Top PDF Propostas de sequências didáticas de química: aspectos da cultura indígena como contexto.

Propostas de sequências didáticas de química: aspectos da cultura indígena como contexto.

Propostas de sequências didáticas de química: aspectos da cultura indígena como contexto.

O presente trabalho configura-se como uma elaboração de sequências didáticas para serem utilizadas na disciplina de química, tomando como contexto as vivências indígenas. Elaborado com o objetivo de proporcionar uma releitura sobre os hábitos dos nativos americanos, parte de uma tendência pedagógica decolonialista, que é uma proposta contra a tendência de homogeneização das tradições locais em detrimento do hegemonismo norte-eurocêntrico, visando a aplicação da Lei Federal 11.645/08. As propostas de sequência didática iniciam-se levantando possíveis alternativas à sistematização europeia, trazendo para o debate as noções acerca do que é convencionado por ciência e conhecimento científico, mostrando que, apesar de os indígenas não dominarem, em muitos casos, os padrões científicos europeus, os mesmos produziam um conhecimento sistematizado nas suas tradições e de grande utilidade, que inclusive foram utilizados pelos europeus após a invasão portuguesa. Posteriormente, são trazidas questões acerca da ciência química e como as mesmas podem ser articuladas a partir de contextos da vida indígena.
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SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS COM PLANTAS MEDICINAIS, ORNAMENTARES E MICROSCOPIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS COM PLANTAS MEDICINAIS, ORNAMENTARES E MICROSCOPIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

Neste sentido, a experiência sensorial de frutas e vegetais pode ser empregada como ferramenta alternativa no ensino de matemática, química orgânica, física, português no contexto do ensino de ciências. Pois, tamanho das plantas e seus diferentes formatos, suas formas de crescimento, seus nomes científicos e o odor das plantas, o gosto adocicado, a sensação de adstringência, o sabor azedo, as colorações diversas como amarelo, verde e azul, respectivamente creditadas ao óleo essencial, açucares, taninos e flavonoides são características organolépticas provocadas por constituintes químicos (MONTEIRO et al., 2005). Estes aspectos também foram associados aos achados microscópicos, quando foram aplicadas as aulas práticas do grupo ii-02.
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O uso de texto de divulgação científica em propostas de sequências didáticas

O uso de texto de divulgação científica em propostas de sequências didáticas

Esta pesquisa teve como objetivo geral analisar como alunos de pós-graduação de um curso de Mestrado em Educação em Ciências selecionam e propõem, na elaboração de sequências didáticas (SD), o uso de textos de divulgação científica (TDC) da Minas faz Ciência, uma revista publicada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Nesse sentido, buscou-se compreender como os aspectos da alfabetização científica estão sendo articulados nessas propostas e como os pós-graduandos propõem o uso do TDC em seu planejamento de ensino. As SD foram elaboradas por pós-graduandos no contexto da disciplina Divulgação Científica, que é ofertada no Programa de Pós-graduação em Educação em Ciências da Universidade Federal de Itajubá, Minas Gerais. As dezessete SD produzidas pelos pós-graduandos em 2015 e 2016 foram analisadas com base em referenciais teóricos relacionados às características da divulgação científica e aspectos da alfabetização científica. De acordo com os resultados, verificamos que a maioria dos TDC utilizados nas SD concentra-se na área de ciências biológicas e que o principal critério para a escolha dos TDC foi a presença de relação entre os conteúdos científicos apresentados nos TDC com o conteúdo escolar. A compreensão de conceitos científicos é um dos objetivos mais citados em tais SD. Dentre as estratégias didáticas propostas nas SD destacam-se a leitura dos TDC e discussões em sala de aula. Com relação à presença dos eixos de alfabetização científica, observamos que as SD propostas têm potencial para o desenvolvimento da AC dos estudantes, mesmo que esse objetivo não esteja centrado no plano didático. O eixo estruturante da Alfabetização Científica mais adotado pelos alunos de pós-graduação foi o de “entendimento das relações
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Propostas de utilização de sequências didáticas investigativas para o estudo do conceito de velocidade no ensino médio

Propostas de utilização de sequências didáticas investigativas para o estudo do conceito de velocidade no ensino médio

