Top PDF Propriedades físicas do solo após extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Propriedades físicas do solo após extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Propriedades físicas do solo após extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

A temperatura das camadas superiores do solo foi influenciada pela extração seletiva de madeira: nas clareiras abertas, a luz chega com mais intensidade no solo, proporcionando tempera[r]

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Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Precipitação interna e interceptação da chuva em floresta de terra firme submetida à extração seletiva de madeira na Amazônia Central.

Melo-Ivo et al. (1997) constataram que logo após o corte seletivo de árvores, com a formação de clareiras, ocorreu um aumento, tanto da umidade do solo quanto de concentração nutrientes na solução do solo, devido à disponibilidade de materiais de fácil decomposição, como raízes mortas e a liteira acumulada, que aumentaram suas entradas no solo. A diminuição do dossel florestal e a diminuição do sistema radicular possivelmente tenham sido os principais causadores do aumento do conteúdo de água no solo nas clareiras (Melo-Ivo et al., 1997; Ferreira et al., 2004). Os solos da Estação de Manejo Florestal da ZF-2 apresentam baixa disponibilidade de nutrientes para as plantas (Ferraz et al., 1998) e, considerando que ocorreu uma diminuição da demanda de nutrientes com a remoção de árvores e conseqüentemente morte de suas raízes, maior concentração de nutrientes disponíveis no solo das clareiras. Por outro lado, aumentou a exposição do solo à entrada de água da chuva e de luz, deixando os nutrientes suscetíveis ao transporte para as camadas mais profundas do solo e, assim, a sua exportação do sistema solo-planta, pelos processos de fluxo de solutos: convectivo, difusão, dispersão hidrodinâmica e o combinado destes ( Hillel, 1998).
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Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Nutrientes na solução do solo em floresta de terra firme na Amazônia Central submetida à extração seletiva de madeira.

Análises anteriores do solo das áreas deste estudo mostraram que, nestes solos ácidos, os teores de fósforo assimilável, potássio, cálcio, magnésio, e alumínio trocáveis são mais altos no período chuvoso do que no período seco (Ferreira et al., 2001). Os solos da Estação de Manejo Florestal da ZF-2 apresentam baixa disponibilidade de nutrientes para as plantas e podem ser classificados como distróficos, com baixa capacidade de troca efetiva de cátions; além disso, o padrão da distribuição vertical dos teores dos nutrientes trocáveis K, Ca e Mg indica que é na camada mais superficial, onde se processa com maior intensidade a ciclagem de nutrientes e onde ocorre a maior concentração destas bases. Portanto a conservação da matéria orgânica nesses solos é extremamente importante para a manutenção da fertilidade dos solos (Ferraz et al., 1998). Os perfis do solo da floresta remanescente e do centro de clareira de um corte seletivo anterior, feito em 1987, mostraram quantidades dos elementos estudados seguindo a ordem Al > Ca > K > Mg, no período chuvoso, e Al > K > Mg > Ca, no início do período seco. Há evidências de que os resíduos de madeira deixados pela extração seletiva aumentaram a concentração de nutrientes no solo, pela sua decomposição, especialmente na estação chuvosa (Ferreira et al., 2001; Yano, 2001).
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Efeito da colheita seletiva de madeira sobre algumas características físicas de um latossolo amarelo sob floresta na Amazônia Central.

Efeito da colheita seletiva de madeira sobre algumas características físicas de um latossolo amarelo sob floresta na Amazônia Central.

Os estudos que avaliam o efeito dos diferentes métodos de limpeza de áreas florestais para cultivos agrícolas têm constatado impactos na estrutura do solo (Lal & Cummings, 1979; Dias & Nortcliff, 1985; Chauvel et al., 1990); todavia, são escassas as informações sobre o grau e distribuição desse impacto em áreas parcialmente perturbadas (Ferreira et al, 2004). Além disso, o efeito da presença de árvores remanescentes na recuperação da estrutura dos solos é pouco conhecido ou contraditório. Neste sentido, van der Plas & Bruijnzeel (1993) observaram, doze anos após a colheita seletiva de madeira na Malásia, que não houve recuperação da estrutura do solo nas trilhas de trator; por outro lado, Chauvel et al. (1990), por meio de análises micromorfológicas do solo e de porosimetria, apontaram a importância da presença de raízes de determinadas espécies e da mesofauna na recuperação da estrutura de solos florestais da Amazônia, mesmo em áreas cultivadas mecanicamente.
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AVALIAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA DIMENSIONAMENTO DO BULBO MOLHADO NA IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO

