu. (DIAS, 2010, p.629)
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Uso de tecnologia no ensino de astronomia no ensino médio e nono ano do ensino fundamental

Uso de tecnologia no ensino de astronomia no ensino médio e nono ano do ensino fundamental

Neste estudo visa-se analisar o uso de tecnologias no ensino de ciência no nono ano do ensino fundamental dois e nas séries do ensino médio buscando deixar o assunto mais interessante do que já o é e de uma forma mais fácil de relacionar com o mundo ao redor. Para isso, foi realizado em duas unidades de uma mesma instituição atividades com alguns softwares de astronomia. Uma unidade se localiza na cidade de São Jose dos Campos/SP e a outra na cidade de Jacareí/SP. Ambas de caráter privado, mas com projetos sociais de bolsas de estudo para alunos carentes.
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O uso das tecnologias de informação e comunicação como ferramentas no ensino de ciências: uma proposta de trabalho interdisciplinar nos anos iniciais do ensino fundamental

O uso das tecnologias de informação e comunicação como ferramentas no ensino de ciências: uma proposta de trabalho interdisciplinar nos anos iniciais do ensino fundamental

O ensino de ciências em uma proposta interdisciplinar com o uso das tecnologias da informação e comunicação consiste no desafio de contribuir na resolução de alguns problemas que fazem parte do cotidiano dos alunos. Diante da problemática “Higiene e Saúde”, que afeta muitas escolas em todo o mundo, cabe ao educador desenvolver um trabalho que justifique realmente a importância desse tema, de modo a se utilizar de estratégias de ensino que realmente contribuam na resolução de questões como essa.

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A qualidade da motivação em estudantes do ensino fundamental.

A qualidade da motivação em estudantes do ensino fundamental.

Escala de Motivação de Estudantes do Ensino Funda- mental (EMEEF). Elaborada por Rufini, Bzuneck e Oliveira (2011), de acordo com os tipos qualitativamente diferencia- dos de motivação, conforme pressupostos da teoria da auto- determinação. A partir da pergunta inicial “Por que venho à escola?” são apresentadas afirmativas, em escala do tipo Likert de cinco pontos, para que o participante indique o seu grau de concordância. Nesse instrumento, a escala foi apresentada com o desenho de figuras geométricas de tama- nhos crescentes, seguidas dos números de 1 a 5, conforme sugestão de Lepper et al. (2005), com o objetivo de facilitar a compreensão das crianças. O levantamento das propriedades psicométricas da escala (Rufini et al., 2011) revelou cinco fatores: desmotivação, motivação extrínseca por regulação externa, introjetada, identificada e motivação intrínseca. São exemplos de itens de avaliação: (a) desmotivação “Não tenho vontade de vir à escola”, (b) motivação extrínseca por regu- lação externa “Venho à escola para responder à chamada”, (c) regulação introjetada “Venho à escola porque meus pais ficam alegres”, (d) regulação identificada “Venho à escola para aprender”, (e) motivação intrínseca “Venho porque fico feliz quando estou na escola”. Cada subescala foi composta de cinco itens cuja consistência interna, avaliada pelo alfa de Cronbach, variou de 0,75 a 0,88.
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O uso de temas cotidianos para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental

O uso de temas cotidianos para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental

Assim, registramos as manifestações dos alunos durante o processo de investigação. Há de se destacar que solicitamos previamente ao responsável de cada aluno o consentimento dos registros escritos, fotográficos e filmagem, solicitação feita por meio do preenchimento e da assinatura de um termo, que pode ser conferido em seu modelo presente no Apêndice A. O consentimento do uso desses registros, bem como dos demais materiais coletados no desenvolvimento de pesquisa, foi de extrema relevância para a interpretação dos dados coletados, pois, segundo Lüdke e André (1986, p. 48), “[...] é preciso que a análise não se restrinja ao que está explícito no material, mas procure ir mais a fundo, desvelando mensagens implícitas, dimensões contraditórias e temas sistematicamente silenciados”.
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 O Uso do Computador como Estratégia Educacional: Relações com a Motivação e Aprendizado de Alunos do Ensino Fundamental

O Uso do Computador como Estratégia Educacional: Relações com a Motivação e Aprendizado de Alunos do Ensino Fundamental

A aplicação da tecnologia é irrelevante sem as estratégias pedagógicas pertinentes. Nesse ponto surge um duplo problema, pois o professor deve ter o conhecimento pedagógico- didático adequado, além de possuir fluência digital. Isto é, o professor não deve apenas saber usar um processador de textos, enviar e-mails, ou procurar informações na Internet. Fazendo- se uma analogia com o aprendizado de uma língua estrangeira, a pessoa não se torna fluente quando sabe ler um cardápio ou pedir informações na rua. Para ser fluente, é necessário saber articular ideias complexas com o idioma, ser fluente digitalmente envolve não apenas o uso de ferramentas tecnológicas, mas saber criar e construir algo significativo com essas ferramentas. (RESNICK, 2002). Isso demanda um tipo de formação de professores que não é muito frequente em nosso país, como indicado anteriormente neste estudo ao mencionar-se a pesquisa realizada por Hummel (2007). Era usual os professores empregarem o computador como um caderno digital, enfrentando dificuldades para desenvolver seu trabalho, particularmente com os conteúdos referentes à Matemática. Outra questão apontada por Valente (2003) é o problema de encontrar profissionais capacitados para formar professores nesta área. Estes são desafios importantes a ser superados, pois caso contrário correr-se-á o risco de colocar a culpa na tecnologia se o aprendizado não ocorrer como esperado, como sugere a analogia de Papert (2008), citada acima, a respeito da introdução do lápis em um sistema educacional que não sabia o que fazer com ele.
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As ciências no ensino médio e os parâmetros curriculares nacionais: da proposta à prática