46 Ainda naquela década, o meio ambiente, devido a grande industrialização do mundo, passou por agravos significativos e com isso, o ensino de ciência passou novamente a se preocupar com os aspectos sociais relativos ao desenvolvimento científico e tecnológico. Nesse contexto, as atividades investigativas passaram a serem utilizadas como uma metodologia de ensino voltada a ajudar os estudantes a pesquisar problemas sociais como o aquecimento global, a poluição do ar, poluição das águas dentre outros. Sendo assim, o objetivo da educação científica passou a ser o entendimento dos conteúdos, dos valores culturais, da tomada de decisões relativas ao cotidiano e à resolução de problemas (ZÔMPERO e LABURÚ, 2011). Diante desta situação, na década de 1980, foi elaborado um documento nos Estados Unidos intitulado Science For All Americans (AAAS, 1989) . Nesse documento, os autores recomendavam que o Ensino de Ciências deveria ser coerente com a natureza da investigação científica. Os estudantes, então, teriam que aprender determinados procedimentos como: observar, anotar, manipular, descrever, fazer perguntas e tentar encontrar respostas para as perguntas.
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A temática indígena na Geografia escolar: proposições de sequências didáticas para o Ensino Médio

A temática indígena na Geografia escolar: proposições de sequências didáticas para o Ensino Médio

O ensino da Geografia, acompanhando a trajetória da Educação, absorve demandas propostas pelo sistema de ensino e pela sociedade, direta ou indiretamente, tornando necessário pensar e discutir sobre a inclusão, sistematização e operacionalização de temáticas que se evidenciam importantes, cuja inserção no currículo se efetiva por exigência da legislação vigente. Nessa tessitura, destaca-se a temática indígena que reivindica uma maior atenção, sobretudo na Geografia. Neste trabalho, buscou-se investigar como a temática indígena se insere no ensino dessa disciplina no Ensino Médio. Nessa perspectiva, a pesquisa realizada objetivou analisar o contexto no qual a temática em pauta se inseriu como tópico de conteúdo da disciplina Geografia; evidenciar os principais marcos normativos da Educação brasileira - LDB, PCNs, BNCC, bem como o novo Documento Curricular do Ensino Médio do Rio Grande do Norte e os editais do PNLD antes e depois da promulgação da Lei 11.645/2008; examinar as coleções de Geografia aprovadas no edital do PNLD 2018, verificando o conteúdo dos livros à luz dos critérios de avaliação do referido edital, e elaborar proposições de sequências didáticas, contemplando a temática indígena, voltadas para o ensino de Geografia no Ensino Médio, sendo este material didático o produto resultante desse esforço de produção técnica e intelectual. Portanto, os resultados desse itinerário de pesquisa estão expostos no Relatório Técnico- Científico e no material didático textual, em anexo, o qual sistematiza uma visão da temática indígena para além do livro didático, sugerindo sequências didáticas que podem ser adaptadas pelo professor no decurso de sua práxis. A Geografia se destaca como uma disciplina que tem amplo potencial para o ensino da temática indígena, discutindo aspectos de diferentes naturezas, desde subtemas que versam sobre etnia, distribuição no território, demarcação de terras, relação com o meio, modo de vida, bem como os processos conflituosos envolvidos na luta pela terra e na reivindicação de seus direitos.
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Ações didáticas para o ensino da escrita nos anos iniciais: o uso das sequências do IQE

Ações didáticas para o ensino da escrita nos anos iniciais: o uso das sequências do IQE