AVALIAÇÃO DE MODELOS MATEMÁTICOS PARA DIMENSIONAMENTO DO BULBO MOLHADO NA IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO

A crescente demanda de água tem originado conflitos entre seus usos múltiplos, sendo a agricultura responsável pela utilização da maior parcela deste recurso natural. Neste quadro, a irrigação por gotejamento tem apresentado crescimento em área irrigada devido a sua potencialidade de obter alta eficiência na aplicação de água. A irrigação por gotejamento é caracterizada pela aplicação de pequenos volumes de água em alta frequência diretamente na zona radicular das plantas, permitindo manter a umidade do solo próxima a sua capacidade de campo em um determinado volume de solo denominado normalmente de bulbo molhado. O conhecimento das dimensões do bulbo molhado gerado pelo gotejador a ser utilizado no projeto de irrigação é de fundamental importância para o correto dimensionamento e operação dos sistemas de irrigação por gotejamento. O objetivo deste trabalho foi testar o desempenho dos modelos Schwartzman-Zur Reproduzido e HYDRUS-2D na previsão das dimensões dos bulbos molhados gerados por gotejadores de diferentes vazões. Na sua primeira parte, realizada na área experimental da Universidade de Taubaté, foram coletadas as dimensões dos bulbos molhados gerados por gotejadores de 2, 4 e 8 L.h -1 em um Latossolo vermelho- amarelo. Na segunda, foram simuladas as dimensões dos bulbos molhados utilizando-se os modelos matemáticos Schwartzman-Zur Reproduzido e HYDRUS-2D. Os estudos estatísticos utilizados para avaliar o desempenho desses modelos mostraram que o modelo de Schwartzman-Zur Reproduzido ajustou os dados experimentais com precisão de 94%, enquanto que, no caso do modelo HYDRUS-2D, esta precisão foi de 85%. Concluiu-se que os dois modelos estudados podem estimar adequadamente as dimensões do bulbo molhado para as condições estudadas, destacando-se, porém, que o modelo que apresentou melhor desempenho foi o de Schwartzman-Zur Reproduzido.
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Variabilidade espacial da resistência do solo à penetração avaliada ao longo de um cultivo de milho

Variabilidade espacial da resistência do solo à penetração avaliada ao longo de um cultivo de milho

O objetivo deste estudo é avaliar as variações espaciais da resistência à penetração em um Latossolo Vermelho Distroférrico típico em quatro profundidades e em três estágios fenológicos da cultura do milho. A área experimental foi cultivada sob um convencional preparo de solo, onde foi implantada a cultura do milho. Esta foi definida por uma malha quadrangular de 70 m x 70 m, selecionada a partir de características visuais homogêneas, onde se estabeleceu 64 pontos georeferenciados distanciados de 10 em 10 m. As avaliações da resistência à penetração foram realizadas até 40 cm de profundidade em três estágios distintos da cultura (V6, VT e R6). As análises geoestatísticas e a geração dos mapas de variabilidade foram realizadas com o uso da versão gratuita do programa computacional GS+. Os resultados apresentam diferença entre as avaliações em cada perfil estudado, apresentando diferenciações nos modelos, na classificação da dependência espacial e no alcance desta dependência, o que dificulta a tomada de decisões pois estas mensurações sofrem influência de inúmeros fatores. O estudo permitiu uma maior visualização das influências nas medidas de resistência à penetração e alerta profissionais da área no uso destas para identificação de camadas compactadas.
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TOPOGRAFIA E VARIABILIDADE ESPACIAL DE PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO

TOPOGRAFIA E VARIABILIDADE ESPACIAL DE PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLO

RESUMO: O relevo é um dos fatores de formação do solo mais usados em mapeamento de solos devido sua forte correlação com a variabilidade espacial de atributos do solo na paisagem. O objetivo desse trabalho foi avaliar a relação entre topografia e a variabilidade espacial de algumas propriedades físicas de solos. Em uma pastagem com 2,84 ha instalou-se uma grade regular com espaçamento de 20 m, nas proximidades de Seropédica, RJ, onde cada ponto de amostragem foi georreferenciado. Em cada ponto de amostragem foi medida a altitude e foram coletadas amostras indeformadas nas profundidades de 0,0–0,1; 0,1–0,2 e 0,2–0,3 m. Determinaram-se os teores de carbono, textura, densidade do solo e das partículas e retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa. Estatística descritiva foi usada para avaliar a tendência central e a dispersão dos dados. Semivariogramas simples e cruzados foram usados para avaliar a variabilidade espacial da altitude, e dos atributos físicos do solo, bem como a relação entre altitude e atributos físicos do solo. Com exceção da fração silte (nas três profundidades), densidade do solo (0,2–0,3 m) e densidade das partículas (0,0–0,1 m), todos os atributos apresentaram forte dependência espacial. Encontraram-se maiores teores de argila, bem como de retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa, nas cotas mais elevadas. A correlação entre altitude e atributos físicos decresceu com o aumento da profundidade. Os semivariogramas cruzados comprovaram a viabilidade do uso da altitude, por cokrigagem, para aperfeiçoar a interpolação de areia e argila na camada de 0.0–0.3 m, e de retenção de água a 10, 80 e 1500 kPa na camada de 0.0–0.2 m.
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ANÁLISE COMPARATIVA DAS PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DA MADEIRA DE TRÊS CONÍFERAS DE FLORESTAS PLANTADAS COMPARATIVE ANALYSIS OF PHYSICAL AND MECHANICAL PROPERTIES OF WOOD FROM THREE PLANTATION SOFTWOODS

ANÁLISE COMPARATIVA DAS PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DA MADEIRA DE TRÊS CONÍFERAS DE FLORESTAS PLANTADAS COMPARATIVE ANALYSIS OF PHYSICAL AND MECHANICAL PROPERTIES OF WOOD FROM THREE PLANTATION SOFTWOODS

Atualmente, a disponibilização da matéria-prima, proveniente de florestas plantadas dessas coníferas, induz o mercado consumidor a preocupar-se com a qualidade da madeira. O conhecimento de suas propriedades fornece informações importantes para as diversas fases de processamento industrial, bem como para a utilização do produto final. Entretanto, as características tecnológicas da madeira variam com a espécie, procedência, idade, sítio e altitude (LADRACH, 1986). O efeito da localização geográfica sobre o módulo de ruptura (MOR) e módulo de elasticidade (MOE) em flexão estática foi comprovado por McALISTER & CLARK III (1991). Além disso, particularmente nos gêneros Pinus e Araucaria, as características tecnológicas são influenciadas também pela presença de madeira com propriedades diferenciadas, como lenhos de reação, juvenil, inicial e tardio (KELLISON, 1981).
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Propriedades físicas do solo em função de manejos em lavouras de cafeeiro conilon.

Propriedades físicas do solo em função de manejos em lavouras de cafeeiro conilon.

Para o desenvolvimento de uma cafeicultura susten- tável, alguns atributos do solo são importantes, pois po- dem atuar como indicadores de qualidade do solo. Esses atributos devem ser sensíveis às variações do manejo, bem correlacionados com as funções desempenhadas pelo solo, capazes de elucidar os processos do ecossistema, serem compreensíveis e úteis para o agricultor e, prefe- rencialmente, de fácil mensuração. Devem, ainda, ser sen- síveis às alterações na qualidade do solo, induzidas por modificações recentes no manejo (Conceição et al., 2005). Os indicadores físicos da qualidade do solo devem estar relacionados com o arranjo estrutural das partículas sóli- das e à porosidade e refletir limitações ao desenvolvimen- to radicular, à emergência das plântulas, ao movimento de água no perfil e, consequentemente, à potencialidade pro- dutiva. Associados a esses fatores devem revelar altera- ções estruturais provocadas pela adoção de determinado sistema de manejo, assim como problemas relacionados com a compactação, ao encrostamento superficial e à sus- ceptibilidade à erosão (Lima et al., 2007). Dentre esses indicadores, encontram-se a densidade, a porosidade to- tal, a macroporosidade, a microporosidade, a resistência à penetração e a umidade do solo.
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Estudo comparativo das propriedades físicas e mecânicas entre a madeira e o Prodelix