As ciências no ensino médio e os parâmetros curriculares nacionais: da proposta à prática

A partir da concepção de que uma avaliação iluminativa busca mais a compreensão do processo que do produto e que tem como objetivo a tomada de decisões para possíve[r]

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O uso de temas cotidianos para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental

O uso de temas cotidianos para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental

Diante do exposto, para a compreensão dos alunos quanto à relação dos fenômenos naturais e os conhecimentos tecnológicos, necessário se faz que o professor tenha isso em mente quando do planejamento das suas aulas. O professor, ao planejar as atividades a serem desenvolvidas, deve identificar os objetivos que pretende atingir, indicar os conteúdos que serão desenvolvidos, selecionar os procedimentos que utilizará e prever quais instrumentos empregará para avaliar os alunos. Para Soares (2006, p. 6), “[...] o docente precisa ter um planejamento organizado em torno de suas competências, porque assim facilitará em sua prática a percepção dos problemas que confronta aos alunos e a partir deles procurar métodos para controlar o processo de aprendizagem”. Quanto ao aprendizado de conteúdos das Ciências, os PCN (BRASIL, 1997, p. 34) citam também que:
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Atitude com a matemática em estudo antes do ensino fundamental e médio: subsídios para uma proposta de melhoria do ensino

Atitude com a matemática em estudo antes do ensino fundamental e médio: subsídios para uma proposta de melhoria do ensino

No presente trabalho, a revisão da literatura pertinente mostra fatores que determinam uma aprendizagem significativa e procura sugerir algumas estratégias que possam auxiliar o professor no planejamento de sua prática pedagógica. Baseado no modelo de Educação como um processo de interação social onde as atitudes desempenham um papel fundamental, a pesquisa tem como objetivo verificar o nível de atitude em relação à Matemática, buscando estabelecer relações entre esta atitude e alguns fatores selecionados. Os sujeitos foram 388 alunos do Ensino Fundamental (8 série) e Ensino Médio (3 série) de quatro escolas, sendo 2(duas) públicas e 2(duas) particulares da cidade de Loanda – PR. Os instrumentos utilizados para a obtenção dos dados relativos aos alunos foram um questionário de caracterização e uma escala de atitudes em relação à Matemática (Brito, 1996). O resultado da análise da escala de atitudes em relação à Matemática mostraram um coeficiente alfa igual a 0.93. Numa escala de 20 a 80 pontos o escore médio das atitudes dos alunos foi de 51,5 pontos com desvio padrão 10,6 pontos. A utilização da ANOVA revelou a existência de diferenças significativas (p < 0.050), entre grupos de alunos nas atitudes com relação à Matemática. Esta análise evidencia que as variáveis: tipo de escola, série, freqüência de estudo, compreensão dos conteúdos em sala de aula, explicação do professor, concentração, auto percepção e gosto pela disciplina, estão relacionadas às atitudes dos sujeitos em relação à Matemática. A análise de correlação mostra uma correlação positiva (r = 0,31) entre Atitude e Desempenho em Matemática (nota). A análise de Regressão Múltipla foi utilizada para verificar a importância dos vários fatores, em conjunto, na explicação da atitude em relação à Matemática.
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O uso do computador como estratégia educacional: relações com a motivação e aprendizado de alunos do ensino fundamental.

O uso do computador como estratégia educacional: relações com a motivação e aprendizado de alunos do ensino fundamental.

Neste estudo, buscou-se descobrir se uma estratégia de ensino e aprendizado, empregando o computador como recurso, relaciona-se com a motivação e aprendizagem de um grupo de estudantes do ensino fundamental. Os partici- pantes partiram de uma base de conhecimento semelhante e obtiveram resultados similares no pós-teste e reteste. De certo modo, este não foi um resultado surpreendente, pois as condições objetivas deste estudo não permitiam uma intervenção longitudinal, como, por exemplo, a pesquisa realizada por Harel (1991), na qual crianças da quarta série construíram programas para ensinar frações para outros estudantes e aprenderam esse conceito matemático me- lhor do que alunos que utilizaram métodos convencionais de aprendizado. Talvez fosse necessário mais tempo de trabalho para que ocorresse um aprendizado em profun- didade. Contudo, a criação de um ambiente diferenciado de ensino e aprendizagem, no qual a motivação dos alunos pudesse ser verifi cada, trouxe importantes implicações educacionais.
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