Fato este que faz com que a profissional, retome o já- dito e já-vivido no passado sócio- histórico do país, o apego à forma e à classificação dos últimos séculos no ensino de LP. Agora, no entanto, com um novo objeto de ensino, da gramática aos gêneros, materializa-se uma estratégia de gramaticalização do gênero (ROJO, 2010). Isto significa levar o texto para a sala de aula como ‘pretexto’, no dizer de Geraldi ([1984] 2003), para a exploração no nível composicional à maneira das prescrições gramaticais - dando pouca importância ao estilo ou ao tema, aos moldes dos modelos clássicos de ensino do texto em LP: “eu só queria ver a parte estrutural mesmo … não queria ver gênero não” [39], “porque quando é para fazer com gênero assim…eu explico totalmente o gênero que tem que ter” [40]. Ou de avaliação de aprendizagem, como já estava embutida alguma concepção de texto, a revisão ou a correção do texto tiveram como foco os elementos da textualidade, a estrutura do gênero (na leitura e na interpretação), ou o atendimento à organização geral do texto escrito: “o melhor título”[15], “Quantos parágrafos porque teve gente que saiu emendando tudo não definiu espaço de parágrafo…as pontuações que aplicaram né?”[16-17], “num ficou desligado do contexto não … ele quis acrescentar mais detalhes … esse ficou interessante… ai sai anotando…e dei visto”[33-34], “tem que ter assim personagem …espaço…tem que ter uma situaçãozinha para ser resolvida…um conflito e tem que ter um final ai…eles se embananam todinhos” [40-42], “eu não gosto de trabalhar assim… eu gosto de trabalhar de maneira livre sem determinar muito o gênero só quando tá perto da avaliação”[43-44].
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Propostas didáticas inovadoras: recursos e estratégias para o ensino de ciências

Propostas didáticas inovadoras: recursos e estratégias para o ensino de ciências

Iniciaremos com os aspectos históricos. Solomon (1994 apud MORTIMER, 1996) explica que o movimento construtivista se caracteriza como redescrição dos conhecimentos prévios dos estudantes: o que antes era visto como erro agora é matéria-prima para a aprendizagem. O autor demonstra bem que o senso comum que imperava ainda está enraizado em nossas formas metodológicas de ministrar aulas. Deixamos que os alunos pensem da mesma forma, entendemos que, com o passar dos anos e com as novas mudanças relacionadas à educação, deveríamos ter repensado nossas práticas de ensino. Enfim, apesar de todas estas mudanças, ainda nos encontramos com resquícios em nossa prática, principalmente em sala de aula. Exemplo claro disso é o que menciona Mortimer (2000, p. 24, grifo nosso): “[...] aprender ciências envolve um processo de socialização das práticas da comunidade científica e de suas formas particulares de pensar e de ver o mundo, em última análise por um processo de enculturação”.
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Sequências didáticas eletrônicas para auxiliar na aprendizagem significativa em conteúdos de Patologia Humana

Sequências didáticas eletrônicas para auxiliar na aprendizagem significativa em conteúdos de Patologia Humana

Os alunos do curso de Educação Física possuem muitas dificuldades de apreender os conteúdos da disciplina de Patologia Humana, por esse motivo pensou-se em criar estratégias para auxiliar no seu aprendizado utilizando as tecnologias digitais. Este artigo traz resultados de uma pesquisa que teve como objetivo criar, aplicar e avaliar as possíveis contribuições de sequências didáticas eletrônicas, utilizando mapas conceituais, para auxiliar a facilitar a aprendizagem significativa nas temáticas Câncer e Fibromialgia. Foram desenvolvidas duas sequências didáticas eletrônicas num site da wikia e avaliados, mediante análise de mapas conceituais, a aquisição desses conteúdos pelos alunos. Na análise dos mapas conceituais, verificou-se o seu apoio na construção do conhecimento, uma vez que os alunos precisavam integrar, reconciliar e diferenciar conceitos. Esses resultados sugerem que as aulas de Patologia Humana podem ser mais interessantes, integrando-se tecnologias digitais ao cotidiano do ensino.
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SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E CURADORIA DE INFORMAÇÕES NAS MÍDIAS DIGITAIS PARA A PRODUÇÃO DE ARTIGOS DE OPINIÃO

SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS E CURADORIA DE INFORMAÇÕES NAS MÍDIAS DIGITAIS PARA A PRODUÇÃO DE ARTIGOS DE OPINIÃO