Estudo comparativo das propriedades físicas e mecânicas entre a madeira e o Prodelix

O lixo é um dos grandes problemas da sociedade actual, a sua reutilização é fulcral para um futuro sustentado do planeta e, como tal, novos materiais produzidos a partir de lixo, nomeadamente plásticos, são uma solução viável. Outro tema muito falado é a desflorestação e os problemas associados ao abate das árvores. Por forma a aprofundar os conhecimentos sobre a utilização da madeira e dos polímeros foi realizado uma revisão bibliográfica sobre estes temas.

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Avaliação das propriedades físicas, químicas e térmicas dos pellets de madeira

Avaliação das propriedades físicas, químicas e térmicas dos pellets de madeira

A procura por energia limpa e renovável torna os pellets de madeira um biocombustível promissor. Os pellets possuem formato de pequenas pelotas cilíndricas de madeira, compactadas e densas que são produzidas com baixo teor de umidade ( geralmente menor que 10%), permitindo maior eficiência na combustão. Sua geometria regular permite tanto a alimentação automática num sistema industrial quanto a alimentação manual, nos aquecedores residenciais, porque é um produto de origem natural (madeira), já que não necessita de aditivos e, em sua maioria, não contém elementos tóxicos na sua composição. Sua principal aplicação é no aquecimento comercial e residencial de ambientes, mas também podem ser utilizados como combustível para a geração de energia elétrica em plantas industriais ou, até mesmo, em usinas termoelétricas. Couto (2014) cita que atualmente, a busca por fontes renováveis de energia é uma tendência global que tem se fortalecido muito mais por questões ambientais do que econômicas.
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Efeito da termodensificação e do pós-tratamento térmico sobre propriedades da madeira de Ceiba pentandra (L.) Gaertn

Efeito da termodensificação e do pós-tratamento térmico sobre propriedades da madeira de Ceiba pentandra (L.) Gaertn

O TUE teve redução significativa em todos os tratamentos. Observou-se que quanto maior o TUE da amostra que não recebeu o pós-tratamento, maior a redução dessa propriedade após o pós-tratamento. Os resultados indicaram que o pós-tratamento térmico provocou uma redução significativa da higroscopicidade da madeira termodensificada, potencializando o efeito já observado anteriormente. Borges e Quirino (2004) explicam que a higroscopicidade da madeira pode ser alterada através do tratamento térmico pela degradação dos constituintes hidrofílicos, alterando a afinidade da madeira pela água. Com isso, a madeira troca menores quantidades de água com o meio, tornando-se mais estável.
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PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DA MADEIRA JUVENIL DE SCHIZOLOBIUM AMAZONICUM

PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DA MADEIRA JUVENIL DE SCHIZOLOBIUM AMAZONICUM

RESUMO –O crescimento da demanda mundial por madeira implica na busca de novas espécies de rápido crescimento com potencial silvicultural e, nesse cenário, as espécies nativas como o paricá. Assim, o objetivo deste trabalho foi determinar as propriedades físicas e mecânicas da madeira da espécie Schizolobium amazonicum (paricá). As árvores foram coletadas em plantios comerciais localizados no norte do Brasil, com idades de 5, 7, 9 e 11 anos. Das árvores de cada idade foram obtidas quatro toras no sentido longitudinal das árvores e, posteriormente, um pranchão diametral de cada tora para fabricação dos corpos de prova, os quais foram utilizados para avaliar algumas propriedades físicas e mecânicas da madeira. A densidade básica do paricá reduziu no sentido base-topo e não houve diferença entre as posições radiais, em média, a densidade básica dessa madeira caracterizou-se como baixa. A região próxima da casca apresentou menor contração longitudinal, e também, maior homogeneidade dessa propriedade ao longo do tronco, enquanto para a contração tangencial a menor variação foi encontrada na região próxima à medula. A contração da madeira de paricá foi caracterizada como baixa. A idade influenciou a maioria das propriedades mecânicas, tendo a tora da base os maiores valores de resistência mecânica.
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Propriedades físicas da madeira de cedro - <em>Cedrela fissilis</em> Vell.