O objetivo desta pesquisa foi verificar as contribuições das mídias digitais para o ensino-aprendizagem da argumentação escrita junto a alunos dos anos finais do Ensino Fundamental. Tomando como referenciais teóricos as Sequências Didáticas (SD) idealizadas pelo Grupo de Didática das Línguas da Universidade de Genebra, investigou-se como as mídias digitais poderiam contribuir, por meio do processo de curadoria de informações, para o ensino-aprendizagem de artigos de opinião, nas aulas de língua portuguesa. Por meio da metodologia de pesquisa-ação, identificaram-se estratégias utilizadas e dificuldades encontradas pela professora-colaboradora, no trabalho com o gênero em questão. Elaborou-se e validou-se uma SD de produção de artigos de opinião integrada às mídias digitais, junto a alunos de uma escola municipal. O processo de validação da SD demonstrou ter havido avanços quanto às capacidades de linguagem dos discentes, verificados por meio de análises qualitativas e quantitativas de produções iniciais e finais. O processo de curadoria de informações indicou, nos artigos produzidos pelos alunos, avanços, especialmente, quanto às capacidades de ação e discursivas.
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Elaboração de propostas didáticas para o ensino de português para imigrantes haitianos

Elaboração de propostas didáticas para o ensino de português para imigrantes haitianos

O interesse por esta pesquisa iniciou com o conhecimento do projeto de ensino de português para imigrantes haitianos residentes em Pato Branco - Pr. Nesse sentido, o projeto teve como proposta trabalhar a cultura e a diversidade linguística no ensino de português para haitianos. Os objetivos centrais deste estudo foram trabalhar a oralidade e a compreensão da língua portuguesa por esses imigrantes, a partir da escolha de temáticas que envolvessem a cultura do Brasil, no que se refere à culinária, festas e vestimentas. Para participar da pesquisa foram convidados 12 informantes provenientes do Haiti e residentes atualmente em Pato Branco. Foi aplicado um questionário para fins de saber o nível de conhecimento do português de cada informante. O projeto incluiu basicamente três etapas: observação e diagnóstico das dificuldades dos aprendizes; elaboração das atividades; aplicação das atividades. Para as atividades, além do material proposto em sala de aula; foi utilizado o laboratório de informática, uma vez que algumas atividades necessitaram do acesso à internet e a áudios. Por fim, foi verificado o desempenho dos imigrantes haitianos, e se as propostas didáticas permitiram suprir as dificuldades do grupo. Conforme o desenvolvimento e a participação dos integrantes durante os encontros, pode-se concluir que as propostas tiveram resultado positivo, levando em consideração todas as contribuições que tiveram na oralidade e escrita dos imigrantes, foram abrangentes.
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As regras e os limites na sala de aula - algumas propostas didáticas

As regras e os limites na sala de aula - algumas propostas didáticas

Numa fase inicial, deparei-me com algumas dificuldades sobre as quais considero ser importante refletir. Recordo-me que me sentia perdida acerca da temática que escolhi para esta investigação, pois considero que o tema: regras e limites na sala de aula é de extrema complexidade para ser abordado com crianças. Outra limitação deve- se ao número reduzido de participantes para o primeiro estudo, visto que, provavelmente, teria sido proveitoso envolver um maior número de Educadoras de Infância e Assistentes Operacionais. Contudo, a pesquisa de diversos autores ajudou- me a perceber um pouco mais sobre esta temática. Além disso, o contributo dos intervenientes, ajudaram a dar resposta à questão-problema: Que estratégias se pode adotar para motivar os alunos ao cumprimento das regras em contexto escolar?
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O ensino da língua portuguesa no ensino médio por meio de sequências didáticas

O ensino da língua portuguesa no ensino médio por meio de sequências didáticas

da Linguagem” (2006), para quem os fatos linguageiros devem ser analisados em uma abordagem descendente: primeiro observando a dimensão ativa e prática das condutas humanas e, depois, as condutas verbais. O que se justiica diante do fato de que para Bakhtin/Volochinov, de acordo com as palavras de Bronckart (2008, p. 75), “os discursos apresentam sempre um caráter dialógico: eles se inscrevem em um horizonte social e se dirigem a um auditório social”. E, também, porque “a palavra” é produto da interação entre indivíduos, os quais devem ser os primeiros a serem considerados em uma análise (BAKHTIN/ VOLOCHINOV, 2006). Assim, as primeiras atividades propostas na SD intencionam dirigir a atenção do aluno para a compreensão de que para a participação deles em uma situação comunicativa, no caso, para participarem do ENEM, produzindo uma redação, é fundamental que eles conheçam e internalizem os elementos que compõem o gênero redação do ENEM. Os elementos tomados, então, como conteúdo de ensino na SD foram:
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Programa residência pedagógica: a utilização de sequências didáticas no ensino de literatura