Propriedades físicas da madeira de cedro - <em>Cedrela fissilis</em> Vell.

O Cedro, Cedrela ϔissilis pertence à família das Meliáceas. As espécies desse grupo são geralmente árvores de grande porte e que produzem madeira de ótima qualidade, muito valorizada no mercado. A madeira do Cedro varia de leve a moderadamente densa, é parti- cularmente indicada para construção civil, para produção de venezianas, rodapés, guarnições, forros e janelas; na construção naval é usado em acabamentos internos e casco de embarcações leves; utilizada também em molduras de quadros, móveis, instrumentos musicais e esculturas. De acordo com a maioria de entalhadores o cedro seria a madeira nativa ideal para essa técnica porque é mais macia (RODRIGUES, 2001). Devido a grande diversidade de uso e por ser uma madeira de excelente qualidade e facili- dade de se trabalhar, a sua exploração vem crescendo de forma acelerada. Diante disso, este trabalho teve como objetivo analisar os com- ponentes ísicos de Cedrela ϔissilis, para que haja maior otimização no uso dessa madeira.
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PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Copaifera arenicola (Ducke) J. Costa & L. P. Queiroz (CAESALPINIOIDEAE-FABACEAE)GAMA, Druzio Correia1; TAKESHITA, Saly2; NASCIMENTO JNIOR, Jos Monteiro3; AMARAL, Deise4

PROPRIEDADES FÍSICAS DA MADEIRA DE Copaifera arenicola (Ducke) J. Costa & L. P. Queiroz (CAESALPINIOIDEAE-FABACEAE)GAMA, Druzio Correia1; TAKESHITA, Saly2; NASCIMENTO JNIOR, Jos Monteiro3; AMARAL, Deise4

O município com área de 762,212 km² faz parte da ecorregião do Raso da Catarina, caracterizado em solo arenoso, profundo, pouco fértil e relevo muito plano, de clima semiárido e índice pluviométrico médio anual de 711 mm, possuindo uma composição vegetacional arbustiva-arbórea (VELLOSO et al., 2002). A árvore procedente, com 28 cm de DAP (Diâmetro a Altura do Peito) medido a 1,30 m do nível do solo e 6,8 m de altura total, sendo 4,8m utilizável (até a incidência do primeiro ramo), tinha aproximadamente 20 anos de idade. Com o auxílio de motosserra, após o corte, retirou-se do tronco seis (06) discos seccionados com 05 cm de espessura, nas posições correspondentes a base, DAP, 25%, 50%, 75% e 100% da altura comercial, que foram identificados e armazenados em sacos plásticos.
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Durabilidade natural de espécies florestais madeireiras ao ataque de cupim de madeira seca.

Durabilidade natural de espécies florestais madeireiras ao ataque de cupim de madeira seca.

Pêgas MRA. Resistência natural de nove espécies de madeiras ao ataque de Coptotermes gestroi (Wasmann,  1896) (Isoptera: Rhinotermitidae) [monografia]. Seropédica: Instituto de Florestas, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro; 2007. Pessoa AMC, Berti Filho E, Brito JO. Avaliação da madeira termorretificada de Eucalyptus grandis, submetida ao ataque de cupim de madeira seca, Cryptotermes brevis. Scientia Florestalis 2006; 72: 87-90. Santos ID. Influência dos teores de lignina, holocelulose e extrativos na densidade básica e contração da madeira e nos rendimentos do carvão vegetal de cinco espécies lenhosas do cerrado [mestrado]. Brasília: Universidade de Brasília; 2008.
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CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS DAS MADEIRAS DE Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden E Eucalyptus cloeziana F. Muell VISANDO AO SEU APROVEITAMENTO NA INDÚSTRIA MOVELEIRA