Programa residência pedagógica: a utilização de sequências didáticas no ensino de literatura

Desse modo, a OCEM vai sempre defender as necessidades do currículo através da leitura popular, leitura brasileira e também a contemporânea como forma de ter uma entrada maior no convívio dos alunos, porém, uma das objeções apresentadas pelo documento é a postura do professor diante dessas literaturas. Para desenvolver bons leitores, é necessário que o professor tenha uma formação leitora ampla e que não se prenda ao convencional ou ao livro didático, pois “além de mediador de leitura, portanto leitor especializado, também se requer do professor um conhecimento mais especializado, no âmbito da teoria literária. (OCEM, 2008, p. 74). Ainda articulando a construção do currículo, temos a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) que, de acordo com a LDB, deve conduzir os currículos das redes de ensino, igualmente as propostas pedagógicas de todas as instituições públicas e privadas de todos o nível básico, desde às series inicias às series finais. A base é um documento bastante recente, instituído no ano de 2017, entretanto, possui um cunho extremante atual.
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Literatura infantil - propostas didáticas no âmbito do 1º CEB

Literatura infantil - propostas didáticas no âmbito do 1º CEB

Optei por aplicar o meu projeto de investigação, na área do Português, centrado na Literatura Infantil, com o objetivo principal, de promover hábitos de Leitura, tal como prevê o Programa e as Metas de Português em vigor, “O domínio da Educação Literária (nos dois primeiros anos de escolaridade, denominado Iniciação à Educação Literária) vem dar mais consistência e sentido ao ensino da língua, fortalecendo a associação curricular da formação de leitores com a matriz cultural e de cidadania. Ouvir ler e ler textos de literatura infantil é um percurso que conduz ao objetivo prioritário de compreensão de textos e é um estímulo à apreciação estética. O contacto com textos literários, portugueses e estrangeiros, em prosa e em verso, de distintos géneros, e com textos do património oral português, amplia o espectro de leituras e favorece a interação discursiva e o enriquecimento da comunicação. Especificamente para o domínio da Educação Literária, foi feita uma seleção de obras e textos literários para leitura anual, válida a nível nacional, garantindo que a escola, a fim de não reproduzir diferenças socioculturais exteriores, assume um currículo mínimo comum de obras literárias de referência. Para o 1.º Ciclo, foram, neste domínio, definidos sete títulos por ano de escolaridade. Estas leituras serão ainda complementadas com a promoção da leitura autónoma, para a qual foram indicadas as listagens do Plano Nacional de Leitura (PNL), garantindo a manutenção da escolha pessoal feita pelo aluno, sob orientação do professor ou do professor bibliotecário.”, o projeto foi desenvolvido em contexto de estágio supervisionado, no ano letivo de 2016/2017.
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Os falsos amigos - de heróis a traidores. Algumas propostas didáticas

Os falsos amigos - de heróis a traidores. Algumas propostas didáticas

O presente trabalho tem como principal objetivo analisar e compreender a dinâmica associada aos falsos amigos existentes entre a língua portuguesa e a língua espanhola assim como oferecer uma reflexão teórico-prática sobre estas interferências lexicais na aprendizagem de ELE. A seleção desta temática resulta da constatação de que, embora se trate de duas línguas muito próximas com inúmeros vocábulos em comum, apresentam também um número considerável de palavras com grande semelhança formal mas com significados distintos. Esta proximidade torna, assim, suscetível o surgimento dos falsos amigos que se assumem como um grande obstáculo aos aprendentes da nova língua. Se num primeiro momento, na falta de conhecimento linguístico e/ou na tentativa de conseguir transmitir com sucesso uma mensagem numa LE, estes falsos amigos surgem como verdadeiros heróis para os alunos sendo capazes de colmatar qualquer lacuna discursiva a nível lexical pela simples semelhança formal dos signos linguísticos, muito rapidamente eles assumem o papel de traidores, capazes de desvirtuar totalmente o objetivo do ato comunicativo, podendo provocar equívocos e inclusivamente situações bastante constrangedoras. A pertinência da escolha deste tema ganha ainda maior relevância pelo facto de contemplar grupos de alunos em nível de iniciação, uma vez que nos permitirá verificar a reação dos mesmos perante tal ambiguidade linguística e ajudá-los, desde logo, a desenvolver estratégias para prevenir o aparecimento deste tipo de interferências. Conscientes de que é um campo onde os alunos revelam algumas dificuldades, consideramos igualmente oportuno propor algumas atividades que poderão auxiliar os discentes na aprendizagem da língua espanhola assim como ser de grande utilidade para os docentes de ELE na planificação das suas aulas em Portugal. As atividades aqui apresentadas não se esgotam em si mesmas, podendo servir também de ponto de partida para a elaboração de outras e diferentes estratégias didáticas como forma de contornar e evitar a fossilização de alguns erros mais frequentes na aprendizagem de uma LE.
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INTRODUÇÃO À PESQUISA COM SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NA FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS.

INTRODUÇÃO À PESQUISA COM SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS NA FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS.

Devemos observar ainda em detalhes o contexto de produção de tra- balhos de conclusão de curso, um termo crivado de sentidos unívocos, mas que carrega as marcas da transitoriedade da formação docente, sobretudo quando essa recebe a denominação de continuada. O fato de seus autores atuarem em escolas com endereço físico como professores e em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA) com endereços eletrônicos como cursistas circunscreve de maneira cada vez mais frequente, ainda que pouco desenvolvida, as formas e relações de produ- ção dos TCCs. Parece-nos que a integração de espaços de formação continuada e de atuação profissional poderia ocorrer por meio de AVA, nos quais as formas de produção são todas mediadas por ferramentas a cada dia mais próximas do professor, em um sentido lato. Complementa-se a isso o fato de a SD ser também um objeto que chega a essa condição após ser motivo para resolver um problema de pesquisa para o cursista e outro para resolver um problema de ensino, ou seja, de sala de aula, para o professor. Na SD vivem em disputa os motivos do cursista e do professor e, fundamentalmente por isso, consideramos seu contexto de pro- dução lugar fértil para compreender e transformar a prática docente, sobretudo se ela puder se instaurar em AVA, cenário de produção cada vez mais frequente e necessário na educação em Ciências, por seu potencial colaborativo e de validação.
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Educação sexual: propostas de oficinas didáticas para o ensino fundamental e médio

Educação sexual: propostas de oficinas didáticas para o ensino fundamental e médio

A educação básica deve buscar uma formação integral do indivíduo. Para isso é preciso considerar processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e interesses dos estudantes. A temática educação sexual, além de pertencer à realidade do aluno, desperta o interesse e contribui para a sua formação integral. O presente estudo apoia-se no referencial dos temas geradores de Paulo Freire. Oficinas foram aplicadas a alunos do Ensino Fundamental e Médio de uma Escola Estadual Professora Maria Lídia da Silva no município de São Bento do Trairi/RN. O presente estudo trata-se de uma pesquisa qualitativa com participação de professores de todos os componentes curriculares, alunos e familiares. A princípio foram aplicados questionários para escolha do tema e elaboradas oficinas didáticas. Antes e depois de cada oficina eram aplicados questionários com professores e alunos que serviram como instrumentos de coleta de dados para a pesquisa. Durante a aplicação das oficinas foi possível perceber a participação ativa dos alunos, uma vez que as atividades propostas favoreciam o diálogo . Embora todos os professores tenham se envolvido no desenvolvimento das atividades propostas, alguns ainda não se sentem confortáveis para trabalhar essas temáticas em sala de aula. Com este trabalho pôde-se perceber que ainda faltam informações sobre os métodos contraceptivos, Doenças Sexualmente Transmissíveis e quais são os impactos de uma gravidez indesejada na vida de um adolescente. Percebeu-se também que esse assunto, na maioria das vezes, não é tratado no ambiente familiar, porém é trabalhado em algumas disciplinas, na maioria das vezes, como conteúdo curricular. Para os professores as atividades propostas favoreceram a problematização do conhecimento, estimularam a participação dos alunos. Ao final da aplicação das oficinas os alunos avaliaram positivamente as atividades e sugeriram outras temáticas para serem trabalhadas em sala de aula. Para a produção das oficinas utilizamos como orientações legais a Base Nacional Curricular Comum.
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Cultura indígena: o que conhecemos?