CARACTERÍSTICAS TECNOLÓGICAS DAS MADEIRAS DE Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden E Eucalyptus cloeziana F. Muell VISANDO AO SEU APROVEITAMENTO NA INDÚSTRIA MOVELEIRA

A madeira de Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden apresenta-se bem perante as máquinas e ferramentas. É uma madeira macia que não oferece resistência às serras e equipamentos de trabalho manuais. Sua grã direita certamente é uma característica positiva quanto à facilidade de trabalhabilidade da espécie. A cor rosa e o brilho moderado da madeira levaram a apresentação de um móvel esteticamente agradável. A superfície de acabamento da madeira de Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden é muito boa quando aplainada corretamente. A serragem produzida por essa madeira não causou nenhum tipo de irritação aos operadores. Essa madeira recebeu bem todas as lixas, da granulometria mais grossa (grã 60) até a mais fina (grã 280). A espécie também se comportou bem quanto ao uso de parafusos, pregos e na confecção de encaixes. Apesar da presença de uma certa oleosidade na madeira serrada de Eucalyptus grandis W.Hill ex Maiden, não houve interferência no recebimento de produtos de acabamento (seladora) apresentando o móvel acabado, um ótimo aspecto. Duas demãos de seladora foram suficientes para dar um bom acabamento ao móvel.
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Influência de diferentes sistemas de manejo nas propriedades físico-hídricas de Argissolo vermelho-amarelo da região dos Tabuleiros Costeiros Sergipanos

Influência de diferentes sistemas de manejo nas propriedades físico-hídricas de Argissolo vermelho-amarelo da região dos Tabuleiros Costeiros Sergipanos

Para White (2009), quando a infiltração termina, a redistribuição da água ocorre à custa da zona inicialmente saturada do solo. Se o solo estiver totalmente umedecido, até o lençol freático, ou até uma saída artificial como um dreno, a drenagem cessa quando o potencial matricial que atua para cima contrabalança o gradiente de potencial gravitacional para baixo. Mesmo quando o solo não estiver completamente umedecido com a profundidade, a taxa de drenagem torna-se muito pequena, 1 a 2 dias após a chuva ou irrigação. Possivelmente isso se deve à queda brusca na condutividade hidráulica quando a maioria dos macroporos drenou sua água, assim o teor de água atingido após 2 dias, na ausência de evaporação, define a capacidade de campo (CC), que corresponde aos potenciais matriciais entre -5 e - 10 kPa.
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Avaliação das propriedades físicas, químicas, mecânicas e de superfície de lâminas de paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex. Ducke).

Avaliação das propriedades físicas, químicas, mecânicas e de superfície de lâminas de paricá (Schizolobium amazonicum Huber ex. Ducke).

de paricá foi branco-acinzentada, característica obtida principalmente pela alta claridade (L*), pela presença marcante do pigmento amarelo e pela baixa presença do pigmento vermelho. O ângulo de tinta elevado (h*) posiciona a cor, desta madeira, próxima ao eixo b*, confirmando a grande influência da coordenada b* na caracterização da cor da madeira estudada. Resultados similares foram observados por Arruda  et  al. (2011) para a mesma espécie. Quase todos os valores obtidos por aqueles autores foram similares aos deste estudo, com exceção para o valor da coordenada a*, que foi inferior no presente trabalho. Segundo Mori  et  al. (2005), o padrão de coloração de uma madeira pode variar em tonalidades que vão desde o bege claro até o marrom escuro, quase preto; dentro destas variações, podem ser encontradas madeiras amareladas, avermelhadas, arroxeadas e alaranjadas.
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Relações entre propriedades físicas e características de solos da região sul do Brasil.

Relações entre propriedades físicas e características de solos da região sul do Brasil.

Em cada horizonte, foram coletadas duas amostras, perfazendo um total de 35 amostras, uma vez que do Cambissolo Háplico (Quadro 1) só foi coletado o horizonte A. Esse material foi, então, saturado por água e, em seguida, submetido a um ψ de -0,01 MPa em mesa de tensão, conforme Klute (1986). Posteriormente, determinou-se a densidade do solo (Ds), de acordo com Blake & Hartge (1986), após secagem do material em estufa a 105 °C, por 24 horas.

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