Cultura indígena: o que conhecemos?

O ensino da cultura indígena nas escolas, geralmente, é só lembrado no dia 19 de abril, que é o dia do índio. Após essa data, não é mais comentado e só volta a ser falado no próximo ano. E ainda, nesse dia, não é ensinado realmente a cultura indígena, mas sim feito desenhos de cocares, atabaque, índios, que são só símbolos que representam a imagem dessa cultura. Mas, poucos sabem realmente a utilização desses instrumentos dentro de uma tribo indígena.

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Ferramentas didáticas para disseminar a cultura da entomofagia

Ferramentas didáticas para disseminar a cultura da entomofagia

As percepções individuais das pessoas ou de cada comunidade sobre a biodiversidade em seu cotidiano estão intensamente ligados à atitude de pensar, sentir e atuar em relação aos componentes desta diversidade quando se fala em insetos (COSTA-NETO, 2006). Ainda, de acordo com Lopes et al. (2014), um motivo que instiga a percepção dos estudantes sobre os insetos é a maneira como se trabalha estes temas no ensino de ciências e biologia. Além disso, as relações e interconexões com a Educação Ambiental são aspectos que implicam sobre o entendimento da importância dos insetos e, consequentemente, na construção do conhecimento deste grupo animal, indicando, se fazer necessário trabalhar os conceitos fundamentais de taxonomia animal na educação básica.
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As línguas estrangeiras no ensino superior: propostas didáticas e casos em estudo

As línguas estrangeiras no ensino superior: propostas didáticas e casos em estudo

Como vemos, es imprescindible conocer los presupuestos teóricos de la adquisición de segundas lenguas y estar familiarizados con las varias hipótesis propuestas para sopesar el interés y relevancia de cada estudio concreto. En este caso, los datos obtenidos de sus tareas experimentales muestran que la precisión en la producción e interpretación de los clíticos está, como era de esperar, en relación directa con el nivel de competencia: en el nivel avanzado la precisión es muy buena, mientras que en el nivel de principiante las puntuaciones son muy bajas, tanto en producción como en comprensión. Ello les permite a las autoras afi rmar que la adquisición de formas con rasgos no representados en la L1 es posible, es decir, que la adquisición de los clíticos españoles es asequible para los hablantes ingleses. Destacan una matización interesante en el caso de los informantes de nivel intermedio: aunque puntúan muy alto en la tarea de comprensión, presentan un escaso uso de clíticos en la tarea de producción. Esta desigualdad les sirve a las investigadoras para sugerir que la representación interna (sintáctica) se encuentra en perfectas condiciones, lo cual se deja traslucir en la tarea de comprensión, por lo tanto las difi cultades, patentes en las tareas de producción, surgen en un módulo más externo, el de la morfología (Arche & Domínguez, 2011, pp. 315-6). Como se percibe en esta breve síntesis, toda la investigación está dirigida a evaluar, justifi car y apoyar algunos de los presupuestos teóricos de la adquisición de segundas lenguas y no resulta fácil, entre otros motivos porque no es lo que este estudio pretende, extraer los aspectos aprovechables para la enseñanza de los clíticos del español a estudiantes cuya lengua inicial es el inglés. Por otra parte, el conjunto de datos que ha servido de base para la investigación de Arche & Domínguez (2011) no es propiamente lo que llamamos un corpus de aprendices, pues se ha extraído de tareas experimentales diseñadas específi camente con un objetivo concreto. Otros aspectos estudiados a partir de SPLLOC incluyen el orden de palabras (SV-VS), la progresión en la adquisición del léxico (con una comparación entre hablantes de L1 inglés y L1 francés) o la evolución en la adquisición del sistema de tiempo-aspecto 3 , siempre en la línea del
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